Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

In Memoriam: Um Tributo a Aaron David Wilson, 1971-2006

A reforma das políticas de drogas perdeu um amigo e colega de longa data. Aaron Wilson, membro da Diretoria da DRCNet de 1997-1998, faleceu inesperadamente de parada cardíaca enquanto dormia no dia 21 de dezembro do ano passado, no seu lar em South Hadley, Massachusetts.

https://stopthedrugwar.org/files/aaronwilson.jpg
Aaron Wilson (cortesia de RememberingAaron.org)
Apesar de o trabalho profissional durante os últimos anos ter sido no ativismo pela saúde e a segurança no trabalho, só o seu trabalho de oposição à guerra às drogas daria um currículo impressionante. De 1995-2000, ele foi diretor de pessoal e diretor-adjunto da Partnership for Responsible Drug Information em Nova Iorque, onde, entre outros trabalhos, encabeçou uma série de fóruns públicos, de autoria de um importante diretório de especialistas em políticas de drogas para a mídia, ajudou a estabelecer a organização Voluntary Committee Lawyers e lidou ele mesmo com a mídia. Com Tom Leighton e Vinnie Kane (um bombeiro que perdeu a sua vida no 11 de setembro), Aaron co-fundou o Marijuana Reform Party de Nova Iorque, uma organização que conseguiu enorme publicidade e pôs Leighton duas vezes nas eleições para o governo. Na Universidade de Columbia, na qual obteve dois diplomas de Mestrado, Aaron co-fundou a sucursal da NORML Universidade de Columbia com Wayne Jebian e se organizou junto ao Senado da Faculdade para ocasionar um escrutínio muito necessário de parte da universidade dos padrões acadêmicos da afiliada de Joe Califano, o Center on Addiction and Substance Abuse (CASA).

Aaron era uma figura destacada no desenvolvimento inicial do movimento estudantil pela reforma das políticas de drogas, trabalho pelo qual nutria apego. Durante os seus anos de graduando na Universidade de Massachusetts-Amherst, ele co-fundou, com os amigos íntimos Brian Julin e Kai Price, a U-Mass Cannabis Reform Coalition (UMACRC), atualmente o grupo de reforma das políticas de drogas mais antigo a funcionar continuamente no campus. Durante os primeiros dias da DRCNet, lembro de ler sobre o trabalho enérgico da UMACRC, inclusive uma ação na qual os membros trouxeram potes amarelas de urina a uma feira de empregos, onde os entregaram no estande das empresas que fazem uso de exames toxicológicos. Aaron me disse que o grupo alcançou uma filiação de várias centenas de pessoas durante a época dele ali. Depois, um encontro pessoal me fez perceber que as realizações da UMACRC eram enormes de fato, quando conheci o meu cunhado pela primeira vez que esteve na faculdade durante os mesmos anos que Aaron e lhe disse que tipo de trabalho eu fazia. O meu cunhado me disse que ele entendia a legalização porque fora à U-Mass e a questão era notória no campus. Depois, Aaron trabalhou como Coordenador Nacional de Campus da NORML e em 1999 ele concebeu e organizou uma importante conferência de organização estudantil para a reforma das políticas de drogas.

Estes são alguns fatos sobre a obra de Aaron, mas fatos desse tipo não fazem jus a contar de verdade a estória de uma pessoa ou o que ela significou para aqueles ao seu redor. Uma das coisas mais destacadas de Aaron era como na sua curta vida ele conseguiu recorrer mundos e idéias tão diferentes. Aaron era um radical com um gorro Rasta e era respeita por médicos e advogados. Ele era um antiautoritário brusco, que poderia te dar um sermão sobre a importância do trabalho duro e dos valores tradicionais. Em uma época em que o movimento de reforma das políticas de drogas era mais cauteloso do que antes ou desde então com tudo o que pudesse ser tomado como "pró-droga", Aaron era um defensor do "poder da maconha". Acho que ele entendeu o humor que estes contrastes tinham às vezes. Falando de trabalho duro, nunca entendi como mantinha um emprego de tempo integral, a faculdade e múltiplos projetos ativistas e esperava ter sucesso em todos, mas eu vi os resultados.

Aaron e eu perdemos contato há muito tempo, e lamento os anos perdidos. Ocasionalmente, soube de suas ações durante estes anos e desde o seu falecimento tenho lido mais sobre elas. Ele era o Diretor Executivo do Western Massachusetts Committee for Occupational Safety and Health em Springfield, onde ele treinava membros do sindicato a melhorarem as condições de saúde e segurança e ajudava as famílias dos empregos mortos da Chapman Valve, Inc. a receberem a indenização por exposição ao urânio. Ele ajudou a montar a Alliance for a Healthy Tomorrow, uma colaboração entre grupos trabalhistas e ambientalistas que promovem alternativas mais seguras ao uso de químicos tóxicos. Ele era membro da Reunião dos Habitantes de Amherst e da Diretoria da Hampshire County United Way, era Presidente da Diretoria do Drug Policy Forum of Massachusetts e delegado do agora Governador Deval Patrick. O seu trabalho no campo do trabalho lhe conseguiu muito reconhecimento merecido, inclusive o Prêmio Micah de Ativista Comunitário de Springfield do Ano e o Prêmio Herói Não-Reconhecido, e outros.

Eu gostaria de ter estado ali para celebrar alguns daqueles momentos com ele. Mas, para mim as antigas recordações terão que bastar - viagens a Charlotte e Atlanta para conferências locais de redução de danos, a participação em uma grande conferência em Nova Orleans juntos, a fruição da música e da TV a cabo em Washington Heights, rindo sempre que encontrávamos uma das pessoas que tínhamos conhecido apenas através da Internet. Algumas das minhas melhores amizades e a maior parte das minhas valiosas relações profissionais eu devo a apresentações que Aaron fez, e por isso sempre lhe serei agradecido.

Os amigos de Aaron organizaram um funeral, que vai acontecer à 01.00 da tarde no domingo, 28 de janeiro em Amherst - eles alugaram um auditório grande no campus e esperam encher o lugar. Visite http://RememberingAaron.org para maiores informações, para ler mais sobre ele, para compartilhar as suas recordações ou para fazer uma doação ao fundo de bolsas estabelecido em memória dele.

- David Borden

Matéria: Novo Estudo Despedaça Políticas e Financiamento "Duros com as Drogas" do Canadá

Apesar de adotar formalmente a redução de danos como parte de uma estratégia nacional antidrogas em 2003, o governo canadense continua gastando a vasta maioria das suas verbas antidrogas em medidas legais não-comprovadas e provavelmente contraproducentes, de acordo com um estudo publicado na segunda-feira. O relatório foi lançado no mesmo dia em que a pesquisa do Vancouver Sun, a qual descobriu que dois terços dos canadenses apóiam tratar o consumo de drogas como questão de saúde pública. Juntos, o estudo e a pesquisa são uma crítica acerba para o governo conservador do primeiro ministro Steven Harper, que prometeu uma nova estratégia nacional antidrogas com uma forte ênfase na repressão legal.

Produzido pelo BC Center for Excellence in AIDS, que foi financiado parcialmente pelo governo provincial da Colúmbia Britânica, "Canada's 2003 renewed drug strategy -- an evidence-based review” [A estratégia antidrogas renovada de 2003 do Canadá - um exame baseado em provas], oferece uma crítica devastadora do que os seus autores chamam de "americanização" das políticas de drogas canadenses. O estudo adverte que a dependência contínua de tais políticas seria um desastre.

https://stopthedrugwar.org/files/canada-parliament.jpg
Parlamento Canadense, Ottawa (cortesia da Biblioteca do Parlamento)
O estudo descobriu que de $368 milhões que o governo federal canadense gastou em programas antidrogas em 2004-05, uns $271 milhões, ou 73% foram investidos em medidas de repressão legal como investigações da Real Polícia Montada Canadense, o controle das fronteiras e os processos federais dos delitos de drogas. Outros $51 milhões (14%) foram destinados aos programas de tratamento e $26 milhões (7%) foram gastos em "coordenação e pesquisa", enquanto que os programas de prevenção e redução de danos estiveram em regime de fome com $10 milhões (2,6%) cada um.

O Canadá tem pouco a mostrar por todo esse dinheiro gasto na imposição da lei antidrogas, sugeriu o estudo. O relatório mostrou que a Estratégia Antidrogas do Canadá não conseguiu estancar os grupos de canadenses que provam drogas ilícitas. Em 1994, 28,5% dos canadenses informaram ter consumido drogas ilícitas durante as suas vidas; por volta de 2004, esse dado saltara para 45%.

A proporção de gastos antidrogas federais dedicados às atividades de repressão legal diminuiu dos 95% em 2001 depois que o ex-governo liberal começou a enfatizar a redução de danos e a prevenção em vista das críticas do auditor-geral federal e outros críticos. Mas, para os autores do estudo lançado na segunda-feira, a parte do orçamento dedicada à imposição da lei continua inaceitavelmente alta.

"Embora a meta declarada da Estratégia Antidrogas do Canadá seja reduzir o dano, as provas obtidas através desta análise indicam que a ênfase esmagadora continua estando nas abordagens convencionais baseadas na repressão, as quais são custosas e amiúde exacerbam, ao invés de reduzirem, os danos", concluiu o relatório.

"Os gastos federais atuais em iniciativas cientificamente comprovadas que objetivam o HIV/AIDS e outras doenças graves são insignificantes quando comparados às verbas dedicadas à repressão legal", disse o Dr. Julio Montaner, diretor do BC Center for Excellence in HIV/AIDS e um dos principais autores do relatório. "Não obstante, embora as intervenções da redução de danos sustentadas através da estratégia antidrogas estejam sendo postas a um padrão extraordinário de prova, aquelas que recebem a maior proporção do financiamento continuam sendo subavaliadas ou já provaram ser ineficazes".

Esse comentário foi um ataque direto feito contra a relutância do governo Harper a reautorizar o Insite, a instalação de Vancouver que é o único local de injeção segura da América do Norte para usuários de drogas pesadas. No dia 01 de setembro, quando o ministro da Saúde, Tony Clement, deu à instalação só um ano de reautorização (solicitara três), ele questionou publicamente as pesquisas que mostram que o local é eficaz, que salva vidas e que não aumenta os índices de consumo de drogas ou de criminalidade no bairro. Eram necessárias mais pesquisas, disse Clement.

No mesmo dia, a Associação da Polícia Canadense, que representa oficiais de alta patente e categoria, condenou publicamente as medidas de redução de danos. O vice-presidente da Associação, Tom Stamatakis, disse à mídia na época que a redução de danos estava absorvendo dinheiro demais da lei. "Este enfoque de redução de danos levou a níveis sem precedentes de criminalidade na nossa cidade", disse, pedindo uma nova estratégia nacional antidrogas que se concentre no tratamento, na prevenção e na repressão.

Mas, isso é precisamente o que não é necessário, descobriu o estudo do BC Center. "A proposta americanização da estratégia antidrogas para afiançar uma abordagem severa que confie na repressão legal será um desastre", disse o Dr. Thomas Kerr, co-autor do estudo. "É como se o governo federal estivesse disposto a ignorar uma montanha de ciência para levar a cabo uma agenda ideológica".

"Acho ótimo que este estudo tenha sido lançado", disse Donald McPherson, coordenador de políticas de drogas da cidade de Vancouver. "Isso mostra claramente que embora tenha existido algum movimento desde 2001, ainda não há uma estratégia antidrogas muito equilibrada. A pesquisa desta semana mostra que o público entende, que as pessoas entendem que isto é, acima de tudo, uma questão de saúde", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Espero que as pessoas no governo federal examinem as provas e percebam enfim que as abordagens comprovadas são preferíveis às abordagens do tipo ideologicamente contrário às drogas. O fato que o público entenda isso ajudará os políticos a entendê-lo".

O estudo também conquistou os aplausos da parlamentar do Leste de Vancouver do Novo Partido Democrata (NDP), Libby Davies, que em uma mensagem à eNDProhibition, a ala antiproibicionista do partido, disse que concordava que "o governo conservador deve parar de se fiar em uma abordagem repressiva para lidar com problemas associados com o consumo de drogas ilegais no Canadá. Os meus colegas do NDP e eu apoiamos uma abordagem de redução de danos, conscientização e prevenção ao consumo de drogas ilegais durante muito tempo no Canadá", acrescentou.

"Os proibicionistas nunca foram convocados a justificar a proibição e este relatório está dizendo que não podem justificar estas políticas", disse Eugene Oscapella da Canadian Foundation for Drug Policy. "Isto é dito por uma organização crível e ajudará a influenciar a opinião pública", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Isso repercutirá junto aos canadenses em geral, mas duvido muito que faça com que os conservadores mudem o rumo das coisas. Esta gente está bem disposta a ignorar os fatos na busca de suas metas ideológicas".

Embora a pesquisa do Vancouver Sun da segunda-feira mostrasse que só um terço dos canadenses são a favor de abordagens legais severas, observou Oscapella, esse um terço é a base do Partido Conservador. "Os conservadores concordarão com as bases deles nisto, mas até o ponto em que este relatório conscientizar o público, pode causar impacto nas margens".

A Crônica da Guerra Contra as Drogas contatou o Ministério da Justiça canadense em busca de comentários, mas os seus funcionários nos encaminharam ao Ministério da Saúde do Canadá, que não respondeu as perguntas.

Matéria: DEA toma medida drástica contra os dispensários de maconha medicinal de Los Ângeles

Os agentes da Administração de Repressão às Drogas (DEA) dos EUA sitiaram 11 dispensários de maconha medicinal da Comarca de Los Ângeles na quarta-feira, inclusive cinco na cidade de West Hollywood, onde os oficiais simpatizantes estiveram trabalhando com os comerciantes para regularem responsavelmente os seus negócios. As apreensões marcam o afastamento das ações recentes da DEA no estado, que em sua maioria neste ano objetivaram dispensários em áreas em que os funcionários municipais não apóiam ou até são hostis à maconha medicinal.

Os agentes da DEA vestidos com a indumentária da SWAT confiscaram vários milhares de gramas de maconha processada, sacos de dinheiro, armas e centenas de plantas de maconha. Os agentes detiveram 20 pessoas, mas até agora nenhuma foi acusada de nada. Foi a maior apreensão da DEA na comarca nos últimos tempos.

Ontem, os invasores da DEA foram recebidos por dúzias de manifestantes que gritavam "DEA Vá Embora" [DEA Go Away] e "Diretos dos Estados" [States’ Rights] ao longo do Bulevar Santa Mônica, onde quatro dos dispensários sitiados estão localizados em um trecho de cinco quarteirões. Na quinta de manhã, cerca de 100 pessoas se reuniram no paço municipal de West Hollywood para protestarem contra agressão à lei de maconha medicinal do estado.

https://stopthedrugwar.org/files/dea-la-photo1.jpg
foto publicitária pós-apreensão da DEA
Os eleitores da Califórnia aprovaram o uso de maconha medicinal em uma iniciativa de 1996, mas o governo federal nunca aceitou essa lei. Os reides da quarta foram apenas a última refrega em uma batalha em curso que presenciou o reide de dúzias de dispensários neste ano. Diferentemente dos reides em lugares como Modesto, a Comarca de Riverside e São Diego, onde os oficiais teimosos da lei municipal trabalharam de mãos dadas com os federais, o Gabinete do Xerife da Comarca de Los Ângeles não participou, exceto para proporcionar o controle da multidão por expressões antecipadas de descontentamento pública e nem foi informado dos reides até pouco tempo depois de acontecerem.

"É ultrajante que tenhamos uma situação na que os eleitores tenham se pronunciado, a assembléia tenha se pronunciado, os tribunais a tenham afirmado, os funcionários municipais a estejam regulamentando e então vem a DEA e diz 'já sabíamos'", disse William Dolphin, diretor de comunicação do grupo de defesa da maconha medicinal, Americans for Safe Access, que ajudou a organizar os protestos da quarta e da quinta. "Não é assim que uma democracia deve funcionar e isto é um problema terrível para os pacientes. Eles dizem que não estão objetivando os pacientes, mas estão fazendo todo o possível para vedar o acesso deles aos seus remédios e estão lendo do manual dos terroristas ao atingirem, simultaneamente, um montão de lugares para criar um clima de medo penetrante".

Os ativistas a favor da maconha medicinal não eram as únicas pessoas irritadas pelos reides. A câmara municipal de West Hollywood, que apóia a lei de maconha medicinal do estado, apresentara um decreto-lei que estabelece normas permanentes para os dispensários justo na noite anterior. Portanto, não foi nenhuma surpresa que os vereadores reagissem com irritação.

"O estado da Califórnia votou na permissão da maconha para fins medicinais", disse a vereadora de West Hollywood, Abbe Land. "A Cidade de West Hollywood, em conjunto com outras cidades de todo o estado, estabeleceu regras para governar a dispensa de maconha medicinal, para que as pessoas cujas vidas dependem desta droga possam receber a garantia de acesso seguro ao medicamento delas. A DEA deveria passar o tempo dela perseguindo os dispensários que não estão funcionando de acordo com os decretos municipais e também os médicos inescrupulosos que prescrevem receitas ilegítimas", prosseguiu.

"As ações de hoje demonstram de novo as prioridades erradas do governo Bush e da Administração de Repressão às Drogas dos EUA", disse o vereador de West Hollywood, Jeffrey Prang. "Proporcionar o acesso seguro à maconha medicinal àqueles que convivem com doenças graves e freqüentemente dolorosas como o HIV/AIDS, o câncer e demais enfermidades terminais é algo que esta cidade apóia. Temos trabalhado de perto com a nossa comunidade para garantirmos que estes estabelecimentos funcionem com segurança e obedeçam ao espírito da Proposição 215 adotada pelos eleitores da Califórnia".

A DEA não se importava nem um pouco. Para a agência, a maconha é ilegal, ponto. Para os federais, os reides não tratavam de impedir que as pessoas consigam os seus medicamentos, mas da criminalidade, ou pelo menos eles dizem isso. "As operações repressivas de hoje mostram que estes estabelecimentos não passam de organizações do narcotráfico que trazem atividades criminosas para os nossos bairros e drogas para os nossos filhos e escolas", alardeou o Agente Especial em Exercício da DEA, Ralph Partridge, enquanto a agência exibia o dinheiro, os doces e a cannabis confiscados.

"Estamos aqui para impor as leis sobre as drogas", disse a porta-voz da DEA Los Ângeles, a Agente Especial Sarah Pullen, à Crônica da Guerra Contra as Drogas na quinta-feira. "Eram centros de distribuição de maconha e o cultivo, porte e distribuição de maconha em qualquer forma é crime segundo a lei federal. É lógico, há um problema de drogas aqui e há muitos tipos diferentes de drogas. Estamos processando tipos muito diferentes de casos e estas apreensões são só um deles. Estamos fazendo todo o possível para impormos a lei".

"Com certeza é preciso se perguntar se estes homens não têm coisa melhor para fazer", disse Bruce Mirken, diretor de comunicação do Marijuana Policy Project. “Eles sitiaram diversos lugares em West Hollywood, uma cidade que está trabalhando muito para regulamentar os seus dispensários para garantir que funcionem adequadamente. A DEA não pode argumentar razoavelmente que estes dispensários estavam fora de controle; eles perseguiram um dos dispensários mais cuidadosamente regulados no estado", disse ele à Crônica.

"Este é mais um exemplo de prioridades sem juízo do governo sem nenhum respeito pelo federalismo e pelos direitos dos estados, muito menos pela decência humana", disse Mirken. "Só se pode esperar que isto dê novo ímpeto aos esforços no Congresso para refreá-los", disse referindo-se ao que era conhecido nos anos anteriores como a emenda Hinchey-Rohrabacher, que impediria o uso de verbas federais para reides contra pacientes e fornecedores de maconha medicinal em estados em que ela é legal.

"Este é o único lado positivo disto", disse Dolphin do ASA. "O presidente Pelosi é um franco defensor do acesso à maconha medicinal para os pacientes e temos um grande número de novos democratas na Câmara, junto com alguns republicanos como Rohrabacher. Com este novo Congresso, estamos muito mais perto de aprovarmos algo como a Hinchey-Rohrabacher. Definitivamente, vamos presenciar muito mais pressão para que a DEA proporcione alguma prestação de contas".

Quando indagado se a agência poderia estar se aprontando para perder o financiamento para os reides contra os pacientes e fornecedores de maconha medicinal em estados em que ela é legal, Pullen da DEA fez deferência a Washington. "Essa pergunta deve ser feita à diretora", disse ela. "Estamos aqui para impor a lei". Uma ligação da Crônica para o gabinete da diretora da DEA, Karen Tandy, até agora não foi atendida.

Com o Ministério da Justiça e a DEA ficando valentes desde a decisão da Suprema Corte no ano passado no caso Raich, talvez o único jeito de dar um fim aos reides seja adotar uma tática cada vez mais falada em discussões sobre acabar com a guerra no Iraque: Cortar as verbas.

Os defensores se manifestarão contra o reide da DEA na segunda-feira, 22 de janeiro, ao meio-dia, na 255 East Temple Street em Los Ângeles e uma reunião de planejamento acontecerá um sábado antes. Visite http://www.ASAaction.org para maiores informações ou para baixar uma cópia-mestre do panfleto do evento. Visite http://www.safeaccessnow.org/article.php?id=3747 para informações sobre os eventos de apoio que ocorrerão em todo o país.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

https://stopthedrugwar.org/files/appointmentbook.jpg
Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Anuncio: Los Feeds RSS de DRCNet Están Disponibles

Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Anuncio: ¡Ahora los Feeds de Agregación de Contenido de la DRCNet Están Disponibles para SU Página Web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

Haga clic aquí para ver una muestra de lo que está disponible - por favor, fíjese que la extensión, la apariencia y demás detalles de cómo ello aparecerá en su página pueden ser personalizados para adecuarse a sus necesidades y preferencias.

Por favor, fíjese también que estaremos contentos en hacerle más permutas de nuestro contenido disponible bajo pedido (pese a que no podamos prometer cumplimiento inmediato de dichas solicitaciones ya que, en muchos casos, la oportunidad dependerá de la disponibilidad de nuestro diseñador web). Visite nuestro Mapa del Sitio para ver lo que está disponible actualmente – cualquier feed RSS disponible allí también está disponible como feed de javascript para su página web (junto con el feed de la Crónica que no aparece todavía pero que usted puede encontrar en la página de feeds relacionada arriba). Experimente nuestro generador automático de feeds aquí.

Contáctenos si quiere asistencia o infórmenos sobre lo que está relacionando y adónde. Y gracias de antemano por su apoyo.

Semanal: Esta Semana en la Historia

23 de enero de 1912: En La Haya, doce países firman un tratado que restringe la producción de la adormidera y de la coca.

21 de enero de 1943: El New York Times informa que el líder de la banda de swing, Gene Krupa, se confesó inocente de una acusación de haber contribuido a la delincuencia juvenil al pedirle a John Pateakos de 17 años de edad que le fuera a buscar cigarrillos de marihuana a su cuarto de hotel.

25 de enero de 1990: El presidente George Bush propone añadir más $1,2 billón al presupuesto para la guerra contra las drogas, incluso un aumento de 50% en gastos militares.

22 de enero de 1992: La Comisión Accesoria de Pesquisa de California concluye que la prohibición de las drogas le hace más daño a la sociedad y al individuo que las drogas ilegales.

24 de enero de 1992: Un editorial del Washington Post comenta, “... el examen de desempeño parece ser más eficaz que el análisis estándar del orín usado ahora en la industria tanto después de los accidentes como aleatoriamente”. También menciona que 97 por ciento de los accidentes de ferrocarril son causados por la fatiga, la enfermedad, el estrés y demás factores que no están asociados con el consumo de drogas o alcohol, y declara, “Anualmente, el examen es menos caro que el análisis periódico del orín y es mucho menos intruso”.

25 de enero de 1993: Basado en una pista de que drogas estaban en las dependencias, la policía derriba la puerta y entra corriendo en el hogar de Manuel Ramírez, un empleado jubilado de campo de golf que vivía en Stockton, California. Ramírez se despierta, toma un arma y mata a tiros a un policía antes que los otros oficiales lo mataran. No se encuentra ninguna droga.

25 de enero de 1994: La Ley de Control y Represión de los Delitos de Sangre [Violent Crime Control and Law Enforcement Act] extiende la misión del ONDCP para evaluar presupuestos y recursos relacionados con la Estrategia Nacional de Control de las Drogas. También establece requerimientos específicos de informes en las áreas del consumo de drogas, de la disponibilidad, de las consecuencias y del tratamiento.

25 de enero de 1995: El Marijuana Policy Project (MPP) es incorporado como organización no gubernamental al Distrito de Columbia por Robert Kampia y Chuck Thomas. La misión del MPP es proporcionarle al movimiento de reforma de la legislación sobre la marihuana un grupo de presión organizado e integral a escala federal.

23 de enero de 1996: El presidente Clinton nombra al General Barry McCaffrey para volverse el cuarto secretario antidroga del país.

20 de enero de 1997: La Fundación Linfoma pide la reclasificación de la marihuana como medicamento y la reapertura del programa de acceso compasivo Nueva Droga de Investigación.

19 de enero de 1999: Veinte oficiales fuertemente armados del gabinete del sherif de la Comarca de Placer en el norte de California allanan la casa de Steve y Michele Kubby.

20 de enero de 2000: John Warnecke, ex amigo y colega de Al Gore en The Tennessean, contradice la minimización de su consumo pasado de marihuana hecha por Gore.

21 de enero de 2003: El juicio federal de Ed Rosenthal por cultivo de marihuana empieza. Rosenthal estaba cultivando medicinalmente con autorización de la ciudad de Oakland, California, pero su equipo legal es impedido por el Juez Charles Breyer de informarle esto al jurado. Rosenthal es condenado por fin, pero sentenciado a un día.

21 de enero de 2003: Un artículo del Sydney Morning Herald (Australia) discute un informe del Gobierno Federal que descubrió que el tabaco y el alcohol responden por 83 por ciento del costo del abuso químico en Australia, disminuyendo el impacto financiero de las drogas ilegales.

21 de enero de 2003: La MAPS y la NORML California firman un contracto para un estudio protocolar de $25.000 para evaluar los contenidos de la corriente de vapor del Vaporizador Volcano.

24 de enero de 2005: La Corte Suprema de los EE.UU., en una decisión de 6 a 2, decide que la policía no infringe la Cuarta Enmienda cuando usa sabuesos rastreadores de drogas para localizar las drogas ilegales en las maleteras de los autos durante una batida legal de tránsito.

Europa: Política Laborista Escocesa Lucha por la Reducción de Daños Mientras Partido Se Pone Duro con las Drogas

El lunes, en vísperas de una conferencia importante sobre nuevos abordajes a las políticas escocesas para las drogas y el alcohol, la dimisionaria parlamentaria escocesa (MSP) Susan Deacon, atacó el abordaje cada vez más línea dura del partido a las políticas de drogas, defendió los abordajes de la reducción de daños y llamó la prohibición de las drogas de “el producto de otra era”. Las críticas severas del desdén del Partido Laborista Escocés por la manutención con metadona, la presión por el tratamiento químico basado en la abstinencia y el entusiasmo en quitar a los hijos de padres que usan drogas ocurrieron en un artículo de opinión publicado en el Sunday Herald, "The Political Addiction to Tough Talking on Drugs Has Failed Us All" [La Adicción Política a la Severidad con las Drogas Nos Ha Decepcionado a Todos].

https://stopthedrugwar.org/files/susandeacon.jpg
Susan Deacon
Deacon, la parlamentaria del Este de Edimburgo y Misselburgh, es integrante de la Comisión de Drogas Ilegales, Políticas Públicas y Comunidades de la Real Sociedad de Fomento del Reino Unido de la Real Academia Escocesa, que emitirá un informe en marzo. Ella también es una ex ministra de la salud por el Partido Laborista y se jubilará después de las próximas elecciones. Cada vez más ella está reñida con sus colegas acerca de las políticas de drogas. Las recientes acciones del partido hacia los “contractos” basados en la abstinencia para adictos y para lejos del apoyo anterior a la manutención con metadona instigaron a Deacon a responder con vigor.

“El hecho es que”, escribió, “ya es hora de hablar en serio. La demonización de las drogas y de los usuarios de drogas puede acarrear discursos alborotadores y titulares sensacionalistas, pero no hace nada para promover la comprensión de lo que está sucediendo de veras en nuestra sociedad, para ayudar a aquellos cuyas vidas son afectadas. Aquí en Escocia, hemos visto demasiadas respuestas reflejas y soluciones abarcadoras. Las políticas y la práctica no deberían ser formuladas por reacciones inmediatas al más reciente incidente trágico o informe de pesquisa. Necesitamos un abordaje pragmático a las políticas de drogas – no uno que sea moralista”.

La idea de que la manutención con metadona hubiera fracasado era un “disparate”, escribió Deacon. “¿Y la gente que la metadona ha ayudado a alejarse de la actividad criminosa, a mantener un empleo o a cuidar de sus hijos?” Deacon llamó las acciones propuestas para restringir las opciones de tratamiento de “completamente perversas” y dijo que la idea de quitar a los niños de padres que usan drogas era “paternalista y simplista”.

Pero, aunque ella defendiera explícitamente la reducción de daños como un abordaje de políticas a los problemas de las drogas, Deacon también atacó la prohibición de las drogas. “Las leyes de control sobre las drogas del Reino Unido tienen más de 30 años, son un producto de otra era”, escribió. “Un número creciente de voces, tanto en el país como en el extranjero, están planteando cuestiones sobre la adecuación del armazón legal nacional e internacional al propósito – esta discusión no puede ser una zona prohibida”.

Aunque parezca mentira, el enemigo intrapartidario de Deacon en las políticas de drogas, el parlamentario Duncan McNeil llamó su crítica de “conservadora”. McNeil, que propuso inicialmente la idea de los “contractos” para los usuarios de drogas, dijo de Deacon: “La política de reducción de daños tenía buenas intenciones y era necesaria, pero las cosas siguen adelante. Susan tiene sus puntos de vista sobre este asunto, pero ella se ha vuelto muy conservadora. El Partido Laborista ha pasado por una larga consulta sobre esto, pero Susan no participó del debate acerca de ello en la conferencia”.

Aunque su propio Partido Laborista era uno de los blancos del artículo de opinión de Deacon, ella también buscó inmunizar el Futures Forum del parlamento escocés del lunes de más jactancia refleja de los guerreros antidrogas. El foro reunió a más de 250 oficiales de la policía, académicos, líderes comunitarios y profesionales de la salud que buscaban una “perspectiva nueva” sobre el abordaje de Escocia con respecto a las drogas y al alcohol.

De acuerdo con un relato del foro, Deacon puede haber encontrado un público más receptivo allí que dentro de su propio partido. Ese relato prestó informaciones sobre importantes policías y expertos en políticas de drogas hablando francamente sobre la necesidad de ir allende “las posturas de machote” y sobre cómo la Ley de Mal Uso de Drogas [Misuse of Drugs Act] “no estaba adecuada al propósito contemporáneo”.

Con el abuso endémico de heroína y alcohol, y ahora, la popularidad redescubierta de la cocaína, Escocia siente la necesidad de nuevos abordajes a las políticas de drogas. Con políticos como Deacon combatiendo las tendencias regresivas en su propio partido y los esfuerzos corrientes como el Futures Forum y la Comisión de Drogas de la RSA del Reino Unido en andamiento, los políticos escoceses tendrán la base de conocimiento para actuar. Falta ver si tendrán la voluntad política para aplicar ese conocimiento.

Tratamiento No Cárceles: Gobernador de California Propone Cortar Fondos del Tratamiento Químico de la Proposición 36

Como parte de su presupuesto 2007-2008 lanzado esta semana, el gobernador de California, Arnold Schwarzenegger, ha propuesto cortar la financiación del programa de tratamiento químico del estado, la Proposición 36. Según el programa de seis años de duración, la gente acusada de tenencia de drogas puede ser encaminada hacia el tratamiento químico en vez de ser mandada a la prisión. Unas 140.000 personas han ingresado al tratamiento bajo la Prop. 36, ahorrando una estimativa de $1,3 billón de dólares en dispendios con prisiones para el estado.

Aprobada por los electores en 2000, la Prop. 36 ordenó que el estado asignara $120 millones al año durante sus cinco primeros años. El año pasado, el primer año en que la legislatura tuvo que programar la financiación, aprobó $145 millones para la Prop. 36. Entonces, el presupuesto propuesto de Schwarzenegger es una disminución de $25 millones de dólares con relación al año anterior. Pero eso es casi $90 millones menos que los $209,3 millones que las California Coalition of Alcohol and Drug Associations estimaron ser necesarias para “tratar adecuadamente de las necesidades del tratamiento”.

Para empeorar las cosas, la propuesta de Schwarzenegger canalizaría $60 millones de los $120 millones para el Programa de Tratamiento del Infractor por Abuso Químico (OTP) de un año de duración, que exige que las comarcas creen los fondos necesarios antes de recibir cualesquiera fondos estaduales. Los gobiernos municipales tendrán que encontrar el dinero o perderán. Las comarcas ya han dicho que desafiarán ese requerimiento y la medida puede llevar a acciones judiciales de parte de las comarcas o de los infractores de la legislación antidroga si no se proporciona el tratamiento.

Los cortes propuestos de Schwarzenegger ocurren a pesar de un análisis de la UCLA que muestra que los contribuyentes ahorraron $2,50 para cada dólar invertido en el programa. Espere una disputa por la financiación de la Prop. 36 en Sacramento este año.

Marihuana: Proyectos de Despenalización Son Presentados en Massachusetts y Nuevo Hampshire

Diez estados (Alaska, California, Colorado, Nebraska, Nueva York, Carolina del Norte, Maine, Minnesota, Ohío y Oregón) han despenalizado la marihuana, todos ellos en los años 1970, pero si los legisladores en Massachusetts y Nuevo Hampshire logran lo que quieren, ese número crecerá nuevamente este año por primera vez en décadas. En el primero, los legisladores amistosos están presentando nuevamente un proyecto de despenalización, mientras que en el segundo, un grupo local está aliándose con los legisladores para hacer presión a favor de la nueva legislación.

En Massachusetts, el Proyecto del Senado 881 [Senate Bill 881], propuesto por la senadora Pat Jehlen, con cuatro ponentes, es la nueva presentación de un proyecto que fue aprobado el año pasado en el Comité de Salud Mental y Abuso Químico. Ello especifica una pena civil por la tenencia de treinta gramos o menos de marihuana de $250.

El esfuerzo de Massachusetts se funda en años de trabajo del Drug Policy Forum of Massachusetts y de la filial de la NORML Bay State, MassCann. Los dos grupos han presentado cuestiones electorales instándoles a sus representantes a dar su apoyo a varias medidas de reforma de la legislación sobre la marihuana delante de más de 400.000 electores del Bay State y lograron cada uno de ellos. Falta ver si el apoyo popular a la reforma puede ser traducido en una nueva ley de despenalización.

En Nuevo Hampshire, un nuevo grupo de base, la Coalition for Common Sense Marijuana Policy, está pidiendo apoyo para el HB 92, que estaba listo para una audiencia el miércoles en el Comité de Justicia Penal y Seguridad Pública.

“A pesar de la amenaza de penas duras, muchos ciudadanos responsables y productivos de Nuevo Hampshire siguen usando marihuana. Con tanto que estos individuos no hagan daño a los demás, creemos que es imprudente e injusto seguir persiguiéndolos como enemigos del estado”, declaró el grupo.

Con la esperanza de que el lema “Viva Libre o Muera” del Granite State repercuta en sus pares, los diputados Chuck Weed (D-Keene), Paul Ingbretson (R-Haverill) y Steve Vailancourt (R-Manchester) propusieron el proyecto. Pero, pese a que los demócratas asumieran ambas cámaras en las elecciones de noviembre, las chances de la medida son inciertas. Ella sufrirá la oposición de los mismos de siempre en la ley y en la procuraduría general. El destino de un proyecto de marihuana medicinal de 2001, que fue derrotado abrumadoramente, también da señales de problemas en potencial.

Pero, a pesar de un hiato de décadas desde la gloria de la despenalización de los años Carter, los legisladores en por lo menos dos estados tendrán la oportunidad de renovar un movimiento reformador hace mucho durmiente.

Marihuana Medicinal: Grupo del Estado de Washington Es Allanado

Los agentes de represión a las drogas del estado de Washington allanaron la sede de CannaCare, un grupo de defensa y apoyo a la marihuana medicinal de Everett el miércoles. Los agentes del Equipo de Represión a los Narcóticos de West Sound financiados por la Unión confiscaron lo que ellos dijeron que eran más de mil plantas de marihuana y también computadoras que contenían los prontuarios y demás informaciones personales sobre cerca de 200 personas autorizadas a usar la hierba según la ley estadual. Todavía nadie ha sido arrestado o acusado de un crimen.

Es el segundo allanamiento en una semana en direcciones relacionadas a CannaCare. La semana pasada, los agentes allanaron la casa de John Worthington en Renton, socio del director de CannaCare, Steve Sarich, un destacado defensor de la marihuana medicinal de Washington que, de acuerdo con el Seattle Times, provocó a la policía al “anunciar que CannaCare proveerá plantas de marihuana a los pacientes”.

En la redada de Renton, la policía confiscó seis plantas de marihuana y Worthington se quejó. “Me persiguieron porque soy un activista y he sido aterrorizado para parar de cultivar”, le dijo Worthington al Post-Intelligencer. “No puedo aceptar que mis hijos sean vistos como si fueran criminales. Fue repugnante. No soy Al Capone – soy un padre de familia”.

Sarich tampoco se arrepiente. “Ya que a ellos no les gusta la marihuana medicinal, éste es un ataque contra la gente que la apoya”, le dijo Sarich al periódico de Seattle mientras insistía que no era narcotraficante. De acuerdo con Sarich, sólo algunos gramos de marihuana fueron encontrados en la redada y la mayoría de las plantas confiscadas eran clones desenraizados y gérmenes. Los poco más de $1.000 en efectivo que la policía confiscó eran para pagar su cuenta de servicios, afirmó.

Pero, la red de pacientes en torno de CannaCare y los observadores locales de la privacidad están preocupados que los prontuarios de los pacientes caigan en manos de la policía. “¿Quién sabe lo que están haciendo con nuestra información?” dijo Steve Newman, que tiene esclerosis múltiple y ha estado usando marihuana, obtenida a través de CannaCare, durante dos años. “Me deja preocupado – muy, muy preocupado. Estamos desamparados. Nadie puede decir mucho sobre ello”, le dijo él al Post-Intelligencer.

“CannaCare tiene muchos prontuarios relacionados con los pacientes a los cuales proveían los esquejes”, dijo Alison Chin Holcomb, director del Proyecto de Concienciación Sobre la Marihuana de la ACLU Washington. “No nos sentimos muy bien con la ley teniendo el poder de difundir información a partir de los prontuarios de las personas”, le dijo ella a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas.

El grupo puede tomar providencias para restringir el acceso de la policía a aquellos prontuarios, dijo Holcomb. “Estamos investigando qué fundamentos legales podríamos tener para solicitar que un juez emita una orden protectiva, o quizá aun una orden que lacre esos registros”, dijo. “Queremos minimizar la exposición de los pacientes”.

Pero si CannaCare y Sarich estuvieran proveyendo marihuana a más de un paciente, puede haber una dura batalla legal en el futuro, dijo Holcomb. “Según la ley de Washington, un proveedor designado puede proveer sólo a un paciente. Si resulta que él está proveyendo a grandes números de personas, eso puede ser un verdadero problema para él”.

Marihuana Medicinal: Proyectos Presentados en Michigan, Carolina del Sur, Massachusetts, Vermont y Pronto en Nuevo México

Con legislaturas estaduales empezando a trabajar alrededor del país este mes, la cuestión de la marihuana medicinal está apareciendo en la asamblea. Hasta ahora, los proyectos para permitir el consumo medicinal de la hierba han sido introducidos en Michigan y Carolina del Sur, con uno planeado en Nuevo México. Mientras tanto, en Vermont, que aprobó la marihuana medicinal en 2004, se ha presentado un proyecto que expandiría la gama de enfermedades para las cuales ella puede ser usada.

Actualmente, la marihuana medicinal es legal en 10 estados, empezando con una iniciativa en California en 1996. Desde entonces, más siete estados (Alaska, Colorado, Montana, Nevada, Oregón, Maine y Washington) han aprobado la marihuana medicinal a través del proceso de iniciativas, en tanto que en tres estados (Hawai, Rhode Island y Vermont) ella fue aprobada por la legislatura. Los electores de Arizona también aprobaron la marihuana medicinal en las encuestas, pero allí la ley es efectivamente letra muerta porque se necesita un médico para prescribirla, lo que la DEA no quiere permitir. Otros estados aprendieron con la experiencia de Arizona y requieren sólo la recomendación de un médico, sorteando así el obstáculo de la DEA. En Maryland, el consumo medicinal de marihuana puede ser ofrecido como infracción afirmativa caso un paciente sea arrestado.

Falta ver si este año presenciará adiciones a la lista de estados con marihuana medicinal, por supuesto, pero algunos legisladores han empezado aprisa. En Michigan, donde la marihuana medicinal obtuvo su primera audiencia legislativa en noviembre, el diputado Lamar Lemmons Jr. está preparado para presentar el HB 4038, que es esencialmente el mismo proyecto que el del año pasado. De acuerdo con la página web de la legislatura de Michigan, será formalmente presentado el lunes.

En Carolina del Sur, el senador estadual William Mescher (R-Pinopolis) presentó la semana pasada un proyecto, el S 220, que permitiría a los pacientes que sufren de cualesquiera dolencias del listado y a sus proveedores tener hasta seis plantas y treinta gramos de marihuana. Los pacientes tendrían que registrarse junto al estado, que emitiría carnés de identificación.

Mescher le dijo al Florence Morning News que su esposa había muerto de cáncer pulmonar hace 24 años y que los médicos en la época le contaron que la marihuana podría aliviar algunos de sus síntomas, pero que ella podía volverse dependiente. “Se preocupaban que ella se volviera adicta”, dijo. “Aquí esta mujer tenía quizá dos ó tres meses de vida – y sentía dolores extremos. Era indiferente si se volviera adicta”.

Ahora, un amigo en circunstancias similares lo compilió a actuar, dijo. “Para mí, no es diferente de la morfina o de cualquier otro analgésico que un médico puede prescribir. Algunos médicos dicen que no ayuda. Pero si la gente cree que la está ayudando, pues la está ayudando”.

Mescher tiene una reputación como cruzado determinado en Carolina del Sur. Él luchó durante una década para legalizar el tatuaje en el estado para que pudiera ser reglamentado. “Me fueron necesarios 10 años para regular el tatuaje en Carolina del Sur”, dijo Mescher. “Tengo la tenacidad de un buldog”.

En Nuevo México, la Drug Policy Alliance Network anunció esta semana que nuevamente hace presión por la Ley Lynn y Erin de Uso Compasivo [Lynn and Erin Compassionate Use Act] (la versión del año pasado está aquí). Durante los dos últimos años, la medida ha pasado por todas las vallas legislativas, pero no ha tenido una votación en la Cámara ante todo por razones que no tienen nada que ver con la cuestión.

La ley requiere que un paciente reciba una recomendación a favor de la marihuana medicinal de su proveedor o proveedora medicinal, después de que el paciente deberá enviar una solicitud a la Secretaría de Sanidad de Nuevo México para aprobación. Entonces, la secretaría emitirá un carné de identificación que les permita al paciente y a un proveedor principal tener marihuana medicinal. Una instalación autorizada por la Secretaría de Sanidad será responsable por producir, distribuir y dispensar el cannabis medicinal a los pacientes.

En Massachusetts, el Drug Policy Forum of Massachusetts informa que el diputado Frank Smizik ha presentado nuevamente un proyecto de marihuana medicinal, con la versión de este año recibiendo el número H 2507. (La versión del año pasado está acá). Moldeado en la ley adoptada al costado en Rhode Island, el proyecto les daría protección a los pacientes que tuvieran una recomendación escrita de sus médicos.

Mientras tanto en Vermont, que aprobó un proyecto de marihuana medicinal en 2005, el senador Richard Sears (D-Bennington), presidente del Comité Judiciario, ha presentado un proyecto que expandiría la ley para incluir más enfermedades y dolencias y permitirles a los pacientes cultivar más marihuana para consumo propio. Según la ley actual, sólo el cáncer, el VIH/SIDA y la esclerosis múltiple cumplían los requisitos, pero según el S 007 propuesto de Sears, esa lista se expandiría para incluir cualquier “enfermedad o dolencia amenazadora, progresiva y debilitante o su tratamiento que produzca síntomas intensos, persistentes e intratables como la: caquexia o síndrome debilitante; dolores intensos, fuertes náuseas; o ataques”.

El proyecto de ley aumenta el número de plantas que los pacientes o proveedores pueden tener de una planta madura para seis y de dos plantas verdes para 18. La cantidad de marihuana usable que pueden tener sería aumentada de treinta para 120 gramos.

El Comité Judiciario del Senado de Vermont realizó una audiencia el 11 de enero. Max Schlueter, director del Centro de Informaciones sobre la Criminalidad de Vermont, le dijo al comité que había 29 personas registradas en el programa. Pacientes como Steve Perry y Mark Tucci ayudaron a explicarle por qué y por qué la ley precisaba ser cambiada.

Perry padece de osteopatía degenerativa y a él le gustaría consumir marihuana para aliviar sus síntomas, pero actualmente no está en lista de enfermedades aprobadas. “Porque la ley no me permite usar u obtener legalmente la marihuana, tengo que exponerme al riesgo de ser arrestado e ir a la cárcel toda vez que necesito aliviar los dolores”, dijo Perry.

Mark Tucci tiene esclerosis múltiple, una del trío de dolencias aprobado actualmente, pero él dijo que la ley actual no le permite producirla suficientemente para suplir sus necesidades y lo fuerza a recurrir al mercado negro. “Me estoy cansando de salir para intentar encontrar la cosa”, dijo Tucci.

La temporada legislativa en los estados aún es joven, pero la marihuana medicinal salió a toda prisa en un puñado de estados.

Imposición de la Ley: Comarca de Florida Pagará por Maltratar a Hombres en Redada Errante de Drogas Grabada en Cinta de Vídeo

La Comarca de Pinellas de Florida ha estado de acuerdo en pagar $100.000 a dos hombres arrestados y golpeados por la auxiliares de la división de narcóticos del gabinete del sherif. Afortunadamente para los hombres, Desmond Small, 26, y Christopher Lobban, 20, el incidente fue grabado en cinta de vídeo por una cámara en una alquiladora de autos en que sucedió la mala redada.

El incidente de 17 agosto ocurrió cuando los auxiliares que seguían un vehículo que creían que estaba llevando drogas lo perdieron de vista. Minutos después, otro par de policías ubicaron lo que ellos creyeron ser el mismo vehículo y lo siguieron al autoalquiler. Cuando los ocupantes del vehículo salieron y entraron a la tienda de alquiler de autos, los auxiliares entraron con armas empuñadas y forzaron a Small y Lobban a tirarse al piso. Un auxiliar puso su pie en la nuca de Small y empujó varias veces su rostro en el piso. Small sufrió abrasiones en el rostro y un corte en la boca que necesitaron puntos. Los empleados de la tienda de alquiler dijeron que la carpeta sobre la cual estaba echado quedó tan empapada de sangre que tuvieron que botarla. El vídeo también mostró dos oficiales intercambiando saludos por su gran redada y uno de ellos aparentemente pisoteando la pierna de Small mientras estaba esposado sobre la carpeta.

Pese a que los empleados de la tienda de alquiler de autos atestaron el arresto dijeron que Small y Lobban no resistieron, los auxiliares acusaron a Small de no cooperar. “Yo no creo que estuvieran resistiendo aparte de estar medio aturdidos”, le dijo el empleado Brad Bess al St. Petersburg Times.

“Quedé como, ‘¿Qué diablos está pasando?’” dijo Small en una entrevista con los investigadores lanzada el miércoles. “Yo le dije, ‘Señor, no hice nada’”.

La indemnización de $100.000 a los dos hombres fue aprobada por la Fiscal de la Comarca, Susan Churuti. Ella dijo que, dados los resultados de la investigación del gabinete del sherif, el par podía haber procesado a la comarca por violaciones de derechos civiles, arresto equívoco e daños personales.

Los dos auxiliares de represión a narcóticos, cuyo estatus como agentes encubiertos aparentemente los protege contra la revelación de sus identidades, están cumpliendo ahora suspensiones no remuneradas de 12 días y están suspendidos del lugar de trabajo por un año.

Pero por lo menos un comisionado no cree que eso sea suficiente. “Si yo fuera sherif, creo que mandaría un mensaje más enérgico de que este tipo de conducta es inaceptable”, dijo el Comisionado Kenny Welch. “No estoy seguro si quiero ver a esos dos oficiales en particular trabajando en la represión a los estupefacientes en la Comarca del Sur. Planeo plantear esa cuestión junto al sherif”.

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Ha sido una semana relativamente tranquila. Hay una policía del Garden State cuya opción de enamorados no fue muy sabia y el par obligatorio de agentes penales corruptos. Vamos a ello:

En Newark, Nueva Yérsey, un ex policía de Newark fue sentenciado a siete años de prisión el viernes pasado por vender cocaína y ayudar a sus enamorados narcotraficantes a evadirse de la policía. Brandy Johnson, 30, una veterana de cinco años que fue despedida después que fue arrestada en julio de 2004, admitió haber vendido 11 gramos de cocaína por $400 a su enamorado y haberle mentido a la policía sobre el paradero de su enamorado después que fue arrestada. El enamorado fue encontrado escondiéndose en su ático al mes siguiente. Johnson se confesó culpable de distribución de cocaína e improbidad oficial el septiembre pasado.

En Hernando, Mississippi, un agente penal de la Comarca de DeSoto fue despedido el domingo después que una investigación de la Agencia de Narcóticos de Mississippi de las ventas de drogas en la cárcel. El guardia John Thomas, 29, había trabajado en el turno de la noche en la cárcel desde septiembre. Los funcionarios municipales dijeron que los resultados de la investigación serían entregados a la DEA y que Thomas sería arrestado una vez que sea incriminado.

En Chicago, un agente penal de la Comarca de Cook fue arrestado el 8 de enero después que las autoridades lo vieron comprando dos kilogramos de cocaína de un informante. El valor de la cocaína fue estimado en $25.000. El guardia Frederick Burton había estado bajo vigilancia durante varios meses antes de ser arrestado, de acuerdo con la Procuraduría Estadual de la Comarca de Cook. Burton está en la cárcel con fianza estipulada en $750.000 y con su juicio programado para 31 de enero.

In Memoriam: Un Tributo a Aaron David Wilson, 1971-2006

La reforma de las políticas de drogas ha perdido a un amigo y colega de largo tiempo. Aaron Wilson, miembro de la Directoria de DRCNet de 1997-1998, falleció inesperadamente de paro cardíaco mientras dormía el 21 de diciembre del año pasado, en su hogar en South Hadley, Massachusetts.

https://stopthedrugwar.org/files/aaronwilson.jpg
Aaron Wilson (cortesía de RememberingAaron.org)
Pese a que el trabajo profesional durante los últimos años fuera en el activismo por la salud y la seguridad en el trabajo, sólo su trabajo de oposición a la guerra a las drogas formaría un currículo impresionante. De 1995-2000 él fue director de personal y director adjunto de la Partnership for Responsible Drug Information en Nueva York, donde, entre otros trabajos, encabezó una serie de foros públicos, de autoría de un importante directorio de expertos en políticas de drogas para los medios, ayudó a establecer la organización Voluntary Committee Lawyers y lidió él mismo con los medios. Con Tom Leighton y Vinnie Kane (un bombero que perdió su vida el 11 de septiembre), Aaron cofundó el Marijuana Reform Party de Nueva York, una organización que logró enorme publicidad y puso dos veces a Leighton en las elecciones al gobierno. En la Universidad de Columbia, en la que obtuvo dos diplomas de Maestría, Aaron cofundó la sucursal de la NORML Universidad de Columbia con Wayne Jebian y se organizó junto al Senado de la Facultad para ocasionar un escrutinio muy necesario de parte de la universidad de los estándares académicos de la afiliada de Joe Califano, el Center on Addiction and Substance Abuse (CASA).

Aaron era una figura destacada en el desarrollo inicial del movimiento estudiantil por la reforma de las políticas de drogas, trabajo por el cual nutría apego. Durante sus años de graduando en la Universidad de Massachusetts-Amherst, él cofundó, con los amigos íntimos Brian Julin y Kai Price, la U-Mass Cannabis Reform Coalition (UMACRC), actualmente el grupo de reforma de las políticas de drogas más antiguo a funcionar continuamente en el campus. Durante los primeros días de DRCNet, me acuerdo de leer sobre el trabajo enérgico de la UMACRC, incluso una acción en la que los miembros trajeron tarros amarillos de orín a una feria de empleos, donde los entregaron en el stand de las empresas que hacen uso de exámenes toxicológicos. Aaron me dijo que el grupo alcanzó una membresía de varias centenas de personas durante su época allí. Después, un encuentro personal me hizo percibir que los logros de la UMACRC eran enormes de hecho, cuando conocí a mi cuñado la primera vez que estuvo en la facultad durante los mismos años que Aaron y le dije qué tipo de trabajo hacía. Mi cuñado me dijo que él comprendía la legalización porque había ido a la U-Mass y la cuestión era notoria en el campus. Después, Aaron trabajó como Coordinador Nacional de Campus de la NORML y en 1999 él concibió y organizó una importante conferencia de organización estudiantil para la reforma de las políticas de drogas.

Estos son algunos hechos sobre la obra de Aaron, pero hechos de ese tipo no hacen justicia a contar de veras la historia de una persona o lo que ella significó para aquellos en su entorno. Una de las cosas más destacadas de Aaron era cómo en su corta vida logró recorrer mundos e ideas tan distintos. Aaron era un radical con una gorra Rasta y era respetado por médicos y abogados. Él era un antiautoritario brusco, que podría darte un sermón sobre la importancia del trabajo duro y de los valores tradicionales. En una época en que el movimiento de reforma de las políticas de drogas era más cauteloso que antes o desde entonces con todo lo que pudiera ser tomado como “pro droga”, Aaron era un defensor del “poder de la marihuana”. Creo que él comprendió el humor que estos contrastes tenían a veces. Hablando de trabajo duro, nunca entendí cómo mantenía un empleo de jornada completa, la facultad y múltiples proyectos activistas y esperaba tener éxito en todos, pero vi los resultados.

Aaron y yo perdimos contacto hace mucho tiempo, y lamento los años perdidos. Ocasionalmente he sabido de sus acciones durante estos años y desde su fallecimiento he leído más sobre ellas. Él era el Director Ejecutivo del Western Massachusetts Committee for Occupational Safety and Health en Springfield, donde él entrenaba a miembros del sindicato a mejorar las condiciones de salud y seguridad y ayudaba las familias de los empleados muertos de Chapman Valve, Inc. a recibir la indemnización por exposición al uranio. Él ayudó a montar la Alliance for a Healthy Tomorrow, una colaboración entre grupos laborales y ambientalistas que promueven alternativas más seguras al uso de químicos tóxicos. Él era miembro de la Reunión de los Habitantes de Amherst y de la Directoria de la Hampshire County United Way, era Presidente de la Directoria del Drug Policy Forum of Massachusetts y delegado del ahora Gobernador Deval Patrick. Su trabajo en el campo del trabajo le consiguió mucho reconocimiento merecido, incluso el Galardón Micah de Activista Comunitario de Springfield del Año y el Galardón Héroe No Reconocido, y otros.

A mí me gustaría de haber estado allí para celebrar algunos de aquellos momentos con él. Pero, para mí las antiguas recordaciones tendrán que bastar – viajes a Charlotte y Atlanta para conferencias locales de reducción de daños, la participación en una gran conferencia en Nueva Orleáns juntos, el gozo de la música y de la TV a cable en Washington Heights, riéndonos siempre que encontrábamos a una de las personas que habíamos conocido apenas a través de la Internet. Algunas de mis mejores amistades y la mayor parte de mis valiosas relaciones profesionales yo debo a presentaciones que Aaron hizo, y por eso siempre le seré agradecido.

Los amigos de Aaron han organizado un funeral, que va a ocurrir a la 01:00 de la tarde el domingo, 28 de enero en Amherst – ellos han alquilado un auditorio grande en el campus y esperan llenar el lugar. Visite http://RememberingAaron.org para más informaciones, para leer más sobre él, para compartir sus recordaciones o para donar a un fondo de becas establecido en su memoria.

- David Borden

Reportaje: Nuevo Estudio Destroza Políticas y Financiación “Duras con las Drogas” de Canadá

Pese a adoptar formalmente la reducción de daños como parte de una estrategia nacional antidroga en 2003, el gobierno canadiense sigue gastando la vasta mayoría de sus fondos antidrogas en medidas legales no comprobadas y probablemente contraproducentes, de acuerdo con un estudio publicado el lunes. El informe fue lanzado al mismo día en que la encuesta del Vancouver Sun, la cual descubrió que dos tercios de los canadienses apoyan tratar el consumo de drogas como cuestión de salud pública. Juntos, el estudio y la encuesta son una crítica acerba para el gobierno conservador del primer ministro Steven Harper, que ha prometido una nueva estrategia nacional antidroga con un fuerte énfasis en la represión legal.

Producido por el BC Center for Excellence in AIDS, que ha sido financiado parcialmente por el gobierno provincial de Columbia Británica, "Canada's 2003 renewed drug strategy -- an evidence-based review” [La estrategia antidroga renovada de 2003 de Canadá – un examen basado en pruebas], ofrece una crítica devastadora de lo que sus autores llaman de “americanización” de las políticas de drogas canadienses. El estudio advierte que la dependencia continua de dichas políticas sería un “desastre”.

https://stopthedrugwar.org/files/canada-parliament.jpg
Parlamento Canadiense, Ottawa (cortesía de la Biblioteca del Parlamento)
El estudio descubrió que de $368 millones que el gobierno federal canadiense gastó en programas antidrogas en 2004-05, unos $271 millones, o 73%, fueron invertidos en medidas de represión legal como investigaciones de la Real Policía Montada Canadiense, el control de las fronteras y los procesos federales de los delitos de drogas. Otros $51 millones (14%) fueron destinados a los programas de tratamiento y $26 millones (7%) fueron gastados en “coordinación y pesquisa”, en tanto que los programas de prevención y reducción de daños estuvieron a régimen de hambre con $10 millones (2,6%) cada uno.

Canadá tiene poco que mostrar por todo ese dinero gastado en la imposición de la ley antidroga, sugirió el estudio. El informe mostró que la Estrategia Antidroga de Canadá no ha logrado estancar los grupos de canadienses que prueban drogas ilícitas. En 1994, 28,5% de los canadienses informaron haber consumido drogas ilícitas durante sus vidas; por vuelta de 2004, ese dato había saltado a 45%.

La proporción de gastos antidrogas federales dedicados a las actividades de represión legal ha disminuido de los 95% en 2001 después que el ex gobierno liberal empezó a enfatizar la reducción de daños y la prevención en vista de las críticas del auditor general federal y otros críticos. Pero, para los autores del estudio lanzado el lunes, la parte del presupuesto dedicada a la imposición de la ley sigue inaceptablemente alta.

“Aunque la meta declarada de la Estrategia Antidroga de Canadá sea reducir el daño, las pruebas obtenidas a través de este análisis indican que el énfasis abrumador sigue estando en los abordajes convencionales basados en la represión, los cuales son costosos y a menudo exacerban, en vez de reducir, los daños”, concluyó el informe.

“Los gastos federales actuales en iniciativas científicamente comprobadas que objetivan el VIH/SIDA y otras enfermedades graves son insignificantes cuando comparados a los fondos dedicados a la represión legal”, dijo el Dr. Julio Montaner, director del BC Center for Excellence in HIV/AIDS y uno de los principales autores del informe. “Sin embargo, aunque las intervenciones de la reducción de daños sustentadas a través de la estrategia antidroga estén siendo puestas a un padrón extraordinario de prueba, aquéllas que reciben la proporción más grande de la financiación siguen siendo subevaluadas o ya han probado ser ineficaces”.

Ese comentario fue un ataque directo hecho contra la reluctancia del gobierno Harper a reautorizar el Insite, la instalación de Vancouver que es el único local de inyección segura de Norteamérica para usuarios de drogas duras. El 01 de septiembre, cuando el ministro de Sanidad, Tony Clement, le dio a la instalación sólo un año de reautorización (había solicitado tres), él cuestionó públicamente las pesquisas que muestran que el local es eficaz, que salva vidas y que no aumenta los índices de consumo de drogas o de criminalidad en el barrio. Se necesitaban más pesquisas, dijo Clement.

Al mismo día, la Asociación de la Policía Canadiense, que representa a oficiales de alto rango y grado, condenó públicamente las medidas de reducción de daños. El vicepresidente de la Asociación, Tom Stamatakis, le dijo a los medios en la época que la reducción de daños estaba absorbiendo demasiado dinero de la ley. “Este enfoque de reducción de daños ha llevado a niveles sin precedentes de criminalidad en nuestra ciudad”, dijo, pidiendo una nueva estrategia nacional antidroga que se concentre en el tratamiento, la prevención y la represión.

Pero, eso es precisamente lo que no se necesita, descubrió el estudio del BC Center. “La propuesta americanización de la estrategia antidroga hacia afianzar un abordaje severo que confíe en la represión legal será un desastre”, dijo el Dr. Thomas Kerr, coautor del estudio. “Es como si el gobierno federal estuviera dispuesto a ignorar una montaña de ciencia para llevar a cabo una agenda ideológica”.

“Creo estupendo que este estudio haya sido lanzado”, dijo Donald McPherson, coordinador de políticas de drogas de la ciudad de Vancouver. “Ello muestra claramente que aunque haya existido algún movimiento desde 2001, todavía no hay una estrategia antidroga muy equilibrada. La encuesta de esta semana muestra que el público lo comprende, que la gente entiende que esto es ante todo una cuestión de salud”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Espero que la gente en el gobierno federal examine las pruebas y perciba por fin que los abordajes comprobados son preferibles a los abordajes del tipo ideológicamente contrario a las drogas. El hecho que el público lo comprenda les ayudará a los políticos a comprenderlo”.

El estudio también conquistó los aplausos de la parlamentaria del Este de Vancouver del Nuevo Partido Demócrata (NDP), Libby Davies, que en un mensaje a eNDProhibition, la ala antiprohibicionista del partido, dijo que concordaba que “el gobierno conservador debe parar de fiarse en un abordaje represivo para tratar de problemas asociados con el consumo de drogas ilegales en Canadá. Mis colegas del NDP y yo hemos apoyado un abordaje de reducción de daños, concienciación y prevención al consumo de drogas ilegales durante mucho tiempo en Canadá”, añadió.

“Los prohibicionistas nunca han sido convocados a justificar la prohibición y este informe está diciendo que no pueden justificar estas políticas”, dijo Eugene Oscapella de la Canadian Foundation for Drug Policy. “Esto es dicho por una organización creíble y ello ayudará a influenciar a la opinión pública”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Ello repercutirá junto a los canadienses en general, pero dudo mucho que haga que los conservadores cambien el rumbo de las cosas. Esta gente está bien dispuesta a ignorar los hechos en la búsqueda de sus metas ideológicas”.

Aunque la encuesta del Vancouver Sun del lunes mostrara que sólo un tercio de los canadienses son a favor de abordajes legales severos, observó Oscapella, ese un tercio es la base del Partido Conservador. “Los conservadores estarán de acuerdo con sus bases en esto, pero hasta el punto en que este informe conciencie el público, puede causar impacto en las márgenes”.

La Crónica de la Guerra Contra las Drogas contactó al Ministerio de Justicia canadiense en busca de comentarios, pero sus funcionarios nos encaminaron al Ministerio de Sanidad de Canadá, que no ha contestado las preguntas.

Reportaje: DEA toma medida drástica contra los dispensarios de marihuana medicinal angelinos

Los agentes de la Administración de Represión a las Drogas (DEA) de los EE.UU. allanaron 11 dispensarios de marihuana medicinal de la Comarca de Los Ángeles el miércoles, incluso cinco en la ciudad de West Hollywood, en donde los oficiales simpatizantes han estado trabajando con los comerciantes para regular responsablemente sus negocios. Las redadas marcan el alejamiento de las acciones recientes de la DEA en el estado, que en su mayoría este año han objetivado dispensarios en áreas en que los funcionarios municipales no apoyan o aun son hostiles a la marihuana medicinal.

Los agentes de la DEA vestidos con la indumentaria de la SWAT confiscaron varios miles de gramos de marihuana procesada, bolsas de dinero, armas y cientos de plantas de marihuana. Los agentes detuvieron a 20 personas, pero hasta el momento ninguna ha sido acusada de nada. Fue la redada más grande de la DEA en la comarca en los últimos tiempos.

Ayer, los allanadores de la DEA fueron recibidos por docenas de manifestantes que gritaban “Que Se Vaya la DEA” [DEA Go Away] y “Derechos de los Estados” [States’ Rights] a lo largo del Bulevar Santa Mónica, donde cuatro de los dispensarios allanados están ubicados en un trecho de cinco cuadras. El jueves por la mañana, cerca de 100 personas se reunieron en el ayuntamiento de West Hollywood para protestar contra la agresión a la ley de marihuana medicinal del estado.

https://stopthedrugwar.org/files/dea-la-photo1.jpg
foto publicitaria post-redada de la DEA
Los votantes de California aprobaron el uso de marihuana medicinal en una iniciativa de 1996, pero el gobierno federal nunca ha aceptado esa ley. Las redadas del miércoles fueron solamente la última reyerta en una batalla en curso que ha presenciado el allanamiento de docenas de dispensarios este año. Diferentemente de las redadas en lugares como Modesto, la Comarca de Riverside y San Diego, donde los oficiales tercos de la ley municipal trabajaron en equipo con los federales, el Gabinete del Sherif de la Comarca de Los Ángeles no participó, excepto para proporcionar el control de la muchedumbre por expresiones anticipadas de descontento público y ni siquiera fue informado de los allanamientos hasta poco tiempo después que sucedieron.

“Es ultrajante que tengamos una situación en la que los electores se hayan pronunciado, la legislatura se haya pronunciado, los tribunales la hayan afirmado, los funcionarios municipales la estén reglamentando y entonces viene la DEA y dice ‘bien lo sabíamos’”, dijo William Dolphin, director de comunicación del grupo de defensa de la marihuana medicinal, Americans for Safe Access, que ayudó a organizar las protestas del miércoles y del jueves. “No es así que una democracia debe funcionar y esto es un problema terrible para los pacientes. Ellos dicen que no están objetivando a los pacientes, pero están haciendo todo lo posible para vedar su acceso a su medicamento y están leyendo del manual de los terroristas al atingir, simultáneamente, a un montón de lugares para crear un clima de miedo penetrante”.

Los activistas a favor de la marihuana medicinal no eran las únicas personas molestas por los allanamientos. El consejo municipal de West Hollywood, que apoya la ley de marihuana medicinal del estado, había presentado una ordenanza que establece normas permanentes para los dispensarios justo la noche anterior. Por lo tanto, no fue ninguna sorpresa que los regidores reaccionaran con irritación.

“El estado de California votó en la permisión de la marihuana para fines medicinales”, dijo la concejal de West Hollywood, Abbe Land. “La Ciudad de West Hollywood, en conjunto con otras ciudades de todo el estado, ha establecido reglas para gobernar la dispensa de marihuana medicinal, para que las personas cuyas vidas dependen de esta droga puedan recibir la garantía de acceso seguro a su medicamento. La DEA debería pasar su tiempo persiguiendo los dispensarios que no están funcionando de acuerdo con las ordenanzas municipales y también a los médicos inescrupulosos que prescriben recetas ilegítimas”, prosiguió.

“Las acciones de hoy demuestran de nuevo las prioridades torcidas del gobierno Bush y de la Administración de Represión a las Drogas de los EE.UU.”, dijo el concejal de West Hollywood, Jeffrey Prang. “Proporcionar el acceso seguro a la marihuana medicinal a aquellos que conviven con enfermedades graves y frecuentemente dolorosas como el VIH/SIDA, el cáncer y demás dolencias terminales es algo que esta ciudad apoya. Hemos trabajado estrechamente con nuestra comunidad para asegurar que estos establecimientos funcionen con seguridad y obedezcan el espíritu de la Proposición 215 adoptada por los electores de California”.

A la DEA le daba igual. Para la agencia, la marihuana es ilegal, punto. Para los federales, las redadas no trataban de impedir que las personas consigan sus medicamentos, sino de la criminalidad, o por lo menos eso dicen. “Los operativos represivos de hoy muestran que estos establecimientos no pasan de organizaciones del narcotráfico que traen actividades criminales a nuestros barrios y drogas a nuestros hijos y escuelas”, alardeó el Agente Especial en Funciones de la DEA, Ralph Partridge, mientras la agencia exhibía el dinero, los caramelos y el cannabis confiscados.

“Acá estamos para imponer las leyes sobre las drogas”, dijo la vocera de la DEA Los Ángeles, la Agente Especial Sarah Pullen, a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas el jueves. “Eran centros de distribución de marihuana y el cultivo, tenencia y distribución de marihuana en cualquier forma es un crimen según la ley federal. Por supuesto, hay un problema de drogas aquí y hay muchos tipos distintos de drogas. Estamos procesando tipos muy diferentes de casos y estas redadas son sólo uno de ellos. Estamos haciendo todo lo posible para imponer la ley”.

“Seguramente hay que preguntarse si estos hombres no tienen algo mejor que hacer”, dijo Bruce Mirken, director de comunicación del Marijuana Policy Project. “Ellos allanaron diversos lugares en West Hollywood, una ciudad que está trabajando durísimo para reglamentar sus dispensarios para asegurar que funcionen adecuadamente. La DEA no puede argumentar razonablemente que estos dispensarios estaban fuera de control; ellos persiguieron uno de los dispensarios más cuidadosamente regulados en el estado”, le dijo él a la Crónica.

“Éste es más un ejemplo de prioridades del gobierno fuera de quicio sin ningún respeto por el federalismo y los derechos de los estados, mucho menos la decencia humana”, dijo Mirken. “Sólo se puede esperar que esto dé nuevo ímpetu a los esfuerzos en el Congreso para refrenarlos”, dijo, refiriéndose a lo que era conocido en los años anteriores como la enmienda Hinchey-Rohrabacher, que impediría el uso de fondos federales para redadas contra los pacientes y proveedores de marihuana medicinal en estados en que ella es legal.

“Éste es el único lado positivo de esto”, dijo Dolphin del ASA. “El presidente Pelosi es un franco defensor del acceso a la marihuana medicinal para los pacientes y tenemos un gran número de nuevos demócratas en la Cámara, junto con algunos republicanos como Rohrabacher. Con este nuevo Congreso, estamos mucho más cerca de aprobar algo como la Hinchey-Rohrabacher. Definitivamente, vamos a presenciar mucho más presión para que la DEA proporcione alguna prestación de cuentas”.

Cuando indagado si la agencia podría estar alistándose para perder la financiación para las redadas contra los pacientes y proveedores de marihuana medicinal en estados en que ella es legal, Pullen de la DEA hizo deferencia a Washington. “Ésa pregunta debe ser hecha a la directora”, dijo ella. “Acá estamos para imponer la ley”. Una llamada de la Crónica al gabinete de la directora de la DEA, Karen Tandy, hasta ahora no ha sido contestada.

Con el Ministerio de Justicia y la DEA envalentonándose desde la decisión de la Corte Suprema del año pasado en el caso Raich, quizá la única manera de dar un fin a las redadas sea adoptar una táctica cada vez más hablada en discusiones sobre terminar la guerra en Irak: Cortar los fondos.

Los defensores se manifestarán contra la redada de la DEA el lunes, 22 de enero, al mediodía, en la 255 East Temple Street en Los Ángeles y una reunión de planeamiento ocurrirá un sábado antes. Visite http://www.ASAaction.org para más informaciones o para bajar una copia maestra del volante del evento. Visite http://www.safeaccessnow.org/article.php?id=3747 para informaciones sobre los eventos de apoyo que sucederán en todo el país.

In Memoriam: A Tribute to Aaron David Wilson, 1971-2006

Posted in:

Drug policy reform has lost a long-time friend and colleague. Aaron Wilson, a member of DRCNet's Board of Directors from 1997-1998, passed away unexpectedly of heart failure in his sleep on December 21 of last year, in his home in South Hadley, Massachusetts.

https://stopthedrugwar.org/files/aaronwilson.jpg
Aaron Wilson (courtesy RememberingAaron.org)
Though Aaron's professional work the last several years was in labor health and safety activism, his work opposing the drug war would make up an impressive resume on its own. From 1995-2000 he was staff and then associate director of the Partnership for Responsible Drug Information in New York, where among other works he spearheaded a series of public forums, authored a major experts directory on drug policy for media, helped to set up the Voluntary Committee Lawyers organization and dealt with media himself. With Tom Leighton and Vinnie Kane (a firefighter who later lost his life on 9/11), Aaron co-founded the Marijuana Reform Party of New York, an organization that garnered extensive publicity and twice placed Leighton on the gubernatorial ballot. At Columbia University, where he earned two masters degrees, Aaron co-founded the Columbia University NORML chapter with Wayne Jebian and organized with the Faculty Senate to bring about a much-needed scrutinizing by the university of academic standards at Joe Califano's affiliated Center on Addiction and Substance Abuse (CASA).

Aaron was a major figure in the early development of the student drug policy reform movement, work that was close to his heart. During his undergraduate years at the University of Massachusetts-Amherst, he co-founded, with close friends Brian Julin and Kai Price, the U-Mass Cannabis Reform Coalition (UMACRC), now the oldest continuously running campus drug policy reform group. I remember during DRCNet's early days reading about UMACRC's energetic work, including an action in which members brought small, yellow-colored jars of liquid to a job fair, where they delivered them to the booths of companies that do employee drug testing. Aaron told me the group reached a membership of several hundred people during his time there. A personal encounter verified for me later that UMACRC's achievements were indeed more than hype, when I met a cousin for the first time who went to college during the same years as Aaron and I told him what kind of work I do. My cousin told me that he understood legalization because he had gone to U-Mass and the issue had a high profile on the campus. Later, Aaron served as the National Campus Coordinator for NORML, and in 1999 he conceived and organized an important early student drug policy organizing conference.

Those are a few facts about Aaron's work, but facts of that sort alone fall short of really telling a person's story or what he meant to those around him. One of the most striking things about Aaron was how in his short life he managed to straddle such different worlds and ideas. Aaron was a radical with a Rasta cap, who was respected by doctors and lawyers. He was a gruff anti-authoritarian, who might lecture you on the importance of hard work and traditional morals. At a time when the drug policy reform movement was more cautious than before or since about anything that could be taken as "pro-drug," Aaron was an advocate for "pot power." I think he understood the humor these contrasts sometimes had. Speaking of hard work, I never understood how he would juggle a full-time job, school and multiple activist projects, and expect to come through on all of them, but I saw the results.

Aaron and I lost touch a long time ago, and I regret the lost years. I have occasionally heard, and since his passing read more about, his deeds over the years. He was Executive Director of the Western Massachusetts Committee for Occupational Safety and Health in Springfield, where he trained union members in improving health and safety conditions and helped families of deceased Chapman Valve, Inc. employees get compensation for uranium ore exposure. He helped put together the Alliance for a Healthy Tomorrow, a collaboration between labor and environmental groups promoting safer alternatives to toxic chemical use. He was a member of the Amherst Town Meeting and the Hampshire County United Way Board of Directors, was Board Chairman of the Drug Policy Forum of Massachusetts, and was a delegate for now-Gov. Deval Patrick. His work in labor earned him much-deserved recognition, including the Micah Award for Springfield Community Activist of the Year and the Unsung Hero Award, and others.

I would like to have been there to celebrate some of those moments with him. But for me the old memories will have to be enough -- drives to Charlotte and Atlanta for local harm reduction conferences, attending the big New Orleans conference together, enjoying music and cable TV in Washington Heights, laughing whenever we'd meet one of the people we had only before known through the Internet. Some of my best friendships and most valuable professional relationships are owed to introductions Aaron made, and for that I will always be grateful.

Friends of Aaron have organized a memorial service, taking place at 1:00pm on Sunday, January 28 in Amherst -- they've rented a large auditorium on the campus, and are expecting to need the space. Visit http://RememberingAaron.org for information, to read more about him or share your own memories, or to donate to a scholarship fund established in his memory.

- David Borden

Weekly: This Week in History

Posted in:

January 23, 1912: In the Hague, twelve nations sign a treaty restricting opium and coca production.

January 21, 1943: The New York Times reports that swing-band leader Gene Krupa pleaded innocent to a charge that he contributed to the delinquency of a minor by asking 17-year-old John Pateakos to fetch marijuana cigarettes from his hotel room for him.

January 25, 1990: President George Bush proposes to add an additional $1.2 billion to the budget for the war on drugs, including a 50% increase in military spending.

January 22, 1992: The California Research Advisory Panel concludes that drug prohibition has a more harmful effect on society and the individual than illegal drugs.

January 24, 1992: A Washington Post editorial comments, "...performance testing appears to be more effective than the standard urinalysis now used in the industry both after accidents and on a random basis." It also mentions that 97 percent of railroad accidents are caused by fatigue, illness, stress and other factors not associated with drug or alcohol use, and states, "On an annual basis, the test is less expensive than periodic urinalysis, and it’s far less intrusive."

January 25, 1993: Based on a tip that drugs were on the premises, police smash down the door and rush into the home of Manuel Ramirez, a retired golf course groundskeeper living in Stockton, California. Ramirez awakes, grabs a pistol and shoots and kills one policeman before other officers kill him. No drugs are found.

January 25, 1994: The Violent Crime Control and Law Enforcement Act extends ONDCP's mission to assessing budgets and resources related to the National Drug Control Strategy. It also establishes specific reporting requirements in the areas of drug use, availability, consequences, and treatment.

January 25, 1995: The Marijuana Policy Project (MPP) is incorporated as a nonprofit organization in the District of Columbia by Robert Kampia and Chuck Thomas. MPP’s mission is to provide the marijuana law-reform movement with full-time, organized lobbying on the federal level.

January 23, 1996: President Clinton nominates General Barry McCaffrey to become the nation's fourth drug czar.

January 20, 1997: The Lymphoma Foundation calls for rescheduling of marijuana as a medicine and the reopening of the Investigational New Drug compassionate access program.

January 19, 1999: Twenty heavily armed officers from the Placer County sheriff's department in northern California raid the home of Steve and Michele Kubby.

January 20, 2000: John Warnecke, former friend and colleague of Al Gore at The Tennessean, contradicts Gore's characterization of his past marijuana use as minimal.

January 21, 2003: Ed Rosenthal's federal trial for marijuana cultivation begins. Rosenthal was growing medically with authorization from the city of Oakland, California, but his legal team is barred by Judge Charles Breyer from informing the jury of this. Rosenthal is ultimately convicted but sentenced to one day.

January 21, 2003: A Sydney Morning Herald (Australia) article discusses a Commonwealth Government report that found tobacco and alcohol accounts for 83 percent of the cost of drug abuse in Australia, dwarfing the financial impact of illegal drugs.

January 21, 2003: MAPS and California NORML sign a contract for a $25,000 protocol study to evaluate the contents of the vapor stream from the Volcano Vaporizer.

January 24, 2005: The US Supreme Court, in a 6-2 decision, rules that police do not violate the Fourth Amendment when they use drug-detecting dogs to locate illegal drugs in the trunks of cars during a legal traffic stop.

Medical Marijuana: Washington State Group Raided

Washington state drug enforcement agents raided the headquarters of CannaCare, an Everett-based medical marijuana advocacy and support group Wednesday. Agents with the federally-funded West Sound Narcotics Enforcement Team seized what they said was more than a thousand marijuana plants, as well as computers containing medical records and other personal information on about 200 people authorized to use the herb under state law. No one has yet been arrested or charged with a crime.

It is the second raid in a week at addresses linked to CannaCare. Last week, agents raided the Renton home of John Worthington, an associate of CannaCare head Steve Sarich, a prominent Washington medical marijuana advocate who, according to the Seattle Times, provoked police by "aannouncing that CannaCare will provide pot plants to patients."

In the Renton raid, police seized six marijuana plants, and Worthington screamed foul. "They went after me because I'm an activist, and I've been terrorized out of growing," Worthington told the Post-Intelligencer. "I can't have my kids frisked like they're criminals. That was disgusting. I'm not Al Capone -- I'm a dad."

Sarich, too, remains unrepentant. "Since they don't like medical marijuana, this is an attack on the people that support it," Sarich told the Seattle paper while insisting he is no drug dealer. According to Sarich, only a few ounces of marijuana were found in the raid, and most of the seized plants were unrooted clones and starter plants. The slightly more than $1,000 cash police seized was to pay his utility bill, he claimed.

But the network of patients around CannaCare and local privacy watchdogs are concerned about patient records falling into the hands of police. "Who knows what they're doing with our information?" said Steve Newman, who has multiple sclerosis and has been using marijuana, obtained through CannaCare, for two years. "It makes me concerned -- really, really concerned. But we're pretty helpless. Nobody can say much about it," he told the Post-Intelligencer.

"CannaCare had a lot of records related to patients they were providing cuttings for," said Alison Chin Holcomb, director of the Washington ACLU's Marijuana Education Project. "We are not real comfortable with law enforcement having the ability to disseminate information from people's medical records," she told Drug War Chronicle.

The group may move to restrict police access to those records, Holcomb said. "We're investigating what legal grounds we might have for requesting that a judge issue a protective order, or maybe even an order sealing those records," she said. "We want to minimize patient exposure."

But if CannaCare and Sarich were providing marijuana to more than one patient, there could be a tough legal battle ahead of them, Holcomb said. "Under Washington law, a designated caregiver can provide for only one patient. If it turns out he is providing to large numbers of people, that could be a real problem for him."

Law Enforcement: This Week's Corrupt Cops Stories

A relatively slow week this week. We've got a Garden State cop whose choice of boyfriends wasn't too wise, and the requisite pair of crooked jail guards. Let's get to it:

In Newark, New Jersey, a former Newark police officer was sentenced to seven years in prison last Friday for selling cocaine and helping her drug-dealing boyfriend elude police. Brandy Johnson, 30, a five-year veteran who was fired after she was arrested in July 2004, admitted that she sold 11 grams of cocaine for $400 dollars for her boyfriend and lied to police about the boyfriend's whereabouts after she was arrested. The boyfriend was found hiding in her attic the following month. Johnson pleaded guilty to cocaine distribution and official misconduct last September.

In Hernando, Mississippi, a a DeSoto County jail guard was fired Sunday after a Mississippi Bureau of Narcotics investigation into drug sales at the jail. Guard John Thomas, 29, had worked the night shift at the jail since September. Local officials said the results of the investigation would be turned over to the DEA, and that Thomas would be arrested once he is indicted.

In Chicago, a Cook County jail guard was arrested January 8 after authorities saw him buying two kilograms of cocaine from an informant. The value of the coke was set at $25,000. Guard Frederick Burton had been under surveillance for several months before being arrested, according to the Cook County State's Attorney's Office. Burton is in jail with bail set at $750,000 and a trial date set for January 31.

Feature: DEA Makes Major Move Against Los Angeles Medical Marijuana Dispensaries

Agents of the US Drug Enforcement Administration (DEA) raided 11 Los Angeles County medical marijuana dispensaries Wednesday, including five in the city of West Hollywood, where supportive officials have been working with store owners to responsibly regulate their operations. The raids mark a departure from recent DEA actions in the state, which for the most part this year have targeted dispensaries in areas where local officials are unsupportive of or even hostile to medical marijuana.

DEA agents dressed in SWAT-style attire seized several thousand pounds of processed marijuana, bagsful of cash, guns, and hundreds of marijuana plants. Agents detained 20 people, but none have so far been charged with any crime. It was the largest DEA swoop in the county in recent memory.

The DEA raiders were greeted yesterday by dozens of protestors chanting "DEA Go Away" and "States' Rights" along Santa Monica Boulevard, where four of the raided dispensaries sit in a five-block stretch. Thursday morning, about 100 people gathered at West Hollywood city hall to protest the assault on the state's medical marijuana law.

https://stopthedrugwar.org/files/dea-la-photo1.jpg
DEA post-raid publicity photo
California voters approved the use of medical marijuana in a 1996 initiative, but the federal government has never accepted that law. Wednesday's raids were only the latest skirmish in an ongoing battle that has seen dozens dispensaries raided this year. Unlike raids in places like Modesto, Riverside County, and San Diego, where recalcitrant local law enforcement worked hand in glove with the feds, the Los Angeles County Sheriff's Department did not participate, except to provide crowd control for anticipated expressions of public displeasure, and was not even informed of the raids until shortly before they took place.

"It's outrageous that we have a situation where the voters have spoken, the legislature has spoken, the courts have affirmed it, local officials are regulating it, and then the DEA comes in and says 'we know better,'" said William Dolphin, communications director for the medical marijuana defense group Americans for Safe Access, which helped organize the Wednesday and Thursday protests. "This is not how a democracy is supposed to work, and it is a terrible problem for patients. They say they aren't targeting patients, but they're doing everything they can to shut off their access to their medicine, and they're taking a page from the terrorists' handbook by simultaneously hitting a bunch of places to create an atmosphere of pervasive fear."

Medical marijuana activists were not the only people upset by the raids. The West Hollywood city council, which supports the state's medical marijuana law, had only the night before introduced an ordinance establishing permanent regulations for the dispensaries. It was thus little surprise that council members reacted testily.

"The state of California voted to allow marijuana for medical purposes," said West Hollywood city council member Abbe Land. "The City of West Hollywood along with other cities across the state have established regulations to govern the dispensing of medical marijuana, so that people whose lives depend on this drug can be assured of safe access to their medicine. The DEA should spend their time going after dispensaries that are not operating in accordance with local ordinances, as well as unscrupulous doctors who write illegitimate prescriptions," she continued.

"Today's actions again demonstrate the skewed priorities of the Bush administration and the U.S. Drug Enforcement Administration," said West Hollywood City Council Member Jeffrey Prang. "Providing safe access to medical marijuana for those living with serious and often painful illnesses such as HIV/AIDS, cancer and other terminal diseases is something this city supports. We have worked closely with our community to insure these establishments operate safely and comply with the spirit of Proposition 215 adopted by the voters of California."

The DEA couldn't care less. For the agency, marijuana is illegal, period. For the feds, the raids are not about stopping people from getting their medicine, but about crime, or at least so they say. "Today's enforcement operations show that these establishments are nothing more than drug trafficking organizations bringing criminal activities to our neighborhoods and drugs near our children and schools," crowed DEA Acting Special Agent in Charge Ralph Partridge, as the agency displayed seized cash, candy bars, and cannabis.

"We're here to enforce the drug laws," DEA Los Angeles spokeswoman Special Agent Sarah Pullen told Drug War Chronicle Thursday. "Those were marijuana distribution centers, and the cultivation, possession, and distribution of marijuana in any form is a crime under federal law. Obviously there is a drug problem out here and there are many different types of drugs. We're working many different kinds of cases, and these raids are just one of them. We're doing our best to enforce the law."

"You certainly have to wonder if these guys don't have anything better to do," said Bruce Mirken, communications director for the Marijuana Policy Project. "They raided several places in West Hollywood, a city which is working very hard to regulate its dispensaries to ensure that they're operating properly. The DEA cannot reasonably argue that these were runaway dispensaries; they went after some of the most carefully regulated dispensaries in the state," he told the Chronicle.

"This is yet one more example of the federal government's priorities being out of whack with any respect for federalism and state's rights, let alone human decency," Mirken said. "One can only hope this will give new impetus to efforts in Congress to rein them in," he said, referring to what was known in previous years as the Hinchey-Rohrabacher amendment, which would bar the use of federal funds for raids on medical marijuana patients and providers in states where it is legal.

"That's the only good side to this," said ASA's Dolphin. "Speaker Pelosi is an outspoken defender of medical marijuana access for patients, and we have a large number of new Democrats in the House, along with some Republicans like Rohrabacher. With this new Congress, we're much closer to passing something like Hinchey-Rohrabacher. And we will definitely see much more pressure for the DEA to provide some accountability."

When asked whether the agency might be setting itself up to lose funding for raids against medical marijuana patients and providers in states where it is legal, the DEA's Pullen deferred to Washington. "That's a question for the director," she said. "We're just here to enforce the law." A Chronicle call to DEA director Karen Tandy's office has so far gone unreturned.

With the Justice Department and the DEA feeling emboldened since last year's Supreme Court decision in Raich, it may be that the only way to bring an end to the raids is to adopt a tactic increasingly bruited about in discussions of ending the war in Iraq: Cut off the funds.

Advocates will demonstrate against the DEA raid on Monday, January 22, noon, at 255 East Temple Street in Los Angeles, and a planning meeting will take place the preceding Saturday. Visit http://www.ASAaction.org for further information or to download a master copy of the event flyer. Visit http://www.safeaccessnow.org/article.php?id=3747 for info on supporting events happening nationwide.

Announcement: New Format for the Reformer's Calendar

https://stopthedrugwar.org/files/appointmentbook.jpg
With the launch of our new web site, The Reformer's Calendar no longer appears as part of the Drug War Chronicle newsletter but is instead maintained as a section of our new web site:

The Reformer's Calendar publishes events large and small of interest to drug policy reformers around the world. Whether it's a major international conference, a demonstration bringing together people from around the region or a forum at the local college, we want to know so we can let others know, too.

But we need your help to keep the calendar current, so please make sure to contact us and don't assume that we already know about the event or that we'll hear about it from someone else, because that doesn't always happen.

We look forward to apprising you of more new features of our new web site as they become available.

Announcement: DRCNet RSS Feeds Now Available

Posted in:

RSS feeds are the wave of the future -- and DRCNet now offers them! The latest Drug War Chronicle issue is now available using RSS at http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed online.

We have many other RSS feeds available as well, following about a hundred different drug policy subtopics that we began tracking since the relaunch of our web site this summer -- indexing not only Drug War Chronicle articles but also Speakeasy blog posts, event listings, outside news links and more -- and for our daily blog postings and the different subtracks of them. Visit our Site Map page to peruse the full set.

Thank you for tuning in to DRCNet and drug policy reform!

Announcement: DRCNet Content Syndication Feeds Now Available for YOUR Web Site!

Posted in:

Are you a fan of DRCNet, and do you have a web site you'd like to use to spread the word more forcefully than a single link to our site can achieve? We are pleased to announce that DRCNet content syndication feeds are now available. Whether your readers' interest is in-depth reporting as in Drug War Chronicle, the ongoing commentary in our blogs, or info on specific drug war subtopics, we are now able to provide customizable code for you to paste into appropriate spots on your blog or web site to run automatically updating links to DRCNet educational content.

For example, if you're a big fan of Drug War Chronicle and you think your readers would benefit from it, you can have the latest issue's headlines, or a portion of them, automatically show up and refresh when each new issue comes out.

If your site is devoted to marijuana policy, you can run our topical archive, featuring links to every item we post to our site about marijuana -- Chronicle articles, blog posts, event listings, outside news links, more. The same for harm reduction, asset forfeiture, drug trade violence, needle exchange programs, Canada, ballot initiatives, roughly a hundred different topics we are now tracking on an ongoing basis. (Visit the Chronicle main page, right-hand column, to see the complete current list.)

If you're especially into our new Speakeasy blog section, new content coming out every day dealing with all the issues, you can run links to those posts or to subsections of the Speakeasy.

Click here to view a sample of what is available -- please note that the length, the look and other details of how it will appear on your site can be customized to match your needs and preferences.

Please also note that we will be happy to make additional permutations of our content available to you upon request (though we cannot promise immediate fulfillment of such requests as the timing will in many cases depend on the availability of our web site designer). Visit our Site Map page to see what is currently available -- any RSS feed made available there is also available as a javascript feed for your web site (along with the Chronicle feed which is not showing up yet but which you can find on the feeds page linked above). Feel free to try out our automatic feed generator, online here.

Contact us for assistance or to let us know what you are running and where. And thank you in advance for your support.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, 2016 Drug War Killings, 2017 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, Vaping, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Pill Testing, Safer Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Kratom, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psilocybin / Magic Mushrooms, Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School