Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

HEA: Senado Discente da UC Berkeley Aprova Projeto para Dar Bolsas a Estudantes com Solicitações de Auxílio Negadas por Causa de Condenações por Delitos de Drogas

O senado discente da Universidade da Califórnia em Berkeley não vai esperar que o Congresso ache tempo para revogar a disposição antidrogas da Lei de Ensino Superior [Higher Education Act]. Segundo esse dispositivo, os estudantes que são condenados por delitos de drogas perdem o acesso ao auxílio financeiro federal durante períodos específicos de tempo. Embora a medida tenha sido emendada pelo seu autor, o Dep. Mark Souder (R-IN), para contar somente as infrações cometidas enquanto o estudante cursava a faculdade e recebia o auxílio financeiro, espera-se muito que o novo Congresso democrata a revogue em sua totalidade.

Na quarta-feira à noite, o senado discente da UC Berkeley aprovou uma medida que concederá becas de $400 a estudantes que não podem receber auxílio financeiro por causa da disposição antidrogas. O projeto de bolsas Tirando Impedimentos ao Ensino dos Estudantes [Removing Impediments to Students' Education] da ASUC foi aprovado sem objeção e pode entrar em vigor neste semestre. Para receber as bolsas, os estudantes devem ter uma média de 2,5 e comprometer-se a cumprir 20 horas de serviço comunitário.

O governo discente de Berkeley se une a uma série que tomou tal "ação direta" para reduzir as conseqüências da disposição antidrogas. Em 2000, o ano em que vigorou pela primeira vez a disposição antidroga, os estudantes na Faculdade Hampshire votaram em um referendo organizado por uma das primeiras sucursais do Students for Sensible Drug Policy para compensarem a perda do auxílio financeiro por causa de condenações por delitos de drogas com o fundo de atividades estudantis. A administração da Universidade de Yale adotou uma política similar em 2002 depois de ser pressionada pelos estudantes ativistas. A Faculdade Swarthmore seguiu o exemplo pouco tempo depois. Também desde 2002, o Fundo John W. Perry, patrocinado pela DRCNet (que publica este boletim informativo), tem proporcionado bolsas a estudantes que perderam o auxílio em razão de condenações por delitos de drogas em todo o país.

Os estudantes que buscam a bolsa de Berkeley devem escrever uma declaração pessoal que será avaliada por um comitê de seleção que consiste em quatro senadores discentes e o vice-presidente de assuntos estudantis da universidade. Os beneficiários da bolsa devem prometer a devolução do auxílio ao programa de bolsas quando tiverem as possibilidades financeiras. O projeto também ordena que o senado discente escreva uma carta ao chanceler da universidade, o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, e ao presidente Bush, instando-os a revogarem a disposição antidrogas da HEA.

A medida foi apresentada pelo senador discente David Wasserman. De acordo com o jornal estudantil The Daily Californian, Wasserman argumentou com sucesso que o dispositivo antidrogas da HEA é contraproducente. "É uma maneira ruim de travar a guerra contra as drogas. Não está certo que o governo federal ache os meios para privar os estudantes com uma condenação por delito de drogas do ensino", disse Wasserman.

Até os republicanos do campus concordavam. "O ensino é o meio para o sucesso, é o meio para um futuro, é o meio para uma meta na vida. De fato, negar isso não é justo", disse a senadora republicana da Faculdade de Berkeley, Victoria Mitchell.

"Houve a preocupação (entre alguns senadores) que o projeto pudesse encorajar o consumo de drogas", disse o senador Taylor Allbright. "Mas incentiva o ensino. Incentiva as pessoas que podem ter tido dificuldades para escolherem um futuro melhor mediante o ensino".

A UC Berkeley esteve durante muito tempo na vanguarda da mudança progressista e, com esta medida, o senado discente ajuda a manter essa reputação intacta. "A UC Berkeley é um farol na comunidade do ensino", disse Mitchell. "Os legisladores prestam atenção ao que acontece. Estamos encabeçando um movimento".

Imposição da Lei: Agressão com Bomba de Impacto Moral da Equipe da SWAT Fere Suspeito de Delito de Drogas

Em mais outro exemplo de policiamento à SWAT exagerado e relacionado à guerra às drogas, a equipe da SWAT de Gary, Indiana, atirou uma bomba de impacto moral na casa de um suspeito de delito de drogas, deixando-o hospitalizado com queimaduras graves. Era apenas a mesma história de sempre, de acordo com o comandante da unidade da SWAT.

Os detetives da Unidade de Repressão a Narcóticos-Vício do departamento tinham obtido um mandado de busca para a casa de Darrell Newburn após fazerem uma série de compras de drogas ali. A polícia cercou a casa e um membro da equipe da SWAT, liderada pelo Comandante Anthony Stanley, atirou uma bomba de impacto moral na casa. Os aparelhos são designados para explodirem com um estouro alto e um estalido de luz clara, distraindo os alvos da polícia.

Newburn foi atingido nas costas e recebeu uma queimadura de cerca de 30 centímetros de diâmetro. Ele está hospitalizado sob custódia da polícia em um hospital local.

"Não tenho certeza do jeito que aconteceu", disse o Sargento John Jelks, comandante da unidade antidrogas um dia depois. "É uma prática normal que eles atirem o aparelho de distração primeiro".

A polícia recuperou um contrabando relativamente pequeno: $400 em espécie, trinta gramas de maconha e pouco mais de 15 gramas de crack, junto com uma pistola.

"Sabíamos que estava ali e que estava armado", disse Jelks.

Ao invés de investigar se o uso de equipes da SWAT e os disparos de bombas de impacto moral são um comportamento adequado para a polícia em pequenos reides antidrogas, o jornal municipal se limitou a fazer comentários espertos sobre o nome do homem ferido. "Com uma ajudinha da equipe da SWAT da polícia de Gary, Darrell Newburn obteve um nome muito apropriado na segunda-feira", foi assim que a repórter do Post-Tribune, Lori Caldwell, começou o artigo dela sobre o incidente.

Maconha Medicinal: Projeto de Vermont que Expandirá o Consumo Terapêutico de Cannabis Avança

Um projeto que expandiria consideravelmente o programa de maconha medicinal de dois anos do Vermont passou pelo seu primeiro obstáculo legislativo na sexta-feira passada quando os membros do Comitê Judiciário do Senado do estado votaram 4 a 1 para fazê-lo avançar. Agora, o projeto, o S. 7, foi referido ao Comitê de Saúde e Bem-Estar do Senado.

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primavera para os pacientes em Vermont?
Segundo a lei atual do Vermont, o acesso legal à maconha medicinal está limitado às pessoas que sofrem de câncer, HIV/AIDS e esclerose múltipla. O novo projeto expandiria essa lista para incluir qualquer "doença ou enfermidade ameaçadora, progressiva e debilitante ou o seu tratamento que produza sintomas intensos, persistentes e intratáveis como: caquexia ou síndrome debilitante; dores intensas; náusea intensa; ou ataques".

Mas, os membros do comitê seguiram os temores dos oficiais da lei, que depuseram no início deste mês que ampliar a lei pode levar a mais delitos de drogas ou mais pacientes sendo objetivados por roubo. Do jeito que foi apresentado, o projeto teria aumentado o número de plantas que os pacientes ou fornecedores podem cultivar de uma para seis plantas maduras e de duas para 18 plantas verdes. A quantidade de maconha usável que podem portar legalmente teria aumentado de trinta para 120 gramas. Após ponderar as preocupações da lei, o comitê se comprometeu. Segundo o texto aprovado pelo comitê, os pacientes teriam permissão para portarem até quatro plantas maduras e 10 verdes. A quantidade de maconha usável que podem portar será de sessenta gramas.

O projeto também permitirá aos pacientes usar recomendações de médicos de fora do estado. A lei atual restringe os pacientes a médicos do estado. Por fim, o projeto cortaria as taxas de inscrição pela metade, de $100 para $50.

"Não vamos legalizar a maconha", disse o senador John Campbell (D-Windsor), um dos defensores do projeto. "É preciso ver isto a partir de uma perspectiva compassiva", explicou. "Alguém que padece de tais enfermidades devastadoras como as que tratamos nisto, elas deveriam poder consumir uma substância que aliviará os seus sintomas".

O Marijuana Policy Project está trabalhando nos corredores de Montpelier. O lobista do MPP, Adam Necrason, disse ao Vermont Press Bureau que mesmo com as modificações, o projeto era um passo na direção certa. "Este projeto marca um passo importantíssimo para frente no programa de maconha medicinal de Vermont", disse. "Embora não seja perfeito, o S. 7 vai estender a proteção a muitos pacientes que sofrem terrivelmente, mas que não têm proteção segunda a nossa lei atual. A assembléia e o governador deveriam aprovar esta medida sem demora".

Law Enforcement: This Week's Corrupt Cops Stories

Here's a new twist for you: This week, we have a prison guard charged with smuggling drugs OUT of a prison. Of course, there are several more charged with smuggling drugs in, as well as a teenage military policeman gone bad, a retirement age former cop gone bad, and yet another Nashville officer found guilty of drug corruption. Let's get to it:

In White Plains, New York, a Yonkers Police Department jail guard was arrested January 25 for helping an inmate smuggle drugs out of the Alexander Street Jail. Patricia Streams-Correa, 39, is charged with sale and possession of drugs and promoting prison contraband in the first degree. When a new prisoner was brought to the jail for possessing eight bags of heroin, she allegedly had another 36 bags hidden on her. A friend brought a change of clothes to the jail, and Streams-Correa is accused of helping hide the 36 bags of smack in the prisoner's dirty clothing and letting the friend take the clothes and heroin from the jail. Streams-Correa was popped after the department's Narcotics Unit and Internal Affairs Division "developed information" about the incident. The heroin was recovered. Streams-Correa now faces nine years in prison.

In Phoenix, a Maricopa County Sheriff's Office detention officer is accused of smuggling drugs to two prisoners with whom she had a personal relationship. Officer Michele Samaniego, 27, faces charges of promoting prison contraband and possession of dangerous drugs and drug paraphernalia after Sheriff's officers found her with suspected marijuana, methamphetamine, and a needle and syringe. Detectives also searched Samaniego's home and arrested her roommate on related drug conspiracy charges.

In Darlington, South Carolina, a state Department of Corrections employee was arrested Saturday on drugs, contraband, and misconduct charges. Adrian Concepcion, 20, allegedly told an undercover agent he would bring marijuana to an inmate at the Lee Correctional Institution, where he worked. He is now being held at a different jail.

In Stateline, Nevada, a 17-year-old military police officer was arrested in a casino parking lot January 25 on charges he sold cocaine. Nevada National Guardsman Elliot Paul Liebowitz had his military uniform in his car at the time of his arrest. The Douglas County Sheriff Street Enforcement Team says Liebowitz sold at least 83 grams of cocaine during its month-long investigation of him. Authorities say they will seek to try him as an adult, and if convicted, he could face 25 years to life in prison. Meanwhile, he has been booked into a juvenile detention facility.

In Wilmington, North Carolina, a former Long Beach (now Oak Island) police officer was arrested last Friday on drug sales charges after police executed a search warrant at his home. William Sisk Sr., 71, is charged with possession with intent to manufacture, sell and deliver cocaine and other controlled substances as well as maintaining a dwelling to keep a controlled substance. He was raided after a year-long investigation, and police found crack cocaine, 109 hydrocodone tablets, 57 alprazolam tablets, 28 diazepam tablets, a .410-gauge shotgun and $6,277 in cash, as well as drug paraphernalia. Sisk, who retired in 1996, is a former candidate for sheriff and registrar of deeds in Brunswick County. He was out on bail as of last Saturday and denied any wrongdoing.

In Nashville, a Nashville Metropolitan Police officer who failed to report a fellow officer's involvement in a cocaine heist was found guilty in federal court January 29. Officer Charles Williams III, a 16-year veteran of the force, was convicted of misprision of a felony for conspiring with fellow officer Ernest Cecil and Cecil's nephew Corey to arrest a man carrying three kilograms of cocaine and allow Corey Cecil to get away with the stash. Officer Cecil is currently awaiting trial on drug trafficking and false arrest charges. Williams, who resigned from the force Wednesday, faces up to three years in prison.

Canadá: Prefeito de Vancouver Pede Testes em Grande Escala de Manutenção com Metanfetamina e Cocaína

De acordo com uma href="http://www.city.vancouver.bc.ca/ctyclerk/councillors/mayor/announcements/2007/012207.htm" target=_blank_>nota à imprensa da segunda-feira, o prefeito de Vancouver, Sam Sullivan, quer que o governo federal canadense conceda à cidade uma isenção das leis sobre as drogas do país para que possa ir atrás de um plano para proporcionar doses mantenedoras de drogas estimulantes a usuários inveterados de cocaína e metanfetamina. A idéia, comumente conhecida como terapia de substituição, é similar àquela de proporcionar doses mantenedoras de outros opiáceos aos dependentes da heroína.

Embora os investigadores liderados por John Grabowski na Universidade do Texas em Houston tenham obtido sucesso com testes de substituição de metanfetamina em pequena escala, os testes propostos de Vancouver seriam os maiores até o momento. O prefeito Sullivan está pronto para se arriscar.

“Prescrever medicações legalmente disponíveis proporciona às pessoas uma chance de recuperarem a estabilidade nas suas vidas e, em último caso, um caminho para a abstinência”, disse. “Reconhecendo que a dependência química é uma das causas subjacentes dos crimes contra o patrimônio e a desordem pública, acho que esta nova abordagem também ajudará a reduzir o dano à comunidade”.

Isso acontece como parte de um pacote geral de iniciativas que visam a eliminar a falta de moradia, a mendicância e o tráfico de drogas antes das Olimpíadas de Inverno de 2010. Conhecido como Projeto Cidade Civil [Project Civil City], a iniciativa estabelece metas de uma redução de 50% nas três áreas até então.

Imposição da Lei: As Estórias de Policiais Corruptos Desta Semana

Guardas de prisões e cadeias são corrompidos! Desaparecem as provas! Agentes são presos! Mais uma semana na frente dos policiais corruptos. Vamos ao que interessa:

Em Laurel, Mississippi, três ex-membros da Força-Tarefa Antidrogas do Sudeste do Mississippi foram sentenciados depois de se confessarem culpados em um escândalo de corrupção relacionada às drogas. O comandante da força-tarefa, Roger Williams, e os agentes Randall Parker e Chris Smith se confessaram culpados em agosto de uma variedade de crimes que incluem a formação de quadrilha para prender falsa e maliciosamente uma pessoa, agressão simples, obstrução da justiça e desvio de verbas. Essas acusações surgiram de uma investigação de 2006 que levou à retirada de acusações de delitos de drogas em pelo menos 34 casos. Williams pegou 15 meses, Smith pegou 12 meses e Parker foi condenado à prisão domiciliar porque foi o primeiro a tomar a iniciativa e cooperar com as autoridades.

Em Schenectady, Nova Iorque, 85 pedras de crack desapareceram do armazém de provas da polícia. A polícia acha que o crack foi levado e não rotulado equivocadamente. As pedras desaparecidas vieram a lume depois que um juiz estadual dispensou as acusações criminais contra um homem de Schenectady quando o crack não pôde ser apresentado para o seu julgamento. Agora, a polícia está tentando determinar se as drogas foram roubadas ou jogadas fora por engano. Enquanto fazem isso, estão averiguando se alguma coisa mais está faltando. A investigação pode durar uma semana ou mais,disse a polícia.

Em Bartlesville, Oklahoma, uma investigação está em curso para conhecer o paradeiro de drogas que desapareceram do armazém de provas da polícia. O analgésico opiáceo hidrocodona e metanfetamina confiscados em uma apreensão de junho de 2006 em Bartlesville resultaram estar desaparecidos em janeiro, quando os promotores se preparavam para processar o caso (embora os oficiais da polícia dissessem que contaram aos oficiais sobre o desaparecimento das drogas em setembro). Os promotores chamaram a Agência Estadual de Investigação de Oklahoma para averiguar, mas a agência diz que a investigação pode durar meses. A polícia também está levando a cabo uma investigação. A Ordem Fraternal da Polícia de Bartlesville disse valentemente em uma declaração na semana passada que acolhia as investigações com agrado.

Em Texarkana, Texas, um guarda no Centro Correcional da Comarca de Bowie foi preso no Domingo após ser pego tentando contrabandear maconha, tabaco e cigarros para dentro da cadeia. James Porter, 18, era um empregado de quatro meses da Civigenics, uma empresa privada que administra a cadeia. O supervisor dele o viu agindo de maneira nervosa quando entrou na cadeia, o revistou e encontrou o contrabando enrolado em três bolos. Ele enfrenta acusações estaduais de trazer substâncias proibidas a uma instalação correcional. Ele também foi despedido.

Em DeKalb, Geórgia, um agente penitenciário do gabinete do xerife da comarca foi preso no dia 19 de janeiro por passar drogas e tabaco às escondidas na cadeia para um preso. Raymond Green é acusado de violação de juramento da parte de um servidor público e de tráfico de drogas ao levar contrabando a uma instalação correcional. Ele pode pegar uma pena de cinco anos de prisão. Ele foi detido e despedido depois de uma investigação de três semanas do Gabinete de Padrões Profissionais do Gabinete do Xerife.

Em Miami, uma oficial correcional de Miami-Dade foi presa por acusações de suborno por aceitar presentes de um traficante acusado e deixar que escapasse. Shynita Townsend, 43, é acusada de aceitar brincos de diamante, videogames e mais de $5.000 em espécie de um traficante acusado que deveria estar usando uma pulseira de vigilância eletrônica. Conseqüentemente, dizem os federais, o traficante conseguiu continuar traficando, e, por fim, conseguiu fugir. Ele continua foragido. Townsend pode pegar até 10 anos de prisão federal.

Em Clovis, Novo México, um ex-agente penitenciário da Comarca de Curry foi condenado no dia 18 de janeiro por contrabandear drogas para dentro da cadeia. Damian Pardue, 30, se meteu em encrenca depois que um interno disse aos detetives da Polícia de Clovis que Pardue estava entregando drogas aos internos. As drogas eram deixadas em uma sacola enrugada perto do veículo de Pardue e Pardue as recolhia, as levava à cadeia e as entregava aos internos. Pardue foi condenado por formação de quadrilha para cometer narcotráfico por distribuição e por levar contrabando à cadeia. Ele será condenado em março, quando poderá pegar até 18 meses do outro lado das grades.

Em Cape Coral, Flórida, uma guarda na Instituição Correcional de Charlotte foi presa no dia 19 de janeiro por supostamente tentar vender sessenta gramas de maconha a um auxiliar do xerife disfarçado. Sabrina Rose Brownlee, 24, e sua colega de quarto marcaram de se encontrar com o agente do Gabinete do Xerife da Comarca de Lee no BA Hustler’s Bar e lhe venderam 58 gramas de erva no estacionamento por $245. As duas foram presas pouco tempo depois. Brownlee é acusada de porte de quantidade superior a 20 gramas de maconha e de vender maconha a menos de 300 metros de uma escola. Ela depositou uma fiança de $13.000 na sexta-feira passada de manhã.

Em Des Moines, Iowa, um ex-guarda de uma prisão estadual foi sentenciado na semana passada a quase seis anos em prisão federal por preparar e vender metanfetamina. Milton Ringgenberg, 50, se confessou culpado das acusações de preparar cinco gramas ou mais de metanfetamina e de formação de quadrilha para fabricar e distribuir cinco gramas ou mais de metanfetamina em outubro. Ele admitiu que a sua mulher Brenda e ele prepararam e venderam metanfetamina na área da Comarca de Webster. Brenda foi sentenciada antes a cinco anos de prisão. Não há indícios de que os Ringgenberg vendessem a anfetamina deles dentro da prisão em Fort Dodge, onde ele estivera empregado.

Matéria: Grupo de Reforma das Políticas de Drogas Se Unirá ao Estado do Novo México em Programa de Conscientização e Prevenção à Metanfetamina Financiado pela União

Pela primeira para as organizações de reforma das políticas de drogas, o escritório do Novo México da Drug Policy Alliance (DPA) foi designado para criar um programa estadual de conscientização e prevenção à metanfetamina voltado para os estudantes do ensino médio, graças a uma subvenção de $500.000 obtida pelo senador dos EUA, Jeff Bingaman (D-NM), como parte de um projeto de alocações do ministério da Justiça. A subvenção é o resultado de anos de parceria estreita entre a DPA e os funcionários estaduais e municipais do Novo México que remonta à administração do ex-governador Gary Johnson (R), uma voz importante a favor da reforma da legislação sobre as drogas.

Fundando-se em laços com o governo estadual desenvolvidos durante os anos Johnson, a DPA Novo México, atualmente dirigida por Reena Szczepanski, uma ex-funcionária da secretaria da Saúde do estado, foi nomeada co-presidente da força-tarefa estadual antimetanfetamina em 2005, junto com o então secretário antidrogas Herman Silva. (Silva deixou o cargo nesta semana; o substituto dele ainda não foi nomeado.) A força-tarefa tem trabalhado durante os dois últimos anos no desenvolvimento de estratégias abrangentes para lidar com o impacto da metanfetamina sobre as comunidades locais. Foi esse trabalho que chamou a atenção do senador Bingaman e resultou nesta semana no anúncio da subvenção.

“A metanfetamina não é só o problema número um da criminalidade em muitas comunidades em todo o nosso estado, também está devastando famílias e arruinando vidas”, disse Bingaman em uma declaração que anunciavas a subvenção. “O financiamento que consegui obter será usado em uma campanha publicitária antimetanfetamina agressiva que vise a impedir os jovens de usar esta droga terrível. Sei que será bem usado”.

A secretaria da Saúde do estado está contente em receber mais financiamento. “Quanto mais dinheiro tivermos para lidarmos com o problema da metanfetamina no nosso estado e nas nossas comunidades, melhor”, disse a porta-voz da secretaria da Saúde, Kay Bird, à Crônica da Guerra Contra as Drogas.

A DPA usará a subvenção para bolar uma campanha de prevenção à metanfetamina pela e para a juventude, que será transmitida nas emissoras de televisão e rádio por todo o Novo México. “Sabemos por experiência própria que os jovens ignoram as mensagens simplistas demais a respeito dos riscos do consumo de drogas”, disse Szczepanski. “A força desta campanha será mais o seu enfoque na informação crível e baseada na ciência do que nas táticas ineficientes de intimidação”.

Agora, chegou a hora da DPA Novo México começar a trabalhar. “Vamos contratar um coordenador de projetos, mas queremos garantir que a maioria dos recursos seja alocada de fato a atividades educativas dentro do estado”, disse Szczepanski. “Vamos concentrar os nossos recursos na publicidade social e na conscientização da gente que trabalha com os jovens. Ao invés de uma única ocasião, queremos construir a consciência entre os jovens ao comprometê-los em uma campanha que seja relevante para eles e desenhada por eles. E vamos nos concentrar na capacidade. Não queremos criar um programa que desapareça em dois anos quando o dinheiro se esgotar. Por isso realizaremos uma conferência estadual para educadores e demais pessoas que trabalham com os jovens e estão preocupados com a metanfetamina – para que possam levar o que aprenderam e lecioná-lo em suas escolas e comunidades locais”. Além da conferência estadual, a DPA Novo México receberá uma série de sessões regionais de treinamento designadas para levar a mensagem de prevenção à metanfetamina aonde for mais necessário.

“Esta é a primeira vez que a DPA recebeu quaisquer verbas federais, ou qualquer dinheiro do estado, se é que se pode dizer isso”, disse o diretor executivo da DPA, Ethan Nadelmann, em Nova Iorque. “Nunca havíamos solicitado quaisquer verbas; sempre supusemos que seríamos efetivamente tachados e também não somos uma organização que fornece serviços. Em grande parte, isso aconteceu porque Reena estava co-presidindo a força-tarefa contra o abuso de metanfetamina do governador Richardson. Ela saiu da secretaria da Saúde do estado e tem sido realmente espetacular”, disse Nadelmann à Crônica.

A oferta de financiamento federal instigou muita discussão dentro da DPA, disse Nadelmann. “Quando Bingaman quis nos destinar algum dinheiro, tivemos que nos perguntar se nos sentiríamos bem com isso e no ano passado fizemos uma teleconferência com virtualmente toda a diretoria para decidirmos se aceitaríamos este dinheiro ou não. Pesquisamos bastante sobre isto, conversamos com o pessoal no Harm Reduction Coalition sobre como eles lideram com a aceitação de verbas federais. Demos uma olhada na Lei de Lugares de Trabalho Livres das Drogas [Drug Free Workplace Act] e concluímos que não tinha nenhuma proibição contra contratar usuários de drogas ativos”, explicou.

“Tivemos que nos perguntar se seríamos corrompidos de alguma maneira ao aceitarmos o dinheiro federal”, prosseguiu Nadelmann, “e a resposta foi não. O nosso senso foi o de que, porque toda a nossa missão e o nosso ponto de vista se tratam fundamentalmente de mudar as políticas de drogas do governo e também porque este dinheiro é um acordo de uma só vez, era improvável que tivesse esse efeito em qualquer caso. E há bons motivos para aceitarmos o dinheiro, não só porque podemos fazer coisas boas com eles, mas também porque somos contribuintes. Os bilhões investidos na guerra às drogas todos os anos, por que não aceitar algum dinheiro para fazer coisas boas? Por fim, receber uma subvenção federal também nos legitima aos olhos de algumas pessoas. Após muitas discussões, o nosso pessoal foi esmagadoramente a favor disto, e, na análise final, a diretoria também”.

“Esta é uma verdadeira oportunidade para pegarmos o que fizemos com o Safety First e o Beyond Zero Tolerance e faze-lo de uma maneira grandíssima”, disse Nadelmann, referindo-se aos programas alternativos de conscientização sobre as drogas começados por Marsha Rosenbaum da DPA. “Também é uma oportunidade de proporcionar uma alternativa às abordagens de justiça penal e às abordagens de campanhas de intimidação como aquela em Montana”.

Ironicamente, apesar da preocupação pública geral com a metanfetamina, o estimulante popular não é a droga pesada mais usada em geral entre os adolescentes do Novo México – e, de acordo com as sondagens da secretaria da Saúde do estado, o seu uso já está caindo. Quando se mede quantos adolescentes tinham usado quais drogas no mês anterior, as sondagens descobriram que 4,6% dos estudantes do Novo México admitiram consumir metanfetamina em 2005, uma queda dos 7,5% em 2003. Ambos os dados são mais baixos do que aqueles informados para a cocaína, com 8,9% dos estudantes admitindo consumo de cocaína no mês anterior em 2003 e 7,9% em 2005.

Embora o consumo de metanfetamina entre adolescentes esteja caindo e embora ela não seja a droga pesada mais freqüentemente citada entre os jovens neomexicanos, como a droga-demônio do dia, a metanfetamina é a droga que pode tirar dólares soltos das burocracias antidrogas federais e isso é um verdadeiro problema na Terra do Encantamento, disse Szczepanski.

“Se examinarem os dados, a metanfetamina não é a droga de escolha número um no Novo México, mas há muito interesse político nela”, reconheceu Szczepanski. “Mas, temos viajado por todo o estado e temos trabalhado com várias coalizões municipais, e estas comunidades estão enfrentando estas questões como nunca antes. Não dá para negar que a metanfetamina esteja causando um impacto incrível”.

E a preocupação com a metanfetamina catapultou agora a DPA a um domínio totalmente novo – levar as suas mensagens esclarecidas sobre a conscientização e a prevenção às drogas diretamente ao pessoal que vai trabalhar nos níveis estadual, comunitário e escolar.

Matéria: No México, É a Vez da Guerra às Drogas de Calderón

O presidente mexicano recém-eleito, Felipe Calderón, tomou posse em dezembro após uma vitória por pouco sobre a o seu rival esquerdista, Andrés López Obrador, e nas poucas semanas desde que esteve no poder, Calderón tomou medidas rápidas e enérgicos contra as organizações poderosas, ricas e impiedosas do narcotráfico do país, os chamados cartéis. Mas, embora as ousadias de Calderón tenham lhe conseguido os parabéns dos mexicanos ávidos de lei e ordem e do governo Bush, os analistas do México duvidam que signifique algo no longo prazo, especialmente sem as reformas fundamentais dos sistemas policial, militar e judicial do país.

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patrulha antidrogas mexicana
Com a violência dos cartéis alcançando níveis recordes, Calderón tomou medidas rápidas e drásticas, enviando 6.000 soldados e policiais ao estado natal dele em Michoacán, onde as disputas entre os cartéis levaram a uma violência horrenda. Uma semana depois, ele mandou mais 3.000 à cidade fronteiriça de Tijuana e desarmou a polícia da cidade, a qual, segundo se diz, está profundamente infiltrada pelos cartéis. Ao mesmo tempo, Calderón enviou ainda mais soldados e policiais a Acapulco, o destino de férias que até o ano passado estivera bem isolado da violência dos cartéis. Isso mudou quando batalhas armadas com submetralhadoras e lança-granadas irromperam no destino turístico no verão passado.

Na noite de sexta-feira passada, Calderón tomou outra medida drástica, quando concordou em extraditar 10 chefes do narcotráfico aos Estados Unidos, o mais destacado entre eles sendo Osiel Cárdenas, que dirigiu o cartel do Golfo de uma cela de prisão desde a detenção dele em 2003. Outro extraditado foi Héctor Palma, que tem a reputação de ser o braço direito do líder do cartel de Sinaloa, Joaquín “El Chapo” Guzmán. Guzmán teria entrado na lista, mas fugiu da prisão em 2001. Calderón também extraditou os irmãos Ismael e Gilberto Higuera Guerrero, sequazes no cartel Arellano Félix de Tijuana.

“Estamos determinados a não tolerar nenhum desafio à autoridade do estado”, disse Calderón na sexta-feira passada.

Os ditos e feitos de Calderón conseguiram rapidamente os elogios do governo Bush. “As ações à noite do governo mexicano não têm precedentes no seu alcance e importância”, disse o Procurador-Geral dos EUA, Alberto R. Gonzáles, em uma declaração no sábado. “Nunca antes os Estados Unidos tinham recebido do México um número tão grande de importantes réus e demais criminosos por delitos de drogas para processo criminal neste país”.

Mas, apesar de milhares de buscas, centenas de detenções e a apreensão ou erradicação de grandes quantidades de maconha, pode haver menos na ofensiva de Calderón do que parece. “Ao criar uma imagem pública, Calderón mostrou que vai levar o crime organizado a sério desde o princípio”, disse Maureen Meyer, a sócia para o México e a América Central do Washington Office on Latin America. “O alto nível de operações é um sinal claro, como foi a extradição de membros dos cartéis aos Estados Unidos”, disse ela à Crônica da Guerra Contra as Drogas. “Mas é preciso ver isso em termos de resultados no longo prazo. Não temos lido muitos informes sobre totais da erradicação que sejam maiores do que o normal”, observou.

“Esta campanha visa tanto a Washington quanto à Cidade do México”, disse Larry Birns, diretor executivo do Council on Hemispheric Affairs em Washington, DC. “É meio que uma dissidência de choque e consternação de Calderón para anunciar a presidência dele”, disse Birns à Crônica. “Calderón esteve preocupado que o seu rival derrotado, López Obrador, o tenha ofuscado com as artimanhas políticas dele e ele pode usar esta campanha antidrogas como peça de teatro para eclipsar o seu rival. O único problema é que a idéia de que o México vá solucionar o seu problema das drogas é em grande parte uma ilusão”.

Se o México quiser abordar os cartéis, vai ser necessário mais do que reides notórios e operações militares, disseram os analistas. “Os passos que o México deveria estar tomando são reformas mais estruturais do sistema judicial para que haja mais transparência no processo, melhores investigações e mais mecanismos de prestação de contas e supervisão dentro do exército e da polícia”, disse Meyer do WOLA. “Se estas grandes operações antidrogas não forem acompanhadas de reformas no judiciário, na lei e no exército, provavelmente se verão os mesmos resultados presenciados no passado”.

O predecessor de Calderón, Vicente Fox, liderou uma campanha agressiva similar contra os cartéis no início do governo dele, mas sem as reformas mencionadas por Meyer, a guerra dele contra os cartéis não levou a uma diminuição, mas a uma alta na violência. Enquanto Fox conseguia desordenar ou decapitar várias organizações do narcotráfico, os cartéis e os chefes remanescentes lutaram uns com os outros a fim de protegerem a “praça” ou “franquia” lucrativa contra os oficiais corruptos da lei em várias cidades, levando a números de mortos constantemente mais altos entre os traficantes e os policiais que os combatiam ou se aliavam a eles.

Por volta do ano passado, a violência alcançara níveis recordes, com mais de 2.000 mortos na guerra dos cartéis. Isso é mais do que o número de soldados estadunidenses mortos no Iraque durante o mesmo período. A violência também atingiu novos níveis de horror, ou, mais precisamente, terror exemplar, com policiais decapitados em Acapulco e as cabeças dos traficantes assassinados sendo jogadas no centro da pista de dança de uma danceteria em Michoacán, entre outras atrocidades.

É provável que em vez de reduzir a violência dos cartéis, a ofensiva de Calderón vá, como a de Fox antes dela, conduzir a mais violência enquanto os traficantes tentam se restabelecer depois dos golpes que receberam. “A tendência tem sido que o governo objetive as altas patentes dos cartéis, daí há uma luta pelo poder entre eles, assim como dentro dos cartéis enquanto os chefes médios lutam pela supremacia. Muito provavelmente, presenciaremos agora mais lutas entre os cartéis e dentro deles”, disse Meyer.

Com as rendas das drogas ilícitas estimadas em $142 bilhões nos EUA e no Canadá todos os anos e os traficantes mexicanos embolsando uma fração considerável deles, os cartéis têm todos os motivos para se combaterem uns aos outros pela supremacia. E embora eles tenham se abstido tradicionalmente de travar uma guerra aberta com o governo nacional, há temores de que a pressão de Calderón e especialmente a sua permissão de extradição dos chefes do tráfico conduzam os cartéis mexicanos a seguir a liderança dos colegas colombianos, que no início dos anos 1980 desencadearam uma guerra contra o Estado Colombiano quando este os ameaçou de extradição aos EUA.

Também se teme que a corrupção que abrangeu várias forças policiais mexicanas engula os militares enquanto são lançados à guerra às drogas de Calderón. “Membros do exército não estão imunes à corrupção”, observou Meyer do WOLA, apontando o surgimento dos Zetas, um grupo de ex-paramilitares treinados pelos EUA para virarem oficiais antidrogas que mudou de lado para se unir às forças do Cartel do Golfo e que é culpado por parte da violência mais horrenda.

“Quando se é um policial ou um militar que recebe um cinqüenta avos do que pode ganhar trabalhando para os narcos, todas as probabilidades estão contra você”, disse Birns. “Por isso se vê a subversão das forças de segurança e a demissão periódica de toda a polícia”.

Contanto que a realidade subjacente do apetite insaciável dos Estados Unidos pelas drogas ilegais continue, disse Birns, a mais recente cruzada antidrogas mexicana não passa de teatro. “Isso é mais decorativo do que qualquer outra coisa”, disse ele. “É parecer fazer algo. Com todo esse dinheiro envolvido, como é possível fechar a torneira? Vai ser preciso pensar no impensável e investigar a política e a economia da legalização das drogas”.

Em um editorial ainda não publicado e escrito enquanto Calderón estava prestes a assumir o poder, o diretor executivo da Drug Policy Alliance, Ethan Nadelmann, teve uma presciência inquietante dos eventos no México. “O novo presidente prometerá desbaratar os traficantes e fará de tudo para tranqüilizar Washington a respeito disso”, escreveu Nadelmann. “Ele nomeará pessoas novas para cargos de suma importância no exército e na justiça criminal e lhes dirá que façam o que for para reduzir a violência relacionada às drogas. Alguns dos traficantes mais notáveis acabarão presos ou mortos. A violência silenciará. A mídia em ambos os lados da fronteira comemorará a nova solução. E então... Começará tudinho outra vez. As gangues do narcotráfico se reagruparão com novos líderes e novas relações. Os oficiais antes incorruptíveis serão corrompidos. Os policiais de todos as patentes e com toda a aparência de probidade tremerão de medo ante as balas dos assassinos. E mais uma vez os mexicanos se perguntarão por que o ciclo nunca pára de verdade”.

E assim vão as coisas na frente mexicana da nossa guerra às drogas.

Editorial: A Segurança Deles Exige que Você Vote na Revogação

Nesta semana, veio uma manchete de Birmingham, Grã-Bretanha, do tipo que me frustra particularmente. É o tipo de manchete que fez com que eu me alistasse no incipiente movimento de legalização das drogas há 13 anos. “As gangues criminosas estão se infiltrando nas escolas de Birmingham e crianças de nove estão sendo usadas como mulas”, assim como em escolas em Manchester e Londres, disse o ministro da Educação, Jim Knight, à comissão da Câmara dos Comuns segundo o Birmingham Post. “É uma questão nova que queremos cortar pela raiz antes que vire algo genuinamente preocupante para os pais e alunos”, disse Knight depois da audiência.

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David Borden
Quanto quer cortar pela raiz? O bastante para enfrentar a política e desafiar a ideologia? Há um jeito certo de acabar com o problema – a legalização. Mas, embora os políticos falem sobre a legalização um pouco mais na Grã-Bretanha do que os nossos políticos aqui nos EUA – o líder do Partido Conservador, David Cameron, levantou a questão antes – ainda não conversam sobre isso o bastante. Pelo menos ainda não o bastante para fazer isso de verdade, apesar da obviedade de ser uma boa medida.

Não se engane, é óbvio. Se o temor principal na questão das drogas é o de que as drogas põem as crianças em perigo, e o perigo muito real em que as crianças são postas assim que forem atraídas para as gangues do narcotráfico ou mesmo como vigias? Mas esse problema existe por causa da proibição das drogas. Por todos os contras do álcool e dos cigarros, por exemplo, certamente as drogas tanto quanto quaisquer outros, com que freqüência se ouve falar de crianças vendendo-os na rua ou nas escolas para outras crianças?

É um problema endêmico e a repressão “dura” não é a solução. No início dos anos 1990, a polícia em Boston, Massachusetts, realizou uma grande “apreensão” em Mission Hill, um bairro afro-americano assolado acima de tudo pela violência e a desordem, grande parte disso vindo do narcotráfico. Um amigo meu passou um verão ali como professor e mentor de um grupo de estudantes – um verão depois da ocorrência da apreensão, por acaso. Havia uma diferença no bairro, ele me disse, estava muito mais limpo do que antes, pelo menos por um momento. Mas até então, as crianças no grupo deles ainda eram paradas no caminho de ida e volta da escola por membros de gangues narcotraficantes que queriam que eles trabalhassem para eles, um fenômeno preocupante e desanimador.

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cartaz da WONPR (cortesia do Museu e Biblioteca Hagley)
A questão da legalização surgiu na conversação quando os filhos, pais e ele passavam tempo juntos uma noite como faziam freqüentemente. Ele esperava que quase todos fossem contra isso, mas, de modo interessante, a discussão ficou dividida meio a meia. Também de modo interessante, o cisma não aconteceu por causa da diferença nas gerações – havia garotos que queriam que o governo endurecesse a mão com o narcotráfico e pais que queriam legalizá-las todas, e vice-versa. O relato dele me fez pensar se podíamos ter mais apoio do que percebemos ter em certas comunidades.

Aqui muita coisa está em jogo. Se a proibição atrai as crianças – de nove anos – para o narcotráfico, em algum ponto também as apresenta às armas que os vendedores clandestinos usam para se protegerem. Os jovens e as armas nem sempre casam bem, e calculo pelo baixo. Um jovem tem mais chances (em média) de usar realmente uma arma por medo ou pela emoção do momento, ou por um juízo errado, do que um adulto (mais uma vez, em média), mesmo um criminoso adulto. Blumstein atribui provisoriamente a alta de meados de 1980 na violência e o aumento considerável no porte juvenil de armas à combinação do tráfico de crack – que aumentou o número de vendedores necessários no narcotráfico porque a droga tem efeito curto e os dependentes fazem mais compras separadas dela – e as leis de penas mínimas obrigatórias, que aumentaram o risco para os adultos no narcotráfico e, desse modo, o preço que exigiam para participar nisso, além de criarem o incentivo a usar menores que não estão sujeitos às mínimas obrigatórias e que trabalhariam por menos dinheiro. Juntando-se a partir dessa base, as armas ficaram mais comuns na população juvenil em geral. Conseqüências involuntárias, porém não imprevisíveis.

Um pôster famoso dos dias da lei seca representa uma figura materna com crianças, dizendo: “A segurança deles exige que você vote na revogação”. Assim era antes – assim é agora.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Anuncio: Los Feeds RSS de DRCNet Están Disponibles

Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Anuncio: ¡Ahora los Feeds de Agregación de Contenido de la DRCNet Están Disponibles para SU Página Web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

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Esta Semana en la Historia

01 de febrero de 1909: La Comisión Internacional de Opio se reúne en Shangai. Quienes dirigen la delegación son el Dr. Hamilton Wright y el obispo episcopal Henry Brent, los cuales intentaron convencer la delegación internacional de los efectos inmorales y malos del opio.

31 de enero de 1945: Un artículo del New York Times informa un aumento en el tráfico de marihuana y menciona que un oficial en el Ministerio del Tesoro dice que el tráfico en algunos casos atinge “la proporción de conspiradores nacionales e internacionales bien financiados”. Una de las pandillas neoyorquinas que fueron investigadas fue la “Mafia de la Calle 107”, dirigida anteriormente por el notable mafioso “Lucky” Luciano.

28 de enero de 1972: El gobierno Nixon crea el Gabinete de Imposición de la Ley Sobre el Abuso Químico (ODALE) para establecer destacamentos federales/municipales conjuntos para combatir el narcotráfico en la calle. Myles Ambrose es nombrado director.

28 de enero de 1982: El presidente Ronald Reagan crea un destacamento de gabinete, el Destacamento del Vicepresidente en Baja Florida. Dirigido por George Bush, combina a agentes de la DEA, Aduanas, ATF, el Fisco, el Ejército y la Marina para movilizarse contra los narcotraficantes.

27 de enero de 1995: El récord internacional de aprehensión de hachís es establecido – 290.400 libras o 131ton841kg600g – en la Agencia Khyber, Pakistán.

30 de enero de 1997: El editor del New England Journal of Medicine, el Dr. Jerome Kassirer, opina a favor de los médicos que recibieron permiso para prescribir marihuana para fines medicinales, llamando la amenaza de sanciones gubernamentales de “equivocada, severa e inhumana”.

29 de enero de 1998: La Jueza Nancy Gertner, una jueza distrital en Boston, critica la guerra a las drogas por gastar demasiados fondos federales mientras priva a los estadounidenses de la libertad en un foro organizado por el Comité Voluntario de Abogados.

26 de enero de 2000: La prisionera por la ley Rockefeller sobre las drogas, Elaine Bartlett, asunto del libro "Life on the Outside: the Prison Odyssey of Elaine Bartlett” [La Vida Afuera: la Odisea Carcelaria de Elaine Bartlett], es puesta en libertad tras dieciséis años en la prisión de Bedford Hill por una infracción primaria menor de venta de cocaína.

Latinoamérica: El Narcosanto Mexicano Entra en Acción

En Culiacán, la capital del estado de Sinaloa en el noroeste mexicano, hace mucho un semillero de cultivo y tráfico de drogas, durante décadas los narcotraficantes se han juntado a los mexicanos comunes para la adoración en el santuario de San Malverde (o San Juan Malverde o San Jesús Malverde). Malverde, un bandido del siglo XIX que puede haber existido o no y que puede haber sido colgado o no en 1909, es una figura como Robin Hood en la cultura mexicana y el santo patrón no oficial de los bandidos y narcotraficantes.

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la imagen de San Malverde a la venta por $6.95, nicoworldbotanica.com
No está claro cuando el santuario a San Malverde empezó, pero las pruebas de su popularidad se remontan a décadas atrás. Cuando los funcionarios municipales de Culiacán tomaron medidas para derribarlo para abrir paso para los nuevos edificios municipales en los años 1970, estallaron las protestas hasta que los funcionarios prometieron reemplazarlo por un santuario nuevo y mejorado.

Mientras se difundía la “narcocultura” del noroeste de México – si la globalización existe en algún sector de la economía es en el narcotráfico – lo mismo hacía el rostro de San Malverde. La imagen de su semblante bigotudo, adornada con un pañuelo, una corriente de oro con un amuleto en forma de pistola en su cuello y una hebilla grande con una pistola en su cintura puede ser encontrada ahora en venta en las botánicas en las Carolinas y colgada en los espejos retrovisores de autos estacionados en Utah.

La imagen de San Malverde también aparece en las celdas de prisión de todo México, en santuarios privados en las casas y tatuada en las espaldas de muchos hombres. Un segundo santuario menor que ése apareció en Tijuana hace algunos años. Ahora, el primer santuario público a San Malverde ha surgido en México, D.F.

María Alicia Pulido Sánchez, una ama de casa en el barrio pobre de Doctores de la ciudad, ha construido un santuario de vidrio en una acera cerca de su casa. Para Pulido Sánchez, no fue el socorro de San Malverde a los narcos que la inspiró, sino porque ayuda a los pobres.

“Él no era narcotraficante. Era lo que se podría llamar de ladrón, pero ayudó su comunidad”, dijo. Pese a que San Malverde no sea reconocido por la Iglesia Católica, Pulido Sánchez no estaba preocupada. “Hacemos nuestros santos por el poder de nuestra creencia”, dijo. “Podemos creer en cualquiera que cumpla nuestros ruegos”.

Pulido Sánchez dijo que decidió construir el santuario después que su hijo se recuperó de sus heridas en un accidente automovilístico de 2005 pocos días después de haber rezado a una estatua de San Malverde que pertenecía a un amigo. Aunque Pulido Sánchez pueda adorar a San Malverde por su ayuda a los pobres y oprimidos, algunas de las personas que vienen a prestarle homenaje pueden tener otras cosas en mente. Ella dijo que abogados, policías y “hombres con harta joyería” frecuentan el santuario, junto con amas de casa, secretarias y “gente de todos los oficios”.

Canadá: Alcalde de Vancouver Pide Testes en Gran Escala de Manutención con Metanfetamina y Cocaína

De acuerdo con un comunicado de prensa del lunes, el alcalde de Vancouver, Sam Sullivan, quiere que el gobierno federal canadiense le conceda a la ciudad una exención de las leyes sobre las drogas del país para que pueda ir en pos de un plan para proporcionar dosis mantenedoras de drogas estimulantes a usuarios inveterados de cocaína y metanfetamina. La idea, comúnmente conocida como terapia de sustitución, es similar a aquélla de proporcionar dosis mantenedoras de otros opiáceos a los adictos a la heroína.

Aunque los investigadores liderados por John Grabowski en la Universidad de Tejas en Houston hayan obtenido éxito con testes de sustitución de metanfetamina en pequeña escala, los testes propuestos de Vancouver serían los más grandes hasta el momento. El alcalde Sullivan está listo para arriesgarse.

“Prescribir medicaciones legalmente disponibles proporciona a las personas una oportunidad de recobrar la estabilidad en sus vidas y, en última instancia, un camino para la abstinencia”, dijo. “Reconociendo que la drogadicción es una de las causas subyacentes de los crímenes contra el patrimonio y el desorden público, creo que este nuevo abordaje también ayudará a reducir el daño a la comunidad”.

Ello ocurre como parte de un paquete general de iniciativas que visan eliminar la falta de vivienda, la mendicidad y el tráfico de drogas antes de las Olimpíadas de Invierno de 2010. Conocido como Proyecto Ciudad Civil [Project Civil City], la iniciativa establece metas de una reducción de 50% en las tres áreas hasta entonces.

Europa: Alcalde de Moscú Pide Leyes Severas con las Drogas que Incluyan la Pena de Muerte

El lunes, el alcalde de Moscú, Yury Luzhkov, pidió que los narcotraficantes fueran “destruidos” durante un discurso a los oficiales de la ley y a los funcionarios municipales en la sede moscovita del Servicio Federal de Control de las Drogas, de acuerdo con un relato en el Moscow Times. Luzhkov sugirió que Rusia implementara leyes sobre las drogas como las de Singapur, donde los narcotraficantes pueden ser ejecutados.

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"En Singapur, no hay drogadicción”, dijo. “Vamos a hacer lo mismo”. Luzhkov observó con melancolía que “actualmente, un gobierno democrático no acepta” políticas de drogas durísimas como las de Singapur, pero añadió que Rusia debería “aceptar algo próximo a ellas”.

Pero Rusia ha tomado otra dirección en los últimos años. Desde 2004, cuando una nueva ley despenalizó la simple tenencia de drogas, las políticas de drogas oficiales han sido perseguir a los traficantes y vendedores, pero no a los usuarios. Aparentemente, el aumento de las penas para narcotraficantes según la ley de 2004 no es suficiente para Luzhkov y la despenalización de la tenencia de drogas obstruye el camino de los agentes rusos. El Servicio Federal de Control de las Drogas ha luchado amargamente para reinstaurar las penas contra los pequeños tenedores, primero intentando subvertir la intención de la nueva ley al definir las cantidades de uso personal en niveles ridículamente bajos, como 0,01 gramo de heroína. En cambio, la cantidad de consumo personal fue establecida en un gramo, pero en una pequeña victoria para los guerreros antidrogas, aquello fue reducido a medio gramo el año pasado.

El consumo de drogas ha estado basado en el alza en Rusia y otras repúblicas de la ex Unión Soviética desde su disolución. El país registra diversos cientos de miles de “drogadictos” todos los años, con el número real probablemente siendo mucho más grande. Estimados 70.000 rusos mueren de sobredosis de drogas todos los años y el consumo de drogas inyectables está involucrado en gran parte de los cientos de miles de casos de SIDA del país.

Aunque funcionarios como el alcalde Luzhkov vean sólo más represión como respuesta, organizaciones no gubernamentales como la New Drug Policy buscan contrabalancear a los extremistas haciendo presión por políticas razonables de reducción de daños. “Consumir una droga no es una infracción criminal”, dijo Lev Levinson del grupo en respuesta a los comentarios del alcalde. “Es punible apenas por una multa”. El alcalde, dijo Levinson, había estado echando un vistazo envidioso a las políticas severas de Singapur durante por lo menos una década.

Europa: Confusión con el Cannabis en Gran Bretaña Continúa Mientras Políticas de Vigilancia Policíaca Evolucionan

La semana pasada, la Asociación de Comisionados de la Policía (ACPO) de Gran Bretaña lanzó las nuevas normas para arrestar o emitir advertencias a los tenedores de marihuana que crearían una regla de tres strikes para reincidentes, pero da a los oficiales la discreción para decidir si van a arrestar o no a los infractores adolescentes. La acción ocurre casi cuatro años después que Gran Bretaña reclasificó la marihuana como droga menos seria de Clase C, dándoles a los oficiales la discreción de o realizar el arresto o emitir advertencias.

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los miembros del Parlamento Europeo Chris Davies (UK) y Marco Cappato (Italia) después del arresto de desobediencia civil por el cannabis, comisaría de Manchester, diciembre de 2001 (radicalparty.org/antiprohibition/brief.htm)
De acuerdo con la ACPO, “Estas normas no alientan al mismo infractor que es advertido varias veces por tenencia de cannabis. Cuando se verifique que un infractor ha recibido dos advertencias anteriores por el cannabis, entonces más una advertencia no debería ser considerada”.

Pero para las personas que no han recibido dos advertencias anteriores por cannabis, la ACPO dijo, “Un oficial de la policía que descubra a una persona de 18 años o más en tenencia de una sustancia que pueda identificar como cannabis y que está satisfecho que la droga servirá para el consumo propio de la persona no debería tener que arrestar a la persona normalmente”.

Al mismo tiempo, las orientaciones de la ACPO dijeron que la policía puede encontrar “formas menos intrometidas” de lidiar con los adolescentes atrapados con marihuana que arrestarlos. El grupo sugirió que los oficiales lleven el chico a la casa de sus padres y mantengan un registro del incidente.

Una política similar de tres strikes fue ponderada por la ACPO en 2002, pero fue descartada antes que el sistema de advertencias estuviera a puestos. Esta más reciente norma de la ACPO responde las preocupaciones difusas de que la situación actual lleva a la incertidumbre entre los policías y el público. La policía ha reclamado que muchas personas que encuentra creen que la marihuana ha sido legalizada, en tanto que los consumidores de marihuana se quejan que aún están siendo arrestados.

Entonces, ¿cuándo alguien probablemente será arrestado en vez de ser advertido por tenencia de marihuana? De acuerdo con la ACPO, un arresto puede ser emitido cuando:

  • El nombre y/o la dirección del sospechoso no sean conocidos o existan fundamentos razonables para dudar de la veracidad del nombre dado;
  • Sea necesario impedirle al infractor de sufrir heridas físicas o de hacer mal a alguien;
  • Si una ubicación ha sido identificada a través del Modelo Nacional de Inteligencia como una en que exista temor de desorden público asociado con el uso de cannabis que no pueda ser tratado efectivamente por otros medios, como un lugar en que un mercado abierto de drogas (cannabis) les haga daño a las comunidades;
  • Sea necesario proteger a un niño o a una persona vulnerable del infractor;
  • Sea necesario permitir la investigación pronta y efectiva de la infracción.

Un informe emitido esta semana por el Institute for Criminal Justice Policy Research de la Fundación Joseph Rowntree, "Policing Cannabis as a Class C Drug" [Vigilando el Cannabis como Droga de Clase C], sugiere que gran parte de la incertidumbre e inconsistencia está en la propia policía. De acuerdo con ese informe, en las cuatro áreas policíacas estudiadas, la policía arrestó a tenedores o fumadores de marihuana entre 78% y 58% de las veces. La decisión de arrestar o no dependía de una variedad de factores, incluso la conducta del oficial, la conducta del infractor, las políticas locales y la cantidad de marihuana confiscada.

“Cuando el cannabis fue reclasificado como droga de Clase C, las normas fueron lanzadas para avisarles a los oficiales a dar advertencias callejeras para la mayor parte de las infracciones por tenencia, arrestando apenas en circunstancias agravadas”, observó el informe. “Descubrimos que las advertencias callejeras eran emitidas para menos de la mitad de las infracciones por tenencia. Más de la mitad de los oficiales era contra el rebajamiento y muchos dijeron que los arrestos por cannabis llevaban frecuentemente a la detección de crímenes más serios. En verdad, descubrimos que esto ocurrió en menos de uno por ciento de los casos”.

Casi mitad de los oficiales de la policía se quejó de la injusticia de tener que arrestar a adolescentes – una política que ha cambiado ahora. Un oficial de la policía entrevistado para el estudio dijo: “Sólo parece un poco injusto que un chico de 16 años sea atrapado por ello y otro de 18 en el mismo grupo reciba un tirón de orejas y listo”.

El estudio también descubrió que la policía parecía hallar a los infractores de marihuana más frecuentemente entre los miembros de las minorías étnicas de Gran Bretaña. “La gente de los grupos étnicos minoritarios y negros estaba demasiado representada entre los infractores en tres de los lugares y un poco representada en demasía en las ubicaciones restantes”, informó el estudio. “Aunque el estudio no pueda desenmarañar los factores que podrían explicar esta representación exagerada, ello resalta claramente la necesidad que las policías sienten en monitorear las tendencias estrechamente en el combate a las infracciones por tenencia”.

HEA: Senado Discente de UC Berkeley Aprueba Proyecto para Dar Becas a Estudiantes con Solicitudes de Auxilio Negadas a Causa de Condenaciones por Delitos de Drogas

El senado discente en la Universidad de California en Berkeley no va a esperar que el Congreso encuentre tiempo para revocar la disposición antidroga de la Ley de Enseñanza Superior [Higher Education Act]. Según ese dispositivo, los estudiantes que son condenados por delitos de drogas pierden el acceso al auxilio financiero federal durante períodos específicos de tiempo. Aunque la medida haya sido enmendada por su autor, el Dip. Mark Souder (R-IN), para contar solamente las infracciones cometidas mientras el estudiante cursaba la facultad y recibía el auxilio financiero, se espera mucho que el nuevo Congreso demócrata la revoque en su totalidad.

El miércoles por la noche, el senado discente de la UC Berkeley aprobó una medida que concederá becas de $400 a estudiantes que no pueden recibir auxilio financiero a causa de la disposición antidroga. El proyecto de becas Quitando Impedimentos a la Enseñanza de los Estudiantes [Removing Impediments to Students' Education] de la ASUC fue aprobado sin objeción y puede entrar en vigor este semestre. Para recibir las becas, los estudiantes deben tener un promedio de 2,5 y comprometerse a cumplir 20 horas de servicio comunitario.

El gobierno discente de Berkeley se une a una serie que ha tomado dicha “acción directa” para reducir las consecuencias de la disposición antidroga. En 2000, el año en que vigoró por primera vez la disposición antidroga, los estudiantes en la Facultad Hampshire votaron en un referendo organizado por una de las primeras sucursales del Students for Sensible Drug Policy para compensar la pérdida del auxilio financiero a causa de condenaciones por delitos de drogas con el fondo de actividades estudiantiles. La administración de la Universidad de Yale adoptó una política similar en 2002 después de ser presionada por los estudiantes activistas. La Facultad Swarthmore siguió el ejemplo poco tiempo después. También desde 2002, el Fondo John W. Perry, auspiciado por la DRCNet (que publica este boletín informativo), ha proporcionado becas a estudiantes que perdieron el auxilio en razón de condenaciones por delitos de drogas en todo el país.

Los estudiantes que buscan la beca de Berkeley deben escribir una declaración personal que será evaluada por un comité de selección que consiste en cuatro senadores discentes y el vicepresidente de asuntos estudiantiles de la universidad. Los beneficiarios de la beca deben prometer la devolución del auxilio al programa de becas cuando tengan las posibilidades financieras. El proyecto también ordena que el senado discente le escriba una carta al canciller de la universidad, el gobernador de California, Arnold Schwarzenegger, y al presidente Bush, instándoles a revocar la disposición antidroga de la HEA.

La medida fue presentada por el senador discente David Wasserman. De acuerdo con el periódico estudiantil The Daily Californian, Wasserman argumentó con éxito que el dispositivo antidroga de la HEA es contraproducente. “Es una mala manera de trabar la guerra contra las drogas. No está bien que el gobierno federal halle los medios para privar a los estudiantes con una condenación por delito de drogas de la enseñanza”, dijo Wasserman.

Aun los republicanos del campus estaban de acuerdo. “La enseñanza es el medio para el éxito, es el medio para un futuro, es el medio para una meta en la vida. De hecho, negar eso no es justo”, dijo la senadora republicana de la Facultad de Berkeley, Victoria Mitchell.

“Hubo la preocupación (entre algunos senadores) que el proyecto pudiera alentar el consumo de drogas”, dijo el senador Taylor Allbright. “Pero incentiva la enseñanza. Incentiva a la gente que puede haber tenido dificultades para escoger un futuro mejor mediante la enseñanza”.

La UC Berkeley ha estado durante mucho tiempo en la vanguardia del cambio progresista y, con esta medida, el senado discente ayuda a mantener esa reputación intacta. “La UC Berkeley es un faro en la comunidad de la enseñanza”, dijo Mitchell. “Los legisladores prestan atención a lo que sucede. Estamos encabezando un movimiento”.

Marihuana Medicinal: Proyecto de Vermont que Expandirá el Consumo Terapéutico de Cannabis Avanza

Un proyecto que expandiría considerablemente el programa de marihuana medicinal de dos años de Vermont pasó por su primera valla legislativa el viernes pasado cuando los miembros del Comité Judiciario del Senado del estado votaron 4 a 1 para hacerlo avanzar. Ahora, el proyecto, el S. 7, ha sido referido al Comité de Sanidad y Bienestar del Senado.

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¿primavera para los pacientes en Vermont?
Según la ley actual de Vermont, el acceso legal a la marihuana medicinal está limitado a las personas que sufren de cáncer, VIH/SIDA y esclerosis múltiple. El nuevo proyecto expandiría esa lista para incluir cualquier “enfermedad o dolencia amenazadora, progresiva y debilitante o su tratamiento que produzca síntomas intensos, persistentes e intratables como: caquexia o síndrome debilitante; dolores intensos; nausea intensa; o ataques”.

Pero los miembros del comité siguieron los temores de los oficiales de la ley, que atestaron a principios de este mes que ampliar la ley puede llevar a más delitos de drogas o más pacientes siendo objetivados por robo. De la forma que fue presentado, el proyecto habría aumentado el número de plantas que los pacientes o proveedores pueden cultivar de una para seis plantas maduras y de dos para 18 plantas verdes. La cantidad de marihuana usable que pueden tener legalmente habría aumentado de treinta para 120 gramos. Tras ponderar las preocupaciones de la ley, el comité se comprometió. Según el texto aprobado por el comité, los pacientes tendrían permiso para tener hasta cuatro plantas maduras y 10 verdes. La cantidad de marihuana usables que pueden tener será de sesenta gramos.

El proyecto también les permitirá a los pacientes usar recomendaciones de médicos de fuera del estado. La ley actual restringe a los pacientes a médicos del estado. Por fin, el proyecto cortaría las tasas de inscripción por la mitad, de $100 para $50.

“No vamos a legalizar la marihuana”, dijo el senador John Campbell (D-Windsor), uno de los ponientes del proyecto. “Hay que ver esto desde una perspectiva compasiva”, explicó. “Alguien que padece de dichas dolencias devastadoras como las que tratamos en esto, ellas deberían poder consumir una sustancia que aliviará sus síntomas”.

El Marijuana Policy Project está trabajando en los pasillos de Montpelier. El lobista del MPP, Adam Necrason, le dijo al Vermont Press Bureau que aun con las modificaciones, el proyecto era un paso en la dirección correcta. “Este proyecto marca un paso importantísimo hacia delante en el programa de marihuana medicinal de Vermont”, dijo. “Aunque no sea perfecto, el S. 7 va a extender la protección a muchos pacientes que sufren terriblemente, pero que no tienen protección según nuestra ley actual. La legislatura y el gobernador deberían aprobar esta medida sin demora”.

Imposición de la Ley: Agresión con Bomba de Impacto Moral del Equipo de la SWAT Hiere a Sospechoso de Delito de Drogas

En más otro ejemplo de vigilancia policíaca a la SWAT exagerada y relacionada con la guerra a las drogas, el equipo de la SWAT de Gary, Indiana disparó una bomba de impacto moral a la casa de un sospechoso de delito de drogas, dejándolo hospitalizado con quemaduras graves. Era sólo la misma historia de siempre, de acuerdo con el comandante de la unidad de la SWAT.

Los detectives de la Unidad de Represión a Narcóticos-Vicio del departamento habían obtenido una orden de búsqueda para la casa de Darrell Newburn tras hacer una serie de compras de drogas allí. La policía cercó la casa y un miembro del equipo de la SWAT, liderado por el Comandante Anthony Stanley, tiró una bomba de impacto moral en la casa. Los aparatos son designados para explosionar con un reventón alto y un estallido de luz clara, distrayendo los blancos de la policía.

Newburn fue atingido en la espalda y recibió una quemadura de cerca de 30 centímetros de diámetro. Él está hospitalizado bajo custodia de la policía en un hospital local.

“No estoy seguro de la manera que sucedió”, dijo el Sargento John Jelks, comandante de la unidad antidroga un día después. “Es una práctica normal que ellos tiren el aparato de distracción primero”.

La policía recobró un alijo relativamente pequeño: $400 en efectivo, treinta gramos de marihuana y poco más de 15 gramos de crack, junto con una pistola.

“Sabíamos que estaba allí y que estaba armado”, dijo Jelks.

En vez de investigar si el uso de equipos de la SWAT y los disparos de bombas de impacto moral son un comportamiento adecuado para la policía en pequeños allanamientos antidrogas, el periódico municipal se limitó a hacer comentarios vivos sobre el nombre del hombre herido. “Con una ayudita del equipo de la SWAT de la policía de Gary, Darrell Newburn obtuvo un nombre muy apropiado el lunes”, fue así que la reportera del Post-Tribune, Lori Caldwell, empezó su artículo sobre el incidente.

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

¡Guardias de penales y cárceles son corrompidos! ¡Desaparecen las pruebas! ¡Agentes son presos! Más una semana en la frente de los policías corruptos. Vamos a ello:

En Laurel, Mississippi, tres ex miembros del Destacamento Antidroga del Sureste de Mississippi han sido sentenciados después de confesarse culpables en un escándalo de corrupción relacionada con las drogas. El comandante del destacamento, Roger Williams, y los agentes Randall Parker y Chris Smith se confesaron culpables en agosto de una variedad de crímenes que incluyen la formación de cuadrilla para arrestar falsa y maliciosamente a una persona, agresión simple, obstrucción de la justicia y malversación. Esas acusaciones surgieron de una investigación de 2006 que llevó a la retirada de acusaciones de delitos de drogas en por lo menos 34 casos. Williams recibió 15 meses, Smith recibió 12 meses y Parker fue condenado a arresto domiciliar porque fue el primero a tomar la iniciativa y cooperar con las autoridades.

En Schenectady, Nueva York, 85 piedras de crack han desaparecido del almacén de pruebas de la policía. La policía cree que el crack fue llevado y no rotulado equivocadamente. Las piedras desaparecidas salieron a la luz después que un juez estadual dispensó las acusaciones criminales contra un hombre de Schenectady cuando el crack no pudo ser presentado para su juicio. Ahora, la policía está intentando determinar si las drogas fueron robadas o botadas por engaño. Mientras hacen eso, están averiguando si alguna cosa más está faltando. La investigación puede durar una semana o más, dijo la policía.

En Bartlesville, Oklahoma, una investigación está en curso para conocer el paradero de drogas que desaparecieron del almacén de pruebas de la policía. El analgésico opiáceo hidrocodona y metanfetamina confiscados en una redada de junio de 2006 en Bartlesville resultaron estar desaparecidos en enero, cuando los fiscales se preparaban para procesar el caso (pese a que los oficiales de la policía dijeran que les contaron a los fiscales sobre el desaparecimiento de las drogas en septiembre). Los fiscales llamaron la Agencia Estadual de Investigación de Oklahoma para averiguar, pero la agencia dice que la investigación puede durar meses. La policía también está llevando a cabo una investigación. La Orden Fraternal de la Policía de Bartlesville dijo valientemente en una declaración la semana pasada que acogía las investigaciones con agrado.

En Texarkana, Tejas, un guardia en el Centro Correccional de la Comarca de Bowie fue arrestado el domingo tras ser atrapado intentando contrabandear marihuana, tabaco y cigarrillos a la cárcel. James Porter, 18, era un empleado de cuatro meses de Civigenics, una empresa privada que administra la cárcel. Su supervisor lo vio actuando de manera nerviosa cuando entró a la cárcel, lo revistó y encontró el contrabando envuelto en tres fajos. Él se enfrenta a acusaciones estaduales de traer sustancias prohibidas a una instalación correccional. Él también fue despedido.

En DeKalb, Georgia, un agente penal del gabinete del sherif de la comarca fue arrestado el 19 de enero por pasar drogas y tabaco a escondidas en la cárcel para un preso. Raymond Green es acusado de violación de juramento de parte de un servidor público y de tráfico de drogas al llevar contrabando a una instalación correccional. Él puede recibir una pena de cinco años de prisión. Él fue arrestado y despedido después de una investigación de tres semanas del Gabinete de Estándares Profesionales del Gabinete del Sherif.

En Miami, una oficial correccional de Miami-Dade fue arrestada por acusaciones de soborno por aceptar regalos de un narcotraficante acusado y dejar que se escapara. Shynita Townsend, 43, es acusada de aceptar aretes de diamante, videojuegos y más de $5.000 en efectivo de un traficante acusado que debería estar usando una pulsera de vigilancia electrónica. Consecuentemente, dicen los federales, el traficante pudo seguir traficando y, por fin, logró darse la fuga. Él sigue forajido. Townsend puede recibir hasta 10 años de prisión federal.

En Clovis, Nuevo México, un ex agente penal de la Comarca de Curry fue condenado el 18 de enero por contrabandear drogas a la cárcel. Damian Pardue, 30, se metió en problemas después que un interno les dijo a los detectives de la Policía de Clovis que Pardue estaba entregando drogas a los internos. Las drogas eran dejadas en una bolsa arrugada cerca del vehículo de Pardue y Pardue las recogía, las llevaba a la cárcel y las entregaba a los internos. Pardue fue condenado por formación de cuadrilla para cometer narcotráfico por distribución y por llevar contrabando a la cárcel. Él será condenado en marzo, cuando podrá recibir hasta 18 meses del otro lado de las rejas.

En Cape Coral, Florida, una guardia en la Institución Correccional de Charlotte fue arrestada el 19 de enero por presuntamente intentar vender sesenta gramos de marihuana a un auxiliar del sherif encubierto. Sabrina Rose Brownlee, 24, y su compañera de habitación quedaron en encontrarse con el agente del Gabinete del Sherif de la Comarca de Lee en el BA Hustler’s Bar y le vendieron 58 gramos de hierba en el estacionamiento por $245. Las dos fueron arrestadas poco tiempo después. Brownlee es acusada de tenencia de cantidad superior a 20 gramos de marihuana y de vender marihuana a menos de 300 metros de una escuela. Ella depositó una fianza de $13.000 el viernes pasado por la mañana.

En Des Moines, Iowa, un ex guardia de una prisión estadual fue sentenciado la semana pasada a casi seis años en prisión federal por preparar y vender metanfetamina. Milton Ringgenberg, 50, se confesó culpable de las acusaciones de preparar cinco gramos o más de metanfetamina y de formación de cuadrilla para fabricar y distribuir cinco gramos o más de metanfetamina en octubre. Él admitió que su esposa Brenda y él prepararon y vendieron metanfetamina en el área de la Comarca de Webster. Brenda fue sentenciada antes a cinco años de prisión. No hay indicios de que los Ringgenberg vendieran su anfetamina dentro de la prisión en Fort Dodge, donde él había estado empleado.

Reportaje: Grupo de Reforma de las Políticas de Drogas Se Unirá a Estado de Nuevo México en Programa de Concienciación y Prevención a la Metanfetamina Financiado por la Unión

Por primera vez para las organizaciones de reforma de las políticas de drogas, la oficina de Nuevo México de la Drug Policy Alliance (DPA) ha sido designada para crear un programa estadual de concienciación y prevención a la metanfetamina dirigido a los estudiantes de secundaria, gracias a una subvención de $500.000 obtenida por el senador de los EE.UU., Jeff Bingaman (D-NM), como parte de un proyecto de asignaciones del ministerio de la Justicia. La subvención es el resultado de años de colaboración estrecha entre la DPA y los funcionarios estaduales y municipales de Nuevo México que se remonta a la administración del ex gobernador Gary Johnson (R), una voz destacada a favor de la reforma de la legislación sobre las drogas.

Fundándose en lazos con el gobierno estadual desarrollados durante los años Johnson, la DPA Nuevo México, actualmente dirigida por Reena Szczepanski, una ex trabajadora de la secretaría de la Salud del estado, fue nombrada copresidente del destacamento estadual antimetanfetamina en 2005, junto con el entonces secretario antidroga Hermán Silva. (Silva dejó el cargo esta semana; su sustituto aún no ha sido nombrado.) El destacamento ha trabajado durante los dos últimos años en el desarrollo de estrategias abarcadoras para tratar del impacto de la metanfetamina sobre las comunidades locales. Fue ese trabajo que llamó la atención del senador Bingaman y resultó esta semana en el anuncio de la subvención.

“La metanfetamina no es sólo el problema número uno de la criminalidad en muchas comunidades en todo nuestro estado, también está devastando familias y arruinando vidas”, dijo Bingaman en una declaración que anunciaba la subvención. “La financiación que logré obtener será usada en una campaña publicitaria antimetanfetamina agresiva que vise impedir a los jóvenes de usar esta droga terrible. Sé que será bien usada”.

La secretaría de la Salud del estado está contenta en recibir más financiación. “Cuanto más dinero tengamos para tratar del problema de la metanfetamina en nuestro estado y en nuestras comunidades, tanto mejor”, dijo la vocera de la secretaría de la Salud, Kay Bird, a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas.

La DPA usará la subvención para trazar una campaña de prevención a la metanfetamina por y para la juventud, que será transmitida en las emisoras de televisión y radio por todo Nuevo México. “Sabemos por experiencia propia que los jóvenes ignoran los mensajes demasiado simplistas respecto de los riesgos del consumo de drogas”, dijo Szczepanski. “La fuerza de esta campaña será más su enfoque en la información creíble y basada en la ciencia que en las tácticas ineficientes de intimidación”.

Ahora, ya es hora de que la DPA Nuevo México empiece a trabajar. “Vamos a contratar a un coordinador de proyectos, pero queremos asegurarnos que la mayoría de los recursos sea asignada de hecho a actividades educativas dentro del estado”, dijo Szczepanski. “Vamos a concentrar nuestros recursos en la publicidad social y en la concienciación de la gente que trabaja con los jóvenes. En vez de una única ocasión, queremos construir la conciencia entre los jóvenes al comprometerlos en una campaña que sea relevante para ellos y diseñada por ellos. Y vamos a concentrarnos en la capacidad. No queremos crear un programa que desaparezca en dos años cuando se agote el dinero. Por eso realizaremos una conferencia estadual para educadores y demás personas que trabajan con los jóvenes y están preocupados con la metanfetamina – para que puedan llevar lo que han aprendido e impartirlo en sus escuelas y comunidades locales”. Además de la conferencia estadual, la DPA Nuevo México recibirá una serie de sesiones regionales de entrenamiento designadas para llevar el mensaje de prevención a la metanfetamina adonde sea más necesario.

“Ésta es la primera vez que la DPA ha recibido cualesquier fondos federales, o cualquier dinero del estado, si es que se puede decir”, dijo el director ejecutivo de la DPA, Ethan Nadelmann, en Nueva York. “Nunca habíamos solicitado cualesquier fondos; siempre supusimos que seríamos efectivamente tachados y también no somos una organización que provee servicios. En gran parte, ello ocurrió porque Reena estaba copresidiendo el destacamento contra el abuso de metanfetamina del gobernador Richardson. Ella salió de la secretaría de la Salud del estado y ha sido realmente espectacular”, le dijo Nadelmann a la Crónica.

La oferta de financiación federal instigó mucha discusión dentro de la DPA, dijo Nadelmann. “Cuando Bingaman quiso destinarnos algún dinero, tuvimos que preguntarnos si nos sentiríamos bien con eso y el año pasado hicimos una teleconferencia con virtualmente toda la directoria para decidir si aceptaríamos este dinero o no. Pesquisamos bastante sobre esto, conversamos con la gente en la Harm Reduction Coalition sobre cómo ellos lidiaron con la aceptación de fondos federales. Le echamos un vistazo a la Ley de Lugares de Trabajo Libres de las Drogas [Drug Free Workplace Act] y concluimos que no tenía ninguna prohibición contra contratar a usuarios de drogas activos”, explicó.

“Tuvimos que preguntarnos si seríamos corrompidos de alguna manera al aceptar el dinero federal”, prosiguió Nadelmann, “y la respuesta fue no. Nuestro sentido fue el de que, porque toda nuestra misión y nuestro punto de vista se tratan fundamentalmente de cambiar las políticas de drogas del gobierno y también porque este dinero es un acuerdo de una sola vez, era improbable que tuviera ese efecto en cualquier caso. Y hay buenos motivos para aceptar el dinero, no sólo porque podemos hacer cosas buenas con ello, sino también porque somos contribuyentes. Los billones invertidos en la guerra a las drogas todos los años, ¿por qué no aceptar algún dinero para hacer cosas buenas? Por fin, recibir una subvención federal también nos legitima a los ojos de algunas personas. Tras muchas discusiones, nuestro personal fue abrumadoramente a favor de esto, y, en el análisis final, la directoria también”.

“Ésta es una verdadera oportunidad para tomar lo que hemos hecho con Safety First y Beyond Zero Tolerance y hacerlo de una manera grandísima”, dijo Nadelmann, refiriéndose a los programas alternativos de concienciación sobre las drogas empezados por Marsha Rosenbaum de la DPA. “También es una oportunidad de proporcionar una alternativa a los abordajes de justicia criminal y a los abordajes de campañas de intimidación como aquélla en Montana”.

Irónicamente, a pesar de la preocupación pública general con la metanfetamina, el estimulante popular no es la droga dura más usada en general entre los adolescentes de Nuevo México – y, de acuerdo con los sondeos de la secretaría de la Salud del estado, su uso ya está cayendo. Cuando se mide cuántos adolescentes habían usado cuáles drogas en el mes anterior, los sondeos descubrieron que 4,6% de los estudiantes de Nuevo México admitieron consumir metanfetamina en 2005, una caída de los 7,3% en 2003. Ambos datos son más bajos que aquellos informados para la cocaína, con 8,9% de los estudiantes admitiendo consumo de cocaína en el mes anterior en 2003 y 7,9% en 2005.

Aunque el consumo de metanfetamina entre adolescentes esté cayendo y aunque ella no sea la droga dura más frecuentemente citada entre los jóvenes neomexicanos, como la droga-demonio del día, la metanfetamina es la droga que puede sacar dólares sueltos de las burocracias antidrogas federales y eso es un verdadero problema en la Tierra del Encantamiento, dijo Szczepanski.

“Si examinan los datos, la metanfetamina no es la droga de opción número uno en Nuevo México, pero hay harto interés político en ella”, reconoció Szczepanski. “Pero, hemos viajado por todo el estado y hemos trabajado con varias coaliciones municipales, y estas comunidades se están enfrentando estas cuestiones como nunca antes. No se puede negar que la metanfetamina esté causando un impacto increíble”.

Y la preocupación con la metanfetamina ha catapultado ahora la DPA a un dominio totalmente nuevo – llevar sus mensajes esclarecidos sobre la concienciación y la prevención a las drogas directamente a la gente que va a trabajar en los niveles estadual, comunitario y escolar.

Reportaje: En México, Ahora Le Toca a la Guerra a las Drogas de Calderón

El presidente mexicano recién electo, Felipe Calderón, tomó posesión en diciembre tras una victoria con las justas sobre su rival izquierdista, Andrés López Obrador, y en las pocas semanas desde que ha estado en el poder, Calderón ha tomado medidas rápidas y enérgicas contra las organizaciones poderosas, ricas e impiedosas del narcotráfico del país, los llamados carteles. Pero aunque las osadías de Calderón le hayan logrado las felicitaciones de los mexicanos ávidos de ley y orden y del gobierno Bush, los analistas de México dudan que signifique algo a la larga, especialmente sin las reformas fundamentales de los sistemas policíaco, militar y judicial del país.

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patrulla antidroga mexicana
Con la violencia de los carteles alcanzando niveles récordes, Calderón tomó medidas rápidas y drásticas, enviando a 6.000 efectivos y policías a su estado natal de Michoacán, donde las disputas entre los carteles han llevado a una violencia horrenda. Una semana después, él mandó más 3.000 a la ciudad fronteriza de Tijuana y desarmó a la policía de la ciudad, la cual, según se dice, está profundamente infiltrada por los carteles. Al mismo tiempo, Calderón envió aún más efectivos y policías a Acapulco, el destino de vacaciones que hasta el año pasado había estado bien aislado de la violencia de los carteles. Eso cambió cuando batallas armadas con metralletas y lanzagranadas irrumpieron en el destino turístico el verano pasado.

El viernes pasado por la noche, Calderón tomó otra medida drástica, cuando estuvo de acuerdo en extraditar a 10 capos del narcotráfico a los Estados Unidos, el más destacado entre ellos siendo Osiel Cárdenas, que dirigió el cartel del Golfo desde una celda de prisión desde su arresto en 2003. Otro extraditado fue Héctor Palma, que tiene la reputación de ser la mano derecha del líder del cartel de Sinaloa, Joaquín “El Chapo” Guzmán. Guzmán habría entrado en la lista, pero se fugó de la prisión en 2001. Calderón también extraditó a los hermanos Ismael y Gilberto Higuera Guerrero, secuaces en el cartel Arellano Félix de Tijuana.

“Estamos determinados a no tolerar ningún desafío a la autoridad del estado”, dijo Calderón el viernes pasado.

Los dichos y hechos de Calderón lograron rápidamente los elogios del gobierno Bush. “Las acciones por la noche del gobierno mexicano no tienen precedentes en su alcance e importancia”, dijo el Fiscal General de los EE.UU., Alberto R. Gonzáles, en una declaración el sábado. “Nunca antes los Estados Unidos habían recibido de México un número tan grande de importantes reos y demás criminales por delitos de drogas para proceso criminal en este país”.

Pero a pesar de miles de búsquedas, cientos de arrestos y la aprehensión o erradicación de grandes cantidades de marihuana, puede haber menos en la ofensiva de Calderón que parece. “Al crear una imagen pública, Calderón ha mostrado que va a ponerse serio con el crimen organizado desde el principio”, dijo Maureen Meyer, la socia para México y Centroamérica del Washington Office on Latin America. “El alto nivel de operativos es una clara señal, como fue la extradición de miembros de los carteles a los Estados Unidos”, le dijo ella a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Pero hay que verlo en términos de resultados a largo plazo. No hemos leído muchos informes sobre totales de la erradicación que sean más grande que lo normal”, observó.

“Esta campaña objetiva tanto a Washington como a México, D.F.”, dijo Larry Birns, director ejecutivo del Council on Hemispheric Affairs en Washington, DC. “Es como que una disidencia de choque y consternación de Calderón para anunciar su presidencia”, le dijo Birns a la Crónica. “Calderón ha estado preocupado que su rival derrotado, López Obrador, lo haya ofuscado con sus artimañas políticas y él puede usar esta campaña antidroga como pieza de teatro para eclipsar a su rival. El único problema es que la idea de que México vaya a solucionar su problema de las drogas es en gran parte una ilusión”.

Si México quiere abordar a los carteles, va a ser necesario más que allanamientos notorios y operativos militares, dijeron los analistas. “Los pasos que México debería estar tomando son reformas más estructurales del sistema judicial para que haya más transparencia en el proceso, mejores investigaciones y más mecanismos para prestación de cuentas y supervisión dentro del ejército y de la policía”, dijo Meyer de WOLA. “Si no se hace acompañar estos grandes operativos antidrogas de reformas en el judiciario, la ley y el ejército, probablemente se verán los mismos resultados presenciados en el pasado”.

El predecesor de Calderón, Vicente Fox, lideró una campaña agresiva similar contra los carteles al inicio de su gobierno, pero sin las reformas mencionadas por Meyer, su guerra contra los carteles no llevó a una disminución, sino a un alza en la violencia. Mientras Fox lograba desordenar o decapitar varias organizaciones del narcotráfico, los carteles y capos remanecientes lucharon los unos con los otros a fin de proteger la “plaza” o “franquía” lucrativa contra los oficiales corruptos de la ley en varias ciudades, llevando a números de muertos constantemente más altos entre los narcotraficantes y los policías que los combatían o se aliaban con ellos.

Por vuelta del año pasado, la violencia había alcanzado niveles récordes, con más de 2.000 muertos en la guerra de los carteles. Eso es más que el número de efectivos estadounidenses muertos en Irak durante el mismo período. La violencia también atingió nuevos niveles de horror, o, más precisamente, terror ejemplar, con policías decapitados en Acapulco y las cabezas de los narcotraficantes asesinados siendo arrojados al centro de la pista de baile de una sala de fiestas en Michoacán, entre otras atrocidades.

Es probable que en vez de reducir la violencia de los carteles, la ofensiva de Calderón vaya a, como la de Fox antes de ella, conducir a más violencia mientras los traficantes intentan restablecerse después de los golpes que han recibido. “La tendencia ha sido que el gobierno objetive los altos rangos de los carteles, de ahí hay una lucha por el poder entre ellos, así como dentro de los carteles mientras los capos medianos luchan por la supremacía. Muy probablemente, presenciaremos ahora más luchas entre los carteles y dentro de ellos”, dijo Meyer.

Con los réditos de las drogas ilícitas estimados en $142 billones en los EE.UU. y Canadá todos los años y los narcotraficantes mexicanos embolsando una fracción considerable de ellos, los carteles tienen todos los motivos para combatirse unos contra otros por la supremacía. Y aunque ellos tradicionalmente se hayan abstenido de trabar una guerra abierta con el gobierno nacional, hay temores de que la presión de Calderón y especialmente su permiso de extradición de los capos del narcotráfico conduzcan los carteles mexicanos a seguir el liderazgo de los colegas colombianos, que a principios de los años 1980 desencadenaron una guerra contra el Estado Colombiano cuando éste los amenazó de extradición a los EE.UU.

También se teme que la corrupción que ha abarcado varias fuerzas policíacas mexicanas se trague a los militares mientras son lanzados a la guerra a las drogas de Calderón. “Miembros del ejército no están inmunes a la corrupción”, observó Meyer de WOLA, señalando el surgimiento de los Zetas, un grupo de ex militares entrenados por los EE.UU. para volverse oficiales antidrogas que cambió de lado para unirse a las fuerzas del Cartel del Golfo y que es culpado por parte de la violencia más horrenda.

“Cuando eres un policía o un militar que recibe un cincuentavo de lo que puede ganar trabajando para los narcos, todas las probabilidades están contra ti”, dijo Birns. “Por eso se ve la subversión de las fuerzas de seguridad y la dimisión periódica de toda la policía”.

Con tanto que la realidad subyacente del apetito insaciable de los Estados Unidos por las drogas ilegales siga, dijo Birns, la más reciente cruzada antidroga mexicana no pasa de teatro. “Eso es más decorativo que cualquier otra cosa”, dijo él. “Es parecer hacer algo. Con todo ese dinero involucrado, ¿cómo es posible cerrar el caño? Se va a tener que pensar en lo impensable e investigar la política y la economía de la legalización de las drogas”.

En un editorial aún no publicado y escrito mientras Calderón estaba a punto de asumir el poder, el director ejecutivo de la Drug Policy Alliance, Ethan Nadelmann, tuvo una presciencia inquietante de los eventos en México. “El nuevo presidente prometerá desbaratar a los narcotraficantes y hará todo lo posible para tranquilizar a Washington en lo tocante eso”, escribió Nadelmann. “Él nombrará a personas nuevas para cargos de suma importancia en el ejército y la justicia criminal y les dirá que hagan lo que sea para reducir la violencia relacionada con las drogas. Algunos de los narcotraficantes más notables terminarán presos o muertos. La violencia se aquietará. Los medios en ambos lados de la frontera conmemorarán la nueva solución. Y entonces... Empezará todito otra vez. Las pandillas del narcotráfico se reagruparán con nuevos líderes y nuevas conexiones. Los oficiales antes incorruptibles serán corrompidos. Los policías de todos los rangos y con toda la apariencia de probidad temblarán de miedo ante las balas de los asesinos. Y más una vez los mexicanos se preguntarán por qué el ciclo nunca se detiene de veras”.

Y así van las cosas en la frente mexicana de nuestra guerra a las drogas.

Editorial: Su Seguridad Exige que Usted Vote en la Revocación

Esta semana, vino un titular de Birmingham, Gran Bretaña, de un tipo que me frustra particularmente. Es el tipo de titular que me hizo alistar en el incipiente movimiento de legalización de las drogas hace 13 años. “Las pandillas criminales están infiltrándose en las escuelas de Birmingham y niños de nueve están siendo usados como mulas”, así como en escuelas en Manchester y Londres, le dijo el ministro de Educación, Jim Knight, a la comisión de la Cámara de los Comunes según el Birmingham Post. “Es una cuestión nueva que queremos cortar de raíz antes que se vuelva algo genuinamente preocupante para los padres y alumnos”, dijo Knight después de la audiencia.

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David Borden
¿Cuánto quiere cortar de raíz? ¿Suficiente para enfrentarse la política y desafiar la ideología? Hay una forma segura de terminar el problema – la legalización. Pero aunque los políticos hablen sobre la legalización un poco más en Gran Bretaña que nuestros políticos aquí en los EE.UU. – el líder del Partido Conservador, David Cameron, ha planteado la cuestión antes – aún no conversan sobre ello suficientemente. Por lo menos aún no suficiente para hacerlo de veras, pese a la obviedad de ser una buena medida.

No se engañe, es obvio. Si el temor principal en la cuestión de las drogas es el de que las drogas ponen a los niños en peligro, ¿y qué del peligro muy real en que los niños son puestos una vez que sean atraídos a pandillas del narcotráfico o aun como mirones? Pero ese problema existe a causa de la prohibición de las drogas. Por todos los contras del alcohol y de los cigarrillos, por ejemplo, seguramente las drogas tanto como cualesquier otros, ¿con qué frecuencia se escucha hablar de niños vendiéndolos en la calle o en las escuelas a otros niños?

Es un problema endémico y la represión “dura” no es la solución. A principios de los años 1990, la policía en Boston, Massachusetts, realizó una gran “redada” en Mission Hill, un barrio afroamericano ante todo plagado por la violencia y el desorden, gran parte de ello oriundo del narcotráfico. Un amigo mío pasó un verano allí como profesor y mentor de un grupo de escolares – un verano después de la ocurrencia de la redada, por casualidad. Había una diferencia en el barrio, él me dijo, estaba mucho más limpio que antes, por lo menos por un rato. Pero aun entonces, los niños en su grupo aún eran parados en el camino de ida y vuelta de la escuela por miembros de pandillas narcotraficantes que querían que ellos trabajaran para ellos, un fenómeno preocupante y desalentador.

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cartel de la WONPR (cortesía del Museo y Biblioteca Hagley)
La cuestión de la legalización surgió en la conversación cuando los hijos, padres y él la pasaban juntos una noche como lo hacían a menudo. Él esperaba que casi todos fueran contra ello, pero, de modo interesante, la discusión se dividió medio a medio. También de modo interesante el cisma no sucedió a causa de la diferencia en las generaciones – había chiquillos que querían que el gobierno endureciera la mano con el narcotráfico y padres que querían legalizarlas todas, y viceversa. Su relato me hizo pensar si podíamos tener más apoyo del que percibimos tener en ciertas comunidades.

Aquí mucha cosa está en juego. Si la prohibición atrae a los niños – de nueve años – al narcotráfico, en algún punto también los presenta a las armas que los vendedores clandestinos usan para protegerse. Los jóvenes y las armas no siempre hacen juego, y me quedo corto. Un joven tiene más chances (por término medio) de usar realmente un arma por miedo o por la emoción del momento, o por un mal juicio, que un adulto (más una vez, por término medio), aun un criminal adulto. Blumstein atribuye provisoriamente el alza de mediados de 1980 en la violencia y el aumento considerable en la posesión juvenil de armas a la combinación de tráfico de crack – que aumentó el número de vendedores necesarios en el narcotráfico porque la droga tiene corto efecto y los adictos hacen más compras separadas de ella – y las leyes de penas mínimas obligatorias, que aumentaron el riesgo para los adultos en el narcotráfico y, de ese modo, el precio que exigían para participar en ello, además de crear el incentivo a usar menores que no están sujetos a las mínimas obligatorias y que trabajarían por menos dinero. Juntándose a partir de esa base, las armas se volvieron más comunes en la población juvenil en general. Consecuencias involuntarias, pero no impredecibles.

Un póster famoso de los días de la ley seca representa una figura materna con niños, diciendo: “Su seguridad exige que usted vote en la revocación”. Así era antes – así es ahora.

Editorial: Their Security Demands You Vote Repeal

This week a headline came out of Birmingham, Great Britain, of a type that particularly frustrates me. It's the type of headline that moved me to sign up with the fledgling drug legalization movement 13 years ago. "Criminal gangs are infiltrating Birmingham schools and children as young as nine are being used as drugs mules," as well as schools in Manchester and London, the Birmingham Post reports Education Minister Jim Knight as having told a House of Commons panel. "It is an emerging issue we want to nip in the bud before it becomes something genuinely worrying for parents and pupils," Knight said after the hearing.

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David Borden
How much does he want to nip it in the bud? Enough to brave politics and defy ideology? There's one sure way to end the problem -- legalization. But while they do talk about legalization a bit more in Britain than our politicians do here in the US -- the leader of the Conservative Party, David Cameron, has raised the issue before -- they still don't talk about it enough. At least not enough yet to actually do it, despite how obvious a good move it would be.

Make no mistake, it is obvious. If the primary fear in the drug issue is that drugs put kids in danger, what about the very real danger kids are placed in once drawn into illegal drug gangs, or even as bystanders? But that problem exists only because of prohibition. For all the downsides of alcohol and cigarettes, for example, drugs as surely as any other, how often does one hear about kids selling them on the street, or in the schools to other kids?

It is an endemic problem, and "tough" enforcement is no solution. Back in the early 1990s, police in Boston, Massachusetts, did a major "sweep" of Mission Hill, a primarily African American neighborhood plagued by violence and disorder, much of it from the drug trade. A friend of mine spent a summer there as a teacher and mentor to a group of schoolchildren -- the summer after the sweep took place, as it so happened. There was a difference in the neighborhood, he told me, it was a lot cleaner than before, at least for awhile. But even then, the kids in his group would still get accosted on their way to and from school by drug gang members wanting them to do work for them, a troubling and disheartening phenomenon.

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WONPR poster (courtesy Hagley Museum and Library)
The legalization question came up in conversation when he and kids and parents were hanging out together one night as they often did. He expected almost everyone to be against it, but interestingly it was split about half and half. Also interestingly, the split was not generational -- there were kids who wanted the government to get tougher on the drug trade, and parents who wanted to legalize it all, and vice versa. His report made me wonder if we might have more support than we realize we have in certain communities.

Much is at stake here. If prohibition draws children -- as young as nine -- into the drug trade, at some point it also acquaints them with the guns that underground sellers use to protect themselves. Youth and guns don't always mix well, to say the least. A young person has more probability (on average) of actually using such a weapon in the fear or passion of the moment, or through a misjudgment, than an adult does (again, on average), even an adult criminal. Blumstein tentatively attributed the mid-1980s spike in violence, and the significant rise in youth gun ownership, to the combination of the crack trade -- which increased the number of sellers needed in the drug trade because the drug is short acting and addicts make more separate purchases of it -- and the mandatory minimum sentencing laws, which increased the risk to adults in the drug trade and thereby the price they required to participate in it, and the incentive therefore to use minors who are not subject to the mandatory minimums and so would work more cheaply. Osmosing from that base, guns became more common in the youthful population at large. Unintended consequences, but not so unpredictable.

A famous poster from alcohol prohibition days depicts a motherly figure with children, reading, "their security demands you vote repeal." So it did then -- so it does now.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, 2016 Drug War Killings, 2017 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, Vaping, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Pill Testing, Safer Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Kratom, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psilocybin / Magic Mushrooms, Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School