Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Anúncio: Editor Doente = Edição Curta

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Phil Smith
Após resistir a nove dias inteiros de 40 graus de calor nas planícies secas e ensolaradas de Dakota do Sul, o editor da Crônica, Phil Smith, foi acometido de um ataque de calafrios e febres no domingo à noite e diagnosticado com pneumonia na segunda de manhã. (Os médicos dizem que estão procurando muitos casos de “pneumonia de verão” que eles atribuem à onda de calor recordista.)

Como é um jornalista determinado, Smith rompeu os tubos IV do braço dele e cambaleou do seu leito hospitalar para escrever a Crônica.

Tudo bem, tudo bem, eles me aplicaram uma injeção na bunda, me deram alguns antibióticos, uma garrafa de Motrin e me deram de alta. Mas, isso atrapalhou o meu trabalho semanal nesta semana, por isso a edição curta. Não se preocupem - voltaremos na semana que vem com força total.

In Memoriam: O Pioneiro da Metadona, Vincent P. Dole

Este memorial para um grande pioneiro no tratamento da dependência química foi escrito e distribuído pelo seu amigo e colega, o Dr. Robert Newman.

O Dr. Vincent Dole (um médico interno) e a sua última esposa, Marie Nyswander, DM (psiquiatra), começaram a sua investigação conjunta da metadona com um punhado de indivíduos dependentes da heroína de longa data em 1964. Eles fizeram isso em vista das ameaças manifestas de ações civis e criminais severas dos agentes federais de narcóticos. O trabalho corajoso e pioneiro deles demonstrou que a manutenção com metadona é um tratamento medicinal de eficácia inigualável - uma descrição superlativa que é tão aplicável hoje como era há quatro décadas. Como resultado disso, bem mais de 750.000 pessoas por todo o mundo podem levar vidas saudáveis, produtivas e satisfatórias - mais de 200.000 nos Estados Unidos, estimadas 530.000 na Europa Ocidental e muitas dezenas de milhares mais na Europa Oriental, Oriente Médio, Ásia Central, Oriente Longínquo, Austrália e Nova Zelândia.

Após a transformação impressionante que eles observaram em seus primeiros pacientes, o Dr. Dole e a Drª. Nyswander continuaram fornecendo supervisão direta do primeiro programa de tratamento de manutenção com metadona no Centro Médico Beth Israel em Nova Iorque. Ao fazerem isso, eles demonstraram que era possível replicar em grande escala o sucesso terapêutico que eles alcançaram no ambiente de pesquisa pequeno e controlado do Instituto Rockefeller (agora Universidade Rockefeller). No início dos anos 1970, o Dr. Dole também foi responsável por convencer o Departamento de Correção da Cidade de Nova Iorque (na época, dirigido pelo Comissário Ben Malcolm) de que era imperativo salvar vidas e mitigar o sofrimento (houvera uma onda de suicídios na época que fora atribuída a uma suspensão grave de opiáceos). O programa de desintoxicação continua até hoje e virou um modelo para os funcionários correcionais esclarecidos em outros países.

As contribuições do Dr. Dole e da Drª. Nyswander, contudo, transcendem o impacto clínico de salvamento de vidas sobre os pacientes e os enormes benefícios associados à comunidade como um todo. Eles tiveram a presciência de criar hipóteses, anos antes do descobrimento do sistema de endorfina parecido ao da morfina no corpo humano, de que a dependência é uma enfermidade metabólica, uma doença que pode e deve ser tratada como qualquer outra doença crônica. O que foi na época uma visão brilhante da parte deles é hoje quase universalmente aceito por científicos e clínicos e continua sendo a fundação sobre a qual todas as políticas e práticas racionais no campo residem.

Quando estava na metade da sua idade octogenária, o Dr. Dole viajou a Hamburgo para estar presente na cerimônia de batismo da Rua Marie Nyswander; em menos de dez anos a Alemanha passou da ilegalização da metadona a ter mais de 60.000 pacientes sob tratamento! Os seus esforços durante os últimos anos estiveram dedicados a combater o estigma que, tragicamente, continua tão espalhado contra a doença da dependência, os pacientes e o tratamento.

Matéria: Enquanto Explode a Luta no Sul do Afeganistão, o Apoio à Produção Autorizada de Ópio Cresce

Na segunda-feira, os comandantes militares estadunidenses no Afeganistão entregaram oficialmente o controle do sul inquieto e rico em ópio do país à OTAN em meio a rumores crescentes de preocupação dos políticos europeus - a preocupação tanto com as baixas crescentes da coalizão quanto com o conhecimento de tentar processar a guerra contra as drogas e a operação antiinsurgência contra o Talibã e a Al-Qaeda ao mesmo tempo. Com uns 18.500 soldados, será a maior missão da história da OTAN, cujo resultado é duvidoso na melhor das hipóteses.

Este ano ocorreu uma alta nas batalhas no Afeganistão, com umas 1.700 mortes na violência espalhada até agora. Entre elas estão 65 soldados estadunidenses e 35 soldados da OTAN, incluindo três soldados britânicos mortos na terça-feira numa emboscada na província sulista de Helmand e mais dois mortos na quarta-feira. O ano passado, o ano mais sangrento para as forças da coalizão até agora, presenciou 29 soldados estadunidenses e da OTAN mortos, mas este ano parece que vai ser ainda mais sangrento. Apenas nos últimos três meses, 58 soldados estadunidenses e da OTAN foram mortos, 35 no sul. Do jeito que vão as coisas, estes dados provavelmente estarão desatualizados quando você ler isto.

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simpósio do Conselho Senlis
Segundo todos os informes, também tem presenciado uma alta na produção de papoulas, especialmente no sul. Apesar das palavras de provocação do Primeiro Ministro Karzai, que prometeu uma guerra santa contra a papoula, os esforços de erradicação estão conseguindo resultados confusos na melhor das hipóteses. Isso acontece porque o governo Karzai e seus partidários ocidentais são confrontados por uma multidão de fatores que militam contra o sucesso.

"O combate às drogas é contínuo, mas não muito eficaz", disse Abdul Raheem Yaseer, diretor-assistente do Centro de Estudos Sobre o Afeganistão na Universidade de Nebraska-Omaha. "A falta de capacidade do governo de ajudar os agricultores a encontrar mercados e a dificuldade de transportar os bens pelas estradas ruins são muito desencorajadoras. E agora, a área está sofrendo com a seca", disse à DRCNet. "As pessoas estavam otimistas no começo do ano com a possibilidade de vender a produção delas, então investiu o seu dinheiro e veio a seca. Agora, muitas delas dizem que não vão conseguir recuperar o dinheiro que gastaram, então estão voltando ao ópio. Eles falam abertamente. Dizem 'Temos famílias a alimentar, empréstimos a pagar, não há água, não há melhorias nas estradas'".

Yaseer apontou os diferentes fatores que impedem a erradicação. "Os senhores das drogas estiveram se beneficiando durante anos e eles lutam para manter essa renda", disse. "As fortes altas que acontecem em Cabul são todas feitas pelos senhores das drogas. Mas alguns desses senhores das drogas são membros do governo, o que complica ainda mais as coisas. Karzai fala com muita severidade sobre a erradicação, mas a realidade é bem diferente. A corrupção junto com a falta de apoio dentro do governo e do Ocidente permite que os senhores das drogas desfrutem de uma época relativamente pacífica".

Mas se o Tenente-Coronel David Richards da Grã-Bretanha, o novo comandante da OTAN no sul, conseguir o que deseja, os traficantes de drogas estão prestes a sentir a ira do Ocidente. "Estou convencido de que grande parte da violência é causada somente pelas atividades relacionadas às drogas no sul", disse Richards numa entrevista coletiva em Cabul no sábado. "O tráfico de ópio está sendo ameaçado pela expansão da OTAN no sul e eles vão lutar bastante para manter o que têm e muito do que estamos vendo não tem nada a ver com qualquer compromisso ideológico" com o Talibã, disse. "Essencialmente, durante os últimos quatro anos, algumas pessoas muito brutais estiveram desenvolvendo os seus pequenos feudos aqui e exportando grande parte do ópio ao resto do mundo. Esse mesmo tráfico malvado está sendo ameaçado pela expansão da OTAN no sul. Esta é uma causa muito nobre com a qual estamos comprometidos e temos que liberar as pessoas do flagelo desses chefes de guerra".

"A OTAN tem três objetivos", disse Yaseer. "A sua primeira prioridade é derrotar a insurgência, em segundo lugar ganhar seus corações e mentes, e, em terceiro lugar, suprimir o ópio". Mas, reconheceu, essas metas são contraditórias, dada a enorme dependência do Afeganistão da economia do ópio. De acordo com as Nações Unidas, o ópio responde por algo entre 40% e 50% da economia nacional.

E a tentativa de ir atrás de todos os três objetivos ao mesmo tempo pode levar muito vem a uma aliança mais formal entre os traficantes e os insurgentes. Os traficantes de drogas mais importantes também se alinham com o Talibã e o que Yaseer chamou de "intrusos" do Paquistão, referindo-se aos agentes da inteligência paquistanesa, o ISI, que ele disse que trabalham para impedir que o Afeganistão alcance a estabilidade. "Os senhores das drogas não querem ser controlados pelo governo afegão, então eles se aliam aos intrusos e ao Talibã e compartilham os lucros com eles. Estes intrusos do Paquistão não estão ajudando; eles estão pondo em risco os esforços contra o contrabando e a erradicação das papoulas. Quanto ao Talibã, eles poderiam ter problemas religiosos com o ópio, mas gostam do dinheiro e cooperam com os cultivadores e traficantes".

"Os senhores das drogas e os contrabandistas são tão fortes militarmente quanto o Talibã e a Al Qaeda", disse Yaseer. "Se eles se unirem de verdade, as forças da coalizão enfrentarão uma resistência grande e forte".

A entrega do comando dos estadunidenses à OTAN e o número crescente de mortos entre os soldados da OTAN está começando a chamar a atenção dos políticos europeus, alguns dos quais estão começando a pedir a adoção de um esquema do que seria a produção autorizada de ópio para o mercado medicinal legítimo. Formalmente revelada em Outubro passado em Cabul, a proposta do instituto de consultoria europeu em segurança e desenvolvimento, o Conselho Senlis, atraiu até agora apenas o apoio limitado de personagens decisivos importantes em Cabul e nas capitais do Ocidente.

Na semana passada, a Crônica da Guerra Contra as Drogas informou que alguns conservadores britânicos haviam começado a pedir a adoção da proposta do Conselho Senlis. Quando esse relatório apareceu, novos pedidos de adoção do esquema de autorização vieram do governo italiano.

"O governo italiano será um promotor tanto na Europa como no Afeganistão" do projeto de "comprar legalmente o ópio produzido no Afeganistão e usá-lo para fins medicinais", disse o vice-ministro de relações exteriores da Itália, Ugo Intini, na sexta-feira passada, enquanto conversava com os jornalistas no Senado Italiano. A meta é reduzir o tráfico ilícito de ópio e tornar os medicamentos opiáceos para a dor mais disponíveis para os países pobres em desenvolvimento, disse. A falta de medicações opiáceas nos países em desenvolvimento é "profundamente injusta", acrescentou.

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placa que lembra os jornalistas assassinados pelo Talibã no hotel em que eles se hospedaram em Jalalabad
Um político do Partido Trabalhista Britânico disse à DRCNet na quinta-feira que ele também apoiava a proposta do Conselho Senlis. "Em Helmand, a Grã-Bretanha parou de destruir os cultivos de papoulas para concentrar-se em bombardear as pessoas rumo à democracia e tentar ganhar os corações e mente usando bombas e balas", disse o Parlamentar Paul Flynn, opositor incondicional da guerra às drogas. "Os $40 milhões pagos ao governo corrupto de Karzai para compensar os agricultores pelos cultivos anteriormente destruídos nunca chegaram aos agricultores. A única maneira sensível de fazer progresso é dar autorização aos agricultores para que usem os seus cultivos de papoulas para reduzir a falta de morfina por todo o mundo".

Mas a idéia de que os EUA, que se opõem a qualquer relaxamento de qualquer lei sobre as drogas em qualquer lugar com base na ideologia, ou o governo afegão vão adotar a proposta está provavelmente equivocada, disse Yaseer. "Assim que se ouvirem as palavras 'drogas legalizadas', todos os tipos de resistências religiosas, tradicionais e outras surgem. O problema aqui é que o estado é fraco demais. Não podem controlá-lo quando é ilegal e não seriam capazes de controlá-lo se fosse legal. Já há muito ópio sem autorização; no contexto afegão, a autorização significa liberdade para cultivar mais".

Ao invés disso, disse Yaseer, o governo afegão e o Ocidente deveriam subsidiar os agricultores, procurar cultivos alternativos e permitir que o governo local estabeleça realmente o controle sobre o lugar. Mas isso não será fácil, reconheceu. Enquanto isso, as papoulas continuam florescendo, os senhores das drogas, tanto dentro como fora do governo Karzai, continuam enriquecendo, e os soldados da OTAN, os soldados estadunidenses, os insurgentes do Talibã e da Al Qaeda e os matadores dos traficantes de drogas continuam todos lutando e morrendo. E os cidadãos afegãos, a maioria dos quais gostaria nada mais que de paz e prosperidade, estão entre os maiores perdedores enquanto as balas voam e as bombas caem.

visite: A DRCNet no Afeganistão (em Inglês)

Matéria: Comitê Parlamentar Britânico Golpeia Esquema de Classificação de Drogas e Pede Sistema Baseado em Provas

O Comitê de Ciência e Tecnologia do Parlamento Britânico lançou na segunda-feira um relatório que acaba com o esquema atual de classificação das drogas da Grã-Bretanha como “opaco” e pede que seja substituído por um sistema que esteja baseado em provas científicas e reflita precisamente o prejuízo real aos usuários de drogas e à sociedade. O sistema atual “não é adequado ao seu propósito”, decidiu o relatório chamuscante.

Segundo o sistema atual, as drogas são classificadas como Classe A (heroína, cocaína), B (metanfetamina) ou C (maconha, anabolizantes), sendo que as drogas de Classe A são consideradas as mais nocivas e as da Classe C são as drogas consideradas menos nocivas. As drogas de Classe A acarretam uma sentença de sete anos de prisão por porte, as da Classe B cinco anos e as da Classe C dois anos. As vendas das drogas da Classe A podem granjear até uma sentença de prisão perpétua, enquanto que as vendas de drogas das Classes B e C podem acarretar até 14 anos. O Ministro britânico do Interior é acusado de decidir quais drogas entram naquelas classes no esquema de classificação com base em provas apresentadas pelos conselheiros, que devem ponderar os problemas causados por várias drogas e classificá-las de acordo com isso.

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comprimidos de êxtase
Não tem sido assim, concluiu o comitê no seu relatório, adequadamente intitulado "Drug Clasification: Making a Hash Of It?" [A Classificação das Drogas: Fazendo Estragos Nela?]. "Houve uma falta de consistência na maneira que algumas drogas eram classificadas no sistema A, B e C e não havia nenhuma prova sólida para respaldar o ponto de vista de que a classificação tinha um efeito dissuasivo", observou secamente o comitê enquanto lançava suas descobertas. "O Comitê também foi crítico do Conselho Acessório contra o Abuso de Drogas (ACMD), o corpo científico acessório mais importante nas políticas de drogas, chamando o seu fracasso de alertar o Ministro do Interior sobre os grandes defeitos no sistema de classificação de um 'descumprimento do seu dever'".

Apontando a recente revisão do rebaixamento da maconha da Classe B para a Classe C em 2004 contra uma batida firme de desespero dos tablóides pelos seus supostos perigos, o comitê se queixou que tais revisões deram a impressão de ser "reflexos às tempestades na mídia". O comitê também fustigou o Ministério do Interior e o ACMD por não demonstrarem que o sistema atual de classificação é eficaz e por não investirem na pesquisa sobre a dependência.

"O sistema atual de classificação está cheio de anomalias e claramente não é adequado ao seu propósito", disse o presidente do comitê, o Parlamentar Phil Willis, numa declaração que acompanhou o lançamento do relatório. "Pelo que temos visto, a abordagem do Ministério do Interior e do ACMD à classificação parece ter estado baseada em particularidades e conservadorismo. É óbvio que há uma necessidade urgente de uma revisão total do sistema de classificação, como prometido pelo Ministro do Interior anterior. Todos nós sabemos que o atual Ministro do Interior está ocupado com outras coisas, mas isso não é pretexto para tentar ignorar esta questão".

Se a Grã-Bretanha quiser um sistema racional de classificação das drogas que funcione, disse Willis, deve se esquecer de usá-lo para punir as pessoas por usarem drogas das quais o governo não gosta. "A única maneira de conseguir um sistema preciso e atualizado de classificação é retirar a relação com as penas e se concentrar somente no prejuízo. Esse deve ser não apenas o dano ao usuário, mas o dano definido pelas conseqüências sociais também", explicou o presidente do comitê. "Chegou a hora de incluir uma abordagem mais sistemática e científica à classificação das drogas - como podemos informar os jovens se o que dizemos não está baseado em provas?"

O relatório também pede a inclusão do álcool e do tabaco em qualquer novo esquema de classificação das drogas e sugere que devam ser classificados como drogas mais perigosas do que o êxtase. Também atacou a classificação de diversas drogas de parte do governo. Com os cogumelos psicodélicos, o governo os reclassificou administrativamente como drogas perigosas de Classe A, evitando assim a consulta com o ACMD. Essa jogada "transgrediu o espírito do Ato de Abuso de Drogas [Misuse of Drugs Act] e não deu ao ACMD a chance de ponderar as provas apropriadamente".

O relatório do comitê criticou o ACMD por não se pronunciar sobre a questão dos cogumelos, dizendo que não se pronunciar "solapou a sua credibilidade". O relatório também repreendeu o ACMD por nunca revisar o status do êxtase, o qual malclassifica atualmente junto com as drogas mais perigosas e nocivas.

O DrugScope, o importante instituto britânico de consultoria em políticas de drogas, deu as boas-vindas ao pedido do comitê de reavaliação do sistema de classificação. "O Ato de Abuso de Drogas já tem mais de 30 anos e a cena de drogas no Reino Unido mudou até ficar irreconhecível desde então", disse o diretor do DrugScope, Martin Barnes, numa declaração saudando o lançamento do relatório. "Também é verdade que algumas das decisões acerca de colocar certas drogas dentro da Lei, como o êxtase e os cogumelos frescos, não suportam muito escrutínio científico. É importante que a Lei adapte mais precisamente as sanções penais ao risco total das drogas à sociedade. Tal revisão foi prometida pelo Ministério do Interior em Janeiro, mas não ouvimos nada sobre isso desde então", repreendeu Barnes.

Mas o DrugScope recusou algumas das críticas feitas contra o ACMD no relatório. "Pode ser que o ACMD pudesse ter sido mais pró-ativo a respeito da classificação das drogas, mas os seus muitos relatórios têm ajudado a moldar o sistema de tratamento químico no Reino Unido", disse Barnes. "Em particular, a sua recomendação sobre a oferta de agulhas e seringas aos consumidores de heroína nos anos 1980 pode ter salvo o Reino Unido de uma enorme epidemia de HIV/AIDS".

A Rethink, uma importante organização da saúde mental, usou a emissão do relatório para clamar por mais informações sobre as relações entre a maconha e a doença mental. O Diretor de Relações Públicas da Rethink, Paul Corry, disse: "Em qualquer debate sobre a classificação da cannabis, a principal preocupação da Rethink é a de que o governo faça promessas de conscientizar o público acerca dos riscos à saúde mental do consumo de cannabis", disse numa declaração na segunda-feira. "A Rethink está preocupada com a falta de progresso a respeito desta questão crítica de saúde pública. Sabemos que os usuários jovens, os usuários de longa data e as pessoas com antecedentes familiares de saúde mental também têm um alto risco de desenvolver psicose do fumo de cannabis - o problema é que eles não sabem disso porque o governo não cumpriu a sua promessa", debateu Corry.

O grupo britânico de reforma, a Fundação Transform Drug Policy, também lançou uma declaração dando as boas-vindas ao relatório. "A Transform saúda o fato de que o comitê tenha aceitado a crítica geral do sistema de classificação em vez de se meter num debate sem sentido sobre por que cada droga está em determinada classe", disse o funcionário de informação da Transform, Steve Rolles. "A questão mais importante em jogo aqui é a de que todo o sistema de classificação está baseado na ideologia da guerra às drogas, não tem nenhuma base científica e faz o contrário do que pretende fazer. Gostaríamos de ver isto como um prelúdio a um inquérito mais considerável da base de provas para a criminalização das drogas por si".

Rolles também ecoou os pedidos de ação de parte do Ministro do Interior. "Também esperamos que o Ministério do Interior retome agora a sua consulta acerca da classificação das drogas anunciada pelo então Ministro do Interior, Charles Clarke, no início deste ano, como recomendado especificamente pelo comitê", disse. "O documento de consulta estava pronto para ser publicado, mas parece ter sido ignorado pelo novo Ministro do Interior. A crítica decrescente do Comitê Seleto torna esta consulta prometida do Ministério do Interior muito mais urgente".

Os tories estão usando o relatório para golpear as políticas de drogas do Partido Trabalhista e assumir a faixa do "perigo da maconha". O Subsecretário do Interior, Edward Garnier, lançou rapidamente uma declaração que buscava vantagem política. "Estudaremos o Relatório do Comitê Seleto minuciosamente, mas o que é e tem sido aparente durante algum tempo é a falta de clareza nas políticas deste governo contra as drogas ilegais", acusou Garnier. "O rebaixamento da cannabis enviou o recado de que ela era bem inofensiva e terá incentivado os jovens a usá-la. É vital que tomemos medidas fortes e eficazes advertindo as crianças sobre os perigos das drogas sem nenhuma confusão".

Até agora, o Partido Trabalhista ficou quieto, mas o Parlamentar Trabalhista Paul Flynn, disse à DRCNet que ele achou o relatório do comitê um paliativo útil para a politização das políticas de drogas. "Categorizar as drogas em 1971 significava ser a bala de prata para cortar o consumo de drogas. Naquele momento, havia 1.000 dependentes; agora, há 280.000", observou. "Mas, todos os partidos políticos ainda se agarram a esta bala votando em 2005 a favor da loucura que classificava os cogumelos juntamente com a heroína e deixa o álcool e a nicotina fora da classificação. Obrigado ao comitê de ciência por um sopro de sensatez".

Com a publicação do relatório do comitê, a Grã-Bretanha avançou um passo rumo ao sistema racional e provado de classificação das drogas. O sistema estadunidense de classificação das drogas é similarmente irracional, colocando, por exemplo, a maconha e o LSD na mesma categoria que a heroína, mas não há nenhum sinal de qualquer abordagem científica por aqui.

Feature: South Dakota Medical Marijuana Patient Sues Attorney General Over Bad Ballot Summary Language

South Dakota Attorney General Larry Long (R) has his hands full this week as roughly half a million bikers cram into the small town of Sturgis for the 66th Annual Black Hills Motorcycle Rally. The normally placid area has already seen two motorcyclist deaths in accidents, one murder, and a shootout between members of the Hell's Angels and Outlaws biker gangs that left five people wounded. And that's with things just getting underway.

But Attorney General Long has another problem this week, and he can't blame this one on the bikers. Medical marijuana patient Valerie Hanna, chief spokesperson for South Dakotans for Medical Marijuana, filed a suit against him Wednesday in the state capital, Pierre. The lawsuit charges that his description of the group's medical marijuana initiative is so unfair and inaccurate that it violates state law.

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The tightly written measure, based largely on neighboring Montana's successful 2004 initiative, allows seriously ill patients to possess up to one ounce of usable marijuana and six plants if they have a doctor's recommendation and have registered with the state and obtained an identification card. Patients who comply with those rules would be protected from arrest and prosecution by state authorities. The measure also allows patients to designate a caregiver to grow marijuana for them. It creates protections for doctors who advise their patients that the benefits of using marijuana outweigh the risks, and it imposes restrictions on public use and driving under the influence.

Under South Dakota law, the state attorney general is charged with writing descriptions of all measures appearing on the ballot. Under the law, the ballot description must be an "objective, clear, and simple summary" of the measure. The attorney general's summary is the only description of the initiative voters will see when they cast their ballots in November.

Long didn't get off to a good start. Before he even got to the ballot summary itself, he decided to change the very name of the measure. Known from the beginning and filed with the state as "An act to provide safe access to medical marijuana for certain qualified persons," Long decided it would be better titled as "An Initiative to authorize marijuana use for adults and children with specified medical conditions." The complete text of his ballot explanation is as follows:

Currently, marijuana possession, use, distribution, or cultivation is a crime under both state and federal law. The proposed law would legalize marijuana use or possession for any adult or child who has one of several listed medical conditions and who is registered with the Department of Health. The proposed law would also provide a defense to persons who cultivate, transport or distribute marijuana solely to registered persons. Even if this initiative passes, possession, use, or distribution of marijuana is still a federal crime. Persons covered by the proposed law would still be subject to federal prosecution for violation of federal drug control laws. Physicians who provide written certifications may be subject to losing their federal license to dispense prescription drugs.

"This is just wrong," said Hannah. "The attorney general is making it sound like doctors could be prosecuted and children would have access to marijuana. We filed this lawsuit to force him to act within the law and treat this ballot measure fairly," she told Drug War Chronicle.

"The legal brief filed today lays out in chapter and verse how deeply messed up that ballot language is," said Bruce Mirken, communications director for the Washington, DC-based Marijuana Policy Project, which financed signature-gathering for the initiative and intends to protect its investment. "What the attorney general did in his summary is absolutely illegal. The state law is quite clear that he is supposed to prepare a brief, accurate, factual summary of an initiative, not provide a bunch of speculation and conjecture," he told the Chronicle. "For all practical purposes, this is an editorial against the initiative. That an inaccurate and misleading summary is the last thing voters will see is just outrageous."

The South Dakota Attorney General's office did not return Drug War Chronicle calls asking for an explanation of the ballot language or comment on the lawsuit.

An accurate explanation of the measure will be critical in South Dakota, a socially conservative state dominated by conservative politicians who have never met a drug war they didn't like -- or a medical marijuana claim that they did. Medical marijuana bills have died a lonely, ignominious death in the state legislature, and the state courts passed on an opportunity to allow medical marijuana users to raise a medical necessity defense. South Dakota is a state where people actually are sentenced to jail time for possession of small amounts of marijuana, and it has "internal possession" laws that allow prosecutors to pile yet another charge on anyone they catch.

"For medical marijuana users here, the fear is real," said Harper, a nurse and 10-year veteran of the armed forces who was exposed to nerve gas while serving in the Gulf War and has been using marijuana to alleviate her symptoms for the past six years. "I smoke three times a day, and my body can be used to convict me. It's already happened once. I was pulled over for speeding on the way to the VA hospital and I had enough marijuana for a two-day supply," she related. "They charged me with both possession and internal possession and I had to pay $500. That's how it is for patients around here. You take money from sick patients or you waste money throwing sick patients in jail."

Harper isn't the only medical marijuana patient who is afraid, but, given the repressive atmosphere in South Dakota, it is not surprising that she is one of the few willing to speak out. A Huron resident and cancer patient who is using marijuana to alleviate nausea related to chemotherapy told the Chronicle he would like to speak out, but feared drawing attention to himself. "I've already been busted for this," he said. "I don't want to get raided again."

If that patient is to win the protection that would be afforded by the South Dakota medical marijuana initiative, the least he deserves is a level playing field when it comes to the ballot language. South Dakota Attorney General Long has yet to demonstrate he is willing or able to do that. Now, initiative organizers and medical marijuana patients are looking to the courts to make him do his job.

Feature: Signature Drive for Portland "Lowest Priority" Marijuana Initiative Falls Short

Voters in Portland, Oregon, will not be voting this November on an initiative that would have made marijuana the lowest law enforcement priority for city police and prosecutors. Despite spending nearly $100,000 in an effort to gather enough signatures to qualify for the ballot, initiative organizers came up short.

Sponsored by Citizens for a Safer Portland with financial backing from the Washington, DC-based Marijuana Policy Project, the initiative would have created a city ordinance defining marijuana law enforcement as the lowest police priority and would have barred city law enforcement from accepting state or federal funds to enforce the marijuana laws. It would also have created a civilian oversight committee to monitor compliance by law enforcement and would have required Portland police and prosecutors to make periodic reports on marijuana arrests and prosecutions.

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marijuana bust near the Portland suburb Wilsonville
Portland was to have been the largest of a number of West Coast cities to challenge the marijuana laws. Still, similar efforts are alive and well in four California cities, outright legalization is on the ballot in Nevada, and it looks like voters in Colorado will also have a chance to vote for marijuana law reform.

"It is a disappointment," said MPP communications director Bruce Mirken. "I haven't seen any sort of post-mortem that would say clearly what went wrong, but you can't be happy about investing in a project and not succeeding. The bright side is a number of these initiatives did succeed in getting on the ballot in other places," he told Drug War Chronicle.

Portland initiative organizers needed to turn in 26,691 valid signatures to qualify for the ballot. The group managed to gather just over 40,000 signatures, but by the time it scrubbed the list for duplicates and invalid signatures, they were down to 31,523. But then the city threw out several hundred sheets containing nearly 4,500 signatures because signature-gatherers had initialed the sheets instead of signing them with their full names. By then, the signature count had dwindled to 27,174, so when a city election office random sample of the remaining signatures showed about one-third invalid signatures, organizers conceded defeat.

"That matched with our internal validity checks," said Citizens for a Safer Portland's Chris Iverson. "That meant there was no way we could make it; we were only about two-thirds of the way there," he told Drug War Chronicle.

Iverson said the failure to get the required signatures was a combination of organizer error and a hostile local election machinery. "We made some mistakes along the way," he conceded right off the bat. "When we first started, we didn't budget for duplicates and out-of-Portland signatures because I had no idea there would be so many. If we had been through this before, we would have been aware of this," Iverson said.

"We had 4,500 signatures thrown out for what they call circulator error," Iverson complained. "Here in Oregon, we have very strict rules. If they can't read the circulator's signature on the page, they go to a voter registration database. If they can't match the signatures, they throw out the whole page. We had two people who each did hundreds of sheets, and their sheets were thrown out because they used shorthand versions of their names," he explained. "We thought because we had official documents, we would be okay, especially because they had allowed it in the past with other campaigns. But they said they would not count them because they weren't an exact match."

Such official inflexibility thwarts the democratic impulse, Iverson said. "These kind of rulings are unfair and anti-democratic," he said. "A lot of initiative campaigns here are having problems with this rule."

Iverson and Citizens for a Safer Portland may be bloodied, but they are unbowed. "This initiative helped bring together people who would never have sat foot in the same room before, and we are ready to get ready for the next project. I've been an activist for 15 years, and I consider myself a professional campaigner. Professional campaigners don't make the same mistakes twice."

Iverson wants to help others avoid making the same mistakes too -- he is putting together a package of questions that would-be initiative organizers should address before moving forward with a campaign.

Methamphetamine: Tennessee Judge Throws Out Manufacture Precursor Cases

Last year, Tennessee adopted a law restricting the purchase of over-the-counter cold and allergy medications containing pseudoephedrine as part of an effort to rein in home cooking of the popular stimulant methamphetamine. The law limited purchases to no more than nine grams of pseudoephedrine in a 30-day period.

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meth lab
Police in East Tennessee's Marion County collected pharmacy records of pseudoephedrine purchases and compared them to lists of people previously arrested for cooking meth, then used those records to arrest more than 80 people in April on charges of promoting methamphetamine manufacture. At least 30 of them were accused of making multiple pseudoephedrine purchases that put them over the nine-gram limit. But now a judge has ruled that local prosecutors were misinterpreting the new law.

In an August 3 ruling, Circuit Court Judge Thomas Graham threw out cases against 30 defendants, saying that he read the law to mean that prosecutors cannot use multiple purchases to argue someone exceeded the nine-gram rule. "It is clear that since none of the purchases in these cases exceeded nine grams, the state simply cannot legally make a promotion case as to any of these defendants," he wrote. The law must apply to only a single purchase if it is to withstand a constitutional challenge for vagueness, he wrote.

Graham apparently listened to Public Defender Phil Condra, who argued in a June hearing that the law puts innocent consumers at risk because its vagueness allows police too much discretion in making arrests. Condra suggested that people could end up being arrested for buying match books or coffee filters or other common items that can be used in meth manufacture.

In an earlier filing, assistant Tennessee attorney general Preston Shipp scoffed at the notion. There was "no possibility of conviction of an innocent person who purchases, as the defendant suggests, two packages of coffee filters, with neither knowledge that it will be used to produce methamphetamine nor reckless disregard of its intended use," he wrote. But that wasn't enough to convince Judge Thomas.

The Associated Press reported Tuesday that the Tennessee attorney general's office will challenge the ruling. According to David McGovern, an assistant district attorney general for the 12th Judicial District, prosecutors will argue that the law applies to the "aggregate amount. We think it reads a little broader."

Medical Marijuana: AFSCME Endorses Medical Marijuana

The American Federation of State, County and Municipal Employees (AFSCME), the country's largest public service workers' union, passed a resolution endorsing medical marijuana at its national convention in Chicago Tuesday. AFSCME thus becomes the latest major civic organization to advocate for access to therapeutic cannabis.

Passed on an overwhelming voice vote by convention delegates, the resolution notes that marijuana has been shown to effectively treat illnesses such as cancer, multiple sclerosis, HIV/AIDS, glaucoma, Crohn's disease, chronic pain, and the side effects of medical treatments for these illnesses. And here's the bottom line: "Therefore, be it further resolved that AFSCME endorse and support legalization of medical marijuana for appropriate medically indicated ailments, including but not limited to AIDS, HIV, cancer, arthritis, etc."

AFSCME represents some 1.4 million American workers in both the public and private sectors, including bus drivers, child care providers, custodians, librarians, and other state, local, and federal government employees. Of particular relevance to drug policy issues, AFSCME also represents nurses and corrections officers. Some 6,000 delegates are meeting all week in Chicago for the union's 37th annual convention.

"Our efforts to protect medical marijuana patients from arrest are gaining new momentum every day," said Aaron Houston, director of government relations for the Marijuana Policy Project in Washington, DC. "This year alone, we've seen such new supporters as the Presbyterian Church (USA), Citizens Against Government Waste, and now AFSCME. With support this broad and growing this fast, it's no surprise we saw record support in the US House of Representatives this year, and we expect to keep building this large and powerful coalition."

Búsqueda en la Red

Nightline comete un enorme equívoco con el informe de aprehensión del khat - ellos realmente lo comparan con la metanfetamina (¡!) - un café con una o dos dosis de espresso podría ser una comparación más adecuada - y dice que el cartel estaba relacionado con el terrorismo aun a pesar de que los oficiales dijeron que estaban apenas investigando si eso podía haber pasado

Tony Papa desbanca el informe contra la Reforma de la Ley Rockefeller del fiscal, en el Newsday de Long Island

La sección electrónica de DrugSense sobre las campañas electorales de los reformadores de las políticas de drogas

Nuevo audio de la red radiofónica DrugTruth

Ex Sheriff Earl Barnett, experto en marihuana Chris Conrad, Perspectiva Negra II, la Verdad Oficial del Gobierno

El informe de Radley Balko sobre el abuso del equipo de la SWAT para el Instituto Cato, Perspectiva Negra I, Terry Nelson de LEAP, la Historia de Policías Corruptos, Poppygate, Drug War Facts.

Semanal: El Calendario del Reformador

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De 05 a 06 de Agosto, Spokane, WA, Festival del Cáñamo de Spokane, visite http://www.spokanehempfest.com para más informaciones.

09 de Agosto, 14:00, Vancouver, CB, Canadá, Foro Público Sobre el Tratamiento con Metadona. Auspiciado por la Asociación de Consumidores de Metadona de Columbia Británica, en la Biblioteca Pública de Vancouver, Main Branch, 350 West Georgia, en la Sala Peter Alma, aperitivos, abierto al público. Para más informaciones, contacte a Ann por el (604) 719-5313 o la VANDU por el (604) 683-606.

De 19 a 20 de Agosto, Seattle, WA, Festival del Cáñamo de Seattle, visite http://www.hempfest.org para más informaciones.

26 de Agosto, 13:00-16:20, Huntington Beach, CA, Marcha Contra la Guerra Fracasada Contra las Drogas, auspiciada por The November Coalition y por la NORML Comarca de Orange. En el Muelle de Huntington Beach, 315 Pacific Coast Highway, llame al (714) 210-6446, e-mail [email protected] o [email protected] o visite http://www.ocnorml.org para más informaciones.

De 01 a 04 de Septiembre, Manderson, SD, Quinto Festival Anual de Cáñamo de Lakota. En el Parque Kiza, a 5km hacia el norte de la ciudad, visite http://www.hemphoedown.com para más informaciones.

23 de Septiembre, 13:00-16:20, San Clemente, CA, Marcha Contra la Guerra Fracasada Contra las Drogas, auspiciada por The November Coalition y por la NORML Comarca de Orange. En el Muelle San Clemente, Avenida del Mar, llame al (714) 210-6446, e-mail [email protected] o [email protected] o visite http://www.ocnorml.org para más informaciones.

De 07 a 08 de Octubre, Madison, WI, 36o Festival Anual de la Cosecha de Cáñamo del Gran Medio Oeste, auspiciado por la NORML Madison. En Library Mall, centro, visite http://www.madisonnorml.org para más informaciones.

De 28 a 29 de Octubre, 11:00-19:00, San Francisco, CA, “Segundo Festival Anual de las Maravillas del Cannabis”, fiesta caritativa para la Cannabis Action Network y Green Aid, recibida por Ed Rosenthal. En el Salón de las Flores, parque Golden Gate, entrada individual $20, para mayores de 18 años, contacte a Danielle por el (510) 486-8083 o [email protected] para más informaciones.

De 09 a 12 de Noviembre, Oakland, CA, “La Salud del Usuario de Drogas: La Política y el Personal”, 6ª Conferencia Nacional de Reducción de Daños. Auspiciada por la Harm Reduction Coalition, para más informaciones visite http://www.harmreduction.org/6national/ o contacte Paula Santiago por el [email protected].

De 17 a 19 de Noviembre, Washington, DC, Conferencia Internacional y Taller de Entrenamiento del Students for Sensible Drug Policy. En la Facultad de Derecho de la Universidad Georgetown, incluyendo a oradores, sesiones de entrenamiento, un día de presión y más. Más informaciones serán publicadas pronto en http://www.ssdp.org.

01 de Diciembre, 18:30, Nueva York, NY, Primera Cena/Fiesta Caritativa Anual para In Arms Reach: Parent Venid Bars: Children in Crisis, con el ex defensor del New York Giants, Carl Banks. En el Gran Salón de Actos de la Universidad Municipal, llame al (212) 650-5894 para más informaciones.

De 01 a 03 de Febrero, 2007, Salt Lake City, UT, “Ciencia y Respuesta: 2007, La Segunda Conferencia Nacional Sobre la Metanfetamina, el VIH y la Hepatitis”, auspiciada por el Harm Reduction Project. En El Hilton City Center, visite http://www.methconference.org para más informaciones

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09 de Agosto, 14:00, Vancouver, CB, Canadá, Foro Público Sobre el Tratamiento con Metadona. Auspiciado por la Asociación de Consumidores de Metadona de Columbia Británica, en la Biblioteca Pública de Vancouver, Main Branch, 350 West Georgia, en la Sala Peter Alma, aperitivos, abierto al público. Para más informaciones, contacte a Ann por el (604) 719-5313 o la VANDU por el (604) 683-606.

De 19 a 20 de Agosto, Seattle, WA, Festival del Cáñamo de Seattle, visite http://www.hempfest.org para más informaciones.

26 de Agosto, 13:00-16:20, Huntington Beach, CA, Marcha Contra la Guerra Fracasada Contra las Drogas, auspiciada por The November Coalition y por la NORML Comarca de Orange. En el Muelle de Huntington Beach, 315 Pacific Coast Highway, llame al (714) 210-6446, e-mail [email protected] o [email protected] o visite http://www.ocnorml.org para más informaciones.

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De 28 a 29 de Octubre, 11:00-19:00, San Francisco, CA, “Segundo Festival Anual de las Maravillas del Cannabis”, fiesta caritativa para la Cannabis Action Network y Green Aid, recibida por Ed Rosenthal. En el Salón de las Flores, parque Golden Gate, entrada individual $20, para mayores de 18 años, contacte a Danielle por el (510) 486-8083 o [email protected] para más informaciones.

De 09 a 12 de Noviembre, Oakland, CA, “La Salud del Usuario de Drogas: La Política y el Personal”, 6ª Conferencia Nacional de Reducción de Daños. Auspiciada por la Harm Reduction Coalition, para más informaciones visite http://www.harmreduction.org/6national/ o contacte Paula Santiago por el [email protected].

De 17 a 19 de Noviembre, Washington, DC, Conferencia Internacional y Taller de Entrenamiento del Students for Sensible Drug Policy. En la Facultad de Derecho de la Universidad Georgetown, incluyendo a oradores, sesiones de entrenamiento, un día de presión y más. Más informaciones serán publicadas pronto en http://www.ssdp.org.

01 de Diciembre, 18:30, Nueva York, NY, Primera Cena/Fiesta Caritativa Anual para In Arms Reach: Parent Venid Bars: Children in Crisis, con el ex defensor del New York Giants, Carl Banks. En el Gran Salón de Actos de la Universidad Municipal, llame al (212) 650-5894 para más informaciones.

De 01 a 03 de Febrero, 2007, Salt Lake City, UT, “Ciencia y Respuesta: 2007, La Segunda Conferencia Nacional Sobre la Metanfetamina, el VIH y la Hepatitis”, auspiciada por el Harm Reduction Project. En El Hilton City Center, visite http://www.methconference.org para más informaciones

Semanal: Esta Semana en la Historia

04 de Agosto de 1996: En medio de una temporada electoral que incluye a la iniciativa de marihuana medicinal de California, la Prop. 215, los agentes estaduales de narcóticos, a mando del Fiscal General de California, Dan Lungren, allanan el Cannabis Buyers' Club de San Francisco.

05 de Agosto de 2004: En una carta abierta en el Seattle Post-Intelligencer intitulada "War on Drugs Escalates to War on Families" [La Guerra Contra las Drogas Se Vuelve la Guerra Contra las Familias], Walter Cronkite llama la guerra contra las drogas de "desastrosa" y de un "fracaso" y da una plétora de razones para terminarla inmediatamente.

06 de Agosto de 1990: Robert C. Bonner es juramentado como administrador de la Administración de Represión a las Drogas (DEA). Bonner había sido juez federal en Los Ángeles. Antes de volverse juez, Bonner trabajó como fiscal de la unión de 1984 a 1989.

06 de Agosto de 2004: El Noveno Circuito ordena la puesta en libertad, aguardando recurso, de Bryan Epis, que había sido condenado por conspiración para cultivar 1.000 plantas de marihuana en un juicio federal en el cual el jurado no tuvo permiso para escuchar que él era un activista pro marihuana medicinal.

07 de Agosto de 1997: El New England Journal of Medicine opina, "Virtualmente, nadie cree que sea razonable iniciar proceso criminal de pacientes con cáncer o SIDA que usan marihuana bajo consejo de sus médicos para ayudarles durante el tratamiento médico convencional para sus enfermedades".

08 de Agosto de 1988: Se establece el récord doméstico de aprehensión de marihuana (aún en vigor hoy día) -- 176ton657kg302g en Miami, Florida.

08 de Agosto de 2001: Durante su tercer mandato en el Congreso, Asa Hutchinson es señalado por el Presidente Bush como administrador jefe de la Administración de Represión a las Drogas (DEA).

09 de Agosto de 1990: Doscientos Guardias Nacionales y agentes de la Agencia de Administración Territorial conducen un allanamiento antimarihuana llamado Operación Barredura Verde [Operation Green Sweep] en un área federal de conservación en California conocida como King Ridge. Los habitantes locales entran con una acción de $100 millones, afirmando que los agentes federales invadieron ilegalmente su propiedad, los arrestaron equivocadamente y los asediaron con sus helicópteros de vuelos rasantes y armas cargadas.

Búsqueda en la Red

"How Legalizing Drugs Will End the Violence" [Cómo Legalizar las Drogas Terminará la Violencia], el ex comandante de la policía de Seattle, Norm Stamper, para Alternet

Cultural Baggage con el Prof. Arnold Trebach, autor de "Fatal Distraction - Drug War in a time of Islamic Terror" [Distracción Fatal - La Guerra a las Drogas en una época de Terror Islámico] y también Name Drug, Terry Nelson, Black Perspective II, Poppygate, Official Govt Truth

Century of Lies con Dean Kuipers, autor de "Burning Rainbow Farm" [Quemando la Hacienda Arco Iris], bien como Terry Michael del Washington Center for Politics & Journalism, Black Perspective I, la Historia de Policías Corruptos de DRCNet.

DrugScience.org, página web actualizada de la petición de Reclasificación del Cannabis y hogar futuro del Boletín de Reforma de las Políticas de Cannabis

Los documentos judiciales, caso federal de interdicto del Multi-Denominational Ministry of Cannabis and Rastafari

Latinoamérica: Nuevo Informe Dice que la Producción Colombiana de Cocaína Es Seriamente Subestimada

"Durante largo tiempo, las estadísticas sobre la erradicación de cultivos ilícitos han estado equivocadas. Es increíble que nadie haya percibido que Colombia produce mucho más cocaína que lo que dicen los informes", dijo el Vicepresidente Francisco Santos en Junio.

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erradicación: mucho dolor, pocas ganancias
Él estaba contestando al lanzamiento del informe sobre la producción de cocaína de su país conducido por los EE.UU., la ONU y los expertos colombianos a pedido del gobierno colombiano. Ahora, el semanario colombiano Cambio ha publicado un artículo con base en ese informe, y el resto de nosotros pudo comprender qué quería decir Santos.

De acuerdo con el informe la ONU, los EE.UU. y la Policía Nacional Colombiana han subestimado seriamente la producción total de cocaína en el país, que actualmente es el principal productor de cocaína del mundo. La estimativa de la policía colombiana fue de 497 toneladas en 2005, en tanto que los EE.UU. estimaban 545 toneladas y la ONU estimaba 640 toneladas. Pero los autores de este informe más reciente estiman que la producción de cocaína el año pasado fue en verdad de desconcertantes 776 toneladas, o casi el doble de las estimativas de los EE.UU. o de la policía colombiana.

Los colombianos llevaron a cabo el nuevo sondeo tras percibir que a pesar de las redadas masivas de toneladas de cocaína, el precio de la droga seguía estable. Los investigadores visitaron a 1.400 cocaleros y realizaron testes en más de 400 plantaciones. Ellos descubrieron que los cultivadores habían mejorado sus técnicas de cultivo y que ahora eran capaces de producir no cuatro cosechas por año, sino seis.

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paquetes de cocaína (fuente: la DEA de los EE.UU.)
De acuerdo con Cambio, "Eso explicaba por qué las estrategias designadas para confrontar el fenómeno no han producido los resultados esperados y el tráfico de drogas está floreciendo tanto o más que antes".

Los resultados de pesquisa plantearon cuestiones sobre la eficacia del programa muy criticado de fumigación aérea financiado por los Estados Unidos. Los funcionarios colombianos y estadounidenses habían sugestionado que la falta de resultados de la fumigación de herbicidas pasaba porque los traficantes tenían grandes provisiones de cocaína almacenadas. "Sin lugar a dudas, ése es un gran error", le dijo el subdirector de la policía antidroga colombiana, Carlos Medina, a Cambio. "Los narcotraficantes no necesitan almacenar cocaína porque el mercado exige más y más coca".

Los EE.UU. tienen cerca de $5 billones invertidos en esta farsa hasta ahora. No hay como no preguntarse cuando los políticos en Washington se darán cuenta de todos aquellos dólares de impuestos tirados por la ventana.

Marihuana: Festival del Cáñamo de Seattle Procesa la Ciudad y el Museo de Arte por Autorización y Acceso

¿Quién pensaría que los organizadores del Festival del Cáñamo de Seattle, el mitin pro reforma de la legislación sobre la marihuana más grande del mundo, tendrían que entrar con una acción legal contra la ciudad progresista de Seattle y uno de sus museos de arte? Pero eso es exactamente lo que pasó el lunes, cuando el Festival del Cáñamo anunció que iba a procesar a la ciudad por su fracaso en procesar la solicitación de autorización oportunamente y por no tratar de los problemas de transporte y acceso causados por las obras en el Museo de Arte de Seattle.

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el Festival del Cáñamo de Seattle de 2005
El Festival del Cáñamo sucede todos los años en el Parque Myrtle Edwards, una franja angosta de tierra junto a Puget Sound al norte del centro de Seattle. El acceso al parque es limitado y las obras corrientes en el Museo de Arte de Seattle en su Parque de Escultura Olímpica dejan apenas un punto de acceso de 4,2 metros de ancho para una estimativa de 150.000 personas que comparecerán durante los dos días de eventos del Festival del Cáñamo.

Los organizadores del Festival dicen que se están quedando sin tiempo y no pueden más esperar autorizaciones y la resolución de la cuestión del acceso. La solicitación de autorización para el evento fue hecha el 03 de Enero y la ciudad debería haber contestado dentro de 60 días, pero aún no ha hecho eso. Tampoco ha logrado un plan de transporte que trate de la cuestión crucial del acceso.

"Desde el último otoño de 2005, el Festival del Cáñamo se ha estado reuniendo regularmente con el Museo de Arte de Seattle (SAM) y los funcionarios municipales para resolver todos los problemas y permitir espacio adecuado para el acceso de los transeúntes, así como el acceso de policías y bomberos. La seguridad pública es una alta prioridad para el Festival", dijeron los organizadores en un comunicado de prensa anunciando la acción. "La construcción del Parque de Escultura Olímpica arriesga poner en peligro la seguridad pública y privar el uso público de un parque importante", dijo Vivian McPeak, Director Ejecutivo del Festival del Cáñamo de Seattle y demandante. "Tras meses de negociaciones con la Ciudad y el SAM, tengo confianza de que hay espacio tanto para el Parque de Escultura como para el Festival del Cáñamo", añadió.

Los organizadores fueron rápidos en clarificar que el Festival del Cáñamo va a ocurrir. Punto. El evento de este año, programado para el 19 y 20 de Agosto, cuenta con docenas de números musicales y oradores. La selección de este año incluye al ex Comandante de la Policía de Seattle, Norm Stamper, y el Presidente del Consejo Municipal de Seattle, Nick Licata (sin mencionar el director-adjunto de DRCNet, David Guard). Centenas de expositores venderán artículos de cáñamo y docenas de organizaciones, incluyendo a la ACLU, la NORML y la DRCNet, reclutarán para sus organizaciones y defenderán al fin de la guerra a las drogas.

Reducción de Daños: Secretaría Antidroga Se Opone a Permitir que Usuarios de Heroína Accedan a Antídoto para Sobredosis

Cuando los usuarios de heroína alrededor de Filadelfia empezaron a tener sobredosis con la droga mezclada con fentanil, un poderoso opiáceo sintético, un grupo local de reducción de daños empezó a trabajar con un médico favorable a proporcionarles a los adictos prescripciones para naloxona (marca Narcan). El Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas cree que ésa es una mala idea.

En muchas ciudades, los paramédicos llevan Narcan con ellos, pero cuando llegan en la escena, puede ser demasiado tarde, explicó Casey Cook, directora ejecutiva de Prevention Point Philadelphia, el grupo que administra el programa de trueque de jeringas de la ciudad. "Si la gente tiene que fiarse en los paramédicos, más a menudo que no, la sobredosis va a ser fatal, sólo en razón del tiempo para llegar allí", le dijo ella a la Associated Press en entrevista el viernes pasado.

Pero el gabinete del secretario antidroga está preocupado que dar a los adictos el medio de sobrevivir a una sobredosis probaría ser "desinhibidor", de la misma forma que los conservadores sociales debaten que proporcionar condones a los adolescentes para impedir la preñez y las enfermedades los "desinhibe" de seguir abstinentes. El ONDCP no quiere dar la apariencia de perdonar el consumo de drogas. "Nosotros no queremos enviar el mensaje de que hay una manera segura de usar heroína", le dijo la vocera del ONDCP, Jennifer DeVallance, a la AP.

Hubo unas 16.000 muertes relacionadas con las drogas informadas en 2002, la vasta mayoría de ellas involucrando tanto la heroína como los opiáceos prescriptibles, y por lo menos 400 personas han muerto en la onda de sobredosis de heroína relacionada con el fentanil en los últimos meses. Es mejor que se mueran que la gente crea que la heroína es segura, ¿eh?

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Otro sherif que no pudo resistir a la tentación, otro policía traficante de drogas y algo huele muy mal en un destacamento antidroga de Mississippi. Más otra semana en la guerra a las drogas. Vamos a ello:

En Adel, Iowa, el sherif de la Comarca de Dallas fue acusado el 28 de Julio de robar $120.000 en dinero de drogas confiscado. De acuerdo con la WHO-TV en la vecina Des Moines, el Sherif Brian Gilbert es acusado de ratear un paquete de dinero en una aprehensión de $900.000. Gilbert tomó la plata de la escena y, segundo consta, se fue a su casa de camino a la comisaría. Cuando llegó allí, el Adjunto Scott Faiferlick percibió que uno de los paquetes estaba faltando y le dijo a los investigadores. El Sherif Gilbert mantiene su inocencia, pero ahora se enfrenta a acusaciones de robo cualificado.

En Henrico, Virginia, un ex oficial de la policía municipal está en fuga después que la policía fue a público con dos órdenes de detención para él el lunes. El ex Oficial Charles Harpster se enfrenta a acusaciones de obtener drogas por fraude y distribución de marihuana, dijo la policía de Henrico a la WRIC-TV8 en Richmond. La policía ha lanzado muy poca información además de esa, excepto para ni confirmar ni negar las alegaciones de que él tomó las drogas de la sala de pruebas de la policía.

En Ellisville, Mississippi, los fiscales han retirado por lo menos tres docenas de casos de drogas a causa de una investigación corriente de las "actividades cuestionables" del Destacamento del Sureste de Mississippi, de acuerdo con un informe de 26 de Julio de la WDAM-TV7 en Hattiesburg. El Subfiscal de la Comarca de Jones, Ronald Parrish, le dijo a la emisora que una serie de otros casos no serán presentados a un jurado. Ningún pormenor de los presuntos malhechos de la policía se ha vuelto público, pero debe ser bien serio si los fiscales ya están retirando casos.

Anuncio: Editor Enfermo = Edición Corta

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Phil Smith
Tras resistir a nueve días enteros de 40 grados de calor en las llanuras secas y soleadas de Dakota del Sur, el editor de la Crónica, Phil Smith, fue acometido de un ataque de escalofríos y fiebres el domingo por la noche y diagnosticado con neumonía el lunes por la mañana. (Los médicos dicen que están buscando muchos casos de "neumonía de verano" que ellos atribuyen a la onda de calor recordista.)

Como es un periodista determinado, Smith rompió los tubos IV de su brazo y tambaleó desde su lecho hospitalario para escribir la Crónica.

Ya, ya, ellos me aplicaron una inyección en las nalgas, me dieron algunos antibióticos, una botella de Motrin y me dieron el alta. Pero, eso estorbó mi trabajo semanal esta semana, por eso la edición corta. No se preocupen - regresaremos la próxima semana con fuerza total.

In Memoriam: El Pionero de la Metadona, Vincent P. Dole

Este memorial para un gran pionero en el tratamiento de la adicción fue escrito y distribuido por su amigo y colega, el Dr. Robert Newman.

El Dr. Vincent Dole (un médico interno) y su última esposa, Marie Nyswander, DM (psiquiatra), empezaron su investigación conjunta de la metadona con un puñado de individuos dependientes de la heroína de largo tiempo en 1964. Ellos hicieron eso en vista de las amenazas manifiestas de acciones civiles y criminales severas de los agentes federales de narcóticos. Su trabajo corajoso y pionero demostró que la manutención con metadona es un tratamiento medicinal de eficacia inigualable - una descripción superlativa que es tan aplicable hoy como era hace cuatro décadas. Como resultado de eso, bien más de 750.000 personas por todo el mundo pueden llevar vidas saludables, productivas y satisfactorias - más de 200.000 en los Estados Unidos, estimadas 530.000 en Europa Occidental y muchas decenas de millares más en Europa Oriental, Oriente Medio, Asia Central, Oriente Lejano, Australia y Nueva Zelanda.

Tras la transformación impresionante que ellos observaron en sus primeros pacientes, el Dr. Dole y la Dra. Nyswander siguieron proveyendo supervisión directa del primer programa de tratamiento de manutención con metadona en el Centro Médico Beth Israel en Nueva York. Al hacer eso, ellos demostraron que era posible hacer réplicas en gran escala del éxito terapéutico que ellos lograron en el ambiente de pesquisa pequeño y controlado del Instituto Rockefeller (ahora Universidad Rockefeller). A principios de los años 1970, el Dr. Dole también fue responsable por convencer al Departamento de Corrección de la Ciudad de Nueva York (en la época dirigido por el Comisionado Ben Malcolm) de que era imperativo salvar vidas y mitigar el sufrimiento (había habido una onda de suicidios en la época que había sido atribuida a una suspensión grave de opiáceos). El programa de desintoxicación sigue hasta hoy día y se ha vuelto un modelo para los funcionarios correccionales esclarecidos en otros países.

Las contribuciones del Dr. Dole y de la Dra. Nyswander, con todo, trascienden el impacto clínico de salvación de vidas sobre los pacientes y los enormes beneficios asociados con la comunidad como un todo. Ellos tuvieron la presciencia de crear hipótesis, años antes del descubrimiento del sistema de endorfina parecido al de la morfina en el cuerpo humano, de que la adicción es una dolencia metabólica, una enfermedad que puede y debe ser tratada como cualquier otra enfermedad crónica. Lo que fue en la época una visión brillante de parte de ellos es hoy día casi universalmente aceptado por científicos y clínicos y sigue siendo la fundación sobre la cual todas las políticas y prácticas racionales en el campo residen.

Cuando estaba en la mitad de su edad octogenaria, el Dr. Dole viajó a Hamburgo para estar presente en la ceremonia de bautismo de la Calle Marie Nyswander; ¡en menos de diez años Alemania pasó de la ilegalización de la metadona a tener más de 60.000 pacientes bajo tratamiento! Sus esfuerzos durante los últimos años estuvieron dedicados a combatir el estigma que, trágicamente, sigue tan esparcido contra la enfermedad de la adicción, los pacientes y el tratamiento.

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Errata: Kershaw Ya No Está en Kershaw

La semana pasada, una de las historias de “policías corruptos” que informamos venía de la Comarca de Kershaw, Carolina del Sur, o creíamos que sí:

En Kershaw, Carolina del Sur, un agente penal de la Comarca de Lancaster fue acusado de aceptar lo que él creía ser éxtasis de agentes encubiertos para introducirla en la prisión, anunció la División de Represión Legal del Estado de Carolina del Sur en un comunicado de prensa de 12 de Julio. Joseph Sanders, 29, fue arrestado la noche anterior y acusado de improbidad en el cargo, conspiración para tener y distribuir sustancias controladas e intentar proporcionar contrabando a un prisionero. De acuerdo con la orden de detención, Sanders aceptó la droga falsa del agente de la SLED de intención de contrabandearla para dentro de la prisión.

Un periodista local que vio nuestro artículo en Google News nos corrigió. Resulta que aunque el sospechoso sea de Lancaster - que es parte de la Comarca de Lancaster --, el Instituto Correccional de Kershaw donde él trabaja (y que queda en Kershaw) también es parte de la Comarca de Lancaster, por lo tanto, él era un agente penal de la Comarca de Lancaster, no un agente penal de la Comarca de Kershaw como lo identificamos. El arresto, con todo, ocurrió en un estacionamiento del Wal-Mart en Camden - parte de la Comarca de Kershaw - la propia Kershaw solía ser parte de la Comarca de Kershaw, pero se quitó hace décadas y ahora es parte de la Comarca de Lancaster.

La Crónica de la Guerra Contra las Drogas lamenta el error - pero espera que nos sea perdonado. La historia original - correcta, creemos nosotros - puede ser encontrada aquí.

Anuncio: IJPD Busca Artículos Sobre Mujeres y Reducción de Daños

El International Journal of Drug Policy ha lanzado una llamada de artículos para una edición especial: "Las Mujeres y la Reducción de Daños: Conectando el Globo", con las editoras invitadas Susan Sherman, Adeeba bte Kamarulzaman y Patti Spittal.

La edición busca examinar: los factores singulares (por ejemplo, culturales, relacionales, legales o económicos) que contribuyan con el consumo femenino de drogas psicoactivas (lícitas e ilícitas); el estigma asociado con el consumo de drogas de las mujeres; los efectos próximos y distantes del consumo de drogas sobre las vidas de las usuarias de drogas así como de las compañeras sexuales de las usuarias de drogas; examinar los padrones de consumo y las consecuencias de los distintos tipos de drogas (por ejemplo, ATS, alcohol, opiáceos); explorar los efectos de los distintos tipos de drogas; examinar las políticas relacionadas con el género respecto de los servicios de reducción de daños y del tratamiento; y examinar los programas innovadores que objetiven a las usuarias de drogas.

La edición visa incluir a trabajos que representen a una serie de regiones geográficas (por ejemplo, la ex Unión Soviética, el Oriente Medio, el Sur Asiático, el Sureste Asiático, Europa/Norteamérica). Los periódicos deben ser relevantes para la reducción de drogas y las políticas.

Diversos tipos de contribuciones están invitados: artículos de revisión científica (máximo de 8.000 palabras); artículos originales de pesquisa (3.000-7.000 palabras); informes cortos de pesquisa (hasta 1.500 palabras); Descripciones de programas (positivos o negativos) o políticas interesantes (2.000-5.000 palabras); Descripciones de problemas (por ejemplo, barreras estructurales) en lograr acceso a los servicios o programas necesarios (2.000-5.000 palabras); Políticas y/o análisis históricas (3.000-7.000 palabras); Comentarios (máximo de 4.000 palabras); Editoriales (1.500-2.000 palabras).

El plazo para los sumarios u otras descripciones cortas (que no excedan 400 palabras) es el 23 de Septiembre de 2006; deben ser enviados a [email protected]. Si escogido para envío, el plazo para finalización de los esbozos de contribuciones será en Diciembre de 2006. Los envíos serán hechos en el sistema electrónico de entrega Elsevier y estarán a sujetos a revisión.

Semanal: Esta Semana en la Historia

28 de Julio de 2003: James Geddes, originalmente condenado a 150 años por tenencia de una pequeña cantidad de marihuana y pertrechos y por cultivar cinco plantas de marihuana, es puesto en libertad.

29 de Julio de 1997: Un gran número de adjuntos de Los Ángeles entra en la casa del autor y paciente de marihuana medicinal, Peter McWilliams, y del famoso activista pro marihuana medicinal, Todd McCormick, usuario y cultivador de marihuana medicinal que tuvo cáncer diez veces en su niñez y sufre de dolores crónicos como resultado de la fusión de las vértebras de su cuello en cirugías durante su infancia. Por fin, McCormick cumple una sentencia de cinco años, en tanto que McWilliams se atoró hasta morir con su propio vómito en 2000 tras tener su pedido de marihuana medicinal negado por un juez federal.

30 de Julio de 2002: La red ABC transmite el informe especial de John Stossels "War on Drugs, A War On Ourselves" [La Guerra Contra las Drogas, Una Guerra Contra Nosotros Mismos].

31 de Julio de 2000: En Canadá, el tribunal superior de Ontario decide unánimemente (3-0) que la ley canadiense que vuelve la tenencia de marihuana un crimen es inconstitucional porque no lleva en cuenta las necesidades de los pacientes canadienses de marihuana medicinal. Los jueces permiten que la ley actual siga en vigor por otros 12 meses, permiten que el Parlamento la rescriba, pero dice que si el gobierno federal canadiense no establece un programa de distribución de marihuana medicinal hasta el 31 de Julio de 2001, todas las leyes sobre la marihuana en Canadá serían derribadas.

31 de Julio de 2003: Karen P. Tandy es confirmada por consentimiento unánime en el Senado de los EE.UU. como Administradora de la Drug Enforcement Administration. Tandy estaba trabajando en el Departamento de Justicia (DOJ) como Subfiscal General y Directora del Destacamento de Represión a las Drogas y al Crimen Organizado. Ella trabajó anteriormente en el DOJ como Directora de Litigio en el Gabinete de Secuestro de Bienes y Subdirectora de Narcóticos y Drogas Peligrosas, y ella procesaba casos de drogas, lavado de dinero y aprehensiones como Subfiscal de la Unión en el Distrito Oriental de Virginia y en el Distrito Occidental de Washington.

01 de Agosto de 2000: La primera Shadow Convention se reúne en Filadelfia, PA, con la guerra a las drogas siendo uno de los tres temas principales de la reunión.

01 de Agosto de 2004: The Observer (UK) informa: Los EE.UU. han echado la culpa a la "falta de urgencia" de Gran Bretaña por su fracaso en detener al tráfico floreciente de opio en Afganistán, exponiendo el cisma entre los aliados mientras el país tiemble al borde de la anarquía.

02 de Agosto de 1937: La Ley de Tasación de la Marihuana [Marijuana Tax Act] es aprobada por el Congreso, promulgando la prohibición de la marihuana en el nivel federal por primera vez. El Comisionado de la Agencia Federal de Narcóticos, Harry Anslinger, le dice a los congresistas en las audiencias, "La marihuana es una droga adictiva que produce en sus usuarios la locura, la criminalidad y la muerte".

02 de Agosto de 1977: En un discurso al Congreso, Jimmy Carter trata del daño causado por la prohibición, diciendo, "Las penas contra una droga no deberían causar más daño a un individuo que el consumo de la propia droga. En ningún lugar esto está más claro que en las leyes contra la tenencia de marihuana para consumo personal. La Comisión Nacional Sobre la Marihuana... concluyó hace años que la marihuana debería ser despenalizada y yo creo que ya es hora de implementar aquellas recomendaciones básicas".

03 de Agosto de 2004: Sesenta por ciento de los habitantes de Detroit votan en favor de la Proposición M o "La Ley de Marihuana Medicinal de Detroit" [The Detroit Medical Marijuana Act] que corrige el código penal de la ciudad de Detroit para que las sanciones penales municipales ya no se apliquen a cualquier individuo "que tenga o consuma marihuana bajo la dirección... de un médico u otro profesional certificado de la salud".

Búsqueda en la Red

Nightline comete un enorme equívoco con el informe de aprehensión del khat - ellos realmente lo comparan con la metanfetamina (¡!) - un café con una o dos dosis de espresso podría ser una comparación más adecuada - y dice que el cartel estaba relacionado con el terrorismo aun a pesar de que los oficiales dijeron que estaban apenas investigando si eso podía haber pasado

Tony Papa desbanca el informe contra la Reforma de la Ley Rockefeller del fiscal, en el Newsday de Long Island

La sección electrónica de DrugSense sobre las campañas electorales de los reformadores de las políticas de drogas

Nuevo audio de la red radiofónica DrugTruth

Ex Sheriff Earl Barnett, experto en marihuana Chris Conrad, Perspectiva Negra II, la Verdad Oficial del Gobierno

El informe de Radley Balko sobre el abuso del equipo de la SWAT para el Instituto Cato, Perspectiva Negra I, Terry Nelson de LEAP, la Historia de Policías Corruptos, Poppygate, Drug War Facts

Conservadores Británicos Piden Legalización y Autorización de Producción Afgana de Opio Mientras Crecen las Bajas de Efectivos

Esta semana, usando la ocasión de una visita a Afganistán del líder del Partido Conservador, David Cameron, diversos parlamentarios conservadores lo instaron a hacer presión por la producción legal y autorizada de opio en ese país destrozado por la guerra, informó The Guardian. Los pedidos ocurrieron mientras por lo menos seis efectivos británicos han sido muertos este verano luchando con un resurgente Talibán en las provincias productoras de adormideras del sur de Afganistán y hacen eco de la posición explicada por primera vez el año pasado por el Consejo Senlis, un grupo internacional de seguridad y desarrollo.

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los artículos del traficante de opio (foto del editor de la Crónica Phil Smith durante la visita de Septiembre de 2005 a Afganistán)
En conjunción con los estadounidenses, las fuerzas de la OTAN han asumido la responsabilidad por la seguridad en el sur afgano amigo del Talibán y ahora los parlamentarios conservadores están quejándose que la insistencia de la coalición en la erradicación del cultivo de adormideras está poniendo en peligro las vidas de los soldados británicos. Con el opio respondiendo por casi mitad de la economía nacional, los agricultores y traficantes están luchando para salvar sus ganapanes y a veces volviéndose hacia el Talibán para obtener protección.

"Las adormideras son lo peor del problema afgano", le dijo el azote conservador, Tobias Ellwood, al Guardian. "Estamos en un estado completo de negación del poder que los cultivos tienen en el país como un todo y las tácticas de erradicación simplemente no están funcionando. El año pasado, gastamos $600 millones en la erradicación y todo el resultado fue la exportación más grande de opio de todos los tiempos del país".

En vez de eso, dijo Ellwood, la agricultura de las adormideras debería ser autorizada, con la cosecha siendo vendida legal y abiertamente. Eso ayudaría a agricultores, trataría de la falta global de medicaciones opiáceas para el dolor y limitaría la oferta de opio para el mercado negro, donde, tras ser transformado en heroína, gran parte de ello llega a las venas de los viciados europeos. De acuerdo con Ellwood, el plan de autorización del opio tiene el apoyo de diversos parlamentarios conservadores y de figuras militares de alta patente en Afganistán.
Cameron, el líder conservador, ha sido abierto al pensamiento innovador en las cuestiones de las políticas de drogas. Él ha pedido la heroína prescriptible y aun ha instado a las Naciones Unidas a considerar la legalización de las drogas.

El Guardian citó a un trabajador no-identificado de una ONG que ha viajado extensamente por la provincia de Helmand que decía que los esfuerzos de erradicación estaban meramente haciendo con que los campesinos se juntasen al Talibán. "Los agricultores que están en mejores condiciones pagan sobornos a comandantes locales para que no tengan que erradicar, pero los otros son víctimas del corte de su principal fuente de renta", dijo el trabajador, que no quería ser nombrado a causa del peligro de ser identificado en el sur de Afganistán. "De ahí, el Talibán va a sus pueblos y dice, 'Le pagaremos a su hijo para que trabaje para nosotros y darle armas y alimentos'. Si se examina la oportunidad de los programas de erradicación y las irrupciones de violencia, ellos ocurren a menudo en la misma semana".

El trabajador de la ONG dijo que los miembros del Talibán habían sido localizados caminando por las calles armados en plena luz del día en la capital de Helmand, Lashkar Gar, y que los combatientes árabes habían sido localizados a 10 millas de la capital. "Estamos echando gas sobre las llamas de la violencia con esta campaña de erradicación. Al alienar los habitantes locales, estamos cayendo en el plan político sofisticado de parte de la al-Qaida y del Talibán para desestabilizar el sur de Afganistán. La ingenuidad política de la comunidad internacional al hacer esto es alarmante", dijo el trabajador.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, 2016 Drug War Killings, 2017 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Pill Testing, Safer Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Kratom, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psilocybin / Magic Mushrooms, Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School