Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Matéria: A Reformadora das Políticas de Drogas do Alabama Loretta Nall Vira Acidentalmente a Candidata do “Decote”

A candidata ao governo do Alabama pelo Partido Libertariano, Loretta Nall, não pôde coletar assinaturas suficientes para ganhar um lugar nas eleições da próxima terça-feira, mas em uma guinada bizarra, os seios dela lhe granjearam atenção suficiente para torná-la um tópico de conversação não somente no Coração de Dixie, mas também de litoral a litoral. A dona-de-casa do Alabama de trinta e poucos anos pegou o que poderia ser visto como uma coluna jornalística local humilhante sobre os peitos e o decote dela e, em uma ação meio jiu-jutsu político, meio teatro político, a usou para ganhar uma bilheteria nacional para a sua plataforma de reforma das políticas de drogas e das penas, a legalização dos imigrantes e a oposição à guerra no Iraque e às Leis Patriota e Identificação Real.

Tudo começou com uma foto de Nall junto a uma menção breve e desdenhosa da sua campanha em uma coluna de Bob Ingram do Montgomery Independent em Março. A foto – obtida pelo jornal através de uma busca no Google e usada no lugar da imagem mais conservadora que ela deu – mostrava a superdotada Nall em uma blusa baixa com um decote bem aberto. Ingram revisou o tópico alguns dias depois, dizendo aos leitores que a foto de Nall marcava a primeira vez que o decote de uma mulher aparecia na coluna dele.

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Nall assumiu as rédeas a partir dali. Em carta a Ingram e ao editor do Independent, Bob Martin, ela desafiava o par aparentemente obcecado pelos seus seios a discutir a sua campanha em vez dos seus atributos físicos. “Agora que vocês e o resto do Alabama foram apresentados aos ‘gêmeos’, talvez gostassem de conhecer o resto de mim”, escreveu. “Vestirei a minha burka, para que vocês não se distraiam e talvez possamos discutir os outros pontos da minha plataforma, já que o Sr. Ingram achou melhor discutir somente um”.

No fim de Março, Nall estava informando um aumento enorme das visitas à página de campanha dela e da atenção em toda a blogosfera, e, no início de Maio, ela aproveitara a atenção para revelar um novo pedido de doações chamado “Flash por Cash”, em que uma figura animada de Nall revelava o que estava por trás da blusa por uma contribuição de campanha equivalente a $50.

Ela foi além quando revelou uma nova linha de camisetas e cartazes com a famosa foto do decote acima e com fotos do titular Gov. Bob Riley e da sua oponente democrata, a Vice-Governadora Lucy Baxley embaixo, com o texto dizendo “Mais Peitos Assim e Menos Peitos Assim” [More of These Boobs and Less of These Boobs].

Desde então, tem sido um frenesi midiático para Nall, com aparições nas redes de notícias nacionais da tevê a cabo Fox e MSNBC e em The Today Show da NBC, assim como em incontáveis entrevistas de rádio – tanto nacionais quanto locais – e a incessante atenção na blogosfera. E no mundo autodevorador da mídia, a atenção que Nall recebia de alguns meios de comunicação significava que ela valia a mesma atenção nos outros meios.

O interesse nacional significava que a mídia local precisava prestar atenção, e fez isso. Um artigo da Associated Press do Alabama foi publicado em jornais de todo o país, as emissoras de televisão municipais começaram a dedicar cada vez mais tempo de transmissão aos seios (e à campanha) dela e na quarta-feira à noite ela recebeu espaço para uma aparição de 20 minutos no único programa de cobertura dos acontecimentos estaduais do Alabama, “On the Record”.

“A imprensa do Alabama se divertiu bastante com isto”, disse Nall à Crônica da Guerra Contra as Drogas. “A campanha está cheia de ataques baixos e estou fazendo algo diferente e estão aceitando. Sim, há muitas brincadeiras sobre mim dizendo que sou ‘a candidata de peito para o cargo’ e que estou ‘peitando os demais candidatos’, mas depois conversam de verdade sobre a minha campanha e a minha plataforma. A coisa dos seios tem sido divertida tanto para mim quanto para a mídia e, conseqüentemente, tenho conseguido alguns bons editoriais”.

Mas, apesar do humor da campanha dela, Nall é uma candidata séria. “Todos estavam muito entusiasmados com a coisa dos seios”, disse ela à Crônica, “mas usei isso como maneira de conseguir uma plataforma para lidar com as minhas verdadeiras questões, especialmente as Leis Patriota e Identificação Real, No Child Left Behind e a reforma das políticas de drogas e das prisões”, explicou a dona-de-casa do Alabama. “Martelar o número de pessoas nas nossas prisões superlotadas tem sido um dos meus pontos principais de campanha”.

E ela não tinha medo de ficar atrás das linhas inimigas, fazendo uma aparição no programa Fox & Friends da Fox News, na qual ela simplesmente passou por cima de um casal atônito de âncoras da Fox. “É difícil ganhar da Fox, mas na verdade não prestava atenção às perguntas deles, não lhes permiti que me interrompessem”, explicou. “Achei que se desse uma de Marc Emery e falasse sem parar, não teriam nenhuma chance, e não tiveram”.

Nall não está sendo incluída nas pesquisas sobre a disputa para governador, mas ela achava que resultaria bem acima do 1% necessário para ter a legenda do Partido Libertariano nas cédulas em 2008. “Se os retornos que estive recebendo servirem de indício, posso chegar a receber até 5% ou 6%”, previu. “Ouço de muitos republicanos que sou uma verdadeira conservadora, mas também estou recebendo o apoio de muitos democratas de esquerda. Há um amplo segmento da população que sente não ter uma voz política quando os candidatos dos partidos maiores aqui tentam se superar em saber quem é mais cristão do que o outro”.

Matéria: Colorado e Nevada Votam em Medidas de Legalização da Maconha na Terça-Feira

Com uma medida para legalizar o porte de até trinta gramas de maconha nas urnas no Colorado e uma medida para permitir a venda regulada de maconha e o porte de até trinta gramas no Nevada, a terça-feira pode ser a primeira vez que os eleitores em qualquer estado estadunidense tenham adotado o fim da proibição da maconha. Nesta conjuntura tardia, a maioria das pesquisas retrata isso como se fosse uma batalha difícil, apesar de os organizadores terem motivos para acreditar que as pesquisas podem estar erradas. As chances parecem melhor no Nevada do que no Colorado.

O único estado no qual o porte de maconha é legal é o Alasca. Lá, foram os tribunais, não os eleitores, que tomaram a decisão.

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anúncio de tevê do CRCM, publicado no YouTube
Apesar das campanhas criativas e enérgicas do Committee to Regulate and Control Marijuana no Nevada e da SAFER Colorado no Rocky Mountain State, as últimas pesquisas mostram ambas as medidas sendo derrotadas, apesar de a diferença ser muito menor em Nevada, e uma pesquisa de Nevada mostrou a medida na frente.

Contudo, em ambos os estados os organizadores dizem que as pesquisas estão subestimando o apoio à legalização. Em Nevada, os porta-vozes da medida disseram à Crônica que a única pesquisa que usou o texto eleitoral real mostrou a medida na frente por uma margem de 49% a 43%. Isso contrasta com as pesquisas jornalística de Nevada que anunciavam a derrota da medida com entre 37% e 41% dos votos.

“Embora eu diga que é improvável que a pesquisa esteja tão errada, certamente esperamos mais apoio do que o que as pesquisas estão informando”, disse Steve Fox da SAFER Colorado. “Muitos jovens não respondem as pesquisas ou nem são contatados por elas porque tudo o que têm são celulares. Embora não possamos afirmar que vamos ter uma vitória fácil”, disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas, “outras pesquisas que vimos parecem indicar mais apoio do que aquelas pesquisas da mídia”.

“As pesquisas variam”, disse o gerente da campanha do CRCM, Neal Levine. “A pesquisa do Reno Gazette-Journal perguntou se as pessoas favoreciam a legalização, o consumo, o porte e a transferência de maconha, enquanto que a nossa pesquisa usou o texto eleitoral real. A explicação da diferença está na terminologia da pergunta feita. A pesquisa do Review-Journal, embora nos mostre atrás, mostra uma tremenda alta em relação à sua última pesquisa. O seu texto não era tão enviesado, mas ainda não fazia a pergunta que os eleitores responderão nas urnas. O que é consistente é que a campanha está em alta”, disse ele à Crônica no mês passado.

E ainda estava em alta, mas ainda atrás nesta semana. “Na nova pesquisa do Reno Gazette-Journal, diminuímos a diferença em sete pontos”, disse o diretor de comunicação de campanha, Patrick Killen, na quinta-feira. “De acordo com eles, ainda estamos atrás, mas, de novo, a pergunta deles não tratava da taxação e da regulação ou das muitas salvaguardas que a nossa medida tem. Mas, a boa notícia é que isto mostra que a campanha está avançando”.

Ambos os estados têm presenciado campanhas duras da oposição lideradas por figuras políticas consolidadas, pela lei e pelas burocracias antidrogas federais. No Colorado, o agente especial encarregado da DEA Denver, Jeffrey Sweetin, tomou uma posição importante em oposição à medida, junto com o Gov. Bill Owens e o Procurador-Geral John Suthers. Owens e Suthers estavam entre aqueles que foram surpreendidos na sexta-feira passada quando quase cem manifestantes pró-legalização compareceram à entrevista coletiva antilegalização.

Em Nevada, o CRCM esteve ocupado desafiando a interferência de funcionários federais e servidores eleitos de Nevada na campanha. Em meados de Outubro, o grupo entrou com uma ação judicial contra a Comarca de Clark e os funcionários de Las Vegas buscando um interdito para impedi-los de fazer campanha contra a medida com o dinheiro dos contribuintes. Na semana seguinte, os defensores do CRCM confrontaram o subsecretário antidrogas federal Scott Burns, que veio de Washington, DC para se opor à Questão 7 em um fórum de cidade pequena. “Secretário, vá para casa! Deixe o Nevada em paz” gritaram.

Embora o CRCM esteja metido em campanhas publicitárias na tevê, na rádio e na rede, o principal grupo de oposição, o Committee to Keep Nevada Respectable de nome irônico, se limitou a um anúncio de rádio tardio, que o CRCM atacou na quinta-feira dizendo que era mentiroso. “Eles dizem que a medida impediria os empregadores de realizarem exames toxicológicos, quando a medida diz explicitamente que podem fazê-los”, denunciou Killen. “Diz que favorecemos o consumo de drogas nas ruas, o que é simplesmente equivocado em dois pontos. Primeiro, não se trata das ‘drogas’; trata-se da maconha. Segundo, mais uma vez, o texto da Questão 7 proíbe explicitamente o consumo de maconha em público”.

As guerras publicitárias podem não importar muito afinal de contas, disse o professor de ciências políticas da Universidade de Nevada em Las Vegas, Ted G. Jelen. “Os comerciais não são muito eficazes”, disse ele à Crônica. “As pessoas não estão prestando muita atenção. Além do mais, acho que esta medida é um pouquinho complicada. A maioria das pessoas não leva estes assuntos muito a sério, então a mensagem tem que ser simples. Falam de taxação e regulação, mas seria melhor se dissessem simplesmente que vamos tratá-la como as bebidas alcoólicas”.

Jelen pronunciou “improváveis” as chances de aprovação da Questão 7, embora previsse que receberia uma margem respeitável de votos. Mas, ele disse que, dada a paisagem política nacional e as contendas movidas a escândalos e inesperadamente competitivas para o governo e a Câmara de Deputados Federais em Nevada, o comparecimento pode ser alto.

O CRCM está contando com isso. “Temos todos os tipos de voluntários e chegou a hora de fazermos que o pessoal vá às pesquisas”, disse Killen. “Estamos contando os eleitores não-tradicionais – os eleitores jovens, os novos eleitores, os eleitores desencantados – que não estão aparecendo no radar. Vamos fazer votações prévias durante a sexta e, então, há o esforço final até a terça-feira”.

Com ambas as medidas atrás na maior parte das pesquisas, os organizadores estão começando a traçar panoramas. “Com certeza, as pesquisas que estão sendo lançados pela mídia indicam que estamos muito atrás”, disse Mason Tvert da SAFER Colorado. “Falta ver se esse será o caso depois que a votação aconteça de verdade. Mas, é importante lembrar que este é somente um passo em uma longa batalha para conscientizar o público sobre o fato de que a maconha é menos nociva do que o álcool. Durante esta campanha, a nossa mensagem básica tem ressoado por todo o estado e em publicações nacionais como o USA Today e o Washington Times. Apesar de termos gastado menos de $60.000 após a coleta de assinaturas, geramos centenas de milhares de dólares em cobertura merecida da mídia. Levamos a reforma das políticas da maconha recreativa do nada e a tornamos um tópico importante de discussão e debate no estado. Esta campanha não é o fim dos nossos esforços no Colorado. Se perdermos, continuaremos conscientizando os cidadãos do estado até que chegue a hora de outra iniciativa”.

Agora, falta menos de uma semana para que os eleitores entrem nas cabines de votação. Parece improvável agora, mas não impossível, que 2006 seja o ano em que os eleitores disseram não à proibição da maconha.

A Reforma e os Reformadores das Políticas de Drogas nas Eleições de 2006 – A Lista

Em uma temporada política nacional dominada pela guerra no Iraque e as preocupações sobre a direção ao qual o país se encaminha, as questões das políticas foram bem ignoradas neste ano. As questões das políticas de drogas estão nas urnas em diversos estados e municipalidades e os reformadores das políticas de drogas estão concorrendo a cargos estaduais em um punhado de estados. Eis as campanhas e contendas que vamos observar e relatar na semana que vem.

NACIONAL

Congresso dos Estados Unidos: Não vamos destacar nenhuma contenda neste ano eleitoral crucial e possivelmente transformador e nenhuma disputa se distinguiu pelas suas implicações nas políticas de drogas. Se os democratas assumissem o controle de uma ou ambas as câmaras do Congresso, isso pode ter ramificações consideráveis em potencial para a questão – imagine o Dep. John Conyers (D-MI) como diretor do Comitê Judiciário da Câmara em vez do Dep. James Sensenbrenner (R-WI), só para início de conversa. Não obstante, historicamente, os reformadores das políticas de drogas tenderam a se decepcionar com ambos os partidos.

Se estiver interessado em como o seu representante representa os seus pontos de vista sobre as questões das políticas de drogas, a Drug Policy Alliance preparou um Guia Eleitoral ao Congresso de Reforma das Políticas de Drogas de 2006, assim como Marc Emery e a Cannabis Culture.

INICIATIVAS ESTADUAIS

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aproxima-se o Dia das Eleições
Arizona: a Proposição 301 faria retroceder uma lei de reforma das penas de apenas uma década que se aplica aos infratores por metanfetamina. Segundo a reforma das penas, os infratores primários ou secundários por porte de drogas não podem ser sentenciados à cadeia ou à prisão – somente a sursis. Esta iniciativa defendida pela assembléia permitiria que os infratores por metanfetamina – e somente eles – fossem presos por uma primeira ou segunda infração. Ela sofre a oposição da Meth-Free Arizona -- No on 301, uma organização de cidadãos e ativistas, bem como de importantes juristas do Arizona.

Colorado: A Emenda 44 legalizaria o porte de até trinta gramas de maconha por adultos. Fundando-se em resoluções não-compulsórias bem-sucedidas em diversas universidades do Colorado e a votação-surpresa do ano passado em Denver para legalizar o porte de acordo com um decreto-lei municipal, os organizadores da iniciativa, a SAFER Colorado, estiveram martelando o que tem provado ser um tema particularmente ressonante: A maconha é mais segura do que o álcool. Embora a maior parte das pesquisas recentes anuncie a derrota da medida, os organizadores dizem que essas pesquisas não entrevistam suficientemente os eleitores jovens que têm mais chances de votarem no sim.

Nevada: A Questão 7 substituiria a proibição da maconha por um sistema de vendas reguladas, taxadas e controladas de maconha e permitiria o porte de até trinta gramas de maconha por adultos. Defendido pelo Committee to Regulate and Control Marijuana, afiliado do Marijuana Policy Project, se bem-sucedida, resultaria no Nevada virando o primeiro estado a sancionar as vendas de maconha. O esforço se funda em quatro anos de trabalho no Nevada do MPP e seus afiliados. Uma iniciativa similar ganhou 39% dos votos em 2002 e a coleta de assinaturas em 2004 fracassou em aceder às urnas, mas neste ano, a medida não só chegou as urnas, mas também esteve situada acima dos 40% nas últimas semanas e liderando na única pesquisa que usou o texto eleitoral real.

Dakota do Sul: A Medida Iniciada 4 permitiria o uso de maconha medicinal por pacientes qualificados com a recomendação de um médico. A medida também permite que os pacientes ou fornecedores qualificados cultivem até seis plantas e portem até trinta gramas de maconha. A South Dakotans for Medical Marijuana, o grupo por trás da campanha, acabou de lançar a sua última rodada de comerciais de tevê e rádio com dois pacientes de maconha medicinal e um ex-oficial da polícia. Não se sabe de nenhuma pesquisa sobre como se sairá a medida no estado socialmente conservador do Alto Meio-Oeste.

INICIATIVAS MUNICIPAIS

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Santa Bárbara, Santa Cruz e Santa Mônica, Califórnia: Essas três cidades votarão em iniciativas que pedem que as infrações por maconha de parte de adultos seja a menor prioridade legal. Parte da California Cities Campaign, uma ramificação da iniciativa bem-sucedida de menor prioridade de Oakland em 2004, a Proposição Z, os organizadores esperam que as vitórias neste ano ajudem a preparar o terreno para um esforço estadual para avançar a reforma das leis sobre a maconha da Califórnia. O texto da iniciativa está disponível em Sensible Santa Barbara (Medida P), Santa Cruz Citizens for Sensible Marijuana Policies (Medida K) e Santa Monicans for Sensible Marijuana Policy (Medida Y). De acordo com os organizadores estaduais e municipais, a luta mais difícil será em Santa Mônica.

Comarca de Missoula, Montana: A Iniciativa #2 tornaria as infrações adultas por maconha a menor prioridade legal. Defendida pela Citizens for Responsible Crime Policy, a iniciativa se depara com forte oposição da lei, mas tem o benefício de ser realizada no que possivelmente é a comarca mais liberal do estado.

Eureka Springs, Arkansas: Defendida pela NORML Universidade do Arkansas/Fayetteville, a medida eleitoral municipal tornaria o porte adulto de maconha a menor prioridade legal. Foram necessárias apenas 115 assinaturas para pôr uma iniciativa de menor prioridade nas urnas nesta cidadezinha contracultural no noroeste do Arkansas.

CARGOS ELETIVOS ESTADUAIS

Alabama: Loretta Nall está disputando o cargo de governador pela legenda do Partido Libertariano. Já que não conseguiu ter o nome delas nas urnas devido às duras leis eleitorais do Alabama, Nall está administrando uma campanha por correspondência com a esperança de alcançar votos suficientes para conseguir ao partido um lugar nas urnas da próxima vez. Embora Nall esteja pedindo a legalização da maconha e a reforma considerável das penas, entre outros assuntos, os seus seios granjearam a maior parte da cobertura da imprensa. (Veja o artigo relacionada nesta edição.)

Connecticut: O antigo líder da reforma das políticas de drogas, Cliff Thornton, está concorrendo como indicado do Partido Verde ao governo. Embora Thornton tenha sido excluído da maior parte das pesquisas e dos debates da tevê, a liderança comandante mantida pela titular Governadora Jody Rell sobre o seu opositor democrata pode deixar espaço político para um voto de protesto em Thornton.

Maryland: O antigo líder da reforma das políticas de drogas, Kevin Zeese, está disputando uma cadeira no Senado dos EUA como candidato de unidade em uma coligação dos partidos Verde-Populista-Libertariano. Com uma disputa mais difícil do que a esperada entre o democrata Ben Cardin e o republicano Michael Steele, uma forte demonstração de Zeese pode jogar a eleição tanto para um candidato quanto para o outro. Não obstante, com alguns dados que dizem que ele está conseguindo apoio de ambos os candidatos e com Cardin até agora consistentemente na frente, mas não com uma margem confortável, isso continua incerto.

Nova Jérsei: O homem que já se chamou Ed Forchion, que mudou legalmente o seu nome para NJ Weedman, está nas urnas na disputa ao Senado dos EUA. Há tempos um predileto da mídia no Garden State pelos seus números pró-maconha, o NJ Weedman faz campanha sobre uma plataforma de legalização.

Texas: O músico, romancista e humorista Kinky Friedman pediu a legalização da maconha. Atualmente, está muito atrás em uma disputa de quatro vias na qual o titular Governador Rick Perry do Partido Republicano está liderando com cerca de 35% dos votos.

(Nota de Repúdio: A DRCNet apóia as medidas eleitorais positivas de reforma das políticas de drogas que estão sendo promovidas pelos nossos colegas ao redor do país – a única medida eleitoral mencionada aqui à qual nós nos opomos é a 301 no Arizona. Contudo, a Crônica da Guerra Contra as Drogas é impedida em virtude do status sem fins lucrativos da Fundação de DRCNet de tomar posições a favor ou contra quaisquer partidos ou candidatos a cargos eleitorais, e os defensores da DRCNet, na verdade, abrangem uma ampla gama do espectro político. Este artigo tem apenas a intenção de proporcionar informações objetivas para fomentar a compreensão do impacto do processo eleitoral sobre a questão e apoiar o princípio democrático de um eleitorado informado.)

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saber de ello por otra persona, porque eso ni siempre sucede.

Ansiamos informarle de más reportajes nuevos de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Semanal: Esta Semana en la Historia

06 de Noviembre de 1984: La DEA y los oficiales mexicanos allanan un gran cultivo de marihuana y un complejo de procesamiento en el desierto de Chihuahua de propiedad del rey del narcotráfico, Rafael Caro Quintero. Siete mil campesinos trabajan en el complejo, donde entre 5.000-10.000 toneladas de marihuana de alto grado estimada en $2,5 billones son encontradas y destruidas. La revista Time la llama de “la redada del siglo” y revela la existencia de la industria sofisticada de contrabando de marihuana de México.

08 de Noviembre de 1984: El récord internacional de aprehensión de marihuana es establecido (aún en vigor hoy día) – 4.260.000 libras o 1ton934kg040g en México.

06 de Noviembre de 1985: Subiendo las apuestas en la batalla contra la extradición, las guerrillas relacionadas con el cartel de Medellín atacan el Palacio de Justicia colombiano. Por lo menos 95 personas son muertas cuando los militares colombianos atacaron después de un sitio de 26 horas, incluyendo a 11 desembargadores de la Corte Suprema. Muchos documentos judiciales, incluso todas las solicitaciones pendientes, son destruidos por el fuego.

05 de Noviembre de 1987: Nina Totenberg de la National Public Radio anuncia el reportaje de que el indicado a la Corte Suprema de Reagan, Douglas Ginsburg, admitió haber fumado marihuana con sus estudiantes “en algunas ocasiones en los años 1970” en tanto que era profesor en Harvard. Dos días después, el Presidente Reagan le pide a Ginsburg que retire su nominación.

08 de Noviembre de 1987: El New York Times informa que Al Gore dijo que usó marihuana por última vez cuando tenía 24 años. Él dijo que la primera vez que experimentó la droga fue a fines de su primer año en Harvard y que la usó nuevamente a principios de su último año el otoño siguiente. Él también dijo que la usó “una o dos veces” mientras estaba libre en la incursión del Ejército en Bien Hoa, Vietnam, en varias ocasiones mientras estaba en la facultad en la Universidad Vanderbilt y cuando fue empleado de un periódico de Nashville (The Nashville Tennessean). Tres días después, Gore es citado en UPI: “Tenemos que ser honestos, cándidos y abiertos en el trato del problema (de las drogas)”.

06 de Noviembre de 1989: El Secretario de Estado del ex Presidente Ronald Reagan, George Schultz, es citado por la Associated Press: “Nosotros necesitamos al menos considerar y examinar formas de legalización controlada de las drogas”.

05 de Noviembre de 1996: La Proposición 215 (La Ley de Uso Compasivo o The Compassionate Use Act) en California es aprobada con 56% del público votante a favor. La Proposición 200 (La Ley de Medicalización, Prevención y Control de las Drogas o The Drug Medicalization, Prevention, and Control Act) en Arizona es aprobada con 65% de los votos.

04 de Noviembre de 1998: Los votantes en siete estados aprueban abrumadoramente nueve iniciativas de marihuana medicinal y de reforma general de las políticas de drogas.

03 de Noviembre de 1999: La Criminal Justice Policy Foundation (CJPF) coauspicia una rueda de prensa y lanza una carta al Secretario Antidroga, el General Barry McCaffrey, de distintos líderes estadounidenses y latinoamericanos que rechazan la exportación estadounidense del fracaso de la “guerra contra las drogas” a Latinoamérica.

07 de Noviembre de 2000: En California, los ciudadanos votan 61%-39% para aprobar la Proposición 36, desviando a los infractores no-violentos de la legislación antidroga al tratamiento en vez de prisión por infracciones primarias y secundarias. En la Comarca de Mendocino, los electores aprueban una medida que despenaliza el uso personal y el cultivo de hasta 25 plantas de marihuana – la Medida G defendida por el Partido Verde consigue 52% de los votos.

03 de Noviembre de 2001: La DEA allana el Los Angeles Cannabis Resource Center, una instalación de distribución de marihuana medicinal, arrestando a su presidente, Scott Imler. Los funcionarios municipales condenan el allanamiento en una conferencia de prensa asistida por más de 100 miembros del centro.

09 de Noviembre de 2001: El San Jose Mercury News informa que a pesar de las objeciones de la ex primera dama Betty Ford y de las autoridades del tratamiento químico, el Comité Judiciario del Senado de los EE.UU. aprobó la indicación de John Walters como director del Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas.

09 de Noviembre de 2001: El Newark Star-Ledger informa que la Food and Drug Administration aprobó el uso de éxtasis en un estudio para tratar a las víctimas de disturbios postraumáticos.

05 de Noviembre de 2002: La Reuters informa que los investigadores dicen que el alcohol y la violencia presentan un riesgo más inmediato a la salud que las drogas para los adultos jóvenes que frecuentan los salones de fiesta. Los investigadores dicen que las drogas como el éxtasis, la anfetamina, la cocaína y la heroína son un problema serio en los clubes, pero las agresiones fomentadas por el alcohol son el motivo principal por el cual los frecuentadores buscan tratamiento hospitalario.

07 de Noviembre de 2002: Decidiendo a favor de las denuncias de la Fundación NORML y del Media Access Project, la Comisión Federal de Comunicación dice que la transmisión de anuncios de servicio público bajo los auspicios del programa publicitario de la secretaría antidroga de la Casa Blanca debe identificarse como siendo parte de ese programa. Como resultado de la decisión, los emisores son forzados a insertar letreros que proclaman “auspiciado por el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas”.

Búsqueda en la Red

El Colorado Springs Business Journal explora la economía de la legalización de la marihuana con la iniciativa venidera

Eric Sterling de la Criminal Justice Policy Foundation comenta sobre el 20° aniversario de la Ley Antiabuso Químico de 1986 [Anti-Drug Abuse Act of 1986] (ley de las mínimas obligatorias), en la National Public Radio -- el análisis completo está en la página web de la CJPF

"Highway Howie" (Howard Wooldridge) ataca la guerra a las drogas, New Haven Independent

Nick Eyle hace comentarios sobre las prisiones superpobladas de California y la reclusión de infractores de la legislación antidroga para la Jurist

Los manuales de confiscación de bienes que el Ministerio de Justicia quería quitar de la vista del público

La página Auditorías e Iniciativas Comunitarias de DrugSense

África: Mientras Se Expande Cultivo de Marihuana, Suazilandia Empieza a Pensar en el Cáñamo

Deparados con la crisis agrícola y un sector irrefrenable y creciente de cultivo de marihuana, el reino de Suazilandia del sur africano ahora está considerando la producción de otra forma del cannabis – el cáñamo. El “Oro Suazilandés”, como la marihuana producida localmente es conocida, es un bien valioso, llegando hasta $5.000 el medio kilo en el mercado europeo y con los agricultores de cultivos tradicionales como el algodón y la caña de azúcar pasando por tiempos difíciles a causa de los precios decrecientes, el pequeño cultivo tradicional de marihuana de generaciones está siendo transformado en un importante cultivo rentable en el país económicamente titubeante.

Conocida en la jerga local como “dagga”, la marihuana suazilandesa es consumida localmente y exportada a países vecinos en el sur de África, así como a Europa. De acuerdo con la Organización de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (ONUDD), la producción de marihuana en el sur de África generó cerca de 10% de los $142 billones del tráfico global anual de marihuana. El informe anual sobre las drogas de 2006 de la ONUDD llama a Suazilandia de uno de los grandes productores en la región. Los otros grandes productores regionales de marihuana son identificados como Lesotho, Malawi, Sudáfrica, Suazilandia y Tanzania.

“La gente aquí gana cerca de R80 [casi US$11] por una bolsa de 10kg de maíz cuando la venden en el mercado, pero reciben R3.000 [cerca de $405] por una bolsa de 10kg de cannabis si pueden venderla a alguien que va a llevarla para fuera de Suazilandia”, les dijeron los informantes locales al IRIN News Service de la ONU. “Una persona puede cultivar 30 bolsas de 10kg en un año aquí en los montes y usan el dinero para comprarse vacas, muebles, mandar sus hijos a la escuela. Estamos en buena situación porque nuestros padres cultivaron dagga, entonces podemos mandarlos a la escuela, tener ropas y otros beneficios”.

De acuerdo con el Institute for Security Studies (ISS) de Sudáfrica, el cultivo suazilandés de marihuana está siendo integrado en las redes criminales regionales y globales existentes. “Del cannabis que es cosechado, la mejor calidad es destinada para compresión en bloques de uno o dos kilogramos que son contrabandeados vía Sudáfrica y Mozambique a Europa y al Reino Unido”, dijo un informe reciente del ISS sobre el tráfico de cannabis de Suazilandia. “Las redes criminales nigerianas han asumido la posición dominante en el tráfico de cannabis suazilandés durante los últimos años y las ganancias de sus ventas en Europa son usadas para pagar la cocaína comprada en Sudamérica, la cual es contrabandeada entonces a Sudáfrica y demás lugares”.

La policía suazilandesa intenta erradicar los cultivos, pero sin mucho éxito. Aunque el gobierno suazilandés reciba auxilio antidroga limitado de los EE.UU., el apoyo más importante de Sudáfrica ha terminado porque Suazilandia no puede pagar su parte.

Un reportero del IRIN acompañó al director de la unidad antidroga de Suazilandia, el Superintendente Albert Mkhatshwa, en un operativo de búsqueda y destrucción en que una plantación fue quemada. “Esto es sólo dagga siendo cultivada por algunos aldeanos vecinos”, explicó Mkhatshwa. “La fumigaremos con herbicidas y las plantas estarán muertas en un día más o menos, pero si regresamos en un mes, probablemente más será cultivada en el mismo lugar. La gente sabe que no tenemos los recursos necesarios para cubrir toda el área, entonces apuestan que no regresaremos prontamente. La gente ha estado cultivando el cannabis herbal durante largo tiempo en Suazilandia, mucho antes que fuera ilegal”, dijo.

Y si algunos empresarios locales y funcionarios del gobierno hacen lo que quieren, la gente puede cultivar cáñamo también. De acuerdo con el IRIN, el gobierno suazilandés va a permitir la pequeña producción de cáñamo para ver si tiene el potencial de volverse un cultivo económicamente viable.

“Con el cáñamo tenemos una alternativa al algodón, que nos ha decepcionado bastante durante los últimos años. Ha sido en razón de la marihuana que hemos hallado difícil conversar sobre el cáñamo, pero eso está cambiando y estamos empezando a moldar la opinión pública respecto de sus beneficios”, dijo Lufto Dlamini, el Ministro de Empresa y Empleo de Suazilandia. “El gobierno está considerando una propuesta para cultivar el cáñamo y una decisión será alcanzada hasta el fin de este mes. Pero, espero que reciba el permiso de cultivo para fines de pesquisa y, si eso prueba ser exitoso, entonces veremos”, le dijo él al IRIN.

El Dr. Ben Dlamini, 70, ex ministro en el Ministerio de la Educación de Suazilandia, fue uno de los primeros defensores del cáñamo. “El enorme énfasis sobre el cannabis en Suazilandia siempre ha estado en fumarlo y quedarse dopado, pero si fuéramos cultivar el cáñamo comercialmente, ello solucionaría muchos problemas”, le dijo él al IRIN. “Puede ser usado para combustibles, productos textiles, aceites saludables y lociones”, señaló. “La gente está teniendo la idea de que el cáñamo puede ser usado para fines que no sean el fumo, pero el proceso de comprensión es muy lento”.

Pacífico Sur: Simpatía por los Cultivadores de Marihuana en Vanuatu

Un allanamiento reciente del Escuadrón Antidroga Nacional contra Malekula, parte del archipiélago de 80 islas de Nuevas Hébridas que forma el país de Vanuatu, ha llevado por lo menos una parlamentaria a decir que las duras condiciones económicas justifican el cultivo de marihuana de parte de los miembros de la comunidad. En el allanamiento en cuestión, la policía capturó a 20 aldeanos y los llevó a la cárcel en la capital, Port Vila. La policía también confiscó 40 bolsas de marihuana recién cosechada.

En reacción al allanamiento, la Parlamentaria Donna Browny, que representa Malekula, le dijo a la Radio Nueva Zelanda que la gente estaba justificada en el plantío de marihuana para ganar dinero para las mensualidades del colegio de los niños cuando el precio de la compra está bajo y el gobierno no ha encontrado un bien alternativo para reemplazarla. Browny instó la indulgencia a los aldeanos, diciendo que ellos plantaban marihuana en vez de cocoteros porque necesitaban el dinero.

Browny es la primera voz en la oposición al clamor creciente de la ley local y de algunos grupos filantrópicos en el archipiélago del tamaño de Connecticut habitado por unas 200.000 personas. La semana pasada, la policía se aprovechó de la Law Week anual para advertir que el cultivo y consumo de marihuana están en alza. “Vanuatu aún tiene suerte porque a esta altura no nos hemos cruzado con un caso de consumo inveterado de drogas como la cocaína o el opio, pero con la tendencia actual hay un riesgo”, le dijo el vocero del escuadrón antidroga al público en la sesión de concienciación sobre el cannabis, de acuerdo con un relato en el Vanuatu News.

La asociación de organizaciones no gubernamentales (ONGs) en Vanuatu, la VANGO, planteó preocupaciones similares una semana antes. El consumo de marihuana está en alza y también el consumo entre los jóvenes, avisó el vocero de la VANGO, Henry Vira. “Toda semana hay jóvenes siendo arrestados por el consumo de marihuana o la tenencia y cultivo de la planta”, le dijo él a la Radio Nueva Zelanda.

La policía quiere más recursos para la ley. Las ONGs quieren más tratamiento químico y concienciación sobre las drogas. Sin lugar a dudas, los cultivadores y fumadores de marihuana sólo quieren ser dejados en paz.

Oriente Medio: Tras Guerra en Líbano, Suben los Precios del Cannabis Israelí

Durante la guerra de 34 días del verano pasado entre Israel y el Hezbolá en Líbano, unos fumadores de hachís israelí pidieron el boicot del hachís libanés. Ahora que las hostilidades han cesado, con todo, los fumadores israelíes tienen un nuevo problema: la droga es demasiado cara.

De acuerdo con un artículo publicado en el periódico israelí Yedioth Ahronoth y republicado por varias agencias de noticias, los problemas en la oferta durante la guerra y la intensificación de la seguridad desde entonces – no solamente en la frontera libanesa, sino también en los Territorios Palestinos y Egipcios – han hecho que el precio del cannabis subiera ocho veces.

Fumar y vender cannabis son actividades ilegales, pero populares, en Israel.

El informe sobre el aumento de los precios ocurrió durante una sesión informativa sobre seguridad y narcotráfico en el pueblo israelí cerca de la frontera libanesa. “Mientras estamos aquí, docenas de kilos de drogas están llegando a Israel a través del pueblo”, le dijo un agente de seguridad israelí anónimo al periódico. El agente también dijo que los militantes del Hezbolá no sólo contrabandean las drogas, sino usan el comercio para reunir informaciones a lo largo de la frontera.

La falta de hachís y el alza resultante en los precios apenas son agravadas por los operativos de seguridad en Gaza y a lo largo de la frontera egipcia. Realizado para impedir el contrabando de armas a Gaza, cuando los militantes palestinos están bajo constante agresión de las Fuerzas de Defensa Israelíes, el operativo refrenó el tráfico de cannabis extralegal entre las fronteras también.

Enseñanza Superior: Tribunal Federal Dispensa Desafío a Disposición Antidroga de la HEA

El viernes pasado, un juez del tribunal superior en Aberdeen, Dakota del Sur, dispensó una acción judicial que desafía la constitucionalidad de la disposición antidroga de la Ley de Enseñanza Superior [Higher Education Act], que impide a los estudiantes de recibir asistencia financiera federal si reciben una condena por drogas mientras están en la facultad. La acción había sido abierta por tres estudiantes individuales – dos reclutados por la DRCNet – con el respaldo del Students for Sensible Drug Policy y del Proyecto de Reforma de la Ley Sobre las Drogas de la ACLU.

De acuerdo con la disposición antidroga de la HEA, cerca de 200.000 estudiantes no han recibido el auxilio financiero. Como aprobada originalmente, la disposición antidroga se aplicaba a cualquier condena por drogas, pero bajo el ataque creciente de educadores, estudiantes y grupos de los derechos civiles, el defensor de la ley, el Dip. Mark Souder (R-IN), redactó un “arreglo” que la limitaba a delitos de drogas cometidos mientras los estudiantes están en la facultad. La reforma parcial de la ley hecha por Souder fue aprobada a principios de este año como parte de un paquete educacional general. Pero, esa reforma no satisface a los opositores de la ley, que buscan la revocación total.

En la acción judicial, la ACLU debatió que la HEA infringía la Quinta Enmienda en dos puntos. Primero, debatió el grupo, al destacar a los infractores de la legislación antidroga, la ley violaba la cláusula de debido proceso de la enmienda. Segundo, la disposición antidroga de la HEA significaba doble riesgo al penalizar un estudiante dos veces por la misma infracción.

Pero, el juez federal Charles Kornmann no estuvo de acuerdo. En su decisión concediendo la moción de dispensa del gobierno, él rechazó ambos argumentos de la Quinta Enmienda. Pero, Kornmann estuvo de acuerdo que la disposición es injusta. “Es verdad”, escribió, “como señalado por los demandantes, que los estudiantes condenados por tener pequeñas cantidades de marihuana puedan ser impedidos de recibir auxilio financiero federal aunque aquellos estudiantes condenados de crímenes de sangre o crímenes sexuales no sufran un destino similar. Sin embargo, el mero hecho de que la clasificación resulte en alguna desigualdad no infringe en sí y por sí la Constitución”.

“Esta decisión está muy equivocada. Es completamente irracional reducir el abuso químico al echar a los estudiantes de la facultad. Poner vallas en el camino a la educación sólo causa más abuso químico”, dijo Kris Krane, director ejecutivo del SSDP. “Es infeliz que los estudiantes no hayan tenido su vez en la corte, pero prontamente nosotros seremos oídos en los salones del Congreso. El 17 de Noviembre, centenas de miembros del SSDP llevarán nuestras preocupaciones directamente a la puerta de los legisladores cuando nos reunamos en Washington, DC para nuestro día nacional de presión. La Ley de Remoción de Impedimentos a la Educación de los Estudiantes [Removing Impediments to Students' Education (RISE) Act], que revocaría la pena, ya tiene 71 codefensores”.

Según las últimas informaciones, no se ha tomado una decisión en cuanto a recurrir o no de la decisión.

Marihuana: Candidato al Gobierno de Massachusetts Es a Favor de la Legalización, Pero No Durante Su Mandato

De acuerdo con encuestas recientes, el candidato demócrata al gobierno de Massachusetts, Deval Patrick, tiene una enorme ventaja sobre su oponente, el Vicegobernador republicano Kerry Kealey. Eso no pasa por la claridad de su posición sobre las políticas de marihuana.

En el cuarto y último debate para el gobierno el 26 de Octubre, ambos los candidatos de los partidos mayores y dos candidatos de partidos menores recibieron la siguiente pregunta del moderador del debate: “Desde los años 1970, por lo menos una docena de estados han despenalizado la tenencia adulta de pequeñas cantidades de marihuana para consumo personal. Massachusetts no es uno de ellos. Un estudio de la Universidad de Boston de 2003 estimó que los miles de arrestos por tenencia de marihuana todos los años cuestan más de $24 millones en recursos de la ley. Hay un proyecto delante de la legislatura que reduciría la pena para la tenencia de cantidad inferior a treinta gramos para una multa civil de $100. ¿Usted lo firmaría si llegara a su mesa?”

Tras decir que esperaba que el proyecto nunca llegara a su mesa porque no era su prioridad, Patrick añadió que la ley debería dar énfasis a los grandes traficantes de drogas y que la misma persona que le proporcionó marihuana a su tío drogadicto también le dio heroína. Él concluyó su respuesta inicial diciendo, “Me siento muy bien con la idea de legalizar la marihuana. Simplemente no creo que deba ser nuestra prioridad”.

El moderador fue reducido a preguntar directamente a Patrick si él vetaría el proyecto. “Lo vetaría”, contestó.

La candidata republicana Healey no hizo rodeos en su respuesta. “Yo vetaría esa propuesta”, dijo, citando el costo de la drogadicción y la “tragedia” de los niños en el sistema de servicio social en razón de padres drogadictos. “Cualquier cosa que lleve a la drogadicción debería estar absolutamente fuera de cuestión y yo nunca legalizaría las drogas”.

El candidato independiente al gobierno, Christy Mihos, se juntó al consenso, diciendo que apoyaba la marihuana medicinal, pero que vetaría un proyecto de despenalización. Sólo la candidata Verde-Arco Iris Grace Ross dio algún indicio positivo sobre el proyecto de despenalización, pero también fue vago. “No le doy mucha importancia a colocar a la gente en la prisión por pequeñas cantidades de marihuana, pero la verdadera cuestión es – la drogadicción, y todos los otros países industrializados no tienen tanta gente en la prisión y ése es un motivo para que cuando alguien esté adicto a algo puedan lograr tratamiento bajo demanda, puedan recibir el tratamiento inmediatamente porque el programa universal de salud significa que cuando se sabe que se necesita tratamiento, ande y recíbalo. Entonces, creo que si vamos a hablar sobre drogas, atrapemos a los grandes que tienen hartas cantidades de dinero y que las llevan a las comunidades, no a los pequeños”.

Pero, Ross se rehusó a decir si firmaría o vetaría el proyecto de despenalización, diciendo que querría ver el contexto de otros cambios “mucho más importantes” en las políticas. Sin embargo, ella atacó oblicuamente los comentarios de Healey sobre los padres drogadictos. “Creo que tenemos que ser sinceros aquí porque esto no se trata de lo que es legal y de lo que no lo es completamente porque muchos de esos niños en DSS tienen padres que son adictos al alcohol, no a sustancias ilegales y creo que una cosa sobre este tipo de pregunta que es legítima es que la adicción no está relacionada con cuáles sustancias son legales o no. Entonces, necesitamos ser honestos. Creo que la cuestión de dónde la marihuana se sitúa en comparación con el alcohol es una cuestión legítima y necesitamos tratar de la adicción como adicción y no sobre la penalización de personas que son adictas. Necesitamos lidiar con ella como adicción”.

En las cuestiones electorales municipales en las elecciones generales de 2000, 2002 y 2004, más de 410.000 habitantes de Massachusetts han votado en la reforma de la legislación sobre la marihuana.

Marihuana Medicinal: Pacientes Desafían a Directora de la DEA en Conferencia en San Diego, Siete Personas Son Presas

La policía arrestó a siete pacientes de marihuana medicinal que exigían conversar con la directora de la Agencia de Represión a las Drogas (DEA), Karen Tandy, en un hotel de San Diego el miércoles después que se rehusaron a marcharse. Un otro paciente fue citado y dos otros fueron citados antes por colgar una pancarta que decía “La DEA No Es Mi Médica” [The DEA Is Not My Doctor]

Aquellos citados o arrestados estaban entre los 60 manifestantes que comparecieron al Marriot San Diego Mission Valley, donde la DEA está realizando una conferencia sobre la marihuana medicinal. Los pacientes del área de San Diego y sus defensores están furiosos con la agencia antidroga federal por su rol en los allanamientos y cierres de dispensarios de marihuana medicinal en el área.

De acuerdo con el Americans for Safe Access (ASA), el grupo de defensa de la marihuana medicinal que organizó la acción, los manifestantes botaron 1.500 frascos vacíos de pastillas frente al hotel como manera de mostrar que las acciones de la DEA los dejaron sin sus remedios. Los pacientes se rehusaron a irse hasta que Tandy salió para conversar con ellos, y, cuando se negó, permanecieron y fueron arrestados.

Aunque la marihuana medicinal haya sido legalizada por los electores californianos hace una década, el gobierno federal no la reconoce y ve el consumo de marihuana como algo ilegal. Actuando con el apoyo de los funcionarios políticos y de la ley de la Comarca de San Diego, la DEA ha efectivamente cerrado lo que era una red creciente de dispensarios de marihuana medicinal que funcionaban en el área de San Diego.

“Los médicos recomiendan el cannabis y los pacientes lo usan porque funciona”, dijo la directora ejecutiva del ASA, Steph Sherer. “La DEA está infligiendo sufrimiento innecesario a decenas de miles de estadounidenses al negarles medicamentos seguros y eficientes. Eso tiene que parar”.

La acción puede no haber refrenado a la agencia bandida, pero ayudó a presionar a Tandy, que, de acuerdo con el coordinador estadual del ASA California, Alex Franco, bajó y le pidió disculpas al personal del Marriot por la “conmoción” causada por las protestas y arrestos. Cuando se dirige una agencia que está quitando los remedios de la gente muy enferma, a veces hay que pagar los platos, tanto personal como profesionalmente.

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Un sherif de Virginia y la mayor parte de su departamento caen por revender drogas y armas confiscadas, un guardia de la Patrulla Fronteriza es atrapado mientras hacía la vista gorda en cambio de sexo y dinero, están faltando drogas en el almacén de pruebas de la Policía de Boston, un comisario de la policía de una ciudad pequeña se confiesa culpable de proteger a traficantes de drogas y dos policías se van a la prisión por traficar drogas.

Esta semana, dos de nuestros reportajes vienen de Mississippi, pero hay policías mucho más corruptos en el Mudcat State, como observó el Jackson Clarion-Ledger el viernes pasado en un artículo simple y aptamente intitulado “Accused-Lawmen List Grows” [Crece Lista de Hombres de la Ley Acusados]. Vamos a ello:

En la Comarca de Henry, Virginia, el Sherif de la Comarca de Henry, Harold Cassell, fue incriminado por encubrir la venta de armas y drogas confiscadas por 13 de sus adjuntos. El personal del gabinete del sherif totalizó 14 de las 19 personas incriminadas bajo acusaciones que incluyen a conspiración para empresa criminosa, infracciones relacionadas con las armas, distribución de narcóticos, obstrucción de la justicia y perjurio. El personal es acusado de robar drogas y armas que eran almacenadas por el departamento; distribuir cocaína, marihuana y una droga de "violación durante citas"; lavado de dinero; y obstrucción de la justicia. La policía estadual de Virginia ha sido enviada para patrullar la comarca ahora que una parte considerable del gabinete del sherif está tras rejas. El propio Cassell está libre después de pagar $25.000. Él es acusado de no actuar tras ser notificado de las actividades corruptas, de ayudar a lavar dinero y de mentirle a los investigadores federales.

En Seattle, un guardia de las fronteras estadounidenses salió bajo fianza el martes tras ser acusado de permitir que las drogas pasaran por la frontera en cambio de dinero y favores sexuales de una contrabandista de drogas. Supuestamente, Desmone Bastian permitió que la contrabandista, que también es dueña de burdel, hiciera varios viajes a los Estados Unidos llevando marihuana y Oxycontin. Él cayó bajo sospecha cuando fue visto dejando su puesto en el cruce fronterizo de Blaine, Washington para aproximarse de su auto, en el cual se hallaban 3.000 pastillas de Oxycontin cuando fue buscado. Una revisión de los registros del cruce reveló que ella hizo varios viajes por el punto fronterizo, frecuentemente en el carril de Bastian, pero nunca había sido sometida a una inspección atenta.

En Boston, la unidad anticorrupción de la Policía de Boston está investigando si los oficiales de la policía robaron drogas que desaparecieron del almacén de pruebas. A principios de este mes, la policía anunció que algunas drogas confiscadas no podían ser rastreadas, pero sugestionó que podrían solamente haber sido perdidas mientras eran mudadas de una sección del almacén a otra. Ahora, con todo, la policía de Boston admite que están faltando drogas, pese a que no diga cuáles o cuántas drogas. Mientras sigue la investigación, los fiscales municipales están pensando en cómo procesar los casos criminales sin las pruebas.

En Oxford, Mississippi, el Comisionado de la Policía de Ruleville, Ronald Durelle Robinson, se confesó culpable de extorsión el 26 de Octubre por aceptar pagos en dinero para no abrir acusaciones de drogas y juego contra un distribuidor de crack. Robinson, 46, y el Subcomisionado de la Policía de Ruleville, Larry Mitchell, 33, fueron incriminados por un gran jurado federal en Julio por acusaciones de dar protección a narcotraficantes y a la gente que ellos pensaban ser narcotraficantes entre Diciembre de 2003 y Junio de 2006. Originalmente, Robinson fue incriminado por dos acusaciones de extorsión y cuatro acusaciones de tentativa de auxilio en tenencia de crack con intención de distribución, pero los federales las retiraron todas, menos la de extorsión en cambio del acuerdo de confesión. Robinson puede recibir hasta 20 años de prisión.

En Biloxi, Mississippi, un oficial veterano de la Policía de Biloxi fue condenado el lunes a cinco años de prisión por vender éxtasis. El Oficial Darrell Cvitanovich Jr. se confesó culpable a principios de este mes tras ser arrestado cuando, en Junio, un allanamiento a su casa aprehendió varias pastillas de éxtasis. El Juez del Tribunal del Circuito, Robert Clark, condenó a Cvitanovich a 15 años de prisión, pero suspendió 10. Cvitanovich tiene hasta el mediodía del 15 de Noviembre para entregarse al Departamento de Correcciones de Mississippi.

El viernes pasado en Milwaukee, un ex detective de la Policía de Milwaukee fue condenado a cuatro años de prisión por acusaciones federales de distribución de cocaína y conspiración. El Detective Larry White, con 10 años de servicios prestados a la corporación, transportaba cocaína de Illinois a Wisconsin para su cuñado en aquella época de 2004 y 2005, ganando $1.000 por viaje, de acuerdo con los registros judiciales. Durante la condenación, los abogados de White buscaron ganarse simpatía, debatiendo que White se había vuelto adicto a la cocaína a causa del stress del empleo y del asesinato de su sobrino. El cuento triste debe haber funcionado porque la Jueza de Corte Distrital de los EE.UU., Lynn Adelman, lo condenó a una sentencia bien debajo de las normas accesorias federales de condenación. Según las normas, él debería estar cumpliendo pena entre los 5 años y medio y los 6 años.

Oferta de Vídeo: Waiting to Inhale

Caro lector de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas:

Muchos entusiastas de la reforma de las políticas de drogas leyeron hace dos semanas sobre nuestro nuevo blog acerca de un nuevo documental, Waiting to Inhale: Marijuana, Medicine and the Law [Esperando para Inhalar: La Marihuana, la Medicina y la Ley], y un debate emocionante aquí en Washington entre dos de mis colegas y un representante de la secretaría antidroga de los EE.UU. que ocurrió después de la exhibición de la película. Tengo el placer de anunciar que la DRCNet está disponibilizándole este film como nuestro más reciente premio de membresía – done $30 o más a DRCNet y puede recibir una copia de Waiting to Inhale como nuestro agradecimiento por su apoyo.

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He sabido de Waiting to Inhale durante algunos años y estoy muy feliz por verlo divulgado y causando repercusiones. La gente que aparece en la película – los proveedores de marihuana medicinal Mike y Valerie Corral y Jeff Jones, la vocera de los pacientes Yvonne Westbrook, el científico Don Abrams – son héroes cuyas historias merecen ser contadas y cuyas entrevistas en esta película deberían ser exhibidas a como de lugar. ¡Usted puede ayudar al pedir una copia y hacer una exhibición privada en su hogar! O usted y sus amigos activistas pueden simplemente verlo en casa como inspiración. (Haga clic aquí para más informaciones, incluso un avance en la Internet.)

Su donación ayudará a DRCNet mientras hacemos lo que creemos que será un plan increíble de dos años para avanzar considerablemente la reforma de las políticas de drogas y la causa de terminar la prohibición globalmente y en los EE.UU. ¡Por favor, haga una donación generosa hoy día para ayudar a la causa! Sé que usted sabrá que el dinero fue bien gastado después de ver lo que la DRCNet está preparando. Nuestro formulario de donación electrónica le permite donar a través de tarjeta de crédito, por PayPal o imprimir un formulario para enviar juntamente con su cheque u orden de pago por correo. Por favor, fíjese que las contribuciones a la Red Coordinadora de la Reforma de las Políticas de Drogas o Drug Reform Coordination Network, nuestra entidad de presión política, no son deducibles del impuesto a la renta. Las donaciones deducibles pueden ser hechas a la Fundación DRCNet, nuestra ala de concienciación. (Escoger un regalo como Waiting to Inhale reducirá la parte de su donación que usted puede deducir por el costo del artículo.) Ambos grupos reciben cartas de los miembros en la siguiente dirección: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Gracias por su apoyo. Si usted no ha visto nuestra nueva página web, espero que tenga un momento para hacerlo – está buenísimo, si se me permite decirlo. :)

Cuídese bien y espero tener noticias suyas.

Sinceramente,


David Borden
Director Ejecutivo

Reportaje: La Reformadora de las Políticas de Drogas de Alabama Loretta Nall Deviene Accidentalmente la Candidata del “Escote”

La candidata al gobierno de Alabama por el Partido Libertariano, Loretta Nall, no pudo colectar firmas suficientes para ganar un lugar en las elecciones del próximo martes, pero en un giro rarísimo, sus senos le han granjeado atención suficiente para volverla un tópico de conversación no solamente en el Corazón de Dixie, sino también de costa a costa. La ama de casa alabameña de treinta y pocos años ha tomado lo que podría ser visto como una columna periodística local humillante sobre sus senos y su escote y, en una acción medio ju-jutsu político, medio teatro político, la usó para ganarse una taquilla nacional para su plataforma de reforma de las políticas de drogas y de las penas, la legalización de los inmigrantes y la oposición a la guerra en Irak y a las Leyes Patriota e Identificación Real.

Todo empezó con una foto de Nall junto a una mención breve y desdeñosa de su campaña en una columna de Bob Ingram del Montgomery Independent en Marzo. La foto – obtenida por el periódico a través de una búsqueda en Google y usada en vez de la imagen más conservadora que ella le dio – mostraba la superdotada Nall en una blusa baja con un escote en pico pronunciado. Ingram revisó el tópico algunos días después, diciéndoles a los lectores que la foto de Nall marcaba la primera vez que el escote de una mujer aparecía en su columna.

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Nall asumió las riendas a partir de allí. En una carta a Ingram y al editor del Independent, Bob Martin, ella desafiaba al par aparentemente obcecado por sus senos a discutir su campaña en vez de sus atributos físicos. “Ahora que ustedes y el resto de Alabama han sido presentados a ‘los gemelos’, quizá les gustara conocer el resto de mí”, escribió. “Vestiré mi burka, para que ustedes no se distraigan y quizá podamos discutir los otros puntos de mi plataforma, ya que el Sr. Ingram creyó mejor discutir solamente uno”.

A fines de Marzo, Nall estaba informando un aumento estupendo de las visitas a su página web de campaña y de la atención en toda la blogosfera y a principios de Mayo ella había aprovechado la atención para revelar un nuevo pedido de donaciones llamado “Flash por Cash”, en que una figura animada de Nall revelaba lo que estaba por detrás de la blusa por una contribución de campaña equivalente a $50.

Ella lo llevó a la fase siguiente cuando reveló una nueva línea de polos y carteles con la famosa foto del escote arriba y con fotos del titular Gob. Bob Riley del Partido Republicano y su oponente demócrata, la Vicegobernadora Lucy Baxley abajo, con el texto diciendo “Más Pechos Así y Menos Pechos Así” [More of These Boobs and Less of These Boobs].

Desde entonces, ha sido un frenesí mediático para Nall, con apariciones en las redes noticieras nacionales de la tele por cable Fox y MSNBC y en The Today Show de la NBC, así como en incontables entrevistas de radio – tanto nacionales como locales – y la incesante atención en la blogosfera. Y en el mundo autodevorador de los medios, la atención que Nall recibía de algunos medios significaba que ella valía la misma atención en los otros medios.

El interés nacional significaba que los medios locales necesitaban prestar atención, y lo hicieron. Un artículo de la Associated Press desde Alabama fue publicado en periódicos de todo el país, las emisoras de televisión municipales empezaron a dedicar cada vez más tiempo de transmisión a sus senos (y su campaña) y el miércoles por la noche ella recibió espacio para una aparición de 20 minutos en el único programa de cobertura de los sucesos estaduales de Alabama, “On the Record”.

“La prensa de Alabama se ha divertido bastante con esto”, le dijo Nall a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “La campaña está llena de ataques bajos y estoy haciendo algo diferente y lo están aceptando. Sí, hay muchas bromas sobre mí diciendo que soy ‘la candidata de pecho para el cargo’ y que estoy ‘tomando la disputa a pecho’, pero después conversan de veras sobre mi campaña y mi plataforma. La cosa de los senos ha sido divertida tanto para mí como para los medios y, consecuentemente, he logrado algunos buenos editoriales”.

Pero, a pesar del humor de su campaña, Nall es una candidata seria. “Todos estaban muy entusiasmados con la cosa de los senos”, le dijo ella a la Crónica, “pero usé eso como manera de lograr una plataforma para tratar de mis verdaderas cuestiones, especialmente las Leyes Patriota e Identificación Real, No Child Left Behind y la reforma de las políticas de drogas y de las prisiones”, explicó la ama de casa de Alabama. “Darle al número de personas en nuestras prisiones superpobladas ha sido uno de mis puntos principales de campaña”.

Y ella no tenía miedo de ponerse detrás de las líneas enemigas, haciendo una aparición en el programa Fox & Friends de la Fox News, en que ella simplemente atropelló a una pareja atónita de presentadores de la Fox. “Es difícil ganarle a la Fox, pero en verdad no prestaba atención a sus preguntas, no les permití que me interrumpieran”, explicó. “Creí que si me pusiera como Marc Emery y hablara sin detenerme, no tendrían ninguna oportunidad, y no la tuvieron”.

Nall no está siendo incluida en las encuestas sobre la disputa para gobernador, pero ella creía que resultaría bien encima del 1% necesario para tener la sigla del Partido Libertariano en las papeletas en 2008. “Si las respuestas que he estado recibiendo sirven de indicio, puedo llegar a recibir hasta 5% o 6%”, predijo. “Oigo de muchos republicanos que soy una verdadera conservadora, pero también estoy recibiendo el apoyo de muchos demócratas de izquierda. Hay un amplio segmento de la población que siente no tener una voz política cuando los candidatos de los partidos mayores aquí intentan superarse en saber quién es más cristiano que el otro”.

Reportaje: Colorado y Nevada Votan en Medidas de Legalización de la Marihuana el Martes

Con una medida para legalizar la tenencia de hasta treinta gramos de marihuana en las urnas en Colorado y una medida para permitir la venta reglamentada de marihuana y la tenencia de hasta treinta gramos en Nevada, el martes puede ser la primera vez que los electores en cualquier estado estadounidense hayan adoptado el fin de la prohibición de la marihuana. En esta coyuntura tardía, la mayoría de las encuestas lo retrata como si fuera una batalla difícil, pese a que los organizadores tengan motivos para creer que las encuestas pueden estar equivocadas. Las posibilidades lucen mejor en Nevada que en Colorado.

El único estado en el cual la tenencia de marihuana es legal es Alaska. Allá, fueron los tribunales, no los votantes, que tomaron la decisión.

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anuncio televisivo del CRCM, publicado en YouTube
A pesar de las campañas creativas y enérgicas del Committee to Regulate and Control Marijuana en Nevada y de la SAFER Colorado en el Rocky Mountain State, las últimas encuestas muestran ambas medidas siendo derrotadas, pese a que la diferencia sea mucho menor en Nevada, y una encuesta de Nevada mostró la medida en la delantera.

En ambos estados, con todo, los organizadores dicen que las encuestas están subestimando el apoyo a la legalización. En Nevada, los voceros de la medida les dijeron a la Crónica que la única encuesta que usó el texto electoral real mostró la medida en la delantera por un margen de 49% a 43%. Eso contrasta con las encuestas periodísticas de Nevada que anunciaban la derrota de la medida con entre 37% y 41% de los votos.

“Aunque yo diga que es improbable que la encuesta esté tan equivocada, seguramente esperamos más apoyo que lo que las encuestas están informando”, dijo Steve Fox de la SAFER Colorado. “Muchos jóvenes no contestan las encuestas o ni siquiera son contactados por ellas porque todo lo que tienen son teléfonos celulares. Aunque no podamos afirmar que vamos a tener una victoria fácil”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, “otras encuestas que hemos visto parecen indicar más apoyo que aquellas pesquisas de los medios”.

“Las encuestas varían”, dijo el gerente de la campaña del CRCM, Neal Levine. “La encuesta del Reno Gazette-Journal preguntó si la gente favorecía la legalización, el consumo, la tenencia y la transferencia de marihuana, en tanto que nuestra encuesta usó el texto electoral real. La explicación de la diferencia está en la terminología de la pregunta hecha. La encuesta del Review-Journal, aunque nos muestre atrás, muestra una tremenda alza con relación a su última encuesta. Su texto no era tan sesgado, pero aún no hacía la pregunta que los electores contestarán en las urnas. Lo que es consistente es que la campaña está en alza”, le dijo él a la Crónica el mes pasado.

Y aún estaba en alza, pero aún atrás esta semana. “En la nueva encuesta del Reno Gazette-Journal, disminuimos la diferencia en siete puntos”, dijo el director de comunicación de campaña, Patrick Killen, el jueves. “De acuerdo con ellos, aún estamos atrás, pero, más una vez, su pregunta no trataba de la tasación y la reglamentación o las muchas salvaguardias que nuestra medida tiene. Pero, la buena noticia es que esto muestra que la campaña está avanzando”.

Ambos estados han presenciado campañas duras de la oposición lideradas por figuras políticas consolidadas, la ley y las burocracias antidrogas federales. En Colorado, el agente especial encargado de la DEA Denver, Jeffrey Sweetin, ha tomado una posición importante en oposición a la medida, junto con el Gob. Bill Owens y el Fiscal General John Suthers. Owens y Suthers estaban entre aquellos que fueron sorprendidos el viernes pasado cuando casi cien manifestantes pro legalización comparecieron a su rueda de prensa antilegalización.

En Nevada, el CRCM ha estado ocupado desafiando la interferencia de funcionarios federales y servidores elegidos de Nevada en la campaña. A mediados de Octubre, el grupo entró con una acción judicial contra la Comarca de Clark y los funcionarios de Las Vegas buscando un interdicto para impedirlos de hacer campaña contra la medida con el dinero de los contribuyentes. La semana siguiente, los defensores del CRCM confrontaron al subsecretario antidroga federal Scott Burns, que vino de Washington, DC para oponerse a la Cuestión 7 en un foro de ciudad pequeña. “¡Secretario, váyase a su casa! ¡Deje a Nevada en paz!” gritaron.

Aunque el CRCM esté metido en campañas publicitarias en la tele, radio y la red, el principal grupo de oposición, el Committee to Keep Nevada Respectable de nombre irónico, se ha limitado a un anuncio de radio tardío, que el CRCM atacó el jueves diciendo que era mentiroso. “Ellos dicen que la medida impediría a los empleadores de realizar exámenes toxicológicos, cuando la medida dice explícitamente que pueden hacerlos”, denunció Killen. “Dice que favorecemos el consumo callejero de drogas, lo que es simplemente equivocado en dos puntos. Primero, no se trata de las ‘drogas’; se trata de la marihuana. Segundo, más una vez, el texto de la Cuestión 7 prohíbe explícitamente el consumo de marihuana en público”.

Las guerras publicitarias pueden no importar mucho al fin, dijo el profesor de ciencias políticas de la Universidad de Nevada en Las Vegas, Ted G. Jelen. “Los comerciales no son muy eficaces”, le dijo él a la Crónica. “La gente no está prestando mucha atención. Además, creo que esta medida es un poquito complicada. La mayoría de las personas no toma estos asuntos muy en serio, entonces el mensaje tiene que ser sencillo. Hablan de tasación y reglamentación, pero sería mejor si dijeran simplemente que vamos a tratarla como las bebidas alcohólicas”.

Jelen pronunció “improbables” las chances de aprobación de la Cuestión 7, aunque predijera que recibiría una margen respetable de votos. Pero, él dijo que, dado el paisaje político nacional y las contiendas movidas a escándalos e inesperadamente competitivas al gobierno y a la Cámara de Diputados Federales en Nevada, la comparecencia puede ser alta.

El CRCM está contando con eso. “Tenemos todos tipos de voluntarios y ya es hora de hacer que la gente vaya a las encuestas”, dijo Killen. “Estamos contando los votantes no tradicionales – los electores jóvenes, los nuevos electores, los electores desencantados – que no están apareciendo en el radar. Vamos a hacer votaciones previas durante el viernes y, entonces, hay el esfuerzo final hasta el martes”.

Con ambas medidas atrás en la mayor parte de las encuestas, los organizadores están empezando a trazar panoramas. “Seguramente, las encuestas que están siendo lanzadas por los medios indican que estamos muy atrás”, dijo Mason Tvert de la SAFER Colorado. “Falta ver si ése será el caso después que la votación ocurra de veras. Pero, es importante recordar que éste es solamente un paso en una batalla larga para concienciar al público sobre el hecho de que la marihuana es menos nociva que el alcohol. Durante esta campaña, nuestro mensaje básico ha resonado por todo el estado y en publicaciones nacionales como el USA Today y el Washington Times. Pese a que hayamos gastado menos de $60.000 tras la colecta de firmas, hemos generado centenas de millares de dólares en cobertura merecida de los medios. Hemos llevado la reforma de las políticas de la marihuana lúdica de la nada y la hemos vuelto un tópico importante de discusión y debate en el estado. Esta campaña no es el fin de nuestros esfuerzos en Colorado. Si perdemos, seguiremos concienciando a los ciudadanos del estado hasta que llegue la hora de otra iniciativa”.

Ahora, falta menos de una semana para que los electores entren en las cabinas de votación. Parece improbable ahora, pero no imposible, que 2006 sea el año en que los electores dijeron no a la prohibición de la marihuana.

La Reforma y los Reformadores de las Políticas de Drogas en las Elecciones de 2006 – La Lista

En una temporada política nacional dominada por la guerra en Irak y las preocupaciones sobre la dirección hacia la cual el país se encamina, las cuestiones de las políticas de drogas han sido bien ignoradas este año. Las cuestiones de las políticas de drogas están en las urnas en diversos estados y municipalidades y los reformadores de las políticas de drogas están concurriendo a cargos estatales en un puñado de estados. Aquí están las campañas y contiendas que vamos a observar y relatar la próxima semana.

NACIONAL

Congreso de los Estados Unidos: No vamos a destacar ninguna contienda en este año electoral crucial y posiblemente transformador y ninguna disputa se ha distinguido por sus implicaciones en las políticas de drogas. Si los demócratas asumieran el control de una o ambas cámaras del Congreso, eso puede tener ramificaciones considerables en potencial para la cuestión – imagínese al Dip. John Conyers (D-MI) como director del Comité Judiciario de la Cámara en vez del Dip. James Sensenbrenner (R-WI), esto solo para empezar. Sin embargo, históricamente, los reformadores de las políticas de drogas han tendido a decepcionarse con ambos partidos.

Si está interesado en cómo su representante representa sus puntos de vista sobre las cuestiones de las políticas de drogas, la Drug Policy Alliance ha preparado un Guía Electoral al Congreso de Reforma de las Políticas de Drogas de 2006, así como Marc Emery y la Cannabis Culture.

INICIATIVAS ESTADUALES

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se aproxima el Día de las Elecciones
Arizona: la Proposición 301 haría retroceder una ley de reforma de las penas de apenas una década que se aplica a los infractores por metanfetamina. Según la reforma de las penas, los infractores primarios o secundarios por tenencia de drogas no pueden ser sentenciados a cárcel o prisión – solamente a libertad vigilada. Esta iniciativa defendida por la legislatura permitiría que los infractores por metanfetamina – y solamente ellos – fueran presos por una primera o segunda infracción. Ella sufre la oposición de la Meth-Free Arizona -- No on 301, una organización de ciudadanos y activistas, bien como de importantes juristas de Arizona.

Colorado: La Enmienda 44 legalizaría la tenencia de hasta treinta gramos de marihuana por adultos. Fundándose en resoluciones no compulsorias exitosas en diversas universidades de Colorado y la votación sorpresiva del año pasado en Denver para legalizar la tenencia de acuerdo con una ordenanza municipal, los organizadores de la iniciativa, la SAFER Colorado, han estado dándole a lo que ha probado ser un tema particularmente resonante: La marihuana es más segura que el alcohol. Aunque la mayor parte de las encuestas recientes anuncie la derrota de la medida, los organizadores dicen que esas encuestas no entrevistan suficientemente a electores jóvenes que votarán en sí más probablemente.

Nevada: La Cuestión 7 reemplazaría la prohibición de la marihuana por un sistema de ventas reglamentadas, tasadas y controladas de marihuana y permitiría la tenencia de hasta treinta gramos de marihuana por adultos. Defendido por el Committee to Regulate and Control Marijuana, afiliado del Marijuana Policy Project, la iniciativa, si exitosa, resultaría en Nevada volviéndose el primer estado a sancionar las ventas de marihuana. El esfuerzo se funda en cuatro años de trabajo en Nevada del MPP y sus afiliados. Una iniciativa similar ganó 39% de los votos en 2002 y la colecta de firmas en 2004 fracasó en acceder a las urnas, pero este año, la medida no sólo llegó a las urnas, sino que estuvo situada por encima de los 40% en las últimas semanas y liderando en la única encuesta que usó el texto electoral real.

Dakota del Sur: La Medida Iniciada 4 permitiría el uso de marihuana medicinal por pacientes calificados con la recomendación de un médico. La medida también permite que los pacientes o proveedores calificados cultiven hasta seis plantas y tengan hasta treinta gramos de marihuana. La South Dakotans for Medical Marijuana, el grupo por detrás de la campaña, ha acabado de lanzar su última ronda de comerciales de TV y radio con dos pacientes de marihuana medicinal y un ex oficial de la policía. No se sabe de ninguna encuesta sobre cómo le irá a la medida en el estado socialmente conservador del Alto Medio Oeste.

INICIATIVAS MUNICIPALES

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Santa Bárbara, Santa Cruz y Santa Mónica, California: Esas tres ciudades votarán en iniciativas que piden que las infracciones por marihuana de parte de adultos sea la menor prioridad legal. Parte de la California Cities Campaign, una ramificación de la iniciativa exitosa de menor prioridad de Oakland en 2004, la Proposición Z, los organizadores esperan que las victorias este año ayuden a preparar el terreno para un esfuerzo estadual para avanzar la reforma de las leyes sobre la marihuana de California. El texto de la iniciativa está disponible en Sensible Santa Barbara (Medida P), Santa Cruz Citizens for Sensible Marijuana Policies (Medida K) y Santa Monicans for Sensible Marijuana Policy (Medida Y). De acuerdo con los organizadores estaduales y municipales, la lucha más difícil será en Santa Mónica.

Comarca de Missoula, Montana: La Iniciativa #2 volvería las infracciones adultas por marihuana la menor prioridad legal. Defendida por la Citizens for Responsible Crime Policy, la iniciativa se depara con fuerte oposición de la ley, pero tiene el beneficio de ser realizada en lo que posiblemente es la comarca más liberal del estado.

Eureka Springs, Arkansas: Defendida por la NORML Universidad de Arkansas/Fayetteville, la medida electoral municipal volvería la tenencia adulta de marihuana la menor prioridad legal. Fueron necesarias apenas 115 firmas para poner una iniciativa de menor prioridad en las urnas en esta ciudadecita contracultural en el noroeste de Arkansas.

CARGOS ELECTIVOS ESTADUALES

Alabama: Loretta Nall está disputando el cargo de gobernador bajo la sigla del Partido Libertariano. Ya que no pudo tener su nombre en las papeletas debido a las duras leyes electorales de Alabama, Nall está administrando una campaña por correspondencia con la esperanza de conseguir votos suficientes para lograr al partido un lugar en las urnas de la próxima vez. Aunque Nall esté pidiendo la legalización de la marihuana y la reforma considerable de las penas, entre otros asuntos, sus senos han granjeado la mayor parte de la cobertura de la prensa. (Vea el artículo relacionado en esta edición.)

Connecticut: El antiguo líder de la reforma de las políticas de drogas, Cliff Thornton, está concurriendo como indicado del Partido Verde al gobierno. Aunque Thornton haya sido excluido de la mayor parte de las encuestas y debates televisivos, el liderazgo comandante mantenido por la titular Gob. Jody Rell sobre su opositor demócrata puede dejar espacio político para un voto de protesto en Thornton.

Maryland: El antiguo líder de la reforma de las políticas de drogas, Kevin Zeese, está disputando un escaño en el Senado de los EE.UU. como candidato de unidad en una sigla combinada de los partidos Verde-Populista-Libertariano. Con una disputa más difícil que la esperada entre el demócrata Ben Cardin y el republicano Michael Steele, una fuerte demostración de Zeese puede tirar la elección tanto a un candidato como al otro. No obstante, con algunos datos que dicen que él está logrando apoyo de ambos candidatos y con Cardin hasta ahora consistentemente en la delantera, pero no con una margen confortable, eso sigue incierto.

Nueva Yérsey: El hombre que ya se llamó Ed Forchion, que ha cambiado legalmente su nombre para NJ Weedman, está en las urnas en la disputa al Senado de los EE.UU. Hace tiempo un predilecto de los medios en el Garden State por sus números pro marihuana, el NJ Weedman hace campaña sobre una plataforma de legalización.

Tejas: El músico, novelista y humorista Kinky Friedman ha pedido la legalización de la marihuana. Actualmente él está muy atrás en una disputa de cuatro vías en que el titular Gobernador Rick Perry del Partido Republicano está liderando con cerca de 35% de los votos.

(Nota de Repudio: La DRCNet apoya las medidas electorales positivas de reforma de las políticas de drogas que están siendo promovidas por nuestras colegas alrededor del país – la única medida electoral mencionada aquí a la cual nos oponemos es la 301 en Arizona. Con todo, la Crónica de la Guerra Contra las Drogas es impedida en virtud del status sin fines lucrativos de la Fundación DRCNet de tomar posiciones a favor o en contra de cualesquiera partidos o candidatos a cargos electorales, y los defensores de la DRCNet en verdad abarcan una amplia gama del espectro político. Este artículo tiene apenas la intención de proporcionar informaciones objetivas para fomentar la comprensión del impacto del proceso electoral sobre la cuestión y apoyar el principio democrático de un electorado informado.)

Higher Education: Federal Court Dismisses Challenge to HEA Drug Provision

A federal court judge in Aberdeen, South Dakota, last Friday dismissed a lawsuit challenging the constitutionality of the Higher Education Act's drug provision, which bars students from receiving federal financial assistance if they receive a drug conviction while in college. The suit had been filed by three individual students -- two recruited by DRCNet -- backed by Students for Sensible Drug Policy and the ACLU Drug Law Reform Project.

Under the HEA drug provision, nearly 200,000 students have been denied financial aid. As originally passed, the drug provision applied to any drug conviction, but under rising attack from educators, students, and civil rights groups, the act's sponsor, Rep. Mark Souder (R-IN) drafted a "fix" limiting it to drug offenses committed while students are in college. Souder's partial reform to the law passed earlier this year as part of a larger educational package. But that reform does not satisfy the act's opponents, who seek a total repeal.

In the lawsuit, the ACLU argued that the HEA violated the Fifth Amendment on two counts. First, the group argued, by singling out drug law violators, the act violated the amendment's due process clause. Second, the HEA drug provision amounted to double jeopardy by penalizing a student twice for the same offense.

But federal Judge Charles Kornmann didn't agree. In his decision granting a government motion to dismiss, he rejected both Fifth Amendment arguments. Still, Kornmann agreed that the provision is unfairly. "It is true," he wrote, "as pointed out by the plaintiffs, that students convicted of possessing small amounts of marijuana may be prevented from receiving federal student financial aid while those students convicted of serious sexual or violent crimes would not suffer a similar fate. However, the mere fact that the classification results in some inequality does not, in and of itself, offend the Constitution."

"This decision is flat wrong. It's completely irrational to attempt to reduce drug abuse by kicking students out of school. Putting up roadblocks on the path to education only causes more drug abuse," said Kris Krane, SSDP's executive director. "It's unfortunate that students won't yet have our day in court, but we will soon be heard in the halls of Congress. On November 17, hundreds of SSDP members will take our concerns directly to lawmakers' doorsteps when we gather in Washington, DC for our national lobby day. The Removing Impediments to Students' Education (RISE) Act, which would repeal the penalty, already has 71 cosponsors."

At last report, a decision had not been made as to whether to appeal the decision.

Announcement: New Format for the Reformer's Calendar

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With the launch of our new web site, The Reformer's Calendar no longer appears as part of the Drug War Chronicle newsletter but is instead maintained as a section of our new web site:

The Reformer's Calendar publishes events large and small of interest to drug policy reformers around the world. Whether it's a major international conference, a demonstration bringing together people from around the region or a forum at the local college, we want to know so we can let others know, too.

But we need your help to keep the calendar current, so please make sure to contact us and don't assume that we already know about the event or that we'll hear about it from someone else, because that doesn't always happen.

We look forward to apprising you of more new features of our new web site as they become available.

Video Offer: Waiting to Inhale

Dear Drug War Chronicle reader:

Many drug reform enthusiasts read on our blog this fall about a new video documentary, Waiting to Inhale: Marijuana, Medicine and the Law, and an exciting debate here in Washington between two of my colleagues and a representative of the US drug czar's office that followed the movie's screening. I am pleased to announce that DRCNet is making this film available to you as our latest membership premium -- donate $30 or more to DRCNet and you can receive a copy of Waiting to Inhale as our thanks for your support.

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I've known about Waiting to Inhale for a few years, and I am pretty psyched to see it out now and making waves. People featured in the movie -- medical marijuana providers Mike & Valerie Corral and Jeff Jones, patient spokesperson Yvonne Westbrook, scientist Don Abrams -- are heroes whose stories deserved to be told and whose interviews in this movie should be shown far and wide. You can help by ordering a copy and hosting a private screening in your home! Or you and your activist friends can simply watch it at home for inspiration. (Click here for more information including an online trailer.)

Your donation will help DRCNet as we pull together what we think will be an incredible two-year plan to substantially advance drug policy reform and the cause of ending prohibition globally and in the US. Please make a generous donation today to help the cause! I know you will feel the money was well spent after you see what DRCNet has in store. Our online donation form lets you donate by credit card, by PayPal, or to print out a form to send with your check or money order by mail. Please note that contributions to the Drug Reform Coordination Network, our lobbying entity, are not tax-deductible. Tax-deductible donations can be made to DRCNet Foundation, our educational wing. (Choosing a gift like Waiting to Inhale will reduce the portion of your donation that you can deduct by the retail cost of the item.) Both groups receive member mail at: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Thank you for your support. If you haven't already checked out our new web site, I hope you'll take a moment to do so -- it really is looking pretty good, if I may say so myself. :) Take care, and hope to hear from you.

Sincerely,


David Borden
Executive Director

Feature: Colorado and Nevada to Vote on Marijuana Legalization Measures Tuesday

With a measure to legalize the possession of up to one ounce of pot on the ballot in Colorado and a measure to allow the regulated sale of marijuana and the possession of up to an ounce in Nevada, Tuesday could be the first time voters in any American state have embraced an end to marijuana prohibition. At this late juncture, most polls are painting it as an uphill fight, though organizers have reasons why they believe the polls may be off. The odds are looking better in Nevada than Colorado.

The only state in which marijuana possession is legal is Alaska. There, it was the courts, not the voters, who made the decision.

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CRCM TV ad, posted to YouTube
Despite creative and energetic campaigns by the Committee to Regulate and Control Marijuana (CRCM) in Nevada and SAFER Colorado in the Rocky Mountain State, most recent polls show both measures losing, although the margin is much narrower in Nevada, and one Nevada poll showed the measure ahead.

In both states, however, organizers say the polls are undercounting support for legalization. In Nevada, spokesmen for the measure there told the Chronicle that the only poll that used the actual ballot language had the measure ahead by a margin of 49% to 43%. That contrasts with Nevada newspaper polls that showed the measure losing with between 37% and 41% of the vote.

"While I would say that it is unlikely the polling is that far off, we certainly expect greater support than what the polls are reporting," said SAFER Colorado's Steve Fox. "Many young people don't respond to polls or are not even reached by them because all they have are cell phones. While we can't claim that we're going to cruise to an easy victory," he told Drug War Chronicle, "other polls we have seen seem to indicate greater support than those media polls."

"The polls jibe," said CRCM campaign manager Neal Levine. "The Reno Gazette-Journal poll asked if people favored the legalization, use, possession, and transfer of marijuana, while our poll used the actual ballot language. The explanation of the difference lies in the wording of the question asked. The Review-Journal poll, while it shows us behind, shows a huge upward trend over their last poll. Their language wasn't as slanted, but it still didn't ask the question voters will be asked on the ballot. What is consistent is that the campaign is trending up," he told the Chronicle last month.

And it was still trending up, but also still trailing this week. "In a new Reno Gazette-Journal poll, we cut the gap by seven points," said campaign communications director Patrick Killen Thursday. "According to them, we're still behind 41% to 52%, but again, their question didn't address taxation and regulation or the many safeguards our measure has. Still, the good news is this shows the campaign is moving forward."

Both states have seen hard-hitting organized opposition campaigns led by establishment political figures, law enforcement, and the federal anti-drug bureaucracies. In Colorado, Denver DEA special agent in charge Jeffrey Sweetin has taken a lead position in opposing the measure, along with Gov. Bill Owens and Attorney General John Suthers. Owens and Suthers were among those who were surprised last Friday when nearly a hundred pro-legalization demonstrators showed up at their anti-legalization press conference.

In Nevada, CRCM has been busy challenging interference in the campaign by federal officials and Nevada elected officials. In mid-October, the group filed a lawsuit against Clark County and Las Vegas officials seeking an injunction to stop them from campaigning against the measure on the tax payers' dime. The following week, CRCM supporters confronted deputy federal drug czar Scott Burns, who flew in from Washington, DC, to oppose Question 7 at a small-town forum. "Czar, go home! Leave Nevada alone!" they chanted.

While CRCM is engaged in TV, radio, and web-based advertising, the lead opposition group, the ironically named Committee to Keep Nevada Respectable has limited itself to a late radio ad, which CRCM attacked Thursday as full of lies. "They say it would bar employers from doing drug testing, when the measure explicitly says they can," complained Killen. "It says we favor street use of drugs, which is simply wrong on two counts. First, this isn't about 'drugs;' this is about marijuana. Second, again, the language of Question 7 explicitly bars the public consumption of marijuana."

The ad wars may not matter that much in the end, said University of Nevada Las Vegas political science professor Ted G. Jelen. "The commercials are not very effective," he told the Chronicle. "People aren't paying that close attention. Also, I think this measure is a little bit complicated. Most people don't take these issues very seriously, so the message has to be simple. They keep talking about taxation and regulation, but it might be better if they just said we're going to treat it like booze."

Jelen pronounced Question 7's chances of passage as "unlikely," although he predicted it would get a respectable showing. Still, he said, given the national political landscape and scandal-driven, unexpectedly competitive gubernatorial and US House of Representatives races in Nevada, turn-out could be high -- and that could affect the outcome.

CRCM is counting on that. "We've got all kinds of volunteers, and now it's time to get people to the polls," said Killen. "We're counting on non-traditional voters -- young voters, new voters, disenchanted voters -- who aren't showing up on the radar. We're doing early voting through Friday, and then it's the final push toward Tuesday."

With both measures trailing in most polls, organizers are starting to take a longer view. "Certainly, the polls being released by the media indicate that we are far behind," said SAFER Colorado's Mason Tvert. "Whether that will be the case after actual voting takes place remains to be seen. But it is important to remember that this is just one step in a long battle to educate the public about the fact that marijuana is less harmful than alcohol. Through the course of this campaign, our basic message has resonated across the state and in national publications like USA Today and the Washington Times. Despite the fact that we have spent less than $60,000 after the signature drive, we have generated hundreds of thousands of dollars worth of earned media coverage. We have taken recreational marijuana policy reform from basically nowhere and have made it a major topic of discussion and debate in the state. This campaign is not the end of our efforts in Colorado. If we lose, we will continue to educate the citizens of the state until the time is right for another initiative."

There is now less than a week until the voters hit the voting booths. It is now looking uncertain, but not impossible, for 2006 to be the year voters said no to marijuana prohibition.

Feature: Alabama Drug Reformer Loretta Nall Accidentally Becomes the "Cleavage" Candidate

Libertarian Party Alabama gubernatorial candidate Loretta Nall couldn't get enough signatures gathered to win a spot on next Tuesday's ballot, but in a bizarre twist, her breasts have garnered her enough attention to make her a water-cooler topic of conversation not only in the Heart of Dixie, but from coast to coast. The 30-something Alabama housewife has taken what could be viewed as a demeaning local newspaper column about her breasts and cleavage and, in an act equal parts political jiu-jitsu and political theater, used it to gain a nationwide soapbox for her platform of drug and sentencing reform, immigrant legalization, and opposition to the war in Iraq and the Patriot and Real ID Acts.

It all began with a photo of Nall alongside a brief, dismissive mention of her campaign in a column by the Montgomery Independent's Bob Ingram back in March. The photo -- obtained by the paper through a Google search and used in lieu of the more conservative image she had provided -- showed the amply-endowed Nall in a low-cut blouse with plunging cleavage. Ingram revisited the topic a few days later, telling readers the Nall photo marked the first time a woman's cleavage was featured in his column.

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Nall took it from there. In a letter to Ingram and Independent publisher Bob Martin, she challenged the apparently breast-obsessed pair to discuss her campaign instead of her physical attributes. "Now that you and the rest of Alabama have been introduced to 'the twins' perhaps you'd like to meet the rest of me," she wrote. "I'll don my burka, so y'all won't be distracted, and perhaps we can discuss the other planks in my platform, since Mr. Ingram saw fit to only discuss one."

By the end of March, Nall was reporting wildly increased traffic at her campaign web site and increasing attention across the blogosphere, and by the beginning of May she had taken advantage of the attention to unveil a new "Flash for Cash" appeal for donations, where an animated Nall figure would reveal what's behind the blouse for a $50 campaign contribution.

She took it to the next level when she unveiled a new line of t-shirts and posters featuring the famous cleavage shot above and photos of incumbent Republican Gov. Bob Riley and his Democratic opponent, Lt. Gov. Lucy Baxley below, with the text reading "More of These Boobs and Less of These Boobs."

Since then, it has been a media frenzy for Nall, with appearances on the national cable news networks Fox and MSNBC and NBC's The Today Show, as well as countless radio interviews -- both national and local -- and unceasing attention in the blogosphere. And in the ouroboros world of the media, the attention Nall received from some media outlets meant she was all the more newsworthy on other media outlets.

The national interest meant that the homeboy media needed to pay attention, and it did. An Alabama-based Associated Press story ran in papers across the country, local TV stations began devoting increasing air time to her breasts (and her campaign), and on Wednesday evening she was slated for a 20-minute appearance on Alabama's only statewide newscast, "On the Record."

"The Alabama press has really had a good time with this," Nall told Drug War Chronicle. "The campaign is full of nasty attack ads, and I'm doing something different and they're eating it up. Yes, there is lots of stuff about me being 'the breast candidate for the job' and 'racking up points,' but then they go on to actually talk about my campaign and my platform. The boobs thing has been fun for me and the media, and I've garnered some good editorials as a result."

But despite the humor of her campaign, Nall is a serious candidate. "Everybody was all excited about the boob stuff," she told the Chronicle, "but I just use that as a way of getting a platform to get at my real issues, especially the Patriot and Real ID Acts, No Child Left Behind, and drug policy and prison reform," the Alabama housewife explained. "Hammering away at the number of people in our overcrowded prisons has been one of my main planks."

And she wasn't afraid to go behind enemy lines, making an appearance on Fox News' Fox & Friends program, where she simply steamrollered a seemingly stunned pair of Fox anchors. "It's hard to outfox Fox, but I didn't really pay any attention to their questions, I didn't let them hem me in," Nall explained. "I figured if I pulled a Marc Emery and talked non-stop, they wouldn't have a chance, and they didn't."

Nall is not being included in polling on the governor's race, but said she believed she would poll well above the 1% needed to win a ballot line for the Libertarian Party in 2008. "If the feedback I've been getting is any indication, I could go as high as 5% or 6%," she predicted. "I am hearing from a lot of Republicans who say I am a true conservative, but I'm also getting support from a lot of lefty Democrats. There is a large segment of the population that feels like it doesn't have a political voice when the major party candidates here are trying to out-Jesus each other."

Weekly: This Week in History

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November 6, 1984: The DEA and Mexican officials raid a large marijuana cultivation and processing complex in the Chihuahua desert owned by kingpin Rafael Caro Quintero. Seven thousand campesinos work at the complex, where between 5,000-10,000 tons of high-grade marijuana worth $2.5 billion is found and destroyed. Time magazine calls this "the bust of the century," and it reveals the existence of Mexico's sophisticated marijuana smuggling industry.

November 8, 1984: The international marijuana seizure record is set (still in effect today) -- 4,260,000 lbs in Mexico.

November 6, 1985: Upping the ante in the battle against extradition, guerillas linked to the Medellin cartel occupy the Colombian Palace of Justice. At least 95 people are killed when the Colombian military attack after a 26-hour siege, including 11 Supreme Court justices. Many court documents, including all pending requests, are destroyed by fire.

November 5, 1987: Nina Totenberg of National Public Radio breaks the story that Reagan Supreme Court nominee Douglas Ginsburg admitted to having smoked marijuana with his students "on a few occasions in the '70s" while he was a professor at Harvard. Two days later, President Reagan asks Ginsburg to withdraw his nomination.

November 8, 1987: The New York Times reports that Al Gore said he last used marijuana when he was 24. He said he first tried the drug at the end of his junior year at Harvard and used it again at the beginning of his senior year the next fall. He also said he used the drug "once or twice" while off-duty in an Army tour at Bien Hoa, Vietnam, on several occasions while he was in graduate school at Vanderbilt University and when he was an employee of a Nashville newspaper (The Nashville Tennessean). Three days later Gore is quoted in UPI: "We have to be honest and candid and open in dealing with the (drug) problem."

November 6, 1989: Former President Ronald Reagan's Secretary of State George Shultz is quoted by the Associated Press: "We need at least to consider and examine forms of controlled legalization of drugs."

November 5, 1996: California's Proposition 215 (The Compassionate Use Act) passes with 56% of the voting public in favor. Proposition 200 (The Drug Medicalization, Prevention, and Control Act) in Arizona passes with 65% of the vote.

November 4, 1998: Voters in seven states overwhelmingly approve nine medical marijuana and larger drug policy reform initiatives.

November 3, 1999: The Criminal Justice Policy Foundation (CJPF) cosponsors a press conference and releases a letter to Drug Czar Gen. Barry McCaffrey from distinguished American and Latin American leaders who reject the U.S. export of the failed "war on drugs" to Latin America.

November 7, 2000: In California, citizens vote 61%-39% to pass Proposition 36, diverting nonviolent drug offenders into treatment rather than prison for first and second offenses. In Mendocino County voters approve a measure decriminalizing personal use and growth of up to 25 marijuana plants -- the Green Party-sponsored Measure G wins 52% of the vote.

November 3, 2001: DEA raids the Los Angeles Cannabis Resource Center, a medical marijuana distribution facility, arresting its president, Scott Imler. City officials condemn the raid at a press conference attended by more than 100 center members.

November 9, 2001: The San Jose Mercury News reports that despite objections from former first lady Betty Ford and drug-treatment authorities, the US Senate Judiciary Committee approved the nomination of John Walters as director of the Office of National Drug Control Policy.

November 9, 2001: The Newark Star-Ledger reports that the US Food and Drug Administration approved the use of Ecstasy in a study to treat victims of post-traumatic stress disorder.

November 5, 2002: Reuters reports that researchers say alcohol and violence pose more of an immediate health hazard than drugs for young adults who enjoy clubbing. Researchers say that drugs such as ecstasy, speed, cocaine and heroin are a serious problem in clubs, but assaults fueled by alcohol are the main reason clubbers seek hospital treatment.

November 7, 2002: Ruling in favor of NORML Foundation and Media Access Project complaints, the Federal Communications Commission says that public service announcements broadcast under the auspices of the White House drug office advertising program must identify themselves as being part of that program. As a result of the ruling, broadcasters are forced to insert taglines proclaiming "sponsored by the Office of National Drug Control Policy."

Drug Reform and Drug Reformers in the 2006 Elections -- The List

In a national political season dominated by the war in Iraq and concerns about the direction in which the country is headed, drug policy issues have largely been ignored this year. Drug policy issues are on the ballot in several states and localities and drug reformers are running for statewide office in a handful of states. Here are the campaigns and races we will be watching and reporting on next week.

NATIONAL

United States Congress: We are not singling out any races in this crucial, possible sea change, election year, and no single race has been distinguished for its drug policy implications. Should Democrats take control of one or both chambers of Congress, that could potentially have significant ramifications for the issue -- imagine Rep. John Conyers (D-MI) as head of the House Judiciary Committee instead of Rep. James Sensenbrenner (R-WI), for starters. Historically drug reformers have tended to find both major parties disappointing, however.

If you are interested in how your representative represents your views on drug policy issues, the Drug Policy Alliance has prepared a 2006 Drug Policy Reform Congressional Voter Guide, as have Marc Emery and Cannabis Culture.

STATE INITIATIVES

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Election Day approaching
Arizona: Proposition 301 would roll back a decade-only sentencing reform law as it applies to methamphetamine offenders. Under the sentencing reform, first- or second-time drug possession offenders cannot be sentenced to jail or prison -- only to probation. This legislature-sponsored initiative would allow meth offenders -- and only meth offenders -- to be jailed on a first or second offense. It is opposed by Meth-Free Arizona -- No on 301, a citizens' and activist organization, as well as leading Arizona jurists.

Colorado: Amendment 44 would legalize the possession of up to one ounce of marijuana by adults. Building on successful non-binding resolutions at several Colorado universities and last year's surprise Denver vote to legalize possession under city ordinance, initiative organizers SAFER Colorado have been hammering away at what has proven to be a particularly resonant theme: Marijuana is safer than alcohol. While the most recent polls show the initiative trailing, organizers say those polls under-sample youthful voters who are more likely to vote yes.

Nevada: Question 7 would replace marijuana prohibition with a system of regulated, taxed, and controlled marijuana sales and would allow for the possession of up to one ounce of marijuana by adults. Sponsored by the Committee to Regulate and Control Marijuana, an affiliate of the Marijuana Policy Project, the initiative, if successful, would result in Nevada being the first state to sanction marijuana sales. The effort builds on four years of work in Nevada by MPP and its affiliates. A similar initiative won 39% of the vote in 2002 and a 2004 signature drive failed to make the ballot, but this year the measure not only made the ballot but was polling above 40% in recent weeks and leading in the only poll that used the actual ballot language.

South Dakota: Initiated Measure 4 would allow for the use of medical marijuana by qualified patients with a doctor's recommendation. The measure allows qualified patients or caregivers to grow up to six plants and possess up to one ounce of marijuana. South Dakotans for Medical Marijuana, the group behind the campaign, has just unleashed its latest round of TV and radio commercials featuring two medical marijuana patients and a former police officer. There is no known polling on how the measure will fare in the socially conservative Upper Midwest state.

LOCAL INITIATIVES

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Santa Barbara, Santa Cruz, and Santa Monica, California: All three cities will vote on initiatives calling for adult marijuana offenses to be the lowest law enforcement priority. Part of the California Cities Campaign, an outgrowth of the successful Oakland Proposition Z lowest priority initiative in 2004, organizers hope victories this year will help lay the groundwork for a statewide effort to further reform California's marijuana laws. Initiative language is available at Sensible Santa Barbara (Measure P), Santa Cruz Citizens for Sensible Marijuana Policies (Measure K), and Santa Monicans for Sensible Marijuana Policy (Measure Y). According to state and local organizers, the most difficult fight will be in Santa Monica.

Missoula County, Montana: Initiative #2 would make adult marijuana offenses the lowest law enforcement priority. Sponsored by Citizens for Responsible Crime Policy, the initiative is facing strong law enforcement opposition, but has the benefit of being held in what is arguably the most liberal county in the state.

Eureka Springs, Arkansas: Sponsored by University of Arkansas/Fayetteville NORML, the municipal ballot measure would make adult marijuana possession the lowest law enforcement priority. It took only 115 signatures to get a lowest priority initiative on the ballot in this small, countercultural town in Northwest Arkansas.

Plymouth, Massachusetts: In the 1st and 12th Plymouth Representative Districts, voters will be voting to tell their representatives to support decriminalization: “Shall the state legislator from this district be instructed to vote in favor of legislation that would make the possession of less than one ounce of marijuana a civil violation, subject to a fine of no more than $100.00 and not subject to any criminal penalties?”

Middlesex and Norfolk, Massachusetts: Voters in the 7th Norfolk Representative District and the 3rd Middlesex Senate District will be voting on whether to tell their representatives to support medical marijuana: “Shall the state legislator from this district be instructed to vote in favor of legislation that would allow seriously ill patients, with their doctor’s written recommendation, to possess and grow small amounts of marijuana for their personal medical use?”

STATEWIDE ELECTIVE OFFICE

Alabama: Loretta Nall is running for governor on the Libertarian Party ticket. Denied a line on the ballot by Alabama's tight election laws, Nall is running a write-in campaign in hopes of gaining sufficient votes to win the party a spot on the ballot next time around. While Nall is calling for marijuana legalization and substantive sentencing reform, among other issues, her breasts have garnered the most press coverage. (See related story this issue.)

Connecticut: Long-time drug reform leader Cliff Thornton is running as the Green Party nominee for governor. While Thornton has been excluded from most polls and televised debates, the commanding lead held by incumbent Gov. Jodi Rell over her Democratic opponent may leave political space for a protest vote for Thornton.

Maryland: Long-time drug reform leader Kevin Zeese is running for US Senate as a unity candidate on a combined Green-Populist-Libertarian ticket. With a tighter-than-expected race between Democrat Ben Cardin and Republican Michael Steele, a strong Zeese showing could potentially throw the election to one candidate or the other. With some data suggesting he is drawing support from both candidates, however, and with Cardin so far polling ahead consistently if not comfortably, that is unclear.

New Jersey: The one-time Ed Forchion, who has legally changed his name to NJ Weedman, is on the ballot in the US Senate race. Long a media favorite in the Garden State for his pro-marijuana antics, NJ Weedman campaigns on a platform of legalization.

Texas: Musician, novelist, and humorist Kinky Friedman has called for the legalization of marijuana. He is currently polling in the teens in a four-way race where incumbent Republican Gov. Rick Perry is leading with about 35% of the vote.

(Disclaimer: DRCNet endorses the positive drug reform ballot measures being promoted by our colleagues around the country -- the only ballot measure mentioned here that we oppose is 301 in Arizona. However, Drug War Chronicle is restricted by virtue of DRCNet Foundation's nonprofit status from taking positions for or against any parties or candidates for elected office, and DRCNet's supporters in fact span a wide range of the political spectrum. This article is intended only to provide objective information to foster understanding of the impact of the electoral process on the issue, and to support the democratic principle of an informed electorate.)

Medical Marijuana: Patients Challenge DEA Head at San Diego Conference, Seven Arrested

Police arrested seven medical marijuana patients demanding to speak with Drug Enforcement Agency (DEA) head Karen Tandy at a San Diego hotel Wednesday after they refused to leave. One other patient was cited, and two others were cited earlier for hanging a banner that read "The DEA is Not My Doctor."

Those cited or arrested were among about 60 demonstrators who showed up at the Marriot San Diego Mission Valley, where the DEA is holding a conference on medical marijuana. San Diego area patients and their supporters are furious with the federal drug agency for its role in raiding and closing medical marijuana dispensaries in the area.

According to Americans for Safe Access (ASA), the medical marijuana defense group that organized the action, protestors dumped 1,500 empty pill bottles in front of the hotel as a way of showing that the DEA's actions left them without their medicine. The patients refused to leave until Tandy came out to speak with them, and when she declined, they remained and were arrested.

While medical marijuana was legalized by California voters a decade ago, the federal government does not recognize it and views any marijuana use as illegal. Acting with the support of San Diego County political officials and law enforcement, the DEA has effectively shut down what was a growing network of medical marijuana dispensaries serving the San Diego area.

"Doctors recommend cannabis and patients use it because it works," said ASA executive director Steph Sherer. "The DEA is inflicting unnecessary suffering on tens of thousands of Americans by denying them a safe, effective medicine. It has to stop."

The action may not have reined in the rogue agency, but it helped turn up the heat on Tandy, who, according to ASA California state coordinator Alex Franco, came down and apologized to the Marriot staff for the "commotion" caused by the protest and arrests. When you head an agency that is taking medicine from seriously ill people, sometimes you have to pay the price, both personally and professionally.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, 2016 Drug War Killings, 2017 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, Vaping, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Pill Testing, Safer Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Kratom, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psilocybin / Magic Mushrooms, Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School