Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Maconha: Defensores da Legalização no Colorado Entregam 110.000 Assinaturas em Esforço Eleitoral

Os organizadores de uma iniciativa que legalizaria o porte de até trinta gramas de maconha no Colorado entregaram mais de 110.000 assinaturas à secretaria do estado na segunda à tarde. A iniciativa precisa de 67.829 assinaturas válidas para entrar na votação de Novembro.

Se a medida entrar na votação, o Colorado se juntará a Nevada como estados em que os eleitores terão a chance de tomar uma decisão sobre a suspensão de todas as sanções penais para o porte de quantidades pessoais de maconha por adultos. Atualmente, o Alasca é o único estado que permite que os adultos portem maconha legalmente - até trinta gramas na privacidade de seus lares.

Organizada pela SAFER Colorado, a iniciativa é uma tentativa de replicar o êxito que o grupo teve em Denver no ano passado, em que os habitantes votaram a favor da legalização do porte de até trinta gramas de acordo com um decreto-lei municipal. Contudo, os policiais e promotores ignoraram essa votação e continuam multando e prendendo as pessoas de acordo com a lei estadual.

"No mês de Novembro passado, o povo da cidade de Denver votou a favor de tornar legal o porte de até trinta gramas de maconha para adultos de acordo com decretos-lei municipais", disse o diretor de campanha da SAFER, Mason Tvert. "Mas, covardemente, os funcionários da nossa cidade ignoraram flagrantemente a vontade do povo e continuaram prendendo e processando os habitantes de Denver de acordo com a lei estadual por fazer a escolha mais segura de consumir maconha em vez de álcool. Achamos que isso está errado e parece que mais de 110.000 pessoas no grande estado do Colorado concordam conosco".

Imposição da Lei: As Estórias de Policiais Corruptos Desta Semana

Outra semana, outro grupo de policiais corruptos. Mais problemas em Memphis, um ex-policial em St. Paul é indiciado numa grande apreensão de cocaína e metanfetamina e mais outro agente penitenciário é pego contrabandeando drogas atrás das grades.

Em Memphis, três oficiais da polícia foram indiciados sob acusações de roubarem traficantes de drogas e fazerem os preparativos para vender eles mesmos as drogas. Os Oficiais da Polícia de Memphis, Antoine Owens e Alexander Johnson, se juntaram ao ex-oficial Arthur Sease na preparação das transações em drogas, daí entrando em cena com oficiais uniformizados, detendo os traficantes de drogas e roubando as drogas e jóias deles. De acordo com a WREG-TV em Mephis, a polícia está chamando Sease de líder. Ele enfrenta um indiciamento de 50 infrações com acusações que incluem conspiração, extorsão, porte de substância controlada e numerosas infrações dos direitos civis. Os Oficiais Owens e Johnson são acusados de duas infrações de conspiração.

Em St. Paul, Minnesota, um oficial aposentado da polícia foi indiciado sob acusações federais de drogas na terça-feira, informou a KSTP-TV. O ex-oficial Clemmie Howard Tucker, 51, foi identificado como o homem que tentou recolher um pacote suspeito no depósito da rodoviária de Mineápolis. Esse pacote continha quase 10 quilos de cocaína e mais de 3,5kg de metanfetamina. O veterano de 25 anos enfrenta uma acusação cada de tentativa de porte com intenção de distribuir cocaína e metanfetamina.

Em Richmond, Virgínia, um xerife-adjunto da Comarca de Henrico foi acusado na sexta-feira passada de contrabandear drogas, cigarros, charutos e outras coisas para dentro da Cadeia da Comarca de Henrico. Ronald Washington, 23, ganhou supostamente mais de $1.000 pelo esforço dele. Washington é acusado de entrega criminosa de substância controlada a um preso e entrega contraventora de artigos a prisioneiros, informou o Richmond Times-Dispatch. Ele está detido sem direito a fiança na Cadeia Regional de Pamunkey na Comarca de Hanover.

Matéria: Coleta de Assinaturas de Portland para Iniciativa de “Menor Prioridade” para a Maconha É Insuficiente

Neste mês de Novembro, os eleitores em Portland, Oregon, não votarão numa iniciativa que teria tornado a maconha a menor prioridade legal para a polícia e os promotores da cidade. Apesar de gastar quase $100.000 em um esforço de coleta de assinaturas suficientes para se classificar nas urnas, faltaram assinaturas para os organizadores da iniciativa.

Patrocina pela Citizens for a Safer Portland com o respaldo financeiro do Marijuana Policy Project de Washington, DC, a iniciativa teria criado um decreto-lei municipal que definiria a lei de repressão à maconha como a menor prioridade da polícia e teria impedido a cidade de aceitar fundos estaduais ou federais para impor as leis antimaconha. Também teria criado um comitê de supervisão civil para monitorar a obediência à imposição da lei e requerido que os policiais e promotores de Portland fizessem relatórios sobre as detenções e processos relacionados à maconha.

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apreensão de maconha perto do subúrbio Wilsonville de Portland
Portland deveria ter sido a maior de uma série de cidades do Litoral Oeste a desafiar as leis contra a maconha. Porém, esforços similares continuam vivos e vão muito bem em quatro cidades californianas, a franca legalização está em votação em Nevada e parece que os eleitores no Colorado também terão a oportunidade de votar a favor da reforma da legislação sobre a maconha.

"Não é uma decepção", disse o diretor de comunicação do MPP, Bruce Mirken. "Não vi nenhum tipo de autópsia que diga claramente o que deu errado, mas não dá para ficar contente com o investimento em um projeto e seu fracasso. O lado positivo é que uma série destas iniciativas teve sucesso em chegar às urnas em outros lugares", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas.

Os organizadores da iniciativa de Portland precisavam entregar 26.291 assinaturas válidas para se classificar para a votação. O grupo conseguiu reunir apenas mais de 40.000 assinaturas, mas quando se limpou a lista das assinaturas duplicadas e inválidas, eles tinham 31.523. Mas, então, a cidade descartou várias centenas de folhas que contêm cerca de 4.500 porque os coletores de assinaturas tinham colocado suas iniciais nas folhas em vez de assiná-las com seus nomes completos. Nesse momento, a contagem de assinaturas caíra para 27.174, então quando uma amostra aleatória do gabinete eleitoral municipal das assinaturas restantes mostrou que cerca de um-terço das assinaturas era inválido, os organizadores reconheceram a derrota.

"Isso estava de acordo com as nossas conferências internas de validade", disse Chris Iverson da Citizens for a Safer Portland. "Isso significava que não havia jeito de conseguir, tínhamos apenas dois-terços válidos", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas.

Iverson disse que o fracasso em conseguir as assinaturas solicitadas era uma combinação do erro do organizador e uma maquinaria municipal eleitoral hostil. "Cometemos alguns erros ao longo do caminho", reconheceu. "Quando começamos, não calculamos as assinaturas duplicadas e de fora de Portland porque não sabíamos que seriam tantas. Se já houvéssemos feito isto antes, estaríamos cientes disto", disse Iverson.

"Tivemos 4.500 assinaturas descartadas pelo que eles chamaram de erro do coletor", reclamou Iverson. "Aqui no Oregon, temos regras muito estritas. Se eles não conseguirem ler a assinatura do coletor na página, eles vão a uma base de dados de registro de eleitores. Se não conseguirem combinar as assinaturas, eles descartam a página inteira. Tínhamos duas pessoas que fizeram centenas de folhas cada uma e suas folhas foram jogadas fora porque elas usaram versões abreviadas dos nomes delas", explicou. "Pensávamos que porque tínhamos documentos oficiais, estaríamos bem, especialmente porque eles tinham permitido isso no passado com outras campanhas. Mas, eles disseram que não as contariam porque não se combinavam exatamente".

Tal inflexibilidade oficial frustra o impulso democrático, disse Iverson. "Estes tipos de decisões são injustos e antidemocráticos", disse. "Muitas campanhas aqui estão tendo problemas com esta norma".

Iverson e a Citizens for a Safer Portland podem estar derrotados, mas não se curvam. "Esta iniciativa ajudou a reunir pessoas que nunca teriam entrado na mesma sala antes e estamos prontos para os preparativos do próximo projeto. Tenho sido ativista durante 15 anos e me considero um profissional das campanhas. Os realizadores profissionais de campanhas não cometem os mesmos erros duas vezes".

Iverson quer ajudar outros a evitar o cometimento dos mesmos erros também - ele está reunindo um pacote de perguntas que os aspirantes a organizadores da iniciativa deveriam ler antes de seguirem adiante com uma campanha.

Matéria: Reforma Federal da Condenação Vai a NASCAR

Com o sistema federal de prisões cheinho e ainda crescendo, a pressão pela reforma da condenação está se acumulando. Um projeto que visa a ajudar ex-infratores, o Ato da Segunda Chance [Second Chance Act], está tramitando no Congresso e pode ser aprovado neste outono. Bem atrás disso está o H.R. 3072, um projeto que re-introduziria a liberdade condicional no sistema federal. E num esforço novo para ampliar o apoio ao projeto pró-condicional, alguns dos seus defensores estão levando a questão ao enorme público automobilístico de NASCAR.

Na primeira da série de eventos de NASCAR, no dia 23 de Agosto a equipe Carter 2 Motorsports competirá na corrida em Bristol, Tennessee, usando essa oportunidade para dar publicidade ao projeto da condicional, assim como as organizações que respaldam o esforço, Federal CURE e FreeFeds. Espera-se que mais de 160.000 compareçam, com um público telespectador estimado em 3 milhões. O esforço também será o enfoque de um documentário da PBS com um público estimado em entre 10 e 14 milhões de telespectadores quando for transmitido.

"Eu mesmo fui um preso federal", disse o homem forte da Carter 2 Motorsports, Roger Carter II, que cumpriu quase três anos por uma infração profissional. "Encontrei muita gente maravilhosa na prisão, infratores não-violentos da legislação antidrogas. Eu pude ir para casa após um par de anos, mas estes homens estavam cumprindo 10, 20, 30 anos ou mais", disse à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Não me entenda mal. Eu acho que as pessoas que infringem a lei devem ser punidas, mas isto se trata de punição proporcional e justa. O que dá seis meses nos tribunais estaduais pode dar seis anos no sistema federal e isso não está certo".

Embora o esforço de Carter seja relativamente recente, ele é incentivado pela reação que está recebendo. "O apoio tem sido esmagador", disse. "As pessoas são realmente suscetíveis a isto e a imprensa está aceitando. A idéia é colocar isto ante o público porque as pessoas precisam ver aonde estão indo os seus dólares dos impostos. Qualquer um que der uma olhada no H.R. 3072 tem a satisfação de ver o que é uma abordagem de bom senso ao encarceramento ao invés de simplesmente tirar as pessoas da cadeia sem motivo nenhum", disse, acrescentando que ele tem mensagens sobre o H.R. 3072 pintadas no seu caminhão e stock-car do NASCAR, assim como nos seus sites e correios eletrônicos

Desde que o Congresso aboliu a liberdade condicional na "reforma da condenação" de 1986, o sistema federal de prisões tem crescido progressivamente mais, cada vez mais cheio de infratores não-violentos da legislação antidrogas cumprindo sentenças longas sem nenhuma chance de soltura por bom comportamento, exceto em casos altamente limitados. Nesta semana, a Agência Federal de Prisões situou o seu cômputo de prisioneiros em mais de 191.000, com 54% cumprindo sentenças por delitos de drogas.

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George Martorano (cortesia We Believe Group)
Esse número inclui George Martorano, o homem que leva a distinção infeliz de ser o infrator não-violento que cumpre a pena mais longa em prisão federal até o dia de hoje, um destino que ele adquiriu através de uma infração primária por maconha. Agora, Martorano cumpre 23 anos de uma sentença de prisão perpétua sem chance de condicional. Foi a condição de Martorano que inspirou o habitante da Flórida, John Flahive, a juntar-se à luta pela reforma das penas.

"Eu estava cortejando uma senhorita e uma noite quando estava na casa dele, o telefone tocou com uma mensagem. Era a ligação de um preso federal", explicou Flahive. "Era George e a senhorita era a irmã dele. Ela me disse que ele estava cumprindo prisão perpétua sem condicional e eu lhe perguntei quantas pessoas matou", disse à Crônica. "Ele não matou ninguém. Estava envolvido numa transação - cerca de 1ton90kg de maconha. Depois de algum tempo, fui visitá-lo e descobri que era um homem muito bom - ele escreve livros e ensina outros presos e tem uma ficha penal perfeita. Imaginamos que tínhamos que ajudá-lo de alguma maneira, então criamos o We Believe Group para tentar criar consciência da sua condição".

Tem sido instrutivo, disse Flahive. "Comecei a trabalhar nisto há cinco anos atrás. Antes disso, não estava envolvido, nem sequer votava", explicou. "Achei que o caso de George era um erro, mas enquanto mais me envolvia, percebi que havia milhares de Georges apodrecendo ali dentro". Como resultado disso, Flahive ampliou o ativismo dele e agora trabalha para aprovar a legislação de reforma das penas no Congresso. Ele também se dirigirá às pistas de NASCAR junto com Carter num esforço para levar a mensagem às massas de fãs do automobilismo.

"Estou trabalhando com a Federal CURE nisto", disse. "Eles têm dois reboques que vestiremos com o H.R. 3072 e teremos muito material para distribuir. As pessoas ouvem quando lhes dizem que se pagam impostos federais são afetadas pelo custo do sistema federal de prisões. A liberdade condicional economizaria $4 bilhões ao ano", afirmou Flahive.

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o Dep. Danny Davis
A liberdade condicional federal esteve por aí durante algum tempo e foi originalmente defendida pela Depª. Patsy Mink (D-HI), mas desde a sua morte inesperada em 2002, o Dep. Danny Davis (D-IL) aceitou o desafio e agora é o principal defensor. Davis estava viajando e não pôde comentar nesta semana, mas o diretor de comunicação dele, Ira Cohen, disse à Crônica que o projeto faz uso de toda a ajuda que puder receber. "O Dep. Davis sente orgulho de tudo o que conseguiu com o Ato da Segunda Chance e o projeto da condicional e continua buscando apoio", disse Cohen.

Uma fonte próxima a Davis disse à Crônica que Davis está se concentrando neste outono no Ato da Segunda Chance como forma de abrir a porta a uma discussão séria da reforma das penas no Congresso. "A estratégia sempre tem sido a de fazer pressão pela aprovação de outro projeto primeiro e agora o Ato da Segunda Chance está muito perto", disse a fonte. "Se for aprovado, o congressista pretende usar essa oportunidade para ter esta discussão geral sobre o projeto da condicional porque abrirá toda a questão da reforma geral da justiça criminal federal".

Mas Flahive, Carter e 100.000 presos federais da guerra às drogas não estão esperando que o Congresso aja - estão pressionando-o para que aja. Além da corrida de Bristol no dia 23, Carter e o reboque H.R. 3072 dele competirão nos circuitos de NASCAR em Novo Hampshire, Martinsville e Homestead e levarão a mensagem às massas. "Como qualquer outra coisa, assim que isto conseguir algum ímpeto, assim que os políticos virem que podem se beneficiar votando a favor disto, tudo estará terminado. Estamos aqui para ajudar as pessoas a levar os políticos a esse ponto".

Matéria: Paciente de Maconha Medicinal de Dakota do Sul Processa Procurador-Geral por Texto Errado em Súmula Eleitoral

O Procurador-Geral de Dakota do Sul, Larry Long (R), está ocupado nesta semana enquanto meio-milhão de motociclistas entrava na pequena cidade de Sturgis para o 66° Encontro Anual de Motociclismo de Black Hills. A área normalmente plácida já teve duas mortes de motociclistas em acidentes, um assassinato e um tiroteio entre membros das gangues de motociclistas Hell’s Angels e Outlaws que deixou cinco pessoas feridas. E isso apenas com as coisas entrando em andamento.

Mas, o Procurador-Geral Long está com outro problema nesta semana e ele não pode jogar a culpa desta nos motociclistas. A paciente de maconha medicinal, Valerie Hanna, a porta-voz-chefe da South Dakotans for Medical Marijuana, abriu uma ação contra ele na quarta-feira na capital estadual, Pierre. A ação judicial acusa que a sua descrição da iniciativa de maconha medicinal do grupo é tão injusta e imprecisa que infringe a lei estadual.

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A medida estritamente escrita, baseada principalmente na iniciativa bem-sucedida de 2004 do estado vizinho de Montana, permite que os pacientes seriamente doentes portem até trinta gramas de maconha usável e seis plantas se tiverem a recomendação de um médico e se estiverem registrados junto ao estado e tiverem obtido uma carteira de identificação. Os pacientes que obedecem a essas regras estariam protegidos de detenção e processo criminal de parte das autoridades estaduais. A medida também permite que os pacientes designem um fornecedor para que cultive maconha para eles. Cria proteções para os médicos que derem conselhos aos seus pacientes de que os benefícios de consumir maconha superam os riscos e impõe restrições sobre o consumo em público e a condução intoxicada.

Segundo a lei de Dakota do Sul, o procurador-geral do estado está encarregado de escrever descrições de todas as medidas que aparecerem nas urnas. De acordo com a lei, a descrição eleitoral deve ser um "sumário objetivo, claro e simples" da medida. O sumário do procurador-geral é a única descrição da iniciativa que os eleitores verão quando depositarem as suas cédulas em Novembro.

Long começou com o pé esquerdo. Mesmo antes de chegar à própria súmula eleitoral, ele decidiu mudar o próprio nome da medida. Conhecida desde o princípio e apresentada junto ao estado como "Uma lei para proporcionar acesso seguro à maconha medicinal a certas pessoas qualificadas", Long decidiu que ela estaria mais bem intitulada como "Uma iniciativa para autorizar o consumo de maconha para adultos e crianças com doenças específicas". O texto completo de sua explanação eleitoral é o seguinte:

Atualmente, o porte, consumo, distribuição ou cultivo de maconha é crime segundo as leis estadual e federal. A lei proposta legalizaria o consumo ou porte de maconha para qualquer adulto ou criança que tiver uma das diversas doenças listadas e que esteja registrado no Departamento de Saúde. A lei proposta também daria uma defesa à pessoas que cultivarem, transportarem ou distribuírem maconha somente para pessoas registradas. Mesmo se esta iniciativa for aprovada, o porte, consumo ou distribuição de maconha ainda é crime federal. As pessoas contempladas pela lei proposta ainda estariam sujeitas a processo federal por infração das leis federais de controle das drogas. Os médicos que proporcionarem certificações escritas podem estar sujeitos à perda de suas licenças federais de dispensa de drogas prescritíveis.

"Isto está errado", disse Hannah. "O procurador-geral está fazendo parecer que os médicos podem ser processados e que as crianças teriam acesso à maconha. Entramos com esta ação para forçá-lo a agir dentro da lei e tratar esta medida eleitoral com justiça", disse ela à Crônica da Guerra Contra as Drogas.

"A alegação legal apresentada hoje deixa bem claro quão profundamente bagunçado está esse texto eleitoral", disse Bruce Mirken, diretor de comunicação do Marijuana Policy Project de Washington, DC, que financiou a coleta de assinaturas para a iniciativa e pretende proteger o seu investimento. "O que o procurador-geral fez na súmula dele é absolutamente ilegal. A lei estadual é bem clara no tocante ao seu dever de preparar uma súmula breve, precisa e factual de uma iniciativa, não dar uma porção de especulações e conjecturas", disse à Crônica. "No fundo, isto é um editorial contra a iniciativa. Que uma súmula imprecisa e equívoca seja a última coisa que os eleitores verão é simplesmente ultrajante".

A procuradoria-geral de Dakota do Sul não atendeu as chamadas da Crônica da Guerra Contra as Drogas em busca de uma explicação do texto eleitoral nem teceu comentários sobre a ação judicial.

Uma explicação precisa da medida será crítica em Dakota do Sul, um estado socialmente conservador dominado por políticos conservadores que nunca encontraram uma guerra às drogas da qual não gostassem - ou uma afirmação da maconha medicinal de que gostassem. Os projetos de maconha medicinal têm tido uma morte solitária e ignominiosa na assembléia estadual e os tribunais do estado passaram a oportunidade de permitir que os usuários de maconha medicinal colocassem uma defesa de necessidade medicinal. Dakota do Sul é um estado em que as pessoas são sentenciadas de verdade a tempo de prisão por porte de pequenas quantidades de maconha e tem leis de "porte interno" as quais permitem que os promotores acumulem mais outra acusação contra qualquer um que eles pegarem.

"Para os usuários de maconha medicinal aqui, o medo é real", disse Harper, uma enfermeira e veterana de 10 anos das forças armadas que esteve exposta a gás tóxico enquanto servia na Guerra do Golfo e esteve usando maconha para aliviar os sintomas dela durante os últimos seis anos. "Eu fumo três vezes ao dia e o meu corpo pode ser usado para me condenar. Já aconteceu comigo uma vez. Fui parada por excesso de velocidade a caminho do hospital de veteranos e tinha maconha suficiente para uma oferta de dois dias", relatou. "Eles me acusaram tanto de porte quanto de porte interno e tive que pagar $500. Assim é a vida dos pacientes por aqui. Tira-se o dinheiro dos pacientes doentes ou desperdiça-se o dinheiro detendo os pacientes doentes na cadeia".

Harper não é a única paciente de maconha medicinal que tem medo, mas, dado o clima repressivo em Dakota do Sul, não é surpreendente que ela seja a única de poucos disposta a se pronunciar. Um habitante de Huron e paciente de câncer que está consumindo maconha para aliviar a náusea relacionada à quimioterapia disse à Crônica que gostaria de falar, porém teme chamar atenção sobre si. "Já fui preso por isto", disse. "Não quero ser sitiado novamente".

Se esse paciente vai conseguir a proteção que seria dada pela iniciativa de maconha medicinal de Dakota do Sul, o mínimo que ele merece são condições iguais quando se trata do texto eleitoral. O Procurador-Geral de Dakota do Sul ainda tem que demonstrar que está disposto a ou é capaz de fazer isso. Agora, os organizadores da iniciativa e os pacientes de maconha medicinal estão voltando-se para os tribunais para forçá-lo a fazer o trabalho dele.

Weekly: The Reformer's Calendar

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August 19-20, Seattle, WA, Seattle Hempfest, visit http://www.hempfest.org for further information.

August 22, 9:30-11:30am, Chicago, IL, "Intersecting Voices: Impacts of Illinois' Drug Policies," forum by the Illinois Consortium on Drug Policy. At the Institute for Metropolitan Affairs, Roosevelt University, Congress Lounge, 2nd Floor, 430 S. Michigan Avenue, call (312) 341-2457 by August 18 to RSVP. For further information, contact Kathleen Kane-Willis at (312) 341-4336 or [email protected].

August 26, 1:00-4:20pm, Huntington Beach, CA, Rally Against the Failing War on Drugs, sponsored by The November Coalition and Orange County NORML. At Huntington Beach Pier, 315 Pacific Coast Highway, call (714) 210-6446, e-mail [email protected] or [email protected] or visit http://www.ocnorml.org for further info.

September 1-4, Manderson, SD, Fifth Annual Lakota Hemp Days. At Kiza Park, three miles north of town, visit http://www.hemphoedown.com for further information.

September 7, London, United Kingdom, "Advancing Harm Reduction: International Lessons for Local Practice -- Highlights from 17th International Conference on the Reduction of Drug Related Harm in Vancouver, May 2006." Registration £47 (including VAT) including refreshments and lunch, for further information contact Michelle Vatin at 0207 272 6902 or [email protected].

September 16, noon-6:00pm, Boston, MA, 17th Annual Boston Freedom Rally. On Boston Common, sponsored by MASS CANN/NORML, featuring bands, speakers and vendors. Visit http://www.MassCann.org for further information.

September 21, 8:30pm, Los Angeles, CA, "Extravaganja: A Medical Marijuana Comedy Show." Benefit at the Comedy Store, 8433 Sunset Blvd., visit http://www.greentherapy.com or e-mail [email protected] for further information.

September 23, 1:00-4:20pm, San Clemente, CA, Rally Against the Failing War on Drugs, sponsored by The November Coalition and Orange County NORML. At San Clemente Pier, Avenida Del Mar, call (714) 210-6446, e-mail [email protected] or [email protected] or visit http://www.ocnorml.org for further info.

October 7-8, Madison, WI, 36th Annual Great Midwest Marijuana Harvest Festival, sponsored by Madison NORML. At the Library Mall, downtown, visit http://www.madisonnorml.org for further information.

October 28-29, 11:00am-7:00pm, San Francisco, CA, "Second Annual Wonders of Cannabis Festival," benefit for the Cannabis Action Network and Green Aid, hosted by Ed Rosenthal. At the Hall of Flowers, Golden Gate park, individual admission $20, 18 and over, contact Danielle at (510) 486-8083 or [email protected] for further information.

November 9-12, Oakland, CA, "Drug User Health: The Politics and the Personal," 6th National Harm Reduction Conference. Sponsored by the Harm Reduction Coalition, for further information visit http://www.harmreduction.org/6national/ or contact Paula Santiago at [email protected].

November 17-19, Washington, DC, Students for Sensible Drug Policy International Conference and Training Workshop. At the Georgetown University School of Law, including speakers, training sessions, a lobby day and more. Further information will be posted soon at http://www.ssdp.org online.

December 1, 6:30pm, New York, NY, First Annual Charity Dinner/Fundraiser for In Arms Reach: Parent Behind Bars: Children in Crisis, with former New York Giants linebacker Carl Banks. At the Great Hall of City College, call (212) 650-5894 for further information.

February 1-3, 2007, Salt Lake City, UT, "Science & Response: 2007, The Second National Conference on Methamphetamine, HIV, and Hepatitis," sponsored by the Harm Reduction Project. At the Hilton City Center, visit http://www.methconference.org for info.

Europe: British Public Supports More Rational Drug Policies, Survey Says

A survey of British attitudes toward drug policy has found that a majority of people are ready to decriminalize marijuana or make it an offense equivalent to a parking fine. But the poll also found that a solid majority draws a distinction between "soft" drugs like marijuana and "hard" drugs like cocaine and heroin. Most people do not want to see any lessening of restrictions on the use or sale of hard drugs.

The survey's release this week comes with Britain in the midst of a battle over redefining its largely drug war-style drug policies. Just two weeks ago, a parliamentary committee studying drug policy released a report calling Britain's drug classification scheme unscientific. Marijuana policy continues to bedevil the British, as does rising cocaine use and high levels of use of other drugs. The government is also discussing drug policy now because in two years it must evaluate its current 10-year strategy.

Marijuana is currently a Class C drug -- the least serious drug category -- and possession offenders are typical ticketed, while marijuana sales remains a serious crime punishable by up to seven years in prison. Only 38% wanted both possession and sales to remain criminal offenses, while 30% wanted lesser criminal penalties for possession only, 13% wanted simple possession totally decriminalized, and another 15% wanted to see both sales and possession treated as not a crime. In other words, 58% of respondents favored marijuana policies more lenient than current policies.

Attitudes were much tougher toward "hard" drugs, with 73% of respondents favoring the status quo. Only 17% favored lesser criminal penalties for simple possession and only 6% favored entirely decriminalizing possession. The poll didn’t even ask whether anyone would favor legalizing the hard drug trade.

Respondents also broadly agreed that a new drug classification scheme, perhaps containing a Class D for drugs like alcohol, tobacco, and marijuana, would be a good thing by a margin of 56% to 30%. When it comes to comparing the harms of various drugs -- licit and illicit -- respondents ranked heroin as worst, followed closely by cocaine, solvents, ecstasy, and tobacco in descending order. Marijuana was rated as less harmful than any drugs except prescribed tranquilizers and coffee.

The British citizenry also displayed an awareness of the notion of harm reduction, with a whopping 89% agreeing that: "Whether we like it or not, there will always be people who use drugs and the aims should be to reduce the harm they cause themselves and others."

If this survey is any indicator, it looks like the British public is ready for some more rational drug policies. The question is: Is the British political class ready?

Southwest Asia: Afghan Opium Cultivation Jumps to Record Level

Unnamed "Western officials" in Afghanistan are saying that the country's opium crop has increased by a whopping 40% over last year despite hundreds of millions of dollars in counter-narcotics funding and thousands of NATO and American troops in the zones of cultivation, the Associated Press reported Wednesday. Given what they were telling the AP, it is understandable why no one wanted to be named.

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Afghan opium
According to one "Western anti-narcotics official" citing preliminary crop projections, Afghanistan will top the previous record of 324,000 acres under cultivation in 2004 with more than 370,000 acres planted this year. That is up from 257,000 acres planted last year, according to the United Nations Office on Drugs and Crime's annual report on Afghan opium production. This year's UN report is expected in September.

Afghanistan already accounts for almost 90% of total global opium production. Profits from the crop and the trade are widely viewed as helping fund Taliban and Al Qaeda insurgents, who, along with drug lords threatened by eradication, are fighting Afghan, US, and NATO forces in an increasingly bloody campaign centered in the opium-growing southern provinces of Helmand and Kandahar. Eradication efforts are also emerging as a double-edged sword: Wiping out the crop advances the aims of the drug war, but pushes peasants into the willing arms of the rebels. According to the UN, opium accounted for 52% of Afghanistan's gross domestic product last year.

"We know that if we start eradicating the whole surface of poppy cultivation in Helmand, we will increase the activity of the insurgency and increase the number of insurgents," said Tom Koenigs, the top UN official in Afghanistan, and about the only person willing to go on the record. He said the international community needs to provide alternative livelihoods for farmers, but warned against expecting quick results. "The problem has increased, and the remedy has to adjust," he said.

"It is a significant increase from last year... unfortunately, it is a record year," "a senior US government official based in Kabul" told the AP. "Now what they have is a narco-economy. If they do not get corruption sorted they can slip into being a narco-state," he warned. "We expected a large number (crop) this year but Helmand unfortunately exceeded even our predictions."

Law Enforcement: This Week's Corrupt Cops Stories

It's not your typical week of corrupt cops this week. We've got the usual prison guard in trouble, but not in the usual way; we've got an LAPD officer arrested for making bad arrests; we've got an Alabama narc busted for stealing; and we've got an Alabama judge with an apparent bad habit. In regard to the judge, we don't typically run stories of cops facing simple drug possession charges, but when it's a judge who regularly sentences drug offenders, we think it's worth notice. Also this week, a pair of links to longer investigative pieces down by local newspapers about festering local corruption scandals. Let's get to it:

In Lowndes County, Mississippi, an Alabama judge has been arrested on methamphetamine possession charges, the Tuscaloosa News reported. Pickens County District Judge Ira Colvin was arrested Monday by Lowndes County sheriff's deputies at the same time they arrested a 36-year-old woman (not his wife) on the same charges, but in a separate vehicle. According to the Associated Press, Colvin was arrested as deputies investigated people driving from store to store to buy meth precursor materials. Precursors, a gram of powder meth, and two syringes filled with liquid meth were allegedly found in his car. Colvin's wife, Christy Colvin, was arrested on meth possession charges four months ago in Columbus, Mississippi, as she drove around town purchasing ingredients that could be used to make meth. Judge Colvin, who was appointed to the bench in December 2002 to replace a judge who resigned after being accused of improper contact with females involved in cases before his court, was indicted on federal bankruptcy fraud charges in May 2004 for allegedly hiding assets for a client in 2001, but those charges were dropped after Colvin apologized. He was awaiting a bail hearing Wednesday.

In Dothan, Alabama, a former Houston County narcotics officer pleaded guilty Tuesday to charges he stole property. Former Houston County Sheriff's Deputy Ricky Ducker was accused of stealing up to $30,000 worth of hunting equipment and accessories from Southern Outdoor Sports, where he once worked. Ducker pleaded guilty to first degree theft of property and faces from two to 20 years in prison when sentenced in October. According to WTVY-News 4, Ducker, a 25-year veteran of the sheriff's office, "hid behind his attorneys" as he entered the court house and "ran out of the courtroom after entering his guilty plea."

In Los Angeles, a veteran Ramparts Division LAPD officer was charged last Friday with making false arrests, the Los Angeles Times reported. Officer Edward Beltran Zamora was busted after he was caught in a sting by the LAPD Ethics Enforcement Section. The department says it has videotape of Zamora arresting two undercover officers posing as suspects on suspicion of drug possession when they did not possess drugs. Zamora, 44, has previously been accused of making false arrests, and the city of Los Angeles has already paid out $520,000 to settle two civil lawsuits filed against him. In one case, Zamora was accused of planting a rifle on a suspect, in the other, he was accused of planting drugs and a rifle. Zamora faces up to three years in prison on a felony count of filing a false police report. He also faces two misdemeanor counts of false arrest and false imprisonment. The 16-year LAPD veteran is free on bail.

In Tangipahoa Parish, Louisiana, a Texas jail guard was arrested Monday morning with 30 pounds of cocaine. According to KGBT-4 TV in Brownsville, Texas, Hidalgo County detention officer Pedro Longoria was arrested by Louisiana State Troopers and now faces charges of transporting cocaine. Longoria has now been fired from his job and is jailed pending a bond hearing.

For those interested in a more in-depth look at drug war-related police corruption at the local level, two recent newspaper articles are worth a read. In North Carolina, the Fayetteville Observer has a lengthy piece on "Operation Tarnished Badge," a federal investigation that has roiled Robeson County for the past few years, resulting in convictions of several officers and the dismissal or reversal of hundreds of drug cases. Meanwhile, in Mississippi, the Laurel Leader-Call has published an update on the ongoing investigation of the Southeast Mississippi Drug Task Force, which was shut down in April amid concern over "irregularities," with its story "Task Force Probe Nearly Complete".

Weekly: This Week in History

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August 27, 2002: Canadian Press, Canada’s national newswire, reports that Health Minister Anne McLellan said the federal government is not backing away from its plan to supply patients with medical marijuana. Bristling at earlier reports that the project had been shelved, McLellan said, “In fact, far from shelving it, what we're doing is implementing the second stage.”

August 28, 1964: The Beatles are introduced to marijuana.

August 28, 1995: The World Health Organization (WHO) publishes "WHO Project on Health Implications of Cannabis Use: A Comparative Appraisal of the Health and Psychological Consequences of Alcohol, Cannabis, Nicotine and Opiate Use." The original version -- not the official one -- states, "...there are good reasons for saying that [the risks from cannabis] would be unlikely to seriously [compare to] the public health risks of alcohol and tobacco even if as many people used cannabis as now drink alcohol or smoke tobacco."

August 29, 2001: The Dallas Morning News reports that Ernesto Samper, former president of Colombia, said, “The problem is the law of the marketplace is overtaking the law of the state… We have to ask, is legalization the way out of this? We cannot continue to fight this war alone. If the consuming nations do nothing to curb demand, to control money-laundering, to halt the flow of chemicals that supply the drug-production labs, then in a few short years the world is going to see legalization as the answer.”

August 30, 1996: The Washington Post reports that presidential hopeful Bob Dole hammered President Clinton for his drug policy and made the war on drugs one of his top campaign issues. Declaring that President Clinton had “surrendered” in the war against drugs, Dole called for an expanded role for the National Guard, and for military and intelligence services to fight drugs.

Methamphetamine: One Month in One Texas County Courthouse Opens a Window on the Drug War Version 2.006

If you want a snapshot of the current state of the drug war in the American heartland, Grayson County, Texas, is as good a place as any. Grayson County lies about an hour north of Dallas on US Highway 75 just south of the Oklahoma border. According to the US Census of 2000, the county has a population of 110,000, with some 35,000 people in Sherman, the county seat and largest town. The local economy is dependent on agriculture, manufacturing, and increasingly, the county's role as a drug distribution hub for the Texoma border region of which it is a part. And if last month's 336th District Court case dispositions are any indication, it either has a big methamphetamine problem or a law enforcement apparatus obsessed with finding one.

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quiet street but busy courthouse, thanks to the drug war
According to a list of case dispositions for the month of July compiled by Grayson County Attorney Joe Brown and published in the Sherman Herald-Democrat, 15 of the 31 defendants whose cases were resolved during that period faced methamphetamine charges. One case was a marijuana case, while three others involved cocaine possession or distribution. Of the methamphetamine cases, 11 were for simple possession, three for possession or transport of chemicals used in the manufacture of meth, and one for meth manufacture itself. Of all 19 drug cases, none was for drug sales and only one was for possession with intent to distribute.

336th District Court judges generally came down hard on meth offenders. Of the 11 simple meth possession cases, four got probated prison sentences, three got state jail time (up to two years), and four got sent to prison for sentences ranging from thee to six years and averaging 4 ½ years. The courts were especially tough on people seeking to buy chemicals to home-cook meth, handing out sentences of four, seven, and 10 years. The sole meth manufacturer got only 10 years probation, but he also got a two-year prison sentence for child endangerment.

The judges were also fairly tough on other drug offenders. The one gentlemen charged with marijuana possession in a drug free zone got two years in state jail, while one person convicted of cocaine possession got six years and the other got probation. The sole case of cocaine possession with intent to distribute garnered 10 years for the defendant.

The non-drug cases were a motley crew: One aggravated sexual assault of a child (15 years), one burglary of a habitation (nine years), one boating while intoxicated (three years), one credit card abuse (16 months), one endangering a child (two years), three evading arrest with a motor vehicle (two got two years each, one got probation), one failure to appear (three years), one forgery (two years), one retaliation (probation), and one theft over $1500 (15 months).

Without all those meth cases, the Grayson County Courthouse would be a lot quieter. In 13 of the 15 meth-related cases, there were no other non-drug-related charges, just people choosing an unpopular drug to ingest or try to make at home. Likewise with the other drug cases. Like good burghers everyone in America, the citizens of Grayson County are paying a lot of money to arrest, jail, convict, and imprison a lot of people who weren't doing anything to anybody.

Methamphetamine: Third Murder Trial For Woman in California Meth Poisoning Infant Death Case

A California woman whose infant son died with methamphetamine in his system will face a third murder trial, a Riverside County Judge ruled Monday. Amy Leanne Prien was convicted of second-degree murder in her son's death in 2003, but that conviction was overturned by an appeals court citing flawed jury instructions. A retrial ended in a mistrial in June after jurors deadlocked 6-6.

After the mistrial, Prien's lawyers moved to dismiss the charge, but Judge Patrick Magers declined. "It is abundantly clear to the court that the cause of death of the victim was methamphetamine intoxication," he said from the bench as he rejected the motion.

What is not so clear is where the meth in the child's system came from. Prosecutors have argued that Prien, an admitted long-time meth user, caused her child's death by feeding him her breast milk when she was using the popular stimulant. They argued that Prien continued smoking meth while breast-feeding, a charge she has consistently denied. She has suggested that a male guest in her home may have provided the drug to the baby.

A major problem for the prosecution is that the bottle of milk found beside the dead baby was misplaced by law enforcement and never tested for the presence of methamphetamine. And while Prien was tested and came back positive for meth, police never tested her breast milk. Los Angeles attorney Joe Reichmann, who is representing Prien, argued futilely that the charge should be dropped because it was based on "make-believe science" since prosecutors had no way of knowing the meth levels in her breast milk.

California prosecutors have repeatedly proven unable to make meth mother murder cases stick, and it is unclear why they are pursuing Prien with such a vengeance. It's not like she got off scot-free. In addition to losing her child, she is currently serving a 10-year prison sentence for felony child endangerment in the same case.

Weekly: This Week in History

August 18, 1989: Luis Carlos Galan, a Colombian presidential candidate who spoke in favor of extradition, is assassinated at a campaign rally near Bogota. That evening, President Virgilio Barco Vargas issues an emergency decree reestablishing the policy of extradition. In response, the "Extraditables" declare all-out war against the Colombian government and begin a bombing/murder campaign that lasts until January 1991.

August 18, 1996: In San Francisco, a city church distributes marijuana to patients who possess a doctor's recommendation in wake of the temporary injunction closing the San Francisco Cannabis Buyers' Club. "I believe the moral stance [in this instance] is to break the law to make this marijuana available," said Rev. Jim Mitulski of the Metropolitan Community Church of San Francisco. "Our church's spiritual vitality has always come from a willingness to act where people have been reluctant to act. This is not a bystander church."

August 20, 1990: The US House of Representatives Committee on Government Operations releases a report on the results of Operation Snowcap, the Reagan-Bush administration program aimed at stopping the flow of drugs into the United States at their source. Snowcap's goal had been to eliminate coca crops, cocaine processing laboratories, clandestine landing strips, and other trafficking operations in the coca producing countries of South America. The report found that less than one percent of the region's cocaine had been destroyed by this campaign and that authorities in Bolivia, Peru, and Colombia were deeply involved in narcotics trafficking.

August 20, 1994: The Guardian (UK) reports that Raymond Kendall, secretary general of Interpol, said, "The prosecution of thousands of otherwise law-abiding citizens every year is both hypocritical and an affront to individual, civil, and human rights… Drug use should no longer be a criminal offense. I am totally against legalization, but in favor of decriminalization for the user."

August 22, 2001: Associated Press and EFE reports that Colombian Senator Viviane Morales introduced a bill in congress to legalize and regulate drugs under a state-controlled monopoly, calling prohibition "the great ally of the narco-traffickers" and that her objective is to "create political deeds to open a debate about legalization because the prohibitionist alternative is not the solution for Colombia."

August 22, 2003: David Borden, Executive Director of the Drug Reform Coordination Network, writes an open letter to the Chief Judge of the Superior Court of the District of Columbia, Rufus G. King III, stating his refusal to serve jury duty. "… I have determined that unjust drug laws, and the corrosion wrought by the drug war on the criminal justice system as a whole, compel me to conscientiously refuse jury service," said Borden. Read the full letter at http://stopthedrugwar.org/openletter/judge-king-letter.shtml. August 18, 1989: Luis Carlos Galan, a Colombian presidential candidate who spoke in favor of extradition, is assassinated at a campaign rally near Bogota. That evening, President Virgilio Barco Vargas issues an emergency decree reestablishing the policy of extradition. In response, the "Extraditables" declare all-out war against the Colombian government and begin a bombing/murder campaign that lasts until January 1991.

August 18, 1996: In San Francisco, a city church distributes marijuana to patients who possess a doctor's recommendation in wake of the temporary injunction closing the San Francisco Cannabis Buyers' Club. "I believe the moral stance [in this instance] is to break the law to make this marijuana available," said Rev. Jim Mitulski of the Metropolitan Community Church of San Francisco. "Our church's spiritual vitality has always come from a willingness to act where people have been reluctant to act. This is not a bystander church."

August 20, 1990: The US House of Representatives Committee on Government Operations releases a report on the results of Operation Snowcap, the Reagan-Bush administration program aimed at stopping the flow of drugs into the United States at their source. Snowcap's goal had been to eliminate coca crops, cocaine processing laboratories, clandestine landing strips, and other trafficking operations in the coca producing countries of South America. The report found that less than one percent of the region's cocaine had been destroyed by this campaign and that authorities in Bolivia, Peru, and Colombia were deeply involved in narcotics trafficking.

August 20, 1994: The Guardian (UK) reports that Raymond Kendall, secretary general of Interpol, said, "The prosecution of thousands of otherwise law-abiding citizens every year is both hypocritical and an affront to individual, civil, and human rights… Drug use should no longer be a criminal offense. I am totally against legalization, but in favor of decriminalization for the user."

August 22, 2001: Associated Press and EFE reports that Colombian Senator Viviane Morales introduced a bill in congress to legalize and regulate drugs under a state-controlled monopoly, calling prohibition "the great ally of the narco-traffickers" and that her objective is to "create political deeds to open a debate about legalization because the prohibitionist alternative is not the solution for Colombia."

August 22, 2003: David Borden, Executive Director of the Drug Reform Coordination Network, writes an open letter to the Chief Judge of the Superior Court of the District of Columbia, Rufus G. King III, stating his refusal to serve jury duty. "… I have determined that unjust drug laws, and the corrosion wrought by the drug war on the criminal justice system as a whole, compel me to conscientiously refuse jury service," said Borden. Read the full letter at http://stopthedrugwar.org/openletter/judge-king-letter.shtml.

Semanal: El Calendario del Reformador

Por favor, haga clic aquí para enviar listados de eventos concernientes a las políticas de drogas y tópicos relacionados

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De 19 a 20 de Agosto, Seattle, WA, Festival del Cáñamo de Seattle, visite http://www.hempfest.org para más informaciones.

22 de Agosto, 09:30-11:30, Chicago, IL, “Voces Cruzadas: Los Impactos de las Políticas de Drogas de Illinois”, foro del Illinois Consortium on Drug Policy. En el Institute for Metropolitan Affairs, Universidad Roosevelt, Salón del Congreso, 2o Piso, 430 Avenida Michigan S., llame al (312) 341-2457 hasta el día 18 de Agosto para confirmar presencia. Para más informaciones, llame a Kathleen Kane-Willis por el (312) 341-4336 o [email protected].

26 de Agosto, 13:00-16:20, Huntington Beach, CA, Marcha Contra la Guerra Fracasada Contra las Drogas, auspiciada por The November Coalition y por la NORML Comarca de Orange. En el Muelle de Huntington Beach, 315 Pacific Coast Highway, llame al (714) 210-6446, e-mail [email protected] o [email protected] o visite http://www.ocnorml.org para más informaciones.

De 01 a 04 de Septiembre, Manderson, SD, Quinto Festival Anual de Cáñamo de Lakota. En el Parque Kiza, a 5km hacia el norte de la ciudad, visite http://www.hemphoedown.com para más informaciones.

07 de Septiembre, Londres, Reino Unido, “Avanzando la Reducción de Daños: Lecciones Internacionales para Prácticas Locales - Destaques de la 17ª Conferencia Internacional Sobre la Reducción del Daño Relacionado con las Drogas en Vancouver, Mayo de 2006”. Registro £47 (incluyendo VAT) con refrescos y almuerzo, para más informaciones, contacte a Michelle Vatin por el 0207 272 6902 o [email protected].

23 de Septiembre, 13:00-16:20, San Clemente, CA, Marcha Contra la Guerra Fracasada Contra las Drogas, auspiciada por The November Coalition y por la NORML Comarca de Orange. En el Muelle San Clemente, Avenida del Mar, llame al (714) 210-6446, e-mail [email protected] o [email protected] o visite http://www.ocnorml.org para más informaciones.

De 07 a 08 de Octubre, Madison, WI, 36o Festival Anual de la Cosecha de Cáñamo del Gran Medio Oeste, auspiciado por la NORML Madison. En Library Mall, centro, visite http://www.madisonnorml.org para más informaciones.

De 28 a 29 de Octubre, 11:00-19:00, San Francisco, CA, “Segundo Festival Anual de las Maravillas del Cannabis”, fiesta caritativa para la Cannabis Action Network y Green Aid, recibida por Ed Rosenthal. En el Salón de las Flores, parque Golden Gate, entrada individual $20, para mayores de 18 años, contacte a Danielle por el (510) 486-8083 o [email protected] para más informaciones.

De 09 a 12 de Noviembre, Oakland, CA, “La Salud del Usuario de Drogas: La Política y el Personal”, 6ª Conferencia Nacional de Reducción de Daños. Auspiciada por la Harm Reduction Coalition, para más informaciones visite http://www.harmreduction.org/6national/ o contacte Paula Santiago por el [email protected].

De 17 a 19 de Noviembre, Washington, DC, Conferencia Internacional y Taller de Entrenamiento del Students for Sensible Drug Policy. En la Facultad de Derecho de la Universidad Georgetown, incluyendo a oradores, sesiones de entrenamiento, un día de presión y más. Más informaciones serán publicadas pronto en http://www.ssdp.org.

01 de Diciembre, 18:30, Nueva York, NY, Primera Cena/Fiesta Caritativa Anual para In Arms Reach: Parent Venid Bars: Children in Crisis, con el ex defensor del New York Giants, Carl Banks. En el Gran Salón de Actos de la Universidad Municipal, llame al (212) 650-5894 para más informaciones.

De 01 a 03 de Febrero, 2007, Salt Lake City, UT, “Ciencia y Respuesta: 2007, La Segunda Conferencia Nacional Sobre la Metanfetamina, el VIH y la Hepatitis”, auspiciada por el Harm Reduction Project. En El Hilton City Center, visite http://www.methconference.org para más informaciones.

Semanal: Esta Semana en la Historia

11 de Agosto de 1991: Después de diez meses de pesquisa, el Pittsburgh Press empieza una serie de seis días sobre el abuso del secuestro de bienes, haciendo la crónica de lo que llama "un suceso asustador en la guerra contra las drogas". El Press revela que la aprehensión y secuestro habían causado enormes daños colaterales a inocentes.

12 de Agosto de 1997: El Departamento de Justicia de los EE.UU. anuncia que no habría ninguna incriminación en el asesinato de Esequiel Hernández, Jr., un ciudadano estadounidense de 18 años muerto por los Marinos de EE.UU. en una patrulla antidroga mientras reunía sus cabras cerca de la ciudad fronteriza de Redford, Tejas. El Teniente Coronel Carlton W. Fulford, que realizó una revisión militar interna del incidente, dijo que el asesinato podría no haber ocurrido si las agencias civiles de la ley hubiesen estado patrullando la frontera.

14 de Agosto de 2002: 1.200 pacientes de marihuana medicinal, muchos padeciendo de enfermedades que comportan riesgo de vida, pierden su oferta de medicamento cuando la policía de Ontario allana el Toronto Compassion Centre.

15 de Agosto de 1988: En su discurso de admisión a la Convención Nacional Republicana, George Herbert Walker Bush declara, "Yo quiero Estados Unidos libres de las drogas. Esta noche, yo desafío a los jóvenes de nuestro país a acabar con el negocio de los traficantes de drogas alrededor del mundo... Mi Gobierno les va a decir a los traficantes, 'Lo que tengamos que hacer, lo haremos, pero sus días están contados. Se acabó'".

16 de Agosto de 1996: Mientras visitaba San Francisco, el secretario antidroga de los EE.UU., Barry McCaffrey, afirma a los medios, "No hay ningún rastro de prueba científica que muestre que la marihuana fumada sea útil o necesaria. Esto no es ciencia. Esto no es medicina. Es una farsa cruel y parece más algo salido de una presentación de Cheech y Chong". Después, los defensores observan que hay pruebas científicas que apoyan a la marihuana medicinal.

17 de Agosto de 1999: La CNN informa que las autoridades federales dicen que están investigando a los últimos miembros incriminados de una gran red de tráfico de drogas que transportaba toneladas de cocaína y marihuana, principalmente colombianas, por todos los Estados Unidos. Casi 100 sospechosos han sido incriminados en la "Operación Expreso Suroeste" [Operation Southwest Express] y 77 han sido presos en allanamientos en 14 ciudades.

Búsqueda en la Red: Nuevo Vídeo del Creador de "Emperor Of Hemp", Jim Hightower Sobre la Guerra a la Marihuana, Spitzer Trocea la Marihuana Medicinal

Get Off the Pot, George!”, el nuevo vídeo del creador de Emperor of Hemp, Jeff Meyers - clasificado actualmente en segundo lugar en el Huffington Post Contagious Festival

Jim Hightower ataca "The Government's Sick War on Marijuana" [La Guerra Enferma del Gobierno Contra la Marihuana]

Geoffrey Gray sobre "Eliot Spitzer Chokes on Pot Deal” [Eliot Spitzer Titubea en Trato Acerca de la Marihuana]

Oriente Medio: Ahora, Israelíes Piden Boicot del Hachís del Hezbolá

Durante largo tiempo, los consumidores israelíes de drogas han estado contentos en fumar el hachís libanés, pero ahora, mientras la guerra entre los dos países sigue con gran violencia, algunos están pidiendo un boicot porque el tráfico entre las fronteras ayuda a financiar al Hezbolá, informó The Jewish Daily Forward el jueves. El hachís es la forma más popular de la marihuana en Israel y el Líbano es el proveedor número uno, de acuerdo con el aparato legal israelí.

El pedido de boicot vino del activista y habitante de Jerusalén, Dan Sieradski, que publicó la idea en su blog Orthodox Anarchist. "Una organización terrorista respaldada por los persas es la principal proveedora de hachís al mercado israelí actualmente", escribió Sieradski. "Y por eso, con un gran peso en mi corazón, estoy boicoteando oficialmente el hachís a partir de este momento".

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persa fumando hachís (de DrugLibrary.org)
El cultivo de hachís en el Valle Bekaa en Líbano ha sido contrabandeado tradicionalmente a Israel por nómades árabes, beduinos y drusos israelíes, pero el Forward informa que desde que Israel se quitó de Líbano en 2000, el Hezbolá ha asumido el control del tráfico - y de los lucros asociados. "El Hezbolá está supervisando directamente la operación entera", le dijo el Capitán de la Policía, Avi ElGrisi, al Jerusalem Post. "Ellos dicen dónde, cuándo y cuántas drogas son traídas".

El pedido de Sieradski ha tenido resultados confusos. Para algunos consumidores israelíes de hachís, el boicot es una manera de expresar su consternación con la guerra y los ataques implacables con mísiles del Hezbolá contra Israel. "Lo que pasa es lo siguiente, si se compra drogas de Líbano, se puede financiar el terrorismo a través del Hezbolá contra Israel", comentó un usuario. "¿Quién entre nosotros querría eso en su conciencia? ¡Yo no!" Otro boicoteador joven comentó: "Ya es malo lo bastante que estén intentando explosionar nuestro país. No voy a pagarles para que hagan eso".

Ni todos están de acuerdo. El Forward citó un traficante del área de Jerusalén que dijo, "Todo viene del Hezbolá", pero él no se importaba. ¿Su comentario sobre el boicot? "Enróllela, préndala y fúmela".

El pedido de boicot también ha incitado a algunos a debatir que ya es hora de legalizar el tráfico de hachís a fin de debilitar el Hezbolá. Con tanto que existan lucros ilícitos que ganar, hay dinero en el banco para la organización de la resistencia chiita, observaron.

El pedido de boicot también puede ser una expresión de la realidad dentro de Israel. Con la frontera Líbano-Israel siendo la escena de duros combates, es cuestionable la cantidad de hachís libanés que está pasando ahora.

Metanfetamina: Juez de Tennessee Descarta Casos de Precursores de Preparo

El año pasado, Tennessee adoptó una ley que restringe la compra de anticongestionantes y antialérgicos vendidos sin prescripción médica como parte de un esfuerzo para refrenar el preparo casero de la metanfetamina, el popular estimulante. La ley limitaba las compras a no más que nueve gramos de seudoefedrina en un período de 30 días.

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laboratorio de metanfetamina
La policía en la Comarca de Marion del Este de Tennessee colectó los registros farmacéuticos de compras de seudoefedrina y los comparó a las listas de personas anteriormente presas por preparar metanfetamina, de ahí usó esos registros para detener a más de 80 personas en Abril bajo acusaciones de promover el preparo de metanfetamina. Por lo menos 30 de ellas fueron acusadas de hacer varias compras de seudoefedrina que las ponían encima del límite de nueve gramos. Pero, ahora, un juez ha decidido que los fiscales municipales estaban malinterpretando la nueva ley.

En una decisión de 03 de Agosto, el Juez de la Corte de Circuito, Thomas Graham, descartó casos contra 30 reos, diciendo que él interpretó que los fiscales no pueden usar varias compras para debatir que alguien excedió la regla de los nueve gramos. "Está claro que, ya que ninguna de las compras en estos casos excedió nueve gramos, el estado simplemente no puede debatir un caso con relación a cualquiera de estos reos", escribió. La ley debe aplicarse apenas a una única compra si desea resistir a un desafío constitucional por falta de claridad, escribió.

Aparentemente, Graham escuchó al Defensor Público Phil Condra, que debatió en una audiencia de Junio que la ley pone a consumidores inocentes en riesgo porque su falta de claridad le permite a la policía demasiada discreción al hacer detenciones. Condra sugirió que las personas pueden terminar siendo presas por comprar fósforos o filtros de café u otros artículos comunes que puedan ser usados en el preparo de metanfetamina.

En un documento anterior, el subfiscal general de Tennessee, Preston Shipp, se burló de la idea. No había "ninguna posibilidad de condenación de una persona inocente que compre, como sugestiona el reo, dos paquetes de filtros para café, sin ningún conocimiento de que ello será usado para producir metanfetamina ni tampoco la desconsideración irresponsable de su uso pretendido", escribió. Pero eso no era suficiente para convencer al Juez Thomas.

La Associated Press informó el martes que la fiscalía general de Tennessee desafiará la decisión. De acuerdo con David McGovern, el subfiscal general del 12o Distrito Judicial, los fiscales debatirán que la ley se aplica a la "cantidad agregada. Nosotros creemos que es un poquito más general".

Reducción de Daños: Boston a Punto de Proporcionar Antídoto Contra Sobredosis de Heroína a Adictos

Las autoridades de la salud pública de Boston probablemente aprobarán un programa-piloto que proporciona naloxona (marca Narcan) a los consumidores de heroína la próxima semana, informó el Boston Globe el miércoles. Si la Comisión de Salud Pública de Boston aprueba el programa de verdad, se juntará a ciudades como Baltimore, Chicago y Nueva York, donde las autoridades ya han aprobado su distribución a usuarios de drogas.

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En muchas localidades, apenas los paramédicos o los servicios hospitalarios de emergencia suministran la droga, que puede impedir una sobredosis de heroína de volverse una muerte por sobredosis. Pero con Boston enfrentando a un alto número de muertes por sobredosis de heroína - las sobredosis fatales aumentaron 50% entre 1999 y 2003 - los funcionarios municipales de la salud quieren poner la droga donde puede ayudar más lo más rápido posible: en las manos de los consumidores de drogas.

"La esperanza número uno con esto es salvar vidas", le dijo el director ejecutivo de la Comisión de la Salud Pública, Joel Auerbach, al Globe. "Nuestros paramédicos han dicho que es una droga milagrosa. Ellos han visto personas comatosas que revivieron y están perfectamente bien".

Se espera que el teste matricule a 100 usuarios de heroína, los cuales tendrían que pasar por entrenamiento y evaluación, así como sesiones de incentivo a la desistencia. Pero si no están preparados para parar de usarla, serían instruidos sobre como suministrar Narcan. Entonces, ellos recibirían una prescripción para dos dosis.

La acción propuesta ocurre justo una semana después que el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas - la secretaría antidroga - rechazó la idea como si de alguna manera alentase el consumo de drogas. "No queremos divulgar que hay una forma segura de consumir heroína", le dijo la vocera del ONDCP, Jennifer DeVallance, a la AP.

Marihuana Medicinal: AFSCME Respalda la Marihuana Medicinal

La Federación Estadounidense de Empleados Estaduales, Comarcales y Municipales (AFSCME), el sindicato más grande de servidores públicos del país, aprobó una resolución que apoya a la marihuana medicinal en su convención nacional el martes en Chicago. La AFSCME se vuelve así la organización cívica más grande a defender el acceso al cannabis terapéutico.

Aprobada por una votación abrumadora en voz alta por los delegados de la convención, la resolución observa que la marihuana ha mostrado tratar con eficiencia enfermedades como el cáncer, la esclerosis múltiple, VIH/SIDA, glaucoma, mal de Crohn, dolores crónicos y los efectos colaterales de los tratamientos medicinales para estas dolencias. Y lo más importante: "Por lo tanto, que sea resuelto que la AFSCME respalda y apoya a la legalización de la marihuana medicinal para afecciones adecuadas e indicadas medicinalmente, incluso, pero no limitada a SIDA, VIH, cáncer, artritis, etc.".

La AFSCME representa a 1.4 millón de trabajadores estadounidenses tanto en el sector público como en el privado, incluyendo a chóferes, trabajadores de la salud, guardias, bibliotecarios y otros empleados estaduales, municipales y federales del gobierno. De relevancia particular para las cuestiones de las políticas de drogas, la AFSCME también representa a enfermeras y funcionarios correccionales. Unos 6.000 delegados se están encontrando toda la semana en Chicago para la 37a convención anual del sindicato".

"Nuestros esfuerzos para proteger a los pacientes de marihuana medicinal de la detención están logrando nuevo ímpetu todos los días", dijo Aaron Houston, director de relaciones gubernamentales del Marijuana Policy Project en Washington, DC. "Sólo este año, hemos visto nuevos defensores como la Iglesia Presbiteriana (EE.UU.), la Citizens Against Government Waste y ahora la AFSCME. Con un respaldo tan amplio y creciente y tan rápido, no hay ninguna sorpresa en ver respaldo en la Cámara de los Diputados de los EE.UU. este año y esperamos seguir construyendo esta coalición grande y poderosa".

Marihuana: Organizadores de Michigan Entregan Firmas para Dos Iniciativas Electorales Municipales

Tim Beck de la NORML Michigan informó vía correo-e el miércoles que dos iniciativas municipales relacionadas con la marihuana habían cumplido sus plazos para la entrega de firmas. Una iniciativa volvería la marihuana la menor prioridad legal, en tanto que la otra es una iniciativa pro marihuana medicinal.

En Niles, el presidente de la NORML Suroeste de Michigan, Don Barnes, y el coordinador de campaña, Greg Francisco, presentaron 596 firmas al escribiente municipal de Niles el martes para poner una iniciativa de menor prioridad en las urnas. De acuerdo con la iniciativa, la tenencia o consumo de hasta 30 gramos de marihuana por adultos en propiedad privada sería la menor prioridad legal de la Policía de Niles. Ellos necesitan 440 firmas válidas para entrar en la votación. Ahora, la ciudad de Niles tiene una semana para anunciar si firmas válidas suficientes fueron entregadas.

También el martes, la Flint Coalition for Compassionate Care entregó más de 2.000 firmas buscando poner una iniciativa pro marihuana medicinal delante de los electores en Noviembre. La iniciativa crearía una ordenanza municipal que concedería a los consumidores de marihuana medicinal una exención de las leyes sobre la marihuana. La coalición necesita 1.150 firmas válidas y espera recibir sí o no hasta el fin de la próxima semana.

Marihuana: Defensores de la Legalización en Colorado Entregan 110.000 Firmas en Esfuerzo Electoral

Los organizadores de una iniciativa que legalizaría la tenencia de hasta treinta gramos de marihuana en Colorado entregaron más de 110.000 firmas a la secretaría de estado el lunes por la tarde. La iniciativa necesita 67.829 firmas válidas para entrar en la votación de Noviembre.

Si la medida entra en la votación, Colorado se juntará a Nevada como estados en que los electores tendrán la oportunidad de tomar una decisión sobre la suspensión de todas las sanciones penales para la tenencia de cantidades personales de marihuana por adultos. Actualmente, Alaska es el único estado que permite que los adultos tengan marihuana legalmente - hasta treinta gramos en la privacidad de sus hogares.

Organizada por la SAFER Colorado, la iniciativa es una tentativa de replicar el éxito que el grupo tuvo en Denver el año pasado, en que los habitantes votaron a favor de la legalización de la tenencia de hasta treinta gramos de acuerdo con una ordenanza municipal. Con todo, los policías y fiscales de Denver han ignorado esa votación y siguen multando y arrestando a las personas de acuerdo con la ley estadual.

"El Noviembre pasado, el pueblo de la ciudad de Denver votó a favor de volver legal la tenencia de hasta treinta gramos de marihuana para adultos de acuerdo con ordenanzas municipales", dijo el director de campaña de la SAFER, Mason Tvert. "Pero, cobardemente, los funcionarios de nuestra ciudad ignoraron flagrantemente la voluntad del pueblo y han seguido arrestando y procesando a los habitantes de Denver de acuerdo con la ley estadual por hacer la opción más segura de consumir marihuana en vez de alcohol. Creemos que eso está mal y parece que más de 110.000 personas en el gran estado de Colorado están de acuerdo con nosotros".

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Otra semana, otro grupo de policías corruptos. Más problemas en Memphis, un ex policía en San Pablo es incriminado en una gran redada de cocaína y metanfetamina y más otro agente penal es atrapado contrabandeando drogas tras rejas.

En Memphis, tres oficiales de la policía han sido incriminados bajo acusaciones de robar a traficantes de drogas y de hacer los preparativos para vender ellos mismos las drogas. Los Oficiales de la Policía de Memphis, Antoine Owens y Alexander Johnson, se juntaron al ex oficial Arthur Sease en la preparación de las transacciones en drogas, de ahí entrando en escena con oficiales uniformizados, deteniendo a los traficantes de drogas y robando sus drogas y joyería. De acuerdo con la WREG-TV en Memphis, la policía está llamando a Sease de líder. Él se enfrenta a una incriminación de 50 infracciones con acusaciones que incluyen a conspiración, extorsión, tenencia de sustancia controlada y numerosas infracciones de los derechos civiles. Los Oficiales Owens y Johnson son acusados de dos infracciones de conspiración.

En San Pablo, Minnesota, un oficial jubilado de la policía fue incriminado bajo acusaciones federales de drogas el martes, informó la KSTP-TV. El ex oficial Clemmie Howard Tucker, 51, fue identificado como el hombre que intentó recoger un paquete sospechoso en el depósito del terminal de Minneápolis. Ese paquete contenía casi 10 kilos de cocaína y más de 3,5kg de metanfetamina. El veterano de 25 años se enfrenta a una acusación cada de tentativa de tenencia con intención de distribuir cocaína y metanfetamina.

En Richmond, Virginia, un sherif-adjunto de la Comarca de Henrico fue acusado el viernes pasado de contrabandear drogas, cigarrillos, puros y otras cosas para dentro de la Cárcel de la Comarca de Henrico. Ronald Washington, 23, ganó supuestamente más de $1.000 por su esfuerzo. Washington es acusado de entrega criminosa de sustancia controlada a un preso y entrega contraventora de artículos a prisioneros, informó el Richmond Times-Dispatch. Él está detenido sin derecho a fianza en la Cárcel Regional de Pamunkey en la Comarca de Hanover.

Reportaje: Colecta de Firmas de Portland para Iniciativa de “Menor Prioridad” para la Marihuana Es Insuficiente

Este mes de Noviembre, los electores en Portland, Oregón, no votarán en una iniciativa que habría vuelto la marihuana la menor prioridad legal para la policía y los fiscales de la ciudad. A pesar de gastar casi $100.000 en un esfuerzo de colecta de firmas suficientes para clasificarse en las urnas, les faltaron firmas a los organizadores de la iniciativa.

Auspiciada por la Citizens for a Safer Portland con el respaldo financiero del Marijuana Policy Project de Washington, DC, la iniciativa habría creado una ordenanza municipal que definiría la ley de represión a la marihuana como la menor prioridad de la policía y habría impedido la ciudad de aceptar fondos estaduales o federales para imponer las leyes antimarihuana. También habría creado un comité de supervisión civil para monitorear la obediencia a la imposición de la ley y requerido que los policías y fiscales de Portland hicieran informes sobre las detenciones y procesos relacionados con la marihuana.

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aprehensión de marihuana cerca del suburbio Wilsonville de Portland
Portland debería haber sido la más grande de una serie de ciudades de la Costa Oeste a desafiar las leyes contra la marihuana. Pero, esfuerzos similares siguen vivos y muy bien en cuatro ciudades californianas, la franca legalización está en votación en Nevada y parece que los votantes en Colorado también tendrán la oportunidad de votar a favor de la reforma de la legislación sobre la marihuana.

"No es una decepción", dijo el director de comunicación del MPP, Bruce Mirken. "No he visto ningún tipo de autopsia que diga claramente lo que estuvo mal, pero no se puede quedar contento con la inversión en un proyecto y su fracaso. El lado positivo es que una serie de estas iniciativas sí tuvo éxito en acceder a las urnas en otros lugares", le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas.

Los organizadores de la iniciativa de Portland necesitaban entregar 26.291 firmas válidas para clasificarse para la votación. El grupo logró reunir apenas más de 40.000 firmas, pero cuando se limpió la lista de las firmas duplicadas e inválidas, ellos tenían 31.523. Pero entonces la ciudad descartó varias centenas de hojas que contienen cerca de 4.500 firmas porque los colectores de firmas habían puesto sus iniciales en las hojas en vez de firmarlas con sus nombres completos. En ese momento, el cómputo de firmas había caído para 27.174, entonces cuando una muestra aleatoria del gabinete electoral municipal de las firmas restantes mostró que cerca de un tercio de las firmas era inválido,
los organizadores reconocieron la derrota.

"Eso estaba de acuerdo con nuestras conferencias internas de validez", dijo Chris Iverson de Citizens for a Safer Portland. "Eso significaba que no había forma de conseguir; teníamos apenas dos tercios válidos", le dijo él a la a de la Guerra Contra las Drogas.

Iverson dijo que el fracaso en lograr las firmas solicitadas era una combinación del equívoco del organizador y una maquinaria municipal electoral hostil. "Cometimos algunos errores a lo largo del camino", reconoció. "Cuando empezamos, no calculamos las firmas duplicadas y de fuera de Portland porque no sabíamos que serían tantas. Si ya hubiéramos hecho esto antes, tendríamos ciencia de esto", dijo Iverson.

"Tuvimos 4.500 firmas descartadas por lo que ellos llamaron de equívoco del colector", reclamó Iverson. "Aquí en Oregón, tenemos reglas muy estrictas. Si ellos no pueden leer la firma del colector en la página, ellos van a una base de datos de registro de electores. Si no logran combinar las firmas, ellos descartan la página entera. Teníamos dos personas que hicieron centenas de hojas cada una y sus hojas fueron botadas porque ellas usaron versiones abreviadas de sus nombres", explicó. "Pensábamos que porque teníamos documentos oficiales, estaríamos bien, especialmente porque ellos habían permitido eso en el pasado con otras campañas. Pero ellos dijeron que no las contarían porque no se combinaban exactamente".

Dicha inflexibilidad oficial frustra el impulso democrático, dijo Iverson. "Estos tipos de decisiones son injustos y antidemocráticos", dijo. "Muchas campañas aquí están teniendo problemas con esta norma".

Iverson y la Citizens for a Safer Portland pueden estar derrotados, pero no se curvan. "Esta iniciativa ayudó a reunir personas que nunca habrían entrado en la misma sala antes y estamos listos para prepararnos para el próximo proyecto. He sido activista durante 15 años y me considero un profesional de las campañas. Los realizadores profesionales de campañas no cometen los mismos errores dos veces".

Iverson quiere ayudar a otros a evitar la comisión de los mismos errores también - él está reuniendo un paquete de preguntas que los aspirantes a organizadores de iniciativa deberían leer antes de seguir adelante con una campaña.

Reportaje: Reforma Federal de la Condenación Va a NASCAR

Con el sistema federal de prisiones llenecito y aún creciendo, la presión por la reforma de la condenación se está acumulando. Un proyecto que visa ayudar a ex infractores, la Ley de la Segunda Oportunidad [Second Chance Act], está tramitando en el Congreso y puede ser aprobado este otoño. Bien detrás de ello está el H.R. 3072, un proyecto que reintroduciría la libertad condicional en el sistema federal. Y en un esfuerzo novedoso para ampliar el apoyo al proyecto pro condicional, algunos de sus defensores están llevando la cuestión al enorme público automovilístico de NASCAR.

En la primera de la serie de eventos de NASCAR, el 23 de Agosto el equipo Carter 2 Motorsports competirá en la carrera en Bristol, Tennessee, usando esa oportunidad para dar publicidad al proyecto de la condicional, así como las organizaciones que respaldan el esfuerzo, Federal CURE y FreeFeds. Se espera que más de 160.000 comparezcan, con un público televidente estimado en 3 millones. El esfuerzo también será el enfoque de un documentario de PBS con un público estimado en entre 10 y 14 millones de televidentes cuando sea transmitido.

"Yo mismo fui un preso federal", dijo el hombre fuerte de Carter 2 Motorsports, Roger Carter II, que cumplió casi tres años por una infracción profesional. "Me encontré con mucha gente maravillosa en la prisión, infractores no-violentos de la legislación antidroga. Pude irme a casa tras un par de años, pero estos hombres estaban cumpliendo 10, 20, 30 años o más", le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. "No me entienda mal. Yo creo que la gente que infringe la ley debe ser castigada, pero esto se trata de punición proporcional y justa. Lo que da seis meses en los tribunales estaduales puede dar seis años en el sistema federal y eso no está bien".

Aunque el esfuerzo de Carter sea relativamente reciente, él es alentado por la reacción que está recibiendo. "El apoyo ha sido abrumador", dijo. "Las personas son realmente susceptibles a esto y la prensa lo está aceptando. La idea es poner esto delante del público porque la gente precisa ver adónde están yendo sus dólares de los impuestos. Cualquiera que eche un vistazo al H.R. 3072 tiene la satisfacción de ver que es un abordaje de buen sentido al encarcelamiento en vez de simplemente tirar la gente a la cárcel sin ningún motivo", dijo, añadiendo que él tiene mensajes sobre el H.R. 3072 pintados en su camión y auto de NASCAR, así como en sus páginas web y correos-e.

Desde que el Congreso abolió la libertad condicional en la "reforma de la condenación" de 1986, el sistema federal de prisiones ha crecido progresivamente más, cada vez más lleno de infractores no-violentos de la legislación antidroga cumpliendo sentencias largas sin ninguna oportunidad de puesta en libertad por buen comportamiento, excepto en casos altamente limitados. Esta semana, la Agencia Federal de Prisiones situó su cómputo de prisioneros en más de 191.000, con 54% cumpliendo sentencias por delitos de drogas.

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George Martorano (cortesía We Believe Group)
Ese número incluye a George Martorano, el hombre que lleva la distinción desafortunada de ser el infractor no-violento que cumple la pena más larga en prisión federal hasta el día de hoy, un destino que él adquirió a través de una infracción primaria por marihuana. Ahora, Martorano cumple 23 años de una sentencia de prisión perpetua sin oportunidad de condicional. Fue la condición de Martorano que inspiró el habitante de Florida, John Flahive, a juntarse a la lucha por la reforma de las penas.

"Yo estaba haciendo la corte a una señorita y una noche cuando estaba en su casa, sonó el teléfono con un mensaje. Era la llamada de un preso federal", explicó Flahive. "Era George y la señorita era su hermana. Ella me dijo que él estaba cumpliendo prisión perpetua sin condicional y le pregunté cuántas personas mató", le dijo a la Crónica. "Él no mató a nadie. Estaba involucrado en una transacción - cerca de 1ton90kg de marihuana. Después de algún tiempo, me fui a visitarlo y descubrí que era un hombre muy bueno - él escribe libros y enseña a otros presos y tiene un registro penal perfecto. Nos imaginamos que teníamos que ayudarlo de alguna manera, entonces creamos el We Believe Group para intentar crear conciencia de su condición".

Ha sido instructivo, dijo Flahive. "Empecé a trabajar en esto hace cinco años. Antes de eso, no estaba involucrado, ni siquiera votaba", explicó. "Pensé que el caso de George era un error, pero mientras más me involucraba, percibí que había millares de Georges pudriéndose allí adentro". Como resultado de eso, Flahive ha ampliado su activismo y ahora trabaja para aprobar la legislación de reforma de las penas en el Congreso. Él también se dirigirá hacia las pistas de NASCAR junto con Carter en un esfuerzo para llevar el mensaje a las masas de aficionados al automovilismo.

"Estoy trabajando con la Federal CURE en esto", dijo. "Ellos tienen dos remolques que vestiremos con el H.R. 3072 y tendremos mucho material para distribuir. Las personas escuchan cuando se les dice que si pagan impuestos federales son afectadas por el costo del sistema federal de prisiones. La libertad condicional ahorraría $4 billones al año", afirmó Flahive.

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el Dip. Danny Davis
La libertad condicional federal ha estado por ahí durante algún tiempo y fue originalmente defendida por la Dip. Patsy Mink (D-HI), pero desde su muerte inesperada en 2002, el Dip. Danny Davis (D-IL) ha aceptado el reto y ahora es el principal defensor. Davis estaba viajando y no pudo comentar esta semana, pero su director de comunicación, Ira Cohen, le dijo a la Crónica que el proyecto hace uso de toda la ayuda que pueda recibir. "El Dip. Davis tiene orgullo de todo lo que ha logrado con la Ley de la Segunda Oportunidad y el proyecto de la condicional y sigue buscando apoyo", dijo Cohen.

Una fuente próxima a Davis le dijo a la Crónica que Davis está concentrándose este otoño en la Ley de la Segunda Oportunidad como forma de abrir la puerta a una discusión seria de la reforma de las penas en el Congreso. "La estrategia siempre ha sido de hacer presión por la aprobación de otro proyecto primero y ahora la Ley de la Segunda Oportunidad está muy cerca", dijo la fuente. "Si pasa, el congresista pretende usar esa oportunidad para tener esta discusión general sobre el proyecto de la condicional porque abrirá toda la cuestión de la reforma general de la justicia criminal federal".

Pero Flahive, Carter y 100.000 presos federales de la guerra a las drogas no están esperando que el Congreso actúe - están presionándolo para que actúe. Además de la carrera de Bristol el día 23, Carter y su remolque H.R. 3072 competirán en los circuitos de NASCAR en Nuevo Hampshire, Martinsville y Homestead y llevarán el mensaje a las masas. "Como cualquier otra cosa, así que esto logre algún ímpetu, así que los políticos vean que pueden beneficiarse votando a favor de esto, todo estará terminado. Estamos aquí para ayudar a las personas a llevar los políticos a ese punto".

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