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Drug War Chronicle

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Condenação: Tribunal de Apelações do 3° Circuito dos EUA Anula Sentença por Crack

Em uma decisão na segunda-feira, o Tribunal de Apelações do 3° Circuito dos EUA na Filadélfia anulou uma sentença de 24 anos de prisão para um homem que portava menos de 90 gramas de crack. O tribunal sustentou que o juiz da Corte Distrital dos EUA que condenou o homem errou ao acreditar que tinha que condena-lo com base na disparidade quantitativa de 100:1 entre a pedra e o pó de cocaína. Tais sentenças não são mais obrigatórias, disse o tribunal de apelações, apenas acessórias.

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Segundo uma lei de 1986 aprovada em meio a uma onda de histeria antidrogas, o Congresso dos EUA promulgou um esquema de condenação de nível duplo para os réus acusados de delitos de cocaína com os réus por crack enfrentando sentenças mais longas em décadas do que os réus por pó de cocaína por portarem a mesma quantidade da droga. Mas, o tribunal de apelações sustentou que desde que a Suprema Corte dos EUA decidiu no ano passado que as normas federais de condenação eram apenas acessórias e não obrigatórias, os juízes de condenação não precisavam ser compelidos pelas normas.

O painel de três juízes sustentou que o réu Johnny Gunter tinha direito a uma nova audiência de condenação. “O que se sustenta aqui é que as cortes distritais podem considerar o diferencial pedra/pó de cocaína nas normas como fator, mas não como ordem, no... processo de condenação”, escreveu o Juiz Thomas Ambro pelo tribunal.

O Subprocurador da União, Robert Zauzmer, disse ao Philadelphia Inquirer que a decisão provavelmente ia ser citada por todo réu em um caso de crack. “Este é um parecer significativo que estudaremos com atenção”, disse, acrescentando que os procuradores estavam pensando se pediriam ao tribunal de apelações que repensasse a decisão ou se recorreriam à Suprema Corte dos EUA.

Enquanto isso, o Subdefensor Federal David McColgin disse ao Inquirer que a decisão ajudaria a reduzir as disparidades raciais existentes nas penas para a cocaína. “Isto tem um impacto enorme em ajudar a reduzir a disparidade racial que procede dessa proporção”, disse McColgin.

Imposição da Lei: As Estórias de Policiais Corruptos Desta Semana

Algo cheira mal no estado do Tennessee, com o fedor de corrupção policial vindo das margens do Mississippi até os cumes das Great Smoky Mountains, e isto está bem podre. Enquanto isso, há um caso aparente de, ah, policiamento agressivo demais na Flórida e o agente penitenciário ou carcerário encrencado de sempre. Vamos ao que interessa:

Na Comarca de Cocke, Tennessee, a confissão de culpabilidade de formação de quadrilha para vender milhares de dólares em bens roubados de NASCAR do ex-Subdelegado do Gabinete do Xerife da Comarca de Cocke, Patrick Allen Taylor, é apenas a ponta do iceberg em uma moção que procura uma sentença de prisão muito mais alta do que a pedida pelas normas federais de condenação, informou o Knoxville News-Sentinel na segunda-feira. De acordo com os promotores, Taylor estava envolvido em esquemas de roubo, extorsão, proteção, brigas de galo e uma empresa de entretenimento em vídeo. Para maiores informações sobre todo o caso sórdido, leia o relatório especial do News-Sentinel, "Cocke County Confidential”.

Em Memphis, o ex-Oficial da Polícia de Memphis, Andrew Hunt, se confessou culpado na sexta-feira passada de roubar dinheiro, cocaína e pertences pessoais de traficantes de drogas. Ele pode pegar pena de prisão perpétua, mas isso é improvável já que concordou em cooperar com os promotores, informou o Memphis Commercial Appeal. Três outros oficiais da polícia de Memphis já foram indiciados no caso e mais indiciamentos podem acontecer, advertiram os promotores. Hunt fazia parte de “uma gangue de oficiais corruptos uniformizados” que roubaram pelo menos 20 traficantes de drogas, disseram os promotores. E estes homens uns escroques de verdade: Em um caso, Hunt roubou drogas, dinheiro e um relógio de $15.000 de um traficante, daí disse que podia comprar as drogas deles de volta. Quando o traficante conseguiu $9.500 em espécie, Hunt aceitou o dinheiro e ficou com as drogas.

Em Surfside, Flórida, a polícia está investigando acusações de que dois oficiais da polícia de Surfside conspiraram para plantar drogas em um veículo de um ativista cívico da cidade, informou a emissora de tevê de Miami, a Local 10 News no dia 07 de Setembro. Os dois oficiais, o Sargento John Davis e o Oficial Woody Brooks, foram suspensos após supostamente tramarem para plantar cocaína no carro de Jay Senter, que já se encrencara com o Sargento Davis no caso do casal francês citado por numerosas infrações do código e multado em centenas de milhares de dólares por alugar casas em Surfside a turistas. De acordo com as alegações, Davis e Brooks foram ouvidos enquanto tramavam plantar as drogas em retaliação por Senter entregar outro oficial ao FBI no caso de infrações do código. Interessantemente, o vice-prefeito de Surfside, Howard Weinberg, disse à Local 10 que os mesmos oficiais tinham conspirado para prendê-lo por dirigir embriagado perto de um bar da cidade e lançar a câmera no painel em uma tentativa de intimidá-lo, mas a trama foi debelada porque ele somente bebe chá gelado quando sai. Outro oficial anônimo da cidade disse à Local 10 que Davis estava se comportando “feito um nazista” com relação aos opositores políticos.

Em Westchester, Nova Iorque, um agente penitenciário da Comarca de Westchester foi condenado a liberdade vigiada na semana passada por interferir em uma investigação de drogas, informou a North Country Gazette. Timothy Connolly, 39, se confessou culpado de uma acusação de obstrução qualificada de processo e uma acusação de porte de drogas. Ele será supervisionado durante os próximos cinco anos. Connolly foi preso durante uma investigação combinada da Iniciativa de Narcóticos do Promotor de Westchester (W-DANI), a Polícia de Yonkers, a Polícia do Estado de Nova Iorque e a Unidade de Investigações Especiais do Departamento de Correção da Comarca de Westchester e lhe disseram que se calasse a respeito da prisão. Mas, depois ele avisou a um dos principais alvos da investigação que não usasse o telefone dele porque estava sendo monitorado. Connolly foi despedido do Departamento de Correção da Comarca de Westchester no dia 07 de Setembro, no mesmo dia em que se confessou culpado.

Matéria: Ativistas Californianos Procuram Marcar Três Pontos com Iniciativas Municipais de “Menor Prioridade” em Santa Bárbara, Santa Cruz e Santa Mônica

Inspirados pelas iniciativas municipais que tornaram a maconha a “menor prioridade legal” em Seattle e Oakland, os ativistas em três cidades californianas – Santa Bárbara, Santa Cruz e Santa Mônica – estão ocupados trabalhando para garantir que medidas similares sejam aprovadas ali em Novembro. Os organizadores em todas as três cidades dizem que as suas perspectivas de vitória são boas.

As três iniciativas municipais da Califórnia contêm um texto quase idêntico e se autodescrevem similarmente. Como observa a página da Santa Monicans for Sensible Marijuana Policy, o grupo que administra a campanha lá, a iniciativa “torna os delitos de maconha, em que a cannabis seja pretendida para uso pessoal adulto, a menor prioridade legal” e “libera recursos policiais para se concentrar na criminalidade violenta e séria, ao invés de deter e prender usuários não-violentos de cannabis”.

A iniciativa de Santa Cruz dá um passo além ao estabelecer uma posição municipal oficial em favor da legalização da maconha. Lá, a iniciativa “estabeleceria uma política municipal em apoio às mudanças nas leis estaduais e federais que pedem a taxação e regulamentação do uso adulto de maconha”.

O lote de iniciativas deste ano é resultado direto da campanha de Oakland de 2004, a Medida Z, na qual os ativistas organizados como a Oakland Civil Liberties Alliance (OCLA) conseguiram aprovar uma iniciativa que torna os delitos adultos de maconha a menor prioridade e instruir a cidade a defender a taxação e regulação da maconha. Embora a OCLA não esteja envolvida formalmente nas iniciativas deste ano, alguns de seus membros, como Richard Lee do Oaksterdam News e o Café Bulldog, têm ajudado a financiar o esforço. Outros, como a ativista de longa data, Mikki Norris da Cannabis Consumers Campaign, e o diretor da NORML Califórnia, Dale Gleringer, têm sido instrumentais como conselheiros.

“Após a nossa experiência bem-sucedida com a Medida Z em Oakland, nós da OCLA queríamos difundir isto ao redor da Califórnia para mostrar um amplo apoio, então, no ano passado, nós e a NORML Califórnia patrocinamos uma conferência estadual dos ativistas na qual divulgamos a nossa estratégia de Oakland e procuramos quais outras áreas no estado poderiam ser suscetíveis a fazer algo similar”, disse Norris à Crônica da Guerra Contra as Drogas. “A consultora política que usáramos, Susan Stevenson da Next Generation, redigiu uma solicitação de doação ao Marijuana Policy Project (MPP) dizendo que estávamos interessados em iniciativas ou decretos-lei em cinco cidades e conseguimos um contato com o MPP que nos proporcionava financiamento básico. Ainda temos que arrecadar mais verbas, mas essa doação possibilitou isto”, disse ela.

Depois disso, disse Norris,os ativistas estreitaram seus enfoques. “Encontramos pessoas no que pareciam ser boas áreas e começamos a angariar fundos para conduzir pesquisas para ver se eram viáveis, examinamos a demografia e concordamos nestas três cidades”.

Na verdade, West Hollywood e São Francisco também foram objetivadas, mas na primeira, um vereador municipal apresentou um decreto-lei aceitável para os organizadores e eles desistiram da campanha deles pela iniciativa. Nesta semana em São Francisco, os supervisores municipais passaram a adotar um decreto-lei de menor prioridade.

Os organizadores nas três Santas estão trabalhando pesado agora para garantir a vitória em Novembro, disseram eles à Crônica em termos impressionantemente similares. “As coisas parecem bem por aqui”, disse a porta-voz da Sensible Santa Barbara, Lara Cassell. “Temos sido muito bem-sucedidos até o momento e não há oposição organizada”, disse ela à Crônica. “Na verdade, ninguém se importou em enviar um argumento de oposição para a votação, o que é fabuloso. Santa Bárbara é muito amigável com relação à nossa questão”.

A Sensible Santa Barbara estava beneficiando-se da ajuda proporcionada pelos ativistas de todo o estado, disse Cassell., “mas temos a sorte de termos muitas pessoas na comunidade que nos apóiam. Nos sentimos muito bem com isto. Estamos confiantes que isso será aprovado”.

“As coisas vão muito bem por aqui”, disse Kate Horner, diretora de campanha da Sensible Santa Cruz, o grupo que lidera o esforço ali. “Não há nenhuma oposição organizada, apesar de alguns líderes comunitários terem se pronunciado contra a iniciativa pelos custos possíveis. Mas, esses custos serão mínimos”, disse ela à Crônica. “Em Seattle e Oakland, eles dizem que os custos são basicamente uma questão de xerocar as acusações e nada mais”.

Diferentemente das iniciativas de Santa Bárbara e Santa Mônica, a iniciativa de Santa Cruz vai além do texto de menor prioridade. “Essa disposição requereria que o escrivão municipal enviasse anualmente cartas aos funcionários dos governos estadual e federal declarando a preferência da cidade em favor de um modelo de taxação e regulação”, explicou Horner. “Essa seria a política da nossa cidade”.

O apoio à não-criminalização dos usuários de maconha está em alta em Santa Cruz. Em uma pesquisa feita em Novembro, mais de 80% das pessoas ali eram opostas à criminalização dos fumantes de maconha.

“Os dados dessa pesquisa nos deram a nossa ordem”, disse Horner. “Realmente mostravam um forte apoio. Desde então, tem sido apenas uma questão de construir coalizões por toda a comunidade. Estou confiante que a comunidade quer redirecionar os recursos dos infratores não-violentos da legislação antimaconha para os criminosos violentos”.

“As coisas parecem bem aqui”, disse Nicki LaRosa, porta-voz do esforço de Santa Mônica. “A nossa estratégia é envolver o máximo de pessoas possível. Há muita gente aqui que expressou apoio e estamos trabalhando para garantir que exponhamos a mensagem e levemos os nossos eleitores às pesquisas”, disse ela à Crônica.

“Temos a oposição da polícia sim – eles redigem o argumento eleitoral contra a iniciativa --, mas também temos muito apoio da comunidade. A polícia diz que a maconha já é uma baixa prioridade, mas as estatísticas que temos visto mostram que as pessoas ainda continuam sendo presas. Queremos mandar o recado a Sacramento e Washington de que Santa Mônica está pronta para a próxima fase de acabar com a guerra às drogas ao despriorizarmos os delitos de maconha”.

Santa Mônica parece ser o lugar mais difícil, disse Norris. “Nos sentimos seguros em Santa Cruz e Santa Bárbara; Santa Mônica é o lugar que mais nos preocupa”, disse Norris. “Estamos esperando a oposição da associação dos oficiais da polícia. Santa Mônica é um grande desafio. É uma cidade progressista, mas também tem passado por uma transformação nos últimos anos com os hotéis de luxo e o aumento dos preços das propriedades. E diferentemente de Oakland, até os progressistas parecem se alinhar com a polícia em Santa Mônica. A cidade é muito específica politicamente e tem um forte componente NIMBY [Not In My Back Yard; segundo a Wikipédia, a expressão em português uma tradução literal, ou seja, Não No Meu Quintal]”, disse ela com preocupação.

Mas, Norris também observou que as questões políticas atuais podem causar um impacto positivo em todas as três cidades. “Estas iniciativas são especialmente oportunas já que a Califórnia se depara atualmente com uma enorme crise de superlotação carcerária”, apontou. “Chegou a hora de repensarmos quem estamos colocando nestas prisões superlotadas e estabelecermos prioridades. Podemos continuar construindo prisões a um custo de centenas de milhões de dólares ou podemos examinar as políticas alternativas que param de enviar tantos infratores não-violentos à prisão. As cidades e o estado com certeza economizarão dinheiro ao não prenderem, processarem e encarcerarem cidadãos obedientes à lei por causa da maconha”, debateu.

E o estado não só pode economizar dinheiro, também pode ganhar dinheiro ao passar a taxar e regular, discutiu Norris. “Ultimamente, tem sido notícia em todas as partes que o aparato judiciário-legal está encontrando e desenraizando milhares e milhares de cultivos de maconha em terras públicas com o valor na rua estimado na casa dos milhões”, disse ela, aludindo ao frenesi de erradicação outonal anual do estado. “Não parece estar causando muito impacto na oferta. O mercado neste estado é enorme. Concebivelmente, podíamos arrecadar bilhões de dólares em ganhos e ajudar a financiar os serviços se controlássemos, taxássemos e regulássemos a cannabis”.

Esse é o plano que não é de tão longo prazo, confessou Norris. “Queremos estabelecer isto para que no dia das eleições possamos dizer que as pessoas de toda a Califórnia querem parar de prender os infratores da legislação antimaconha e fazer que a polícia se concentre nos crimes violentos”, disse ela. “Esperamos receber uma resposta suficientemente grande nestas eleições seja para inspirarmos outra rodada de iniciativas, seja para passarmos a todo o estado”, disse Norris. “Por fim, a nossa meta é levar a reforma fundamental da legislação sobre a maconha a todo o estado”.

Matéria: A Nova Proposta de Declaração de Políticas Sobre Prescrição de Remédios para a Dor da DEA – O Que Ela Significa?

Quando a Administração de Repressão às Drogas (DEA) lançou uma nova declaração de políticas sobre a prescrição de substâncias controladas para os pacientes que sofrem de dores crônicas na semana passada, procurava desagravar o coro crescente de preocupações e queixas dos trabalhadores da saúde e dos pacientes de que a sua posição severa contra os médicos que prescreviam analgésicos estava resultando em uma crise no tratamento dos pacientes de dores crônicas. Mas, se os ativistas e especialistas com quem a Crônica da Guerra Contra as Drogas conversou nesta semana servirem de indício, o trabalho da DEA em tranqüilizar a comunidade da terapia da dor está longe de acabar.

A ação acontece após anos de um aumento nos processos criminais de médicos como o Dr. William Hurwitz, um importante terapeuta da dor na Virgínia, que foi condenado por ser um traficante de drogas pelas suas práticas de prescrição. (Essa condenação foi recentemente anulada sob apelação.) Também acontece dois anos depois que a DEA chocou e consternou a comunidade da terapia da dor, inclusive muitos acadêmicos especialistas em dor que haviam trabalhado com a agência, primeiro publicando e então apagando uma série de “perguntas e respostas” que tinham o desígnio de ajudar os médicos a permanecerem dentro das boas graças da lei. Agora, há uma suspeita comum na comunidade acadêmica da dor de que a DEA fez uma seção falsa de “perguntas e respostas” a pedido do Departamento de Justiça porque isso teria ajudado a defesa de Hurwitz no julgamento dele em Novembro de 2004, mas o Departamento de Justiça não confirmou isso.

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Siobhan Reynolds, Frank Fisher, Ron Libby e Maia Szalavitz em uma Audiência Congressional de 17 de Setembro de 2004 reunida pela Associação de Médicos e Cirurgiões Estadunidenses (foto cortesia Pain Relief Network)
Em nota à imprensa de 06 de Setembro anunciando que a agência relaxaria as normas para prescrever drogas de Classe II, a administradora da DEA, Karen Tandy, também revelou a nova declaração de políticas sobre a prescrição. “Nós ouvimos os comentários de mais de 600 médicos, farmacêuticos, enfermeiras, pacientes e defensores do tratamento da dor e estudamos as preocupações deles cuidadosamente. A declaração de políticas do dia de hoje é o resultado dessa colaboração. A declaração de políticas reitera o compromisso da DEA com a realização do equilíbrio adequado para garantir que as pessoas que precisam de alívio da dor o recebam e aqueles que abusam não”, disse Tandy.

A declaração de políticas delineia o ponto de vista da DEA de como os médicos podem prescrever analgésicos poderosos, como Oxycontin ou fentanil, sem terminarem sendo presos nem chamados de “traficantes de drogas” pelos procuradores federais que pretendem jogá-los na cadeia durante anos. Tais drogas só devem ser prescritas para um “fim medicinal legítimo”, disse a DEA.

“Achamos que a declaração e a norma proposta ajudarão os profissionais da medicina a garantirem que apenas os pacientes que precisam de remédios para a dor os recebam. A declaração reflete a ciência das carências dos pacientes assim como a importância de impedir qualquer desvio ilegal de drogas prescritíveis”, prosseguiu Tandy. “A declaração de políticas do dia de hoje reafirma que a DEA quer que os médicos tratem a dor da maneira adequada segundo os padrões aceitos pela comunidade médica. Os médicos que agirem de acordo com a prática médica aceita deveriam se sentir confiantes de que não serão acusados criminalmente por prescreverem todos os analgésicos apropriados”, concluiu Tandy.

Contudo, nem todos estavam acreditando no que Tandy estava dizendo. “Esta nova declaração de políticas é um mero disfarce”, disse o Dr. Frank Fisher, um médico californiano que passou por uma provação legal de anos após ser acusado de assassinar os pacientes dele mediante sobreprescrição. Por fim, ele foi absolvido em todas as acusações criminais, mas foi arruinado financeira e profissionalmente. “O problema é que os médicos são intimidados e, como resultado disso, temos um desastre de saúde pública com o subtratamento da dor crônica. Isto não lida com o problema. Temos que conseguir tratamento para aqueles que estão morrendo porque não estão sendo tratados. Temos que encontrar uma maneira racional de regulamentar estas substâncias e acho que há um modelo muito bom com o álcool e o tabaco, ambos os quais são infinitamente mais perigosos do que os opiáceos”, debateu.

Embora Fisher tenha sido um crítico severo da DEA, reconheceu sim que a proposta de declaração de políticas sugeria que a agência estava preocupada com um revés. “Está dizendo que”, disse, “agora a DEA parece estar preocupada com a imagem dela. Nesse sentido, é um sinal de progresso, mas a DEA não é o verdadeiro problema – o Ato de Substâncias Controladas [Controlled Substance Act] é o problema. Isto é ficar de braços cruzados enquanto Roma arde em chamas”, disse.

“A DEA tem sido intransigente em suas posições e esta é a primeira chance que vimos”, disse Kathryn Serkes, porta-voz da Associação Estadunidense de Médicos e Cirurgiões (AAPS), uma associação de medicina de filiação superior a 5.000 e tendência libertariana que esteve ativa há muito na guerra da dor. “Eu acho que com o caso do Dr. Bill Hurwitz e o demais que esteve acontecendo nos últimos anos, estamos alcançando o ponto de inflexão”, disse ela à Crônica. “Através da exposição do nosso lado na mídia e nos sítios, através da narrativa das nossas versões e através do trabalho de ativistas como Siobhan Reynolds [da Pain Relief Network], o público entende agora. A mídia entende agora. Temos visto uma mudança nas matérias. Não se trata mais apenas dos médicos horríveis que matam os pacientes; os repórteres estão escrevendo sobre o problema da dor”.

Esse novo entendimento está começando a se infiltrar até dentro da classe política, disse Serkes. “Os políticos estão começando a perceber. As únicas pessoas que não entenderam são a lei e os tribunais. Eu acho que o lançamento desta declaração de políticas foi uma ação estratégica da DEA em vista do recurso bem-sucedido de Hurwitz da condenação dele. Se eu fosse a DEA, com certeza iria procurar algo para mostrar que estamos sendo responsivos. Sinto muito parecer cínica, mas isto parece uma tentativa óbvia de manipulação da situação de parte da agência. Porém”, concluiu, “aceitaremos o que pudermos conseguir. Estamos trabalhando a teoria do cachorro bonzinho com a DEA – elogiar o cachorro quando faz algo bom mesmo se tem alguns problemas de conduta. Bom cachorro, DEA, mas você ainda está na casinha”.

Apesar de alguns problemas gerais com a DEA, o Dr. Howard Heit, um terapeuta da dor e especialista na medicina da dependência de Fairfax, Virgínia, que trabalhou com a agência na nova declaração de políticas, estava muito satisfeito com as normas mais relaxadas de prescrição. “Este é um tremendo passo adiante na meta comum de alcançar o equilíbrio entre a DEA e os profissionais da saúde”, disse ele à Crônica. “Isso vai garantir que os pacientes que precisam de drogas de Classe II as recebam e ajudará a diminuir o desvio de drogas prescritíveis”.

Heit dividiu os seus pacientes em dois tipos: estáveis e problemáticos. “Com os pacientes estáveis, aqueles sem comportamento aberrante que seguem todos os acordos, agora posso dar receitas seqüenciais a pacientes que costumava ter que ver todos os meses”, explicou. “Agora, posso ver os outros pacientes porque os pacientes estáveis não têm que voltar desnecessariamente. Por outro lado, com os meus pacientes com comportamento problemático, quero vê-los a cada duas semanas e controlar mais estritamente as medicações. Isso impede a saída de uma quantidade maior de medicamentos que possa ser mal-usada ou desviada”, disse.

“A DEA disse que cometeu um erro ao não nos permitir fazer prescrições seqüenciais”, disse Heit. “Agora, nos permitem fazer isto. A DEA está respondendo à comunidade da saúde e isto abre um diálogo que esteve fechado nos dois últimos anos. Este é um passo na direção certa. As regras do jogo estão sendo traçadas. A DEA também declarou que não quer praticar medicina, mas está encarregada de impor as regras existentes. Embora eu sinta que é responsabilidade do prescritor saber e seguir as normas federais de prescrição das substâncias controladas, também é responsabilidade da DEA garantir que todos os agentes da DEA que impõem estas normas as conheçam”.

Apesar dos problemas com a DEA no passado, particularmente em torno da seção abortiva de perguntas e respostas sobre a dor em 2004, Heit disse que não restava nenhuma escolha, exceto trabalhar com a agência. “A DEA não vai ir embora, os pacientes não vão ir embora, eu não vou ir embora. Precisamos nos comunicar uns com os outros”.

O Dr. David Joranson do Grupo de Estudos Sobre a Dor e as Políticas no Centro Compreensivo do Câncer da Universidade do Wisconsin, que tem trabalhado de perto com a DEA na seção apagada de perguntas e respostas, mas não em sua mais recente declaração de políticas, relutava em dar um veredicto sobre isso. “Ainda estamos analisando a proposta e tentando ajudar as pessoas a pensá-la até os últimos detalhes”, disse ele à Crônica.

Uma questão que Joranson levantou era a de que grande parte da matéria sobre as limitações sobre os opiáceos prescritíveis está errada e não são apenas os repórteres que estão entendendo errado. “Atualmente, não há exigência de renovação de 30 dias”, disse. “A DEA esclareceu que não há tal solicitação. Não há nenhuma palavra na lei nem nas normas sobre isso e se todos estão dizendo que há, todos estão errados”. Até os médicos erram freqüentemente a respeito da lei, disse. “O material mostra que os profissionais da medicina têm amiúde uma compreensão inadequada da lei e das regras que lidam com as práticas prescritivas”.

Mesmo apesar da própria nota à imprensa da DEA que anunciava a declaração de políticas proposta ter dito que ela “permitirá que os médicos prescrevam uma oferta de até 90 dias de substâncias controladas de Classe II durante uma única visita ao consultório, quando medicinalmente adequado”, essa nota à imprensa é equívoca, disse Joranson. “A declaração implica que há um limite na oferta agora, mas na verdade um médico pode prescrever qualquer quantidade de uma substância controlada em uma única receita”.

Mas, o Professor Ronald Libby, o cientista político do Norte da Flórida que está escrevendo um livro sobre o conflito entre os imperativos da medicina e aqueles da repressão legal, não tinha tanta certeza de que os pacientes se beneficiariam com as normas relaxadas de prescrição. “Em primeiro lugar, os médicos já morrem de medo de escrever prescrições por causa da DEA”, disse ele à Crônica. “Se têm medo de prescrever uma receita, por que deveríamos esperar que se sintam mais seguros prescrevendo três?”, perguntou.

“Eu não vejo mudança real nenhuma nas políticas”, disse Libby. “Além da prescrição de 90 dias, simplesmente não vejo nada. Basicamente, a DEA está cumprindo a sua promessa de substituir a seção de perguntas e respostas, e aqui está. Isto é simbólico porque a DEA está sendo pressionada”, disse.

Discussões seguidas entre a DEA e a comunidade da saúde não vão resolver as contradições, disse Libby. “Eu não acho que se pode chegar às questões subjacentes a menos e até que haja audiências congressionais sobre a DEA”, debateu. “São mais secretos que uma agência de inteligência. É quase impossível conseguir informação deles, até para congressistas”.

[Nota do Editor: Há anos, ouvi um analista dizer em uma conferência que os investigadores do Tribunal de Contas do Governo gostavam de dizer que DEA significava “ don't expect anything, don't even ask", ou seja, “não espere nada, nem sequer peça” – DB]

Mas, Libby não acha que as audiências congressionais acontecerão logo. “Encaremos os fatos. Os guerreiros antidrogas estão em plena flor. O clima do país não é favorável. Eles conseguiram equacionar o tráfico de drogas ilícitas com o terrorismo e contanto que esse seja o caso e eles incluam os médicos e pacientes nessa guerra, a única maneira de seguir adiante é extirpar esta coisa sobre o desvio da guerra contra as drogas. Mas, mesmo apesar de que as fundações e o pessoal da dor como a Pain Relief Network tenham estado tentando conseguir audiências durante anos, não conseguimos tê-las. Se os democratas ganharem a Câmara, isso poderia mudar, mas os membros têm que pensar no desentendimento. Se se tomar uma posição severa contra a DEA, você mesmo vira um alvo”.

“Ver isto como algo insignificante é perdê-lo de vista”, disse Siobhan Reynolds do grupo de defesa, a Pain Relief Network. “Os pacientes da dor estiveram sofrendo uma contra-operação incrível, um reino de terror que tem custado as vidas das pessoas”, disse ela à Crônica.

Isto é muito pessoal para Reynolds. Um daqueles pacientes da dor que morreram era seu marido, Sean Greenwood, que faleceu no início deste mês de Síndrome de Ehlers-Danlos enquanto Reynols e ele cruzavam desesperada o país em busca de níveis adequados de analgésicos para ele. Porque as precauções antiterror os impediram de tomar remédios nos aviões, a família foi forçada a dirigir por todo o país em busca de um médico que quisesse prescrever as doses enormes de que Greenwood precisava. Morreu no quarto de um motel em um estado que Reynolds não quer identificar por medo de levar a DEA ao médico que eles estavam procurando.

“As pessoas não entendem a enormidade do que os pacientes enfrentam”, disse. “Porque os médicos têm tanta medo da lei, projetaram o temor deles a estes pacientes e estas drogas, então essa gente doente que toma analgésicos assusta os hospitais e os médicos. Sean precisava de muitos cuidados hospitalares, mas eles não se concentraram nos problemas de saúde dele porque todos estão programados para caçar as bruxas com relação aos opiáceos. Tudo o que os hospitais diziam era dar-lhe Narcan, como se os opiáceos fossem responsáveis pelos problemas de saúde dele”, disse ela.

“O meu filho viu a morte do pai sem nenhum bom motivo”, prosseguiu Reynolds. “Ele não podia entrar em um hospital por causa de uma operação do governo que ninguém está disposto a admitir que está acontecendo. Ninguém consegue receber as doses grandes de remédios para a dor que estas pessoas doentes precisam de verdade e essa é uma verdadeira catástrofe de direitos humanos, e que a DEA faça uma declaração de políticas novinha em folha que diz basicamente o mesmo que antes não vai mudar nada”.

O que é necessário, disse Reynolds, é uma agressão legal total contra o arcabouço de controle das drogas prescritíveis da DEA. “Precisamos de um litígio de vários níveis com múltiplos demandantes perseguindo elementos distintos deste problema”. Mas, isso exigirá um compromisso mais forte dos reformadores do que o que até agora tem sido demonstrado. “Estamos em um engarrafamento de pesar e ninguém parece se importar”.

Dê Só Uma Olhada: Muitos Novos Comentários e Notícias Diárias e Mais na DRCNet

Caro leitor da Crônica da Guerra Contra as Drogas:

Na maioria das semanas, eu escrevo um editorial para este boletim. Hoje, achei que seria melhor chamar a sua atenção para o novo e extenso conteúdo que está entrando na nossa página diariamente desde o relançamento do nosso sítio.

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O enfoque dos nossos novos esforços expandidos (apesar de não ser a totalidade deles) é o projeto blogosférico do “Bar Clandestino da Stop the Drug War”, você pode ler as notícias diárias, comentários, notas à imprensa e anúncios dos nossos muitos grupos aliados no movimento, links para outros artigos interessantes em outros blogs, o ponto de vista da DRCNet sobre o que é novo e importante na questão sem ter que esperar até sexta-feira.

Algumas das publicações mais recentes incluem as seguintes:

Também, há um fomento de links Últimas Notícias para matérias sobre as políticas de drogas na mídia, uma seção atualizada Os Policiais Contra a Guerra às Drogas e muito mais em breve.

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Sinceramente,

David Borden
Diretor Executivo

Oportunidades de Empleo: Tres Cargos en la Drug Policy Alliance

La oficina de Washington, DC de la Drug Policy Alliance está haciendo contrataciones para tres cargos:

Vicedirector de Asuntos Nacionales:

El Vicedirector de Asuntos Nacionales trabaja con el Director de Asuntos Nacionales para promover la reforma de las políticas de drogas en el capitolio nacional, influenciar la legislación y las normas federales y cambiar el debate nacional acerca de las políticas de drogas. Las responsabilidades del empleo incluyen rastrear y analizar la legislación federal y las políticas del poder ejecutivo; trabajar con los departamentos de comunicación por Internet y membresía para movilizar a los defensores a actuar; redactar documentos, comunicados y otros materiales de presión legislativa; administrar el trabajo de los practicantes de la oficina; planear las sesiones informativas en el Congreso y demás eventos; y comunicar las posiciones de la Alliance con los personales y representantes del Congreso de las otras organizaciones.

Las calificaciones incluyen: Por lo menos 3 años de experiencia en abogacía o políticas públicas; experiencia en la coordinación de campañas legislativas (presión, medios, movilización de base, etc.); conocimiento del proceso legislativo federal (la experiencia en el capitolio, especialmente en la salud, el judiciario o apropiaciones, es un punto positivo); buenas habilidades de pesquisa, escrita y oratoria; fuerte atención al detalle.

Las responsabilidades incluyen:

Búsqueda Legislativa: Usa CQ, Thomas y otros servicios para rastrear el estatus de la legislación federal relacionada con las drogas; lee, resume y analiza la legislación y las políticas ejecutivas y mantiene una base de datos legislativa; monitora las audiencias de los comités; mantiene archivos sobre el Congreso; evalúa y recomienda varios servicios legislativos, como los sistemas de búsqueda de proyectos, herramientas activistas y trasmisión de faxes.

Pesquisa y Escrita: Escribe, desarrolla y difunde circulares, historiales, pliegos de reclamos, informes sobre políticas y otros tipos de material de presión; pesquisa y escribe sobre las cuestiones fundamentales de políticas; habla sobre las cuestiones de reforma de las políticas de drogas en las conferencias.

Supervisión de los Practicantes: Administra el programa de prácticas, incluye hacer propaganda del programa, lectura de postulaciones, entrevista con postulantes y contratación y gerencia de practicantes.

Presión y Contacto: Conciencia a los empleados del Congreso y los demás sobre la legislación y las políticas ejecutivas; representa a la Alliance en conferencias, reuniones y eventos de red y construye relaciones con las otras organizaciones; planea sesiones del Congreso y otros eventos; organiza las reuniones de coalición de la Alliance, incluso mantener listas de invitados y reclutar a nuevos miembros.

Bases de Apoyo: Trabaja con el departamento de comunicación por Internet y con el departamento de membresía para movilizar a los defensores a llamar/escribir/mandar faxes a sus representantes; redacta avisos, contenido en la red y textos de fax para el componente Acción de nuestra página web; trabaja con otros grupos para hacer que envíen los alertas y pongan anuncios en sus páginas web respecto de las campañas de la DPA.

La DPA ofrece un paquete excelente de beneficios que incluye a seguro de salud, plan odontológico, oftalmológico y de invalidez, además de seguro de vida; un plan 403(b) generoso; y cuatro semanas de vacaciones remuneradas.

Este cargo está disponible hasta que sea llenado. Envíe una carta que describa su interés y contenga currículo y muestra escrita (que no sea editada por terceros) a: Bill Piper, Drug Policy Alliance, 925 15th Street NW, 2º Piso, Washington, DC 20005 fax: (202) 216-0803, correo-e [email protected]. Se alientan los envíos de correos-e (por favor, use “Vicedirector” en el campo asunto) – no haga llamadas, por favor.

Asistente Legislativo:

El Asistente Legislativo es responsable por rastrear y analizar la legislación federal y las políticas del poder ejecutivo que pertenezcan a la guerra contra las drogas, desarrolla materiales de presión, pesquisa las cuestiones, planea eventos, asiste a otros empleados y coordina proyectos especiales.

Las calificaciones incluyen: Alguna experiencia con leyes o abogacía; excelentes habilidades de pesquisa y escrita; fuerte atención al detalle.

La DPA ofrece un paquete excelente de beneficios que incluye a seguro de salud, plan odontológico, oftalmológico y de invalidez, además de seguro de vida; un plan 403(b) generoso; y cuatro semanas de vacaciones remuneradas.

Este cargo está disponible hasta que sea llenado. Envíe una carta que describa su interés y contenga currículo y muestra escrita (que no sea editada por terceros) a: Bill Piper, Drug Policy Alliance, 925 15th Street NW, 2º Piso, Washington, DC 20005 fax: (202) 216-0803, correo-e [email protected]. Se alientan los envíos de correos-e (por favor, use “Asistente Legislativo” en el campo asunto) – no haga llamadas, por favor.

Gerente/Recepcionista de Media Jornada:

El gerente administrativo supervisa las operaciones diarias de la oficina de la Alliance en Washington, DC. Los deberes incluyen, pero no están limitados a, contestar el teléfono, encontrarse con los visitantes y saludarlos, buscar y pedir los suplementos de la oficina, procesar la correspondencia, tratar de los problemas de manutención de la oficina y asistir al personal. Los postulantes deben ser organizados, amigables, ponderados y hablar bien por teléfono. Se da preferencia al compromiso con la reforma de las políticas de drogas, pero eso no es esencial.

El cargo de Gerente Administrativo es de media jornada (25 horas por semana) y paga $12 por hora sin ningún beneficio.

Este cargo está disponible hasta que sea llenado. Envíe una carta que describa su interés y contenga currículo y muestra escrita (que no sea editada por terceros) a: Bill Piper, Drug Policy Alliance, 925 15th Street NW, 2º Piso, Washington, DC 20005 fax: (202) 216-0803, correo-e [email protected]. Se alientan los envíos de correos-e (por favor, use “Gerente Administrativo” en el campo asunto) – no haga llamadas, por favor.

La misión principal de la Drug Policy Alliance (DPA), la importante organización de reforma de las políticas de drogas del país, es avanzar aquellas políticas y conductas que reduzcan de la mejor manera los daños tanto del abuso químico como de la guerra contra las drogas y proteger a la soberanía de los individuos sobre sus mentes y cuerpos. Entre otras cosas, la DPA trabaja para terminar la prohibición de la marihuana; revocar la condenación mínima obligatoria; promulgar alternativas al encarcelamiento para los infractores no-violentos de la legislación antidroga; reducir la drogadicción, las sobredosis de drogas y la diseminación del VIH/SIDA y de la hepatitis; y cortar los gastos derrochadores de la guerra a las drogas. (Para más informaciones sobre la Drug Policy Alliance, visite http://www.drugpolicy.org.)

La DPA está ubicada en la Ciudad de Nueva York y mantiene siete otras oficinas en cuatro estados y el Distrito de Columbia. La DPA tiene 46 empleados y es sustentada por 26.000 miembros y 107.000 miembros electrónicos.

La Drug Policy Alliance es una Empleadora de Oportunidad Igual. Mujeres, personas de color y deficientes son alentados a postular.

Oportunidades de Empleo: Marijuana Policy Project, DC y LL.AA.

El Marijuana Policy Project tiene las siguientes oportunidades de empleo:

Vicedirector de Comunicación:

El MPP está contratando un Vicedirector de Comunicación para trabajar en Washington, DC. El Vicedirector de Comunicación promueve el mensaje del MPP para los medios y escribe y edita folletos y otro material para distribución pública. Este cargo es una excelente oportunidad de trabajar en las líneas de frente de una organización de abogacía que aparece y es citada regularmente en los noticieros – tanto local como nacionalmente.

Los postulantes deben tener excelentes habilidades de comunicación oral, escrita impecable, buenas habilidades en edición y la capacidad de realizar entrevistas con periódicos y emisoras de radio (y eventualmente dar entrevistas en la tele).

Director de Relaciones VIP:

El MPP también está buscando a un Director de Relaciones VIP para aumentar la red de celebridades que están dispuestas a ayudar al MPP a terminar la prohibición de la marihuana en los EE.UU. (Por favor, visite www.mpp-vip.org para saber más sobre el esfuerzo de contacto con las celebridades del MPP.) El Director de Relaciones VIP – que es responsable por coordinar el contacto del MPP con las celebridades, mantener las relaciones con las celebridades y otras personas muy especiales y organizar eventos de alta visibilidad – debe ser persistente y conocedor de los modos de Hollywood, altamente organizado y localizado en Los Ángeles.

Para ambos cargos, por favor visite http://www.mpp.org/jobs para la descripción completa de los trabajos, información salarial e instrucciones sobre cómo postular.

Errata: ¿La Verdadera UISCE Puede Hacernos el Favor de Levantarse?

En nuestro reportaje de la semana pasada sobre Jerry Cameron de Law Enforcement Against Prohibition causando conmoción cuando apareció en una conferencia en Irlanda, identificamos mal a uno de los auspiciadores de la conferencia. La UISCE que coauspició la conferencia es un grupo irlandés de usuarios de drogas (cuyo nombre verdadero aún no sabemos), no el grupo gaélico de desarrollo de la juventud que relacionamos en el reportaje.

Semanal: Esta Semana en la Historia

21 de Septiembre de 1969: En una tentativa de reducir el contrabando de marihuana oriundo de México, el Departamento de Aduanas, bajo la dirección del Comisionado Myles Ambrose, actuando bajo las órdenes del Presidente Richard Nixon, lanza la Operación Intercepte [Operation Intercept], sometiendo todo vehículo que cruce la frontera mexicana a una inspección de tres minutos, lo que, para muchos observadores, marca el comienzo de la guerra moderna contra las drogas. La operación dura dos semanas y desordena la economía en ambos lados de la frontera, pero no logra impactar seriamente el flujo de marihuana hacia los EE.UU.

19 de Septiembre de 1986: El Juez Federal H. Lee Sarokin dice, “El examen toxicológico es una forma de vigilancia, aunque tecnológica. Sin embargo, ello informa sobre las actividades extraoficiales de una persona con tanta seguridad como si alguien hubiera estado presente y observando. Es el nacimiento de la sociedad del Gran Hermano de George Orwell”.

17 de Septiembre de 1998: 93 congresistas votan sí en la primera votación sobre la marihuana medicinal a ocurrir en la Cámara.

20 de Septiembre de 1999: El público es finalmente informado sobre los resultados de la Iniciativa 59 de Washington, DC, la Iniciativa de Legalización de la Marihuana para Tratamiento Médico de 1998 [ Legalization of Marijuana for Medical Treatment Initiative of 1998], después que el Juez Richard Roberts ordena el lanzamiento de la cuenta anteriormente suprimida por el Congreso. Los electores habían apoyado a la marihuana medicinal por 69-31%.

17 de Septiembre de 2002: Los funcionarios de Santa Cruz, California permiten una entrega de marihuana medicinal en el Ayuntamiento en protesto contra los allanamientos federales.

19 de Septiembre de 2002: El Guardian (UK) informa que Mo Mowlam, la ex ministra responsable por las políticas de drogas, está pidiendo la legalización internacional del tráfico de drogas como parte de un esfuerzo más eficiente de combate al terrorismo.

16 de Septiembre de 2003: Los electores de Seattle aprueban la Iniciativa 75 por 57,8% a 42,2%. La I-75 instruye que la policía y los fiscales municipales vuelvan la tenencia adulta de marihuana su menor prioridad.

21 de Septiembre de 2004: En un discurso, el Presidente de la Cámara de los Diputados Federales, Dennis Hastert (R-IL), dice, “El tráfico ilegal de drogas es el motor financiero que fomenta a muchas organizaciones terroristas alrededor del mundo, incluyendo a Osama bin Laden”.

Latinoamérica: Las FARC de Colombia Piden el Fin de la Prohibición de las Drogas

En un comunicado enviado esta semana a la Agencia Nacional de Noticias de Colombia (ANNCOL), los rebeldes izquierdistas de Colombia, las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) pidieron la legalización mundial del tráfico de drogas para dar un basta al narcotráfico del mercado negro y sus lucros asociados. El comunicado atípico también llevaba la negación de las FARC de ser dueñas de campos de coca en la Serranía de La Macarena del sur de Colombia.

“Las FARC no siembran, ni tienen cultivos, ni procesan, ni transportan, ni mucho menos comercializan ninguna clase de narcóticos ni productos psicotrópicos”, dijo el comunicado del cuerpo decisorio superior de las guerrillas, el Secretariado.

Los gobiernos colombiano y estadounidense han acusado las FARC de lucrar con la coca y el tráfico de cocaína, pero no está claro lo que esto significa en la práctica. Algunos informes han dicho que el envolvimiento de las FARC es limitado a tasar los cultivos y el tráfico.

Recientemente, los medios colombianos habían alegado que las FARC tenían unos 7.000 acres de campos de coca en el Parque Nacional de La Macarena, así ocasionando aparentemente la negativa de las FARC. De acuerdo con el grupo guerrillero antiguo, los campos de coca son de propiedad de miles de campesinos que tuvieron que refugiarse en la economía de los cultivos ilegales para sobrevivir.

Aunque las FARC hayan pedido programas sostenibles de erradicación de la coca en el pasado, parece que ha cambiado de idea esta semana. “Estamos convencidos de que la batalla contra el cáncer del narcotráfico sólo puede ser vencida al elaborarse definitivamente una estrategia mundial que incluya la legalización de estos productos, porque acabaría de un tajo con las ganancias fabulosas que genera”, decía la declaración.

Europa: Portugal Aprueba Locales de Inyección Segura y Da Inicio a Programas de Trueque de Jeringas en las Prisiones

En una adopción de los principios de la reducción de daños, el gobierno portugués ha aprobado el establecimiento de locales de inyección segura para usuarios de drogas y está trabajando para iniciar programas de trueque de jeringas en las prisiones por vuelta de 2008, informó el Medical News Today el 30 de Agosto. Las acciones suceden como parte de un paquete de medidas que tienen el designio de “reducir el consumo de drogas y disminuir sus efectos nocivos sobre la sociedad y la salud”, dijo el gobierno portugués.

Ahora, Portugal sigue al liderazgo de Australia, Canadá, Alemania y Suiza, donde los locales de inyección segura en funcionamiento están a puestos. Los locales han demostrado que ayudan a disminuir la diseminación de enfermedades como la hepatitis C y el VIH/SIDA, reducir las sobredosis, la criminalidad y ayudar a los consumidores de drogas a lograr vidas más estables y algunos de ellos a contactar a los servicios de tratamiento y/o asesoramiento.

De acuerdo con el European Monitoring Center on Drugs and Drug Abuse, aunque los índices de consumo de drogas de Portugal sean bajos en comparación con los estándares europeos, el país sí tiene una población usuaria de drogas inyectables, que gira en torno de la heroína, en su mayoría. Cerca de un tercio de una muestra de pacientes en tratamiento en Portugal informó inyección de drogas como su ruta preferida de aplicación.

Portugal despenalizó la tenencia de drogas en 2000, pese a que las ventas de drogas sigan ilegales. Pero, aun si Portugal no está listo para dar el paso gigante de terminar la prohibición de las drogas, las acciones de su gobierno desde entonces muestran que sigue moviéndose en una dirección progresista en las cuestiones de las políticas de drogas.

Latinoamérica: En Inobservancia a Promesas de Campaña, el Nuevo Gobierno de Perú Acelerará la Erradicación de la Coca

Cuando el nuevo Presidente Peruano Alan García estaba en una competición apretada contra el populista pro coca Ollanta Humala a principios de este año, él prometió que su gobierno se opondría a la erradicación de la coca porque los peruanos consideran la hoja sagrada y parte de sus tradiciones. Pero, la Reuters informó el miércoles que el gobierno García ahora busca el apoyo de los EE.UU. para un nuevo esfuerzo contra la producción de coca en lo que actualmente es el segundo productor más grande de coca del mundo.

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campo de coca
De acuerdo con el informe anual sobre la producción de coca de la Oficina de las Naciones Unidas Contra la Droga y el Delito, el Perú produce 30% de la coca andina. Colombia respondió por 54%, en tanto que la tercera Bolivia respondía por 16%. Aunque la ONU haya informado una pequeña caída en el cultivo peruano de coca el año pasado, el gobierno estadounidense estimó que, en verdad, la producción había crecido 38%.

Aunque parte de la coca sea cultivada legalmente y vendida al monopolio nacional peruano de la coca para que sea transformado en varios productos, sin lugar a dudas, otra parte es desviada hacia el mercado negro y transformada en cocaína. La policía peruana informó la aprehensión de unos 500 laboratorios de cocaína el año pasado.

Más de $330 millones en ayuda estadounidense desde 2000 no han logrado refrenar al campesinato cocalero del Perú. Ahora, el gobierno peruano quiere más. “Queremos una presencia más fuerte del estado en las áreas cocaleras, más eficacia en la erradicación de la coca, la sustitución del cultivo de coca y la seguridad de la exportación de cargas para limitar el contrabando”, le dijo el jefe antinarcóticos del Perú, Rómulo Pizarro, a la Reuters. “No podemos permitir que estos traficantes sigan envenenando las vidas de las personas”.

Eso era música para los oídos de Susan Keogh, directora de narcóticos en la embajada de los EE.UU. en Lima. Ella dijo que la erradicación debe ser parte de la nueva campaña porque solamente el desarrollo alternativo no sería lo suficiente para terminar el narcotráfico. “Hay tantos laboratorios ilegales de drogas que son como el McDonald’s en cada esquina (en las regiones cocaleras del Perú)”, le dijo Keogh a la Reuters. “No se puede solamente llenar aquellas áreas de desarrollo, hay necesidad de erradicación también”.

Aunque no sean tan políticamente potentes como sus homónimos bolivianos, los cocaleros peruanos están cada vez más organizados, pero divididos, y ellos y sus diputados en el parlamento, como las líderes cocaleras Nancy Obregón y Elsa Malpartida, están determinados a dificultar la vida del gobierno García en esta cuestión. No ayuda en nada que García esté descumpliendo sus promesas hechas a ellos.

Latinoamérica: En el Sur de Colombia, Sale la Ayuda, Entran los Soldados

La Agencia de Desarrollo Internacional (AID) de los EE.UU. ha desistido de la campaña de desarrollo alternativo designada para ayudar a los agricultores en el sur de Colombia a cambiar para cultivos legales, informó el Houston Chronicle. El periódico citó a un memorando del gobierno colombiano y el informe fue confirmado implícitamente por una fuente anónima de la Embajada de los EE.UU. en Bogotá.

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erradicación
De acuerdo con el documento del gobierno colombiano, la AID suspendió el programa de desarrollo en el estado sureño de Caquetá, antiguo fuerte de los rebeldes izquierdistas de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), porque el área era demasiado peligrosa para sus trabajadores y carecía de potencial económico. Con la asistencia al desarrollo siendo menos de 10% de los $800 millones que los EE.UU. están gastando para hacer la guerra a las drogas en Colombia este año, la AID canalizará la financiación hacia áreas más seguras.

“No se puede estar en todos los lugares simultáneamente y hay que hacer opciones”, le dijo el funcionario anónimo de la embajada a la Crónica. “Los recursos tienen que estar concentrados donde pueden ser usados con más eficiencia”.

Aunque los gobiernos estadounidense y colombiano hayan desistido de desarrollar la región, la retirada del proyecto de la AID prepara el terreno mientras los militares colombianos empiezan su campaña más grande de todos los tiempos en el sur. Los EE.UU. han gastado más de $4 billones desde 2000 para ayudar al gobierno colombiano a obtener y mantener el control en dichas áreas, pero ahora, los consejeros económicos están marchándose y los soldados están llegando.

Los analistas estadounidenses y los políticos colombianos contactados por el Houston Chronicle llamaron la acción de mala idea. “Ésta no es una buena manera de ganar los corazones y mentes”, dijo Sanho Tree, un experto en Colombia en el Institute for Policy Studies en Washington. “Estamos alejando las personas del gobierno y aproximándolas de nuestros enemigos declarados: las guerrillas y los narcotraficantes”, le dijo él a la Crónica.

“Esta decisión va en contra de todo el concepto de Plan Colombia”, dijo Luis Fernando Almario, congresista de Caquetá.

Adam Isaacson, un experto en Colombia en el Center for International Policy en Washington, le dijo a la Crónica que desistir del sur devastado por la guerra sería un grave error. Trazando paralelos con la guerra en Irak, él comparó el abordaje actual diciendo: “Olvídense del Triángulo Sunní”.

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Hay algo podrido en el estado de Tennessee, con el hedor de corrupción policíaca viniendo de las orillas del Mississippi hasta los cerros de las Great Smoky Mountains, y esto está bien podrido. Mientras tanto, hay un caso aparente de, eh, vigilancia policíaca demasiado agresiva en Florida y el guardia de prisión o cárcel metido en problemas de siempre. Vamos a ello:

En la Comarca de Cocke, Tennessee, la confesión de culpabilidad de conspiración para vender miles de dólares en bienes robados de NASCAR del ex Subcomisario del Gabinete del Sherif de la Comarca de Cocke, Patrick Allen Taylor, es apenas la punta del iceberg en una moción que busca una sentencia de prisión mucho más alta que la pedida por las normas federales de condenación, informó el Knoxville News-Sentinel el lunes. De acuerdo con los fiscales, Taylor estaba involucrado en esquemas de robo, extorsión, protección, peleas de gallos y una empresa de entretenimiento en vídeo. Para más informaciones sobre todo el caso sórdido, lea el informe especial del News-Sentinel, "Cocke County Confidential”.

En Memphis, el ex Oficial de la Policía de Memphis, Andrew Hunt, se confesó culpable el viernes pasado de robar dinero, cocaína y pertenencias personales de traficantes de drogas. Él puede recibir pena de prisión perpetua, pero eso es improbable ya que ha estado de acuerdo en cooperar con los fiscales, informó el Memphis Commercial Appeal. Tres otros oficiales de la policía de Memphis ya han sido incriminados en el caso y más incriminaciones pueden ocurrir, advirtieron los fiscales. Hunt hacía parte de “una pandilla de oficiales corruptos uniformizados” que robaron a por lo menos 20 traficantes de drogas, dijeron los fiscales. Y estos hombres se pasaron de verdad: En un caso, Hunt robó drogas, dinero y un reloj de $15.000 de un traficante, de ahí le dijo que podía comprar sus drogas de vuelta. Cuando el traficante consiguió $9.500 en efectivo, Hunt aceptó el dinero y se quedó con las drogas.

En Surfside, Florida, la policía está investigando acusaciones de que dos oficiales de la policía de Surfside conspiraron para plantar drogas en un vehículo de un activista cívico de la ciudad, informó la emisora televisiva de Miami, la Local 10 News el 07 de Septiembre. Los dos oficiales, el Sargento John Davis y el Oficial Woody Brooks, han sido suspendidos tras supuestamente tramar para plantar cocaína en el auto de Jay Senter, que ya se había enredado con el Sargento Davis en el caso de la pareja francesa citada por numerosas infracciones del código y multada en centenas de miles de dólares por alquilar casas en Surfside a turistas. De acuerdo con las alegaciones, Davis y Brooks fueron oídos mientras tramaban plantar las drogas en retaliación por Senter entregar a otro oficial al FBI en el caso de infracciones del código. Interesantemente, el vicealcalde de Surfside, Howard Weinberg, le dijo a la Local 10 que los mismos oficiales habían conspirado para arrestarlo por manejar embriagado cerca de un bar de la ciudad y lanzar la cámara en el tablero en una tentativa de intimidarlo, pero la trama fue debelada porque él solamente toma té helado cuando sale. Otro oficial anónimo de la ciudad le dijo a la Local 10 que Davis se estaba comportando “como un nazi” con relación a los opositores políticos.

En Westchester, Nueva York, un agente penal de la Comarca de Westchester fue condenado a libertad vigilada la semana pasada por interferir en una investigación de drogas, informó la North Country Gazette. Timothy Connolly, 39, se confesó culpable de una acusación de obstrucción cualificada de proceso y una acusación de tenencia de drogas. Él será supervisado durante los próximos cinco años. Connolly fue arrestado durante una investigación combinada de la Iniciativa de Narcóticos del Fiscal de Westchester (W-DANI), la Policía de Yonkers, la Policía del Estado de Nueva York y la Unidad de Investigaciones Especiales del Departamento de Corrección de la Comarca de Westchester y le dijeron que se callara respecto de la prisión. Pero, después él le avisó a uno de los principales blancos de la investigación que no usara su teléfono porque estaba siendo monitoreado. Connolly fue despedido del Departamento de Corrección de la Comarca de Westchester el 07 de Septiembre, el mismo día en que se confesó culpable.

Condenación: Tribunal de Apelaciones del 3º Circuito de los EE.UU. Anula Sentencia por Crack

En una decisión el lunes, el Tribunal de Apelaciones del 3º Circuito de los EE.UU. en Filadelfia anuló una sentencia de 24 años de prisión para un hombre que tenía menos de 90 gramos de crack. El tribunal sostuvo que el juez de la Corte Distrital de los EE.UU. que condenó al hombre se equivocó al creer que tenía que condenarlo con base en la disparidad cuantitativa de 100:1 entre la piedra y el polvo de cocaína. Dichas sentencias ya no son obligatorias, dijo el tribunal de apelaciones, apenas accesorias.

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Según una ley de 1986 aprobada en el medio de una onda de histeria antidroga, el Congreso de los EE.UU. promulgó un esquema de condenación de doble nivel para los reos acusados de delitos de cocaína con los reos por crack enfrentándose a sentencias más largas en décadas que los reos por polvo de cocaína por tener la misma cantidad de la droga. Pero, el tribunal de apelaciones sostuvo que desde que la Corte Suprema de los EE.UU. decidió el año pasado que las normas federales de condenación eran apenas accesorias y no obligatorias, los jueces de condenación no precisaban ser compelidos por las normas.

El panel de tres jueces sostuvo que el reo Johnny Gunter tenía derecho a una nueva audiencia de condenación. “Lo sostenido aquí es que las cortes distritales pueden considerar el diferencial piedra/polvo de cocaína en las normas como factor, pero no como orden, en el... proceso de condenación”, escribió el Juez Thomas Ambro por el tribunal.

El Subfiscal de la Unión, Robert Zauzmer, le dijo al Philadelphia Inquirer que la decisión probablemente iba a ser citada por todo reo en un caso de crack. “Éste es un fallo significativo que estudiaremos con atención”, dijo, añadiendo que los fiscales estaban pensando si le pedirían al tribunal de apelaciones que repensara la decisión o si recurrirían a la Corte Suprema de los EE.UU.

Mientras tanto, el Subdefensor Federal David McColgin le dijo al Inquirer que la decisión ayudaría a reducir las disparidades raciales existentes en las penas para la cocaína. “Esto tiene un impacto enorme en ayudar a reducir la disparidad racial que procede de esa proporción”, dijo McColgin.

ONDCP: Panel del Senado Recomienda Cortar Salarios en la Secretaría Antidroga

El Congreso se está poniéndose cada vez más irritado con el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas (ONDCP) y en una señal clara de su descontento con el desempeño del director del ONDCP, John Walters, el secretario antidroga, un panel del Senado está recomendando que los salarios y gastos en el ONDCP sean cortados por más de la mitad, de $26,6 millones este año para $11,5 millones el próximo año.

Pese a que Walters haya podido exhibir dichos éxitos como caídas marginales en los índices de consumo de drogas entre grupos seleccionados – especialmente los adolescentes --, él ha estado bajo ataque severo de los guerreros antidrogas del Congreso, especialmente por la respuesta suspensa del ONDCP a la diseminación de la metanfetamina. Walters y el ONDCP también están siendo criticados por apoyar a los pedidos del gobierno Bush de cortes en la inversión en donaciones para ayudar al aparato judiciario-legal municipal a formar destacamentos antidrogas y programas HIDTA, o Áreas de Alta Intensidad de Tráfico de Drogas.

El ONDCP tiene 11 empleados de tiempo integral. Como su director, Walters gana $183.000 por año.

Él no vale eso, observó el Comité de Apropiaciones del Senado. En su votación de Julio en un proyecto de apropiación, el comité recomendó los cortes profundos, diciendo que las reducciones “reflejarían más el desempeño real”.

En esa legislación el comité pidió evaluaciones independientes del ONDCP y exigió documentación de registros de viaje, salarios y contratos. El comité también reclamó que Walters y el ONDCP no han contestado las solicitaciones de información del Congreso y han impedido que los directores del programa se encontraran con el comité.

“Este tipo de ausencia de responsividad... resulta en un desperdicio innecesario de tiempo y energía”, declara el proyecto. “Numerosas comunicaciones de acompañamiento son solicitadas en casi todas las instancias”.

El Senador Kit Bond (R-MO) preside el subcomité con supervisión sobre el ONDCP. Su vocero, Rob Ostrander, le dijo a la Associated Press que Walters tenía la mala costumbre de no prestar atención a las solicitaciones del comité. “Desdichadamente, éste ha sido un problema antiguo”, dijo Ostrander. “La agencia tiene antecedentes de no responder al personal del comité. Esperamos que eso cambie, porque al fin necesitamos asegurar que el dinero de los contribuyentes sea gastado sabiamente”.

La semana pasada, el Senador Joe Biden usó la palabra en el Senado para reclamar de Walters. “Bajo su comando, el gabinete trabaja más como una torre de marfil que como el centro de comando de nuestras políticas nacionales de control de las drogas”, dijo Biden.

Los cortes presupuestarios probablemente terminarán siendo restaurados, pero aun amenazar cortar el presupuesto sacrosanto del secretario antidroga es un indicio de que los tiempos están cambiando.

Marihuana: Candidato al Gobierno de Tejas, Kinky Friedman, Dice Legalícenla

El candidato independiente al gobierno de Tejas, Kinky Friedman, dijo el miércoles que favorece la legalización de la marihuana. En entrevista con la Associated Press, el músico convertido en autor convertido en gobernador del estado de la Estrella Solitaria dijo que legalizar la hierba mantendría los usuarios no-violentos fuera de la prisión, añadiendo que él iba a buscar la liberación de aquellos que están actualmente tras rejas por delitos de marihuana.

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Kinky Friedman
"Yo creo que eso debería haber pasado hace mucho tiempo”, dijo Friedman. “Yo creo que todos saben que lo que John McCain dijo está correcto. Hemos perdido la guerra contra las drogas al hacerla de la manera que la estamos haciendo. Las drogas están más disponibles y baratas que nunca antes. Lo que estamos haciendo no está funcionando”.

Friedman está concurriendo contra el actual Gob. Rick Perry (R), el candidato demócrata Chris Bell y la republicana-convertida-en-independiente Carole Keeton Strayhorn, ninguno de los cuales ha pedido la legalización de la marihuana. De acuerdo con la encuesta Rasmussen más reciente, Friedman necesita una comparecencia enorme de votantes fumadores – él llegó en último lugar con 16% en comparación con los 18% para Bell, 22% para Strayhorn y Perry con 33%. No hay segundo turno en Tejas.

La campaña del humorista y narrador había sido vista originalmente como broma por la mayoría de los observadores, pero con 16% de los votos, Friedman puede tener un impacto real sobre la competición. Y mientras la campaña se dirige hacia su clímax, él ha estado articulando posiciones serias sobre cuestiones como la inmigración (enviar 10.000 de la Guardia Nacional de Tejas a las fronteras), la criminalidad (enviar $100 millones a Houston para ayudar a la policía en una ciudad llena de refugiados del Katrina) y los impuestos (menos impuestos).

Pero, toda esa seriedad a un lado, es la sensibilidad cómica de Friedman que siempre lo ha destacado. Tras egresar de la Universidad de Tejas en Austin, él formó la banda ultrajantemente llamada Kinky Friedman & His Texas Jewboys, con músicas como la parodia de “Okie from Muskogee” llamada “Asshole from El Paso” [Idiota de El Paso], la autoexplicativa "Get Your Biscuits in the Oven and Your Buns in Bed" [Coja Sus Galletas en el Horno y Sus Bollos en la Cama] y la confrontadora del antisemitismo "They Ain't Making Jews Like Jesus Anymore" [Ellos Ya No Hacen Más Judíos Como Jesús].

Él aún sabe hacer de las suyas en el remolque de campaña. “Solamente quiero que Tejas sea el número uno en algo que no sean las ejecuciones, los peajes y los impuestos sobre la propiedad”, dijo. En cuanto a la posibilidad de derrota: “Si pierdo esta competición, me quitaré con irritación petulante”, dijo. “No voy a marcharme con gracia, se lo prometo”.

Anúncio: Novo Formato para o Calendário do Reformador

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A partir desta edição, O Calendário do Reformador não aparecerá mais como parte do boletim Crônica da Guerra Contra as Drogas, mas será mantido como seção de nossa nova página:

O Calendário do Reformador publica eventos grandes e pequenos de interesse para os reformadores das políticas de drogas ao redor do mundo. Seja uma grande conferência internacional, uma manifestação que reúna pessoas de toda a região ou um fórum na universidade local, queremos saber para que possamos informar os demais também.

Porém, precisamos da sua ajuda para mantermos o calendário atualizado, então, por favor, entre em contato conosco e não suponha que já estamos informados sobre o evento ou que vamos saber dele por outra pessoa, porque isso nem sempre acontece.

Ansiamos por informá-lo de mais matérias novas de nossa nova página assim que estejam disponíveis.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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A partir de esta edición, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saber de ello por otra persona, porque eso ni siempre sucede.

Ansiamos por informarlo a usted de más reportajes nuevos de nuestra nueva página web así que estén disponibles.

Chamado: Por Favor, Envie Publicações, Notícias e Eventos à Nova Página da DRCNet!

Entre as características disponíveis na nova página da DRCNet estão as possibilidades interativas para que você seja parte da equipe eletrônica. Para começar, há os Blogs dos Leitores, uma seção do novo projeto blogosférico “O Bar Clandestino da Stop the Drug War”. Visite http://stopthedrugwar.org/speakeasy/reader para conferi-lo e começar a publicar! (Se você já tentou isso e teve problemas, por favor, tente novamente – consertamos alguns dos problemas técnicos iniciais, apesar de não termos corrigido todos ainda.) Vamos dedicar cada vez mais atenção com o tempo que passa aos Blogs do Leitor – isto é só o começo!

Você pode nos informar sobre notícias importantes ou interessantes ao enviá-las diretamente à nossa nova seção de Últimas Notícias – visite http://stopthedrugwar.org/node/add/content-recent_news para enviar as sus sugestões de links de notícias aos nossos moderadores.

A DRCNet continua publicando listagens de eventos grandes ou pequenos que estiverem relacionados com a causa, mas agora os publicamos em uma listagem que aparece na maioria das página no nosso sítio e que tem um link para o calendário completo. Se você estiver envolvido ou conhece algum evento relevante, pode publicá-lo diretamente – não só uma descrição curta como as que fizemos anteriormente, mas o anúncio completo – na nossa página de eventos em http://stopthedrugwar.org/node/add/event.

Agora, os artigos da Crônica da Guerra Contra as Drogas têm seções de comentários debaixo deles, outra maneira de entrar na discussão.

A seguir: publicações agenciadas que você pode publicar na sua página, uma base de dados considerável com links de políticas de drogas e conteúdo geograficamente objetivado para a sua consulta personalizada do sítio. Para conseguir esse conteúdo geograficamente objetivado, você terá que se conectar às nossas novas contas (o mesmo endereço eletrônico que você nos deu antes, se for assinante) e dar-nos a sua localização, se já não fez isso. Visite http://stopthedrugwar.org/user para se conectar, se registrar ou atualizar a sua informação. (Por favor, conte-nos se lhe aparecer qualquer mensagem de erro ou se você tiver quaisquer problemas com as contas – consertamos alguns dos problemas, mas queremos chegar o mais perto possível da perfeição.)

Llamado: ¡Por Favor, Envíe Publicaciones, Noticias y Eventos a la Nueva Página Web de DRCNet!

Entre las características disponibles en la nueva página web de DRCNet están las posibilidades interactivas para que usted sea parte del equipo electrónico. Para empezar hay los Blogs de los Lectores, una sección del nuevo proyecto blogosférico “El Bar Clandestino de Stop the Drug War”. ¡Visite http://stopthedrugwar.org/speakeasy/reader para chequearlo y empezar a publicar! (Si usted ya lo ha intentado y ha tenido problemas, por favor, inténtelo nuevamente – hemos arreglado algunos de los problemas técnicos iniciales, pese a que todavía faltan algunos.) Vamos a dedicar cada vez más atención con el tiempo que pasa a los Blogs del Lector -- ¡esto es apenas el comienzo!

Usted puede informarnos sobre noticias importantes o interesantes al enviarlas directamente a nuestra nueva sección de Últimas Noticias – visite http://stopthedrugwar.org/node/add/content-recent_news para enviar sus sugerencias de enlaces de noticias a nuestros moderadores.

La DRCNet sigue publicando listados de eventos grandes o pequeños que estén relacionados con la causa, pero ahora los publicamos en un listado que aparece en la mayoría de las páginas en nuestra página web y que tiene enlace para el calendario completo. Si usted está involucrado o sabe de algún evento relevante, puede publicarlo directamente – no apenas una descripción corta como las que hemos hecho anteriormente, sino el anuncio completo – en nuestra página de eventos en http://stopthedrugwar.org/node/add/event.

Ahora, los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas tienen secciones de comentarios debajo de ellos, otra manera de entrar en la discusión.

A continuación: publicaciones agenciadas que usted puede publicar en su página web, una base de datos considerable con enlaces de políticas de drogas y contenido geográficamente objetivado para su consulta personalizada a la página web. Para conseguir ese contenido geográficamente objetivado, usted tendrá que conectarse a nuestras nuevas cuentas (la misma dirección electrónica que usted nos dio antes, si es suscriptor) y darnos su ubicación, si ya no ha hecho eso. Visite http://stopthedrugwar.org/user para conectarse, registrarse o actualizar su información. (Por favor, díganos si le aparece cualquier mensaje de error o si tiene cualquier problema con las cuentas – hemos arreglado algunos de los problemas, pero queremos llegar lo más cerca posible de la perfección.)

Reportaje: Activistas Californianos Buscan Hacer Tres Puntos con Iniciativas Municipales de “Menor Prioridad” en Santa Bárbara, Santa Cruz y Santa Mónica

Inspirados por las iniciativas municipales que volvieron la marihuana la “menor prioridad legal” en Seattle y Oakland, los activistas en tres ciudades californianas – Santa Bárbara, Santa Cruz y Santa Mónica – están ocupados trabajando para garantizar que medidas similares sean aprobadas allí en Noviembre. Los organizadores en todas las tres ciudades dicen que sus perspectivas de victoria son buenas.

Las tres iniciativas municipales de California contienen un texto casi idéntico y se autodescriben similarmente. Como observa la página web de la Santa Monicans for Sensible Marijuana Policy, el grupo que administra la campaña allá, la iniciativa “vuelve los delitos de marihuana, en que el cannabis sea pretendido para uso personal adulto, la menor prioridad legal” y “libera recursos policíacos para concentrarse en la criminalidad violenta y seria, en vez de arrestar y prender a usuarios no-violentos de cannabis”.

La iniciativa de Santa Cruz da más un paso al establecer una posición municipal oficial en favor de la legalización de la marihuana. Allá, la iniciativa “establecería una política municipal en apoyo a los cambios en las leyes estaduales y federales que piden la tasación y reglamentación del uso adulto de marihuana”.

El lote de iniciativas de este año es resultado directo de la campaña de Oakland de 2004, la Medida Z, en la cual los activistas organizados como la Oakland Civil Liberties Alliance (OCLA) lograron aprobar una iniciativa que vuelve los delitos adultos de marihuana la menor prioridad e instruir la ciudad a defender la tasación y reglamentación de la marihuana. Aunque la OCLA no esté involucrada formalmente en las iniciativas de este año, algunos de sus miembros, como Richard Lee de Oaksterdam News y el Café Bulldog, han ayudado a financiar el esfuerzo. Otros, como la activista de largo tiempo, Mikki Norris de la Cannabis Consumers Campaign, y el director de la NORML California, Dale Gleringer, han sido instrumentales como consejeros.

“Tras nuestra experiencia exitosa con la Medida Z en Oakland, nosotros de la OCLA queríamos difundir esto alrededor de California para mostrar un amplio apoyo, entonces, el año pasado, nosotros y la NORML California auspiciamos una conferencia estadual de los activistas en la cual divulgamos nuestra estrategia de Oakland y buscamos cuáles otras áreas en el estado podrían ser susceptibles a hacer algo similar”, le dijo Norris a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “La consultora política que habíamos usado, Susan Stevenson de la Next Generation, redactó una solicitud de donación al Marijuana Policy Project (MPP) diciendo que estábamos interesados en iniciativas o ordenanzas en cinco ciudades y conseguimos un contrato con el MPP que nos proporcionaba financiación básica. Aún tenemos que recaudar más fondos, pero esa donación posibilitó esto”, dijo ella.

Después de eso, dijo Norris, los activistas estrecharon sus enfoques. “Encontramos gente en lo que parecían buenas áreas y empezamos a recaudar fondos para conducir encuestas para ver si eran viables, examinamos la demografía y concordamos en estas tres ciudades”.

En verdad, West Hollywood y San Francisco también fueron objetivadas, pero en la primera, un regidor municipal presentó una ordenanza aceptable para los organizadores y ellos desistieron de su campaña por la iniciativa. Esta semana en San Francisco, los supervisores municipales pasaron a adoptar una ordenanza de menor prioridad.

Los organizadores en las tres Santas están trabajando duro ahora para asegurar la victoria en Noviembre, les dijeron ellos a la Crónica en términos impresionantemente similares. “Las cosas parecen bien aquí”, dijo la vocera de Sensible Santa Barbara, Lara Cassell. “Hemos sido muy exitosos hasta el momento y no hay oposición organizada”, le dijo ella a la Crónica. “En realidad, nadie se importó en enviar un argumento de oposición para la votación, lo que es fabuloso. Santa Bárbara es muy amigable respecto de nuestra cuestión”.

La Sensible Santa Barbara estaba beneficiándose de la ayuda proporcionada por los activistas de todo el estado, dijo Cassell, “pero tenemos la suerte de tener muchas personas en la comunidad que nos apoyan. Nos sentimos muy bien con esto. Estamos fiados de que ello será aprobado”.

“Las cosas andan muy bien aquí”, dijo Kate Horner, directora de campaña de Sensible Santa Cruz, el grupo que lidera el esfuerzo allí. “No hay ninguna oposición organizada, pese a que algunos líderes comunitarios se hayan pronunciado en contra de la iniciativa por los costos posibles. Pero, esos costos serán mínimos”, le dijo ella a la Crónica. “En Seattle y Oakland, ellos dicen que los costos son básicamente una cuestión de fotocopiar las acusaciones y nada más”.

Diferentemente de las iniciativas de Santa Bárbara y Santa Mónica, la iniciativa de Santa Cruz va más allá del texto de menor prioridad. “Esa disposición requeriría que el escribiente municipal enviara anualmente cartas a los funcionarios de los gobiernos estadual y federal declarando la preferencia de la ciudad a favor de un modelo de tasación y reglamentación”, explicó Horner. “Ésa sería la política de nuestra ciudad”.

El apoyo a la no-penalización de los usuarios de marihuana está en alza en Santa Cruz. En una encuesta hecha en Noviembre, más de 80% de las personas allí eran opuestas a la penalización de los fumadores de marihuana.

“Los datos de esa encuesta nos dieron nuestra orden”, dijo Horner. “Realmente mostraban fuerte apoyo. Desde entonces, simplemente ha sido una cuestión de construir coaliciones por toda la comunidad. Estoy confiada que la comunidad quiere redirigir los recursos de los infractores no-violentos de la legislación antimarihuana a los criminales violentos”.

“Las cosas parecen bien aquí”, dijo Nicki LaRosa, vocera del esfuerzo de Santa Mónica. “Nuestra estrategia es involucrar lo máximo de personas posible. Hay mucha gente aquí que ha expresado apoyo y estamos trabajando para garantizar que expongamos el mensaje y llevemos nuestros votantes a las encuestas”, le dijo ella a la Crónica.

“Sí tenemos la oposición de la policía – ellos redactan el argumento electoral contra la iniciativa --, pero también tenemos mucho apoyo de la comunidad. La policía dice que la marihuana ya es una baja prioridad, pero las estadísticas que hemos visto muestran que las personas aún siguen siendo arrestadas. Queremos enviar el mensaje a Sacramento y Washington de que Santa Mónica está lista para la próxima fase de terminar la guerra a las drogas al despriorizar los delitos de marihuana”.

Santa Mónica parece ser el lugar más difícil, dijo Norris. “Nos sentimos seguros en Santa Cruz y Santa Bárbara; Santa Mónica es el lugar que más nos preocupa”, dijo Norris. “Estamos esperando la oposición de la asociación de los oficiales de la policía. Santa Mónica es un gran desafío. Es una ciudad progresista, pero también ha pasado por una transformación en los últimos años con los hoteles de lujo y el aumento de los precios de las propiedades. Y diferentemente de Oakland, aun los progresistas parecen alinearse con la policía en Santa Mónica. La ciudad es muy específica políticamente y tiene un fuerte componente NIMBY [Not In My Back Yard; según la Wikipedia, la expresión en castellano es SPAN, o Sí, Pero Aquí No]”, dijo ella con preocupación.

Pero, Norris también observó que las cuestiones políticas actuales pueden causar un impacto positivo en todas las tres ciudades. “Estas iniciativas son especialmente oportunas ya que California se depara actualmente con una crisis enorme de superpoblación carcelaria”, ella señaló. “Ya es hora de repensar quiénes estamos colocando en estas prisiones superpobladas y establecer prioridades. Podemos seguir construyendo prisiones a un costo de centenas de millones de dólares o podemos examinar las políticas alternativas que paran de enviar a tantos infractores no-violentos a la prisión. Las ciudades y el estado seguramente ahorrarán dinero al no prender, procesar y encarcelar a ciudadanos obedientes a la ley por la marihuana”, debatió.

Y el estado no solamente puede ahorrar dinero, también puede ganar dinero al pasar a tasar y reglamentar, discutió Norris. “Últimamente, ha sido noticia en todas partes que el aparato judiciario-legal está encontrando y desenraizando miles y miles de cultivos de marihuana en tierras públicas con el valor en la calle estimado en la casa de los millones”, dijo ella, aludiendo al frenesí de erradicación otoñal anual del estado. “No parece estar causando mucho impacto en la oferta. El mercado en este estado es enorme. Concebiblemente, podíamos recaudar billones de dólares en réditos y ayudar a financiar los servicios si controláramos, tasáramos y reglamentáramos el cannabis”.

Ése es el plan que no es de tan largo plazo, confesó Norris. “Queremos establecer esto para que en el día de las elecciones podamos decir que la gente por toda California quiere parar de arrestar a los infractores de la legislación antimarihuana y hacer que la policía se concentre en los crímenes violentos”, dijo ella. “Esperamos recibir una respuesta suficientemente grande en estas elecciones sea para inspirar otra ronda de iniciativas, sea para pasar a todo el estado”, dijo Norris. “Por fin, nuestra meta es llevar la reforma fundamental de la legislación sobre la marihuana a todo el estado”.

Eche un Vistazo: Muchos Nuevos Comentarios y Noticias Diarias y Más en DRCNet

Caro lector de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas:

En la mayoría de las semanas yo escribo un editorial para este boletín. Hoy día, pensé que sería mejor llamar su atención al nuevo y extenso contenido que está entrando en nuestra página web diariamente desde el relanzamiento de nuestra página web.

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El enfoque de nuestros nuevos esfuerzos expandidos (pese a que no la totalidad de ellos) es el proyecto blogosférico del “Bar Clandestino de Stop the Drug War”, usted puede leer las noticias diarias, comentarios, comunicados de prensa y anuncios de nuestros muchos grupos aliados en el movimiento, enlaces a artículos interesantes en otros blogs, el punto de vista de DRCNet sobre lo que es nuevo e importante en la cuestión sin tener que esperar hasta el viernes.

Algunas de las publicaciones más recientes incluyen las siguientes:

También, hay un fomento de enlaces Últimas Noticias para reportajes sobre las políticas de drogas en los medios, una sección actualizada Los Policías Contra la Guerra a las Drogas y mucho más pronto.

¡Gracias por juntarse a nosotros! Por favor, si puede, haga una donación para apoyar a éste y otros trabajos.

Sinceramente,

David Borden
Director Ejecutivo

Reportaje: La Nueva Propuesta de Declaración de Políticas Sobre Prescripción de Remedios para el Dolor de la DEA - ¿Qué Significa?

Cuando la Administración de Represión a las Drogas (DEA) lanzó una nueva declaración de políticas sobre la prescripción de sustancias controladas para los pacientes que sufren de dolores crónicos la semana pasada, buscaba desagraviar el coro creciente de preocupaciones y quejas de los trabajadores de la salud y pacientes de que su posición severa contra los médicos que prescribían analgésicos estaba resultando en una crisis en el tratamiento de los pacientes de dolores crónicos. Pero, si los activistas y expertos con quienes la Crónica de la Guerra Contra las Drogas conversó esta semana sirven de indicio, el trabajo de la DEA en tranquilizar la comunidad de la terapia del dolor está lejos de terminarse.

La acción ocurre tras años de un aumento en los procesos criminales de médicos como el Dr. William Hurwitz, un importante terapeuta del dolor en Virginia, que fue condenado por ser un traficante de drogas por sus prácticas de prescripción. (Esa condenación fue recientemente anulada bajo apelación.) También ocurre dos años después que la DEA chocó y consternó la comunidad de la terapia del dolor, incluso a muchos académicos expertos en dolor que habían trabajado con la agencia, primero publicando y entonces apagando una serie de “preguntas y respuestas” que tenían el designio de ayudar a los médicos a permanecer dentro de las buenas gracias de la ley. Ahora, hay una sospecha común en la comunidad académica del dolor de que la DEA hizo una sección falsa de “preguntas y respuestas” a pedido del Departamento de Justicia porque ello habría ayudado a la defensa de Hurwitz en su juicio en Noviembre de 2004, pero el Departamento de Justicia no ha confirmado eso.

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Siobhan Reynolds, Frank Fisher, Ron Libby y Maia Szalavitz en una Audiencia Congresal de 17 de Septiembre de 2004 reunida por la Asociación de Médicos y Cirujanos Estadounidenses (foto cortesía Pain Relief Network)
En un comunicado de prensa del 06 de Septiembre anunciando que la agencia relajaría las normas para prescribir drogas de Clase II, la administradora de la DEA, Karen Tandy, también reveló la nueva declaración de políticas sobre la prescripción. “Nosotros escuchamos los comentarios de más de 600 médicos, farmacéuticos, enfermeras, pacientes y defensores del tratamiento del dolor y estudiamos sus preocupaciones cuidadosamente. La declaración de políticas del día de hoy es el resultado de esa colaboración. La declaración de políticas reitera el compromiso de la DEA con el logro del equilibrio adecuado para garantizar que la gente que necesita alivio del dolor lo reciba y aquellos que abusan no”, dijo Tandy.

La declaración de políticas delinea el punto de vista de la DEA de cómo los médicos pueden prescribir analgésicos poderosos, como Oxycontin o fentanil, sin terminar siendo arrestados ni llamados de “traficantes de drogas” por los fiscales federales que pretenden echarlos a la cárcel durante años. Dichas drogas solamente deben ser prescritas para un “fin medicinal legítimo”, dijo la DEA.

“Creemos que la declaración y la norma propuesta ayudarán a los profesionales de la medicina a garantizar que apenas los pacientes que necesitan de remedios para el dolor los reciban. La declaración refleja la ciencia de las carencias de los pacientes así como la importancia de impedir cualquier desvío ilegal de drogas prescriptibles”, prosiguió Tandy. “La declaración de políticas del día de hoy reafirma que la DEA quiere que los médicos traten el dolor de la manera adecuada según los estándares aceptados por la comunidad médica. Los médicos que actúen de acuerdo con la práctica médica aceptada deberían estar fiados de que no serán acusados criminalmente por prescribir todos los analgésicos apropiados”, concluyó Tandy.

Con todo, ni todos estaban creyendo en lo que Tandy estaba diciendo. “Esta nueva declaración de políticas es un mero disfraz”, dijo el Dr. Frank Fisher, un médico californiano que pasó por una desventura legal de años tras ser acusado de asesinar a sus pacientes mediante sobreprescripción. Por ende, él fue absuelto en todas las acusaciones criminales, pero fue arruinado financiera y profesionalmente. “El problema es que los médicos son intimidados y, como resultado, tenemos un desastre de salud pública con el subtratamiento del dolor crónico. Esto no trata del problema. Tenemos que conseguir tratamiento para aquellos que están muriendo porque no están siendo tratados. Tenemos que encontrar una manera racional de reglamentar estas sustancias y creo que hay un modelo muy bueno con el alcohol y el tabaco, ambos los cuales son infinitamente más peligrosos que los opiáceos”, debatió.

Aunque Fisher haya sido un crítico severo de la DEA, sí reconoció que la propuesta de declaración de políticas sugestionaba que la agencia estaba preocupada con un revés. “Está diciendo que”, dijo, “ahora la DEA parece estar preocupada con su imagen. En ese sentido, es una señal de progreso, pero la DEA no es el verdadero problema – la Ley de Sustancias Controladas [Controlled Substance Act] es el problema. Esto es tocar la flauta mientras Roma arde”, dijo.

“La DEA ha sido intransigente en sus posiciones y ésta es la primera oportunidad que hemos visto”, dijo Kathryn Serkes, vocera de la Asociación Estadounidense de Médicos y Cirujanos (AAPS), una asociación de medicina de membresía superior a 5.000 y tendencia libertariana que ha estado activa hace mucho en la guerra del dolor. “Yo creo que con el caso del Dr. Billy Hurwitz y lo demás que ha estado sucediendo en los últimos años, estamos alcanzando al punto de inflexión”, le dijo ella a la Crónica. “A través de la exposición de nuestro lado en los medios y en las páginas web, a través de la narrativa de nuestras versiones y a través del trabajo de activistas como Siobhan Reynolds [de la Pain Relief Network], el público lo comprende ahora. Los medios lo comprenden ahora. Hemos visto un cambio en los reportajes. No se trata más apenas de los médicos horribles que matan a los pacientes; los reporteros están escribiendo sobre el problema del dolor”.

Ese nuevo entendimiento aun está empezando a infiltrarse dentro de la clase política, dijo Serkes. “Los políticos están empezando a darse cuenta. La única gente que no lo ha entendido son la ley y los tribunales. Yo creo que el lanzamiento de esta declaración de políticas fue una acción estratégica de la DEA en vista del recurso exitoso de Hurwitz de su condenación. Si yo fuera la DEA, seguramente iría buscar algo para mostrar que estamos siendo responsivos. Siento parecer cínica, pero esto parece un intento obvio de manipulación de la situación de parte de la agencia. Pero”, concluyó, “aceptaremos lo que podamos lograr. Estamos trabajando la teoría del buen perro con la DEA – elogiar al perro cuando hace algo bueno aun si tiene algunos problemas de conducta. Buen perro, DEA, pero aún estás en la casita del perro”.

A pesar de algunos problemas generales con la DEA, el Dr. Howard Heit, un terapeuta del dolor y experto en la medicina de la adicción de Fairfax, Virginia, que trabajó con la agencia en la nueva declaración de políticas, estaba muy satisfecho con las normas más relajadas de prescripción. “Éste es un tremendo paso adelante en la meta común de lograr el equilibrio entre la DEA y los profesionales de la salud”, le dijo él a la Crónica. “Ello va a asegurar que los pacientes que necesitan drogas de Clase II las reciban y ayudará a disminuir el desvío de drogas prescriptibles”.

Heit dividió a sus pacientes en dos tipos: estables y problemáticos. “Con los pacientes estables, aquellos sin comportamiento aberrante que siguen todos los acuerdos, ahora puedo darles recetas secuenciales a pacientes que solía tener que ver todos los meses”, explicó. “Ahora, puedo ver a otros pacientes porque los pacientes estables no tienen que regresar innecesariamente. Por el otro lado, con mis pacientes con comportamiento problemático, quiero verlos a cada dos semanas y controlar más estrictamente las medicaciones. Eso impide la salida de una cantidad más grande de medicamentos que pueda ser mal usada o desviada”, dijo.

“La DEA dijo que cometieron un error al no permitirnos hacer prescripciones secuenciales”, dijo Heit. “Ahora, nos permiten hacer esto. La DEA está respondiendo a la comunidad de la salud y esto abre un diálogo que ha estado cerrado en los dos últimos años. Éste es un paso en la dirección correcta. Las reglas del juego están siendo trazadas. La DEA también ha declarado que no quiere practicar medicina, pero está encargada de imponer las reglas existentes. Aunque yo sienta que es la responsabilidad del prescriptor saber y seguir las normas federales de prescripción de las sustancias controladas, también es la responsabilidad de la DEA garantizar que todos los agentes de la DEA que imponen estas normas las conozcan”.

A pesar de los problemas con la DEA en el pasado, particularmente en torno de la sección abortiva de preguntas y respuestas sobre el dolor en 2004, Heit dijo que no restaba ninguna opción, excepto trabajar con la agencia. “La DEA no va a marcharse, los pacientes no van a marcharse, yo no voy a marcharme. Necesitamos comunicarnos los unos con los otros”.

El Dr. David Joranson del Grupo de Estudios Sobre Dolor y Políticas en el Centro Comprehensivo del Cáncer de la Universidad de Wisconsin, que ha trabajado de cerca con la DEA en la sección apagada de preguntas y respuestas, pero no en su más reciente declaración de políticas, resistía a dar un veredicto sobre ello. “Aún estamos analizando la propuesta e intentando ayudar a la gente a pensarla hasta los últimos detalles”, le dijo él a la Crónica.

Una cuestión que Joranson planteó era la de que gran parte del reportaje sobre las limitaciones sobre los opiáceos prescriptibles está equivocada y no son apenas los reporteros que lo están entendiendo mal. “Actualmente, no hay exigencia de renovación de 30 días”, dijo. “La DEA ha clarificado que no hay dicha solicitación. No hay ninguna palabra en la ley ni en las normas sobre eso y si todos están diciendo que hay, todos están equivocados”. Aun los médicos se equivocan frecuentemente respecto de la ley, dijo. “El material muestra que los profesionales de la medicina tienen a menudo una comprensión inadecuada de la ley y las reglas que tratan de las prácticas prescriptivas”.

Aun a pesar de que el propio comunicado de prensa de la DEA que anunciaba la declaración de políticas propuesta dijo que ella “permitirá que los médicos prescriban una oferta de hasta 90 días de sustancias controladas de Clase II durante una única visita al consultorio, cuando medicinalmente adecuado”, ese comunicado de prensa es equívoco, dijo Joranson. “La declaración implica que hay un límite en la oferta ahora, pero en verdad un médico puede prescribir cualquier cantidad de una sustancia controlada en una única receta”.

Pero, el Profesor Ronald Libby, el científico político del Norte de Florida que está escribiendo un libro sobre el conflicto entre los imperativos de la medicina y aquellos de la represión legal, no estaba tan seguro que los pacientes se beneficiarían con las normas relajadas de prescripción. “En primer lugar, los médicos ya se mueren de miedo de escribir prescripciones a causa de la DEA”, le dijo él a la Crónica. “Si tienen miedo de prescribir una receta, ¿por qué deberíamos esperar que se sientan más seguros prescribiendo tres?”, preguntó.

“Yo no veo ningún cambio real en las políticas”, dijo Libby. “Además de la prescripción de 90 días, simplemente no veo nada. Básicamente, la DEA está cumpliendo su promesa de reemplazar la sección de preguntas y respuestas, y aquí está. Esto es simbólico porque la DEA está siendo presionada”, dijo.

Discusiones seguidas entre la DEA y la comunidad de la salud no van a resolver las contradicciones, dijo Libby. “Yo no creo que se puede llegar a las cuestiones subyacentes a menos y hasta que haya audiencias congresales sobre la DEA”, debatió. “Son más secretos que una agencia de inteligencia. Es casi imposible conseguir información de ellos, aun para congresistas”.

[Nota del Editor: Hace años, oí a un analista decir en una conferencia que a los investigadores del Gabinete de Cuentas del Gobierno les gustaba decir que DEA significa "don't expect anything, don't even ask", o sea, “no esperes nada, ni siquiera pidas” – DB]

Pero, Libby no cree que las audiencias congresales ocurrirán pronto. “Encaremos los hechos. Los guerreros antidrogas están desabrochando. El clima del país no es favorable. Ellos han logrado ecuacionar el tráfico de drogas ilícitas con el terrorismo y con tanto que ése sea el caso y ellos incluyan a los médicos y los pacientes en esa guerra, la única manera de seguir adelante es extirpar esta cosa sobre el desvío de la guerra contra las drogas. Pero, aun a pesar de que las fundaciones y la gente del dolor como la Pain Relief Network hayan estado intentando lograr audiencias durante años, no podemos conseguirlas. Si los demócratas ganan la Cámara, eso podría cambiar, pero los miembros tienen que pensar en el desentendimiento. Si se toma una posición severa contra la DEA, usted mismo se vuelve un blanco”.

“Ver esto como algo insignificante es perderlo de vista”, dijo Siobhan Reynolds del grupo de defensa, la Pain Relief Network. “Los pacientes del dolor han estado sufriendo una contraoperación increíble, un reino de terror que ha costado las vidas de las personas”, le dijo ella a la Crónica.

Esto es muy personal para Reynolds. Uno de aquellos pacientes del dolor que se murieron era su esposo, Sean Greenwood, que falleció a principios de este mes de Síndrome de Ehlers-Danlos mientras Reynolds y él cruzaban desesperadamente el país en busca de niveles adecuados de analgésicos para él. Porque las precauciones antiterror los impidieron de tomar remedios en los aviones, la familia fue forzada a manejar por todo el país en busca de un médico que quisiera prescribir las dosis enormes que Greenwood necesitaba. Murió en el cuarto de un hostal en un estado que Reynolds no quiere identificar por miedo de llevar la DEA al médico que ellos estaban buscando.

“La gente no comprende la enormidad de lo que los pacientes enfrentan”, dijo. “Porque los médicos tienen tanto miedo de la ley, han proyectado su temor a estos pacientes y estas drogas, entonces esa gente enferma que toma analgésicos asusta a los hospitales y médicos. Sean necesitaba muchos cuidados hospitalarios, pero ellos no se concentraron en sus problemas de salud porque todos están programados para cazar a las brujas respecto de los opiáceos. Todo lo que los hospitales decían era darle Narcan, como si los opiáceos fueran responsables por sus problemas de salud”, dijo ella.

“Mi hijo vio la muerte de su padre sin ningún buen motivo”, prosiguió Reynolds. “Él no podía entrar en un hospital a causa de una operación del gobierno que nadie está dispuesto a admitir que está sucediendo. Nadie logra recibir las dosis grandes de remedios para el dolor que esta gente enferma necesita de verdad y ésa es una verdadera catástrofe de derechos humanos, y que la DEA haga una declaración de políticas nuevecita que dice básicamente lo mismo que antes no va a cambiar nada”.

Lo que es necesario, dijo Reynolds, es una agresión legal total contra el armazón de control de las drogas prescriptibles de la DEA. “Necesitamos un litigio de varios niveles con múltiples demandantes persiguiendo a elementos distintos de este problema”. Pero, eso exigirá un compromiso más fuerte de los reformadores que el que hasta ahora ha sido demostrado. “Estamos en un embotellamiento de pesar y nadie parece importarse”.

Take a Look: Extensive New Daily News, Commentary and More on DRCNet

Dear Drug War Chronicle reader:

Most weeks I pen an editorial for this newsletter. Today I thought I would instead draw your attention to the extensive new content that is now going onto our web site on a daily basis since the re-launch of our web site.

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The focus of our new expanded efforts (though not the totality of them) is the "Stop the Drug War Speakeasy" blogosphere project. In the Speakeasy, you can read daily news, commentary, press releases and announcements from our many allied groups in the movement, links to interesting articles in other blogs, DRCNet's take on what's new and important in the issue without having to wait until Friday.

Some of the latest posts include the following:

There is also a Latest News feed of links to drug policy stories in the media, an updated Cops Against the Drug War section, and much more coming soon.

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Sincerely,

David Borden
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