Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Imposição da Lei: As Estórias de Policiais Corruptos Desta Semana

O lucrativo tráfico de drogas nas fronteiras mete outro agente da Patrulha das Fronteiras em problemas, o esquecimento de um policial de Nova Jérsei o mete em problemas e mais dois agentes penitenciários gananciosos se metem em problemas. Nada de especial aqui; mais outra semana na guerra às drogas. Vamos ao que interessa:

Em El Paso, um agente da Patrulha das Fronteiras foi preso no dia 15 de Setembro sob acusações de corrupção passiva por permitir que a droga passe por um ponto de identificação fronteiriço, informou a Associated Press. De acordo com uma denúncia criminal, Arturo Arzate, um veterano de 21 anos da Patrulha das Fronteiras, supostamente se encontrou com os contrabandistas e concordou em aceitar pagamentos de $50 por cada quilograma de maconha e $1.000 por cada quilograma de cocaína que ele deixava passar. Os federais o acusaram de receber $16.000 em subornos enquanto ele passava por uma investigação que começou no outono passado. A queda de Arzate começou quando um informante disse ao FBI que vira Arzate reunindo-se com um traficante conhecido. Ele é acusado de corrupção passiva, formação de quadrilha e distribuição de substância controlada.

Em Irvington, Nova Jérsei, um oficial da polícia foi preso na quinta-feira passada sob acusações de roubo de drogas, armas e arquivos do armário de provas da delegacia, informou a Associated Press. O Oficial da Polícia de Irvington, Frederick Southerland, caiu depois que não pagou o aluguel em uma unidade de armazenamento. Os artigos na unidade de armazenamento foram vendidos em leilão e quando o comprador descobriu as cinco pistolas, a cocaína, a heroína e a maconha, notificou as autoridades, que prontamente caíram sobre Southerland. O oficial veterano de 18 anos agora é acusado de improbidade oficial e receptação e pode pegar até 10 anos de prisão.

Em Homer, Luisiana, um guarda do Centro de Detenção da Paróquia de Union foi preso no dia 21 de Setembro e outro estava sendo procurado sob acusações de contrabando de maconha a um interno da cadeia, de acordo com a Associated Press. O Guarda Nicholas Wilson, 21, foi autuado e solto mediante fiança até o julgamento, enquanto que o guarda James Webb, 23, estava foragido de acordo com o último informe. O par caiu depois que os detetives encontraram trinta gramas de erva na cela de um preso e Wilson admitiu o seu envolvimento e entregou Webb. O desaparecido Webb enfrenta acusações de distribuição de maconha, improbidade, conspiração para distribuir maconha e conspiração para introduzir contrabando em uma instituição penal. Wilson é acusado de conspiração para introduzir contrabando.

Resenha de Livro: "Pot Politics: Marijuana and the Costs of Prohibition”, Mitchell Earleywine, ed. (Oxford University Press, $45.00 HB)

Phillip S. Smith, Escritor/Editor, 29 de Setembro de 2006

O psicólogo e pesquisador da dependência, Mitchell Earleywine, melhorou a nossa compreensão da maconha com o seu livro de 2002 aptamente intitulado "Understanding Marijuana: A New Look at the Scientific Evidence” [Entendendo a Maconha: Um Novo Olhar Sobre as Provas Científicas]. Agora, o professor da Universidade Estadual de Nova Iorque em Albany é o editor de um volume novinho em folha de ensaios dedicados a traçar o perfil dos custos da proibição da maconha e pensar sobre as estratégias que podem desfazê-la. “Pot Politics” [A Política da Maconha] se gaba de aproximadamente 400 páginas de pesquisa e análise de alguns dos melhores pensadores no movimento pró-reforma das políticas de maconha, que vão de ativistas e acadêmicos a economistas e filósofos sociais, e além.

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Com “Pot Politics”, o todo é maior que a soma das partes. Sós, cada um dos 17 ensaios – sobre tópicos que incluem a eficácia do exame toxicológico no lugar de trabalho, os efeitos da maconha sobre a condução, as bases filosóficas e religiosas das políticas de maconha, a reportagem distorcida dos meios de comunicação em massa sobre a maconha e as conseqüências econômicas da proibição – é uma crítica persuasiva, às vezes eloqüente, de alguns aspectos das leis sobre a maconha. Mas, tomado como um todo, “Pot Politics” é uma ofensiva devastadora contra a proibição da maconha como um todo e um argumento racional e ponderado em prol da legalização da maconha.

Estive escrevendo a Crônica da Guerra Contra as Drogas durante cinco anos, estive acompanhando o movimento de reforma da legislação sobre a maconha durante décadas antes disso e usualmente sou premido a ouvir ou ler algo sobre as políticas de maconha que não tenha visto antes. Isso não aconteceu com “Pot Politics”. Sim, estava familiarizado com a obra do economista da Universidade de Harvard, Jeffrey Miron, sobre a economia da proibição da maconha, mas não o vira reunir os dados no nível nacional, detalhados estado por estado. De acordo com Miron – e depois de ler o ensaio dele, quem vai debater com ele? --, estamos pagando quase $8 bilhões ao ano para continuarmos a loucura de prender e encarcerar os infratores da legislação antimaconha. Ao mesmo tempo, ao nos recusarmos a fazer a coisa sensata e taxarmos e regularmos as vendas de maconha, estamos perdendo mais de $6 bilhões anualmente em impostos. Com mil demônios, $6 bilhões pagam três semanas da guerra ao Iraque. Ou, podemos encontrar outros usos para eles.

Um ensaio dos integrantes da Faculdade de Serviço Social da Universidade de Washington, Roger Roffman e Anne Nichol, é similarmente fresco – e cheio de idéias espertas que podem fazer o movimento avançar. “O movimento antiproibição incrementará a sua eficácia ao promover as políticas liberalizadas e servirá melhor ao público se a missão do movimento for expandida para incluir a difusão de informações de conscientização precisas, completas e equilibradas sobre a maconha, adequadas a cada uma de suas bases atuais e potenciais”, debateram os dois convincentemente. Se o movimento puder dar informações honestas e úteis sobre as possíveis conseqüências adversas do consumo de maconha aos usuários, usuários em potencial (os jovens), os usuários que começam a ter problemas, os usuários dependentes, os demais interessados e os fornecedores de serviços, a sua credibilidade será incrementada entre o público em geral e preencherá o vácuo de informação sobre a redução de danos dentro da comunidade da maconha.

É uma idéia boa, sólida e innovadora e exatamente do que o nosso movimento precisa. Charles Thomas da Interfaith Drug Policy Initiative (IDPI) nos proporciona mais disso com um par de ensaios que descreve as posições às vezes surpreendentes de várias denominações religiosas sobre a maconha e questões relacionadas e levanta o ponto crucial de que a reforma da legislação acerca da maconha simplesmente não vai acontecer sem trazermos o pessoal religioso – a vasta maioria dos estadunidenses – para o nosso lado. Mas, como a análise detalhada de Thomas das posições das várias denominações sugere, a distância pode não ser tão longínqua assim. Mas, para um movimento que é principalmente secular, se não completamente hostil à religião organizada, pensar em ampliar o nosso sacerdócio para alcançarmos os nossos irmãos nos bancos da igreja é absolutamente necessário.

Há ensaios após ensaios repletos deste tipo de informação e análise provocativos. Sim, alguns dos artigos se parecem mais com relatórios de pesquisa do que com redação persuasiva, mas por trás da prosa ocasionalmente impassível, há dados úteis cuidadosamente avaliados. O rigor acadêmico pode não ser sempre a redação mais cativante, porém tem outras qualidades que o recomendam.

Mas, foi preciso um Allen St. Pierre, diretor executivo da National Organization for the Reform of Marijuana Laws (NORML), para expor laconicamente a futilidade da proibição da maconha. “A falta de lógica das políticas de maconha dos Estados Unidos – a sua solução óbvia – tornou-se assombrosamente clara para mim um dia enquanto esperava na fila por uma cerveja em um concerto”, escreveu no prefácio a este volume. “Estava... comprando uma cerveja para mim e um amigo. Quando dei meia-volta para ir embora, fui abordado por um moleque que claramente era menor de idade para beber álcool. Ele me ofereceu trocar dois baseados pelas minhas duas cervejas. Então, entendi a loucura das políticas de maconha dos Estados Unidos. Eis aqui um moleque que não consegue comprar álcool porque é taxado e regulado, mas que não acha nenhum problema ao comprar maconha – precisamente porque ela não é taxada nem regulada”.

O movimento pró-reforma das políticas de maconha entende isto quase intuitivamente, mas o resto da política ainda não está presente. “Pot Politics” ajudará o movimento a proporcionar os seus melhores argumentos – morais, legais, teológicos, pragmáticos – para fazer com que andemos para frente, será uma revelação para estudantes e recém-chegados ao movimento e até para os grisalhos experientes do movimento, haverá algumas ocasiões em que você vai parar e dizer, “Que coisa, por que nunca pensei nisso antes?” “Pot Politics” é uma adição importante, tanto à base de conhecimento sobre as políticas de maconha e conseqüências dela como ao arsenal do reformador das políticas de drogas.

Matéria: Iniciativa de legalização da maconha do Colorado fica para trás, mas a disputa continua

No ano passado, a SAFER Colorado quase passou despercebida conseguindo uma vitória-surpresa com a sua iniciativa de legalização da maconha em Denver. Desta vez, a Iniciativa de Igualação da Maconha e do Álcool do Colorado as SAFER Colorado, conhecida oficialmente agora como Emenda 44, não vai vencer tão facilmente. Mas, os organizadores da iniciativa dizem que estão bem posicionados e se preparando para as últimas semanas frenéticas antes das eleições de Novembro.

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Parque Nacional das Montanhas Rochosas, Colorado
Como a iniciativa de Denver, que legalizou o porte de até trinta gramas de maconha por adultos através de um decreto-lei municipal (que os funcionários municipais ignoraram prontamente), a Emenda 44 é elegante em sua simplicidade. Os eleitores responderão esta pergunta: “Deveria haver uma emenda à seção 18-18-406 (1) dos estatutos revisados do Colorado que legalize o porte de trinta gramas ou menos de maconha por qualquer pessoa com vinte e um anos de idade ou mais?”

Se os eleitores aprovarem a medida, o Colorado pode virar o primeiro estado no país a votar pela legalização da erva. Ou, em um mundo perfeito, se juntará a Nevada, onde uma iniciativa para permitir o porte e venda de quantidades limitadas de maconha está nas urnas e é muito competitiva.

Mas, a briga continua. Nas duas últimas semanas, os cidadãos do Colorado presenciaram entrevistas coletivas em duelo, um desafio ao Prefeito de Denver, John Hickenlooper, que é dono da Cervejaria Wynkoop, um debate entre Mason Tvert da SAFER Colorado e o Procurador-Geral do Colorado, John Suthers, um desafio fracassado a uma parte equivocada do texto da súmula eleitoral, várias visitas de cruzados antidrogas preeminentes e forasteiros e o surgimento de um grupo de pais a favor da iniciativa.

Nesta semana, em uma entrevista coletiva na frente do capitólio estadual, a Guarding Our Children Against Marijuana Prohibition surgiu publicamente pela primeira vez. “Precisamos repensar a proibição da maconha e o que ela diz sobre as prioridades do Colorado e deste país”, disse Jessica Peck Corry, co-fundadora da organização. “A ciência mostra que a maconha é muito menos nociva do que o álcool e pelo bem dos nossos filhos chegou a hora de que a tratemos desse jeito”, disse a analista republicana de políticas públicas que trabalha no Independence Institute em Golden, Colorado, mãe de uma garota de 16 anos.

“Eu não sou usuária de maconha”, disse Corry à Crônica da Guerra Contra as Drogas na quarta-feira. “Contudo, vejo a guerra às drogas como uma ameaça maior ao futuro da minha filha do que o uso recreativo de maconha de adultos poderia ser. O nosso governo gastou $2 bilhões em anúncios antidrogas desde 1998. Eu preferiria ter gastado este dinheiro em bolsas universitárias para os garotos necessitados das nossas comunidades mais pobres. Chegou a hora de acordarmos em relação ao fato de que a proibição não está funcionando”, explicou. “Dizemos que o nosso país confia nos adultos para tomar as decisões nas vidas privadas deles. Chegou a hora de cumprimos esta promessa”.

“Estamos fazendo alguma coisa direito”, disse Mason Tvert da SAFER Colorado entre eventos da imprensa. “Temos duas pessoas administrando toda esta campanha, nada de milhões de dólares, escritório nenhum, nenhuma linha telefônica múltipla e estamos em uma briga muito competitiva”, disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. “Embora o Rocky Mountain News tenha dado um resultado de 42% a 53% contra nós, eles apenas pesquisaram as pessoas que tinham votado nas eleições anteriores. Mas, não estamos preocupados com as pesquisas; no ano passado, tínhamos menos pontos percentuais do que isto em Denver, e ganhamos”.

A SAFER Colorado está preocupada com vencer a campanha e usar táticas inovadoras. Na quinta-feira, por exemplo, Tvert lançou um desafio ao Prefeito Hickenlooper na ocasião da inauguração do Grande Festival Americano da Cerveja. Já que “a maconha é mais segura do que o álcool” é um refrão constante – e, até agora, bem-sucedido – da SAFER, Tvert desafiou Hickenlooper e Peter Coors. Para cada cerveja que eles bebiam, Tvert disse, ele ia dar uma tragada de maconha. Nem Coors nem o prefeito aceitaram, mas o desafio conseguiu ainda mais atenção da mídia para Tvert e a iniciativa.

“Este duelo corrente com o prefeito é uma vitória segura para nós”, exclamou Tvert. “Ou ele aparece e é derrotado ou não aparece e pega mal. Estamos tentando fazer algo divertido, novo e interessante que explique claramente a nossa posição de que a maconha é mais segura do que o álcool. Esperamos que Bill O’Reilly esteja assistindo; adoraríamos que viesse atrás da gente”.

Como em Nevada, a oposição está se preparando no Colorado e está trazendo forasteiros de organizações antidrogas nacionais. Os salvadores das crianças do Colorado são cruzados declarados como o diretor da Dads and Mad Moms Against Drug Dealers, Steven Steiner, que, depois que o filho dele morreu de uma overdose de Oxycontin, aceitou financiamento da fabricante do Oxycontin, a Purdue Pharma, para fazer campanha contra a legalização da maconha e até a maconha medicinal. Ele chegou à cidade na quinta-feira. Quem já caiu de pára-quedas para ajudar a deter a iniciativa é a fanática antidrogas de longa data, Calvina Fay, diretora executiva da Drug Free America Foundation. A ex-secretária antidrogas da Casa Branca, a Drª. Andrea Barthwell, se uniu à turba mochileira também; ela planejava travar a disputa com uma série de palestras para alertas as pessoas sobre os perigos da erva do diabo.

“Essa gente é doida”, lamentou Tvert da SAFER Colorado. “Esta gente que vem aqui como Calvina Faye falando sobre os ‘nossos’ filhos no ‘nosso’ estado – ela mora na Flórida e nem filhos tem! E Andrea Barthwell, com suas palestras sobre a maconha. Na primeira palestra dela, a única pessoa que compareceu foi o nosso agente infiltrado, e eles o expulsaram. As palestras são realizadas para convencê-lo de que a maconha é má, mas aparentemente já é preciso concordar com isso para comparecer”, escarneceu.

Mas, nem todos eram forasteiros. Importantes funcionários eleitos do Colorado, inclusive o Procurador-Geral John Suthers e a Vice-Governadora Jane Nelson, são integrantes de uma nova organização “de base” que se opõe à medida, a Stop Amendment 44. Até agora, esse grupo conseguiu se alinhar com a Associação de Pais e Mestres do Colorado, a Associação de Educação do Colorado e a Associação de Executivos Escolares do Colorado contra a iniciativa.

O grupo é liderado pelo presidente do Partido Republicano da Comarca de Boulder, Rob McGuire, o qual Tvert qualificou como um adversário respeitável. “Ele é muito esperto e usa posições inteligentes”, disse Tvert. “Mas, ele está fazendo isto só porque o governador lhe pediu. Porém, o grupo é um problema. Os grupos estão começando a sair contra a gente”.

McGuire pode ser um operador inteligente – não sabemos porque ele não atende as diversas ligações que fizemos em busca de comentários – mas a página da Stop Amendment 44 tem coisas tão malucas como qualquer coisa que Calvina Fay ou Steven Steiner já disseram. Uma página adverte que “Chicletes de maconha podem conter THC suficiente para matar uma criança!”, uma proposição patentemente absurda. Outro texto na página que diz “Tinha Apenas 12 Anos de Idade – Agora, Está Incapacitado pela Maconha” foi escrito por Beverly Kinard, uma ativista antimaconha do Colorado, e fala por si só.

Parece que Outubro vai ser um mês muito interessante no Colorado. A SAFER Colorado consegue alcançar outra vitória como em Denver no ano passado? O elemento-surpresa não existe mais, mas o grupo e seus aliados esperam que a mensagem e a ofensiva midiática deles possam combinar forças para compensá-lo e converter o Colorado no primeiro estado no qual os eleitores tenham escolhido legalizar a maconha.

Matéria: Organizadores da iniciativa pró-maconha de Nevada vêem disputa difícil, porém vencível, ao entrarem na reta final

Nevada pode estar prestes a virar o primeiro estado a votar pelo fim da proibição da maconha. Quatro anos depois que o Marijuana Policy Project tentou ganhar pela primeira vez em Nevada, o grupo sediado em Washington, DC e o seu afiliado local, o Committee to Regulate and Control Marijuana (CRCM), têm uma pesquisa que mostra que a vitória está ao alcance deles.

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página de propaganda da DEA em 2002 em oposição à iniciativa de Nevada da primeira vez
A iniciativa de regulação da maconha de Nevada, conhecida oficialmente agora como Questão 7, permitiria que as pessoas com 21 anos ou mais tivessem até trinta gramas de maconha. Também permite a venda regulamentada da maconha em lojas autorizadas pelo estado enquanto ordena restrições sobre os locais e o modo de funcionamento dos negócios. A iniciativa pede que os impostos vindos das vendas de maconha sejam divididos entre o tratamento para alcoólatras e dependentes químicos patrocinado pelo estado e o fundo feral do estado. A iniciativa também aumenta as penas para qualquer um que der maconha a um menor e aumenta a sentença máxima para o condutor que matar alguém enquanto dirigir intoxicado por qualquer substância.

De acordo com os resultados internos da pesquisa lançados na semana passada, quando os eleitores em potencial ouviram o texto eleitoral real e foram inquiridos se votariam a favor da iniciativa pró-maconha, 49% disseram que sim enquanto que apenas 43% disseram que não. Essa pesquisa, conduzida por uma empresa de pesquisas da Califórnia conhecida nacionalmente, contradiz outra realizada pelo a href="http://news.rgj.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20060920/NEWS10/609200346/1002/NEWS" target=_blank_>Reno Gazette-Journal dias atrás que descobriu que a iniciativa perdia por uma margem de 37% a 55%. Na terça-feira, uma pesquisa do Las Vegas Review-Journal informou que a iniciativa perdia por 42% a 51%.

“As pesquisas coincidem”, disse o gerente de campanha do CRCM, Neal Levine. “A pesquisa do Reno Gazette-Journal perguntou se as pessoas favoreciam a legalização, o consumo, o porte e a transferência de maconha, enquanto que a nossa pesquisa usou o texto eleitoral real. A explanação da diferença está na redação da pergunta feita. A pesquisa do Review-Journal, embora nos mostre em desvantagem, mostra uma enorme tendência ascendente sobre a sua pesquisa anterior. O texto deles não era tão enviesado, mas mesmo assim não fez a pergunta sobre a qual os eleitores serão questionados. O que é consistente é que a campanha está crescendo nas pesquisas”, disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas.

“O que temos visto durante todo este tempo é que as pesquisas nos acham quase empatados”, prosseguiu Levine. “Isso significa que temos uma chance de verdade agora e precisaremos que todo o nosso pessoal se inscreva e compareça a votar. Vamos fazer uma forte campanha”, prometeu.

“Estamos fazendo uma campanha muito agressiva”, disse Levine. “Temos um plano muito detalhado e nivelado, o qual já temos em processo de desenvolvimento, e estamos muito entusiasmados com as nossas chances. Temos uma nova animação eletrônica que explica a iniciativa em termos claros, temos uma maneira de disseminar viralmente as nossas coisas usando o Youtube, temos banco pela Internet. Somos o assunto de um documentário e parte do que conseguimos disso é que os cineastas estão transmitindo os webisódios semanalmente. O primeiro episódio será transmitido na sexta-feira”, disse. “Também estamos lançando o nosso primeiro comercial televisivo na rede nesta semana. E teremos muitas coisas acontecendo durante as próximas semanas”.

Se a campanha está crescendo nas pesquisas, a oposição está se preparando. Os opositores da medida organizados como a Nevada Coalitions Against Marijuana começaram a formar as fileiras de oponentes, inclusive a comissão da Comarca de Clark (Las Vegas); as câmaras de comércio de Las Vegas, Norte de Las Vegas e Reno Sparks; e a AFL-CIO de Nevada. Mas, o coração da oposição parece ser o establishment do aparato judiciário-legal de Nevada. O Xerife da Comarca de Clark, Bill Young, o Detetive da Polícia Metropolitana de Las Vegas, Todd Raybuck, e o Tenente da Polícia Metropolitana de Las Vegas, Stan Olsen, foram, por exemplo, as principais forças motrizes em fazer que a comissão da Comarca de Clark aprovasse a resolução que condena a medida.

Mas, essa ação pode ter metido os comissários e eles em problemas. A lei de Nevada proíbe os funcionários públicos de ser a favor ou contra iniciativas eleitorais e quando o CRCM soube da reunião, várias dúzias de defensores liderados por Levine apareceram para lembrá-los da lei. “De acordo com os Estatutos Revisados de Nevada 281.554, os funcionários e empregados do governo são proibidos de gastar fundos públicos, tempo ou recursos na oposição ou apoiar uma questão eleitoral”, disse Levine em um confronto televisionado com a comissão. “Esta regra se aplica à comissão da Comarca de Clark”. A comissão ignorou a denúncia de Levine e aprovou a resolução.

“Os estatutos de Nevada são bem claros. Assim que uma iniciativa estiver nas urnas, os funcionários públicos não podem usar recursos do governo para se posicionarem a favor ou contra ela”, explicou Levine. “Quando a comissão da Comarca de Clark, agindo a pedido do xerife, pôs uma resolução de oposição à nossa iniciativa na pauta, comparecemos para lhes dizer que isso era ilegal, mas eles fizeram isso mesmo assim. Eles infringiram a lei”.

O CRCM prestou queixa junto à Procuradoria-Geral de Nevada, que agora está considerando-a. Enquanto isso, o CRCM tem usado todo o episódio para granjear ainda mais atenção da imprensa. “Do ponto de vista político, usamos a sua infração da lei de sair a público e opor-se à nossa iniciativa para divulgarmos a nossa mensagem. Essa matéria foi coberta pelos meios de comunicação de todo o estado”.

O CRCM conseguiu fazer o mesmo tipo de jiu-jitsu político com a visita do diretor do Gabinete de Política Nacional de Controle das Drogas, John Walters, no início deste mês. Apesar de que a viagem dele ao estado de Nevada fosse ostensivamente para outros fins, Walters se pronunciou contra a iniciativa e até divulgou o endereço eletrônico da Nevada Coalitions Against Marijuana. “Consegui imprimir uma carta aberta no jornal de Reno e no semanário de Las Vegas criticando Walters por vir aqui e desperdiçar o dinheiro do contribuinte para se posicionar contra uma iniciativa estadual”, disse Levine.

Agora, com pouco mais de um mês até o dia das eleições, a campanha está ficando séria em ambos os lados. O CRCM está pronto para conseguir uma vitória histórica, mas parece que isto vai ser angustiante na noite das eleições.

Documentário: Waiting to Inhale

Caro leitor da Crônica da Guerra Contra as Drogas:

Muitos entusiastas da reforma das políticas de drogas leram há duas semanas sobre o nosso novo blog acerca de um novo documentário, Waiting to Inhale: Marijuana, Medicine and the Law [Esperando para Inalar: A Maconha, a Medicina e a Ley], e um debate emocionante aqui em Washington entre dois dos meus colegas e um representante da secretaria antidrogas dos EUA aconteceu depois da exibição do filme. Tenho o prazer de anunciar que a DRCNet está lhe disponibilizando este filme como o nosso mais recente prêmio de filiação – doe $30 ou mais à DRCNet e você pode receber uma cópia de Waiting to Inhale como nosso agradecimento pelo seu apoio.

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Soube de Waiting to Inhale durante alguns anos e estou muito feliz por vê-lo divulgado e causando repercussões. As pessoas que aparecem no filme – os fornecedores de maconha medicinal Mike e Valerie Corral e Jeff Jones, a porta-voz dos pacientes Yvonne Westbrook, o cientista Don Abrams – são heróis cujas estórias merecem ser contadas e cujas entrevistas neste filme deveriam ser exibidas em todo o redor. Você pode ajudar ao pedir uma cópia e fazer uma exibição privada no seu lar! Ou você e seus amigos ativistas podem simplesmente assisti-lo em casa como inspiração. (Clique aqui para maiores informações, inclusive um trailer na Internet.)

A sua doação ajudará a DRCNet enquanto fazemos o que achamos que será um plano incrível de dois anos para avançar consideravelmente a reforma das políticas de drogas e a causa de acabar com a proibição globalmente e nos EUA. Por favor, faça uma doação generosa hoje mesmo para ajudar a causa! Eu sei que você sentirá que o dinheiro foi bem gasto depois de ver o que a DRCNet está preparando. O nosso formulário de doação eletrônica permite doar por cartão de crédito, por PayPal ou imprimir um formulário para enviar juntamente com o seu cheque ou ordem de pagamento por correio. Por favor, note que as contribuições à Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas ou Drug Reform Coordination Network, a nossa entidade de pressão política, não são dedutíveis do imposto de renda. As doações dedutíveis podem ser feitas para a Fundação DRCNet, a nossa ala de conscientização. (Escolher um presente como Waiting to Inhale reduzirá a parte de sua doação que pode deduzir pelo custo do artigo.) Ambos os grupos recebem cartas dos membros no seguinte endereço: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Obrigado pelo seu apoio. Se você não viu a nossa nova página, espero que tenha um momento para fazer isso – está muito bom, se me for permitido dizê-lo. :)

Cuide-se bem e espero ter notícias suas.

Sinceramente,


David Borden
Diretor Executivo

Oportunidad de Media Jornada: Entrevistadores, Programa Expandido de Acceso a Jeringas del Estado de Nueva York

El Instituto Baron Edmond de Rothschild de Dependencia Química del Centro Médico Beth Israel está contratando a entrevistadores para conducir la colecta de datos primarios para una evaluación independiente del Programa Expandido de Acceso a Jeringas del Estado de Nueva York. Los entrevistadores ubicarán y reclutarán a usuarios de drogas inyectables para entrevistas in loco de 25 minutos cada en las calles de Queens y Brooklyn; y suministrar exámenes orales OraSure HIV a los primeros 300 participantes que son entrevistados. Los entrevistadores serán entrenados en métodos de pesquisa.

Los requerimientos del trabajo incluyen la capacidad de determinar quién es usuario actual de drogas inyectables; experiencia en trabajo y pesquisa en las calles entre usuarios de drogas; las habilidades organizacionales y la atención al detalle son muy importantes; el trabajo al aire libre en todas las estaciones; la capacidad de trabajo con un compañero y dar apoyo a las condiciones callejeras; la experiencia en la realización de la reducción de daños con usuarios de sustancias es un punto positivo; el conocimiento de Queens y Brooklyn es otro punto positivo; ser dueño de un auto sería muy útil, pero no es requerido.

$20/hora; 8-9 horas diurnas/semana a partir de las 08:30 (excepto los domingos); el contrato termina el 30/06/2007; los postulantes que busquen menos de 10 meses de trabajo no deben postular, en el interés de mantener una colecta firme de datos.

Envíe currículo y carta de intención por correo-e o fax a: Cathy Zadoretzky, Directora del Proyecto, Instituto Baron Edmond de Rothschild de Dependencia Química, Centro Médico Beth Israel, Nueva York, NY 10038, (212) 256-2570 (fax), [email protected].

Esta Semana en la Historia

29 de Septiembre de 1969: Al principio de la segunda semana de la Operación Intercepte [Operation Intercept], la tentativa fracasada y unilateral del gobierno Nixon de detener el flujo de drogas de México a los Estados Unidos, la Agencia de Presupuesto (predecesora del Gabinete de Administración y Presupuesto) envía una crítica mordaz a la Casa Blanca del informe de Junio que servía como catalizador del plano, llamándolo de “base groseramente inadecuada para la decisión presidencial” y advirtiendo que sus recomendaciones estaban basadas en afirmaciones defectuosas y no probadas.

29 de Septiembre de 1989: El récord de aprehensión doméstica de cocaína es establecido (aún en vigor hoy día): 21ton589kg516g en Sylmar, California.

30 de Septiembre de 1996: El Presidente Bill Clinton firma el proyecto de la Ley de Apropiaciones Consolidadas para 1997 [Omnibus Consolidated Appropriations Act for 1997]. Los totales del Año Fiscal 1997 estipulan un aumento en la financiación relacionada con las drogas para las dos principales agencias de imposición de la legislación sobre las drogas en el Departamento de Justicia: el FBI ($2,838 millones) y la DEA ($1,001 millón).

01 de Octubre de 1998: El aumento en la financiación de las prisiones y la disminución en el gasto en las escuelas ocasionan protestas de los estudiantes californianos de secundaria.

02 de Octubre de 1982: Ronald Reagan, en un discurso de radio al país sobre las políticas federales de drogas, dice, “No damos excusas a las drogas – duras, blandas u otras. Las drogas son malas y vamos a perseguirlas. Como he dicho antes, hemos bajado la bandera de rendición y hemos izado la bandera de batalla. Y vamos a vencer la guerra contra las drogas”.

02 de Octubre de 1992: Treinta y una personas de varias agencias de la ley atacan el rancho de 200 acres de Donald Scott en Malibú, California. La esposa de Scott grita cuando ve a los intrusos. Cuando Scott de 61 años, que creía que ladrones estaban entrando a su casa, sale del cuarto con un arma, muere a tiros. Un destacamento antidroga estaba buscando plantas de marihuana. Interesantemente, antes Scott se había rehusado a negociar la venta de su propiedad al gobierno. Los agentes de la DEA estaban allí para confiscar el rancho. Después de extensas búsquedas, no se encuentra nada de marihuana.

03 de Octubre de 1996: La Ley Pública 104-237 de los EE.UU., conocida como la “Ley Comprehensiva de Control de la Metanfetamina de 1996” [Comprehensive Methamphetamine Control Act of 1996], es transformada en ley por el Presidente Bill Clinton. Contiene dispositivos que intentan detener la importación de metanfetamina y precursores químicos a los Estados Unidos, intentan controlar el preparo de metanfetamina en laboratorios clandestinos, aumentar las penas para el tráfico en metanfetamina y precursores químicos de la Lista I, permitir que el gobierno busque la restitución para la limpieza de los locales de laboratorios clandestinos e intentan impedir que las empresas criminales vendan grandes cantidades de precursores químicos que son desviadas a los laboratorios clandestinos.

04 de Octubre de 1970: La cantante leyendaria, Janis Joplin, es encontrada muerta en el Hotel Landmark de Hollywood, víctima de lo que se concluye ser una sobredosis accidental de heroína.

05 de Octubre de 1999: La guerra contra las drogas es “un fracaso absoluto”, dice el Gob. Gary Johnson de Nuevo México en la conferencia sobre políticas nacionales de drogas en el Instituto Cato. Johnson, que atrajo críticas incisivas de líderes antidrogas por ser el primer gobernador en funciones a defender la legalización de las drogas, debate que el gobierno debería reglamentar los narcóticos, pero no castigar a aquellos que abusan de ellos: “Volver las drogas sustancias controladas como el alcohol. Legalícenlas, contrólenlas, reglaméntenlas, tásenlas. Si son legalizadas, podríamos en verdad tener una sociedad más saludable”. Johnson también se reúne con los miembros fundadores del Students for Sensible Drug Policy.

Búsqueda en la Red

Bienvenidos al Nuevo Susto de las Drogas de 2007, por Maia Szalavitz para Stats.

¿Estás Resfriado? Pruébalo y Firma Aquí, Anthony Papa sobre el peligro de los registros de metanfetamina, para Counterpunch

la línea del tiempo de la prohibición de las drogas, de la Transform del Reino Unido

The User's Voice, boletín/página web del John Mordaunt Trust, Reino Unido

Una Estrategia de Salida para la Guerra Contra las Drogas, Neal Peirce para stateline.org, en Alternet

La radio Drug Truth:

Cultural Baggage for 09/22/06: Gary Bernsten, el ex oficial de la CIA que lideró la carga contra Afganistán y el autor de "Jawbreaker" + Poppygate, Terry Nelson de la LEAP y Stash of Bags

Century of Lies for 09/22/06: Paul Armentano de la NORML: 120 estudios de la marihuana medicinal desde el año 2000 + Cliff Thornton, Candidato al Gobierno en Connecticut, Drug War Facts, la perspectiva negra

Marihuana: Municipio de Arkansas Se Junta a Lista de Municipalidades con Iniciativas de Menor Prioridad Legal Este Mes de Noviembre

Eureka Springs, Arkansas, es la más reciente comunidad a juntarse a las filas de aquellas que votaron en iniciativas que volverían los delitos de marihuana la menor prioridad legal. Esfuerzos similares han sido victoriosos en Seattle y Oakland y la ciudad universitaria de Columbia, Missouri; y este año, Missoula, Montana y tres ciudades californianas – Santa Bárbara, Santa Cruz y Santa Mónica – ya tienen iniciativas de menor prioridad clasificadas para la votación.

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redada de marihuana
Gracias a los esfuerzos de la cercana NORML Universidad de Arkansas, que asumió el esfuerzo de colecta de firmas, la Comisión Electoral de la Comarca de Carroll aprobó la medida para la votación el lunes. La medida haría del arresto y del proceso de los casos de tenencia de marihuana que involucren menos de treinta gramos la menor prioridad legal.

“Nosotros creemos que esto va a liberar otros recursos de la policía para tratar de los crímenes más serios”, le dijo el presidente de la sucursal municipal de la NORML, Ryan Denham, a la Arkansas Democrat-Gazette.

El Comandante de la Policía de Eureka Springs, Earl Hyatt, no estaba entusiasmado, pese a que parecía un poco confundido. Él dijo equivocadamente a la Democrat-Gazette que la medida estaría en contradicción con la ley estadual y federal, pero que solamente ordenaría que la policía estableciera una política respecto de las prioridades legales. “Ya sea aprobada o no, si está en contradicción con la ley estadual o federal, no vale”, dijo Hyatt.

Denham de la NORML le dijo al periódico municipal que el grupo del campus había empezado originalmente a emprender campañas en Fayetteville, donde la universidad está ubicada, pero abortó esos esfuerzos después que percibieron que no lograrían la victoria. En vez de eso, apuntaron a la pequeña Eureka Springs, donde apenas 144 firmas válidas – 15% de aquellos que votaron en la última elección para alcalde – eran requeridas. El grupo entregó 156.

Cáñamo: Gobernador de Carolina del Norte Firma Proyecto para Estudiar Uso Industrial

El Gobernador de Carolina del Norte, Michael Easley, ha firmado un proyecto que creará una comisión para estudiar los usos industriales del cáñamo. Con esa acción ocurriendo mientras California aguarda la decisión del Gobernador Arnold Schwarzenegger sobre la firma de un proyecto de cáñamo allí y Dakota del Norte finaliza las reglas que permitirían que los agricultores cultivaran cáñamo de acuerdo con una ley de 1999, parece que el embotellamiento del cáñamo está empezando a abrir paso – por lo menos en los estados.

La Ley de Usos Benéficos del Cáñamo Industrial [Beneficial Uses of Industrial Hemp Act], aprobada como parte de la Ley de Estudios de 2006 [Studies Act of 2006], preparará el terreno para la agricultura de cáñamo industrial en el agrícola Tarheel State.

De acuerdo con la nueva ley, una comisión será creada para estudiar “los usos del aceite de cáñamo industrial como combustible alternativo y aceite de motor; los usos de la semilla de cáñamo industrial rica en ómega-3 y el aceite de cáñamo industrial en aperitivos, lociones y cremas y alimentos; los usos de las fibras del cáñamo industrial como las materias primas para productos de construcción, papel y tejidos; y los usos de cáñamo industrial en la fabricación de repuestos reciclables”.

La comisión tendrá 15 miembros, incluso delegados del Gobernador, el Comisionado de Agricultura, el Secretario de Comercio, los líderes de la Cámara y del Senado, los presidentes del Comité de Agricultura, el Presidente de la Agencia de Agricultura de Carolina del Norte y los decanos de la Facultad Kenan-Flagler de Administración en la Universidad de Carolina del Norte-Chapel Hill, la Facultad Fuqua de Administración en Duke, la Facultad de Agricultura y Ciencias de la Vida en la NCSU y la Facultad de Agricultura y Ciencias Ambientales en la NC A&T. La comisión informará sus hallazgos y recomendaciones a la Asamblea General de 2007 y la Comisión de Revisión Ambiental hasta el 1º de Diciembre de 2006.

Condenación: Nada de Alivio Retroactivo para los Prisioneros de la Ley Rockefeller Sobre las Drogas, Decide Tribunal de Apelaciones de Nueva York

Las personas que cumplen sentencias de nivel mediano según las durísimas leyes Rockefeller sobre las drogas de Nueva York no podrán reducir esas sentencias si fueron condenadas antes que las reformas de las penas para las drogas entraran en vigor en Enero de 2005, decidió el tribunal superior del estado el 21 de Septiembre. En su fallo en los casos consolidados de tres hombres sentenciados de acuerdo con las leyes antiguas, el tribunal sostuvo que la legislatura pretendía apenas cortar las sentencias de aquellos que recién fueron condenados.

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no es lo bastante: el Gob. Pataki firma el proyecto de reforma de la ley Rockefeller, 12/04
Según la Ley de Reforma de la Ley Sobre las Drogas [ Drug Law Reform Act] que entró en vigor el año pasado, unos 400 presos que se enfrentan a las sentencias más duras – hasta prisión perpetua – tuvieron permiso para buscar cortes retroactivos en las sentencias. Pero, millares de presos que cumplen sentencias menos duraderas, pero aún duras, no recibieron explícitamente la concesión de ese derecho. Tres de ellos – Thomas Thomas Utsey, Michael Nelson y Corey Smith – recurrieron al Tribunal de Apelaciones, debatiendo que ellos deberían haber tenido la misma oportunidad de buscar alivio retroactivo.

Pero, en una decisión unánime, el tribunal dijo que no. El proyecto declaró claramente que la ley “se aplicaría a los crímenes cometidos en o después de la fecha efectiva”, observó el tribunal. “Según el texto pleno del estatuto, los dispositivos relevantes de la DLRA tienen la intención de aplicarse solamente a los crímenes cometidos después de su fecha efectiva”, dijo la Jueza Jefe Judith Kaye en su decisión. “Siendo así, los reos no son elegibles para las penas reducidas contenidas en la nueva ley”.

Fueron necesarios años de intentos de una amplia coalición de grupos de los derechos civiles, de la reforma de las prisiones y de la reforma de las políticas de drogas para lograr aun la reforma parcial que fue aprobada en 2004. Ahora, los tribunales de Nueva York han señalado fuertemente que cualquier otro alivio debe ocurrir a través del mismo proceso legislativo vagaroso.

Suroeste Asiático: Importante Académico Imparte Clase a Comité de Relaciones Exteriores del Senado Sobre el Narcotráfico Afgano

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Afganistán (foto del editor de la Crónica, Phil Smith, 2005)
Aunque el Presidente Hamid Karzai estuviera en Washington esta semana para reuniones con el Presidente Bush y sus funcionarios, y políticos en ambos partidos estuviesen pidiendo más gastos antidrogas en Afganistán para tratar del cultivo floreciente de adormideras de ese país, una audiencia del Senado poco notada la semana pasada proporcionó un verdadero curso sobre políticas racionales de drogas en Afganistán. En una audiencia del Comité de Relaciones Exteriores del Senado el 21 de Septiembre, el Profesor Barnett Rubin de la Universidad de Nueva York, quizá el principal experto en Afganistán del país, hizo fuertes críticas del enfoque obsesivo en la erradicación de cultivos y aun sugestionó a los legisladores que pensasen en reglamentar el tráfico de opio. Últimamente, Rubin fue autor de Afghanistan: Uncertain Transition from Turmoil to Normalcy [Afganistán: Transición Incierta del Desorden a la Normalidad], publicado por el Consejo de Relaciones Exteriores en Marzo.

Rubin trató de la cuestión tanto en sus comentarios preparados como en una sesión de preguntas y respuestas al final de la audiencia. Vale la pena citar sus comentarios extensamente. He aquí lo que dijo en sus comentarios preparados (disponible solamente para subscriptores):

”Sobre narcóticos, a mí me gustaría – a veces, cuando las personas piden políticas más enérgicas contra los narcóticos, lo que yo apoyo completamente, ellos se concentran en la erradicación de cultivos, como si la erradicación de la planta fuera el punto central de la operación antinarcóticos. Yo diría que eso es un error.

“Primero, tenemos que ser claros sobre cuál es la meta de nuestras políticas antinarcóticos en Afganistán. ¿De dónde viene el daño? No estamos intentando – o no deberíamos intentar – solucionar el problema de la drogadicción del mundo en Afganistán. Si nosotros, con toda nuestra capacidad, no podemos detener la drogadicción en los Estados Unidos, seguramente no vamos a usar la ley exitosamente para eliminar mitad de la economía del país más pobre y más armado en el mundo.

“Por lo tanto, debemos concentrarnos en el daño real que viene del dinero de las drogas. Ahora, 80% del dinero de las drogas dentro de Afganistán, a pesar de los 90% de la renta total de las drogas que salen de Afganistán --, 80% del dinero de las drogas dentro de Afganistán están en las manos de traficantes y caudillos, no de agricultores. Cuando erradicamos los cultivos, el precio de las adormideras sube y los traficantes que tienen provisiones enriquecen. Por lo tanto, deberíamos concentrarnos en los caudillos y los traficantes, en la interdicción y todo lo demás, en tanto que ayudamos a los agricultores pobres. Eso también es consistente con nuestros intereses políticos de ganar a los agricultores y aislar a aquellos que están en contra de nosotros.

“Además, es un equívoco considerar el problema de las drogas en Afganistán como algo que está aislado en las grandes áreas de cultivo de adormideras. Por ejemplo, ahora hay un combate en la provincia de Helmand, que es la principal área de producción de adormideras en el mundo. Porque suceden los combates, no es posible implementar una estrategia antinarcóticos en Helmand. Necesitamos implementar el desarrollo rural por todo Afganistán, especialmente en las áreas en que no hay adormideras, a fin de mostrar a la gente lo que es posible y construir una economía alternativa”.

Y aquí está un intercambio entre Rubin y los Senadores George Voinovich (R-OH) y Frank Lugar (R-IN):

VOINOVICH:

“Sr. Presidente, ¿puedo hacerle una última pregunta? Usted aludió a la cuestión del problema de las drogas en los Estados Unidos. Yo tuve la impresión de que parte de estas drogas están llegando a los EE.UU. Eso es...

RUBIN:

Bueno, quizá yo debiera haber dicho el mundo desarrollado. En realidad, yo creo que el grueso de los narcóticos producidos en Afganistán es consumido en Irán y Pakistán.

VOINOVICH:

Muy bien. Por eso los iranianos están tan interesados en garantizar que eso pare.

RUBIN:

Sí.

VOINOVICH:

El motivo por el cual yo menciono esto es que hice que nuestro director local del FBI viniera de Cincinnati para visitarme y él me dijo, “Senador, la cuestión del terrorismo es una con la cual estamos gravemente preocupados”. Pero, él dijo que el problema más grande que tenemos aquí en los Estados Unidos al cual no prestamos atención es el problema de las drogas y que nuestros recursos están siendo, usted lo sabe, medio esparcidos. Y realmente tenemos que examinar eso. Aún está allí y necesitamos tratar de ello. No estamos dirigiéndole nuestra atención. Creo que usted se acuerda de otra audiencia que tuvimos hace uno o dos años, recibimos a las personas aquí y estaban hablando sobre cómo la mafia rusa es activa en los Estados Unidos y parecía estar haciendo lo que le daba la gana, porque no tenemos los recursos para tratar de ese problema. Entonces, desde mi perspectiva, usted está diciendo que el mercado más grande está en aquellos países que usted acabó de mencionar...

RUBIN:

Eso es en cantidades físicas. El mercado más grande en dinero está en Europa y, claro, en los Estados Unidos. Si puedo añadir algo, si no se importan que mencione algo que escuché en la otra cámara ayer, el Dr. Paul, un republicano de Tejas, mencionó en la audiencia ayer que, en su punto de vista, nosotros habíamos fracasado en aprender las lecciones de la ley seca, la cual, claramente, le proporcionó el capital inicial al crimen organizado en los Estados Unidos, y que, en verdad, al transformar el consumo de drogas en crimen, estamos financiando el crimen organizado y la insurgencia alrededor del mundo. Y puede ser que necesitemos echar un vistazo a los otros métodos de reglamentación y tratamiento.

VOINOVICH:

Gracias.

LUGAR:

Gracias, Senador Voinovich. El pensamiento que usted acabó de impartir es fascinante, el de que pese a que el grueso de las drogas pueda ser utilizado por Irán y Pakistán, el valor más alto de aquellas que no son absorbidas por estos países viene de Europa y los Estados Unidos. ¿Por qué? Porque la gente seguramente no las recibe gratuitamente, pero, ¿cuál es la distribución? ¿Por qué Pakistán e Irán son tan afligidos por las drogas de...

RUBIN:

Bueno, están más cerca. Básicamente, el costo de la producción es una parte irrisoria del precio de los narcóticos.

LUGAR:

Entonces, es el transporte...

RUBIN:

No, no. Es el riesgo, porque es ilegal.

LUGAR:

Lo comprendo.

RUBIN:

Si no fuera ilegal, no valdrían casi nada. Es apenas su ilegalidad lo que los vuelve tan valiosos.

LUGAR:

Otro tópico fascinante. (RISAS) Bueno, lo agradecemos nuevamente por su ayuda (inaudible). La audiencia está encerrada”.

Otro tópico fascinante, de hecho. Por lo menos, alguien está intentando concienciar a nuestros servidores elegidos sobre las consecuencias económicas y políticas de la prohibición de las drogas – en Afganistán, de cualquier modo.

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

El lucrativo tráfico de drogas en el cruce de fronteras mete a otro agente de la Patrulla de Fronteras en problemas, el olvido de un policía de Nueva Yérsey lo mete en problemas y más dos agentes penales gananciosos se meten en problemas. No hay nada de especial aquí; otra semana más en la guerra a las drogas. Vamos a ello:

En El Paso, un agente de la Patrulla de Fronteras fue arrestado el 15 de Septiembre bajo acusaciones de corrupción pasiva por permitir que la droga pase por un punto de identificación fronterizo, informó la Associated Press. De acuerdo con una denuncia criminal, Arturo Arzate, un veterano de 21 años de la Patrulla de Fronteras, supuestamente se encontró con los contrabandistas y estuvo de acuerdo en aceptar pagos de $50 por cada kilogramo de marihuana y $1.000 por cada kilo de cocaína que él dejaba pasar. Los federales lo han acusado de recibir $16.000 en sobornos mientras que él pasaba por una investigación que empezó el otoño pasado. La caída de Arzate empezó cuando un informante le dijo al FBI que había visto a Arzate reuniéndose con un narcotraficante conocido. Él es acusado de corrupción pasiva, conspiración y distribución de sustancia controlada.

En Irvington, Nueva Yérsey, un oficial de la policía fue arrestado el viernes pasado bajo acusaciones de robo de drogas, armas y archivos del armario de pruebas de la comisaría, informó la Associated Press. El Oficial de la Policía de Irvington, Frederick Southerland, cayó después que no pagó el alquiler en una unidad de almacenamiento. Los artículos en la unidad de almacenamiento fueron vendidos en subasta y cuando el comprador descubrió las cinco pistolas, la cocaína, la heroína y la marihuana, notificó a las autoridades, que prontamente cayeron sobre Southerland. El oficial veterano de 18 años ahora es acusado de improbidad oficial y receptación y puede recibir hasta 10 años de prisión.

En Homer, Luisiana, un guardia del Centro de Detención de la Parroquia de Union fue arrestado el 21 de Septiembre y otro estaba siendo buscado bajo acusaciones de contrabando de marihuana a un interno de la cárcel, de acuerdo con la Associated Press. El Guardia Nicholas Wilson, 21, fue registrado y libertado mediante fianza hasta el juicio, en tanto que el guardia James Webb, 23, estaba forajido de acuerdo con el último informe. El par cayó después que los detectives encontraron treinta gramos de hierba en la celda de un preso y Wilson admitió su envolvimiento y entregó a Webb. El desaparecido Webb se enfrenta a acusaciones de distribución de marihuana, improbidad, conspiración para distribuir marihuana y conspiración para introducir contrabando en una institución penal. Wilson es acusado de conspiración para introducir contrabando.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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A partir de esta edición, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saber de ello por otra persona, porque eso ni siempre sucede.

Ansiamos por informarlo a usted de más reportajes nuevos de nuestra nueva página web así que estén disponibles.

Eche un Vistazo: Muchos Nuevos Comentarios y Noticias Diarias y Más en DRCNet

Caro lector de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas:

En la mayoría de las semanas yo escribo un editorial para este boletín. Hoy día, pensé que sería mejor llamar su atención al nuevo y extenso contenido que está entrando en nuestra página web diariamente desde el relanzamiento de nuestra página web.

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El enfoque de nuestros nuevos esfuerzos expandidos (pese a que no la totalidad de ellos) es el proyecto blogosférico del “Bar Clandestino de Stop the Drug War”, usted puede leer las noticias diarias, comentarios, comunicados de prensa y anuncios de nuestros muchos grupos aliados en el movimiento, enlaces a artículos interesantes en otros blogs, el punto de vista de DRCNet sobre lo que es nuevo e importante en la cuestión sin tener que esperar hasta el viernes.

Algunas de las publicaciones más recientes incluyen las siguientes:

También, hay un fomento de enlaces Últimas Noticias para reportajes sobre las políticas de drogas en los medios, una sección actualizada Los Policías Contra la Guerra a las Drogas y mucho más pronto.

¡Gracias por juntarse a nosotros! Por favor, si puede, haga una donación para apoyar a éste y otros trabajos.

Sinceramente,


David Borden
Director Ejecutivo

Reseña de Libro: "Pot Politics: Marijuana and the Costs of Prohibition”, Mitchell Earleywine, ed. (Oxford University Press, $45.00 HB)

Phillip S. Smith, Escritor/Editor, 29 de Septiembre de 2006

El psicólogo e investigador de la adicción, Mitchell Earleywine, mejoró nuestra comprensión de la marihuana con su libro de 2002 aptamente intitulado "Understanding Marijuana: A New Look at the Scientific Evidence” [Comprendiendo la Marihuana: Un Nuevo Vistazo a las Pruebas Científicas]. Ahora, el profesor de la Universidad Estadual de Nueva York en Albany es el editor de un volumen nuevecito de ensayos dedicados a hacer el perfil de los costos de la prohibición de la marihuana y pensar sobre las estrategias que pueden deshacerla. “Pot Politics” [La Política de la Marihuana] se jacta de aproximadamente 400 páginas de pesquisa y análisis de algunos de los mejores pensadores en el movimiento pro reforma de las políticas de marihuana, que van de activistas y académicos a economistas y filósofos sociales, y muchos más.

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Con “Pot Politics”, el todo es mayor que la suma de las partes. Solos, cada uno de los 17 ensayos – sobre tópicos que incluyen la eficacia del examen toxicológico en el lugar de trabajo, los efectos de la marihuana sobre la conducción, las bases filosóficas y religiosas de las políticas de marihuana, el reportaje distorsionado de los medios masivos sobre la marihuana y las consecuencias económicas de la prohibición – es una crítica persuasiva, a veces elocuente, de algunos aspectos de las leyes sobre la marihuana. Pero, tomado como un todo, “Pot Politics” es una ofensiva devastadora contra la prohibición de la marihuana como un todo y un argumento racional y ponderado en pro de la legalización de la marihuana.

He estado escribiendo la Crónica de la Guerra Contra las Drogas durante cinco años, he estado acompañando el movimiento de reforma de la legislación sobre la marihuana durante décadas antes de eso y usualmente soy apremiado a escuchar o leer algo sobre las políticas de marihuana que no haya visto antes. Eso no pasó con “Pot Politics”. Sí, estaba familiarizado con la obra del economista de la Universidad de Harvard, Jeffrey Miron, sobre la economía de la prohibición de la marihuana, pero no lo había visto reunir los datos a nivel nacional, detallados estado por estado. De acuerdo con Miron – y después de leer su ensayo, ¿quién va a debatir con él? --, estamos pagando casi $8 billones por año para seguir la locura de arrestar y encarcelar a los infractores de la legislación antimarihuana. Al mismo tiempo, al rehusarse a hacer lo sensato y tasar y reglamentar las ventas de marihuana, estamos perdiendo más de $6 billones anualmente en impuestos. Qué diablos, $6 billones pagan tres semanas de la guerra a Irak. O, podemos encontrar otros usos para ellos.

Un ensayo de los integrantes de la Facultad de Servicio Social de la Universidad de Washington, Roger Roffman y Anne Nichol, es similarmente fresco – y lleno de ideas vivas que pueden hacer avanzar al movimiento. “El movimiento antiprohibición incrementará su eficacia al promover las políticas liberalizadas y servirá mejor al público si la misión del movimiento es expandida para incluir la difusión de informaciones de concienciación precisas, completas y equilibradas sobre la marihuana, adecuadas a cada una de sus bases actuales y potenciales”, debatieron los dos convincentemente. Si el movimiento puede dar informaciones honestas y útiles sobre las posibles consecuencias adversas del consumo de marihuana a los usuarios, usuarios en potencial (los jóvenes), los usuarios que empiezan a tener problemas, los usuarios dependientes, los demás interesados y los proveedores de servicios, su credibilidad será incrementada entre el público en general y llenará un vacuo de información sobre la reducción de daños dentro de la comunidad de la marihuana.

Es una buena idea, sólida e innovadora y exactamente lo que nuestro movimiento necesita. Charles Thomas de la Interfaith Drug Policy Initiative (IDPI) nos proporciona más de eso con un par de ensayos que describe las posiciones a veces sorprendentes de varias denominaciones religiosas sobre la marihuana y cuestiones relacionadas y plantea el punto crucial de que la reforma de la legislación acerca de la marihuana simplemente no va a pasar sin traer la gente religiosa – la vasta mayoría de los estadounidenses – a nuestro lado. Pero, como el análisis detallado de Thomas de las posiciones de las varias denominaciones sugestiona, la distancia puede no ser tan lejana. Pero, para un movimiento que es principalmente secular, si no completamente hostil a la religión organizada, pensar en ampliar nuestro sacerdocio para alcanzar a nuestros hermanos en los bancos de la iglesia es absolutamente necesario.

Hay ensayos tras ensayos repletos de este tipo de información y análisis provocativos. Sí, algunos de los artículos se parecen más con informes de pesquisa que con redacción persuasiva, pero por detrás de la prosa ocasionalmente impasible, hay datos útiles cuidadosamente evaluados. El rigor académico puede no ser siempre la redacción más cautivante, pero tiene otras calidades que lo recomiendan.

Pero, fue necesario un Allen St. Pierre, director ejecutivo de la National Organization for the Reform of Marijuana Laws (NORML), para exponer lacónicamente la futilidad de la prohibición de la marihuana. “La falta de lógica de las políticas de marihuana de los Estados Unidos – y su solución obvia – se volvió asombrosamente clara para mí un día mientras esperaba en la cola por una cerveza en un recital”, escribió en el prefacio a este volumen. “Estaba... comprando una cerveza para mí y un amigo. Cuando di la vuelta para irme, fui abordado por un chiquillo que claramente era menor de edad para tomar alcohol. Él me ofreció cambiar dos pitillos por mis dos cervezas. Entonces, comprendí la locura de las políticas de marihuana de los Estados Unidos. He aquí un chiquillo que no puede comprar alcohol porque es tasado y reglamentado, pero que no halla ningún problema al comprar marihuana – precisamente porque ella no es tasada ni reglamentada”.

El movimiento pro reforma de las políticas de marihuana comprende esto casi intuitivamente, pero el resto de la política aún no está presente. “Pot Politics” ayudará al movimiento a proporcionar sus mejores argumentos – morales, legales, teológicos, pragmáticos – para hacernos caminar hacia adelante, será una revelación para estudiantes y recién llegados al movimiento y aun para los canosos experimentados del movimiento, habrá algunas ocasiones en que usted se detendrá y se dirá, “Qué cosa, ¿por qué nunca pensé en eso antes?” “Pot Politics” es una adición importante, tanto a la base de conocimiento sobre las políticas de marihuana y sus consecuencias como al arsenal del reformador de las políticas de drogas.

Reportaje: Iniciativa de legalización de la marihuana de Colorado va a la zaga, pero sigue la disputa

El año pasado, la SAFER Colorado casi pasó desapercibida logrando una victoria sorpresiva con su iniciativa de legalización de la marihuana en Denver. De esta vez, la Iniciativa de Igualación de la Marihuana y del Alcohol de Colorado de la SAFER Colorado, conocida oficialmente ahora como Enmienda 44, no va a vencer tan fácilmente. Pero, los organizadores de la iniciativa dicen que están bien posicionados y preparándose para las últimas semanas frenéticas antes de las elecciones de Noviembre.

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Parque Nacional de las Montañas Rocosas, Colorado
Como la iniciativa de Denver, que legalizó la tenencia de hasta treinta gramos de marihuana por adultos a través de una ordenanza municipal (que los funcionarios municipales ignoraron prontamente), la Enmienda 44 es elegante en su simplicidad. Los electores responderán esta pregunta: “¿Debería haber una enmienda a la sección 18-18-406 (1) de los estatutos revisados de Colorado que legalice la tenencia de treinta gramos o menos de marihuana por cualquier persona con veintiún años de edad o más?”

Si los electores aprueban la medida, Colorado puede volverse el primer estado en el país a votar por la legalización de la hierba. O, en un mundo perfecto, se juntará a Nevada, donde una iniciativa para permitir la tenencia y venta de cantidades limitadas de marihuana está en las urnas y es muy competitiva.

Pero sigue la pelea. En las dos últimas semanas, los ciudadanos de Colorado han atestado ruedas de prensa en duelo, un desafío al Alcalde de Denver, John Hickenlooper, que es dueño de la Cervecería Wynkoop, un debate entre Mason Tvert de la SAFER Colorado y el Fiscal General de Colorado, John Suthers, un desafío fracasado a una parte equivocada del texto del guía electoral, varias visitas de cruzados antidrogas preeminentes y forasteros y el surgimiento de un grupo de padres a favor de la iniciativa.

Esta semana, en una rueda de prensa delante del capitolio estadual, la Guarding Our Children Against Marijuana Prohibition surgió públicamente por primera vez. “Necesitamos repensar la prohibición de la marihuana y lo que ella dice sobre las prioridades de Colorado y de este país”, dijo Jessica Peck Corry, cofundadora de la organización. “La ciencia muestra que la marihuana es mucho menos nociva que el alcohol y por el bien de nuestros hijos ya es hora de que la tratemos de esa manera”, dijo la analista republicana de políticas públicas que trabaja en el Independence Institute en Golden, Colorado, madre de una chica de 16 años.

“Yo no soy usuaria de marihuana”, le dijo Corry a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas el miércoles. “Con todo, veo la guerra a las drogas como una amenaza más grande al futuro de mi hija que el uso lúdico de marihuana de adultos podría ser. Nuestro gobierno ha gastado $2 billones en anuncios antidrogas desde 1998. Yo preferiría haber gastado este dinero en becas universitarias para los chicos necesitados de nuestras comunidades más pobres. Ya es hora de despertar con relación al hecho de que la prohibición no está funcionando”, explicó. “Decimos que nuestro país confía en los adultos para tomar las decisiones en sus vidas privadas. Ya es hora de cumplir esta promesa”.

“Algo estamos haciendo bien”, dijo Mason Tvert de la SAFER Colorado entre eventos de la prensa. “Tenemos dos personas administrando toda esta campaña, nada de millones de dólares, ninguna oficina, ninguna línea telefónica múltiple y estamos en una pelea muy competitiva”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Aunque el Rocky Mountain News haya dado un resultado de 42% a 53% en contra de nosotros, ellos apenas encuestaron a personas que habían votado en las elecciones anteriores. Pero, no estamos muy preocupados con las encuestas; el año pasado, teníamos menos puntos porcentuales que esto en Denver, y ganamos”.

La SAFER Colorado está preocupada con vencer la campaña y usar tácticas innovadoras. El jueves, por ejemplo, Tvert lanzó un desafío al Alcalde Hickenlooper en la ocasión de la inauguración del Gran Festival Americano de la Cerveza. Ya que “la marihuana es más segura que el alcohol” es un refrán constante – y, hasta ahora, exitoso – de la SAFER, Tvert desafió a Hickenlooper y Peter Coors. Para cada cerveza que ellos tomaban, Tvert dijo, él iba a dar una tragada de marihuana. Ni Coors ni el alcalde aceptaron, pero el desafío logró aún más atención de los medios a Tvert y la iniciativa.

“Este duelo corriente con el alcalde es una victoria segura para nosotros”, exclamó Tvert. “O él aparece y es derrotado o no aparece y queda mal visto. Estamos intentando hacer algo divertido, nuevo e interesante que explique claramente nuestra posición de que la marihuana es más segura que el alcohol. Esperamos que Bill O’Reilly esté viendo; adoraríamos que viniera detrás de nosotros”.

Como en Nevada, la oposición se está preparando en Colorado y está trayendo forasteros de organizaciones antidrogas nacionales. Los salvadores de los niños de Colorado son cruzados declarados como el director de la Dads and Mad Moms Against Drug Dealers, Steven Steiner, que, después que su hijo murió de una sobredosis de Oxycontin, aceptó financiación de la fabricante del Oxycontin, la Purdue Pharma, para hacer campaña contra la legalización de la marihuana y aun la marihuana medicinal. Él llegó a la ciudad el jueves. Quien ya cayó de paracaídas para ayudar a detener la iniciativa es la fanática antidroga de largo tiempo, Calvina Fay, directora ejecutiva de la Drug Free America Foundation. La ex secretaria antidroga de la Casa Blanca, la Dr. Andrea Barthwell, se ha unido a la turba mochilera también; ella planea trabar la disputa con una serie de coloquios para alertar a la gente sobre los peligros de la hierba del diablo.

“Esa gente es loca”, lamentó Tvert de la SAFER Colorado. “Esta gente que viene aquí como Calvina Faye hablando sobre ‘nuestros’ hijos en ‘nuestro’ estado – ¡ella vive en Florida y ni siquiera tiene hijos! Y Andrea Barthwell, con sus coloquios sobre la marihuana. En su primer coloquio, la única persona que compareció fue nuestro agente infiltrado, y ellos lo botaron. Los coloquios son realizados para convencerlo de que la marihuana es mala, pero aparentemente ya hay que estar de acuerdo con eso para comparecer”, se burló.

Pero, no todos eran forasteros. Importantes funcionarios elegidos de Colorado, incluso el Fiscal General John Suthers y la Vicegobernadora Jane Nelson, son integrantes de una nueva organización “de base” que se opone a la medida, la Stop Amendment 44. Hasta ahora, ese grupo ha logrado alinearse con la Asociación de Padres y Maestros de Colorado, la Asociación de Educación de Colorado y la Asociación de Ejecutivos Escolares de Colorado contra la iniciativa.

El grupo es liderado por el presidente del Partido Republicano de la Comarca de Boulder, Rob McGuire, el cual Tvert calificó como un adversario respetable. “Él es muy vivo y usa posiciones inteligentes”, dijo Tvert. “Pero, él está haciendo esto solamente porque el gobernador le ha pedido. Pero, el grupo es un problema. Los grupos están empezando a salir en contra de nosotros”.

McGuire puede ser un operador inteligente – no sabemos porque él no contesta las diversas llamadas que hicimos en busca de comentarios – pero la página web de la Stop Amendment 44 tiene cosas tan locas como cualquier cosa que Calvina Fay o Steven Steiner ya dijeron. Una página advierte que “¡Los chicles de marihuana pueden contener THC suficiente para matar a un niño!”, una proposición patentemente absurda. Otro texto en la página que dice “Tenía Apenas 12 Años de Edad – Ahora, Está Incapacitado por la Marihuana” fue escrito por Beverly Kinard, una activista antimarihuana de Colorado, y habla por sí mismo.

Parece que Octubre va a ser un mes muy interesante en Colorado. ¿La SAFER Colorado puede lograr otra victoria como en Denver el año pasado? El elemento sorpresa ya no existe, pero el grupo y sus aliados esperan que su mensaje y su ofensiva mediática puedan combinarse para compensarlo y convertir a Colorado en el primer estado en que los electores hayan escogido legalizar la marihuana.

Reportaje: Organizadores de la iniciativa pro marihuana de Nevada ven disputa difícil, pero vencible, al entrar en la recta final

Nevada puede estar a punto de volverse el primer estado a votar por el fin de la prohibición de la marihuana. Cuatro años después que el Marijuana Policy Project intentó ganar por primera vez en Nevada, el grupo sedeado en Washington, DC y su afiliado local, el Committee to Regulate and Control Marijuana (CRCM), tienen una encuesta que muestra que la victoria está a su alcance.

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página de propaganda de la DEA en 2002 en oposición a la iniciativa de Nevada la primera vez
La iniciativa de reglamentación de la marihuana de Nevada, conocida oficialmente ahora como Cuestión 7, permitiría que las personas con 21 años o más tuviesen hasta treinta gramos de marihuana. También permite la venta reglamentada de marihuana en tiendas autorizadas por el estado mientras que ordena restricciones sobre las ubicaciones y el modo de funcionamiento de los negocios. La iniciativa pide que los impuestos oriundos de las ventas de marihuana sean divididos entre el tratamiento para alcohólicos y dependientes químicos auspiciado por el estado y el fondo general del estado. La iniciativa también aumenta las penas para cualquiera que le dé marihuana a un menor y aumenta la sentencia máxima para el conductor que mate a alguien mientras maneja intoxicado por cualquier sustancia.

De acuerdo con los resultados internos de la encuesta lanzados la semana pasada, cuando los electores en potencial escucharon el texto electoral real y fueron inquiridos si votarían a favor de la iniciativa pro marihuana, 49% dijeron que sí en tanto que apenas 43% dijeron que no. Esa encuesta, conducida por una empresa de encuestas de California conocida nacionalmente, contradice otra realizada por el Reno Gazette-Journal días atrás que descubrió que la iniciativa perdía por una margen de 37% a 55%. El martes, una encuesta del Las Vegas Review-Journal informó que la iniciativa perdía por 42% a 51%.

“Las encuestas coinciden”, dijo el gerente de campaña del CRCM, Neal Levine. “La encuesta del Reno Gazette-Journal preguntó si las personas favorecían la legalización, el consumo, la tenencia y la transferencia de marihuana, en tanto que nuestra encuesta usó el texto electoral real. La explanación de la diferencia está en la redacción de la pregunta hecha. La encuesta del Review-Journal, aunque nos muestre en desventaja, muestra una enorme tendencia ascendente sobre su encuesta anterior. Su texto no era tan sesgado, pero aun así no hizo la pregunta sobre la cual los electores serán cuestionados. Lo que es consistente es que la campaña está creciendo en las pesquisas”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas.

“Lo que hemos visto durante todo este tiempo es que las encuestas nos encuentran casi empatados”, prosiguió Levine. “Eso significa que tenemos una verdadera oportunidad ahora y vamos a necesitar que toda nuestra gente se registre y comparezca a votar. Vamos a hacer una fuerte campaña”, prometió.

“Estamos haciendo una campaña muy agresiva”, dijo Levine. “Tenemos un plan muy detallado y nivelado, el cual ya tenemos en el proceso de desarrollo, y estamos muy entusiasmados con nuestras chances. Tenemos una nueva animación electrónica que explica la iniciativa en términos claros, tenemos una manera de diseminar viralmente nuestras cosas usando el Youtube, tenemos banca por Internet. Somos el asunto de un documental y parte de lo que conseguimos de eso es que los cineastas están transmitiendo los webisodios semanalmente. El primer episodio será transmitido el viernes”, dijo. “También estamos lanzando nuestro primer comercial televisivo en la red esta semana. Y tendremos muchas cosas ocurriendo durante las próximas semanas”.

Si la campaña está creciendo en las pesquisas, la oposición está alistándose. Los opositores de la medida organizados como la Nevada Coalitions Against Marijuana han empezado a formar las filas de opositores, incluso la comisión de la Comarca de Clark (Las Vegas); las cámaras de comercio de Las Vegas, Norte de Las Vegas y Reno Sparks; y la AFL-CIO de Nevada. Pero el corazón de la oposición parece ser el establishment del aparato judiciario-legal de Nevada. El Sherif de la Comarca de Clark, Bill Young, el Detective de la Policía Metropolitana de Las Vegas, Todd Raybuck, y el Teniente de la Policía Metropolitana de Las Vegas, Stan Olsen, fueron, por ejemplo, las principales fuerzas motrices en hacer que la comisión de la Comarca de Clark aprobara la resolución que condena la medida.

Pero, esa acción puede haberlos metido, a ellos y los comisionados, en problemas. La ley de Nevada prohíbe a los funcionarios públicos de estar a favor o en contra de iniciativas electorales y cuando el CRCM supo de la reunión, varias docenas de defensores liderados por Levine aparecieron para recordarles la ley. “De acuerdo con los Estatutos Revisados de Nevada 281.554, los funcionarios y empleados del gobierno son prohibidos de gastar fondos públicos, tiempo o recursos en la oposición o apoyar una cuestión electoral”, dijo Levine en una confrontación televisada con la comisión. “Esta regla se aplica a la comisión de la Comarca de Clark”. La comisión ignoró la denuncia de Levine y aprobó la resolución.

“Los estatutos de Nevada son bien claros. Apenas una iniciativa está en las urnas, los funcionarios públicos no pueden usar recursos del gobierno para posicionarse a favor o en contra de ella”, explicó Levine. “Cuando la comisión de la Comarca de Clark, actuando a pedido del sherif, puso una resolución de oposición a nuestra iniciativa en la agenda, comparecimos para decirles que eso era ilegal, pero lo hicieron aun así. Ellos infringieron la ley”.

El CRCM dio parte junto a la Fiscalía General de Nevada, que ahora la está considerando. Mientras tanto, el CRCM ha usado todo el episodio para granjear aún más atención de la prensa. “Desde el punto de vista político, usamos su infracción de la ley de salir a público y oponerse a nuestra iniciativa para divulgar nuestro mensaje. Ese reportaje fue cubierto por los medios de todo el estado”.

El CRCM pudo hacer el mismo tipo de jiu-jitsu político con la visita a principios de este mes del director del Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas, John Walters. Pese a que su viaje a Nevada fuera ostensivamente para otros fines, Walters se pronunció en contra de la iniciativa y aun divulgó la dirección electrónica de la Nevada Coalitions Against Marijuana. “Logré imprimir una carta abierta en el periódico de Reno y el semanario de Las Vegas criticando a Walters por venir aquí y desperdiciar el dinero de los contribuyentes para posicionarse en contra de una iniciativa estadual”, dijo Levine.

Ahora, con poco más de un mes hasta el día de las elecciones, la campaña se está poniendo seria en ambos lados. El CRCM está listo para lograr una victoria histórica, pero parece que esto va a ser angustiante en la noche de las elecciones.

Documental: Waiting to Inhale

Caro lector de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas:

Muchos entusiastas de la reforma de las políticas de drogas leyeron hace dos semanas sobre nuestro nuevo blog acerca de un nuevo documental, Waiting to Inhale: Marijuana, Medicine and the Law [Esperando para Inhalar: La Marihuana, la Medicina y la Ley], y un debate emocionante aquí en Washington entre dos de mis colegas y un representante de la secretaría antidroga de los EE.UU. que ocurrió después de la exhibición de la película. Tengo el placer de anunciar que la DRCNet está disponibilizándole este film como nuestro más reciente premio de membresía – done $30 o más a DRCNet y puede recibir una copia de Waiting to Inhale como nuestro agradecimiento por su apoyo.

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He sabido de Waiting to Inhale durante algunos años y estoy muy feliz por verlo divulgado y causando repercusiones. La gente que aparece en la película – los proveedores de marihuana medicinal Mike y Valerie Corral y Jeff Jones, la vocera de los pacientes Yvonne Westbrook, el científico Don Abrams – son héroes cuyas historias merecen ser contadas y cuyas entrevistas en esta película deberían ser exhibidas a como de lugar. ¡Usted puede ayudar al pedir una copia y hacer una exhibición privada en su hogar! O usted y sus amigos activistas pueden simplemente verlo en casa como inspiración. (Haga clic aquí para más informaciones, incluso un avance en la Internet.)

Su donación ayudará a DRCNet mientras hacemos lo que creemos que será un plan increíble de dos años para avanzar considerablemente la reforma de las políticas de drogas y la causa de terminar la prohibición globalmente y en los EE.UU. ¡Por favor, haga una donación generosa hoy día para ayudar a la causa! Sé que usted sabrá que el dinero fue bien gastado después de ver lo que la DRCNet está preparando. Nuestro formulario de donación electrónica le permite donar por tarjeta de crédito, por PayPal o imprimir un formulario para enviar juntamente con su cheque u orden de pago por correo. Por favor, fíjese que las contribuciones a la Red Coordinadora de la Reforma de las Políticas de Drogas o Drug Reform Coordination Network, nuestra entidad de presión política, no son deducibles del impuesto a la renta. Las donaciones deducibles pueden ser hechas a la Fundación DRCNet, nuestra ala de concienciación. (Escoger un regalo como Waiting to Inhale reducirá la parte de su donación que usted puede deducir por el costo del artículo.) Ambos grupos reciben cartas de los miembros en la siguiente dirección: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Gracias por su apoyo. Si usted no ha visto nuestra nueva página web, espero que tenga un momento para hacerlo – está buenísimo, si se me permite decirlo. :)

Cuídese bien y espero tener noticias suyas.

Sinceramente,


David Borden
Director Ejecutivo

Documentary: Waiting to Inhale

Dear Drug War Chronicle reader:

Many drug reform enthusiasts read two weeks ago on our new blog about a new video documentary, Waiting to Inhale: Marijuana, Medicine and the Law, and an exciting debate here in Washington between two of my colleagues and a representative of the US drug czar's office that followed the movie's screening. I am pleased to announce that DRCNet is making this film available to you as our latest membership premium -- donate $30 or more to DRCNet and you can receive a copy of Waiting to Inhale as our thanks for your support.

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I've known about Waiting to Inhale for a few years, and I am pretty psyched to see it out now and making waves. People featured in the movie -- medical marijuana providers Mike & Valerie Corral and Jeff Jones, patient spokesperson Yvonne Westbrook, scientist Don Abrams -- are heroes whose stories deserved to be told and whose interviews in this movie should be shown far and wide. You can help by ordering a copy and hosting a private screening in your home! Or you and your activist friends can simply watch it at home for inspiration. (Click here for more information including an online trailer.)

Your donation will help DRCNet as we pull together what we think will be an incredible two-year plan to substantially advance drug policy reform and the cause of ending prohibition globally and in the US. Please make a generous donation today to help the cause! I know you will feel the money was well spent after you see what DRCNet has in store. Our online donation form lets you donate by credit card, by PayPal, or to print out a form to send with your check or money order by mail. Please note that contributions to the Drug Reform Coordination Network, our lobbying entity, are not tax-deductible. Tax-deductible donations can be made to DRCNet Foundation, our educational wing. (Choosing a gift like Waiting to Inhale will reduce the portion of your donation that you can deduct by the retail cost of the item.) Both groups receive member mail at: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Thank you for your support. If you haven't already checked out our new web site, I hope you'll take a moment to do so -- it really is looking pretty good, if I may say so myself. :) Take care, and hope to hear from you.

Sincerely,


David Borden
Executive Director

Announcement: New Format for the Reformer's Calendar

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With the launch of our new web site, The Reformer's Calendar no longer appears as part of the Drug War Chronicle newsletter but is instead maintained as a section of our new web site:

The Reformer's Calendar publishes events large and small of interest to drug policy reformers around the world. Whether it's a major international conference, a demonstration bringing together people from around the region or a forum at the local college, we want to know so we can let others know, too.

But we need your help to keep the calendar current, so please make sure to contact us and don't assume that we already know about the event or that we'll hear about it from someone else, because that doesn't always happen.

We look forward to apprising you of more new features of our new web site as they become available.

Take a Look: Extensive New Daily News, Commentary and More on DRCNet

Dear Drug War Chronicle reader:

DRCNet now has extensive new content that is now going onto our web site on a daily basis since the re-launch of our web site.

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The focus of our new expanded efforts (though not the totality of them) is the "Stop the Drug War Speakeasy" blogosphere project. In the Speakeasy, you can read daily news, commentary, press releases and announcements from our many allied groups in the movement, links to interesting articles in other blogs, DRCNet's take on what's new and important in the issue without having to wait until Friday.

Some of the latest posts include the following:

There is also a Latest News feed of links to drug policy stories in the media, an updated Cops Against the Drug War section, and much more coming soon.

Thanks for joining us! Please if you're able to make a donation to support this and other work.

Sincerely,


David Borden
Executive Director

Part-Time Opportunity: Interviewers, NY State's Expanded Syringe Access Program

The Baron Edmond de Rothschild Chemical Dependency Institute of Beth Israel Medical Center is hiring interviewers to conduct primary data collection for an independent evaluation of NY State's Expanded Syringe Access Program. Interviewers will locate & recruit injecting drug users for on-the-spot, 25-minute interviews in the streets of Queens & Brooklyn; and administer oral OraSure HIV tests to the first 300 participants who are interviewed. Interviewers will be trained in research methods.

Job requirements include ability to determine who is a current injecting drug user; street outreach or street research experience among drug users; organizational skills and attention to detail are very important; work outdoors in all seasons; ability to work with a partner & provide support for in-street conditions; experience doing harm reduction with substance users is a plus; knowledge of Queens and Brooklyn is a plus; owning a car would be very helpful but is not required.

$20/hour; 8-9 daytime hours/week starting at 8:30am (not Sundays); contract end date 6/30/2007; applicants seeking less than 10 months work should not apply, in the interest of maintaining steady data collection.

E-mail or fax resume & cover letter to: Cathy Zadoretzky, Project Director, Baron Edmond de Rothschild Chemical Dependency Institute, Beth Israel Medical Center, New York, NY 10038, (212) 256-2570 (fax), [email protected].

Web Scan

Welcome to the New Drug Scare of 2007, by Maia Szalavitz for Stats.

Have a Cold? Prove It, Then Sign Here, Anthony Papa on the danger of meth registries, for Counterpunch

drug prohibition timeline, from the UK's Transform

The User's Voice, newsletter/web site of the John Mordaunt Trust, UK

An Exit Strategy for the War on Drugs, Neal Peirce for stateline.org, on Alternet

Drug Truth radio:

Cultural Baggage for 09/22/06: Gary Bernsten, former CIA officer who led charge on Afghanistan and author of "Jawbreaker" + Poppygate, Terry Nelson of LEAP & Stash of Bags

Century of Lies for 09/22/06: Paul Armentano of NORML: 120 studies of medical marijuana since year 2000 + Cliff Thornton, Candidate for Governor in Connecticut, Drug War Facts, Black perspective

Book Review: "Pot Politics: Marijuana and the Costs of Prohibition," Mitchell Earleywine, ed. (Oxford University Press, $45.00 HB)

Phillip S. Smith, Writer Editor, 9/29/06

Psychologist and addiction researcher Mitchell Earleywine advanced our understanding of marijuana with his aptly-named 2002 book, "Understanding Marijuana: A New Look at the Scientific Evidence." Now, the State University of New York-Albany professor is out as the editor of a brand-new volume of essays devoted to outlining the costs of marijuana prohibition and thinking about the strategies that can undo it. "Pot Politics" boasts nearly 400 pages of top-notch research and analysis by some of the best thinkers in the marijuana reform movement, ranging from activists to academics, economists to social philosophers, and beyond.

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With "Pot Politics" the whole is greater than the sum of the parts. Standing alone, each of the 17 essays -- on topics including the efficacy of workplace drug testing, the effects of marijuana on driving, the philosophical and religious bases of marijuana policy, the mass media's distorted reporting on marijuana, and the economic consequences of prohibition -- is a cogent, sometimes eloquent, critique of some aspect of the marijuana laws. But taken as a whole, "Pot Politics" is a devastating assault on pot prohibition as a whole and a reasoned, thoughtful argument for marijuana legalization.

I've been writing the Drug War Chronicle for five years now, and following the marijuana law reform movement for decades before that, and I'm usually hard-pressed to hear or read something about pot policy that I haven’t seen before. That's not the case with "Pot Politics." Yes, I was familiar with Harvard University economist Jeffrey Miron's work on the economics of marijuana prohibition, but I hadn’t seen him put the data together on the national level, broken down state-by-state. According to Miron -- and after reading his essay, who's going to argue with him? -- we are paying nearly $8 billion a year to continue the folly of arresting and jailing marijuana offenders. At the same time, by refusing to do the sane thing and tax and regulate marijuana sales, we are foregoing more than $6 billion annually in lost tax revenues. Hell, $6 billion pays for three weeks of the Iraq war. Or we could find other uses for it.

An essay by University of Washington School of Social Work faculty members Roger Roffman and Anne Nichol is similarly fresh -- and full of smart ideas that could advance the movement. "The anti-prohibition movement will enhance its effectiveness in promoting liberalized policy and better serve the public if the movement's mission is expanded to include the dissemination of accurate, thorough, and balanced marijuana educational information, tailored for each of its current and potential constituencies," the pair convincingly argue. If the movement can provide honest, useful information about the possible adverse consequences of marijuana use to users, potential users (youths), users beginning to experience problems, dependent heavy users, concerned others, and service providers, its credibility will be enhanced among the public at large and fill a harm reduction information gap within the marijuana community.

That's good, solid, innovative thinking, and that's just what our movement needs. Charles Thomas of the Interfaith Drug Policy Initiative (IDPI) provides more of that with a pair of essays describing the sometimes surprising positions of various religious denominations on marijuana and related issues and making the crucial point that pot law reform is simply not going to happen without bringing religiously-inclined people -- the vast majority of Americans -- over to our side. But, as Thomas' detailed analysis of the various denominations' stances suggests, the distance may not be that far. Still, for a movement that is largely secular, if not downright hostile to organized religion, thinking about broadening our ministry to reach out to our brethren in the pews is absolutely necessary.

Essay after essay is replete with this sort of provocative information and analysis. Yes, some of the pieces read more like research reports than persuasive writing, but behind the occasionally stolid prose there is useful data carefully evaluated. Academic rigor may not always make for the flashiest writing, but it has other qualities to recommend it.

Still, it took Allen St. Pierre, executive director of the National Organization for the Reform of Marijuana Laws (NORML) to lay out the futility of marijuana prohibition in a nutshell. "The illogic of America's pot policy -- and its obvious solution -- became stunningly clear to me one day while I was waiting in line for a beer at a concert," he wrote in the forward to this volume. "I was... getting a beer for myself and a friend. When I turned to leave, I was approached by a kid clearly under the legal drinking age. He offered to trade me two joints for both of my beers. Then and there I understood the folly of America's pot policy. Here's a kid who can't get alcohol because it's taxed and regulated who has no problem whatsoever getting pot -- precisely because it's not taxed and regulated."

The marijuana reform movement understands this almost intuitively, but the rest of the polity is not quite there yet. "Pot Politics" will help the movement marshal its best arguments -- moral, legal, theological, pragmatic -- to move the rest of us forward, it will be an eye-opener for students and movement newcomers, and even for seen-it-all movement graybeards, there are going to be a few occasions when you stop and say to yourself, "Wow, why didn’t I ever think of that before?" "Pot Politics" is a welcome addition, both to the knowledge base on marijuana policy and its consequences and to the drug reformer's arsenal.

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