Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Recurso: Guia de Exibição Disponível para o Vídeo “Waiting to Inhale”

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Muitos leitores da DRCNet pediram cópias de Waiting to Inhale [Esperando para Inalar], um novo documentário importante sobre o movimento para legalizar o consumo de maconha.

Os produtores de Waiting to Inhale criaram um Guia de Exibição e Discussão para cidadãos motivados que queiram usar o vídeo para espalharem a mensagem e estimularem a discussão e o debate. Um versão em PDF do Guia está disponível na rede aqui (em inglês).

Se você ainda não pediu a sua cópia de Waiting to Inhale, pode solicitá-la da DRCNet com uma doação de $30 ou mais – visite a nossa página eletrônica de doação para fazer uma doação eletrônica ou para imprimir um formulário com o intuito de mandá-lo junto com o seu cheque pelo correio. Obrigado por participar deste esforço importante.

Anúncio: Agora os Feeds de Agregação de Conteúdo da DRCNet Estão Disponíveis para a SUA Página!

Você é fã da DRCNet e tem uma página que gostaria de usar para difundir a mensagem com mais força do que um único link ao nosso sítio pode conseguir? Temos o prazer de anunciar que os feeds de agregação de conteúdo da DRCNet estão disponíveis. Tanto se o interesse dos seus leitores está na reportagem investigativa quanto na Crônica da Guerra Contra as Drogas, o comentário corrente nos nossos blogs, a informação sobre subtópicos específicos da guerra às drogas, agora podemos dar-lhes códigos personalizáveis para que você os ponha nos lugares adequados no seu blog ou página e atualizem automaticamente os links ao conteúdo de conscientização da DRCNet.

Por exemplo, se você for um grande fã da Crônica da Guerra Contra as Drogas e acha que os seus leitores tirariam benefícios dela, pode ter as manchetes da última edição, ou uma porção delas, aparecendo e atualizando-se automaticamente quando sair cada nova edição.

Se a sua página é dedicada às políticas de maconha, pode publicar o nosso arquivo temático, com links a todos os artigos que publicamos na nossa página acerca da maconha – os artigos da Crônica, as publicações nos blogs, a lista de eventos, links a notícias externas e mais. O mesmo vale para a redução de danos, o seqüestro de bens, a violência do narcotráfico, os programas de troca de seringas, o Canadá, as iniciativas eleitorais, quase cem tópicos diferentes que rastreamos correntemente. (Visite o portal da Crônica, na coluna direita, para ver a lista atual completa.)

Se você gosta especialmente da nossa nova seção do Bar Clandestino, há conteúdo novo todos os dias lidando com todas as questões e você pode colocar links a essas publicações ou a subseções do Bar Clandestino.

Clique aqui para ver uma amostra do que está disponível - por favor, note que a extensão, a aparência e demais detalhes de como isso aparecerá na sua página podem ser personalizados para se adequarem às suas necessidades e preferências.

Por favor, note também que ficaremos felizes em fazer-lhe mais permutas do nosso conteúdo disponível sob pedido (apesar de não podermos prometer o cumprimento imediato de tais solicitações já que, em muitos casos, a oportunidade dependerá da disponibilidade do nosso web designer). Visite o nosso Mapa do Sítio para ver o que está disponível atualmente – qualquer feed RSS disponível ali também está disponível como feed de javascript para a sua página (junto com o feed da Crônica que não aparece ainda, mas que você já pode encontrar na página de feeds relacionada acima). Experimente o nosso gerador automático de feeds aqui.

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Cânhamo: DEA Gastou $175 Milhões Erradicando Plantas de Cânhamo Selvagem que Não Inebriam

Nas duas últimas décadas, a Administração de Repressão às Drogas (DEA) gastou pelo menos $175 milhões em gastos e subvenções diretas aos estados para erradicar as plantas de cânhamo selvagem, conhecidas popularmente como “erva ruim”. As plantas, descendentes resistentes das plantas de cânhamo cultivadas pelos agricultores na solicitação do governo federal durante a II Guerra Mundial não contêm THC suficiente, o principal ingrediente psico-ativo na maconha, para inebriar as pessoas.

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gráfico de Jon Gettman para a Vote Hemp
De acordo com os dados do Programa de Erradicação/Supressão da Cannabis Doméstica da DEA, ela confiscou ou destruiu 4,7 bilhões de plantas de cânhamo selvagem desde 1984. Isso está em contraste com os 4,2 milhões de plantas de maconha que confiscou o destruiu durante o mesmo período. Em outras palavras, 98,1% de todas as plantas erradicadas sob o programa eram erva ruim, da qual observa-se popularmente que “dá para fumar um baseado do tamanho de um poste e tudo o que se consegue é uma dor de cabeça e uma garganta inchada”.

Embora a DEA esteja gastando milhões de dólares do contribuinte, inclusive $11 milhões em 2005, para suprimir as plantas de cânhamo, os agricultores no Canadá e nos países europeus estão ganhando milhões cultivando cânhamo para consumo em uma ampla variedade de alimentos, roupas e outros produtos. Os fabricantes dos produtos do cânhamo nos Estados Unidos devem importar o seu cânhamo dos países com políticas mais esclarecidas.

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gráfico de Jon Gettman para a Vote Hemp
“É orwelliano que o maior alvo do Programa de Erradicação da DEA não seja uma droga, mas uma planta útil para tudo, de alimentos e roupas a autopeças, e que atualmente deve ser importada para suprir uma indústria de $270 milhões”, disse Eric Steenstra, presidente da Vote Hemp, um grupo que faz pressão pelo crescimento da aceitação da planta versátil. “Embora a Vote Hemp tenha instado a DEA a reconhecer a diferença entre o cânhamo e a maconha para que os agricultores possam cultivá-la aqui, a agência federal está gastando milhões de dólares para destruir centenas de milhões de plantas de cânhamo inofensivas”.

Os funcionários da DEA argumentam regularmente que não há diferença entre cânhamo e maconha, mas as suas próprias estatísticas desmentem essa afirmação. Em seus relatórios sobre o programa de erradicação doméstica, a agência distingue claramente entre erva ruim e “maconha cultivada”.

Não só o programa de erradicação da erva ruim é um desperdício de dinheiro, pode até ser contraproducente, disse o coordenador de contato nacional da Vote Hemp, Tom Murphy. “Acredita-se que grande parte da erva ruim erradicada é queimada, convertendo uma planta consumidora de carbono em um contribuinte de gases prejudiciais à Camada de Ozônio”, disse Murphy em uma nota à imprensa pós-Natal. “Apesar de todo o esforço para encontrar e destruir essas plantas inofensivas de cânhamo selvagem, elas voltam ano após ano. É provável que os programas de erradicação ajudem a semear novamente os locais em que a erva ruim é encontrada. A oportunidade do fim do verão e os métodos de remoção fazem com que inumeráveis sementes maduras caiam no chão de onde brotarão de novo no ano que vem”.

Assim é empregado o dinheiro dos seus impostos.

Matéria: Dilema do Ópio Afegão Dá Origem a Novos Pedidos de Desenvolvimento Alternativo, “Normalizando” a Papoula

Com o cultivo de papoulas do Afeganistão alcançando níveis recordes no ano passado e aparentemente destinado a repetir o desempenho neste ano, legisladores e funcionários em ambos os lados do Atlântico estão buscando soluções inovadoras. Ou pelo menos alguns deles estão. Aparentemente privados de novas idéias, a linha oficial do governo dos EUA é a de que a solução é erradicar o máximo possível do cultivo com herbicidas, como anunciou o secretário antidrogas John Walters em Cabul há duas semanas.

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espécimes talhados de papaver (papoulas)
Embora o governo afegão do Presidente Hamid Karzai tenha endossado a noção – apesar de ainda não ter entrado em vigor -, o fez com muita relutância, sabendo que a erradicação enfurecerá centenas de milhares de agricultores pobres que dependem da colheita da papoula para alimentar as famílias deles. Como o governo Karzai sabe muito bem, agricultores de papoulas bravos significam tempo ruim para o governo e tempo bom para o ressurgente Talibã, que aguarda os cultivadores prejudicados de braços abertos.

Mas, embora o governo estadunidense e um governo afegão de má vontade estejam adotando as táticas padrões da guerra às drogas, a situação no Afeganistão criou o espaço político para a ponderação de outras soluções. Algumas, como as propostas de desenvolvimento alternativo, são quase uma resposta tão usada quanto a da erradicação, enquanto que outras, inclusive vários esquemas para legitimar o cultivo de papoulas, representam uma ruptura com o consenso proibicionista global.

Desenvolvimento alternativo – a substituição das papoulas por outros cultivos lucrativos e a criação de novas atividades econômicas – é a solução predileta de uma série de acadêmicos e de organizações não-governamentais, bem como da comunidade internacional representada pelas Nações Unidas e o Banco Mundial. Em um relatório altamente detalhado sobre a economia do ópio afegão lançado no fim de novembro, o Banco Mundial pediu uma estratégia antinarcóticos “esperta” que conte tanto com o desenvolvimento alternativo quanto com a ação de repressão legal contra o tráfico, mas mesmo enquanto fazia isso, sublinhava que o desenvolvimento alternativo seria uma solução de longo prazo – não de curto prazo.

“Uma estratégia antinarcóticos ‘esperta’ será essencial para a eficácia e a sustentabilidade da luta contra as drogas”, observou o relatório. “A diversidade, flexibilidade e caráter dinâmico da indústria das drogas têm sido amplamente demonstrados recentemente. Deve-se reconhecer que os esforços antinarcóticos – sejam ações repressivas, seja o desenvolvimento dos sustentos alternativos – inevitavelmente não podem ser tão espertos nem tão rápidos quanto as atividades contra as quais se dirigem e inevitavelmente tomam tempo, medido em décadas em vez de anos em caso de programas de sustentos alternativos”.

Mas, faltam provas de que uma estratégia antinarcóticos “esperta” esteja sendo implementada. Como observou o acadêmico sobre o Afeganistão, Barnett Rubin, em um artigo recente na Foreign Affairs, o governo dos EUA não consolidou os ganhos que teve com uma pequena redução na área cultivada em 2005. “Apesar de que a diminuição fosse devida quase totalmente à persuasão política dos agricultores pelo governo, os Estados Unidos não entregaram os sustentos alternativos que os agricultores esperavam e continuaram pressionando o governo afegão a tomar parte no sustento dos cultivadores de papoulas”.

O problema do apoio ao desenvolvimento alternativo não está limitado às comunidades isoladas que cultivam a papoula, notou Barnett. “Como numerosos estudos documentaram durante todos estes anos, o Afeganistão não recebeu os recursos necessários para estabilizá-lo. Os comandantes militares internacionais, que confrontam os resultados desta pobreza todos os dias, estimam que Washington deve dobrar os recursos que dedica ao Afeganistão. Carências de suma importância incluem a aceleração da construção de estradas, a compra de óleo diesel para a produção imediata de energia elétrica, a expansão de comprar de eletricidade entre as fronteiras, o investimento em projetos hidráulicos para melhorar a produtividade da agricultura, o desenvolvimento da infra-estrutura para a exploração de minérios e um programa enorme de construções para os setores público e privado”.

E esse é o impasse de eliminar a papoula através do desenvolvimento alternativo. Embora a falta de estradas, de energia elétrica e de outra infra-estrutura para o desenvolvimento dificulte a decolagem, isso sem falar do desenvolvimento alternativo sustentável, a economia do ópio, com a sua hostilidade para com a interferência do governo central e do Ocidente e a sua aliança de facto com os insurgentes e os matadores mercenários, torna a criação de tal infra-estrutura crucial do desenvolvimento quase impossível. Na verdade, em vista de um Talibã revitalizado, algumas das organizações não-governamentais que trabalham com o desenvolvimento alternativo saíram das regiões que cultivam a papoula.

Rubin é um duro crítico das políticas antinarcóticos estadunidenses no Afeganistão, observando que os EUA ignoraram a princípio o tráfico dos caudilhos que queriam como aliados, então, enquanto o alvoroço sobre o aumento da produção de papoulas ficava mais barulhento, pediu a erradicação do cultivo. “Para os afegãos”, escreveu, “esta política tem se parecido a uma maneira de recompensar os ricos narcotraficantes enquanto se punem os agricultores pobres”.

Após observar que o regime atual da proibição global não reduz o consumo de drogas, senão rende enormes lucros aos criminosos, insurretos armados e funcionários corruptos do governo, Rubin recomenda lidar com o problema da papoula como questão de segurança e desenvolvido. Mas então, voltamos ao impasse. Porém, ele faz certas recomendações concretas: “O desenvolvimento rural tanto nas áreas que cultivam a papoula quanto nas que não a cultivam, inclusive a construção de estradas e de instalações com refrigeração para tornar os demais produtos vendáveis, a criação de empregos através do desenvolvimento de novos setores rurais; e a reforma do Ministério do Interior e dos demais corpos governamentais para desenraizar dados importantes envolvidos com os narcóticos, apesar das relações políticas ou familiares”.

Mas, a expansão contínua da economia da papoula afegã, combinada com o ressurgimento do Talibã e de seus aliados da Al Qaeda e a necessidade de que soldados dos EUA e da OTAN combatam e morram tentando detê-los, levaram a pedidos crescentes de uma abordagem que transcende tanto a repressão quanto o desenvolvimento alternativo. Recentemente, nos últimos dias, um congressista estadunidense e um parlamentar britânico pediram separadamente o desvio da papoula para o mercado medicinal legítimo de analgésicos opiáceos.

O instituto de consultoria europeu em políticas de drogas e defesa, o Conselho Senlis, foi o primeiro a dar o seu apoio à noção, revelando uma proposta abrangente para isso. Mas, essa proposta conseguiu pouca tração até agora, granjeando o apoio de apenas um punhado de políticas ocidentais. Mas, os temores crescentes no Ocidente de que tentativas de erradicar o cultivo levem ao aumento da instabilidade política e à violência ao voltarem os agricultores afegãos para os braços do Talibã parecem estar conduzindo a uma nova receptividade à noção – ou a algo similar.

Aqui nos EUA, o Dep. Russ Carnahan (D-MO) disse na semana passada que usaria a sua cadeira recém-adquirida no Comitê de Relações Internacionais na Câmara para levantar a questão neste mês. “Não dá simplesmente para cortar as papoulas porque elas são o sustento da gente que mora ali”, disse Carnahan. “Mas, dar-lhes mercados alternativos legais para a medicação analgésica é uma maneira de ajudar a diminuir essa oferta de heroína”.

Carnahan citou as experiências bem-sucedidas da Turquia e da Índia no início dos anos 1970, quando os funcionários estadunidenses estavam preocupados com uma onda crescente de heroína extraída dos cultivos de papoulas desses dois países. Os funcionários no governo Nixon redigiram um tratado que desbaratou a ameaça ao permitirem à Turquia e à Índia que vendessem os seus cultivos para fazerem analgésicos como parte de suas economias legítimas. Carnahan também está explorando a idéia de usar papoulas alteradas e sem morfina que contenham tebaína, as quais podem ser transformadas em uma série de compostos terapêuticos, inclusive a oxicodona, oximorphon, naltrexona e buprenorfina. As papoulas alteradas que produzem a tebaína são a variedade que é usada na Austrália, onde são cultivadas sob autorização para o mercado medicinal.

“A idéia de criar um mercado para a papoula livre da morfina vale muito a pena e precisa ser ponderada cuidadosamente”, disse Toni Kutchan, bioquímica no Centro de Ciências da Planta Donald Danforth em São Luiz. “Isso não deveria ser deixado de fora da discussão por um reflexo contrário”.

“Certamente gostaria de ver um estudo sobre a sua factibilidade”, disse James Dobbins, diretor do Centro de Segurança Internacional e Políticas de Defesa na Corporação RAND. “Eu acho sim que o esforço estadunidense e internacional é, na melhor das hipóteses, uma espécie de paliativo que não pode causar mais do que um impacto marginal”.

“Eu acho que o governo deveria pensar seriamente em tentar implementar esse tipo de programa”, disse o Dr. Charles Schuster, ex-diretor do Instituto Nacional de Abuso Químico. As políticas estadunidenses atuais “nunca vão ser a solução para isto”, ele acrescentou.

Porém, o antigo funcionário do Departamento de Estado que dirige os esforços dos EUA para combater o tráfico de drogas afegão zombou disso. Tom Schweich disse que a idéia não era “nada realista”. Em troca, aconselhou mais do mesmo. “Na verdade, é preciso mantê-la ilegal e erradicá-la”, disse Schweich.

Enquanto isso, um parlamentar britânico estava pedindo na semana passada que o governo britânico comprasse as papoulas afegãs e as usasse em redor do mundo para o alívio da dor. O Parlamentar de South West Beds, Andrew Selous, perguntou à Câmara dos Comuns, por que não? “Por que, visto que a heroína pode ter usos medicinais legítimos, não podemos comprar a heroína afegã e usá-la em redor do mundo para o alívio da dor? Isso a impediria de inundar este país ilegalmente. Precisamos pensar seriamente nessa questão”.

Selous citou os assassinatos das cinco prostitutas viciadas em Ipswich no mês passado. “Li as biografias das mulheres que foram tão brutal e horrivelmente assassinadas e não posso ter sido o único a ficar consternado com o fato de que todas eram viciadas em heroína”, disse. “Esse é um problema que afeta todos os nossos constituintes – não há nenhum parlamentar que não tenha um problema com a heroína nas suas bases. Como sabemos que 90% da heroína no Reino Unido vêm do Afeganistão e que temos uma enorme presença militar lá, é extraordinário que não possamos fazer mais para determos a papoula que acaba aqui”.

Embora o governo Bush esteja fazendo pressão por medidas mais duras e erradicação química dos cultivos e a ONU, o Banco Mundial e alguns acadêmicos estejam defendendo estratégias intensificadas de desenvolvimento e construção do estado como adjunto ou alternativa, o coro de críticos que procuram uma maneira melhor de arranjar as coisas está crescendo.

Editorial: Reide vs. Reide

As imagens da guerra no Iraque viraram uma visão diária nas redes de notícias da tevê a cabo. Um dos segmentos que recorreram nesta semana foi uma fita de soldados estadunidenses entrando à força em uma casa, supostamente em busca de insurgentes ou outros perpetradores da violência terrorista.

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David Borden
Apesar de que a imagem fosse transmitida apenas como segundo plano para a discussão dos repórteres sobre a situação política dos EUA, ela saltou à minha vista.

O que me chamou a atenção era a maneira cuidadosa com que os soldados faziam o trabalho deles. Com uma força cuidadosamente medida eles abriram a porta, ficaram de lado, olharam com cautela e só então entraram – com armas empunhadas, é lógico, mas lenta e cuidadosamente.

Isso chamou a minha atenção pelo forte contraste que tinha com a forma que as equipes paramilitarizadas da “SWAT” conduzem as operações aqui nos EUA. Originalmente, as equipes da SWAT foram criadas como unidades seletas para serem usadas em situações emergenciais de alta intensidade – seqüestros, disparos, esse tipo de coisa. Elas eram dispersas alguns milhares de vezes por ano, mas, agora, o número anual gira em torno de 40.000. De acordo com "Overkill”, um relatório lançado no ano passado pelo Instituto Catão, a grande maioria de dispersões da SWAT são para serviços rotineiros de mandados de busca em casos menores de drogas.

Tipicamente, ou pelo menos comumente, as equipes da SWAT não mostram o tipo de cuidado e moderação que os nossos soldados no Iraque mostraram quando entraram naquele imóvel. Ao invés disso, vemos freqüentemente os oficiais da SWAT vestidos de preto derrubando rapidamente a porta, entrando depressa e gritando, atirando bombas de impacto moral e apontando armas contra as cabeças de adultos, crianças e animais confusos e desorientados, os quais foram infelizes o suficiente para estarem em casa quando isso acontecia. Os reides tendem a ser feitos de madrugada ou em plena noite, para aumentar a desorientação e a confusão. Lógico, com isto também aumentando o trauma, mesmo quando ninguém acaba ferido fisicamente.

Como é de se esperar, a crítica destas táticas pode ficar intensa. Muitos defensores da polícia os defendem com igual intensidade. Entre os principais argumentos está o de que a polícia precisa usar estas táticas, porque algumas pessoas lá dentro são criminosos perigosos, que terão mais chances de sacar as armas deles e atirar se não o fizerem. Um dos contra-argumentos é o de que tais táticas tendem a intensificar as situações – a maioria das quais na verdade começa sim como uma operação rotineira e inócua – em algo mais tenso, mais chocante, com mais probabilidade de acabar em tragédias desnecessárias.

Tragédias como o assassinato da octogenária Kathryn Johnston pela polícia de Atlanta no ano passado. Quando a polícia tomou o apartamento dela de assalto, Johnston, incapaz de raciocinar com ponderação nos escassos segundos disponíveis que os invasores armados, barulhentos e súbitos do seu lar eram em realidade apenas policiais que não queriam machucá-la, sacou uma arma dada a ela pela sua sobrinha para sua proteção no bairro barra-pesada em que morava e abriu fogo. Ela feriu três dos invasores (quero dizer, oficiais de paz), antes que eles pudessem atirar nela e matá-la. Obviamente, as táticas da SWAT não produziram um resultado favorável neste caso, nem para Johnston nem para os mesmos oficiais. É lógico, eles estavam com o endereço errado, não encontraram droga nenhuma ali e tudo estava baseado na palavra não-corroborada de um informando anônimo e remunerado. Vários indícios de improbidade policial foram divulgados na mídia desde então, uma por uma contradizendo as declarações feitas pelos porta-vozes do departamento pressionados para esconderem a tremenda culpa que o departamento merece.

Então, voltamos aos nossos soldados em Bagdá, aqueles naquele vídeo, que apesar do grande perigo de sua situação demonstravam tanto cuidado quando entravam na casa de um insurgente suspeito, que apesar da possibilidade muito real de que alguém lá dentro tentaria atirar neles ou explodi-los. Tenho certeza de que as coisas deram errado a respeito da conduta dos soldados estadunidenses em muitas ocasiões, porque isso está incrustado na natureza da guerra. Mas, também entendo que a maneira pela qual estes soldados em particular lideram com este reide é na verdade o que se esperava deles e que isso é o que os nossos soldados costumam fazer.

Então, acho difícil aceitar o argumento da polícia de que eles têm que usar as táticas paramilitares em reides antidrogas rotineiros pelo bem da segurança da polícia. E a segurança para nós? Respeito o risco que os nossos policiais correm todos os dias, só por serem policiais. Porém, o propósito do trabalho é proteger a segurança pública, não pôr membros do público em perigo. Há pouquíssimas situações de imposição da lei em que a polícia nos EUA está sob uma ameaça tão grande quanto a que os nossos soldados enfrentam no Iraque todos os dias. Se os nossos soldados podem mostrar tanto cuidado e moderação quanto demonstraram enquanto caçavam insurgentes em Bagdá naquela gravação, os nossos policiais podem fazer a mesma coisa enquanto servem mandados de busca rotineiros a infratores suspeitos, pequenos e não-violentos da legislação antidrogas aqui.

Além do mais, muitos policiais claramente não sabem como lidar adequadamente com estes tipos de táticas – as dúzias de matanças desnecessárias nas últimas décadas sob circunstâncias similares às de Kathryn Johnston demonstram isso muito bem. Chegou a hora de separarmos novamente a nossa polícia e os nossos militares e devolvermos os nossos oficiais da polícia às funções de oficiais de paz como destinados a ser. Já é tarde demais para salvar Kathryn Johnston do destino horrível que a polícia de Atlanta lhe infligiu. Mas não é tarde demais para salvar a próxima Kathryn Johnston.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Listado de Empleos: Auxiliar de Comunicación, Justice Policy Institute, Washington, DC

El Justice Policy Institute es una de las principales organizaciones no gubernamentales de pesquisa y políticas públicas del país, dedicada a terminar la confianza de la sociedad en la reclusión y a promover soluciones eficaces y justas de los problemas sociales. El JPI está ubicado en Washington, DC, y funciona con organizaciones de defensa, ciudadanos y legisladores de todo el país para promover reformas progresistas en la justicia criminal y del menor.

El auxiliar de comunicación ayudará al director de comunicación en el desarrollo e implementación de todas las actividades mediáticas y comunicacionales. Las responsabilidades incluirán el desarrollo y mantenimiento de listas de comunicación; redacción y edición de materiales mediáticos que incluyen comunicados y notas a la prensa, cartas abiertas, cartas al editor, artículos, folletos y materiales promocionales; presentar artículos a los medios en nombre del JPI, de organizaciones y proyectos aliados; asistir en el desarrollo de estrategias de comunicación para el JPI y organizaciones aliadas; mantener la página web y los boletines electrónicos; orquestar eventos mediáticos y publicitarios; monitorear las noticias sobre cuestiones de la justicia para adultos y jóvenes; rastrear y catalogar las apariciones en los medios; administrar el boletín electrónico; hablar y presentarse en público; otras tareas administrativas relacionadas con la comunicación cuando sean asignadas.

Calificaciones: incluir una comprensión declarada y un compromiso con la misión, cuestiones y proyectos del JPI; un mínimo de dos años de experiencia en un campo relacionado, como la comunicación estratégica o de campaña, relaciones públicas u otra experiencia relevante en el sector no gubernamental o público, comunicación escrita y oral excelente; habilidad interpersonal excelente en el trato con diversos grupos que incluyen defensores, medios, profesionales de organizaciones no gubernamentales, figuras de los sistemas de justicia criminal y organizaciones de base; destreza con computadoras, diseño web y mantenimiento. La experiencia como entrenador es un punto positivo; disponibilidad para viajes y flexibilidad son condiciones indispensables.

Se ofrecen beneficios. El salario competitivo es medido de acuerdo con la experiencia. Las postulaciones electrónicas son alentadas. Los postulantes deben enviar una carta de interés, currículo y muestra escrita (preferiblemente un comunicado de prensa o un artículo) a: [email protected] o Laura Jones, Auxiliar de Búsqueda de Comunicación, Justice Policy Institute, 1003 K Street, NW, Suite 500, Washington, DC 20001. Por favor, revise el trabajo del JPI en http://www.justicepolicy.org antes de postular. No se aceptan llamadas telefónicas.

La gente de color y los individuos con experiencia directa con el sistema de justicia criminal son muy alentados a postular. El Justice Policy Institute es un empleador de oportunidad igual.

Anuncio: Los Feeds RSS de DRCNet Están Disponibles

Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Semanal: Esta Semana en la Historia

11 de Enero de 1906: Nace el Dr. Albert Hoffman, el inventor del LSD.

09 de Enero de 1923: Davis, el Ministro del Trabajo de los EE.UU., apoya la idea de una campaña nacional contra el peligro de las drogas formadoras de vicio.

11 de Enero de 1923: El New York Times publica el artículo “La Marihuana Es la Más Nueva Droga” y afirma que el Estado de Nueva York tiene 50.000 drogadictos.

05 de Enero de 1985: Colombia extradita a cuatro narcotraficantes a Miami. En pocos días, los EE.UU. tienen ciencia de la “lista de jurados de muerte” del cartel de Medellín, que incluye a miembros de la embajada, sus familias, hombres de negocios de EE.UU. y periodistas.

08 de Enero de 1990: El General Manuel Noriega es condenado por ocho acusaciones de tráfico de drogas, lavado de dinero y estelionato y es condenado a 40 años en prisión federal.

09 de Enero de 1996: Los agentes de la DEA en Miami arrestan a Jorge Luis Cabrera, un donador de $20.000 al Partido Demócrata que había comparecido a una Fiesta de Navidad de la Casa Blanca un año antes. Él fue preso con miles de kilos de cocaína.

07 de Enero de 1997: La Cámara de los Diputados de los EE.UU. vota 226 a 202 a favor de 25 cambios en las reglas internas de la Cámara, incluso la solicitación de exámenes en busca de consumo de drogas ilegales en diputados y sus empleados.

05 de Enero de 1998: En un discurso hecho a sus bases, el Presidente de la Cámara Newt Gingrich (R-Georgia) les pide a sus colegas políticos que aumenten enormemente los esfuerzos antidrogas federales. “Ahora, digan, ¿qué se necesita para cerrar la frontera?” pregunta Gingrich. “¿Qué se necesita para perseguir a los narcotraficantes? ¿Qué se necesita, francamente, para aumentar el precio para los usuarios de drogas?” Gingrich insta al Secretario Antidroga Barry McCaffrey a trazar un “plan de batalla a la II Guerra Mundial” para terminar el consumo de drogas en los Estados Unidos.

08 de Enero de 1998: El Proyecto de la Cámara 196 de Mississippi del Dip. Bobby Moka (R-Comarca de Lincoln) propone “La remoción de una parte del cuerpo en vez de otras sentencias impuestas por el tribunal por violaciones de la Ley de Sustancias Controladas [Controlled Substances Law]”.

06 de Enero de 1999: Una acción judicial abierta en París acusa a Fidel Castro de tráfico internacional de drogas.

06 de Enero de 2001: El General Barry McCaffrey deja su cargo como Director del Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas (ONDCP).

Europa: El apoyo a la legalización de la marihuana anda bajo

Apenas cerca de un cuarto de los adultos en Europa cree que la marihuana debería ser legal para el consumo personal, de acuerdo con una encuesta Eurobarómetro conducida por la Comisión Europea. En la encuesta de unos 29.000 residentes de la Unión Europea, los encuestadores descubrieron que 26% de los adultos en toda la UE estaban listos para legalizar la hierba. El dato fue más alto en los Países Bajos, donde la venta de marihuana en los cafés es ignorada por las autoridades, pero, aun allí, el apoyo a la legalización no era la posición de la mayoría, llegando a 49%.

En una segunda sección de países, el apoyo a la legalización varió entre los 30% y los 40%, con la aprobación atingiendo los 40% en España, 32% en Gran Bretaña y la República Checa y 30% en Irlanda. Del otro lado de la balanza, en Rumania, Suecia y Finlandia, menos de 10% de los encuestados estaban de acuerdo que la marihuana debería ser legalizada. Entre los demás países europeos, el apoyo a la legalización fue de 28% en Austria, Francia e Italia, 27% en Portugal, 26% en Bélgica y de 19% en Alemania.

Sorpresivamente, el apoyo a la legalización de la marihuana es más bajo en Europa que en los Estados Unidos. De acuerdo con una encuesta Gallup de un año atrás, 36% de los adultos estadounidenses favorecían la legalización, con ese dato llegando a los 47% en la Costa Oeste.

De acuerdo con los autores del Eurobarómetro, que incluye a más de 40 preguntas sobre el apoyo a la Unión Europea y las conductas respecto de varias cuestiones sociales, “El alto nivel de oposición a la idea de que el consumo personal de cannabis deba ser legalizado por toda Europa proporciona más pruebas de que los europeos creen que hay demasiada tolerancia actualmente”.

Latinoamérica: Soldados mexicanos ocupan Tijuana en lucha contra el narcotráfico

Esta semana, más de 3.000 soldados y policías federales mexicanos fueron despachados a la ciudad fronteriza de Tijuana para combatir el narcotráfico, anunciaron los funcionarios mexicanos el martes. Al mismo día, convoyes que contenían cientos de policías vestidos con chalecos antibalas entraron a la ciudad, la sede de una de las organizaciones más poderosas y violentas del narcotráfico de México, el cartel Arellano Félix.

La entrada a Tijuana, donde más de 300 personas fueron muertas en la violencia relacionada con la prohibición de las drogas el año pasado, es el segundo golpe duro contra los carteles de parte del nuevo presidente mexicano, Felipe Calderón. El mes pasado, él envió más de 7.000 efectivos al estado de Michoacán para erradicar la marihuana y la adormidera e ir en contra de los traficantes ubicados allí.

“Las operaciones nos permitirán restablecer las condiciones mínimas de seguridad en distintos puntos de México para que podamos recuperar poco a poco nuestras calles, nuestros parques y nuestras escuelas”, le dijo el presidente Calderón al país en un mensaje de Año Nuevo el martes.

“Llevaremos a cabo todas las acciones necesarias para retomar cada región del territorio nacional”, dijo el ministro del interior de México, Francisco Ramírez Acuña., en una rueda de prensa al mismo día. “No permitiremos que ningún estado sea rehén de los narcotraficantes o del crimen organizado”.

Ramírez Acuña añadió que la fuerza de Tijuana incluirá a 2.620 soldados, 162 marinos y 510 agentes de la policía federal. Estarán equipados con 28 botes, 21 aviones y nueve helicópteros para intentar aplastar el tráfico floreciente en cocaína, marihuana y metanfetaminas entre las fronteras. Los soldados y la policía patrullarán la costa, cuidarán de los puntos de identificación y cazarán a los narcotraficantes buscados en la rebosante Tijuana, que queda del otro lado de la frontera EE.UU.-México desde San Diego.

La intervención federal fue bien recibida por el alcalde de Tijuana, Jorge Hank Rhon, el cual, bajo ataque de los intereses de los negocios municipales, anunció a fines del año pasado que iba a poner toda la corporación de la policía municipal bajo investigación por corrupción relacionada con las drogas. Esta semana, Rhon le dijo a los reporteros en Tijuana que esperaba que los soldados y la policía federal trabajaran con los policías municipales – presuntamente los que ya han sido chequeados – que están estableciendo puntos aleatorios de identificación.

“Espero que esto convierta a Tijuana en un lugar más seguro”, dijo, mientras negaba que el despliegue significa que la ciudad está siendo militarizada.

Como su predecesor, Vicente Fox, el presidente Calderón está haciendo una gran demostración de persecución de los dichos carteles, cuyas batallas sangrientas dejaron en torno de 2.000 muertos el año pasado. Pero, los golpes de Fox contra los carteles, que eliminaron parte de su liderazgo previo, son lo que llevaron a la violencia sangrienta mientras los carteles se debatían el uno con el otro para reajustarse. Dada la naturaleza lucrativa del negocio y el apetito insaciable por drogas ilícitas al norte de la frontera, hay pocas pruebas para sugestionar que el resultado será diferente de esta vez.

Latinoamérica: Senador Colombiano Pide Debate Sobre la Legalización de las Drogas

Un senador colombiano está pidiendo un debate urgente sobre las alternativas a la prohibición de las drogas y no es sólo un senador. El Senador Juan Manuel Galán, del Partido Liberal de la oposición, es hijo de Luis Carlos Galán, que estaba a semanas de alcanzar la presidencia colombiana cuando fue muerto por los asesinos del Cartel de Medellín de Pablo Escobar en 1990.

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Juan Manuel Galán
Ya es hora de un debate sobre la legalización de las drogas en el Congreso, le dijo Galán a la Associated Press en entrevista concedida el 28 de diciembre. “El abordaje represivo actual contra el narcotráfico no ha funcionado a pesar de las enormes cantidades de sangre que los colombianos han derramado”, dijo Galán. “Ya es hora de examinar las distintas opciones, en conjunción con otros países productores de drogas, como forma de romper el espinazo de los narcotraficantes”.

La tenencia de drogas ya es legal en Colombia según una decisión de la Corte Constitucional de Colombia, pero el cultivo de plantas de que se extraen las drogas – la coca, las adormideras y la marihuana – es ilegal, así como el tráfico de drogas. El país ha recibido más de $4 billones en auxilio estadounidense – en su mayoría militar – para derrotar el narcotráfico, sin causarle un impacto considerable. A pesar de la tremenda campaña de erradicación con la fumigación de herbicidas que objetivaba la coca el año pasado, el gobierno de los EE.UU. admite que la cantidad de tierra dedicada al cultivo creció 26% este año.

Aunque otros políticos colombianos hayan tocado en el asunto antes, Galán trae una estatura particular a causa de la alta estima que los colombianos le tienen a su padre. Enemigo de los carteles, Luis Carlos Galán fue muerto como parte de una campaña de Escobar para aterrorizar el establishment político colombiano a fin de impedir su extradición a los EE.UU. El propio Escobar fue muerto en 1993, pero entonces, docenas de figuras políticas, jueces, policías y periodistas habían sido muertos por los asesinos del cartel.

El Galán padre aprobaría la posición de su hijo, dijo Juan Manuel Galán. “Creo que dos décadas después, viendo el impacto violento del narcotráfico, él no se quedaría cerrado a nuevas ideas sobre cómo dar el golpe final a los narcotraficantes”. Aunque los Estados Unidos probablemente se opongan a la discusión, dijo Galán, “Colombia tiene la autoridad moral para liderar este debate a escala internacional. Dos décadas metidos en la guerra a las drogas y seguimos teniendo mafias ilegales que diseminan la violencia por todo el país, seguimos teniendo guerrillas, seguimos teniendo paramilitares”, dijo Galán. “Y, a pesar de todo, no hay solución real en vista para el problema”.

Pero, el gobierno conservador del presidente Álvaro Uribe es inalterablemente contrario a la legalización y hasta ahora el propio Partido Liberal de Galán no ha respaldado su pedido de debate en el Congreso.

Prohibición de las Drogas: Fiscal de Vermont Pide “Negociaciones de Paz” en la Guerra Contra las Drogas y Consideración de Abordaje de Salud Pública

En un artículo de opinión publicado el jueves en el Rutland Herald, el Fiscal de la Comarca de Windsor de Vermont, Robert Sand, ha pedido “negociaciones de paz” en la guerra contra las drogas. En vez de declarar victoria o derrota, “ya es hora de idear una estrategia de salida inteligente, una que incluya la consideración de un abordaje regulado de salud pública a las drogas en vez de nuestro modelo actual de justicia criminal”.

El abordaje actual a las políticas de drogas, con su fuerte confianza en la represión legal “puede aun ser contraproducente para la seguridad pública y personal”, escribió Sand. La prohibición de las drogas engendra tres formas de violencia, observó - la violencia estructural (es decir, batallas armadas para resolver las disputas de negocios), la violencia adquisitiva (es decir, drogadictos recurriendo al robo para sufragar los precios excesivos del mercado negro para las drogas) y, en un grado mucho menor, la violencia biofarmacéutica (es decir, la gente que se coloca y ataca a los demás).

De acuerdo con Sand, cualquier inquisición de las políticas de drogas debe contestar cinco preguntas críticas:

  • Si hablamos en serio sobre tratar de la drogodependencia, ¿por qué tratamos a los adictos como criminales?
  • Dada la naturaleza adictiva y peligrosa de ciertas drogas, ¿por qué dejamos que los criminales controlen su distribución (criminales con interés financiero en hallar nuevos clientes y mantener adictos a los demás)?
  • ¿Por qué rechazar un abordaje regulador a las drogas pero regular el alcohol y el tabaco, dos sustancias adictivas y peligrosas?
  • Si un abordaje regulador aumentara los costos de la salud, ¿esos costos serían más que superados por los ahorros en el sistema de justicia criminal?
  • Si nuestro abordaje actual está funcionando, ¿por qué los índices de consumo de drogas, potencia, arrestos y encarcelamiento aumentan y no caen mientras que los gastos en la represión han subido?

Sand también sugirió que un abordaje regulador a las drogas actualmente ilegales puede resultar en menos consumo de drogas de parte de los adolescentes, citando a jóvenes que dicen que es más fácil obtener marihuana que alcohol. Al alejarse de la prohibición a la regulación, el efecto del “fruto prohibido” también sería reducido, argumentó Sand.

El interés en el cambio de las políticas de drogas debería cruzar las líneas partidarias, sugirió Sand. “La reforma de las políticas de drogas debería recurrir a un espectro político amplio. La reforma nos permitiría tratar a los adictos con más compasión y eficacia. Quitaría el gobierno de las opciones privadas de los adultos y podía resultar en ahorros considerables al reducir los gastos en la justicia criminal y en las correcciones. Sugerir que proponer la reforma es equivalente a ‘ser indulgente con las drogas’ es reducir una cuestión altamente compleja a una bordón unidimensional. Podemos y debemos tener más consideración que eso”.

Por ende, Sand discutió que el cambio necesita ocurrir tanto en el nivel estadual como en el federal. Observando que el estado, representado en Washington por los Senadores Patrick Leahy (D) y Bernard Sanders (I) y el Diputado Peter Welch (D), tiene alguna influencia en el nuevo Congreso, Sand instó la delegación a influenciar el cambio en las políticas de drogas. “Aun si los ciudadanos de Vermont buscaran un nuevo abordaje atrevido y corajoso a las políticas de drogas”, notó, “el gobierno federal podría intentar sofocar la innovación. Los estados y el gobierno federal deben intentar trabajar en conjunto en estas cuestiones”.

Los fiscales municipales son el bastión de la guerra contra las drogas. Sólo un puñado se ha pronunciado en contra de ella. Vamos a esperar que la posición de Sand desencadene un diluvio de ellos.

Marihuana Medicinal: Mercado Floreciente de California Ofrece Ingresos Tributarios Considerables, Descubre Informe

La marihuana medicinal es un negocio billonario en California, de acuerdo con un nuevo informe, y el balance del estado puede mejorar enormemente si fuera tasada como los demás medicamentos herbales. El informe, "Revenue and Taxes from Oakland's Cannabis Economy” [Ingresos e Impuestos de la Economía del Cannabis de Oakland], fue preparado para el Comité de Supervisión de la Medida Z de esa ciudad por el director de la NORML California, Dale Gleringer, y el miembro de la directoria de la Oakland Civil Liberties Alliance, Richard Lee.

Aunque el informe se concentrara en Oakland, que ha presenciado la tremenda caída de los ingresos de la marihuana medicinal y de los impuestos derivados de ellos desde que la ciudad endureció las reglas sobre los dispensarios en los últimos años, también examinó los datos estaduales y federales para hacer un retrato del tamaño de la industria del cannabis terapéutico en todo el estado. De acuerdo con los datos, los pacientes de marihuana medicinal del estado están consumiendo actualmente algo entre $870 millones y $2 billones en hierba al año. Eso se traduciría en algo entre $70 millones y $120 millones en réditos tributarios sobre las ventas en el estado, estimaron los autores.

Pero, actualmente, el tesoro estadual no está recibiendo nada que se aproxime de eso porque muchos dispensarios no pagan impuestos sobre las ventas ni mantienen otros registros que puedan ser usados contra ellos en una investigación federal. Otros dispensarios y grupos de pacientes debaten que los colectivos y cooperativas sin fines lucrativos deberían ser exentos de impuestos.

El estudio estimó el número de pacientes de marihuana medicinal de California en entre 150.000 y 350.000. No hay datos firmes, porque diferentemente de muchos otros estados con marihuana medicinal, no hay registros abarcadores y estaduales de los pacientes. Aquellos pacientes fuman cada uno cerca de treinta gramos de marihuana por año.

Los pacientes de marihuana medicinal responden por cerca de 10% de los usuarios de marihuana de California, descubrió el estudio, sugiriendo que la recaudación de impuestos de un mercado legal de marihuana lúdica llegaría a la casa de los billones de dólares todos los años. El estado está gastando actualmente cerca de $160 millones al año para arrestar, procesar y prender a los infractores de la legislación antimarihuana y no recauda ningún impuesto de las ventas lúdicas.

Los funcionarios estaduales tienen una responsabilidad fiduciaria con los ciudadanos que representan. Este informa deja claro cómo los funcionarios de California están evadiéndose de esa responsabilidad.

Marihuana: Jueza Descarta Defensa Religiosa en Caso de Marihuana de Arizona y Dice que a los Reos les Falta Creencia “Sincera”

El 22 de diciembre, una jueza federal decidió que los fundadores de una iglesia de Arizona que usa la marihuana como sacramento deben ser juzgados por acusaciones de tráfico de marihuana a pesar de sus afirmaciones de ser protegidos según la Ley de Restauración de la Libertad Religiosa [Religious Freedom Restoration Act]. Eso significa que Dan y Mary Quaintance, fundadores de la Iglesia de la Cognición, se enfrentan a un juicio el 16 de enero por acusaciones relacionadas con una aprehensión de 78kg de marihuana en Nuevo México. Cada uno puede recibir hasta 40 años de prisión.

Hace diez meses, en un caso que oponía la Ley de Restauración de la Libertad Religiosa a la Ley de Sustancias Controladas [Controlled Substances Act], la Corte Suprema sostuvo el derecho de una iglesia de Nuevo México a usar una sustancia controlada como sacramento. Los Quaintance citaron el caso buscando derribar las acusaciones levantadas contra ellos. Pero, la Jueza Distrital de los EE.UU. en Albuquerque, Judith Herrera, se rehusó a dispensar las acusaciones contra la pareja, diciendo que sus creencias religiosas no eran “sinceras” y que ellos habían “adoptado su creencia religiosa en el cannabis como sacramento y deidad a fin de justificar su opción de estilo de vida de usar marihuana”.

“Ella no comprende completamente nuestra doctrina”, le dijo Dan Quaintance a la Associated Press después de la decisión. “Esto es muy trastornante para los miembros de nuestra iglesia. Fue un regalo de fiestas y tanto. Normalmente, habríamos compartido la hierba con nuestros amigos y correligionarios en Navidad”, dijo Quaintance. “En vez de eso, recibimos regalos. Nos sentimos un poco vacíos... Lo que nos está pasando es una clara violación de la Constitución de los Estados Unidos. Por supuesto que somos sinceros”.

La Iglesia de la Cognición fue fundada en 1991 y entró con una declaración de “sentimiento religioso” junto a las autoridades municipales en 1994. De acuerdo con los Quaintance, la iglesia tiene 40 ó 50 miembros en Arizona y un número desconocido por todo el país. El lema de la iglesia es: “Con buenas ideas, buenas palabras y buenas acciones, honramos la marihuana; como la maestra, la proveedora, la protectora”.

La pareja sigue en libertad bajo fianza en su hogar cerca de Pima, Arizona, mientras aguarda el juicio. Ellos se han apartado como líderes de la iglesia.

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

La Crónica de la Guerra Contra las Drogas puede haberse dado ensanchas de una semana, pero los policías corruptos no han hecho lo mismo. Hay desavenencia continua por la redada del gabinete del sherif en octubre, otro policía de Tennessee era el intermediario de los narcotraficantes, un funcionario de Inmigraciones forajido hace mucho y, por supuesto, un par de agentes penales llevando contrabando a los presos. Vamos a ello:

En Roanoke, Virginia, dos ex auxiliares del sherif de la Comarca de Henry se confesaron culpables de acusaciones de hacer parte de una conspiración para vender drogas confiscadas a narcotraficantes. El ex Auxiliar James Alden Vaught se confesó culpable de estelionato, en tanto que el ex Auxiliar David Allan King se confesó culpable de estelionato y conspiración relacionada con las drogas. Ambos estaban entre 20 personas, incluso el Sherif de la Comarca de Henry, H. Franklin Cassell, y más 12 de sus ayudantes, quienes fueron incriminados en octubre. El Sherif Cassell ya ha admitido que fue acusado de hacer la vista gorda mientras sus auxiliares vendían las drogas aprehendidas en las investigaciones, así como otras malas acciones. King puede recibir hasta 40 años de prisión y Vaught hasta 20, pero sus sentencias dependerán de cuánto cooperan con el gobierno en los casos contra sus colegas. Mientras tanto, otro ex auxiliar de la Comarca de Henry ha sido incriminado en el caso. El ex Auxiliar Robert Keith Adams fue acusado primero de hacer declaraciones falsas, pero fue atingido con una nueva incriminación de seis acusaciones el 21 de diciembre. Adams supuestamente sabía que Vaught se había robado dos kilogramos de cocaína y $40.000 en efectivo, pero en vez de entregarlo, exigió $20.000. Él es acusado de ocultar un crimen, tentativa de obstruir un procedimiento oficial al alentar a un testigo en potencial a retener y/o presentar pruebas falsas a los investigadores federales, hacer falsas declaraciones e intentar inducir a los investigadores federales al equívoco.

En Nashville, un oficial de la policía municipal fue incriminado por un jurado federal el 21 de diciembre por usar su cargo para ayudar a su sobrino a distribuir cocaína. El Oficial Ernest Cecil, 49, con 15 años de servicios prestados, se enfrenta acusaciones de conspiración para distribuir más de cinco kilogramos de cocaína, tenencia con la intención de distribuir más de 500 kilogramos de cocaína, blandir un arma de fuego durante un crimen de narcotráfico y robo en violación de la Ley Hobbs [Hobbs Act], una ley federal que prohíbe la extorsión que afecta el comercio interestadual. Cecil fue detective del departamento de narcóticos de 1997 a 2004. Él es acusado de, entre otras cosas, proteger a la operación de tráfico de drogas de su sobrino al avisarle sobre las investigaciones de la policía.

En El Paso, un ex funcionario del Servicio de Inmigración y Naturalización forajido fue capturado el 22 de diciembre. José Trinidad Carrillo había sido condenado por conspiración para importar marihuana, ayudar y encubrir la importación de marihuana y soborno de un funcionario público en 1994, pero huyó a México. Él regresó al área de El Paso en una fecha desconocida y alguien le pasó la voz a los agentes federales de que él estaba por ahí. Ellos lo arrestaron sin ningún incidente, aunque estuviera armado. Carrillo estaba portando una identidad falsa cuando fue arrestado.

En Indianápolis, una agente penal de la Cárcel Municipal de Marion fue arrestada el 24 de diciembre por intentar contrabandear marihuana y cigarrillos a la cárcel. Tacaria Eskew fue arrestada después que los supervisores carcelarios les dijeron a la policía que ella recibió un paquete que contenía 20 cigarrillos y dos bolsitas de marihuana escondidos dentro de envases de comida. Eskew le dijo al Indianapolis Star que le hicieron un montaje y que no sabía quien le había mandado el paquete.

En Albemarle, Carolina del Norte, una guardia de la Cárcel Distrital de Albemarle fue arrestada el 22 de diciembre bajo acusaciones de contrabandear drogas para dentro de la cárcel. Ryan White, 25, había trabajado en la cárcel durante cerca de seis meses cuando fue arrestada. Ella portaba las drogas prescriptibles Flexaril y Darvocet cuando ocurrió la aprehensión. Ella fue acusada de tenencia con intención de vender/distribuir una sustancia controlada de clase IV, vender/distribuir una sustancia controlada de clase IV, tenencia de sustancia controlada en una prisión y de darle sustancia controlada a un interno. Todas son acusaciones criminales. White fue libertada bajo fianza no garantizada de $10.000.

Recurso: Guía de Exhibición Disponible para el Vídeo “Waiting to Inhale”

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Muchos lectores de la DRCNet han pedido copias de Waiting to Inhale [Esperando para Inhalar], un nuevo documentario importante sobre el movimiento para legalizar el consumo de marihuana.

Los productores de Waiting to Inhale han creado un Guía de Exhibición y Discusión para ciudadanos motivados que quieran usar el vídeo para difundir el mensaje y estimular la discusión y el debate. Una versión en PDF del Guía está disponible en la red aquí (en inglés).

Si usted aún no ha pedido su copia de Waiting to Inhale, puede solicitarla de DRCNet con una donación de $30 o más – visite nuestra página electrónica de donación para hacer una donación electrónica o para imprimir un formulario con el intuito de mandarlo junto con su cheque por correo. Gracias por participar de este esfuerzo importante.

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¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

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Cáñamo: DEA Ha Gastado $175 Millones Erradicando Plantas de Cáñamo Salvaje que No Inebrian

En las dos últimas décadas, la Administración de Represión a las Drogas (DEA) ha gastado por lo menos $175 millones en gastos y subvenciones directas a los estados para erradicar las plantas de cáñamo salvaje, conocidas popularmente como “mala hierba”. Las plantas, los descendientes resistentes de las plantas de cáñamo cultivadas por los agricultores en la solicitación del gobierno federal durante la II Guerra Mundial no contienen THC suficiente, el principal ingrediente psicoactivo en la marihuana, para inebriar a las personas.

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gráfico de Jon Gettman para la Vote Hemp
De acuerdo con los datos del Programa de Erradicación/Supresión del Cannabis Doméstico de la DEA, ella ha confiscado o destruido 4,7 billones de plantas de cáñamo salvaje desde 1984. Eso está en contraste con los 4,2 millones de plantas de marihuana que ha confiscado o destruido durante el mismo período. En otras palabras, 98,1% de todas las plantas erradicadas bajo el programa eran mala hierba, de la cual se observa popularmente que “se puede fumar un pitillo del tamaño de un poste y todo lo que se consigue es un dolor de cabeza y un dolor de garganta”.

Aunque la DEA esté gastando millones de dólares del contribuyente, incluso $11 millones en 2005, para suprimir las plantas de cáñamo, los agricultores en Canadá y en los países europeos están ganando millones cultivando cáñamo para consumo en una amplia variedad de alimentos, ropas y otros productos. Los fabricantes de los productos del cáñamo en los Estados Unidos deben importar su cáñamo de los países con políticas más esclarecidas.

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gráfico de Jon Gettman para la Vote Hemp
"Es orwelliano que el blanco más grande del Programa de Erradicación de la DEA no sea una droga, sino una planta útil para todo, de alimentos y ropas a repuestos, y que actualmente debe ser importada para suplir una industria de $270 millones”, dijo Eric Steenstra, presidente de la Vote Hemp, un grupo que hace presión por el crecimiento de la aceptación de la planta versátil. “Aunque la Vote Hemp haya instado la DEA a reconocer la diferencia entre el cáñamo y la marihuana para que los agricultores puedan cultivarla aquí, la agencia federal está gastando millones de dólares para destruir cientos de millones de plantas de cáñamo inofensivas”.

Los funcionarios de la DEA argumentan regularmente que no hay diferencia entre cáñamo y marihuana, pero sus propias estadísticas desmienten esa afirmación. En sus informes sobre el programa de erradicación doméstica, la agencia distingue claramente entre mala hierba y “marihuana cultivada”.

No sólo el programa de erradicación de la mala hierba es un desperdicio de dinero, puede aun ser contraproducente, dijo el coordinador de contacto nacional de la Vote Hemp, Tom Murphy. “Se cree que gran parte de la mala hierba erradicada es quemada, convirtiendo una planta consumidora de carbono en un contribuidor de gases perjudiciales a la Capa de Ozono”, dijo Murphy en un comunicado de prensa post-Navidad. “Pese a todo el esfuerzo para encontrar y destruir esas plantas inofensivas de cáñamo salvaje, ellas regresan año tras año. Es probable que los programas de erradicación ayuden a resembrar las ubicaciones en que la mala hierba es encontrada. La oportunidad de fines de verano y los métodos de remoción hacen que innumerables semillas maduras caigan al piso de donde brotarán de nuevo el año siguiente”.

Así se emplea el dinero de sus impuestos.

Reportaje: Dilema del Opio Afgano Da Origen a Nuevos Pedidos de Desarrollo Alternativo, “Normalizando” la Adormidera

Con el cultivo de adormideras de Afganistán alcanzando niveles récordes el año pasado y aparentemente destinado repetir el desempeño este año, legisladores y funcionarios en ambos lados del Atlántico están buscando soluciones innovadoras. O, por lo menos algunos de ellos están. Aparentemente privados de nuevas ideas, la línea oficial del gobierno de los EE.UU. es la de que la solución es erradicar lo máximo posible del cultivo con herbicidas, como anunció el secretario antidroga John Walters en Kabul hace dos semanas.

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especimenes tallados de papaver (adormideras)
Aunque el gobierno afgano del Presidente Hamid Karzai haya endosado la noción – pese a que aún no haya entrado en vigor -, lo ha hecho con mucha reluctancia, sabiendo que la erradicación enfurecerá a cientos de miles de agricultores pobres que dependen de la cosecha de la adormidera para alimentar a sus familias. Como el gobierno Karzai lo sabe muy bien, agricultores de adormideras nerviosos significan mal tiempo para el gobierno y buen tiempo para el resurgente Talibán, que aguarda a los cultivadores agraviados de brazos abiertos.

Pero, aunque el gobierno estadounidense y un gobierno afgano de mala gana estén adoptando las tácticas padrones de la guerra a las drogas, la situación en Afganistán ha creado el espacio político para la ponderación de otras soluciones. Algunas, como las propuestas de desarrollo alternativo, son casi una respuesta tan usada como la de la erradicación, en tanto que otras, incluso varios esquemas para legitimar el cultivo de adormideras, representan una ruptura con el consenso prohibicionista global.

Desarrollo alternativo – la sustitución de las adormideras por otros cultivos lucrativos y la creación de nuevas actividades económicas – es la solución predilecta de una serie de académicos y de organizaciones no gubernamentales, bien como de la comunidad internacional representada por las Naciones Unidas y el Banco Mundial. En un informe altamente detallado sobre la economía del opio afgano lanzado a fines de noviembre, el Banco Mundial pidió una estrategia antinarcóticos “viva” que cuente tanto con el desarrollo alternativo como con la acción de represión legal contra el tráfico, pero aun mientras lo hacía, subrayaba que el desarrollo alternativo sería una solución de largo plazo – no de corto plazo.

“Una estrategia antinarcóticos ‘viva’ será esencial para la eficacia y el sustento de la lucha contra las drogas”, observó el informe. “La diversidad, flexibilidad y carácter dinámico de la industria de las drogas han sido ampliamente demostrados recientemente. Se debe reconocer que los esfuerzos antinarcóticos – sean acciones represivas, sea el desarrollo de sustentos alternativos – inevitablemente no pueden ser tan listos ni tan rápidos como las actividades contra las cuales se dirigen e inevitablemente toman tiempo, medido en décadas en vez de años en caso de programas de sustentos alternativos”.

Pero, faltan pruebas de que una estrategia antinarcóticos “viva” esté siendo implementada. Como observó el académico sobre Afganistán, Barnett Rubin, en un artículo reciente en Foreign Affairs, el gobierno de los EE.UU. no consolidó las ganancias que tuvo con una pequeña reducción en el área cultivada en 2005. “Pese a que la disminución fuera debida casi totalmente a la persuasión política de los agricultores por el gobierno, los Estados Unidos no entregaron los sustentos alternativos que los agricultores esperaban y siguieron presionando el gobierno afgano a tomar parte en el sustento de los cultivadores de adormideras”.

El problema del apoyo al desarrollo alternativo no está limitado a las comunidades aisladas que cultivan la adormidera, notó Barnett. “Como numerosos estudios han documentado durante todos estos años, Afganistán no ha recibido los recursos necesarios para estabilizarlo. Los comandantes militares internacionales, que confrontan los resultados de esta pobreza todos los días, estiman que Washington debe doblar los recursos que dedica a Afganistán. Carencias de suma importancia incluyen la aceleración de la construcción de carreteras, la compra de diesel para la producción inmediata de energía eléctrica, la expansión de compras de electricidad entre las fronteras, la inversión en proyectos hidráulicos para mejorar la productividad de la agricultura, el desarrollo de la infraestructura para la exploración mineral y un programa enorme de construcciones para los sectores público y privado”.

Y ese es el callejón sin salida de eliminar la adormidera a través del desarrollo alternativo. Aunque la falta de carreteras, de energía eléctrica y de otra infraestructura para el desarrollo dificulte el despliegue, ni hablar del desarrollo alternativo sostenible, la economía del opio, con su hostilidad hacia la interferencia del gobierno central y del Occidente y su alianza de facto con los insurgentes y los matones mercenarios, vuelve la creación de dicha infraestructura crucial del desarrollo casi imposible. En verdad, en vista de un Talibán revitalizado, algunas de las organizaciones no gubernamentales que trabajan con el desarrollo alternativo han salido de las regiones que cultivan la adormidera.

Rubin es un duro crítico de las políticas antinarcóticos estadounidenses en Afganistán, observando que los EE.UU. ignoraron a principio el tráfico de los caudillos que querían como aliados, entonces, mientras el alboroto sobre el aumento de la producción de adormideras quedaba más ruidoso, pidió la erradicación del cultivo. “Para los afganos”, escribió él, “esta política se ha parecido a una manera de recompensar a los ricos narcotraficantes en tanto que se castigan a los agricultores pobres”.

Tras observar que el régimen actual de la prohibición global no reduce el consumo de drogas, sino rinde enormes lucros a los criminales, insurrectos armados y funcionarios corruptos del gobierno, Rubin recomienda tratar el problema de la adormidera como cuestión de seguridad y desarrollo. Pero, entonces, regresamos al callejón sin salida. Pero, él hace ciertas recomendaciones concretas: “El desarrollo rural tanto en las áreas que cultivan la adormidera como en las que no la cultivan, incluso la construcción de carreteras y de instalaciones con refrigeración para volver los demás productos vendibles; la creación de empleos a través del desarrollo de nuevos segmentos rurales; y la reforma del Ministerio del Interior y de los demás cuerpos gubernamentales para desenraizar datos importantes involucrados con los narcóticos, pese a las relaciones políticas o familiares”.

Pero, la expansión continua de la economía de la adormidera afgana, combinada con el resurgimiento del Talibán y de sus aliados de la Al Qaeda y la necesidad de que efectivos de los EE.UU. y de la OTAN combatan y mueran intentando detenerlos, han llevado a pedidos crecientes de un abordaje que transciende tanto la represión como el desarrollo alternativo. Recientemente, en los últimos días, un congresista estadounidense y un parlamentario británico han pedido separadamente el desvío de la adormidera hacia el mercado medicinal legítimo de analgésicos opiáceos.

El instituto de consultoría europeo en políticas de drogas y defensa, el Consejo Senlis, fue el primero a dar su apoyo a la noción, revelando una propuesta abarcadora para hacerlo. Pero, esa propuesta ha logrado poca tracción hasta ahora, granjeando el apoyo de sólo un puñado de políticos occidentales. Pero los temores crecientes en el Occidente de que tentativas de erradicar el cultivo lleven al aumento de la inestabilidad política y a la violencia al volver a los agricultores afganos hacia los brazos del Talibán parecen estar conduciendo a una nueva receptividad a la noción -- o a algo similar.

Aquí en los EE.UU., el Dip. Russ Carnahan (D-MO) dijo la semana pasada que usaría su escaño recién adquirido en el Comité de Relaciones Internacionales en la Cámara para plantear la cuestión este mes. “No se puede simplemente cortar las adormideras porque ellas son el sustento de la gente que vive allí”, dijo Carnahan. “Pero darles mercados alternativos legales para la medicación analgésica es una manera de ayudar a disminuir esa oferta de heroína”.

Carnahan citó las experiencias exitosas de Turquía y de India a principios de los años 1970, cuando los funcionarios estadounidenses estaban preocupados con una oleada creciente de heroína extraída de los cultivos de adormideras de esos dos países. Los funcionarios en el gobierno Nixon redactaron un tratado que desbarató la amenaza al permitir a Turquía e India que vendieran sus cultivos para hacer analgésicos como parte de sus economías legítimas. Carnahan también está explorando la idea de usar adormideras alteradas y sin morfina que contengan tebaína, las cuales pueden ser transformadas en una serie de compuestos terapéuticos, incluso la oxicodona, oximorfón, naltrexona y buprenorfina. Las adormideras alteradas que producen la tebaína son la variedad que es usada en Australia, donde son cultivadas bajo autorización para el mercado medicinal.

“La idea de crear un mercado para la adormidera libre de morfina vale mucho la pena y necesita ser ponderada cuidadosamente”, dijo Toni Kutchan, bioquímica en el Centro de Ciencias de la Planta Donald Danforth en San Luis. “Ello no debería ser puesto fuera de discusión por una reacción refleja en su contra”.

“Seguramente a mí me gustaría ver un estudio sobre su factibilidad”, dijo James Dobbins, director del Centro de Seguridad Internacional y Políticas de Defensa en la Corporación RAND. “Yo sí creo que el esfuerzo estadounidense e internacional actual es, a lo mejor, una especie de paliativo que no puede causar más que un impacto marginal”.

“Yo creo que el gobierno debería pensar seriamente en intentar implementar ese tipo de programa”, dijo el Dr. Charles Schuster, ex director del Instituto Nacional de Abuso Químico. Las políticas estadounidenses actuales “nunca van a ser la solución para esto”, añadió.

Pero, el antiguo funcionario del Departamento de Estado que dirige los esfuerzos de los EE.UU. para combatir el tráfico de drogas afgano se burló. Tom Schweich dijo que la idea no era “nada realista”. En cambio, aconsejó más de lo mismo. “En verdad hay que mantenerla ilegal y erradicarla”, dijo Schweich.

Mientras tanto, un parlamentario británico estaba pidiendo la semana pasada que el gobierno británico comprara la adormideras afganas y las usara alrededor del mundo para el alivio del dolor. El Parlamentario de South West Beds, Andrew Selous, le preguntó a la Cámara de los Comunes ¿por qué no? “¿Por qué, visto que la heroína puede tener usos medicinales legítimos, no podemos comprar la heroína afgana y usarla alrededor del mundo para el alivio del dolor? Eso la impediría de inundar este país ilegalmente. Necesitamos pensar seriamente en esa cuestión”.

Selous citó los asesinatos de cinco prostitutas adictas en Ipswich el mes pasado. “Leí las biografías de las mujeres que fueron tan brutal y horriblemente asesinadas y no puedo haber sido el único a quedarme consternado con el hecho de que todas eran adictas a la heroína”, dijo. “Ése es un problema que afecta a todos nuestros constituyentes – no hay ningún parlamentario que no tenga un problema con la heroína en sus bases. Como sabemos que 90% de la heroína en el Reino Unido vienen de Afganistán y que tenemos una enorme presencia militar allá, es extraordinario que no podamos hacer más para detener la adormidera que termina aquí”.

Aunque el gobierno Bush esté haciendo presión por medidas más duras y erradicación química de los cultivos y la ONU, el Banco Mundial y algunos académicos estén defendiendo estrategias intensificadas de desarrollo y construcción del estado como adjunto o alternativa, el coro de críticos que buscan una manera mejor de arreglar las cosas está creciendo.

Editorial: Allanamiento vs. Allanamiento

Las imágenes de la guerra en Irak se han vuelto una visión diaria en las redes de noticias de la TV a cable. Uno de los segmentos que recurrieron esta semana fue una cinta de soldados estadounidenses entrando a la fuerza a una casa, supuestamente en busca de insurgentes u otros perpetradores de la violencia terrorista.

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David Borden
Pese a que la imagen fuera transmitida apenas como segundo plano para la discusión de los reporteros sobre la situación política de los EE.UU., ella saltó a mi vista.

Lo que me llamó la atención era la manera cuidadosa con la que los soldados hacían su trabajo. Con una fuerza cuidadosamente medida ellos abrieron la puerta, se pusieron a un lado, miraron con cautela y sólo entonces entraron – con armas empuñadas, por supuesto, pero lenta y cuidadosamente.

Eso llamó mi atención por el fuerte contraste que tenía con la forma que los equipos paramilitarizados de la “SWAT” conducen los operativos aquí en los EE.UU. Originalmente, los equipos de la SWAT fueron creados como unidades selectas para ser usadas en situaciones de emergencia de alta intensidad – secuestros, disparos, ese tipo de cosa. Ellos eran desplegados algunos miles de veces por año entonces, pero, ahora, el número anual gira en torno de 40.000. De acuerdo con "Overkill”, un informe lanzado el año pasado por el Instituto Catón, la gran mayoría de despliegues de la SWAT son para servicios rutinarios de órdenes de búsqueda en casos menores de drogas.

Típicamente, o por lo menos comúnmente, los equipos de la SWAT no muestran el tipo de cuidado y moderación que nuestros soldados en Irak mostraron cuando entraron en aquel inmueble. En vez de eso, vemos frecuentemente a los oficiales de la SWAT vestidos de negro derribando rápidamente la puerta, entrando deprisa y gritando, tirando bombas de impacto moral y apuntando con armas a las cabezas de adultos, niños y animales confundidos y desorientados, quienes fueron infelices lo suficiente para estar en casa cuando ello sucedía. Los allanamientos tienden a ser hechos de madrugada o en plena noche, para aumentar la desorientación y la confusión. Por supuesto, con esto también aumentando el trauma, aun cuando nadie termina herido físicamente.

Como se puede esperar, la crítica de estas tácticas puede volverse intensa. Muchos defensores de la policía los defienden con igual intensidad. Entre los principales argumentos está el de que la policía necesita usar estas tácticas, porque algunas personas de adentro son criminales peligrosos, quienes tendrán más chances de sacar sus armas y disparar si no lo hacen. Uno de los contraargumentos es el de que dichas tácticas tienden a intensificar las situaciones – la mayoría de las cuales en verdad sí empieza como un operativo rutinario e inocuo – en algo más tenso, más chocante, con más probabilidad de terminar en tragedias innecesarias.

Tragedias como el asesinato de la octogenaria Kathryn Johnston por la policía de Atlanta el año pasado. Cuando la policía tomó su departamento de asalto, Johnston, incapaz de raciocinar ponderadamente en los escasos segundos disponibles que los invasores armados, ruidosos y súbitos de su hogar eran en realidad apenas policías que no querían hacerle ningún daño, sacó un arma dada a ella por su sobrina para su protección en el barrio maleado en que vivía y abrió fuego. Ella hirió a tres de los invasores (este, oficiales de paz), antes de que ellos pudieron dispararle y matarla. Obviamente, las tácticas de la SWAT no produjeron un resultado favorable en este caso, ni para Johnston ni para los mismos oficiales. Por supuesto, resulta que tenían la dirección equivocada, no se encontró ninguna droga allí y todo estaba basado en la palabra no corroborada de un informante anónimo y remunerado. Varios indicios de improbidad policíaca han sido divulgados en los medios desde esa época, una por una contradiciendo las declaraciones hechas por los portavoces del departamento presionados para esconder la tremenda culpa que el departamento merece.

Entonces, regresamos a nuestros soldados en Bagdad, aquellos en aquel vídeo, que a pesar del gran peligro de su situación demostraban tanto cuidado cuando entraban en la casa de un insurgente sospechoso, que a pesar de la posibilidad muy real de que alguien adentro intentaría dispararles o explosionarles. Estoy seguro que las cosas han salido mal respecto de la conducta de los efectivos estadounidenses en muchas ocasiones, porque eso está incrustado en la naturaleza de la guerra. Pero, también comprendo que la manera por la cual estos soldados en particular lidiaron con este allanamiento es en verdad lo que se esperaba de ellos y que eso es lo que nuestros soldados suelen hacer.

Entonces, me es difícil aceptar el argumento de la policía de que ellos tienen que usar las tácticas paramilitares en allanamientos antidrogas rutinarios por el bien de la seguridad de la policía. ¿Y la seguridad para nosotros? Respeto el riesgo que nuestros policías corren todos los días, sólo por ser policías. Pero, el propósito del trabajo es proteger la seguridad pública, no poner a miembros del público en peligro. Hay poquísimas situaciones de imposición de la ley en que la policía en los EE.UU. está bajo una amenaza tan grande como la que nuestros efectivos se enfrentan en Irak todos los días. Si nuestros soldados pueden mostrar tanto cuidado y moderación como demostraron mientras cazaban a insurgentes en Bagdad en aquella gravación, nuestros policías pueden hacer la misma cosa mientras sirven órdenes de búsqueda rutinarias a infractores sospechosos, pequeños y no violentos de la legislación antidroga aquí.

Además, muchos policías claramente no saben cómo lidiar adecuadamente con estos tipos de tácticas – las docenas de matanzas innecesarias en las últimas décadas bajo circunstancias similares a las de Kathryn Johnston demuestran eso muy bien. Ya es hora de separar nuevamente nuestra policía y nuestros militares y devolver a nuestros oficiales de la policía a las funciones de oficiales de paz como eran destinados a ser. Ya es demasiado tarde para salvar a Kathryn Johnston del destino horrible que la policía de Atlanta le inflingió. Pero no es demasiado tarde para salvar a la próxima Kathryn Johnston.

Editorial: Raid vs. Raid

Images from the war in Iraq have become a daily sight on the cable news networks. One of the bits of footage that recurred this week was a tape of US soldiers forcibly entering a home, presumably looking for insurgents or other perpetrators of terrorist violence.

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David Borden
Though the image ran only as background to the discussion by news reporters about the US political situation, it jumped out at me. What I found striking was how carefully the soldiers did their job. With carefully measured force they pushed the door open, stood to the side, cautiously looked in, and only then entered -- with guns drawn, of course, but slowly and carefully.

It struck me because of how strong a contrast it seemed to the way paramilitarized "SWAT" teams here in the US do business. Originally SWAT teams were created as select units to be used in high-intensity emergency situations -- hostages, snipers, that sort of thing. They were deployed a few thousand times a year back then, but now the annual number is about 40,000. According to "Overkill," a report issued last year by the Cato Institute, the great majority of SWAT deployments are for routine serving of search warrants in minor drug cases.

Typically, or at least commonly, the SWAT teams don't show the kind of care and restraint that our soldiers in Iraq did when entering that building. Instead, we often see the black-clad SWAT officers rapidly battering down the door, running in and shouting, setting off flashbang grenades, and pointing guns at the heads of the confused and disoriented adults, children and pets who were unfortunate enough to be at home when it happened. The raids tend to be done very early in the morning or in the middle of the night, to increase the disorientation and confusion. Of course, this also increases the trauma, even when no one winds up getting physically hurt.

Not surprisingly, criticism of these tactics can get intense. Many police defenders will defend them just as intensely. Among the main arguments is that police need to use these tactics, because some of the people inside are dangerous criminals, who will have more of a chance to pull their own guns and shoot if they don't. One of the counterarguments is that such tactics tend to escalate the situations -- most of which are in fact do start out as routine and non-dangerous -- into something more tense, more shocking, more likely to end in needless tragedies.

Tragedies like the killing last year by Atlanta police of 88-year old Kathryn Johnston. When the police stormed her apartment, Johnston, not able in the scarce seconds available to her to thoughtfully reason that the armed, loud, sudden invaders of her home were in fact just police who meant her no harm, took out a gun given to her by her niece for her protection in the tough neighborhood she lived in, and opened fire. She wounded three of the invaders (er, peace officers), before they were able to shoot and kill her. Obviously the SWAT tactics did not produce a favorable outcome in this case, neither for Johnston nor for the officers themselves. Of course, it turned out to be a wrong address, no drugs were found there, and it was all based on the uncorroborated word of an anonymous, paid informant. Various indicators of police misconduct have come out in the media since that time, one by one contradicting statements made by department spokespersons under pressure to hide the severe blame that the department deserves.

And so we come back to our soldiers in Baghdad, the ones in that video, despite the great peril of their situation showing such care when entering the suspected insurgent house, despite the very real possibility that someone inside would try to shoot them or blow them up. I'm sure that things have gone wrong with the conduct of US troops on plenty of occasions, because that is built into the nature of war. But I also get the sense that the way these particular soldiers handled this raid is in fact what was expected of them, and that that is what our soldiers usually do.

And so I have trouble accepting the police argument that they have to use paramilitary tactics in routine drug raids for the sake of police safety. What about safety for the rest of us? I respect the risk our police officers take every day, just by being police officers. But the purpose of the job is to protect the public safety, not to put members of the public in danger. There are extremely few law enforcement situations in which police in the US are under as much potential threat as our troops are every day in Iraq. If our soldiers can show as much care and restraint as they demonstrated while hunting insurgents in Baghdad in that news video, our police can do so too while serving routine search warrants on suspected, low-level, nonviolent drug offenders here.

Also, many police clearly don't know how to properly handle these kinds of tactics -- the dozens of needless killings in recent decades under circumstances similar to Kathryn Johnston's demonstrate that pretty clearly. It's time to re-separate our police and military and turn our police officers back in peace officers as they were intended to be. It's too late to save Kathryn Johnston from the horrible fate Atlanta police inflicted on her. But it's not too late to save the next Kathryn Johnston.

Feature: Afghan Opium Dilemma Sparks New Calls for Alternative Development, "Normalizing" the Poppy Crop

With Afghanistan's opium crop reaching record levels last year and seemingly destined for a repeat performance this year, lawmakers and officials on both sides of the Atlantic are looking for innovative solutions. Or at least some of them are. Seemingly bereft of new ideas, the US government's official line is that the solution is eradicating as much of the crop as possible with herbicides, as drug czar John Walters announced in Kabul two weeks ago.

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incised papaver specimens (opium poppies)
While the Afghan government of President Hamid Karzai has endorsed the notion -- though not yet put it into effect -- it has done so reluctantly, knowing that eradication will infuriate the hundreds of thousands of poor farmers who depend on the poppy harvest to feed their families. As the Karzai government knows full well, angry poppy farmers mean bad times for the government and good times for the resurgent Taliban, which awaits the aggrieved growers with open arms.

But while the US government and a grudging Afghan government are embracing standard drug war tactics, the situation in Afghanistan has created the political space for the consideration of other solutions. Some, such as alternative development proposals, are almost as shop-worn a response as eradication, while others, including various schemes to legitimize the poppy crop, represent a break with the global prohibitionist consensus.

Alternative development -- the substitution of other cash crops for opium poppies and the creation of new economic activities -- is the preferred solution of a number of scholars and non-governmental organizations, as well as the international community as represented by the United Nations and the World Bank. In a highly detailed report on the Afghan opium economy released at the end of November, the World Bank called for a "smart" counter-narcotics strategy featuring both alternative development and law enforcement action against the trade, but even as it did so, it underscored that alternative development would be a long-term -- not a short-term -- solution.

"A 'smart' counter-narcotics strategy will be essential for the effectiveness and sustainability of the fight against drugs," the report noted. "The diversity, flexibility, and dynamic character of the drug industry have been amply demonstrated in recent years. It must be recognized that counter-narcotics efforts -- whether enforcement actions or development of alternative livelihoods -- inevitably cannot be anywhere nearly as nimble or quick as the activities they are targeted against, and they inevitably take time, measured in decades rather than years in the case of alternative livelihoods programs."

But evidence of a "smart" counter-narcotics strategy being implemented is severely lacking. As Afghanistan scholar Barnett Rubin noted in a recent article in Foreign Affairs, the US government failed to consolidate gains it made with a small reduction in the area cultivated in 2005. "Although the decrease was due almost entirely to the political persuasion of farmers by the government, the United States failed to deliver the alternative livelihoods the farmers expected and continued to pressure the Afghan government to engage in counterproductive crop eradication," Rubin wrote. "The Taliban exploited the eradication policy to gain the support of poppy growers."

The problem of support for alternative development is not limited to isolated opium growing communities, as Barnett noted. "As numerous studies have documented over the years, Afghanistan has not received the resources needed to stabilize it. International military commanders, who confront the results of this poverty every day, estimate that Washington must double the resources it devotes to Afghanistan. Major needs include accelerated road building, the purchase of diesel for immediate power production, the expansion of cross-border electricity purchases, investment in water projects to improve the productivity of agriculture, the development of infrastructure for mineral exploitation, and a massive program of skill building for the public and private sectors."

And that is the Catch-22 of eliminating the poppy crop through alternative development. While the lack of roads, electric power, and other infrastructure for development make it difficult to get off the ground, let alone sustain alternative development, the opium economy, with its hostility toward interference from the central government and the West and its de facto alliance with insurgents and freelance gun men, makes the creation of such crucial developmental infrastructure almost impossible. In fact, in the face of a revitalized Taliban, some of the non-governmental organizations working on alternative development have fled the opium growing regions.

Rubin is harshly critical of US counter-narcotics policy in Afghanistan, noting that the US at first ignored trafficking by warlords it wanted as allies, then, as the uproar over increasing opium production grew louder, called for crop eradication. "To Afghans," he wrote, "this policy has looked like a way of rewarding rich drug dealers while punishing poor farmers."

After noting that the current global prohibition regime does not reduce drug use, but does produce huge profits for criminals, armed insurrectionists, and corrupt government officials, Rubin recommends treating the opium problem as a security and development issue. But then we are back to Catch-22. Still, he makes certain concrete recommendations: "[R]ural development in both poppy-growing and non-poppy-growing areas, including the construction of roads and cold-storage facilities to make other products marketable; employment creation through the development of new rural industries; and reform of the Ministry of the Interior and other government bodies to root out major figures involved with narcotics, regardless of political or family connections."

But the continuing expansion of the Afghan opium economy, combined with the reemergence of the Taliban and its Al Qaeda allies and the need for US and NATO soldiers to fight and die to try to stop them, has led to increasing calls for an approach that transcends both repression and alternative development. Most recently, in the past few days, a US congressman and British Member of Parliament (MP) have called separately for diverting the poppy crop into the legitimate medicinal market for opioid pain relievers.

The European defense and drug policy think tank Senlis Council was first out of the gate with that notion, unveiling a comprehensive proposal to do just that. But that proposal has so far gained little traction, garnering the support of only a handful of Western politicians. Still, rising fears in the West that attempts to eradicate the crop will lead to increased political instability and violence by driving Afghan farmers into the waiting arms of the Taliban appear to be leading to a new receptivity to the notion -- or something similar.

Here in the US, Rep. Russ Carnahan (D-MO) said last week that he would use his newly acquired seat on the House International Relations Committee to raise the issue this month. "You can't just cut off the poppies because that's the livelihood of the people who live there," Carnahan said. "But providing them with alternative legal markets for pain-relief medication is a way to help cut back on that heroin supply."

Carnahan cited the successful experiences of Turkey and India in the early 1970s, when US officials were worried about a rising tide of heroin from poppy crops in those two countries. Officials in the Nixon administration drafted a treaty that blunted the threat by allowing Turkey and India to sell their crops to make pain medications as part of their legitimate economies. Carnahan is also exploring the idea of using altered, morphine-free poppies containing thebaine, which can be turned into a number of therapeutic compounds, including oxycodone, oxymorphon, naltrexone, and buprenorphine. The altered poppies that produce thebaine are the strain that is used in Australia, where they are grown under license for the medicinal market.

"The idea of creating a trade for morphine-free opium is very worthwhile and needs to be thought through carefully," said Toni Kutchan, a biochemist at the Donald Danforth Plant Science Center in St. Louis. "It should not be pushed off the table by a knee-jerk reaction against it."

"I'd certainly like to see a study on how feasible that is," said James Dobbins, director at the International Security and Defense Policy Center at the RAND Corp. "I do think that the current US and international effort is at best a kind of a band aid that can't have more than a marginal impact."

"I think the government should give serious consideration to attempting to implement that type of program," said Dr. Charles Schuster, former head of the National Institute on Drug Abuse. Current US policies alone "are never going to be the solution for this," he added.

But the senior State Department official heading US efforts to fight the Afghan drug trade scoffed. Tom Schweich said the idea was "not realistic." Instead, he counseled more of the same. "You really need to keep it illegal and eradicate it," Schweich said.

Meanwhile, a British MP last week was calling on the British government to just buy up the Afghan opium crop and use it around the world for pain relief. South West Beds MP Andrew Selous asked the House of Commons why not? "Why, given that heroin can have legitimate medical uses, cannot we buy up the Afghan heroin crop and use it around the world for pain relief? That would stop it flooding into this country illegally. We need much serious thought on that issue."

Selous cited the murders of five addicted prostitutes in Ipswich last month. "I read the biographies of the women who were so brutally and horrifically murdered and I cannot have been the only one to be struck by the fact that they were all heroin addicts," he said. "It is a problem that affects all our constituencies -- there will not be a single Member of Parliament who does not have a heroin problem in their constituency. Given that we know that 90% of the heroin on UK streets comes from Afghanistan and that we have a major military presence there, it is extraordinary that we cannot do more to stop the poppy crop ending up here."

While the Bush administration is pushing for tougher measures and chemical eradication of the crops, and the UN, World Bank, and some academics are advocating intensified development and state-building strategies as an adjunct or alternative, the chorus of critics looking for a better way is growing, and they are implicitly -- if not explicitly -- challenging the global prohibition regime itself.

Weekly: This Week in History

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January 11, 1906: LSD inventor Dr. Albert Hofmann is born.

January 9, 1923: US Labor Secretary Davis endorses the idea of a national campaign against the peril of habit-forming drugs.

January 11, 1923: The New York Times publishes the article "Marihuana Is Newest Drug," and claims the State of New York has 50,000 drug addicts.

January 5, 1985: Colombia extradites four drug traffickers to Miami. Within days, the US becomes aware of the Medellin cartel's "hit list" which includes embassy members, their families, US businessmen and journalists.

January 8, 1990: General Manuel Noriega is convicted on eight counts of drug trafficking, money laundering, and racketeering, and sentenced to 40 years in Federal prison.

January 9, 1996: DEA agents in Miami arrest Jorge Luis Cabrera, a $20,000 donor to the Democratic Party who had attended a White House Christmas Party the year before. He was busted in possession of thousands of pounds of cocaine.

January 7, 1997: The US House of Representatives votes 226-202 in favor of 25 changes to internal House rules, including requiring House members and their staffs to be tested for illegal drug use.

January 5, 1998: In a speech given to his constituents, House Speaker Newt Gingrich (R-Georgia) calls on his fellow politicians to dramatically increase federal anti-drug efforts. "Just say, now, what does it take to seal off the border?" Gingrich asks. "What does it take to go after drug dealers? What does it take, frankly, to raise the cost for drug users?" Gingrich urges Drug Czar Barry McCaffrey to map a "World War II-style battle plan," to end drug use in America.

January 8, 1998: Rep. Bobby Moak's (R-Lincoln County) Mississippi House Bill 196 proposes "The removal of a body part in lieu of other sentences imposed by the court for violations of the Controlled Substances Law."

January 6, 1999: A lawsuit is filed in Paris accusing Fidel Castro of international drug trafficking.

January 6, 2001: General Barry McCaffrey steps down from his post as Director of the Office of National Drug Control Policy (ONDCP).

Hemp: DEA Has Spent $175 Million Eradicating "Ditch Weed" Plants That Don't Get You High

In the past two decades, the Drug Enforcement Administration (DEA) has spent at least $175 million in direct spending and grants to the states to eradicate feral hemp plants, popularly known as "ditch weed." The plants, the hardy descendants of hemp plants grown by farmers at the federal government's request during World War II, do not contain enough THC, the primary psychoactive ingredient in marijuana, to get people high.

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chart by Jon Gettman for Vote Hemp
According to figures from the DEA's Domestic Cannabis Eradication/Suppression Program, it has seized or destroyed 4.7 billion feral hemp plants since 1984. That's in contrast to the 4.2 million marijuana plants it has seized or destroyed during the same period. In other words, 98.1% of all plants eradicated under the program were ditch weed, of which it is popularly remarked that "you could smoke a joint the size of a telephone pole and all you would get is a headache and a sore throat."

While the DEA is spending millions of tax payer dollars, including $11 million in 2005, to wipe out hemp plants, farmers in Canada and European countries are making millions growing hemp for use in a wide variety of food, clothing, and other products. Manufacturers of hemp products in the United States must import their hemp from countries with more enlightened policies.

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chart by Jon Gettman for Vote Hemp
"It's Orwellian that the biggest target of the DEA's Eradication Program is actually not a drug but instead a useful plant for everything from food, clothing and even auto parts and currently must be imported to supply a $270 million industry," said Eric Steenstra, president of Vote Hemp, a group lobbying for increased acceptance of the versatile plant. "While Vote Hemp has urged the DEA to recognize the difference between hemp and marijuana so farmers could grow it here, the federal agency is spending millions of dollars to destroy hundreds of millions of harmless hemp plants."

DEA officials regularly argue that there is no difference between hemp and marijuana, but their own statistics belie that claim. In its reports on the domestic eradication program, the agency clearly differentiates between ditch weed and "cultivated marijuana."

Not only is the ditch weed eradication program a waste of money, it may even be counterproductive, said Vote Hemp national outreach coordinator Tom Murphy. "Much of the ditch weed eradicated is believed to be burned, turning a carbon consuming plant into a contributor of Greenhouse gasses," said Murphy in a post-Christmas press release. "For all the effort to find and destroy these harmless wild hemp plants they are coming back year after year. It is likely that the eradication programs help re-seed the locations were ditch weed is found. The late summer timing and removal method causes countless ripe seeds to fall to the ground where they will sprout again the following year."

Your tax dollars at work.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, 2016 Drug War Killings, 2017 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, Vaping, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Pill Testing, Safer Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Kratom, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psilocybin / Magic Mushrooms, Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School