Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Matéria: Problemas no Peru pela Erradicação da Coca Nesta Semana

A campanha do governo peruano para erradicar os cocais no Vale do Rio Huallaga encontrou um obstáculo difícil nesta semana enquanto os líderes cocaleiros e outros movimentos sociais simpatizantes na cidade de Tocache protestaram contra a erradicação pela primeira vez, confrontaram a polícia e convocaram uma greve geral que ainda estava acontecendo, de acordo com os últimos relatos. A área é representada no congresso peruano por Nancy Obregón, uma das lideranças nacionais mais conhecidas do movimento cocaleiro.

(De acordo com o gabinete de Obregón em Lima, ela estava de viagem à Venezuela e ia demorar cinco dias antes de voltar ao país no início desta semana e dirigir-se diretamente a Tocache e aos cocais próximos. As tentativas da Crônica da Guerra Contra as Drogas de contatar Obregón em Tocache não tiveram sucesso até agora. (Leia a nossa entrevista recente com Obregón e outros líderes do movimento publicada na Crônica da semana passada aqui.)]

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secando as folhas no armazém. O letreiro diz: “Coca Poder e Território, Dignidade e Soberania, Congresso Regional 2006-08”
Os protestos contra o trabalho de erradicação respaldado pelos EUA começaram no fim da semana passada, enquanto centenas de agricultores em protesto bloquearam as estradas na área para exigirem um fim ao projeto, negociações entre o governo e os sindicatos cocaleiros e propostas significativas de desenvolvimento alternativo. No domingo, os protestos começaram em um confronto violento entre cocaleiros e a polícia que, de acordo com as emissoras de rádio locais, deixaram um saldo de 10 pessoas feridas, inclusive o porta-voz local dos cocaleiros, Wilder Satalaya.

Na segunda-feira, Satalaya disse aos repórteres na cena que os cocaleiros levariam os protestos a outro nível. "De acordo com o que tenho visto no Canal 7, o governo continuará com a erradicação. Os cocaleiros também serão radicais. Os líderes políticos não sabem do que somos capazes. Como eles dizem, tomaremos as ruas, queimaremos carros, talvez assim o Governo nos ouça", enfatizou.

A líder cocaleira nacional, Elsa Malpartida, que tem uma cadeira no Parlamento Andino, disse aos repórteres na segunda-feira que os cocaleiros estavam procurando uma moratória contra a erradicação até que os agricultores e o governo pudessem chegar a um acordo. "Propusemos uma suspensão temporária desta erradicação durante este conflito e estamos dispostos a procurar uma solução política para este problema", disse ela depois de se reunir com o ministro do Interior, Luis Alva Castro, e representantes da agência antidrogas nacional, a DEVIDA. "O debate ainda está acontecendo, mas acho que há boa vontade nos dois lados para alcançar uma decisão rápida. Confiamos nisso e esperamos uma resposta hoje à noite ou de manhã", disse Malpartida.

Malpartida pediu um programa de registro nacional dos cocaleiros, os quais "gostariam de ter alguma forma de legalização". Os cocaleiros não são o inimigo, disse ela. "Os verdadeiros inimigos são os produtores da cocaína química. Falamos de uma guerra contra as drogas. Mas, a fim de metermo-nos em uma guerra, é preciso visualizar o inimigo primeiro. Neste caso, eles decidiram que o inimigo é o cocaleiro. Eles o têm atacado por 30 anos e não houve nenhum resultado. E os narcotraficantes estão muito contentes com isso", disse.

Mas, no mesmo dia, o presidente peruano Alan García revidou contra os cocaleiros, dizendo que a violência e o extremismo não seriam tolerados. "O Estado tem que ser sólido e firme neste tema. E terá que haver a erradicação forçosa quando não houver erradicação voluntária", disse García. "Aqui o que tem que reger é a lei e, nisso, o governo não dará nem um centímetro atrás. Há outros que, pelas suas condições ou ideologia, porque aqui tem muito de ideologia, eu diria extremista e violentista, e uma parte aliada ao terrorismo, que preferem não fazê-lo e ficam sob suspeita de produzir somente para o narcotráfico com o argumento de que são pobres".

Mesmo enquanto García ameaçava, entretanto, outros movimentos sociais e até o prefeito de Tocache se uniram aos cocaleiros no que deveria ter sido uma greve geral de 48 horas. "Nos solidarizamos com os irmãos do campo. Sempre protestaram sozinhos, mas agora estamos somando forças para que o Governo solucione o problema da erradicação forçosa", declarou o prefeito de Tocache, David Bazán.

De acordo com os órgãos da imprensa peruana, a greve teve sucesso. As lojas ficaram fechadas em Tocache e os transportes foram parados na cidade e nas áreas vizinhas. A polícia tirou várias vezes as pedras que os cocaleiros puseram nas estradas para bloquear o trânsito, mas os cocaleiros continuam voltando com mais. Mais uns 150 policiais estavam sendo enviados nesta semana a Tocache de Ayacucho para tentarem restaurar a ordem.

Apesar de os ministros do governo viajarem a Tocache na terça numa tentativa de aliviar a tensão, parece que isso não funcionou. Na quarta-feira, os líderes cocaleiros locais, Julio Santolaya e Maria Paredes, disseram aos repórteres que nenhum funcionário do governo conversara com eles e que estavam preparados para aumentar os bloqueios nas estradas até que o governo concordasse em acabar com a erradicação. A Frente de Defesa de Tocache, formada por movimentos sociais que estão de greve em solidariedade com os cocaleiros, também confirmou que os protestos continuarão e se aprofundarão.

O maior sindicato cocaleiro do país, a Confederação Nacional dos Produtores Agropecuários das Bacias Cocaleiras do Peru (CONPACCP) também se somou à refrega. Em um manifesto apresentado à Crônica da Guerra Contra as Drogas, a organização dirigida por Nelson Palomino defendeu os protestos dos cocaleiros e advertiu que mais ocorrerão se o governo peruano não alterar as suas políticas.

Protestamos energicamente pelos atos de erradicação em Tocache, (anexos e redondezas) San Martín, Alto Huallaga, que se opõem à erradicação compulsiva da folha de coca. Diálogo com o governo, tivemo-lo e continuaremos tendo-o", disse o manifesto da CONPACCP. "Ninguém pode nos acusar de não sermos propensos ao diálogo, mas, pelo contrário, procuramos nos entender da melhor maneira possível. No entanto, o governo de turno, mediante cálculos políticos, monta cortinas de fumaça e desenha estratégias para surpreender-nos e dar-nos uma punhalada pelas costas. O que eles dizem? Nada. Por quê? A estrutura repressiva está dada dos EUA. E os obedientes do governo, para não perderem os seus polpudos salários têm que obedecer, esta verdade abre passagem pouco a pouco", disse o grupo.

"Evitemos novos confrontos, como os registrados em anos anteriores, eles podem se produzir pela oposição camponesa à eliminação forçosa dos cocais", prosseguiu o manifesto da CONPACCP. "Haverá enfrentamentos, porque a erradicação continua e os agricultores não vão ficar sentados. É simples assim, como se lê e se ouve. Porque os camponeses vão defender o único sustento deles como camponeses produtores".

Resenha da Crônica da Guerra Contra as Drogas: "Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy", de Matthew Robinson e Renee Scherlen (2007, State University of New York Press,

(Reimprimimos a nossa resenha muito lida de três semanas atrás. Por favor, clique aqui para pedir uma cópia pela nossa mais recente oferta aos filiados.)

Provavelmente não há um único reformador das políticas de drogas vivo que, em algum momento, não tenha cuspido na sua xícara de café após ouvir algum pronunciamento inane do secretário antidrogas John Walters. Sabemos que o que ele está dizendo está errado e é injustificável. Às vezes, nós nos damos ao trabalho de desbancar completamente uma de suas afirmações ultrajantes. Na verdade, isso não é lá muito difícil de fazer, mas, até agora, ninguém desconstruiu totalmente as afirmações feitas pelo Gabinete de Política nacional de Controle das Drogas (o ONDCP, a secretaria antidrogas), pondo-as à prova contra as normas da ciência e da razão.

Isso mudou com a recente publicação de "Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics” [Mentiras, Malditas Mentiras e as Estatísticas da Guerra às Drogas], do Professor-Adjunto da Universidade Estadual Apalache, Matthew Robinson, e da Professora-Adjunta de Ciência Política, Renee Scherlen. Já que os relatórios anuais da Estratégia Nacional de Controle das Drogas divulgados pelo ONDCP formam a base para redigir as políticas de drogas federais, este par de professores decidiu pôr à prova sistematicamente as afirmações feitas pelo ONDCP como fundação para essas políticas.

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o ONDCP representa equivocadamente a relação ‘Basta Dizer Não’, estratégia de 2003 (o gráfico aparece graças ao Prof. Robinson)
Toda burocracia federal tem que justificar o seu orçamento e o faz estabelecendo metas e demonstrando como cumpriu bem ou não essas metas. Mas, como Robinson e Scherlen demonstram admiravelmente com exemplo após exemplo de uso equívoco de estatísticas e gráficos visuais, o ONDCP está muitas, muitas vezes, distorcendo a realidade para dar uma impressão mais colorida de seus "sucessos" na guerra contra as drogas. Eles fazem isso de uma maneira calma, intencional e modesta ao invés de se meterem em um ataque partidário contra uma série de políticas que eles sentem claramente que são um desastre.

A fim de estimar a precisão dos pronunciamentos do ONDCP, os autores examinam três grupos amplos de afirmações feitas pelo ONDCP: Afirmações de sucesso em reduzir o consumo de drogas; afirmações de sucesso em "curar" os usuários de drogas dos Estados Unidos; e afirmações de sucesso em desbaratar os mercados de drogas. Robinson e Scherlen examinam os relatórios anuais da Estratégia Nacional de Drogas a partir de 2000 até 2005 para verem o que o ONDCP diz que está alcançando nestas três áreas amplas. Estas três categorias descrevem o que o ONDCP deveria estar conseguindo, mas, como ilustram os autores com tanta abrandência, o ONDCP recorre em demasia a informações enganosas e equívocas.

Tomemos as afirmações de sucesso em reduzir o consumo de drogas, por exemplo. Na Estratégia Nacional de Drogas de 2001, o ONDCP apresenta uma tabela que mostra uma tendência decrescente enorme no consumo de drogas entre adolescentes em meados dos anos 1980 antes de permanecer essencialmente estável durante todos os anos 1990. Mas, como o ONDCP e o seu mandato não existiam antes de 1988, a tabela é enganosa. O que mostra realmente é que, durante o período de atividade do ONDCP, ele fracassou em sua meta declara de reduzir o consumo de drogas entre os adolescentes.

Igualmente, na Estratégia Nacional de Drogas de 2003, em uma tentativa de justificar as suas campanhas de prevenção, o ONDCP procurou mostrar que a campanha "Basta Dizer Não" de Nancy Reagan foi eficaz na redução do consumo de drogas entre adolescentes. Mas, para fazer isso, o ONDCP confiou somente nos dados que envolviam pessoas de 18 a 25 anos. Já que a campanha "Basta Dizer Não" visava às crianças, usar dados sobre os adultos jovens é "um uso seletivo e inadequado da estatística", como dizem tão amavelmente Robinson e Scherlen.

O ONDCP também tem o costume curioso de mencionar "sucessos" em um ano, mas não os revisa nos anos anteriores quando os números não os respaldam. Em 2000 e 2001, por exemplo, o ONDCP fez alarde da queda no consumo de drogas, embora as sondagens nacionais sobre as drogas não a respaldassem, exceto em categorias seletivas. Mas, nos relatórios anuais de 2002 a 2005, com o consumo de maconha seguindo firme, o ONDCP não faz nenhuma afirmação específica a respeito dos índices de consumo de maconha nem fornece tabelas ou dados de fácil acesso. Como observam Robinson e Scherlen, "De fato, parece que o ONDCP ignora as estatísticas que apontem resultados contrários à guerra contra as drogas".

Robinson e Scherlen passam a dissecar sistematicamente as afirmações do ONDCP sobre a redução do consumo de drogas, a "cura" dos usuários de drogas e o desmantelamento dos mercados de drogas. Às vezes, eles até descobrem que as afirmações são justificadas, mas isso raramente acontece. O que os autores demonstram várias vezes é que o ONDCP não é capaz ou não está disposto a informar com precisão os seus fracassos em alcançar as suas metas e é capaz e está disposto a recorrer às chicanas estatísticas para encobrir esses fracassos.

Nos dois capítulos finais do livro, Robinson e Scherlen tentam uma avaliação justa da guerra às drogas e do poder do ONDCP de cumprir as suas metas auto-impostas de combate às drogas e oferecem uma série de recomendações para o que podia ser uma política de drogas mais racional. Para começar, sugerem os autores que o ONDCP seja extinto ou retirado da Casa Branca. Para uma apresentação precisa dos números a respeito do consumo de drogas, eles devem ser retirados do clima político quente da Casa Branca. Atualmente, debatem os autores, o ONDCP age como "gerador e defensor de uma dada ideologia na guerra às drogas".

"Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics" é surpreendentemente fácil de ler e Robinson e Scherlen prestaram um serviço imenso não só aos críticos das políticas atuais de drogas ao compilarem esta crítica mordaz das afirmações do ONDCP, mas também a qualquer um interessado em como os dados são compilados, apresentados e mal-usados por burocratas que tentam defender os domínios deles. Ele deveria ser leitura obrigatória dos congressistas, apesar de que, infelizmente, provavelmente isso não vá acontecer.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Listado de Empleos: Cambio de Jeringas, Harm Reduction Coalition, California

El Especialista en Programa de Cambio de Jeringas responderá a la carencia de asistencia técnica y entrenamiento de los Programas de Cambio de Jeringas y de las Jurisdicciones de Sanidad Municipales de California. Los postulantes deben poseer habilidades organizacionales, pericia en entrenamiento y asistencia técnica y experiencia práctica con el acceso comunitario a las jeringas. Se prefieren la experiencia con la organización comunitaria y la familiaridad con los proveedores de servicios locales y las comunidades. El salario varía entre $43.000-$46.000 por año.

Las responsabilidades incluyen coordinar actividades relacionadas con el acceso a las jeringas, así como la recepción de pedidos de entrenamiento y asistencia técnica, responder a dichas solicitaciones dentro de 48 horas, coordinar planes individuales para los programas de cambio de jeringas en falta, proveer asistencia técnica sobre estrategias de implementación, desarrollar entrenamientos regionales, individuales y grupales, mantener relaciones con consultores y consultores contratados cuando necesario, participar de las reuniones del personal y del programa, trabajar en equipo con los demás proyectos de la HRC para organizar y consolidar materiales, publicaciones, currículos y hojas informativas, y más deberes cuando exigido.

Los postulantes ideales son pensadores independientes y altamente organizados con la capacidad de operacionalizar sistemas y dinamizar la información a través de diversos proyectos. La HRC valoriza a los candidatos con ética, buen sentido y humor fuertes y con un compromiso con las cuestiones de los derechos humanos y de la justicia social.

Por favor, mande su currículo y carta de presentación por correo-e a [email protected] o por fax a (510) 444-6977. Sin llamadas telefónicas, por favor. La HRC está contratando inmediatamente, entonces tome providencias rápidas si está interesado en el cargo.

Las personas de color, ex presos y personas con pasado de consumo de sustancia son incentivadas a postular. La HRC da oportunidades iguales y ofrece un salario competitivo con beneficios decentes de salud.

Historial:

La Harm Reduction Coalition (HRC) promueve la salud y los derechos humanos de personas que consumen drogas defendiendo respuestas eficaces de las políticas para combatir el VIH, la hepatitis C, las muertes por sobredosis y la drogadicción. Desde su principio en 1994, la HRC ha crecido de un pequeño grupo de activistas del cambio de jeringas preocupados con prevenir el VIH para volverse la lideresa de un movimiento de base que crece con rapidez, moldando la salud pública y las políticas de drogas actuales hacia intervenciones prácticas y compasivas de la reducción de daños. La HRC provee asistencia técnica, entrenamiento y construcción de instalaciones para apoyar los programas de cambio de jeringas, las secretarías de sanidad y las organizaciones comunitarias existentes en California. La meta es expandir el acceso a las jeringas en las áreas rural y urbana.

Listado de Empleos: MPP, Minneapolis y DC

El Marijuana Policy Project tiene dos nuevos cargos disponibles – uno ubicado en Washington, DC y el otro en Minneapolis, MN.

El cargo de Director de TI queda en Washington, DC. El Director de TI administra un departamento de TI de cuatro personas, que supervisan toda la infraestructura de red del MPP, desarrollo en la red y administración de los datos. El MPP es una organización que usa mucho la Apple, entonces es esencial tener bastante experiencia con Mac OS X y Mac OS X Server. Los postulantes deben sentirse cómodos en trabajar tanto en el ambiente del usuario gráfico como en el nivel de la línea de comando y también deben estar familiarizados generalmente y no tener dificultades en usar UNIX o Linux y el Microsoft Windows XP. La experiencia en la administración de los servidores Linux/UNIX y/o la experiencia con el trabajo en red en Windows es un punto positivo. El cargo también exige la serenidad cuando se trabaja en varios proyectos simultánea y rápidamente, el poder de traducir cuestiones técnicas en un inglés claro para los funcionarios que no sean técnicos y antecedentes probados de administración exitosa de proyectos en un ambiente orientado por plazos.

El cargo de Analista de Campañas queda en Minnesota, MN. El Analista de Campaña – que es parte del departamento de Campañas Estaduales del MPP – ayuda con la pesquisa legal en todas las áreas de la legislación estadual y municipal sobre iniciativas electorales, incluso los requerimientos de colecta de firmas, las leyes sobre finanzas de campaña, los fallos de los fiscales generales, la jurisprudencia y los códigos municipales; presenta todos los informes financieros; asegura que las campañas e iniciativas del MPP estén de acuerdo con todas las leyes relevantes; aconseja a los beneficiarios del MPP y los demás que están administrando sus propias campañas de iniciativa electoral relacionadas con la marihuana; y actúa como el primer punto de contacto y administra las actividades cotidianas para activistas que están en el local en cada uno de los estados y municipalidades de campaña del MPP. Se dará una fuerte preferencia a los postulantes que sean abogados, pese a que consideremos los demás también.

Para ambos cargos, por favor visite http://www.mpp.org/jobs para las descripciones completas de los trabajos, la información salarial y las instrucciones sobre cómo postular.

Anuncio: Los Feeds RSS de DRCNet Están Disponibles

Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Anuncio: ¡Ahora los Feeds de Agregación de Contenido de la DRCNet Están Disponibles para SU Página Web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

Haga clic aquí para ver una muestra de lo que está disponible - por favor, fíjese que la extensión, la apariencia y demás detalles de cómo ello aparecerá en su página pueden ser personalizados para adecuarse a sus necesidades y preferencias.

Por favor, fíjese también que estaremos contentos en hacerle más permutas de nuestro contenido disponible bajo pedido (pese a que no podamos prometer cumplimiento inmediato de dichas solicitaciones ya que, en muchos casos, la oportunidad dependerá de la disponibilidad de nuestro diseñador web). Visite nuestro Mapa del Sitio para ver lo que está disponible actualmente – cualquier feed RSS disponible allí también está disponible como feed de javascript para su página web (junto con el feed de la Crónica que no aparece todavía pero que usted puede encontrar en la página de feeds relacionada arriba). Experimente nuestro generador automático de feeds aquí.

Contáctenos si quiere asistencia o infórmenos sobre lo que está relacionando y adónde. Y gracias de antemano por su apoyo.

Semanal: Esta Semana en la Historia

18 de marzo de 1839: Lin Tse-Hsu, el encargado imperial chino responsable por suprimir el tráfico de opio, ordena que todos los comerciantes extranjeros entreguen su opio. Como respuesta, los británicos envían buques de guerra a la costa de China, iniciando la Primera Guerra del Opio.

22 de marzo de 1972: La Comisión Nacional sobre la Marihuana y el Abuso Químico de 13 miembros señalados por Richard Nixon recomienda la despenalización de la marihuana, concluyendo, “El potencial relativo de daño de la marihuana a la vasta mayoría de los usuarios individuales y su impacto real sobre la sociedad no justifican una política social hecha para buscar y castigar firmemente a aquellos que la consumen”.

19 de marzo de 1983: Más conocida por su papel en la campaña Basta Decir No, la primera dama Nancy Reagan aparece en la comedia de NBC, Diff’rent Strokes [Blanco y negro], declarando: “Les voy a contar una historia verdadera sobre un chico que llamaremos Carlitos. Él tenía sólo 14 años y estaba viciado en marihuana... Un día, cuando su hermanita no quería robar algún dinero para que él se fuera a comprar más drogas, él la pegó brutalmente. La verdad verdadera es que no existen drogas blandas y drogas duras. Todas las drogas son tontas... No terminen como Carlitos”.

17 de marzo de 1999: Un informe del Instituto de Medicina para el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas declara que “no hay pruebas conclusivas de que los efectos de la marihuana estén relacionados causalmente con el abuso subsiguiente de otras drogas ilícitas” y “los datos científicos indican los valores terapéuticos en potencial de las drogas cannabinoides para el alivio del dolor, el control de la náusea y de los vómitos y el estímulo del apetito”.

16 de marzo de 2000: Patrick Dorismond, un guardia desarmado, es muerto a tiros por oficiales encubiertos de la Policía de Nueva York que habían intentado venderle marihuana en una operación “comprar y arrestar”. [El tiroteo fue la tercera vez en 13 meses en que oficiales de la policía de la Ciudad de Nueva York vestidos de paisano mataban a un negro desarmado a tiros. Bajo el alcalde Rudolph Giuliani, los arrestos por marihuana subieron de 720 en 1992 para 59.945 en los primeros once meses de 2000.]

19 de marzo de 2001: El presidente mexicano Vicente Fox es citado en la Associated Press: “El día en que la alternativa de libertar el consumo de drogas del castigo venga, tendrá que ser hecho en todo el mundo porque no vamos a ganar nada si México lo hace, pero la producción y tráfico de las drogas... a los Estados Unidos continúa. Así, un día la humanidad la verá [la legalización] como lo mejor en este sentido”.

20 de marzo de 2002: La Reuters informa que científicos británicos descubrieron que los conductores que fuman un pitillo de cannabis retienen más control detrás del volante que aquellos que toman una taza de vino. La pesquisa del Britain's Transport Research Laboratory mostraba que los conductores hallaban más difícil mantener velocidad y posición constantes tras tomar lo equivalente a una taza de vino que después de fumar un “porro”.

21 de marzo de 2003: El presidente Bush anuncia su intención de nombrar a Karen P. Tandy para ser la nueva administradora de la Drug Enforcement Administration. Tandy trabajó en el Ministerio de Justicia (DOJ, sigla en inglés) como subfiscal general y directora del Destacamento de Represión a las Drogas y al Crimen Organizado. Ella también trabajó antes en el DOJ como jefa de litigio en el Gabinete de Confiscación de Bienes y como subjefa de Estupefacientes y Drogas Peligrosas. Antes, ella había procesado casos que trataban de drogas, lavado de dinero y confiscación como subfiscal de los EE.UU. en el Distrito Oriental de Virginia y en el Distrito Occidental de Washington.

Australia: Pedido de Despenalización de la Tenencia de Drogas de los Verdes de Nueva Gales del Sur Causa Alboroto Preelectoral

Las políticas de drogas están deviniendo una cuestión importante de campaña en el estado más poblado de Australia, Nueva Gales del Sur (NSW, sigla en inglés). Con una “epidemia” corriente muy hablada de consumo de metanfetamina en curso y a 10 días de las elecciones, el Partido Verde de Nueva Gales del Sur está pidiendo la despenalización de la tenencia de drogas – aun del temido ice, como se llama la metanfetamina Allá Abajo – y los enemigos de los partidos Liberal y Laborista están atacándolos por eso.

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Lee Rhiannon
Pese a que los verdes tengan sólo un puñado de escaños en el parlamento estadual, al dar su apoyo al Partido Laborista gobernante en algunos distritos fundamentales, ellos pueden terminar sujetando el equilibrio del poder en la Cámara Alta. La destacada candidata a la Cámara Alta de los verdes de Nueva Gales del Sur, Lee Rhiannon, ha sido la principal vocera del partido en las conversas cada vez más feas sobre las políticas de drogas.

La posición de los verdes sobre la despenalización de la tenencia de drogas no es ad hoc. Ella refleja la plataforma formal sobre políticas de drogas, adoptada el octubre último tras largas consultas con los miembros del partido. La plataforma también pide la adopción más enérgica de las medidas de la reducción de daños y la despenalización del cultivo de marihuana para uso personal.

Aunque la plataforma sobre drogas de los verdes no sea nueva, la reiteración pública de ella hecha por Rhiannon el lunes dio inicio a una tormenta de críticas y malas interpretaciones. El Daily Telegraph les dijo a sus lectores que los verdes estaban "diciendo de hecho que los viciados en metanfetamina deberían tener la libertad de comprar lo tanto que quisieran de la sustancia mortífera”. El Daily Telegraph también describió la posición verde de que despenalizar la tenencia de drogas era menos peligroso que la prohibición como “una defensa rarísima”.

El líder liberal, Peter Debnam, también fue mordaz, escribiendo en su bitácora: “Cualquier parlamentario que crea que debemos despenalizar las drogas, incluso el ‘ice’, debería darse una buena mirada a sí mismo, hacerle un favor a la comunidad y renunciar” y “Esta droga es la muerte a los jóvenes y está socavando toda una generación”.

Aunque Debnam acusara a los verdes y el Partido Laborista de preparar alguna especie de “acuerdo sobre el ice”, había pocos indicios de eso según el primer ministro laborista Morris Iemma. Él contestó a la plataforma de políticas de drogas de los verdes diciendo: “Es simplemente una política absurda, ridícula y asquerosa”. Cualquier parlamentario que apoye dicha política habrá “perdido completamente el contacto con la realidad”, dijo.

Para dejar las cosas perfectamente claras, el secretario del Partido Laborista, Mark Arbib, añadió que, aunque el Labor estuviera dispuesto a hacer un acuerdo electoral con los verdes, no endosa las políticas de drogas de los verdes. “No habrá suavización de las duras leyes del partido (laborista) sobre las drogas o las posiciones sobre las demás cuestiones sociales”, dijo.

Pero los verdes están devolviendo los golpes, tanto contra los ataques políticos como contra la prensa amarilla. “La alegación en el Daily Telegraph de hoy de que las políticas verdes permitirían que las personas compraran cantidades ilimitadas de la droga mortífera ‘ice’ es totalmente falsa”, dijo Rhiannon en una declaración el martes. “Las políticas verdes no apoyan la oferta ilimitada de cualquier droga, menos aún de la metanfetamina cristal. Este ataque contra los verdes es una táctica de intimidación electoral que quiere distraer de la tarea urgente de proteger a los jóvenes del ‘ice’. Los verdes no apoyan el consumo de drogas y nuestras políticas no consienten que la gente use la nueva droga conocida como ice”.

Rhiannon también fue en pos del primer ministro Iemma tanto por inacción como por hipocresía. “El gobierno Iemma no ha tratado del aumento en el consumo de ice”, dijo. “El uso de metanfetamina cristal ha aumentado durante el mandato del gobierno Iemma/Carr. Ahora, hay más de 17.700 usuarios regulares de metanfetamina y 14.700 usuarios dependientes de la metanfetamina en Sydney y el número está aumentando rápidamente”, observó.

“Las políticas de drogas del gobierno laborista no están tratando de la epidemia”, prosiguió Rhiannon. “Se necesitan iniciativas de prevención que conciencien a las poblaciones blanco sobre los peligros de consumir la droga y los programas eficaces y accesibles de tratamiento para los usuarios dependientes y adictos”.

En verdad, como los verdes observaron en un comunicado de prensa el miércoles, el partido laborista apoya en silencio muchas nociones de reducción de daños verdes y programas de tratamiento y encaminamiento para usuarios de metanfetamina. “El primer ministro es rápido en criticar a los verdes por nuestro abordaje al ice. Pero, la realidad es que el partido laborista ha instituido programas innovadores sobre el ice, con base en los principios de minimización de los daños defendidos por los verdes”, dijo Rhiannon.

Entre esos programas está un programa de tratamiento con estimulantes en dos hospitales, la sala de inyección segura en Kings Cross y el programa “MERIT” que encamina a los usuarios de metanfetamina hacia el tratamiento en vez de la cárcel. “Si queremos dejar Nueva Gales del Sur libre de las drogas de verdad, hay que expandir estos programas y aumentar su financiación”, dijo Rhiannon. “El primer ministro Iemma debería hacer alarde de estas iniciativas en vez de esconderse detrás de sus políticas severas. Parece que él está más preocupado con un revés político. Para erradicar exitosamente el ice, los políticos deben estar dispuestos a tomar acciones que a principio pueden ser impopulares. Sin políticas corajosas del gobierno, el ice seguirá causando desorden en nuestra sociedad”.

Quizá Debnam, Arbib y Iemma deban escuchar la entrevista del año pasado del destacado médico australiano, el Dr. Alex Wodak, con la Australian Broadcasting Corporation. Entre las citas de nota de Wodak: “La prohibición [la Ley Seca] no funcionó en los Estados Unidos en los años 1920 y no va a funcionar ahora”.

Marihuana: Protesta de Base en Ciudadecita de Wisconsin Después de Redada de Drogas

Cuando la policía en Stevens Point, Wisconsin, terminó una investigación de 16 meses del narcotráfico en la región, ellos se felicitaron por prender a 62 personas, la mayoría de ellas con sus veinte años, en su mayoría por ventas menores de marihuana y de píldoras prescriptibles. Pero, aunque la policía recibiera algunas expresiones de apoyo de la comunidad, no todos quedaron contentos.

El lunes, por segunda vez en algunas semanas, un puñado de manifestantes adolescentes se reunió delante del palacio de justicia en el centro para protestar contra las detenciones y pedir la legalización de la marihuana. De acuerdo con el Stevens Point Journal, los jóvenes manifestantes sujetaban pancartas que decían “Sean Sabios, Legalicen” y “El Cáñamo Puede Salvar el Mundo” en cuanto los conductores que pasaban sonaban el claxon en apoyo.

“La gente debería poder escoger lo que entra en su cuerpo”, dijo Ben Eisner, 18. “La cafeína tiene más muertes por año que la marihuana”, le dijo él al periódico. La legalización promovería hábitos más saludables para el usuario, dijo. “Con la legalización viene la responsabilidad”, dijo Eisner.

“Creo que ella debería ser usada de la misma manera que el alcohol”, dijo Eryn Edelbeck, 17, añadiendo que el abuso de alcohol hace más daño a la salud a largo plazo que la marihuana.

Y hay bastante apoyo – una de las manifestantes, Eleni Schuler, 16, dijo que ella misma nunca había usado marihuana. “Sólo apoyo la idea”, dijo.

Con sus amigos y colegas enfrentando la posibilidad de pasar largos años en la prisión, el grupo promete regresar todas las semanas para llamar la atención local, “posiblemente con la meta de empezar una sucursal de la NORML...”. Sumen otro puñado a las filas de los reformadores. Y con cada redada en los municipios, otro puñado.

Marihuana Medicinal: Proyecto de Minnesota Es Aprobado por Comité de la Cámara

El proyecto de ley sobre la marihuana medicinal de Minnesota, el HF 655, está en actividad. En el primer examen del proyecto hecho por el comité de la Cámara, el martes el Comité de Sanidad y Servicios Humanos aprobó el proyecto en una votación de 8 a 6. Ahora, ello se dirige hacia el Comité de Seguridad Pública y Justicia Civil de la Cámara.

Un proyecto acompañante en el Senado también está activo. Esa legislación fue aprobada por el Comité de Sanidad, Vivienda y Seguridad de la Familia del Senado el 19 de febrero y ahora está delante del Comité del Senado sobre el Judiciario.

El diputado Thomas Huntley (DFL-Duluth), principal ponente del proyecto en la Cámara, aclamó la votación como una victoria para la legislación humana y de buen sentido. “Los políticos en St. Paul deberían confiar en los médicos para saber lo que es lo mejor para sus pacientes”, dijo.

Entre aquellos que depusieron en apoyo al proyecto estaba Shannon Pakonen, cuyo hijo fue retirado de la clase e interrogado sobre su consumo de marihuana medicinal por los profesores del colegio a principios de esta semana. Pakonen fue a público con su consumo de marihuana medicinal al atestar sobre ello delante de un comité del Senado acerca de cómo él la usa para tratar los tics involuntarios relacionados con su Síndrome de Tourette.

“Mi hijo no debería ser tratado como criminal con base en que él es mi hijo”, atestó Pakonen, añadiendo que este incidente es precisamente la causa por la cual Minnesota necesita una ley de marihuana medicinal para proteger a los pacientes y sus familias del asedio.

Como tanto las versiones del proyecto de ley sobre la marihuana medicinal de la Cámara y del Senado se están moviendo y hay un nuevo proyecto en Nuevo México que se dirige hacia la mesa del gobernador que hizo presión para hacer que llegara allí, Minnesota puede estar de camino hacia volverse el 13° estado a reconocer la marihuana medicinal. Eso ya es ley en Alaska, California, Colorado, Hawai, Maine, Montana, Nevada, Oregón, Rhode Island, Vermont y Washington.

Registro e incautación: Corte Suprema de Utah sostiene que mero olor de marihuana no es suficiente para registro domiciliar sin orden

En una decisión el viernes pasado, la Corte Suprema de Utah sostuvo que el olor de humo de marihuana no es suficiente para permitir la entrada de la policía en una residencia sin orden de registro. La decisión en Utah vs. Duran significa que, en Utah, la policía ya no podrá usar el antiguo número “Creo que huelo marihuana” como pretexto para conducir registros arbitrarios en las casas.

El caso empezó en Price, Utah, en 2003, cuando la policía fue llamada a una residencia por familiares que afirmaban que había gente fumando marihuana adentro. Cuando la policía llegó, informó que “el humo de la marihuana estaba saliendo por las grietas del remolque”, dándole causa probable para solicitar una orden de registro. Pero la policía temía que los sospechosos estuvieran “en vías de fumarse todas las pruebas”, entonces entró sin darse el tiempo de obtener una orden.

Adentro, los policías encontraron a tres personas y marihuana también. Los tres fueron arrestados, y una de ellos, Bernardette Duran, buscó hacer que las pruebas fueran descartadas como resultado de un registro ilegal. Duran perdió en la primera instancia, pero venció en el tribunal de apelaciones estadual y ahora esa victoria ha sido ratificada por la Corte Suprema estadual.

En su decisión de 4 a 1, la corte alta dijo que aunque hubiera excepciones al requerimiento de la orden de registro, como impedir la destrucción inminente de pruebas, oler el humo de la marihuana no era una de ellas. “Nos negamos a conceder al aroma de marihuana quemando un lugar en una lista exclusiva y limitada de excepciones al requerimiento de la obtención de una orden antes que un registro legal pueda ocurrir”, escribió el ministro Ronald Nehring. “El aroma de la marihuana debe estar acompañado de algunas pruebas de que los sospechosos están deshaciéndose de la prueba, a diferencia de consumirla casualmente”.

Eso era demasiado para el disidente solitario en el caso, el juez vocal Michael Wilkins, que argumentó que el olor del humo de la marihuana podía a veces justificar un registro sin orden. “En un caso en que hay drogas ilegales siendo quemadas fuera del campo de visión, pero no del olfato, y en que la cantidad de drogas es desconocida por los oficiales, no es irrazonable la suposición de que las drogas estén siendo destruidas en vez de meramente consumidas”, escribió Wilkins.

Pero, por suerte, su opinión era la disidente.

Marihuana Medicinal: Juez Federal Desestima Acusaciones Contra Ed Rosenthal

Un juez del juzgado de distrito federal desestimó los cargos de lavado de dinero y evasión fiscal contra Ed Rosenthal el miércoles, diciendo que los fiscales federales habían reincriminado vengativamente al “Gurú de la Ganja” después que él los criticó en la estela de su recurso exitoso de su condenación por cultivo de marihuana de 2003. En ese caso, Rosenthal fue condenado después de no serle permitido presentar pruebas de que estaba cultivando para fines medicinales, pero fue condenado a sólo un día de cárcel después que el jurado protestó tras escuchar el resto de la historia.

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Ed Rosenthal en el palacio de justicia, con simpatizantes, septiembre de 2006 (cortesía de indybay.org)
El mismo juez que presidió el primer juicio de Rosenthal, el juez de juzgado de distrito de los EE.UU., Charles Breyer, decidió que los fiscales hicieron ilegalmente una retaliación contra Rosenthal al incriminarlo nuevamente por acciones que eran la base de su condenación original, que fue revocada el año pasado, y exagerar con los cargos de evasión fiscal y lavado de dinero por una suma inferior a $1.900.

Los fiscales federales intentaron “hacer que Rosenthal se pareciera con un criminal común y, así, disipar las críticas que se amontonaban sobre el gobierno después del primer juicio”, dijo Breyer en su fallo. Esa percepción, dijo, “desincentivará a los reos de ejercer su derecho a criticar sus procesos garantizado por la Primera Enmienda y su derecho reglamentar de recurrir de sus condenaciones”.

Aunque él desestimara los dos cargos financieros, el juez Breyer dejó pasar la incriminación de Rosenthal por cultivar marihuana para pacientes. Pero eso no les da a los fiscales mucho que trabajar porque Breyer también observó que aun si él fuera condenado en un nuevo juicio, ellos no podían buscar sentenciarlo a más de la condena de un día que él ya había cumplido. Eso los deja con las opciones igualmente desagradables de recurrir de la decisión al Tribunal de Apelaciones del 9° Circuito de los EE.UU. – la misma corte que abrogó la condenación original – o buscar una condenación en que no puedan castigar a Rosenthal aun si vencen.

El subfiscal federal George Bevan, el principal fiscal en el caso, ayudó al juez Breyer a probar la tese del proceso vengativo. Aunque Bevan le dijera a Breyer que él no iba a buscar más tiempo de prisión en los cargos relacionados con la marihuana, él dijo que estaba “comprometido a hacer el nuevo juicio y llevar el caso a una conclusión”. Ese comentario ocurrió después que Bevan le dijo al tribunal en octubre que Rosenthal se había quejado de no recibir un juicio justo porque no podía mencionar la marihuana medicinal. “Entonces, digo, de esta vez, él quiere que luzca el lado financiero, muy bien, expongámoslo”, dijo Bevan. “Vamos a poner la conducta enterita delante del jurado: impuestos, lavado de dinero, marihuana”.

En la decisión del miércoles, Breyer se fijó en la franqueza de Bevan, pero dijo que sus comentarios sólo “confirmaban la apariencia de venganza”.

“Claramente, al gobierno no le cabía presentar este caso contra mí”, dijo Rosenthal en una declaración lanzada por sus abogados. “La decisión de la corte es tranquilizadora, pero mi proceso seguido por los cargos relacionados con la marihuana aún es malicioso. Hacer que mi familia y yo pasemos por un segundo proceso criminal para obtener, a lo mejor, una sentencia cumplida de un día de cárcel parece tener motivación personal”.

“Estamos gratos que la corte haya reconocido la naturaleza vengativa de este proceso y haya refrenado al fiscal”, dijo Joe Elford, el principal abogado del Americans for Safe Access y autor de la exitosa moción contra el proceso vengativo. “Los cargos adicionales presentados contra Rosenthal eran claramente una retaliación por sus críticas del gobierno. El dinero del contribuyente no debería ser desperdiciado en una vendetta llevada a cabo por un fiscal contra un reo”.

Reducción de Daños: Comarca de Los Ángeles Permite Programa de Cambio de Jeringas

La Junta de Supervisores de la Comarca de Los Ángeles aprobó un programa de cambio de jeringas de $500.000 el martes. La junta aprobó la medida de reducción de daños, que fue hecha para ahorrar vidas y dinero reduciendo el índice de enfermedades transmisible por la sangre como el SIDA y la hepatitis B y C, en una votación de 3 a 2.

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logotipo muy usado del cambio de jeringas
La ciudad de Los Ángeles y siete comarcas californianas ya han aprobado los programas de cambio de jeringas. La Comarca de Los Ángeles tiene estimados 120.000 a 190.000 inyectores de drogas y se estima que casi mitad de ellos comparte jeringas.

Los nuevos cambios de jeringas que objetivan a los usuarios de heroína estarán en el Asian American Drug Abuse Program, Bienestar Human Services, Common Ground-The Westside HIV Community Center, Public Health Foundation Enterprises (y, a través de ellos, la Clean Needles Now) y en los Tarzana Treatment Centers.

Los supervisores Mike Antonovich y Don Knabe votaron contra el programa. “El problema que tenemos aquí es que están haciendo que el gobierno se ponga en una posición de auspiciar una droga que se sabe que puede llevar a la muerte y que lleva a la dependencia”, dijo Antonovich. “Yo preferiría poner nuestro dinero en la rehabilitación y en la concienciación incentivando una sociedad libre de las drogas en vez de ser políticamente correcto y ayudar a los adictos a seguir adictos”, dijo.

Pero la supervisora Gloria Molina defendió el programa, diciendo que su objetivo es hacer la prevención al SIDA. “Es un programa muy sencillo que tuvo un éxito increíble y es una pena [que] no deba tratar, y no trata, de la rehabilitación de los usuarios de drogas. Todo lo que hace es, con suerte, tratar de la cuestión de la prevención al VIH”, dijo Molina.

Penas: ¡Tyrone Brown Está en Libertad!

Tyrone Brown, el hombre de Dallas sentenciado a la prisión perpetua en 1990 por fumar un pitillo mientras estaba en régimen de libertad vigilada por un asalto a mano armada en el cual nadie resultó herido salió de la prisión en Huntsville el jueves tras recibir un perdón condicional del gobernador de Tejas, Rick Perry (R). El perdón sucedió después que el 20-20 de la ABC News presentó el reportaje sobre él dos veces, ayudándole a crear un esfuerzo de base en todo el país para lograr su libertad, Save Mr. Brown.

Brown fue recibido por familiares y periodistas, de acuerdo con el informe de la Associated Press presentado desde Huntsville. Él abrió una gran sonrisa mientras abrazaba a su madre, Nora Brown. “No creía que este día iba a llegar”, dijo.

Según los términos del perdón, Brown tendrá que vivir con su madre, encontrar un trabajo, frecuentar un terapeuta y presentarse a un oficial de condicionales. Si él infringe cualquiera de esas condiciones, el perdón puede ser revocado.

Brown tenía 17 años cuando fue condenado por el asalto a mano armada. Después que sacó positivo para marihuana una vez, el juez Keith Dean lo recondenó a prisión perpetua. La dureza de la sentencia del juez Dean para Brown, que él nunca ha explicado, mantiene un contraste intenso con su tratamiento de John Alexander Wood, un blanco con buenas relaciones. Wood fue condenado por asesinato, pero Dean lo sentenció a libertad vigilada, régimen en que él sacó positivo varias veces por consumo de cocaína. Pero, en vez de mandarlo a la prisión, Dean le dio permiso para seguir presentándose a su oficial de libertad vigilada y parar de hacer exámenes toxicológicos.

Con el resplandor del candelero nacional en el caso, el juez Dean (ahora ex juez Dean) se unió a una larga lista de oficiales locales de la ley que le pedían al gobernador que libertara a Brown. Gracias a sus esfuerzos, así como a los esfuerzos de los órganos de la prensa investigativa y una población alborotada, un preso de la guerra a las drogas se ha ido a su casa. Ahora faltan 499.999.

Marihuana Medicinal: Tribunal Federal de Apelaciones Decide que Angel Raich Puede Ser Procesada, Aun Si Sólo la Marihuana La Mantiene Viva

El Tribunal de Apelaciones del 9° Circuito de los EE.UU. decidió el miércoles que Angel Raich, una mujer de Oakland cuyo médico dice que la marihuana está manteniéndola viva, aún puede ser procesada con acusaciones federales de delitos de drogas. Raich y sus abogados han debatido que los enfermos en desespero tienen el derecho a consumir marihuana para mantenerse vivos cuando todas las drogas fallan.

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Angel Raich, mayo de 2005
Raich es la mujer que fue hasta la Corte Suprema en búsqueda de protección para los pacientes de marihuana medicinal en estados en que ella es legal. Pero ella perdió en una decisión de 2005 cuando la corte sostuvo que los pacientes y sus proveedores podían ser procesados de hecho según la ley federal aun si sus estados la han legalizado.

Raich padece de un tumor cerebral, de escoliosis, de náusea crónica y de una serie de otras enfermedades. Ella usa marihuana a cada par de horas para recuperar el apetito y suprimir el dolor bajo recomendación de su médico.

La decisión no quiere decir que Raich será procesada. Ella presentó la acción con prelación, intentando evitar cualquier arresto futuro posible. Porque los médicos de Raich creen que la marihuana medicinal es esencial para su supervivencia, ella debatió que la privación de su medicamento cometida por el gobierno infringiría la Quinta Enmienda a la Constitución de los EE.UU., que declara que nadie puede ser “privado de la vida... sin la tutela judicial efectiva”.

Pero en su fallo esta semana, el panel del tribunal de apelaciones compuesto por tres jueces decidió que los Estados Unidos aún no están en el punto en que “el derecho a consumir marihuana medicinal es ‘fundamental’ e ‘implícito en el concepto de libertad ordenada’”. Sin embargo, la corte sí sugirió que si Raich fuera arrestada, ella podía intentar montar una defensa de “necesidad médica”.

“La corte acabó de darme una sentencia de muerte”, escribió Angel Raich en una declaración. “Mis médicos están de acuerdo que el cannabis medicinal es esencial para mi propia supervivencia y el gobierno ni siquiera contesta las pruebas médicas. Todos los estadounidenses deberían estar asustados con esta decisión. Si no tenemos el derecho de vivir, ¿qué nos resta?”

“La decisión de hoy marca un revés decepcionante para las políticas médicas racionales y también para los derechos constitucionales fundamentales en los Estados Unidos”, dijo Robert Raich, abogado de la demandante. “Podemos pedir que la Corte Suprema revise el caso y podemos pedir que el juzgado de distrito revise los problemas que el Noveno Circuito dejó sin resolver”.

“La decisión de hoy es espantosa, pero no es el fin de la lucha”, dijo Rob Kampia, director ejecutivo del Marijuana Policy Project. “El junio pasado, la legislación para terminar la guerra contra la marihuana medicinal del gobierno federal en los 11 estados en que la marihuana medicinal es legal recibió un número récord de votos en la Cámara de los Diputados Federales de los EE.UU. y el apoyo ha crecido este año. Ésta es literalmente una cuestión de vida o muerte para Angel y para miles de otros pacientes y seguiremos luchando tanto en la frente legal como en la política hasta que todo paciente esté seguro”.

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Un oficial de condicionales de Oregón, un ex fiscal de Wisconsin, un técnico de laboratorio de pericia criminal de Houston y un par de agentes de New Haven han pasado al lado sombrío esta semana. Vamos a ello:

En New Haven, Connecticut, el agente de más alto rango de la ciudad fue preso el martes por acusaciones de robarse miles de dólares en el trabajo. El teniente William White, director de la División de Estupefacientes de la Policía de New Haven, fue arrestado por el FBI después que lo grabó en vídeo trasfiriendo $27.000 en dinero del departamento a su auto. White es acusado de robo de fondos del gobierno y de conspiración criminosa. Quien también fue arrestado fue el detective Justen Kasperzyk, que fue acusado de robar menos de $1.000, y tres garantes de fianzas locales, que son acusados de sobornar a White y a tres otros oficiales de la policía para recapturar a fugitivos que ellos estaban buscando. El miércoles, la policía de New Haven anunció que iba a disolver la unidad de represión a los estupefacientes.

En Houston, un ex técnico del laboratorio de la Secretaría de Seguridad Pública (DPS, sigla en inglés) de Tejas fue arrestado el mes pasado por acusaciones de robar más de 22 kilogramos de cocaína del laboratorio de pericia criminal de Houston de la agencia y por venderlos durante un período de cinco años. El técnico Jesús Hinojosa, 30, contrabandeó la droga de bloque en bloque, vendiéndola por $11.000 a $13.000 cada, de acuerdo con las autoridades. En total, una investigación de la DPA ha descubierto que más de 25 kilogramos de cocaína han desaparecido del laboratorio. Informes de auditoría interna del DPS muestran que la agencia tenía ciencia de las violaciones de la seguridad en el laboratorio desde 2003. Hinojosa es acusado de tenencia de cocaína con intención de distribuir y está preso con fianza estipulada en $1 millón.

En Neilsville, Wisconsin, un ex fiscal es acusado de cultivar marihuana. Gene Radcliffe, que trabajó como fiscal de la Comarca de Clark de 1977 a 1979, cayó en una batida de tránsito en Illinois en que la policía encontró un arma, marihuana, pertrechos para uso de drogas y materiales hidropónicos. Eso resultó en acusaciones de manufactura criminosa y entrega de marihuana en Wisconsin, así como a dos cargos de contravención relacionada con las drogas. Se programó una audiencia para el 18 de abril; mientras tanto, Radcliffe ha dado entrada en un hospital psiquiátrico para evaluación.

En Portland, Oregón, un supervisor de condicionales de la Comarca de Multnomah ha dimitido después de admitir que robó marihuana de un almacén de propiedades del departamento y que se la fumó delante de colegas de trabajo en una fiesta durante un feriado. Shadman Afzal, 43, había estado de pase desde la fiesta de 09 de diciembre en su casa, donde él empezó a fumar un pitillo delante de sus colegas oficiales de condicionales. Uno de ellos reconoció el container en que vino la hierba cuando había sido confiscado antes y accedió a la oficina del departamento. Ninguna acusación criminal había sido presentada. Pese a que Azfal no haya trabajado desde diciembre y haya dimitido oficialmente en enero, él va a usar las vacaciones hasta el 19 de marzo.

La cita de la semana: El senador Jim Webb sobre la crisis de la encarcelación

Parece que los reformadores de la justicia penal tienen un nuevo aliado en el Capitolio. De acuerdo con una trascripción proporcionada por el grupo FedCURE, el senador novato Jim Webb (D-VA) dio la siguiente respuesta a George Stephanopoulos en el programa This Week de ABC News cuando indagado si pensaría en ser el vice de un candidato a la presidencia en la próxima candidatura demócrata:

“Aún me estoy encontrando en el Senado y la he estado pasando muy bien allí. Hemos – ésta es una oportunidad de poner muchas cuestiones en discusión. Una de las cuestiones que nunca aparece en las campañas, pero que es una cuestión que está destrozando a este país, es esta idea de nuestro sistema de justicia penal, cuántas personas están en nuestro sistema de justicia penal más – Creo que hay dos millones de personas presas en este país ahorita mismo y ése es un problema en el cual vamos a pasar un o dos años intentando profundizarnos y ahí quiero poner mi energía”.

Reseña de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas: "Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy", de Matthew Robinson y Renee Scherlen (2007, State University of New York P

(Reimprimimos nuestra reseña muy leída de tres semanas atrás. Por favor, haga clic aquí para pedir una copia por nuestra más reciente oferta a los miembros.)

Probablemente no hay un único reformador de las políticas de drogas vivo que, en algún momento, no haya escupido en su taza de café tras oír algún pronunciamiento inane del secretario antidroga John Walters. Sabemos que lo que él está diciendo está equivocado y es injustificable. A veces, nosotros nos damos al trabajo de desbancar completamente una de sus afirmaciones ultrajantes. En verdad, eso no es muy difícil de hacer, pero, hasta ahora, nadie ha desconstruido totalmente las afirmaciones hechas por el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas (el ONDCP, la secretaría antidroga), poniéndolas a prueba contra las normas de la ciencia y de la razón.

Eso ha cambiado con la reciente publicación de "Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics” [Mentiras, Malditas Mentiras y las Estadísticas de la Guerra a las Drogas], del Profesor Adjunto de la Universidad Estadual Apalache, Matthew Robinson, y de la Profesora Adjunta de Ciencia Política, Renee Scherlen. Ya que los informes anuales de la Estrategia Nacional de Control de las Drogas divulgados por el ONDCP forman la base para redactar las políticas de drogas federales, este par de profesores decidió poner a prueba sistemáticamente las afirmaciones hechas por el ONDCP como fundación para esas políticas.

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el ONDCP representa equívocamente la relación ‘Basta Decir No’, estrategia de 2003 (el gráfico aparece gracias al Prof. Robinson)
Toda burocracia federal tiene que justificar su presupuesto y lo hace estableciendo metas y demostrando cómo ha cumplido bien o no esas metas. Pero, como Robinson y Scherlen demuestran admirablemente con ejemplo tras ejemplo de uso equívoco de estadísticas y gráficos visuales, el ONDCP está muchas, muchas veces, distorsionando la realidad para dar una impresión más colorida de sus “éxitos” en la guerra contra las drogas. Ellos lo hacen de una manera calma, intencional y modesta en vez de meterse en un ataque partidario contra una serie de políticas que ellos sienten claramente que son un desastre.

A fin de estimar la precisión de los pronunciamientos del ONDCP, los autores examinan tres grupos amplios de afirmaciones hechas por el ONDCP: Afirmaciones de éxito en reducir el consumo de drogas; afirmaciones de éxito en “curar” a los usuarios de drogas de los Estados Unidos; y afirmaciones de éxito en desbaratar los mercados de drogas. Robinson y Scherlen examinan los informes anuales de la Estrategia Nacional de Drogas a partir de 2000 hasta 2005 para ver lo que el ONDCP dice que está logrando en estas tres áreas amplias. Estas tres categorías describen lo que el ONDCP debería estar logrando, pero, como ilustran los autores tan abarcadoramente, el ONDCP recurre en demasía a informaciones engañosas y equívocas.

Tomemos las afirmaciones de éxito en reducir el consumo de drogas, por ejemplo. En la Estrategia Nacional de Drogas de 2001, el ONDCP presenta una tabla que muestra una tendencia decreciente enorme en el consumo de drogas entre adolescentes a mediados de los años 1980 antes de permanecer esencialmente estable durante todos los años 1990. Pero, como el ONDCP y su mandato no existían antes de 1988, la tabla es engañosa. Lo que muestra realmente es que, durante el período de actividad del ONDCP, ello ha fracasado en su meta declarada de reducir el consumo de drogas entre los adolescentes.

Igualmente, en la Estrategia Nacional de Drogas de 2003, en un intento de justificar sus campañas de prevención, el ONDCP buscó mostrar que la campaña “Basta Decir No” de Nancy Reagan fue eficaz en la reducción del consumo de drogas entre adolescentes. Pero para hacerlo, el ONDCP confió solamente en los datos que involucraban a personas de 18 a 25 años. Ya que la campaña “Basta Decir No” visaba a los niños, usar datos sobre los adultos jóvenes es “un uso selectivo e inadecuado de la estadística”, como dicen tan amablemente Robinson y Scherlen.

El ONDCP también tiene la costumbre curiosa de mencionar “éxitos” en un año, pero no los revisa en los años anteriores cuando los números no los respaldan. En 2000 y 2001, por ejemplo, el ONDCP hizo alarde de la caída en el consumo de drogas, aunque los sondeos nacionales sobre las drogas no la respaldaran, excepto en categorías selectivas. Pero en los informes anuales de 2002 a 2005, con el consumo de marihuana siguiendo firme, el ONDCP no hace ninguna afirmación específica respecto a los índices de consumo de marihuana ni provee tablas o datos de fácil acceso. Como observan Robinson y Scherlen, “De hecho, parece que el ONDCP ignora las estadísticas que señalen resultados contrarios a la guerra a las drogas”.

Robinson y Scherlen pasan a disecar sistemáticamente las afirmaciones del ONDCP sobre la reducción del consumo de drogas, la “cura” de los usuarios de drogas y el desmantelamiento de los mercados de drogas. A veces, ellos aun descubren que las afirmaciones son justificadas, pero eso pasa raramente. Lo que los autores demuestran varias veces es que el ONDCP no es capaz o no está dispuesto a informar con precisión sus fracasos en lograr sus metas y es capaz y está dispuesto a recurrir a las chicanas estadísticas para encubrir esos fracasos.

En los dos capítulos finales del libro, Robinson y Scherlen intentan una evaluación justa de la guerra a las drogas y del poder del ONDCP de cumplir sus metas autoimpuestas de combate a las drogas y ofrecen una serie de recomendaciones para lo que podría ser una política de drogas más racional. De primero, sugieren los autores que el ONDCP sea extinto o quitado de la Casa Blanca. Para una presentación precisa de los números respecto al consumo de drogas, ellos deben ser quitados del clima político caliente de la Casa Blanca. Actualmente, debaten los autores, el ONDCP actúa como “generador y defensor de una dada ideología en la guerra a las drogas”.

"Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics" es sorprendentemente fácil de leer y Robinson y Scherlen han prestado un servicio inmenso no sólo a los críticos de las políticas actuales de drogas al compilar esta crítica mordaz de las afirmaciones del ONDCP, sino también a cualquier interesado en cómo los datos son compilados, presentados y mal usados por burócratas que intentan defender sus dominios. Ello debería ser lectura obligatoria de los congresistas, pese a que, desdichadamente, probablemente eso no vaya a suceder.

Reportaje: Problemas en Perú por la Erradicación de la Coca Esta Semana

La campaña del gobierno peruano para erradicar los cocales en el Valle del Río Huallaga se topó con un obstáculo difícil esta semana mientras los líderes cocaleros y otros movimientos sociales simpatizantes en la ciudad de Tocache protestaron contra la erradicación por primera vez, confrontaron a la policía y convocaron una huelga general que aún estaba sucediendo, de acuerdo con los últimos relatos. El área es representada en el congreso peruano por Nancy Obregón, una de las lideresas nacionales más conocidas del movimiento cocalero.

[De acuerdo con el gabinete de Obregón en Lima, ella estaba de viaje a Venezuela e iba a demorar cinco días antes de regresar al país a principios de esta semana y dirigirse directamente a Tocache y a los cocales cercanos. Los intentos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas de contactar a Obregón en Tocache no han tenido éxito hasta ahora. (Lea nuestra entrevista reciente con Obregón y otros líderes del movimiento publicada en la Crónica de la semana pasada aquí.)]

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secando las hojas en el almacén. El letrero dice: “Coca Poder y Territorio, Dignidad y Soberanía, Congreso Regional 2006-08”
Las protestas contra la labor de erradicación respaldado por los EE.UU. empezaron a fines de la semana pasada, mientras cientos de agricultores en protesto cortaron las rutas en el área para exigir un fin al proyecto, negociaciones entre el gobierno y los sindicatos cocaleros y propuestas significativas de desarrollo alternativo. El domingo, las protestas estallaron en una confrontación violenta entre cocaleros y la policía que, de acuerdo con las emisoras de radio locales, dejaron un saldo de 10 personas heridas, incluso el vocero local de los cocaleros, Wilder Satalaya.

El lunes, Satalaya les dijo a los reporteros en la escena que los cocaleros llevarían las protestas a otro nivel. “De acuerdo con lo que he visto en el Canal 7, el gobierno seguirá con la erradicación. Los cocaleros también serán radicales. Los líderes políticos no saben de qué somos capaces. Como ellos dicen, tomaremos las calles, quemaremos carros, tal vez así nos escuche el Gobierno”, enfatizó.

La lideresa cocalera nacional, Elsa Malpartida, que tiene un escaño en el Parlamento Andino, les dijo a los reporteros el lunes que los cocaleros estaban buscando una moratoria contra la erradicación hasta que los agricultores y el gobierno pudieran llegar a un acuerdo. “Hemos propuesto una suspensión temporal de esta erradicación durante este conflicto y estamos dispuestos a buscar una solución política para este problema”, dijo ella después de reunirse con el ministro del Interior, Luis Alva Castro, y representantes de la agencia antidroga nacional, la DEVIDA. “El debate aún está ocurriendo, pero creo que hay buena voluntad en los dos lados para alcanzar una decisión rápida. Confiamos en eso y esperamos una respuesta hoy por la noche o mañana”, dijo Malpartida.

Malpartida pidió un programa de registro nacional de los cocaleros, a los cuales les “gustaría tener alguna forma de legalización”. Los cocaleros no son el enemigo, dijo ella. “Los verdaderos enemigos son los productores de la cocaína química. Hablamos de una guerra contra las drogas. Pero a fin de meternos en una guerra, hay que visualizarse al enemigo primero. En este caso, ellos decidieron que el enemigo es el cocalero. Ellos lo han atacado por 30 años y no ha habido ningún resultado. Y los narcotraficantes están muy contentos con eso”, dijo.

Pero, al mismo día, el presidente peruano Alan García devolvió los disparos contra los cocaleros, diciendo que la violencia y el extremismo no serían tolerados. “El Estado tiene que ser sólido y firme en este tema. Y tendrá que haber erradicación forzosa cuando no hay erradicación voluntaria”, dijo García. “Aquí lo que tiene que regir es la ley y, en eso, el gobierno no dará ni un centímetro atrás. Hay otros que por sus condiciones o ideología, porque acá hay mucho de ideología, yo diría extremista y violentista, y una parte aliada al terrorismo, que prefieren no hacerlo y se ponen bajo la sospecha de producir solamente para el narcotráfico con el argumento de que son pobres”.

Aun mientras García amenazaba, sin embargo, otros movimientos sociales y aun el alcalde de Tocache se unieron a los cocaleros en lo que debería haber sido una huelga general de 48 horas. “Nos solidarizamos con los hermanos del campo. Siempre protestaron solos, pero ahora estamos sumando fuerzas para que el Gobierno solucione el problema de la erradicación forzosa”, declaró el alcalde de Tocache, David Bazán.

De acuerdo con los medios noticiosos peruanos, la huelga ha tenido éxito. Las tiendas estuvieron cerradas en Tocache y los transportes han sido parados en la ciudad y en las áreas vecinas. La policía ha quitado varias veces las piedras que los cocaleros pusieron en las carreteras para bloquear el tráfico, pero los cocaleros siguen regresando con más. Más unos 150 policías estaban siendo enviados esta semana a Tocache desde Ayacucho para intentar restaurar el orden.

Pese a que los ministros del gobierno viajaran a Tocache el martes en una tentativa de aliviar la tensión, parece que eso no ha funcionado. El miércoles, los líderes cocaleros locales, Julio Santolaya y Maria Paredes, les dijeron a los reporteros que ningún funcionario del gobierno había conversado con ellos y que estaban preparados para aumentar los cortes de ruta hasta que el gobierno estuviera de acuerdo en terminar la erradicación. El Frente de Defensa de Tocache, formado por movimientos sociales que están de huelga en solidaridad con los cocaleros, también confirmó que las protestas seguirán y se profundizarán.

El sindicato cocalero más grande del país, la Confederación Nacional de los Productores Agropecuarios de las Cuencas Cocaleras del Perú (CONPACCP) también se sumó a la reyerta. En un manifiesto presentado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, la organización dirigida por Nelson Palomino defendió las protestas de los cocaleros y advirtió que más ocurrirán si el gobierno peruano no altera sus políticas.

“Protestamos enérgicamente por los actos de erradicación en Tocache, (anexos y caseríos) San Martín, Alto Huallaga, quienes se oponen a la erradicación compulsiva de hoja de coca. Diálogo con el gobierno, lo hemos tenido y seguiremos teniéndolo”, dijo el manifiesto de la CONPACCP. “Nadie nos puede acusar de que no somos proclives al diálogo, mas al contrario procuramos entendernos de la mejor manera. Sin embargo el gobierno de turno, mediante cálculos políticos, monta cortinas de humo, y diseña estrategias para sorprendernos y darnos una puñalada por la espalda. ¿Qué dicen ellos?. Nada. ¿Por qué? La estructura represiva está dada desde los EE. UU. Y los obedientes del gobierno, por no perder sus jugosos sueldos tienen que obedecer, esta verdad se abre paso poco a poco”, dijo el grupo.

“Evitemos nuevos choques, como los registrados en años anteriores, pueden producirse por la oposición campesina a la eliminación forzosa de los cocales”, prosiguió el manifiesto de la CONPACCP. “Habrá enfrentamientos, porque sigue la erradicación y los agricultores no se van a quedar sentados. Así de simple, como se lee y se escucha. Porque los campesinos van a defender su único sustento como campesinos productores”.

Reportaje: Proyecto de Ley Sobre la Marihuana Medicinal Es Aprobado en la Legislatura de Nuevo México y Aguarda la Sanción del Gobernador

Menos de una semana después que la cámara estadual votó para derribar la legislación sobre la marihuana medicinal en la Tierra del Encantamiento, se volvió atrás, abriendo paso para que Nuevo México se vuelva el 12° estado a legalizar el consumo medicinal de la planta. Con cambios menores aprobados por el senado estadual esta semana, la única cosa que falta es la firma del gobernador Bill Richardson (D). Eso parece ser sólo una formalidad, dado el fuerte esfuerzo de Richardson para aprobar el proyecto de ley.

Éste fue el tercer esfuerzo para pasar la marihuana medicinal por la legislatura estadual. En dos sesiones anteriores, la legislación fue aprobada por el senado, pero no llegó a tener una votación en la cámara, por motivos que tienen tanto que ver con la política legislativa como con las virtudes o las desventajas de la marihuana medicinal.

A fines de la semana pasada, parecía que la marihuana medicinal estaba condenada otra vez en Nuevo México después que una votación en la cámara resultó en 36 a 33 para derribarla. Pero, gracias a las maniobras diestras de los defensores de la marihuana medicinal y la presión que el gobernador Richardson ejerció sobre la legislatura, el proyecto se puso de pie esta semana.

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el gobernador Bill Richardson sanciona un proyecto convirtiéndolo en ley
Los defensores de la legislación liderados por Reena Szczepanski, directora de la oficina de la Drug Policy Alliance en Nuevo México, logró hacer que el ponente de un proyecto similar en el senado incorporara el texto del proyecto de la cámara, la Ley Lynn y Erin de Uso Compasivo [Lynne and Erin Compassionate Use Act], a su proyecto, el SB 523. El senado, que ya había aprobado la Ley de Uso Compasivo, aprobó cómodamente el SB 523 a fines de la semana pasada y la cámara votó 36 a 31 para aprobarlo el martes.

“A decir verdad, había otro proyecto presentado en el senado y estuvo en el senado dos días después que el primer proyecto fracasó, entonces trabajamos con el senador Robinson, el ponente del proyecto, para ajustar el contenido de su proyecto para que fuera similar al del primer proyecto, que ya había sido aprobado por el senado”, explicó Szczepanski. “El gobernador también trabajó durísimo para lograr algunos votos en la cámara, muchos diputados recibieron un montón de llamadas del público y un número suficiente de ellos cambió sus votos para aprobarlo”, le dijo ella a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas.

“Este proyecto dará el alivio tan necesario a los neomexicanos que padecen de enfermedades debilitantes mientras que incluye las salvaguardias adecuadas para impedir el abuso”, dijo Richardson en una declaración escrita. “Estoy satisfecho de que la legislatura hiciera lo correcto, reconsiderara este proyecto importante y diera su apoyo a una opción humana para los neomexicanos que aguantan algunas de las enfermedades más dolorosas que existen”.

El proyecto dejará que los pacientes usen marihuana para aliviar los síntomas de enfermedades debilitantes, incluso el cáncer, glaucoma, esclerosis múltiple, ciertas heridas en la columna vertebral, epilepsia, VIH, SIDA, tratamiento en residencia para pacientes terminales y demás usos aprobados por la Secretaría de Sanidad del estado. Diferentemente de los otros estados con marihuana medicinal, los pacientes no podrán cultivar su propio medicamento. En cambio, se exigirá de la Secretaría de Sanidad del estado establecer un sistema para autorizar a los proveedores y ella distribuirá la marihuana a los propios pacientes cualificados. De acuerdo con el proyecto, ese sistema debe estar funcionando hacia el 01 de octubre.

"Cuando el gobernador Richardson firme el proyecto, él va a enviar un fuerte mensaje de que los estados pueden y deben ejercer su derecho a hacer lo que es del mejor interés de sus ciudadanos, libres de la intromisión del gobierno federal”, dijo Szczepanski de la DPA. “El apoyo inquebrantable del gobernador Richardson al proyecto acerca de la marihuana medicinal es un paso corajoso para asegurar que la voluntad del pueblo de Nuevo México haya sido validada y por eso somos gratos”.

“Estamos encantados; ha sido una batalla larga y difícil”, dijo la paciente de cáncer, Erin Armstrong, una de las dos pacientes para quienes el proyecto fue bautizado. “Siempre supe que sucedería; sólo fue necesaria una enorme cantidad de trabajo y de paciencia. Estamos encantados por tener el apoyo del gobernador y de la mayoría de la legislatura y por Nuevo México volverse el 12° estado con marihuana medicinal. Es una tremenda victoria”, le dijo ella a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas.

No todos estaban encantados. El diputado John Heaton (D-Carlsbad), un farmacéutico que había protestado contra la marihuana medicinal la semana pasada, estaba haciendo de las suyas de nuevo esta semana, debatiendo que la marihuana debilitaba el sistema inmunológico. “Moverse en esta dirección no hace ningún sentido”, balbuceó.

El diputado James Strickler (R-Farmington) sacó la vieja cantaleta “¿y los niños?” “No se puede hacer un proyecto suficientemente invulnerable cuando se trata de nuestros niños”, protestó.

Y parece que el diputado Manuel Herrera (D-Bayard), un sobreviviente del cáncer, preferiría morirse a fumar marihuana. “He sobrevivido cinco veces a este cáncer y pretendo combatirlo con lo que esté disponible, excepto la marihuana”, prometió.

El Partido Republicano estadual también se sumó a la reyerta con una declaración del martes entregada a la Crónica que acusaba a Richardson de apoyar el proyecto porque él recibió donaciones de George Soros y de la Drug Policy Alliance Network. “El gobernador Richardson tiene dos grandísimos motivos para estar tan ansioso por la aprobación de esta legislación – pese a que ella fuera rechazada la semana pasada por la cámara”, dice la declaración. “El primer motivo es una donación de $25.000 del activista político George Soros a la campaña de Richardson a la reelección el 24 de julio de 2006. El segundo motivo es una donación de $25.000 hecha a la campaña de Richardson a la reelección el 20 de julio de 2006 por la Drug Policy Alliance Network, subsidiaria de la Drug Policy Alliance. Estas organizaciones son financiadas, en gran parte, por el activista político radical George Soros. ¿$50.000 son suficientes para comprar las políticas de drogas en Nuevo México?” preguntaron los republicanos. “A fin de cuentas, el consumo de drogas ilegales en Nuevo México ya está destruyendo miles de vidas por año. El consumo de metanfetamina ha alcanzado proporciones epidémicas por todo Nuevo México y el gobernador está defendiendo el uso lúdico ‘medicalizado’ de marihuana”.

Pero, a pesar del puñetazo del Partido Republicano, Richardson, que pronto se volverá el primer candidato a la presidencia a sancionar un proyecto de marihuana medicinal en ley, ha sido el defensor de la cuestión por al menos cinco años – así como el gobernador anterior de Nuevo México, Gary Johnson, un republicano. Y el proyecto aprobado no tiene nada que ver con el uso lúdico “medicalizado”, al contrario, establece un programa estricto con muchas salvaguardias para los pacientes y el público.

Ahora, le toca a la Secretaría de Sanidad hacer el programa funcionar hacia octubre. Aún no está claro cómo será ese programa, dijo Szczepanski de la DPA.

“Ha habido hartas posibilidades discutidas y ahora todos van a sentarse para examinar cuáles son las mejores opciones”, dijo. “Vamos a fiarnos en la experiencia de otros estados – lo que ha funcionado y lo que no. La ley entrará en vigor el 01 de julio y, entre entonces y el 01 de octubre, los pacientes podrán conseguir carnés temporales de registro, pero hacer que el programa opere demorará algún tiempo”.

Sin embargo, dijo Szczepanski, hay mucho que celebrar ahora. “Durante los últimos tres años, hemos llegado tan cerca, a milímetros de distancia y eso ha sido de partir el corazón. Era una cuestión de perseverar, de ayudar a los pacientes y familiares a venir al capitolio y conversar con los legisladores uno a uno”, dijo ella. “Creo que finalmente prevaleció la verdad; los legisladores no pueden seguir negando a los pacientes tras conversar con ellos. Pero, el gobernador Richardson también fue un defensor de este tema. Él ha trabajado en este proyecto de ley de verdad y le debemos a él la vuelta de esta semana”.

Dado que Richardson firme el proyecto – y no hay ningún motivo para suponer que no lo vaya a hacer -, Nuevo México se juntará a Alaska, California, Colorado, Hawai, Maine, Maryland, Montana, Oregón, Rhode Island, Vermont y Washington como un estado que ha aprobado el uso medicinal de marihuana. Con los proyectos sobre la marihuana medicinal moviéndose en sus respectivos capitolios estaduales, mejoran cada vez más las chances de que por lo menos dos estados, Illinois y Minnesota, ingresen al club este año.

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Gracias por su apoyo y esperamos tener noticias suyas pronto.

Sinceramente,


David Borden
Director Ejecutivo

P.D.: Usted puede leer la reseña del libro escrita por el editor de la Crónica, Phil Smith, aquí.

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