Drug War Chronicle

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Semanal: Esta semana na história

29 de setembro de 1969: No início da segunda semana da Operação Intercepte [Operation Intercept], a tentativa fracassada e unilateral do governo Nixon de deter o fluxo de drogas do México para os Estados Unidos, a Agência de Orçamento (predecessora do Gabinete de Administração e Orçamento) manda uma crítica mordaz do relatório de junho que serviu de catalisador para o plano para a Casa Branca, chamando-o de "base grosseiramente inadequada para a decisão presidencial" e advertindo que as suas recomendações estavam baseadas em afirmações falsas ou não provadas.

04 de outubro de 1970: A cantora lendária Janis Joplin é encontrada morta no Hotel Landmark de Hollywood, vítima de uma overdose acidental de heroína, conforme as conclusões tiradas.

02 de outubro de 1982: Ronald Reagan, em um discurso ao país sobre as políticas de drogas federais na rádio, diz: "Não vamos inventar pretextos para as drogas - pesadas, leves ou outras. As drogas são más e vamos atrás delas. Como disse antes, baixamos a bandeira de rendição e hasteamos a bandeira de batalha. E vamos vencer a guerra contra as drogas".

29 de setembro de 1989: Estabelece-se o recorde doméstico de apreensão de cocaína (ainda em vigor hoje): 21ton589kg516g em Sylmar, na Califórnia.

02 de outubro de 1992: Trinta e uma pessoas de várias agências da lei invadem o rancho de 200 acres de Donald Scott em Malibu, na Califórnia. A esposa de Scott grita quando vê os intrusos. Quando o sexagenário Scott, que acha que ladrões estão entrando na casa dele, sai do quarto com uma arma, o matam a tiros. Uma força-tarefa estava procurando plantas de maconha. Curiosamente, Scott se recusara a negociar a venda da propriedade ao governo antes. Os agentes da DEA estavam lá para confiscar o rancho. Depois de muitas buscas, não se encontrou nenhuma maconha.

30 de setembro de 1996: O presidente Bill Clinton sanciona a Lei Geral de Diretrizes Orçamentárias Consolidadas para 1997 [Omnibus Consolidated Appropriations Act for 1997]. Os totais do Ano Fiscal 1997 proporcionam mais financiamento relacionado com as drogas a duas grandes agências de repressão às drogas no Ministério da Justiça dos EUA: o FBI ($2,838 milhões) e a DEA ($1,001 milhão).

03 de outubro de 1996: A Lei Pública dos EUA 104-237 [US Public Law 104-237], conhecida como a "Lei Abrangente de Controle da Metanfetamina de 1996" [Comprehensive Methamphetamine Control Act of 1996], é sancionada pelo presidente Bill Clinton. Ela contém dispositivos que tentam deter a importação da metanfetamina e de precursores químicos para os Estados Unidos, controlar a fabricação da metanfetamina em laboratórios clandestinos, aumentar as penas para o tráfico de metanfetamina e de precursores químicos de Lista I, permitir que o governo peça a restituição pela limpeza de locais de laboratórios clandestinos e tentar impedir que empresas bandidas vendam grandes quantidades de precursores químicos que são desviados para laboratórios clandestinos.

1º de outubro de 1998: O aumento no financiamento de prisões e a redução do gasto com escolas incitam protestos de estudantes californianos do segundo grau.

28 de setembro de 2001: Agentes da Agência de Repressão às Drogas (DEA, sigla em inglês) confiscam arquivos que contêm as fichas legais e médicas de mais de 5.000 pacientes de maconha medicinal ligados ao Centro de Pesquisa Médica da Califórnia na Comarca de El Dorado quando invadem o lar e o escritório da Dr.ª Mollie Fry, uma médica, e do marido dela, Dale Schafer, um advogado que anunciara anteriormente a sua candidatura a promotor da Comarca de El Dorado.

Busca na rede

A maconha medicinal e o veterano do Iraque, Colby Buzzell na Esquire

Será que um chefão do tráfico vai cumprir uma sentença mais curta do que o infrator estadunidense não-violento médio da legislação antidrogas?, Anthony Papa na Alternet

DrugTruth Network:
Cultural Baggage de 21 de setembro de 2007: Tony Papa da Drug Policy Alliance + Barry Hargrove, Deborah Vagins e o Dr. Ken Collins + a Verdade oficial do governo (MP3)
Century of Lies de 21 de setembro de 2007: Jacob Sullum da Reason + os Fatos da guerra às drogas, Jesse Jackson, "Todos adoram a guerra às drogas". (MP3)

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In memoriam: Dr. John Beresford

(por cortesia da Gaia Media Foundation e da Erowid)

O Dr. John Beresford faleceu no dia 02 de setembro de 2007 em um hospital no Canadá. Nascido na Grã-Bretanha, John Beresford começou os seus interesses na pesquisa dos psicodélicos em 1961, quando se demitiu do seu cargo de professor-adjunto de Pediatria na Faculdade de Medicina de Nova Iorque e fundou a Fundação Científica Ágora, a primeira organização de pesquisa do mundo dedicada a investigar os efeitos do LSD. Em contraste com o convite de Leary a "turn on, tune in and drop out", Beresford queria manter o LSD em uma perspectiva adequada enquanto ferramenta de especialistas cientificamente treinados.

Ele passou as décadas seguintes trabalhando em psiquiatria até 1991, quando pediu demissão e fundou o Comitê sobre a Condenação Injusta, um grupo concentrado na causa dos presos por acusações relacionadas com os psicodélicos. Beresford depôs perante a Comissão de Penas dos EUA e manifestou a sua paixão em muitos foros. Nos seus últimos anos, ele morou no Canadá e continuou se correspondendo com os presos por causa de psicodélicos.

No Simpósio Internacional sobre o LSD em 2006, por ocasião do 100º aniversário de Albert Hoffman na Basiléia, na Suíça, Beresford apresentou a palestra "Agentes psicodélicos e a estrutura da consciência: Estágios em uma sessão usando LSD e DMT". Beresford era conhecido pela franqueza e pela persistência dele em muitos temas e é lembrado com carinho pela sua dedicação infatigável às causas que defendia. Ele foi velado durante quatro dias, intacto, segundo a tradição budista, e foi cremado depois. As cinzas dele misturadas com pétalas de rosa e arroz serão entregues ao rio que corta o monastério tibetano com que mantinha estreitas relações, como pediu.

Beresford, que descreveu a descoberta do LSD como, possivelmente, o acontecimento mais crucial na história humana, observou: "Experimente-o uma vez e você sabe que tudo o que conheceu sobre a consciência está errado". (Passagem de The Acid Queen, Robert Hunter, Capítulo 7 de The Storming of the Mind, McClelland and Stewart Ltd., ©Robert Hunter, 1971)

Visite http://www.erowid.org/culture/characters/beresford_john/beresford_john.s... para saber ais sobre o Dr. Beresford.

Austrália: Austrália Meridional quer proibir equipamento e receitas para o cultivo de maconha

Na terça-feira, o procurador-geral da Austrália Meridional, Michael Atkinson, apresentou uma lei no parlamento estadual que proibiria as receitas para fazer drogas e o porte de material que possa ser usado para produzir drogas sem uma justificativa razoável. A medida visa principalmente aos cultivadores de maconha.

Em comentários informados por The Age, Atkinson disse que as pessoas teriam que provar por quê têm material que é utilizado no cultivo hidropônico de maconha ou pegar até dois anos de prisão e uma multa de $10,000.

"Queremos dificultar a vida dos cultivadores e fabricantes de drogas na Austrália Meridional", disse ele aos repórteres. "Achamos que são uma praga, são um incômodo, são nocivos e devemos tornar as vidas deles tão insuportáveis que talvez se mudem para outra jurisdição".

Atkinson disse que não tinha certeza ainda de quais artigos vão ser proibidos, mas ele ia colaborar com a polícia para identificar aqueles que são utilizados no cultivo hidropônico da maconha e demais laboratórios de drogas ilícitas. Atkinson não disse como a proposta de lei seria implementada.

Europa: Estados alemães querem manutenção com heroína para dependentes

Os governos estaduais da Alemanha estão pressionando o governo da chancelerina Angela Merkel para que abra alas para a oferta de heroína grátis a dependentes inveterados pelo país afora. Um projeto de lei adotado no Bundesrat e aprovado por 13 dos 16 governos estaduais transformaria o que agora é oficialmente um programa-piloto de terapia de manutenção com heroína em que centenas de dependentes recebem heroína grátis em sete cidades em um programa nacional custeado pelas seguradoras.

Instaurado em 2001 em uma tentativa de ajudar dependentes inveterados a se livrarem da droga, reduzirem seus níveis de criminalidade e diminuírem as mortes e doenças por overdoses, o programa-piloto foi considerado um sucesso pelo governo alemão em maio de 2006. Anunciaram-se planos de expandi-lo de 750 para 1.500 pessoas, mas parece que eles nunca se concretizaram.

Sabine Bätzing, uma comissária do governo federal para questões relacionadas com as drogas que apóia a ampliação do programa, disse à Deutsche Presse Agentur que uns 3.500 dependentes se beneficiariam do programa se estivesse disponível pelo país afora. Como com o programa-piloto, só os dependentes que não houvessem obtido sucesso com sucedâneos como a metadona estariam aptos para o programa expandido.

Birgit Schnieber-Jastram, a ministra da Previdência Social em Hamburgo, disse à agência de notícias que os programas-piloto no estado dela haviam reduzido o consumo de drogas e ajudado a romper o vínculo entre os dependentes e os mercados de drogas ilícitas.

Mas, o projeto de expansão do programa de manutenção com heroína enfrenta a oposição da União Democrática Cristã de Merkel, que se opõe ao ônus que diz que imporia sobre as seguradoras e sugere, em troca, mais projetos-piloto quando necessário. A CDU também argumenta que a meta das políticas alemãs para a heroína deveria ser tirar a heroína dos dependentes, não mantê-los.

América Latina: Citando abusos de direitos humanos, funcionário mexicano pede a retirada do exército da guerra às drogas

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patrulha antidrogas do exército mexicano
Na sexta-feira passada, um alto funcionário dos direitos humanos do México pediu um fim à utilização do exército mexicano na guerra do presidente Felipe Calderón contra as poderosas organizações do tráfico de drogas. O exército tem cometido numerosas violações dos direitos humanos, disse, inclusive estupro, assalto, tortura e assassinato.

José Luis Soberanes, o diretor da Comissão Nacional dos Direitos Humanos, fez o pedido de retirada dos militares da guerra sangrenta do México contra as drogas - mais de 1.500 pessoas foram mortas até este momento do ano -, enquanto lançava relatórios sobre quatro incidentes muito divulgados de abusos dos direitos humanos cometidos pelos militares. Eles são:

Os soldados não são treinados para imporem a lei, disse Soberanes, e eles deveriam ser substituídos por policiais civis. "Um policial está adestrado para lidar cotidianamente com os cidadãos", disse Soberanes, "e, caso seja necessário, fazer uso de força gradual e comedida. Um soldado, pela delicada natureza de seus encargos, está treinado física e mentalmente para combater inimigos e obedecer a ordens de maneira implacável".

Vendo-se frente a frente com a escalada da violência entre as organizações do tráfico e entre elas e a polícia mexicana, o presidente Calderón dispersou militares em vários estados e cidades no país a partir do fim do ano passado. Milhares de efetivos foram enviados a Michoacán, Sinaloa e demais estados produtores de drogas.

Soberanes teceu os comentários dele enquanto o Tribunal de Contas dos EUA (GAO, sigla em inglês) lançava um relatório criticando a cooperação estadunidense com o México para combater o narcotráfico. Esse relatório, chamado "Controle das drogas: A ajuda dos EUA ajudou os trabalhos antidrogas mexicanos, mas toneladas de drogas ilícitas continuam fluindo em direção aos Estados Unidos" [Drug Control: US Assistance Has Helped Mexican Counternarcotics Efforts, But Tons of Illicit Drugs Continue to Flow Into the United States], descobriu que 90% da cocaína que entra nos EUA passa pelo México agora. Embora critique a corrupção e também a falta de esforço de parte dos mexicanos, elogiava Calderón por dispersar os militares na luta contra o narcotráfico.

Juizados de delitos de drogas: Suprema Corte de Nova Jérsei amplia elegibilidade

Na semana passada, a Suprema Corte de Nova Jérsei decidiu por unanimidade que os juízes podem permitir que os infratores entrem no juizado de delitos de drogas mesmo se tiverem mais do que uma condenação anterior por uma infração não-violenta. Um parecer anterior do tribunal de apelações limitara a elegibilidade ao juizado de delitos de drogas apenas aos escolhidos para "liberdade vigiada especial", disponível somente para réus consumidores de drogas ou álcool que não tenham mais de uma condenação anterior.

Os juizados de delitos de drogas têm o propósito de remanejar infratores da legislação antidrogas ou delinqüentes que tenham problemas com as drogas para um programa de tratamento químico estreitamente supervisionado ao invés de mandá-los à cadeia ou à prisão.

Embora o estado diga que só os réus aptos para a "liberdade vigiada especial" cumprem os requisitos para o programa de remanejamento, a Suprema Corte do estado sustentou que há mais de um caminho para o juizado de delitos de drogas. Os juízes têm a discrição de admitir infratores não-violentos que possam pegar uma sentença de liberdade vigiada de qualquer maneira, sustentou a corte.

"É inconcebível que a legislatura conceda a um tribunal de primeira instância o poder de impor uma sentença de liberdade vigiada, mas não o poder de anexar a única condição necessária para lidar com as necessidades prementes do infrator - um programa de reabilitação da dependência química", escreveu Albin no parecer unânime.

"Os juizados de delitos de drogas têm alcançado um sucesso notável", prosseguiu Albin. Quando alguém que tiver um problema com as drogas pode ser condenado à liberdade vigiada, escreveu o ministro Barry Albin, "prefere-se que o réu seja supervisionado dentro de um juizado especializado que conte com um pessoal capacitado com as habilidades e o treinamento particularizados para maximizar a perspectiva da reabilitação do infrator".

Maconha: Quatro iniciativas vão à votação em novembro no município de Idaho

A luta de três anos de um partidário da legalização da maconha da região central de Idaho para levar iniciativas sobre a maconha à votação no município de Hailey vai render frutos em novembro. Na sexta-feira passada, funcionários municipais anunciaram que um pacote de iniciativas sobre a maconha apresentadas por Ryan Davidson estará na votação do dia 06 de novembro.

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montanhas de Selkirk, região norte de Idaho
Em 2004, Davidson procurou apresentar petições para iniciativas que pediam a legalização da maconha junto às comunidades de Sun Valley, Hailey e Ketchum, mas funcionários municipais em todos os três locais as obstaculizaram. Davidson e o grupo dele, o Liberty Lobby of Idaho, levou a municipalidade até o Supremo Tribunal de Idaho, que expediu uma decisão em favor de Davidson no ano passado.

No mês passado, Davidson conseguiu uma segunda vitória judicial, quando uma Vara Distrital dos EUA emitiu um requerimento preliminar que impede a cidade de Hailey de solicitar que os iniciadores de iniciativas morem na cidade.

Agora, Davidson tem quatro iniciativas diferentes sobre a maconha na votação de novembro. A primeira ordenaria que a cidade revisasse os seus decretos-lei para regularizar e taxar as vendas de maconha e exigiria que defendesse a reforma das leis sobre a maconha nos âmbitos estadual e nacional. Se for aprovada pelos eleitores, os funcionários municipais teriam até um ano para implementarem o novo decreto-lei. Uma segunda iniciativa legalizaria o consumo medicinal de maconha. A terceira iniciativa tornaria a imposição das leis sobre a maconha a menor prioridade legal, enquanto que a quarta iniciativa permitiria o consumo de cânhamo industrial.

Os funcionários da cidade estão resignados a deixar que os eleitores decidam. "A única maneira pela qual isto vai desaparecer é deixar que as pessoas votem nisso", disse o presidente da Câmara dos Vereadores de Hailey, Rick Davis, em uma reunião da câmara na segunda-feira.

"Os eleitores têm que votar nisto; o Supremo foi muito claro", disse o advogado da cidade de Hailey, Ned Williamson.

Em novembro, os eleitores em Hailey terão a chance deles. Mas, Ketchum e Sun Valley podem ser as próximas. Davidson disse ao Idaho Mountain Express que ele esperava botar iniciativas nas urnas nessas duas cidades para as eleições municipais de maio que vem.

Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana

Policiais plantando drogas, policiais roubando drogas, policiais roubando e consumindo drogas, policiais roubando drogas e dinheiro - mais outra semana de corrupção relacionada com a proibição das drogas. Vamos ao que interessa:

Em Milwaukee, um policial aparentemente bandido é acusado de espancar ou de plantar drogas - ou das duas coisas - em pelo menos 10 pessoas, mas, até agora, não foi punido pela Polícia de Milwaukee, embora os tribunais tenham reparado nas várias alegações das pessoas que ele prendeu. O sargento Jason Mucha foi várias vezes absolvido pela unidade de assuntos internos da delegacia, mas pelo menos quatro juízes do Wisconsin tomaram providências a respeito de acusações contra Mucha feitas por réus que ele prendeu, permitindo, em um caso, que os demais com queixas parecidas depusessem e declarando, em outro, que não havia motivo para que Mucha devesse ser considerado mais confiável do que o réu. Em pelo menos quatro casos que envolvem as denúncias, as acusações foram reduzidas ou retiradas, mas a Polícia de Milwaukee o promoveu mesmo assim, resultando em um crescente protesto por reformas dentro do comando e por uma investigação definitiva das alegações contra o ex-integrante do "Trem Noturno", uma unidade da polícia de Milwaukee acusada rotineiramente de excessos e brutalidade por moradores de bairros pobres e minoritários nos quais ela atuava.

Em Baltimore, no dia 21 de setembro uma guarda de trânsito de Maryland foi indiciada junto com o namorado dela por acusações de terem traficado crack na casa que compartilhavam em Curtis Bay. A guarda Angela Green, 25, e o namorado dela foram acusados de formação de quadrilha e de porte com intenção de distribuir uma substância controlada. O indiciamento acontece três semanas depois que a polícia da comarca invadiu a casa, encontrando 29 gramas de crack em dois cofres. Green, que tem três anos de Guarda de Trânsito, está suspensa sem remuneração até o julgamento.

Em Dearborn Heights, Michigan, um ex-policial de Dearborn foi acusado de consumir uma substância controlada. O ex-oficial Edward Sánchez, 30, admitiu tirar maconha de suspeitos e fazer bolinhos com ela, que ele compartilhava com a sua esposa, a qual também foi acusada. Ele alcançou a infâmia na Internet no ano passado quando uma fita de uma chamada de emergência que fez depois de comer os bolinhos começou a circular. Nela, Sánchez dizia: "Acho que estamos morrendo. Fizemos bolinhos e acho que estamos mortos, acho mesmo". A cidade de Dearborn se negou a processá-lo, mas a vizinha Dearborn Heights decidiu fazê-lo no início deste mês. Eles podem pegar até 90 dias de cadeia.

Em South Bend, Indiana, um ex-policial de South Bend se confessou culpado em um caso em que ele roubou drogas e dinheiro durante uma batida. O ex-oficial Haven Freeman, 31, confessou uma acusação de valer-se do seu cargo para exigir propriedade ilegalmente de uma pessoa e também porte de heroína com intenção de distribuir. No tribunal, Freeman admitiu que ele deteve um veículo no verão de 2005 sabendo que estava levando drogas por causa da informação de um informante. Ele disse aos ocupantes do veículo que se lhe dessem as drogas e o dinheiro deles, ele não os prenderia nem separaria um deles do seu filho. Ele obteve vários milhares de dólares em espécie e cerca de 100 gramas de heroína, que ele entregou ao seu informante para que a revendesse. Agora, Freeman pode pegar até 40 anos de prisão, mas lhe prometeram uma sentença mais indulgente porque ele "aceitou a responsabilidade" com o seu acordo de confissão.

Estudantes: Faça o seu estágio na DRCNet e ajude a parar a guerra às drogas!

Quer ajudar a acabar com a "guerra contra as drogas" enquanto também recebe créditos universitários? Candidate-se ao programa de práticas da DRCNet para este outono (ou primavera) e você pode vir se somar à equipe e nos ajudar a travar a luta!

A DRCNet (também conhecida como "Stop the Drug War") tem um bom histórico de dar experiência considerável de trabalho aos nossos estagiários - você não vai passar o verão arquivando ou passando recados, você desempenhará um papel integral em um ou mais dos nossos programas empolgantes. As opções de trabalho que você pode realizar conosco incluem a comunicação com a coalizão como parte da campanha para revogar o dispositivo antidrogas da Lei de Ensino Superior [Higher Education Act] e expandir esse trabalho para abranger outras leis ruins sobre as drogas como disposições parecidas na lei de previdência social e moradia pública; contato na blogosfera e na rede; pesquisa e comunicação com a mídia; trabalho na página (pesquisa, redação, suporte técnico); possivelmente outras áreas. Se você for escolhido para o estágio, lutaremos para compatibilizar os seus interesses e habilidades com qualquer área em que você se encaixar da melhor maneira.

Embora os nossos estágios não sejam remunerados, nós lhe reembolsaremos a passagem de metrô e a DRCNet é um lugar divertido e gratificante para se trabalhar. Para se candidatar, favor enviar o seu currículo a David Guard pelo dguard@drcnet.org e tome a liberdade de nos contatar pelo (202) 293-8340. Esperamos ter notícias suas! Confira a nossa página em http://stopthedrugwar.org para saber mais sobre a nossa organização.

Semanal: Blogando no Bar Clandestino

Junto com a nossa reportagem investigativa da Crônica, desde o verão passado a DRCNet também esteve proporcionando conteúdo diário na forma de blogagem no Bar Clandestino Stop the Drug War, assim como links às Últimas Notícias (canto inferior esquerdo) e mais informações. Cheque a DRCNet todos os dias para ficar a par da reforma das políticas de drogas!

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reide anticerveja da época da lei seca, Washington, DC (Biblioteca do Congresso)

Desde a última edição:

David Borden escreve: “A proibição causa a violência: Os assassinatos por maconha medicinal na Califórnia e no Colorado” [Prohibition Causes Violence: Medical Marijuana Murders in California and Colorado], “Importantes audiências sobre a justiça penal se aproximam no Senado” [Important Criminal Justice Hearings Coming Up in Senate], “Mike Gravel fala sobre a legalização em ‘The Young Turks’” [Mike Gravel Talks Drug Legalization on “The Young Turks”], “O seqüestro de bens em casos de delitos de drogas está prejudicando o investimento em áreas carentes” [Asset Forfeiture in Drug Cases is Hurting Investment in the Inner Cities] e “Impostos sobre as drogas descontrolados violam o devido processo” [Drug Taxes Out of Control Violating Due Process].

Scott Morgan redige: “Por que na verdade a polícia se opõe à legalização da maconha?” (portal da Reddit!) [Why Do Police Really Oppose Marijuana Legalization?], “Por que na verdade a polícia se opõe à legalização da maconha? Parte II” [Why Do Police Really Oppose Marijuana Legalization? Part II], “Chefe de polícia do Missouri promete não se opor a iniciativa de descriminalização da maconha” [Missouri Police Chief Promises Not to Oppose Marijuana Decrim Initiative], “John Edwards apóia a troca de seringas” [John Edwards Supports Needle Exchange], “Obama é tão ruim em políticas de drogas que foi apoiado pelos guardas de prisão” [Obama is So Bad on Drug Policy, He Got Endorsed By Prison Guards], “Um usuário de maconha é preso a cada 38 segundos nos Estados Unidos” [A Marijuana User Gets Arrested Every 38 Seconds in America].

Notas à imprensa, alertas e outros anúncios organizacionais no blog In the Trenches. Por favor, junte-se a nós nos Blogs do Leitor.

Obrigado por ler, e escrever...

Apelo: Enormes aumentos no trânsito da nossa página incrementaram as nossas despesas...

Enormes aumentos no trânsito da nossa página, particularmente durante os últimos três meses, nos forçaram a atualizar o nosso servidor - não uma, mas duas vezes - e incrementaram as nossas custas.. Estou escrevendo para saber se você pode ajudar a custear esta nova despesa. Você estaria disposto a fazer uma doação para apoiar este trabalho inovador?

As coisas começaram a melhorar há cerca de um ano, quando redesenhamos profissionalmente o sítio e começamos a publicar mais do que antes - não fazemos só a Crônica semanal agora, mas lhe trazemos publicações diárias nos blogs, links a notícias da grande mídia, um "feed ativista" dos boletins de outras organizações e demais artigos interessantes.

Recentemente, tivemos uma série de grandes sucessos - links de suma importância em páginas como Reddit e Netscape em que os usuários votam nos artigos de que gostam - e porque isso continuou, uma e outra vez durante cerca de três meses, concluímos provisoriamente que algo está "acontecendo" e que a DRCNet alcançou mesmo um patamar novo antes do que pensávamos. Só neste mês, um artigo que publicamos chegou ao #1 na Digg, a popular página da Internet, e esse e outro artigo acompanhante receberam coletivamente quase 100.000 visitas! Em um dia, a StoptheDrugWar.org teve quase o mesmo número de pessoas que acessa o Huffington Post - se o nosso servidor houvesse estado preparado para o trânsito de antemão, teríamos recebido mais.

É lógico que as despesas da máquina, embora consideráveis, são apenas parte do problema. Literalmente, todo funcionário na DRCNet está envolvido nesta campanha e isso é uma grande dedicação de recursos que só pode ser mantida se você nos apoiar. Pode nos informar se está "dentro" fazendo uma doação hoje ou mandando-nos uma mensagem para dizer se o fará logo?

Como incentivo, nossos amigos da Common Sense for Drug Policy concordaram em doar exemplares do "tablóide" atualizado deles que inclui mais de 40 dos anúncios de interesse público sobre as políticas de drogas que têm difundido em grandes publicações durante os últimos anos. Doe qualquer soma à DRCNet nesta semana e lhe enviaremos um exemplar do tablóide da CSDP grátis! Claro está, continuamos oferecendo uma variedade de livros, vídeos e presentes da StoptheDrugWar.org como incentivos de filiação também.

Visite http://stopthedrugwar.org/donate para fazer uma doação eletrônica ou envie-nos o seu cheque ou ordem de pagamento a: DRCNet, Caixa Postal 18402, Washington, DC 20036. As doações à Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas ou Drug Reform Coordination Network para apoiar o nosso trabalho de pressão não são dedutíveis do imposto de renda. As doações abatíveis para apoiar o nosso trabalho de conscientização podem ser feitas a nome da Fundação DRCNet no mesmo endereço. Também podemos aceitar contribuições em ações - mande uma mensagem a borden@drcnet.org para a informação necessária. Obrigado de antemão pelo seu apoio.

Atenciosamente,


David Borden, Diretor-Executivo
Caixa Postal 18402
Washington, DC 20036
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Matéria: A polícia israelense não vai mais prender usuários de drogas primários

Em um esforço para dar um novo enfoque à imposição da lei antidrogas israelense, o inspetor-geral da polícia, Dudi Cohen, anunciou que ela não vai mais prender usuários de drogas primários. A medida é tomada enquanto a polícia israelense informava ter feito mais de 16.000 prisões por porte e mais de 8.000 por vendas de drogas no ano passado.

Em geral, os níveis israelenses de consumo de drogas estão em conformidade com os da Europa e da América do Norte. De acordo com o Relatório Mundial sobre as Drogas de 2007 do Escritório da ONU Contra as Drogas e o Crime, 8,5% dos israelenses fumaram maconha em um ano determinado, situando-os um pouco abaixo dos países europeus mais amigos da maconha (Chipre, 14,1%; Itália e Espanha, 11,2%; Suíça, 9,6%) e também dos EUA (12,6%) e do Canadá (16,8%). Mas, para a cocaína, os opiáceos, as anfetaminas e o êxtase, os níveis de consumo de Israel pairam sobre o meio ocidental, já que os índices freqüentes são da ordem de 1%.

A mudança na imposição começará com um programa-piloto para menores infratores, disse a polícia. O comunicado foi feito dias depois que um documentário muito assistido criticou a futilidade da guerra às drogas na televisão israelense.

Segundo as novas políticas, as pessoas pegas com quantidades de drogas ilegais para "consumo pessoal" pela primeira vez serão fichadas, mas não presas. As quantidades estabelecidas são as seguintes:


Maconha 15 gramas Haxixe 15 gramas Ópio 2 gramas LSD 3 micropontos Êxtase 3 comprimidos Cocaína 0.3 grama Heroína 0.3 grama

"Não estamos discutindo a legalização das drogas", disse Cohen. "Mas, vamos nos concentrar nos traficantes e não nos consumidores".

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Porto de Jafa em Israel (Ilan Malester para sviva.gov.il)
"O Inspetor-Geral prefere secar o pântano em vez de matar os mosquitos um por um", explicou um alto oficial em Inteligência e Investigações, a repartição que Cohen dirige. "A nova postura do sistema em relação aos usuários não afetará as tendências populares do consumo de drogas. Antes, quando detínhamos um estudante que pegamos por um primeiro delito, ele era detido, levado à delegacia em uma viatura e esperava ser atendido até que um policial estivesse disponível para tramitar o caso dele; ele tinha que passar por um longo interrogatório e, enfim, procurávamos um responsável para que o levasse sob fiança. O resultado era quase um dia inteiro de trabalho da polícia dedicado a uma ficha que quase nunca levava a um indiciamento".

Isso era equivalente a um "investimento inútil" do tempo da polícia, disse o funcionário. Processar todos esses casos de delitos de drogas resultava em uma avalanche de casos para os promotores que entupia os tribunais e demorava para ser resolvida, acrescentou. Além do mais, disse, os infratores primários da legislação antidrogas podiam se assustar suficientemente apenas com o contato com a polícia para mudarem de comportamento. Para aqueles que não o fizessem, sempre há o sistema de justiça penal. "Para a maioria daqueles que era pega pela primeira vez, qualquer contato com a polícia cria medo", explicou o oficial. "Quando se trata de alguém que não é um infrator pela primeira vez, mas de alguém para quem isto é o seu modo de vida, vamos processá-lo com todo o rigor da lei porque ele pode dirigir intoxicado ou roubar para custear o seu consumo de drogas".

Embora o Partido Folha Verde, que pede a legalização da maconha, aclamasse a notícia, tinha lá suas dúvidas sobre o impacto da nova política e prometeu continuar trabalhando para acabar com a proibição da maconha no estado judeu.

"Para nós, não está claro que isto vai beneficiar os usuários de maconha de alguma maneira, já que assim que se é parado uma vez, da segunda eles têm a liberdade de te prender", disse Michelle Levine, porta-voz do Folha Verde. "Afirmam que estão fazendo isto para voltarem a se concentrar nos distribuidores, apesar de nunca terem-se concentrado neles antes. Além disso, a declaração da polícia reconhece que ainda vão interrogar os infratores primário quando os pararem e vão gravar os seus detalhes para futuras interações. Isso quer dizer que podem lhes perguntar quem são os distribuidores - pressionando-os a delatar. A única diferença é que quando um fumante for pego pela polícia com uma pequena quantidade da primeira vez, ele não será levado realmente à delegacia nem acusado como agora", disse.

O Folha Verde continuará trabalhando pela legalização, disse Levine. "O Partido Folha Verde está muito ocupado com muitos projetos agora, visto que estamos organizando a 2ª Conferência Conjunta Árabe-Israelense pelas Políticas de Maconha e pela Paz, mas não vamos ser menos duros com a polícia por desperdiçar o dinheiro do contribuinte na guerra às drogas nem vamos ser menos duros com os nossos servidores eleitos enquanto que cidadãos patriotas não-violentos apodrecem na cadeia por delitos de maconha".

Por sua vez, a polícia israelense vai continuar combatendo o tráfico. Uma nova unidade para a região do Negev trabalhará para fechar a fronteira com a Jordânia, a qual é descrita pela polícia como um grande terminal para a heroína e o haxixe que é traficado do Afeganistão. Outra unidade que patrulha a fronteira com o Líbano será reformada para se concentrar em bloquear o haxixe libanês, assim como a heroína afegã e a cocaína sul-americana.

As leis sobre as drogas devem mudar, disse Levine, que agregou que o partido estava ficando cada vez mais popular. "Ale Yarok o Ale L'Nayedet!" ("Fique com o Folha Verde ou entre na viatura"), acrescentou, repetindo um popular slogan do partido.

Matéria: Prisões por maconha e drogas sofrem alta histórica - de novo

No ano passado, o número de pessoas presas por delitos de maconha nos EUA foi um recorde de 829.625, de acordo com o Relatório Uniforme sobre a Criminalidade do FBI, lançado todos os anos. O dado marca o quarto ano consecutivo e a 11ª vez nos últimos 15 anos que as prisões por causa da maconha sofrem uma alta histórica. Mais de cinco milhões de pessoas foram presas em razão da maconha só desde 2000.

Em conjunto, 1.889.810 pessoas foram presas por delitos de drogas no ano passado - outra alta histórica. Mais de oito em cada dez de todos os presos por drogas foram apenas por porte e 89% de todas as prisões por causa da maconha foram por porte.

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Os aumentos seguidos nas prisões por delitos de drogas aconteceram enquanto os crimes de sangue tinham um aumento de 1,9%, o segundo ano consecutivo de aumentos após uma década de índices de crimes de sangue em baixa. O crime contra o patrimônio caiu 1,9%, refletindo a tendência de queda de 10 anos.

O número total de prisões por maconha nos EUA para 2006 excedeu em muito o número total de prisões nos EUA por todos os crimes de sangue juntos, inclusive assassinato, homicídio, estupro, assalto e agressão com agravantes. O número total de prisões por delitos de drogas foi maior do que para qualquer outra infração.

Nenhuma organização da lei contatada pela Crônica quis comentar o vínculo (ou a sua falta) entre altos níveis seguidos de prisões por delitos de drogas e os crimes de sangue, mas os representantes de grupos que gostariam de ver menos detenções por causa de delitos de drogas foram rápidos em responder aos dados.

"Infelizmente, estes dados não surpreendem tanto porque investimos muito dinheiro em prender os consumidores de drogas", disse Doug McVay, analista de políticas da Common Sense for Drug Policy. "Para isso pagamos a polícia. As agências de segurança têm que produzir contas para justificarem o aumento do financiamento e os usuários de drogas são a saída. Há uma oferta interminável".

"Estes números refutam a falácia comum de que a polícia vai fazer vista grossa quando se tratar do porte pessoal de maconha", disse Scott Morgan da Flex Your Rights, um grupo que instrui os cidadãos a como exercerem o seu direito de ver-se livre de buscas e apreensões arbitrárias. "As posturas liberais a respeito da maconha criaram um falso senso de segurança para muitos, mas, na verdade, é possível se meter em uma grande confusão por isso. Em qualquer encontro com a polícia, a melhor estratégia é recusar as buscas e não responder perguntas comprometedoras", aconselhou.

"A firme escalada das prisões por maconha está acontecendo a despeito da opinião pública", disse Rob Kampia, diretor-executivo do Marijuana Policy Project (MPP, sigla em inglês). "Em comunidades de todo o país, de Denver e Seattle a Eureka Springs no Arkansas e à Comarca de Missoula em Montana, os eleitores aprovaram medidas que dizem que não querem que as prisões por maconha sejam prioridade, contudo, elas bateram um recorde histórico pelo quarto ano consecutivo. Parece que a polícia está seguindo o exemplo do secretário antidrogas da Casa Branca, John Walters, que está mais obcecado com a maconha do que com o público que paga os seus salários", disse.

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foto publicitária da DEA depois da apreensão
"Esses dados ocultam o mito de que a polícia não visa nem prende os infratores da legislação antimaconha de pouca importância", disse Allen St. Pierre, diretor-executivo da National Organization for the Reform of Marijuana Laws (NORML, sigla em inglês), que apontou que, pelos índices atuais, um fumante de maconha é preso a cada 38 segundos nos Estados Unidos. "Este trabalho é um tremendo desperdício de recursos da justiça penal que desvia a atenção do pessoal da lei nos crimes graves e de sangue, inclusive a guerra contra o terrorismo", disse.

McVay apontou os baixos índices de solução das infrações que também estavam contidos no Relatório Uniforme sobre a Criminalidade. Em geral, para os crimes contra o patrimônio, o índice de solução é de apenas 16%, enquanto que, mesmo para assassinato, era de apenas 60%. "Esses números são criminosos", disse McVay. "Há só uma chance em cada seis de que os policiais descubram quem invadiu a sua casa ou roubou o seu carro. Se a polícia não estivesse ocupada prendendo consumidores de drogas, talvez não estivéssemos presenciando índices tão baixos de solução e este aumento nos crimes de sangue".

"Duas outras questões importantes se destacam das prisões por maconha recordistas de hoje", prosseguiu St. Pierre. "Em conjunto, tem havido um enorme incremento de 188% nas prisões por maconha nos últimos 15 anos - contudo, o acesso do público à maconha continua desimpedido em grande parte e o consumo confesso de cânabis não mudou em grande parte. Segundo, o Meio-Oeste dos Estados Unidos é decididamente o viveiro das prisões relacionadas com a maconha com 57% de todas elas. A região dos Estados Unidos com a menor quantidade de detenções relacionadas com a maconha é o Oeste com 30%. Poder-se-ia dizer que este último resultado é um testamento da aprovação de vários esforços estaduais e municipais de descriminalização ao longo dos últimos anos".

"O importante é que estamos desperdiçando bilhões de dólares todos os anos em uma política fracassada", disse Kampia. "Apesar do recorde de prisões, o consumo de maconha continua mais alto do que era há 15 anos, quando as detenções eram menos da metade do nível atual, e a maconha é o cultivo comercial número um nos EUA. Cientificamente, a maconha provou ser muito mais segura do que o álcool e chegou a hora de começar a regularizá-la da mesma maneira que regulamentamos o vinho, a cerveja e o licor".

Editorial: Vamos cair na real logo sobre acabar com a proibição das drogas

David Borden, Diretor-Executivo

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David Borden
O Relatório Uniforme sobre a Criminalidade do FBI foi lançado nesta semana, como todos os anos, e a notícia que trouxe a respeito das prisões por delitos de drogas em 2006 não era nenhuma surpresa. Previsivelmente, as prisões por delitos de drogas bateram recorde de novo - 1.889.810 desta vez, 829.625 por causa da maconha, mais do que oito de cada dez detidos por delitos de drogas por simples porte. Quase nove em cada dez prisões relacionadas com a maconha aconteceram só por porte.

Tudo isto ocorreu em um ano em que os crimes de sangue estavam em alta, 1,9% sobre 2005 e o segundo ano consecutivo após uma década de queda. Um número relativamente pequeno como 1,9% não deveria ser exagerado. Mas, no mínimo, a chance de reduzir os crimes de sangue pode ter sido perdida. Por que continuamos investindo recursos tão enormes na repressão às drogas se podem ser utilizados para nos proteger contra ataques - ataques de qualquer espécie?

Apesar de um pequeno aumento no preço de rua da cocaína recentemente - devido somente a dificuldades operacionais de curto prazo que o setor enfrenta -, toda esta repressão às drogas tem sido um tremendo fracasso. Na quarta-feira, assisti a uma palestra em um instituto de consultoria sobre políticas de relações exteriores de DC ministrada por Arnold Trebach, o fundador do nosso movimento moderno de reforma das políticas de drogas (ele criou a Drug Policy Foundation) e por um professor emérito da American University. A fim de levantar a questão da futilidade da guerra às drogas, Arnold ligou para um amigo seu que entende da cena da heroína antes de ir ao centro para a palestra. Ele queria saber aonde se iria agora para adquirir heroína. Afinal, faz tempo que lançou a sua obra de 1982, The Heroin Solution [A solução da heroína].

De fato, as coisas mudaram desde então, mas, apesar dos talvez milhões de prisões por delitos de drogas ao longo dos anos (10 milhões? 15? 20?), a heroína não tem uma oferta menor. Em realidade, é mais fácil obtê-la do que nunca antes, pelo menos se se conhecem certas pessoas. De acordo com Arnold, o amigo dele lhe disse que agora não haveria a necessidade de sair para comprá-la, bastaria ligar para o serviço de entrega e se você tiver quaisquer referências que respondam por você, ela seria levada até você em cerca de 20 minutos.

20 minutos. Podíamos ter terminado os nossos almoços, ouvido metade da palestra de Arnold, depois ter pedido um pouco de heroína, tê-la recebido antes do fim da palestra e tê-la consumido com a sobremesa. (É claro, por muitos motivos, que não estão limitados à nossa necessidade de trabalhar o resto do dia, não o fizemos, apenas acreditamos na palavra do amigo de Arnold de que podíamos tê-lo feito.)

O desvio de recursos de tarefas mais importantes - e mais factíveis - é só uma das muitas razões para concordar com a legalização. O dinheiro que está sendo gasto com o narcotráfico ilícito - globalmente, os cálculos estão na casa das centenas de bilhões de dólares - está fomentando a violência, tanto global quanto local. Não sei se o aumento nas prisões por delitos de drogas nos EUA desempenhou algum papel no aumento na violência no ano passado, mas, claramente, é possível. Muito mais importante do que isso, parte da violência que temos sofrido ao longo dos anos está direta ou indiretamente relacionada com o tráfico.

E o dinheiro está pervertendo a sociedade. Quantos jovens foram seduzidos a vidas de crime através da promessa que o narcotráfico aparenta oferecer? A maioria deles não acaba ganhando muito dinheiro fazendo isso. Mas, aí está, há uma perspectiva de ascensão e, dependendo do seu ponto de vista, é glamouroso e te permite ser parte de algo maior do que você mesmo. O dinheiro do tráfico também está ajudando a apoiar aqueles que querem levar a cabo atentados terroristas e, em alguns lugares, está fomentando guerras civis. Tudo isto está acontecendo porque as drogas são ilegais, não por causa de algumas propriedades intrínsecas das drogas.

Porém, será que o mundo acabaria se as drogas fossem legais? Será que tantas pessoas mais consumiriam e se viciariam em drogas que o dano seria maioria por causa disso do que da criminalidade criada pela proibição agora? Arnold disse ao público que acha que podemos idear um sistema para controlar o tráfico lícito; que não seria indevidamente difícil fazer isso (já o fazemos com as drogas atualmente legais, afinal de contas) e que "íamos sobreviver". Ainda poderíamos ajudar as pessoas que têm problemas com as drogas, podemos regularizá-las de uma série de jeitos diferentes, podemos fazer frente a esse desafio.

Em realidade, acho que o prejuízo geral que as drogas causam na saúde pública diminuiria, não aumentaria, mesmo se mais pessoas as experimentassem. Afinal, a maioria das pessoas não se autodestrói com as drogas hoje, quer sejam legais quer ilegais, apesar da sua disponibilidade generalizada, simplesmente porque não querem se autodestruir. Para aqueles que se viciarem sim em drogas como a heroína, mas que não têm uma renda pessoal muito generosa, os preços artificialmente altos das drogas que a proibição ocasiona são uma parte importante do prejuízo do vício nas vidas deles. Tanto pelo lado da saúde pública quanto pelo lado da justiça penal, acho que a legalização será, em geral, uma jogada vencedora, apesar dos prejuízos que algumas drogas possam trazer.

Pode ser difícil propor esta discussão nas esferas do poder. Arnold comentou que pelo menos oito pessoas no funcionalismo estadunidense disseram que ficariam contentes em se reunir com ele, que agradeciam pelo que estava fazendo, mas que preferiam não encontrá-lo nos seus escritórios. Queriam se reunir em um restaurante ou outro, onde, com sorte, não seriam vistos com ele, e, dessa maneira, não se meteriam em uma confusão política. Isso aconteceu há muito tempo, mas ainda é a situação atual de muitas maneiras.

Contudo, nós a propomos sim - esta organização e este boletim estão aqui, por exemplo, e o movimento está crescendo em diversidade, experiência e tamanho. Agora, chegou a hora de os líderes serem realistas - a legalização das drogas é viável e é o que se deve fazer. Então, parem de demonizá-la e comecem a falar sobre ela. Porque, às vezes, a liderança quer dizer liderar mesmo.

(Exemplares assinados dos dois livros relançados de Arnold "The Heroin Solution" e "The Great Drug War" - e também da sua nova obra, "Fatal Distraction: The War on Drugs in the Age of Islamic Terror", podem ser obtidos enquanto prêmios de filiação fazendo doações à DRCNet.)

Recurso: Se puede acceder al Calendario del Reformador a través de la página web de la DRCNet

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica grandes y pequeños eventos de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no sucede siempre.

Recurso: La página web de la DRCNet ofrece una gran cantidad de feeds RSS a su lector

Los feeds RSS son la onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Clandestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Webmasters: ¡Ayude el movimiento poniendo feeds de agregación de la DRCNet en su página web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

Haga clic aquí para ver una muestra de lo que está disponible - por favor, fíjese que la extensión, la apariencia y demás detalles de cómo ello aparecerá en su página pueden ser personalizados para adecuarse a sus necesidades y preferencias.

Por favor, fíjese también que estaremos contentos en hacerle más permutas de nuestro contenido disponible bajo pedido (pese a que no podamos prometer cumplimiento inmediato de dichas solicitaciones ya que, en muchos casos, la oportunidad dependerá de la disponibilidad de nuestro diseñador web). Visite nuestro Mapa del Sitio para ver lo que está disponible actualmente – cualquier feed RSS disponible allí también está disponible como feed de javascript para su página web (junto con el feed de la Crónica que no aparece todavía pero que usted puede encontrar en la página de feeds relacionada arriba). Experimente nuestro generador automático de feeds aquí.

Contáctenos si quiere asistencia o infórmenos sobre lo que está relacionando y adónde. Y gracias de antemano por su apoyo.

Semanal: Esta semana en la historia

29 de septiembre de 1969: A principios de la segunda semana del Operativo Intercepte [Operation Intercept], el intento fracasado e unilateral del gobierno Nixon de detener el flujo de drogas de México hacia los Estados Unidos, la Agencia de Presupuesto (predecesora de la Oficina de Administración y Presupuesto) manda una crítica mordaz del informe de junio que sirvió de catalizador para el plan a la Casa Blanca, llamándolo una “base groseramente inadecuada para la decisión presidencial” y advirtiendo que sus recomendaciones estaban basadas en afirmaciones falsas o no probadas.

04 de octubre de 1970: La cantora leyendaria Janis Joplin es encontrada muerta en el Hotel Landmark de Hollywood, víctima de una sobredosis accidental de heroína, conforme a las conclusiones sacadas.

02 de octubre de 1982: Ronald Reagan, en un discurso al país sobre las políticas de drogas federales en la radio, dice: “No vamos inventar pretextos para las drogas – duras, blandas u otras. Las drogas son malas y vamos a perseguirlas. Como he dicho antes, hemos bajado la bandera de rendición e izado la bandera de batalla. Y vamos a vencer la guerra contra las drogas”.

29 de septiembre de 1989: Se establece el récord doméstico de aprehensión de cocaína (aún en vigor hoy): 21ton589kg516g en Sylmar, California.

02 de octubre de 1992: Treinta y una personas de varias agencias de la ley invaden el rancho de 200 acres de Donald Scott en Malibú, California. La mujer de Scott grita cuando ve a los intrusos. Cuando el sexagenario Scott, que cree que ladrones están entrando en su casa, sale del cuarto con un arma, lo matan a tiros. Un destacamento estaba buscando plantas de marihuana. Curiosamente, Scott se había rehusado a negociar la venta de su propiedad al gobierno antes. Los agentes de la DEA estaban allí para confiscar el rancho. Después de muchas búsquedas, no se encontró marihuana.

30 de septiembre de 1996: El presidente Bill Clinton sanciona la Ley General de Presupuestos Consolidados para 1997 [Omnibus Consolidated Appropriations Act for 1997]. Los totales del Año Fiscal 1997 proporcionan más financiamiento relacionado con las drogas a dos grandes agencias de represión a las drogas en el Ministerio de Justicia de los EE.UU.: el FBI ($2,838 millones) y la DEA ($1,001 millón).

03 de octubre de 1996: La Ley Pública de los EE.UU. 104-237 [US Public Law 104-237], conocida como la “Ley Abarcadora de Control de la Metanfetamina de 1996” [Comprehensive Methamphetamine Control Act of 1996], es sancionada por el presidente Bill Clinton. Ella contiene dispositivos que intentan detener la importación de la metanfetamina y de precursores químicos a los Estados Unidos, controlar la fabricación de la metanfetamina en laboratorios clandestinos, aumentar las penas para el tráfico de metanfetamina y de precursores químicos de Lista I, permitir que el gobierno pida la restitución por limpieza de locales de laboratorios clandestinos e intentar impedir que empresas bandidas vendan grandes cantidades de precursores químicos que son desviados para laboratorios clandestinos.

01 de octubre de 1998: El incremento en la financiación de prisiones y la reducción del dispendio con escuelas incitan protestas de estudiantes californianos de secundaria.

28 de septiembre de 2001: Agentes de la Agencia de Represión a las Drogas (DEA, sigla en inglés) confiscan ficheros que contienen las fichas legales y médicas de más de 5.000 pacientes de marihuana medicinal vinculados con el Centro de Investigación Médica de California en la Comarca de El Dorado cuando allanan el hogar y la oficina de la Dr.ª Mollie Fry, una médica, y de su marido, Dale Schafer, un abogado que había anunciado anteriormente su candidatura a fiscal de la Comarca de El Dorado.

Búsqueda en la red

La marihuana medicinal y el ex combatiente de Irak, Colby Buzzell en la Esquire

¿Será que un capo del narcotráfico va a cumplir una condena más corta que el infractor estadounidense no violento medio de la legislación antidroga?, Anthony Papa en la Alternet

DrugTruth Network:
Cultural Baggage de 21 de septiembre de 2007: Tony Papa de la Drug Policy Alliance + Barry Hargrove, Deborah Vagins y el Dr. Ken Collins + la Verdad oficial del gobierno (MP3)
Century of Lies de 21 de septiembre de 2007: Jacob Sullum de la Reason + los Hechos de la guerra a las drogas, Jesse Jackson, “Todos adoran la guerra a las drogas”. (MP3)

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In memoriam: Dr. John Beresford

(por cortesía de la Gaia Media Foundation y Erowid)

El Dr. John Beresford falleció el 02 de septiembre de 2007 en un hospital en Canadá. Nacido en Gran Bretaña, John Beresford empezó sus intereses en la investigación de los psicodélicos en 1961, cuando él dimitió de su puesto de profesor adjunto de Pediatría en la Facultad de Medicina de Nueva York y fundó la Fundación Científica Ágora, la primera organización de pesquisa del mundo dedicada a investigar los efectos del LSD. En contraste con la invitación de Leary a “turn on, tune in and drop out”, Beresford quería mantener el LSD en una perspectiva adecuada en cuanto herramienta de especialistas científicamente entrenados.

Él pasó las décadas siguientes trabajando en psiquiatría hasta 1991, cuando él dimitió y fundó el Comité sobre la Condenación Injusta, un grupo concentrado en la causa de los presos por acusaciones relacionadas con los psicodélicos. Beresford depuso delante de la Comisión de Penas de los EE.UU. y manifestó su pasión en muchos foros. En sus últimos años, él vivió en Canadá y siguió correspondiéndose con los presos a causa de psicodélicos.

En el Simposio Internacional sobre el LSD en 2006, con motivo del 100º cumpleaños de Albert Hoffman en la Basilea, en Suiza, Beresford presentó la charla “Agentes psicodélicos y la estructura de la conciencia: Estadios en una sesión usando LSD y DMT”. Beresford era conocido por su franqueza y persistencia en muchos temas y es recordado con cariño por su dedicación infatigable a las causas que defendía. Él permaneció en vigilia de honor durante cuatro días, intacto, según la tradición budista, y fue cremado después. Sus cenizas mezcladas con pétalos de rosa y arroz serán entregadas al río que corta el monasterio tibetano con que mantenía estrechas relaciones, como pidió.

Beresford, quien describió la descubierta del LSD como, posiblemente, el suceso más crucial en la historia humana, observó: “Pruébalo una vez y sabes que todo lo que has conocido sobre la conciencia está equivocado”. (Pasaje de The Acid Queen, Robert Hunter, Capítulo 7 de The Storming of the Mind, McClelland and Stewart Ltd., ©Robert Hunter, 1971)

Visite http://www.erowid.org/culture/characters/beresford_john/beresford_john.s... para saber más sobre el Dr. Beresford.

Australia: Australia Meridional quiere prohibir equipo y recetas para el cultivo de marihuana

El martes, el fiscal general de Australia Meridional, Michael Atkinson, presentó una ley en el parlamento estadual que prohibiría las recetas para hacer drogas y la tenencia de material que pueda ser usado para producir drogas sin una justificativa razonable. La medida se dirige principalmente a los cultivadores de marihuana.

En comentarios informados por The Age, Atkinson dijo que la gente tendría que probar por qué tiene material que es utilizado en el cultivo hidropónico de marihuana o recibir hasta dos años de prisión y una multa de $10,000.

“Queremos dificultar la vida de los cultivadores y fabricantes de drogas en Australia Meridional”, les dijo él a los reporteros. “Creemos que son una plaga, son un incómodo, son nocivos y debemos hacer sus vidas tan insoportables que quizá se muden para otra jurisdicción”.

Atkinson dijo que no estaba seguro todavía de cuáles artículos van a ser prohibidos, pero él iba a colaborar con la policía para identificar aquellos que son utilizados en el cultivo hidropónico de la marihuana y demás laboratorios de drogas ilícitas. Atkinson no dijo cómo la propuesta de ley sería implementada.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, 2016 Drug War Killings, 2017 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Pill Testing, Safe Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Kratom, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psilocybin / Magic Mushrooms, Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School