Por favor: Não atire!
Caro leitor da Crônica da Guerra Contra as Drogas:
O gráfico à esquerda provém da página da equipe da SWAT de Lima no Ohio. Em janeiro de 2008, a equipe tomou de assalto o lar de Tarika Wilson e Anthony Terry durante uma investigação corrente de delitos de drogas. Um integrante da equipe da SWAT matou Wilson a tiros – uma mãe desarmada de 26 anos de idade – e também decepou o dedo de seu filho de um ano de idade, o qual segurava. Outro integrante da equipe da SWAT matou dois cães da família em um andar diferente. A delegacia tirou o gráfico da página logo após o incidente. Acusaram o assassino de Wilson de duas contravenções, mas ele foi absolvido e continua trabalhando na Polícia de Lima, embora não na equipe da SWAT.
Criadas para situações de emergência ou de altíssima intensidade (atiradores, reféns e elementos assim), as equipes da SWAT de hoje são acionadas mais de 50.000 vezes ao ano, em sua maioria em reides antidrogas de pouca gravidade. Isto é perigoso e errado, como o demonstram o assassinato de Wilson, a mutilação de seu filho e a imagem que a equipe da SWAT escolheu para se representar antes que as coisas dessem errado. Assista a nosso vídeo on-line, “Reides da SWAT – Ninguém está a salvo” [SWAT Raids -- No One Is Safe], e encaminhe-o a seus amigos. Se for possível, publique-o em sua página na Internet. Quando terminar de assisti-lo, assine a “Petição para a Reforma Responsável da SWAT” para limitar os reides da SWAT a situações em que sejam verdadeiramente necessários.
Pense em fazer uma doação a este trabalho e obrigado por ajudar a parar a “guerra contra as drogas”.
Atenciosamente,

David Borden, Diretor-executivo
StoptheDrugWar.org
Washington, DC
http://stopthedrugwar.org












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