Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana
Um policial suburbano de Pittsburgh pega liberdade vigiada, dois do Kentucky aceitam acordos e um do Massachusetts é preso no serviço. Mais uma semana no combate às drogas. Vamos ao que interessa:
Em Worcester no Massachusetts, no dia 07 de maio, um policial de Worcester foi preso no trabalho e acusado de um delito de drogas não especificado. A polícia não queria confirmar as acusações exatas, mas disse que ele era uma de 17 pessoas presas durante uma investigação de seis meses de duração envolvendo escutas telefônicas. O policial Carlos L. Burgos, 39, saiu sob fiança e está de licença não remunerada, mas teve de devolver sua arma e seu distintivo.
Em Bowling Green no Kentucky, no dia 22 de abril dois ex-comandantes da Polícia de Glasgow se confessaram culpados de distribuição ilegal de analgésicos receitados e manipulação de testemunhas. Johnny Travis, 41, e Maxie Murray, 36, admitiram formar quadrilha para portarem hidrocodona, uma substância fiscalizada de Classe III, de maneira ilegal. Também admitiram tentar persuadir uma testemunha a não dar queixa de seus delitos à polícia. Cada um pode pegar até 21 anos de pena em prisão federal e multa de US$ 251.000. A condenação foi agendada para o dia 04 de agosto.
Em Pittsburgh, na quarta-feira, um tenente aposentado da Polícia de Penn Hills foi sentenciado a cinco anos de liberdade vigiada por roubar milhares de dólares em heroína e cocaína dos armários de provas da delegacia. William Markel, 55, foi preso em março de 2008 por detetives da Promotoria da Comarca de Allegheny e depois se confessou culpado de acusações de roubo e porte de drogas em troca da suspensão da pena de prisão. O policial, após 29 anos de serviços prestados à corporação, afirmou que roubou as drogas para consumo pessoal a fim de conseguir suportar problemas em suas costas e que, desde então, se inscreveu em vários programas de tratamento da toxicomania.












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