Liberdade de expressão: Júri intimida destacada militante do alívio da dor que criticou acionamento de médico do Kansas
Siobhan Reynolds, diretora da Pain Relief Network, o grupo de militância em prol de pacientes e terapeutas da dor, foi dirigida a uma investigação de obstrução da Justiça de um júri por seu papel no apoio a um médico do Kansas e sua mulher no pleito jurídico contra procuradores federais estadunidenses que os acusam de prescreverem analgésicos ilegalmente no consultório deles.

Siobhan Reynolds em sessão informativa no Congresso em 2004
No último mês de julho, Treadway procurou um mandado judicial que impedia Reynolds e os Schneider de falar com a imprensa e outro que impedia Reynolds de conversar com as “vítimas” e as testemunhas no caso. Monti Belot, o juiz de tribunal federal de distrito que ouviu o caso, indeferiu tal solicitação para censurar a dissensão.
À época, Treadway manifestou em documentos judiciais que Reynolds tinha um “relacionamento sicofanta ou parasitário” com os Schneider e alegava que se aproveitava do caso para fazer progredir a pauta política da Pain Relief Network e seus próprios interesses pessoais. Reynolds e a Pain Relief Network militam contra os acionamentos federais de terapeutas da dor, os quais consideram vítimas de procuradores federais e agentes da DEA excessivamente entusiastas que conhecem pouco os padrões adequados de atendimento à saúde.
Agora, Treadway está fazendo das suas de novo. Em uma intimidação proporcionada à Associated Press, ela exige que Reynolds entregue toda a correspondência com advogados, pacientes, parentes de Schneider, médicos e outros relacionados ao caso Schneider. Também exige que Reynolds entregue extratos bancários e demonstrativos de cartão de crédito que mostrem pagamentos a, e de, funcionários do consultório, pacientes, possíveis testemunhas e outros.
A briguenta Reynolds não tem intenção nenhuma de obedecer. Em troca, entrou com uma solicitação que procura despronunciar a intimação do júri federal. Nela, argumenta que forçá-la a entregar tal informação destruiria seu trabalho como ativista política e infringiria seus direitos da Primeira Emenda à Constituição de Estados Unidos à liberdade de expressão e de associação.
Ela disse à AP que seria presa antes de entregar qualquer documento. “É uma tentativa de silenciar-me e intimidar-me. Vou combater isso até onde for necessário”, disse. “Se cedesse aqui, a militância jurídica contra os Estados Unidos na Justiça acabaria efetivamente. Então... há muita coisa em jogo aqui”.












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