Polícia: Policiais saem em busca de drogas em shows na Virgínia e encontram um monte
A banda jam Phish fez três noites de apresentações no Hampton Coliseum em Hampton na Virgínia durante o fim de semana – sua primeira aparição em cinco anos -, mas foi como nos velhos tempos quando a polícia da região e uma gama surpreendente de outras agências da lei prenderam pelo menos 267 pessoas por delitos de drogas e apreenderam um número registrado de US$ 1,2 milhão em drogas. A polícia de Hampton disse que houve 194 prisões, enquanto a da vizinha Newport News informou mais 73.
A Polícia de Hampton disse que houve 81 prisões por crimes que resultaram em 119 acusações e 113 por contravenções que resultaram em 126 acusações. A Polícia de Newport News não deu detalhes das prisões, mas disse que a maior parte foi fruto de operações que visavam fãs hospedados em hotéis da região. A operação de Newport News aconteceu “com antecipação a um aumento nas infrações” da legislação antidroga estadual, disse a delegacia, e a “maioria dos detidos era de pessoas que assistiam ao show da Phish”.
A Polícia de Hampton informou haver apreendido maconha, cocaína, heroína, êxtase, vários remédios receitados e também US$ 68.000 em espécie. A Polícia de Newport News informou haver confiscado 17 gramas de cocaína, 369 gramas de maconha e pequenas quantidades de haxixe, cogumelos, metanfetamina, êxtase e OxyContin [oxicodona].
Grandes números de prisões em shows da Phish em Hampton Roads não são nenhuma novidade. Quando a banda tocou em Virginia Beach em 1998, a polícia prendeu 136 pessoas e quanto voltou para uma única apresentação no Coliseum em 2004, 100 pessoas foram presas.
Os shows atraíram cerca de 17.000 pessoas por noite e, com um ambiente tão repleto de alvos, a polícia da região chamou seus colegas para participarem da ação. Além das polícias de Hampton, Poquoson e Newport News, entre as outras agências que atuaram no show estavam a Chefatura da Polícia de Hampton, a Polícia Estadual da Virgínia, a Comissão de Bebidas Alcoólicas da Virgínia, a DEA, o Serviço Investigativo Criminal da Marinha dos EUA, a Divisão de Investigações Criminais do Exército dos EUA e a Secretaria de Investigações Especiais da Aeronáutica dos EUA.
Fãs de Phish que consomem ou traficam drogas: Vocês não estão paranóicos. Estão atrás de vocês.












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