Opinião pública: Reputação da Kellogg é afetada por dispensar Michael Phelps
As repercussões da foto de Michael Phelps com o narguilé continuam. A negativa da Kellogg, a empresa dos cereais, a renovar o contrato de patrocínio do medalhista de ouro olímpico resultou em pedidos de um boicote à Kellogg dos reformadores das políticas de drogas e outros.
Não se sabe ao certo que tipo de tração o boicote está conseguindo, se é que conseguiu, mas uma página que mede as reputações das empresas informa que a Kellogg está despencando desde que dispensou o nadador que segurou o narguilé. Vanno: O Índice de Reputação Empresarial situara a Kellogg no nono lugar de umas 5.600 empresas que lista antes que dispensasse Phelps. Agora, duas semanas depois, a Kellogg caiu para o número 84.
O caso Phelps não era a única coisa afetando a reputação da Kellogg no início deste ano. A gigante dos alimentos também ficou malfalada na imprensa por causa do escândalo da manteiga de amendoim contaminada. Porém, a classificação da Kellogg somente passou do nono ao décimo sexto antes de dispensar Phelps; desde então, a queda tem sido rápida e vertiginosa.
Medir as reputações empresariais é uma ciência inexata e o método da Vanno, embora mostre tendências, não é preciso. A Vanno cria suas classificações a partir de sondagens em tempo real em sua página na Internet que são filtradas através de um algoritmo bayesiano parecido com aqueles que são utilizados nos filtros de spam e para detectar fraudes em cartões de crédito. Contudo, a rápida queda na classificação da Kellogg indica que sua resposta ao estilo da década de 1950 a um fumante de maconha olímpico tem prejudicado a empresa.












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