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Edição #609, Nov 20, 2009

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    Polícia: Justiça tardia para Kathryn Johnston quando juíza sentencia agentes antidrogas de Atlanta que a mataram à prisão

    Na terça-feira, uma juíza federal de Atlanta botou três ex-agentes antidrogas de Atlanta na cadeia pelo envolvimento deles em um reide antidroga espúrio que acabou com a morte de uma mulher de 92 anos e jogou uma luz perturbadora sobre as práticas policiais no esquadrão antidroga da Polícia de Atlanta (APD, na sigla em inglês). A vítima, Kathryn Johnston, foi morta quando três oficiais atiraram 39 balas contra ela depois que ela deu um tiro neles quando derrubavam sua porta em um falso reide antidroga.

    http://stopthedrugwar.org/files/kathrynjohnston.jpg
    Kathryn Johnston
    Julie Carnes, juíza federal de distrito, sentenciou o ex-policial Arthur Tesler a cinco anos de prisão, Gregg Junnier a seis e Jason Smith a 10. As três sentenças foram inferiores às requeridas pelas diretrizes federais de condenação.

    Johnson foi morta por volta das 07:00 da manhã no dia 21 de novembro de 2006. Três horas antes, Tesler prendeu e deu uma surra em Fabian Sheats, um traficante de pouca gravidade, e o ameaçou de prendê-lo a menos que entregasse outro traficante. Enfim, Sheats apontou a casa de Johnston, pelo visto ao azar, e disse a Tesler e seus parceiros que viu um traficante chamado “Sam” com um quilograma de cocaína lá.

    Os três policiais queriam fazer uma compra, mas não consideravam Sheats uma pessoa confiável, então chamaram um informante de nome Alex White para que fosse fazer a compra. Mas, White não estava, então os três simplesmente redigiram um atestado falso em que diziam que haviam visto White fazendo uma compra de cocaína na casa de Johnston. Pouco antes das 18:00, estavam com o mandado de buscada inadvertida deles. Uma hora depois, Johnston estava morta após atirar contra os invasores que aparentemente achava que eram ladrões.

    Daí começou o acobertamento. O trio criou mais documentos falsos para esconder a verdade. Mas, o acobertamento deles foi desbaratado quando seu informante, Alex White, ficou com medo e se dirigiu ao FBI.

    Em sua declaração de sentença, a juíza Carnes criticou a Polícia de Atlanta por suas cotas de desempenho para mandados de busca e prisões ao dizer que “as pressões implicadas causaram um impacto sobre estes e outros policiais na corporação, sim”. Se é que alguma coisa boa resultou da morte de Johnston, será “o esforço retomado pela Polícia de Atlanta para impedir que algo assim volte a acontecer”, disse Carnes. “Espero com ardor que a APD leve a sério o que aconteceu aqui”, disse a juíza.

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