CHANGING MINDS, LAWS & LIVES CAMPAIGN

Edição #609, Nov 20, 2009

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    Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana

    Policiais que traficam drogas, policiais que roubam dinheiro. É a mesmíssima cantilena de sempre. Vamos ao que interessa:

    Em Memphis, na sexta-feira passada, um policial de Bolívar foi indiciado por um júri federal estadunidense por acusações de narcotráfico. O oficial William Patrick Jordan é acusado de comprar poderosos analgésicos de informantes disfarçados e vendê-los a “garotas no Drive-In Sonic em Bolívar”.

    Em Knoxvill no Tennessee, no dia 16 de outubro, um ex-agente da força-tarefa antidroga foi sentenciado a nove meses de prisão e três anos de liberdade vigiada por roubar dinheiro de suspeitos de delitos de drogas e da força-tarefa antidroga a que foi alocado. Mark Victor Shults, ex-ajudante do xerife da Comarca de Sevier, se confessara culpado antes de três acusações de roubo de soma superior a $1,000. As autoridades disseram que Shults ficou dependente de drogas que apreendia e roubava dinheiro para alimentar o vício dele”.

    Em Boston, no dia 14 de outubro, um ex-policial de Swampscott foi sentenciado a seis meses de prisão domiciliar e dois anos de liberdade vigiada por traficar drogas. O ex-oficial Thomas Wrenn se confessou culpado de portar cocaína e Oxycontin [oxicodona] em junho depois que o prenderam em março durante uma armação da polícia enquanto tentava comprar drogas. Ele pediu demissão depois de ser preso.

    Em Atlanta, no dia 18 de setembro, um ex-agente da DEA foi sentenciado a 21 meses de prisão por não declarar sua renda em espécie em 2004. (Desculpem, passamos por cima disso quando aconteceu.) Gregory Campion, 48, trabalhou como assistente de supervisão no escritório de uma força-tarefa da DEA em Atlanta, onde teve acesso a milhões de dólares em espécie confiscados de suspeitos de narcotráfico. Em 2004, Campion fez um depósito de mais de $200,000 em espécie em suas contas bancárias – ao mesmo tempo em que apreensões realizadas enquanto ocupava o cargo resultavam estar “incompletas” quando depositadas nos bancos. Ele não informou seus rendimentos na declaração do imposto de renda dele e está preso por causa disso.

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