Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana
Um carcereiro do Ohio, um policial do Connecticut e dois adjuntos floridenses são presos, um policial da Luisiana vai a julgamento, um guarda texano aceita um acordo, assim como um agente texano da Patrulha Fronteiriça dos EUA. Vamos ao que interessa:
Em Toledo no Ohio, no dia 18 de junho, um agente penitenciária da Comarca de Lucas foi preso depois que as autoridades revistaram a casa dele munidos de mandado e acharam cocaína, uma balança, papelotes e dinheiro em espécie. Thomas Walker, 24, foi acusado de permitir a toxicomania. Após dois anos de serviços prestados, o veterano da chefatura foi suspenso com direito à remuneração até o resultado de seu caso.
Em Waterbury no Connecticut, na segunda-feira, um policial de Watebury foi preso por supostamente avisar um amigo de que era o alvo de uma investigação de crimes ligados às drogas. O oficial Israel Lugo, 29, é acusado de revelar informações ilegalmente sobre uma investigação de crimes de drogas da polícia estadual que capturou nove quilogramas de maconha. Segundo consta, ele utilizou o computador da polícia para consultar a placa de um veículo à paisana da polícia estadual para um amigo cuja casa foi invadida na semana passada. O amigo suspeitou que estava sendo seguido pela polícia e pediu ajuda a Lugo.
Em Fort Lauderdale na Flórida, na segunda-feira, dois xerifes-adjuntos da Comarca de Broward foram acusados de agir como guardas para os supostos chefões do tráfico em uma armação federal. O ajudante Richard Tauber, 37, foi preso na semana passada e em seguida concordou em delatar um colega, o adjunto Kevin Frankle, 38. Tauber é acusado de ajudar a carregar um avião com o que cria ser 50 quilogramas de cocaína, enquanto Frankle ficava de vigia. Estipulou-se a fiança em $60,000 para Tauber; Frankle aguardava uma audiência sobre a fiança na quinta-feira.
Em Shreveport na Luisiana, um ex-policial de Shreveport foi a julgamento nesta semana por suposto tráfico de drogas. O ex-oficial Roderick Moore, 52, responde na Justiça por duas acusações de distribuição de drogas. O declínio de Moore começou no último mês de agosto, quando foi suspenso da corporação depois de uma prisão por dirigir embriagado. Daí, em novembro, foi preso pelas acusações relacionadas com as drogas e despedido. Essa prisão aconteceu depois que a Força-Tarefa Antidroga de Caddo-Shreveport recebeu informações de que estava vendendo drogas. Moore responde por outra acusação de crimes de drogas – uma queixa de porte na Paróquia de Bossier que provém da busca de seu lar em novembro.
Em Brownsville no Texas, no dia 19 de junho um guarda da Comarca de Cameron se confessou culpado de vender as drogas que roubou de um armário de provas. Saul Ochoa, ex-guarda do Distrito 1, aceitou uma acusação federal de distribuir 4,5Kg de maconha. Pode ter pegado até 79 quilogramas de maconha armazenados sob seu controle. De acordo com os registros probatórios, deveria haver 86Kg armazenados, mas investigadores federais só conseguiram encontrar 6Kg80g no dia em que prenderam Ochoa. Agora, as autoridades comarcãs tentam descobrir como vão lidar com casos de delitos de drogas em que as provas sumiram.
Em McAllen no Texas, na terça-feira, um ex-agente da Patrulha Fronteiriça se confessou culpado de mentir sobre não documentar a cocaína que apreendeu. Juan Espinoza, 31, aceitou um acordo por dar falso depoimento ou entrada depois que investigadores internos acharam uma bolsa cheia de cocaína que aprendera, porém não declarara. Espinoza está em liberdade sob fiança até a data de condenação no dia 16 de setembro. Ele pode pegar até cinco anos de prisão.

















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