Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana
Uma agente penitenciária do Connecticut é presa, dois inspetores das Alfândegas do Aeroporto JFK também, um agente da Patrulha Fronteiriça do Arizona aceita um acordo e um agente antidrogas do Connecticut vai para a cadeia. Mais uma semana no combate às drogas. Vamos ao que interessa:

dinheiro demais proveniente das drogas pode corromper policiais
Na Cidade de Nova Iorque, na quarta-feira, dois funcionários de Imigrações e Alfândegas (CBP, na sigla em inglês) foram presos, acusados de aceitarem propinas em uma averiguação de drogas que pegou outras cinco pessoas também. Os funcionários do CBP, cujos nomes ainda não foram revelados, supostamente aceitaram propinas para fazerem vista grossa enquanto oito detidos passavam haxixe e outras drogas e contrabando pelo Aeroporto Internacional Kennedy. Os demais detidos incluíam dois fiscais das Alfândegas, um gerente de operações de uma cooperativa de cargas e dois importadores de bens falsificados e substâncias controladas. Deviam comparecer ao tribunal nesta semana.
Em Tucson, no dia 20 de maio, um agente da Patrulha Fronteiriça dos EUA se confessou culpado de contrabandear mais e 1.360 quilogramas de maconha ao país no veículo do governo que dirigia. O agente Juan Luís Sánchez se confessou culpado de contrabando de drogas, suborno e fraude em indenização. Ele admitiu transportar pelo menos seis cargas de maconha que foram de 170 a 418 quilogramas em 2002 e 2003. Igualmente, admitiu receber $45,000 em propinas. Sánchez será sentenciado no dia 14 de agosto quando pode pegar até prisão perpétua, mas um acordo com os procuradores pede uma sentença de 10 a 15 anos.
Em New Haven no Connecticut, na terça-feira, um ex-detetive de New Haven foi sentenciado a 15 meses de prisão federal após admitir que plantou provas em casos de crimes relacionados com as drogas e roubou dinheiro de uma cena de crime. No ano passado, o ex-detetive antidrogas Justen Kasperzyk se confessou culpado de formação de quadrilha para infringir direitos civis e roubo de propriedade do governo. Ele vai se apresentar à prisão no dia 24 de junho, onde pode passar tempo com seu antigo chefe, o tenente William White, ex-diretor do esquadrão antidrogas, quem cumpre 38 meses por corrupção.

















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