Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana
Um meirinho texano é acusado de traficar cocaína e vender armas ao Cartel do Golfo, dois funcionários da Administração de Segurança nos Transportes são indiciados por ajudarem a contrabandear drogas a aviões e há um curador de provas californiano com mãos leves e um mau hábito. Mais outra semana na frente dos policiais corruptos. Vamos ao que interessa:
Em Brownsville no Texas, na sexta-feira passada um meirinho da Comarca de Cameron foi preso por acusações de ter traficado cocaína e vendido armas potentes ao Cartel do Golfo do México. Oscar Pena, 26, foi um dos dois homens presos após uma investigação conjunta de cinco meses realizada pelas autoridades municipais, o FBI e o Serviço de Imigração e Controle das Alfândegas dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) conhecida como Operação Porco Sujo [Operation Dirty Pig]. As acusações mantêm relação com armas, administrar uma empresa criminosa contínua e porte de cocaína. Em reides que acompanharam as prisões, a polícia apreendeu 14 rifles de assalto, cinco revólveres semi-automáticos, uma escopeta raspada, grandes quantidades de munição, um colete à prova de bala, $3,000 em espécie e mais de um quilograma de cocaína.
Em Atlanta, na terça-feira, dois funcionários da Administração de Segurança nos Transportes e uma empregada da Delta Airlines por acusações relacionadas com um suposto esquema de contrabando de drogas no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta. Os empregados da TSA, Jon Patton, 44, e Andre Mays, 24, e a empregada da Delta, Leslie Edgar, 42, são acusados de formar quadrilha para distribuírem entorpecentes e tentativa de distribuição de cocaína e heroína. Eles foram pegos depois que concordaram em permitir que um homem contrabandeasse dois quilogramas de cocaína pela segurança e a um vôo da Delta para Nova Iorque em troca de $8,000 em dezembro. Infelizmente para o trio atlantense, o contrabandista deles também era um cagüete da DEA que armou duas entregas mais, desta vez com cocaína e heroína falsas. As acusações acarretam uma sentença máxima de prisão perpétua e multa de até $4 milhões. Atualmente, o trio está em liberdade sob fiança.
Em Vacaville na Califórnia, na sexta-feira passada, um ex-curador de provas da Comarca de Solano não contestou as sete acusações relacionadas com o roubo de fármacos guardados em um armazém de provas. Sean Colfax Wilson, 35, respondia na Justiça por um indiciamento de 179 acusações quando aceitou um acordo de duas acusações de porte de Vicodin [hidrocodona] e Oxycontin [oxicodona] para a venda, três acusações de roubo com arrombamento, uma de malversação de provas e outra de falsificação de provas. Wilson, quem trabalhara como curador de provas para a comarca durante dois anos, foi preso em dezembro de 2007 depois que investigadores descobriram que uma grande variedade de remédios receitados desaparecera. Após sua prisão, o advogado de Wilson disse ao tribunal que ele era toxicômano e que usara as drogas para consumo pessoal, mas ainda assim aceitou a acusação de porte para venda. Em abril vão sentenciá-lo e, até então, ficará preso.























