Semanal: Esta semana na história
21 de fevereiro de 1971: Os Estados Unidos se unem a outros países na sanção da Convenção Internacional sobre as Substâncias Psicotrópicas em Viena na Áustria.
16 de fevereiro de 1982: Durante um discurso em Miam na Flórida, George H. W. Bush promete empregar aeronaves militares sofisticadas para rastrear aviões utilizados por contrabandistas de drogas. Por volta de junho, o tempo de vigilância aérea era de apenas 40 horas ao mês, não as 360 prometidas por Bush, instigando o deputado Glenn English a convocar audiências sobre este tema. Por volta de outubro, o Tribunal de Contas dos EUA emitiu um parecer no qual manifestou que “é duvidoso se a força-tarefa [do sul da Flórida] pode causar qualquer impacto considerável a longo prazo sobre a oferta de drogas”.
17 de fevereiro de 1997: Por 9 votos a 6, um comitê do Senado virginense derruba a revogação de uma lei estadual de 18 anos que permite que médicos prescrevam maconha a pacientes que sofrem de câncer ou glaucoma.
20 de fevereiro de 1997: A CNN informa que uma comissão prestigiosa de especialistas reunida pelos Institutos Nacionais da Saúde disse que há provas promissoras de que fumar maconha pode aliviar o sofrimento de alguns pacientes em estado grave.
18 de fevereiro de 1999: O Dr. Frank Fisher, um terapeuta da dor da Alta Califórnia, é preso e indiciado por cinco acusações de assassinato. Após cerca de seis anos de pleitos legais e sofrer mais acusações, determina-se que é completamente inocente.
18 de fevereiro de 2000: O presidente Clinton assina a “Lei Hillary J. Farias e Samantha Reid de proibição de drogas de estupro durante encontro de 2000” [Hillary J. Farias and Samantha Reid Date-Rape Drug Prohibition Act of 2000], classificando o GHB [ácido gama-hidroxibutírico] como droga de Classe I.
21 de fevereiro de 2001: O New York Times informa que um recente estudo lançado em uma reunião da Organização Mundial da Saúde descobriu que adolescentes estadunidenses têm mais chances de fumar maconha e consumir outras drogas ilícitas que seus homólogos europeus. Embora seja mais provável que fumem cigarros e bebam álcool, apenas 17 po cento de estudantes europeus da décima série informaram consumir maconha, comparados com os 41 por cento de estadunidenses do mesmo ano. O estudo é interessante se se leva em conta que os EUA implementam uma abordagem de tolerância zero enquanto que muitos países europeus tendem a empregar estratégias de redução de danos e, em geral, são mais tolerantes.
15 de fevereiro de 2002: O ImpacTeen Illicit Drug Team lança um relatório chamado “Políticas de drogas ilícitas: Leis seletas de 50 estados” [Illicit Drug Policies: Selected Laws from the 50 States]. O relatório diz que as leis estaduais sobre as drogas variam consideravelmente pelos Estados Unidos afora, o que contradiz a suposição compartilhada de que as políticas de drogas estaduais seguem as federais. Por exemplo, dependendo do estado, um réu primário pode estar sujeito a qualquer coisa, de um ano a prisão perpétua e de $5,000 a $1 milhão em multas pela venda de um comprimido de êxtase. O relatório também mostra que, a partir de 1º de janeiro de 2000, 24 estados e o Distrito de Colúmbia promulgaram uma lei que permite o consumo de maconha para fins medicinais, apesar das objeções do governo federal.
19 de fevereiro de 2004: Veteranos e ativistas pró-maconha medicinal em São Francisco realizaram um protesto/comício diante da Clínica Ambulatória da Administração de Veteranos de São Francisco e pediram aos médicos que trabalham para a Administração de Veteranos que ajudem a proporcionar um melhor acesso à maconha medicinal.

















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