Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana
Mais policiais da região de Los Ângeles caem em um grande esquema, um funcionário das Alfândegas é pego por ajudar traficantes, um policial do Kentucky é pego por traficar comprimidos, outro policial nova-iorquino é pego, assim como um xerife do Tennessee. Apenas mais uma semana no combate às drogas. Vamos ao que interessa:
Em Chattanooga no Tennessee, na sexta-feira passada, o xerife da Comarca de Hamilton foi preso por agentes federais que o acusaram de extorquir dinheiro de donos de lojas de conveniência de etnia indiana e lavar o que acreditava ser dinheiro de drogas enviado do México em urnas crematórias. O xerife Billy Long, 55, foi preso após uma investigação secreta do FBI que começou em abril de 2007. A partir de então, Long foi filmado e gravado aceitando pagamentos em espécie que chegaram a mais de $17,000 do que ele acreditava ser donos de lojas de conveniência que procuravam proteger suas atividades de jogo ilegal e vendas de precursores de metanfetamina. O FBI também convenceu Long a aceitar cinco pagamentos em espécie que totalizavam $6,550 que ele concordou em entregar como pagamento a alguém que supostamente lavava centenas de milhares de dólares em receita de drogas ilegais. Long devia comparecer a uma audiência sobre fiança no início desta semana.
Em Los Ângeles, no dia 30 de janeiro, um ex-oficial da Polícia de Los Ângeles e o irmão dele, um ex-policial de Long Beach, foram condenados por extorquir traficantes em uma série de roubos com arrombamento e assaltos entre 1999 e 2001. William Ferguson, ex-policial de Los Ângeles, e Joseph Ferguson, ex-oficial da Polícia de Long Beach, foram declarados culpados de formar quadrilha para violar direitos civis, formar quadrilha para portar entorpecentes com a intenção de distribuir e porte de entorpecentes com a intenção de distribuir. Eles faziam parte de um esquema maior para extorquir traficantes que até agora resultou em confissões de culpabilidade de 15 pessoas, inclusive integrantes da força pública de Los Ângeles, a Polícia de Long Beach, a Chefatura de Polícia da Comarca de Los Ângeles e a Secretaria da Administração Penitenciária da Califórnia. Os policiais pilantras visavam a lugares em que se vendiam drogas, daí se dirigiam a eles, fingindo conduzir reides antidrogas legítimos. As vítimas eram dominadas, algemadas, ameaçadas ou agredidas de várias maneiras durante os assaltos. Os policiais davam o botim deles a cúmplices civis para que o vendessem, depois dividiam os rendimentos entre eles.
Em Fort Lauderdale na Flórida, na sexta-feira passada, um funcionário das Alfândegas e Proteção das Fronteiras dos EUA foi condenado por acusações federais de tentar ajudar traficantes a contrabandear cocaína e heroína no Aeroporto Internacional de Miami vindas de Porto Rico. O policial Edwin Disla foi declarado culpado de se associar para portar com a intenção de distribuir heroína e cocaína, tentativa de porte com a intenção de distribuir cocaína e tentativa de porte com a intenção de distribuir heroína. Disla caiu em uma armação depois de concordar em passar o que acreditava ser cocaína pelo Aeroporto Luis Muñoz Marín em Porto Rico e pelo Aeroporto Internacional de Miami. Durante a viagem dele, ele utilizou sua autoridade legal para burlar a segurança. Ele foi preso em Porto Rico após concordar em se encarregar de carregamentos de muitos quilogramas do que ele acreditava ser heroína e cocaína. Ele pode pegar prisão perpétua quando for sentenciado em abril.
Em Louisville no Kentucky, um ex-policial da região central do Kentucky foi sentenciado na segunda-feira por tramar traficar Oxycontin [oxicodona] com a namorada dele. David Carr, ex-sargento da Polícia do Líbano, 33, foi condenado a um ano e um dia após se confessar culpado de formar quadrilha para distribuir a droga. Ele e a namorada dele foram presos juntos em junho, ela pegou quatro meses de cadeia e outros quatro de prisão domiciliar.
Na Cidade de Nova Iorque, no dia 31 de janeiro, um detetive da polícia nova-iorquina foi indiciado por acusações federais de haver proporcionado informações confidenciais a traficantes de cocaína. O detetive Luis Batista declarou a inocência dele em traficar drogas, obstruir a justiça e outras acusações em um caso em que ele é acusado de participar de uma quadrilha de tráfico dirigida por velhos amigos. Outro oficial da Polícia de Nova Iorque, o sargento Henry Conde dos assuntos internos, também foi indiciado sob acusações de ter avisado Batista de que era o alvo de uma averiguação interna no ano passado.












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