TRUTH CAMPAIGN 08

Edição #549, Aug 29, 2008

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    Polícia: Nebrasquense dá queixa por falsa apreensão na Dacota do Sul

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    Eric Sage
    A caminho de sua casa depois de assistir ao Rali Motociclista de Sturgis na Dacota do Sul no verão passado, a motocicleta de Sage foi detida por um policial rodoviário estadual. Uma picape que o acompanhava também parou e quando o policial revisou aquele veículo, achou uma das passageiras em posse de um cachimbo e uma pequena quantidade de maconha. Bizarramente, o policial não só acusou todos os passageiros da picape de porte de apetrechos, mas Sage também.

    Diferentemente da maioria das pessoas presas por acusações de delitos de drogas – mesmo falsos -, Sage se recusou a ceder. Isso instigou promotores locais a ameaçar acusá-lo de “porte interno”, um delito (até agora) que existe apenas na Dacota do Sul e uma acusação ainda menos fundada em provas (não havia nenhuma) do que a primeira acusação de apetrechos. Depois de várias viagens de milhares de quilômetros à Dacota do Sul para comparecer às audiências agendadas, as acusações contra Sage viraram fumaça misteriosamente e os promotores da Comarca de Pennington deram as fracas razões de que haviam decidido que a acusação deveria ter sido apresentada em outra comarca.

    Sage estava livre, mas a liberdade dele não saiu grátis. Sage diz que seu encontro com a justiça da Dacota do Sul lhe custou milhares de dólares, dias perdidos de trabalho e bastante estresse. Agora, busca reparação.

    Na segunda-feira, Sage e a NORML Dacota do Sul anunciaram que ele dera queixa junto a vários grupos de padrões profissionais e agências da Dacota do Sul a respeito das ações dos promotores, o promotor Glenn Brenner e a subpromotora Gina Nelson da Comarca de Pennington (Rapid City), e do policial rodoviário estadual, o oficial Dave Trautman.

    Sage denuncia Trautman por acusar inadequadamente todos os presentes no incidente de porte de apetrechos. Ele também acusa Trautman de inventar um auto de prisão muito tempo depois do fato para fundamentar a nova acusação de porte interno. Sage acusa a subpromotora Nelson e o chefe dele de processar um caso que sabiam ser falso e de ameaçar condená-lo por um delito em que sabiam que ele não era culpado porque se recusou a se culpar pela primeira acusação relacionada com os apetrechos.

    “Me roubaram”, disse Sage. “Me custaram $4,000. Tive que viajar a Rapid City várias vezes, tive que contratar uma advogada, faltei no trabalho. Fazê-los despronunciar uma acusação falaz me custou três vezes o que me custaria dizer que era culpado de cometer algo que não fiz e pagar as multas deles. Só foram parar quando ficaram sem paus para me bater”.

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    a Rua Principal durante o Rali de Sturgis (por cortesia da Wikimedia)
    Os promotores nem tiveram a cortesia de informar sua advogada ou ele de que finalmente haviam despronunciado as acusações, disse Sage. “A minha advogada ligou para Gina Nelson várias vezes para ver se eu precisava dirigir rumo ao norte no dia 21 de novembro”, disse. “Não ligou de volta. Então, quando cheguei ali, descobri que as acusações haviam sido despronunciadas no dia 16. Gina me fizera dirigir 830Km ida e volta para nada de propósito”.

    Agora, vamos ver se as autoridades na Dacota do Sul terão a mesma determinação tenaz para fazer justiça neste caso que têm para ir atrás de alguém que sequer se parece com um infrator da pouca gravidade da legislação antidrogas. Você pode ler as queixas de Sage feitas à Secretaria de Segurança Pública da Dacota do Sul, ao Comitê Disciplinar da Ordem dos Advogados da Dacota do Sul e à Comissão da Comarca de Pennington aqui (exclusivamente em inglês).

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