Pena de morte: A Malásia vai executar um homem por maconha e a China outro por metanfetamina
Nesta semana, mesmo quando a Assembléia Geral da ONU foi a favor de uma moratória contra a pena de morte, dois países asiáticos estavam exercendo mais uma vez a sanção final contra infratores da legislação antidrogas. Na Malásia, um homem pode ser justiçado por menos de um quilograma de maconha, enquanto que, na China, outro foi sentenciado à morte por traficar metanfetamina.
Na Malásia, na terça-feira, Razali Ahmad, 33, foi declarado culpado de traficar maconha depois que a polícia revistou a casa dele e encontrou 858 gramas. Na Malásia, a acusação de tráfico acarreta uma pena automática de morte.
Enquanto isso, na segunda-feira, um tribunal chinês condenou Hao Chen à morte por ser o cabeça de um bando em uma organização de tráfico de metanfetamina na província sulista de Guangdong. Outros cinco integrantes da quadrilha foram sentenciados a penas que vão dos 15 anos à prisão perpétua. As sentenças foram impostas por traficarem cerca de 1Kg300g de metanfetamina.
Além do repúdio da Assembléia Geral da ONU à pena de morte em geral, o seu emprego contra infratores da legislação antidrogas gerou uma campanha para acabar com tais práticas de parte de reducionistas de danos. Procure uma reportagem investigativa de tudo isto nas próximas semanas.

















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