Polícia: Informante em caso de apreensão mortífera em Atlanta entra com ação na Justiça
Um homem que construiu a sua carreira delatando os seus vizinhos para ter lucro está entrando com uma ação na Justiça contra a Polícia de Atlanta e a cidade, afirmando que perdeu o trabalho dele depois do reide antidrogas de novembro de 2006 que resultou na morte da nonagenária Kathryn Johnston. Alex White, informante profissional, afirma que os policiais o retiveram durante horas contra a sua vontade esperando que os ajudasse a encobrir as malfeitorias deles no reide fatal.
Os agentes de repressão a entorpecentes de Atlanta disseram a um juiz que um informante confidencial lhes disse que havia cocaína sendo vendida e armazenada na residência de Johnston, mas não existia nenhum informante. Eles se dirigiram a White depois do fato para tentarem arrumar sustentação à estória deles.
Em troca, White, assustado, foi ao FBI e passou sete meses em custódia protetora enquanto colaborava com procuradores federais na construção de um caso contra os três policiais envolvidos. Os três oficiais foram acusados no caso. Dois se declararam culpados de acusações estaduais de homicídio e federais de violação de direitos civis e devem se apresentar na prisão neste mês. Um terceiro aguarda julgamento.
White, 25, ganhara até $30,000 ao ano delatando infratores da legislação antidrogas, disse o advogado dele, Fenn Little filho, à Associated Press. Ele procura indenização pelos salários perdidos e por danos e perdas. A vida de White foi “essencialmente arruinada” por causa do caso e agora terá que achar uma nova ocupação, acrescentou Fenn.

















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