Semanal: Esta semana na história
02 de dezembro de 1993: Pablo Escobar, o famigerado chefão da droga, é caçado e morto pela polícia colombiana que empregou tecnologia estadunidense. No funeral dele dias depois, dezenas de milhares de habitantes de Medelim saem para chorá-lo.
03 de dezembro de 1998: A polícia colombiana confisca cerca de sete toneladas de cocaína em Cartagena, Colômbia, destinada para os EUA via Cuba.
30 de novembro de 2000: A DEA anuncia que pretende proibir os produtos à base de cânhamo, inclusive o xampu, o sabonete e os alimentos feitos de sementes não-psicoativas de cânhamo. (A DEA perde esta.)
1º de dezembro de 2000: Jorge Batlle, o presidente do Uruguai, é citado em El Observador sugerindo a legalização das drogas.
06 de dezembro de 2000: O parlamento da Bélgica descriminaliza o porte, o consumo e o tráfico de até cinco gramas de maconha ou haxixe.
30 de novembro de 2001: O Austin Chronicle chama John Walters, o novo secretário antidrogas dos EUA, “o Dr. Fantástico da absurda guerra às drogas do nosso país – ele dispensa qualquer um que disser que as prisões do nosso país estão cheias, favorece sentenças mais longas de cadeia para usuários de maconha, declarou que há demasiada ‘capacidade para o tratamento’ nos EUA, se opõe às tentativas de lidar com as discrepâncias raciais na repressão às drogas, quer maior militarização da guerra às drogas no país e no exterior, ele gostaria de presenciar a expansão da guerra do nosso governo na Colômbia e tem sido um oponente chorão das iniciativas estaduais para permitir o consumo médico de maconha”.
04 de dezembro de 2001: O auditor-geral do Canadá lança um relatório sobre o papel do governo federal no trato com as drogas ilícitas. Parte disso diz: “Onze ministérios e agências federais estão envolvidos na tentativa de fiscalizar as drogas ilícitas a um preço de cerca de $500 milhões ao ano... Mas, não conhecem o tamanho do problema nem sabem se estão tendo sucesso ou não nos trabalhos deles”.
02 de dezembro de 2002: A Reuters informa que um estudo independente concluiu que o consumo de maconha não leva adolescentes a experimentar drogas pesadas como a heroína ou a cocaína. O estudo do Centro RAND de Pesquisa sobre as Políticas de Drogas, uma organização privada sem fins lucrativos, contra-arrestou a teoria de que a maconha funciona como uma chamada droga inicial para entorpecentes mais nocivos, um argumento-chave que os proibicionistas utilizam contra a legalização da maconha nos Estados Unidos.

















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