Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana
Um policial nova-iorquino é pego por revender maconha, um policial de Connecticut é pego por vender heroína e um policial de Nashville é preso por extorquir um traficante. Vamos ao que interessa:
Na Cidade de Nova Iorque, no dia 31 de outubro um policial veterano de Manhattan foi preso quando a polícia capturou suspeitos em uma quadrilha de contrabando de maconha que supostamente trouxe milhões de dólares em erva do Canadá a Long Island. Glen Smokler, oficial da Polícia de Nova Iorque, um veterano de 13 anos alocados ao 30° Batalhão da Polícia no Harlem, é acusado de três acusações de porte criminoso de uma substância controlada e formação de quadrilha. No total, mais de 30 pessoas foram presas nas comarcas de Suffolk e Nassau e os policiais apreenderam mais de $3 milhões em espécie, 23 carros de luxo, um iate de 13 metros, 10 rifles de assalto e mais de 45 quilogramas de maconha. Ironicamente, o próprio Smokler fez o antigo esquema ruir quando arrombou o domicílio dos cabeças, o que levou um informante a dizer à polícia que Smokler fizera isso. A partir daí, uma investigação de cinco meses se ampliou até o seu desenlace na semana passada.
Em Bridgeport, Connecticut, um policial de Stamford foi preso por acusações de delitos de drogas no dia 25 de outubro. O oficial Quinn Fillippino, 28, foi acusado de porte de entorpecentes com a intenção de vende-los depois que a polícia de Bridgeport viu ele e um passageiro supostamente vendendo drogas do veículo deles. A polícia disse que a droga era heroína. Fillippino está de licença remunerada e, segundo os últimos informes, estava detido com fiança estipulada em $50,000.
Em Nashville, na sexta-feira passada um ex-policial de Nashville foi condenado a dois anos e meio de prisão pelo seu papel no roubo de um traficante em 2003. Charles William III foi condenado em janeiro de participar e esconder um roubo tramado pelo parceiro dele, o oficial Ernest Cecil, e o sobrinho dele, Corey Cecil. O Cecil mais novo, que era traficante de cocaína, fez com que Williams e o tio dele parassem um veículo no qual ele era passageiro e que também continha 3,5 quilogramas de cocaína. A batida aparentemente legítima permitiu que o jovem Cecil desaparecesse com a cocaína, a qual ele vendeu por mais de $70,000, dando parte dos lucros a Williams e ao tio dele. Agora, Williams, cumpre 12 anos e o jovem Cecil seis anos e meio apesar de depor contra os outros dois.

















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