Maconha medicinal: A ação da WAMM dá com obstáculo
No dia 28 de agosto, uma cooperativa de maconha medicinal de Santa Cruz que foi sitiada pela DEA em 2002 achou as suas esperanças espatifadas quando um juiz federal concedeu uma solicitação do Ministério da Justiça dos EUA para proibi-los de entrar com uma ação. O pleito, apresentado em nome da Wo/Men's Alliance for Medical Marijuana (WAMM, sigla em inglês) e da cidade e comarca de Santa Cruz procurava processar Alberto Gonzáles, o procurador-geral dos EUA, para impedir o gabinete dele de continuar os reides contra os fornecedores de maconha medicinal na Califórnia.

marcha da WAMM em 2005 no centro de Santa Cruz (por cortesia de santacruz.indymedia.org)
"Naturalmente, estamos decepcionados. Havia esperado coisa melhor", disse Mike Corral, quem, junto com a sua esposa Valerie, foram os co-fundadores da WAMM.
A WAMM e Santa Cruz podem ter tropeçado, mas ainda não caíram. O juiz Fogel deixou duas das ações da comarca intactas, uma a respeito da 10ª Emenda que diz que os estados - não o governo federal - têm voz e voto sobre a maconha e um argumento de que a necessidade medicinal ganha das leis antidrogas federais. A equipe legal da comarca diz que continuará discutindo essas ações enquanto tenta fortalecer a sua afirmação de que o governo federal está intervindo inadequadamente em áreas que deveriam ser de competência dos estados.

















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