Prisioneiros da guerra às drogas: Veronica Flournoy, vítima da Lei Rockefeller convertida em ativista, falece aos 39
Veronica Flournoy, a ex-vítima da lei Rockefeller sobre as drogas de Nova Iorque convertida em reformadora, faleceu na semana passada de câncer de pulmão em um hospital para pacientes terminais da Flórida. Flournoy, 39, consumidora generosa de drogas quando era jovem, foi pega em uma operação antidrogas secreta e condenada a uma sentença de oito anos a prisão perpétua conforme as duríssimas leis Rockefeller de Nova Iorque.

Veronica Flournoy, com o líder da maioria no Senado nova-iorquino Joe Bruno, as suas filhas Candace e Keeshana e a sua mãe Eileen (por cortesia de kunstler.org)
A prisão abriu os olhos de Flournoy para a injustiça da guerra às drogas e nunca se esqueceu das suas companheiras. Flournoy participou de comícios feitos para pressionar os políticos para que desfaçam as leis Rockefeller e até consentiu em usar a sua doença terminal para aumentar a pressão. Em fevereiro, ela apareceu em um anúncio de interesse público patrocinado pelo Fundo William Moses Kunstler Fund que visava ao governador Eliot Spitzer (D) e a outros políticos estaduais que demoraram em cumprir as promessas de reformar as leis severas contra as drogas do estado.





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