Prisioneiros da guerra às drogas: O paciente da dor Richard Paey terá uma chance de clemência antecipada
Um cidadão da Flórida que cumpre uma sentença de 25 anos enquanto traficante de drogas por tentar obter analgésicos para as lesões nas suas costas terá uma chance acelerada de recorrer à clemência. Richard Paey, 48, já cumpriu quatro anos nas prisões da Flórida por se valer de receitas sem data para obter remédios para as dores.
Normalmente, os reclusos devem cumprir pelo menos um terço de suas sentenças antes de serem considerados para a clemência. Mas, no caso de Paey, que recebeu atenção nacional, o Conselho de Clemências votou em conceder uma dispensa na semana passada. O caso dele está agendado para a votação do conselho no mês que vem.
Paey, ex-advogado e pai de três, foi visto indo de farmácia em farmácia em sua cadeira de rodas em busca de remédios para aliviar as dores de um acidente de carro de 1985 que lesionou as costas dele. Os procuradores argumentaram que qualquer um que falsificar receitas a fim de obter tantos analgésicos tinha que estar vendendo-as, mas Paey disse que tinha que consumir grandes quantidades de analgésicos opiáceos para tocar a vida. As dores de Paey são tão fortes que a Secretaria da Administração Penitenciária da Flórida lhe colocou uma bomba de morfina.
Paey recorreu da condenação dele, mas, em março, a Suprema Corte da Flórida se recusou a ver o caso dele. Agora, a clemência parece ser a sua melhor chance de reaver a sua liberdade.
(A November Coalition publicou um alerta de ação importante sobre o caso aqui.)












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