Semanal: Esta Semana na História
23 de fevereiro de 1887: O 49° Congresso dos Estados Unidos promulga legislação que estipula uma multa de entre $50 e $500 para qualquer cidadão estadunidense ou chinês que for declarado culpado de infringir a proibição do ópio.
01 de março de 1915: A Lei Harrison de Narcóticos [Harrison Narcotics Act] entra em vigor, iniciando a proibição federal das drogas.
26 de fevereiro de 1995: O ex-prefeito de São Francisco, Frank Jordan, é citado no Los Angeles Times, dizendo: "Não tenho problema nenhum com o consumo de maconha para fins medicinais. Sou sensível e compassivo com as pessoas que têm necessidades legítimas. Deveríamos forçar a lei e fazer o certo".
28 de fevereiro de 1995: Em observância à Lei Sobre a Criminalidade de 1994, a Comissão de Penas dos EUA lança um relatório sobre a estrutura federal atual das sentenças diferentes contra o pó e a pedra de cocaína, recomendando que o Congresso "revise" as penas promulgadas para aquelas infrações.
29 de fevereiro de 1996: Em seu discurso Estado da União, o presidente Clinton aponta o general do Exército, Barry McCaffrey, um veterano do Vietnã e da Tempestade no Deserto, como diretor do Gabinete de Política Nacional de Controle das Drogas. McCaffrey fora o chefe do Comando Sulista dos EUA (SouthCom) que fornece respaldo militar para as políticas dos EUA na América Latina - uma política relacionada com a repressão às drogas cronicamente ineficaz e corrupta.
25 de fevereiro de 1997: O presidente Clinton propõe gastar $175 milhões em uma campanha nacional de televisão que visa ao consumo de drogas da juventude dos Estados Unidos. Procurar-se-iam os fundos correspondentes do setor privado. Clinton diz, "Se uma criança assistir à televisão - e qual criança não assiste -, ele ou ela não deveria poder escapar destas mensagens".
28 de fevereiro de 1998: O presidente Clinton certifica novamente o México como aliado de cooperação total na luta contra o contrabando de drogas apesar de uma carta de 40 senadores estadunidenses que instava Clinton a negar a certificação.
27 de fevereiro de 1999: O conservador William F. Buckley, Jr. é citado no New York Post, "Mesmo se se pegar toda alegação alarmista dos proibicionistas como se fosse verdade, a proibição tem causado muitíssimo mais dano a muito mais pessoas do que a maconha podia ter feito".
01 de março de 1999: A colunista Abigail Van Buren em sua coluna popular "Dear Abby" diz: "Concordo que as leis sobre a maconha tenham vencido há muito tempo. Também favoreço o uso medicinal da maconha - se ela for prescrita por um médico. Não consigo entender por que o governo federal deve interferir na relação entre médico e paciente nem por que deve ignorar a vontade da maioria dos eleitores que aprovaram legalmente tal legislação".
24 de fevereiro de 2000: Os membros do Parlamento Belga fazem a proposta de modificar as suas leis a fim de descriminalizar parcialmente o porte de cannabis e seus derivados. O simples porte de maconha é descriminalizado efetivamente três anos depois.
28 de fevereiro de 2000: A UPI informa que os pesquisadores espanhóis disseram que os químicos na maconha que produzem uma "sensação de euforia" mostram promessa como armas contra os tumores cerebrais mortíferos. Uma equipe de pesquisa da Universidade Complutense e da Universidade Autônoma em Madri descobriu que um dos ingredientes ativos da maconha, o THC, matou as células do tumor em casos avançados de glioma, um câncer que mata com rapidez para o qual não há tratamento eficaz atualmente.
01 de março de 2004: O Departamento de Estado lança o seu Relatório Internacional da Estratégia de Controle dos Narcóticos (INCSR) que revela que o Afeganistão produziu um cultivo maior de papoulas em 2003 do que nunca antes. Uns 61.000 hectares de terra foram cultivados com papoulas em 2003 - quase o dobro dos 31.000 hectares em 2002.

















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