TRUTH CAMPAIGN 08

Edição #560, Nov 14, 2008

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    Imposição da Lei: As Estórias de Policiais Corruptos Desta Semana

    A Crônica da Guerra Contra as Drogas pode ter tirado uma folga de uma semana, mas os policiais corruptos não fizeram o mesmo. Há Desavença contínua pela apreensão do gabinete do xerife da Comarca de Henry, Virgínia em outubro, outro policial do Tennessee era o intermediário dos narcotraficantes, um funcionário de Imigrações foragido há muito e, é lógico, um par de agentes penitenciários levando contrabando aos presos. Vamos ao que interessa:

    Em Roanoke, Virgínia, dois ex-auxiliares do xerife da Comarca de Henry se confessaram culpados de acusações de fazerem parte de uma quadrilha para vender drogas confiscadas a narcotraficantes. O ex-Auxiliar James Alden Vaught se confessou culpado de estelionato, enquanto que o ex-Auxiliar David Allan King se confessou culpado de estelionato e formação de quadrilha relacionada com as drogas. Ambos estavam entre 20 pessoas, inclusive o Xerife da Comarca de Henry, H. Franklin Cassell, e mais 12 de seus ajudantes, os quais foram indiciados em outubro. O Xerife Cassel já admitiu que foi acusado de fazer vista grossa enquanto os seus auxiliares vendiam as drogas apreendidas nas investigações, assim como outras más ações. King pode pegar até 40 anos de prisão e Vaught até 20, mas as sentenças deles dependerão de quanto cooperam com o governo nos casos contra os seus colegas. Enquanto isso, outro ex-auxiliar da Comarca de Henry foi indiciado no caso. O ex-Auxiliar Robert Keith Adams foi acusado primeiro de fazer declarações falsas, mas foi atingido com uma nova incriminação de seis acusações no dia 21 de dezembro. Adams supostamente sabia que Vaught roubara dois quilogramas de cocaína e $40.000 em espécie, mas ao invés de entregá-lo, exigiu $20.000. Ele é acusado de ocultar um crime, tentativa de obstruir um procedimento oficial ao encorajar uma testemuna em potencial a reter e/ou apresentar provas falsas aos investigadores federais, dar falsas declarações e tentar induzir os investigadores federais ao erro.

    Em Nashville, um oficial da polícia municipal foi indiciado por um júri federal no dia 21 de dezembro por usar o cargo dele para ajudar o seu sobrinho a distribuir cocaína. O Oficial Ernest Cecil, 49, com 15 anos de serviços prestados, enfrenta acusações de formação de quadrilha para distribuir mais de cinco quilogramas de cocaína, porte com a intenção de distribuir mais de 500 quilogramas de cocaína, brandir arma de fogo durante um crime de narcotráfico e roubo em violação da Lei Hobbs [Hobbs Act], uma lei federal que proíbe a extorsão que afeta o comércio interestadual. Cecil foi detetive do departamento de narcóticos de 1997 a 2004. Ele é acusado de, entre outras coisas, proteger a operação de tráfico de drogas do seu sobrinho ao avisá-lo sobre as investigações da polícia.

    Em El Paso, um ex-funcionário do Serviço de Imigração e Naturalização foragido foi capturado no dia 22 de dezembro. José Trinidad Carrillo fora condenado por formação de quadrilha para importar maconha, favorecimento da importação de maconha e suborno de funcionário público em 1994, mas fugiu para o México. Ele voltou à área de El Paso em uma data desconhecida e alguém avisou os agentes federais que ele estava por aí. Eles o prenderam sem nenhum incidente, embora estivesse armado. Carrillo estava portando uma identidade falsa quando foi detido.

    Em Indianápolis, uma agente penitenciária da Cadeia Municipal de Marion foi presa no dia 24 de dezembro por tentar contrabandear maconha e cigarros para dentro da cadeia. Tacaria Eskew foi presa depois que os supervisores carcerários disseram à polícia que ela recebeu um pacote que continha 20 cigarros e dois saquinhos de maconha escondidos dentro de embalagens de comida. Eskew disse ao Indianapolis Star que armaram para ela e que não sabia quem lhe mandara o pacote.

    Em Albermarle, Carolina do Norte, uma guarda da Cadeia Distrital de Albemarle foi presa no dia 22 de dezembro sob acusações de contrabandear drogas para dentro da cadeia. Ryan White, 25, trabalhara na cadeia durante cerca de seis meses quando foi detida. Ela portava as drogas prescritíveis Flexaril e Darvocet quando aconteceu a apreensão. Ela foi acusada de porte com intenção de vender/distribuir uma substância controlada de classe IV, porte de substância controlada em uma prisão e de dar substância controlada a um interno. Todas são acusações criminais. White foi solta sob fiança não garantida de $10.000.

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