Pacífico Sul: Exames Toxicológicos nos Esportes Neozelandeses Atrapalham Principalmente Fumantes de Maconha
O regime atlético de exames toxicológicos na Nova Zelândia continua detectando principalmente usuários de maconha, de acordo com o mais recente relatório anual da Drug Free Sports New Zealand (DFNZ), a agência quase governamental encarregada dos exames toxicológicos nos esportes na ilha-nação do Pacífico Sul. De uns 1.262 atletas testados no ano anterior a 30 de Junho, insignificantes 15 deles – ou pouco mais de um décimo de um por cento – tiraram positivo por alguma substância proibida e 10 deles tiraram positivo por maconha. Tanto o resultado positivo miserável quanto o estorvo dos fumantes de maconha concordam com os anos anteriores.
O diretor executivo da DFNZ, Graeme Steel, disse à New Zealand Press Association que a maconha não era uma substância de melhoramento do desempenho como os esteróides e reclamou que os testes positivos por maconha estavam tomando recursos da DFNZ. “A cannabis continua sendo um desafio singular tanto para os programas de exames toxicológicos quanto para os programas de conscientização”, disse. “Continuamos debatendo que a natureza do consumo de cannabis é tal que não deveria ser agrupado com o consumo de substâncias de melhoramento do desempenho”.
“Steel disse que a DFNZ estava trabalhando com as associações esportivas e os grupos de jogadores para conscientizar sobre quanto tempo a maconha pode permanecer nos seus metabolismos. Se tais grupos soubessem do poder contínuo dos metabolitos da maconha, talvez a agência não tivesse que desperdiçar o seu tempo e seus recursos na erva, sugeriu. “Os nossos esforços para respondermos ao desafio apresentado pela inclusão da cannabis na lista continuam requerendo uma proporção muito alta dos nossos recursos”.
Dos exames toxicológicos de cinco atletas que resultaram positivos por substâncias que não eram a maconha, quatro eram por esteróides anabolizantes em fisioculturismo e um por epinefrina em halterofilismo.























