Busca e Apreensão: Tranca de Cinco Dias em Prisão do Colorado para Encontrar Drogas Engolidas Se Aproximam do Nível da Tortura
As autoridades na prisão estadual do Colorado em Buena Vista mantiveram um interno preso a uma cadeira por 5 dias e meio sem sono nem exercício, não apagaram as luzes e o despiram e o revistaram nas cavidades dele 17 vezes mesmo apesar de estar sob a vigilância constante de um guarda. Os funcionários da prisão suspeitavam que o preso Brian Willert, 29, engolira sacos de heroína e queriam coletar as provas.

"Forçar um interno preso a se sentar numa cadeira por cinco dias apresentou, na opinião da corte, um risco irrazoável à vida e à saúde do interno", disse Barton em sua decisão do dia 14 de Julho. "Para a corte, é difícil imaginar um procedimento mais intrometido. O réu foi observado o tempo todo durante cinco dias. Ele não tinha permissão para realizar a necessidade humana básica de deitar e dormir".
Barton também questionou o que as várias buscas tinham a ver com a segurança e criticaram os funcionários da prisão por não examinarem a saúde de Willert depois de ter tirado positivo para metanfetamina no quarto dia, sugerindo que uma bolsa havia se rompido. Mas Barton rechaçou o argumento do Defensor Público Patrick Murphy de que o que foi feito com Willert constituía punição cruel e atípica.
Willert foi posto numa "cela seca" sem pia nem banho depois que a namorada dele disse às autoridades da prisão que ela havia passado bexigas do que ela achava ser heroína durante uma visita. Esse é um procedimento padrão para o Departamento de Correção do Colorado, disse o diretor das prisões, Gary Golder, ao Rocky Mountain News. Mas as estadas na "cela seca" duram pouco mais de um dia, disse. Porém, disse Golden, o inspetor-geral do departamento vai investigar. "O pessoal infringiu as políticas ou fez algo inadequado?", perguntou.























