Graças à lei de diretrizes orçamentárias aprovada pelo Congresso no mês passado, a DEA poderá acabar com uma paralisação nas contratações e contratar mais 200 agentes especiais.
Um relatório da Diretoria Estadual de Impostos sobre Vendas, Uso e Outros da Califórnia que estima que o estado pode arrecadar US$ 1,4 bilhão ao ano com a legalização e a tributação da maconha apenas aumenta a pressão acumulada em prol da legalização no
Golden State, o qual tem de arcar com um
déficit orçamentário de US$ 26 bilhões.
O programa de maconha medicinal do Colorado está decolando, sendo que o número de pacientes, médicos que fazem recomendações e dispensários estão todos em alta. Porém, uma agência estadual propôs mudanças nas regras que podem enfraquecer o crescimento, pôr em perigo os dispensários que seguirem o novo estilo e dificultar que os pacientes obtenham o medicamento deles. A audiência pública da segunda-feira sobre a proposta soltará faíscas.
Ryan Grim produziu uma história social divertida, esclarecedora e cativante do consumo de drogas nos Estados Unidos. Nós a checamos e achamos que você deveria checá-la também.
Shem Walker tentava expulsar rufiões desalinhados de sua varanda. Agora, está morto. Adam Stogner não queria deixar que um subxerife visse o que ele tinha em sua boca. Agora, está morto. Demarco Washington não queria voltar à prisão por uma acusação de delito de drogas. Agora, está morto, assim como um homem desarmado que teria apontado uma arma contra a polícia durante uma batida antidroga de madrugada.
Onze anos depois que os eleitores de DC aprovaram esmagadoramente uma iniciativa pró-maconha medicinal, enfim, o Congresso dos EUA está caindo fora. Ontem, a Câmara aprovou o projeto de lei anual de diretrizes orçamentárias do Distrito de Colúmbia sem a emenda Barr, que impedira que o Distrito implementasse tal votação.
Em breve, pode ser que desapareça uma disposição no código federal estadunidense que tem obstaculizado os trabalhos de prevenção da AIDS e da hepatite em favor do combate às drogas.
Há um par de policiais corruptos em Nova Jérsei, outros dois no Indiana, um dueto especial de subxerifes texanos e um solitário guarda de prisão na Flórida.
Como parte da Iniciativa Mérida para oferecer ao México mais de um bilhão de dólares em auxílio antidroga, o Congresso dos EUA impôs condições a respeito dos direitos humanos ao México. Agora, a Human Rights Watch insta o governo Obama a reter parte dessa ajuda até que o México lide com os abusos contra os direitos humanos por parte de seus militares.
O combate às drogas dos Estados Unidos na América Latina é um assunto bipartidário. O governo Obama negocia com o governo colombiano a criação de uma importante base antidroga ali a fim de substituir a que existe em Manta no Equador. Ah, e também possui uma capacidade e tanto de projeção de força.
Não são só os fuzileiros navais dos EUA que acorrem em tropel ao Afeganistão neste inverno. Ao passo que o governo Obama muda sua ênfase de erradicar as papoulas para mirar nos traficantes de drogas, a DEA expande bastante suas operações por lá.
A governadora republicana Linda Lingle do Havaí vetou um projeto de lei que teria criado uma força-tarefa para estudar os problemas e as dificuldades no programa estadual de maconha medicinal. Agora, a Assembléia anulou tal veto.
Outra pesquisa de opinião pública mostra que o apoio à legalização da maconha se aproxima de – mais ainda não alcança – um
status majoritário. O movimento pró-reforma avançou bastante, mas os números indicam que ainda tem muito trabalho pela frente.
Quando 136 pessoas morreram depois de beberem álcool ilícito no Estado de Guzerate na Índia, os críticos não demoraram a pedir o fim da lei seca ali. O governo estadual não está lhes dando ouvidos.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
Você lê a
Crônica da Guerra Contra as Drogas? Em caso afirmativo, precisamos de seu retorno para avaliarmos nosso trabalho e defendermos a
Crônica perante os financiadores. Precisamos de doações também.
“Ethan Nadelmann desafia NAACP a se opor ao combate às drogas”, “O combate mexicano às drogas perde apoio da opinião pública”, “Homem tenta engolir drogas e morre estrangulado por policial”, “Congresso dos EUA corta verbas para propaganda antidroga”, “Hipopótamos de Pablo Escobar continuam vivos (e causando grandes problemas)”, “Como vencer um debate sobre a maconha na televisão”, “‘O forte cheiro de legalização da maconha está no ar’”, “Ninguém leva a secretaria antidroga a sério (nem mesmo o presidente)”, “Uma epidemia de batidas antidrogas malogradas em Maryland”, “Não me admitiram de novo quando tentei visitar Will Foster, prisioneiro da guerra à maconha medicinal, na cadeia ontem à noite”, “Governador do Novo Hampshire veta projeto sobre maconha medicinal; É preciso um punhado de votos para anular seu veto”, “Ontem à noite, visitei Will Foster, paciente preso de maconha medicinal”, “Importante: Subcomitê aprova eliminação de proibição de financiamento da troca de seringas”.
Candidate-se ao estágio na DRCNet para esta primavera (ou verão) e você pode passar o semestre lutando por uma boa causa!
A voz mais barulhenta da Dacota do Sul em prol da reforma da legislação sobre a maconha acabou de ser silenciada. Ao proferir uma sentença decorrente de uma condenação por porte de maconha, um juiz de Rapid City ordenou que Bob Newland fique quieto a respeito da legalização.
O Marijuana Policy Project está realizando uma campanha publicitária de televisão a favor da tributação e da regulação da maconha na Califórnia. Porém, não fique surpreso se não a viu – várias grandes emissoras de televisão não querem que você a veja.
Vê-se isso o tempo todo: Uma criança do jardim-de-infância presa por beijar uma colega de classe, uma estudante do ginásio revistada sem roupas em uma caça desesperada ao ibuprofeno, um aluno de segundo grau preso por levar um baseado à escola. Tudo isso faz parte de
The War on Kids [A guerra às crianças], de acordo com um novo documentário do mesmo nome. Nós o criticamos nesta semana.
Um policial desonesto de Chicago é preso e dois guardas de prisão são capturados.
Não são apenas os professores, o atendimento à saúde e os parques que fazem frente ao machado orçamentário na Califórnia. Alguns agentes antidrogas estaduais também podem perder seus empregos.
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As coisas estão ficando muito sangrentas no Afeganistão ao passo que milhares de fuzileiros navais dos EUA acorrem em tropel à Província de Helmand, a capital do ópio do país, em uma tentativa de expulsar o Talibã.
A violência ligada à proibição do México é feiíssima e os traficantes não são os únicos que cometem atrocidades. As Forças Armadas mexicanas têm sido acusadas de mais de 2.000 abusos contra os direitos humanos que vão de furtos e roubos, passando por estupros, a tortura e assassinatos ao travar a guerra contra os cartéis.
Desde que a cânabis voltou a ser uma droga de Classe B na Inglaterra, a polícia londrina esteve multando os consumidores de maconha como louca. Porém, o engraçado é que eles não se dão o trabalho de pagar as multas.
O governo dinamarquês tomou medidas enérgicas contra a famosa “Rua dos Traficantes” do enclave de Cristiânia seis anos atrás. Mas agora, como o tráfico de haxixe se propaga pela cidade e fomenta a violência das gangues, a “Rua dos Traficantes” não parece mais tão ruim assim em retrospectiva e os funcionários de Copenhague ponderam a possibilidade de abrir cafeterias ao estilo de Amsterdã.
O futuro da abordagem holandesa de tolerância pragmática à venda de cânabis está em discussão neste ano. Uma comissão do governo recomendou transformar as cafeterias em clubes exclusivos, mas também legalizar a oferta de cânabis às cafeterias. Provavelmente nenhuma das alternativas vingará no contexto geral da União Européia.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Juiz da Dacota do Sul sentencia ativista pró-reforma das políticas de maconha a calar a boca”, “Alcagüete desmascarado em caso de Charlie Lynch”, “Emissoras de televisão californianas tentam censurar debate sobre a maconha”, “Novo anúncio com Michael Phelps tenta tirar partido de polêmica sobre a maconha”, “A busca de Jim Webb pela reforma da guerra contra as drogas ganha força”, “Oferece-se grátis um excelente livro sobre políticas de drogas”.
Bryan Epis foi o primeiro fornecedor de maconha medicinal processado pelo governo federal estadunidense e é uma de dezenas de pessoas cujo destino ainda está preso no sistema federal dos EUA apesar de recentes mudanças nas políticas efetuadas pelo governo Obama. Bryan pede que todos nós tomemos medidas políticas para ajudarmos os que arriscaram muito para socorrer os pacientes.
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A Interfaith Drug Policy Initiative (IDPI, na sigla em inglês), domiciliada em Washington, DC, procura um(a) novo(a) diretor(a)-executivo(a) para encabeçar seus trabalhos rumo a políticas de drogas não punitivas e não coercitivas em todos os EUA.
O Marijuana Policy Project (MPP, na sigla em inglês) contrata estagiários para este semestre a fim de trabalharem em seus departamentos de Políticas Estaduais e Políticas Federais.
Frente a uma insurgência talibã fomentada pelos lucros do ópio e da heroína e inflamada pela destruição das plantações dos agricultores, no fim de semana passado, os EUA anunciaram uma mudança radical em sua estratégia antidroga no Afeganistão. Os EUA abandonarão o que tem sido um pilar de sua estratégia antidroga pelo mundo afora: a erradicação.
Portugal tem recebido avaliações positivas na imprensa por descriminalizar o consumo de drogas, inclusive de órgãos inesperados como o Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC, na sigla em inglês). Agora, alguns legisladores portugueses estão prontos para avançar. Um projeto de lei está sendo preparado para legalizar o porte, o cultivo e a venda de maconha.
No momento em que as políticas dos EUA e da OTAN para lidar com o grupo afegão das papoulas passam por mudanças bastante radicais – abandonar a erradicação, tratar os traficantes como terroristas -, a denúncia de Gretchen Peters dos laços entre o tráfico de drogas proibidas e o Talibã e a Alcaida não podia ser mais oportuna ou mais informativa.
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Foi uma semana relativamente tranqüila no tocante aos policiais corruptos. Há apenas duas estórias, mas uma delas é extraordinária.
Lá vem a Guarda Nacional! O governo Obama está planejando enviar 1.500 efetivos da Guarda Nacional à fronteira com o México para darem respaldo à imposição da legislação antidroga por ali.
As relações entre a Bolívia e os EUA ficaram ainda mais incertas quando o governo Obama se negou a restituir ao país andino as preferências tarifárias ao mencionar o “incentivo” da Bolívia ao cultivo da coca e o presidente boliviano Morales respondeu-lhe com palavras duras.
Graças a uma providência de última hora do Senado estadual, Rhode Island criará uma comissão para explorar todos os aspectos da proibição, da descriminalização e da legalização da maconha. Um relatório será publicado daqui a sete meses. E o governador Carcieri não pode vetá-lo.
“Trata-se da corda, não do bangue” [
it’s about rope, not dope] foi a mensagem quando a Câmara do Oregon aprovou um projeto de lei para autorizar a produção de cânhamo industrial. Já foi aprovado pelo Senado e espera-se que o governador o sancione, mas, se não fizer isso, aprovaram-no com maiorias à prova de veto. Contudo, a proibição federal da produção de cânhamo nos EUA continua sendo um enorme obstáculo.
Os policiais que apreenderem maconha ou plantas permitidas por lei de pacientes e cultivadores na Califórnia podem pagar os olhos da cara por suas infrações da Constituição, decidiu um tribunal de apelações californiano em sua primeira decisão desse tipo. É possível que isso refreie algumas dessas delegacias renegadas e teimosas que desejarem ignorar uma lei de que não gostam.
Em Oakland, os eleitores decidirão se imporão ou não um incrível aumento fiscal de 1.500% aos dispensários e isso não é um ataque contra eles. Na verdade, foi idéia dos próprios dispensários. O que dizer desses bons cidadãos, hein?
Bryan Epis foi o primeiro fornecedor de maconha medicinal processado pelo governo federal estadunidense e é uma de dezenas de pessoas cujo destino ainda está preso no sistema federal dos EUA apesar de recentes mudanças nas políticas efetuadas pelo governo Obama. Bryan pede que todos nós tomemos medidas políticas para ajudarmos os que arriscaram muito para socorrer os pacientes.
“Novo estudo: A maconha não aumenta o risco de enlouquecer”, “Adolescentes inocentes são forçadas a ‘pular de cima para baixo’ durante busca de maconha”, “Será que você consegue dizer uma coisa boa na guerra à maconha?”, “Os adversários da legalização da maconha falam qualquer coisa”, “Um encontro inesperado com o ex-secretário antidroga John Walters”, “Obama procura soldados antidrogas voluntários”, “Um ótimo debate sobre a maconha no Grupo McLaughlin”, “EUA admitem fracasso e suspendem erradicação da papoula no Afeganistão”, “As reportagens chatas sobre o combate às drogas na grande mídia”, “Expo maconha atrai 20.000 ao Centro de Convenções de Los Ângeles” e “Fui visitar Will Foster na cadeia umas duas noites atrás”.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
O assassinato de Tarika Wilson, uma mãe desarmada que segurava seu filho, o qual acabou mutilado, é uma conseqüência inevitável do emprego excessivo de equipes da SWAT e a paramilitarização cada vez maior do combate às drogas.
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Quando recebeu uma sentença de 93 anos por um pequeno cultivo de maconha medicinal no Oklahoma, Will Foster virou um emblema dos abusos do combate às drogas. Uma campanha nacional ajudou a soltá-lo e o encaminharam aos climas mais amistosos da Alta Califórnia, que o dispensou da condicional após três anos. Porém, o Oklahoma quer que o devolvam e há 15 meses que Foster está em uma cadeia californiana lutando contra a extradição. Ele precisa de sua ajuda.
Ao passo que as Nações Unidas publicam seu Relatório Mundial sobre as Drogas de todo ano, Antonio Maria Costa, diretor do UNODC, finalmente repara em seus críticos antiproibicionistas e contra-ataca. Os críticos ficam felizes em entabularem uma discussão. Mais importante ainda, o ataque de Costa indica que o movimento pró-legalização está ganhando força.
Pelo menos 16 países asiáticos e um número igual de outros, inclusive os EUA, aplicam a pena de morte a certos delitos de drogas. Chegou a hora de impedir isso, disseram organizações dos direitos humanos e da redução de danos. Elas estão aproveitando a ocasião do Dia Internacional de Combate às Drogas da ONU para exercer pressão tanto sobre a comunidade internacional quanto sobre os países transgressores a fim de tomarem providências já.
Uma equipe da SWAT da Comarca de Prince Georges em Maryland realizou uma batida na casa de um prefeito em julho do ano passado, atirou contra seus dois cachorros e maltratou o prefeito e a sogra dele porque achava que eram traficantes de maconha. Eles não eram traficantes e a polícia reconheceu isso. Agora, o xerife da comarca investigou o incidente e concluiu que seu pessoal não fez nada errado. O prefeito discorda – e levará o caso às barras da Justiça.
Com o movimento para reduzir ou acabar com a disparidade condenatória entre os crimes federais relacionados à pedra e ao pó de cocaína, o governo Obama tomou a firme resolução de ficar do lado da eliminação da disparidade por completo.
Houve certa preocupação com a Suprema Corte dos EUA deixar impune um distrito escolar do Arizona por revistar sem roupas uma estudante do ginásio para procurar comprimidos de ibuprofeno. Ela não fez isso.
Vá fundo, Barney! O congressista estadunidense Barney Frank apresentou um projeto de lei que descriminalizaria o porte de quase 115 gramas de maconha no máximo e a distribuição sem fins lucrativos de até 28 gramas. É um começo.
Mais corrupção na Filadélfia, mais repercussões do assassinato de Kathryn Johnston em Atlanta e mais um agente fronteiriço desonesto.
Ao tentar apaziguar a oposição do governador democrata John Lynch, a Assembléia do Novo Hampshire aprovou um projeto de lei sobre a maconha medicinal que proíbe que os pacientes a cultivem – teriam de ir a um “centro de compaixão”. Será que isso é o bastante para satisfazer o governador?
A produção de coca e cocaína sofreu uma ligeira baixa na América do Sul, graças, sobretudo, às campanhas contínuas de erradicação manual e aérea da Colômbia, informa a ONU. Mas apesar dos bilhões gastos para suprimir o narcotráfico, um grama de cocaína agora custa cerca de metade do que custava 20 anos atrás.
As autoridades e a opinião pública sul-coreanas são intransigentes com a maconha. Então, quando uma atriz de destaque se pronuncia em prol da legalização, a indignação é palpável.
Bryan Epis foi o primeiro fornecedor de maconha medicinal processado pelo governo federal estadunidense e é uma de dezenas de pessoas cujo destino ainda está preso no sistema federal dos EUA apesar de recentes mudanças nas políticas efetuadas pelo governo Obama. Bryan pede que todos nós tomemos medidas políticas para ajudarmos os que arriscaram muito para socorrer os pacientes.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“LEAP enfrenta secretário antidroga em entrevista coletiva”, “Suprema Corte dos EUA ratifica Quarta Emenda em caso de revista sem roupas”, “Nações Unidas argumentam a favor da descriminalização”, “Nações Unidas admitem que legalização das drogas consegue apoio”, “Não há necessidade de legislação antidroga para punir quem rouba”, “Polícia realiza operação contra casal inocente e bota a culpa no tempo”, “Policiais aplaudem a si mesmos por realizarem operações contra inocentes e matarem cachorros”, “O debate sobre a maconha na CNN”, “Será que a DEA força ilegalmente agentes a servir no Afeganistão?”.
O assassinato de Tarika Wilson, uma mãe desarmada que segurava seu filho, o qual acabou mutilado, é uma conseqüência inevitável do emprego excessivo de equipes da SWAT e a paramilitarização cada vez maior do combate às drogas.
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É verão no Afeganistão e isso quer dizer mais combates, mais baixas e, neste ano, mais combate às drogas. Agora, os militares ocidentais visam diretamente as redes do tráfico que financiam o Talibã e o Talibã não está ficando de braços cruzados, não.
Há planos sérios em andamento para uma iniciativa pró-legalização da maconha na Califórnia para as eleições de novembro de 2010. Será que chegou a hora de aproveitar o aparente ímpeto em prol da reforma ou será que a medida é prematura e possivelmente contraproducente?
Bryan Epis foi o primeiro fornecedor de maconha medicinal processado pelo governo federal estadunidense e é uma de dezenas de pessoas cujo destino ainda está preso no sistema federal dos EUA apesar de recentes mudanças nas políticas efetuadas pelo governo Obama. Bryan pede que todos nós tomemos medidas políticas para ajudarmos os que arriscaram muito para socorrer os pacientes.
Rhode Island virará o terceiro estado com dispensários de maconha medicinal nos EUA e o primeiro que expande um programa existente para incluir os dispensários. Isto acontece depois que as duas câmaras da Assembléia invalidaram esmagadoramente um veto do governador republicano Donald Carcieri, um empecilho crônico para a maconha medicinal.
O fedor que emana da Unidade Antidroga de Campo da Filadélfia ficou ainda mais fétido nesta semana, um policial do Arizona rouba dinheiro para sustentar seu vício em comprimidos e dois policiais de Indianápolis que viraram brutamontes são presos.
O deputado federal estadunidense Barney Frank voltou a apresentar um projeto de lei para proteger pacientes e fornecedores de maconha medicinal e fazer a maconha passar da Classe I à II. Será que avançará mais em um Congresso democrata do que nos Congressos republicanos?
Um congressista estadunidense retrocede resolutamente ao século passado com um projeto de lei que propõe sentenças de 25 anos para as pessoas que revenderem maconha de alta qualidade. A “supermaconha
kush” transforma bons cidadãos em criaturas “parecidas com zumbis” e é preciso pará-la, avisa o deputado federal Mark Kirk de Chicago.
Durante anos, os infratores por heroína na Luisiana podiam receber sentenças duríssimas de prisão perpétua sem condicional. A Assembléia modificou isso há alguns anos, porém não tomou providências para libertar os “condenados à prisão perpétua por heroína” restantes. Pode ser que se disponha a fazer isso neste ano.
Ao reconhecer explicitamente o consumo medicinal da erva, a Suprema Corte da Croácia retirou as acusações de porte de maconha contra um ex-combatente que a consumiu para tratar seu TEPT.
O movimento pró-maconha ainda tem muito trabalho pela frente no Chile, de acordo com uma nova pesquisa. Somente 20% são a favor da legalização e acontece mais ou menos a mesma coisa em relação à maconha medicinal.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
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“FOX News diz que a maconha come sua alma”, “Os federais se arrogam novas faculdades antidrogas”, “Tubarões cheios de cocaína!!!”, “Quantos inocentes estão presos por acusações de delitos de drogas?”, “Os dispensários de maconha medicinal chegam a Rhode Island”, “A política ‘dura com as drogas’ simplesmente não é mais popular”, “Uma entrevista constrangedora com o secretário antidroga”, “Vídeo: Milton Friedman sobre a legalização da maconha”, “Vídeo: Petição de reforma em sentenças para crimes por pedra de cocaína é entregue a Congresso dos EUA – Ex-presos, parentes e militantes se pronunciam” e “Vídeo sobre abusos contra o meio ambiente – e as pessoas – em combate às drogas da Colômbia, da Witness for Peace”.
O assassinato de Tarika Wilson, uma mãe desarmada que segurava seu filho, o qual acabou mutilado, é uma conseqüência inevitável do emprego excessivo de equipes da SWAT e a paramilitarização cada vez maior do combate às drogas.
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Na segunda-feira, a Câmara dos Comuns canadense votou em adotar sentenças mínimas obrigatórias à estadunidense para delitos de drogas, inclusive para cultivos de pequenas quantidades de maconha. A única oportunidade de derrotar a medida reside agora no Senado canadense, um órgão não eleito que, no geral, não questiona a Câmara.
O governo Obama lançou mão de uma coletiva de imprensa em Albuquerque para revelar e alardear suas últimas propostas para lidar com os cartéis mexicanos e a violência relacionada à proibição ao seu redor, mas será que isso é mais da mesma coisa de sempre?
Atualmente, o tesouro da Sierra Madre não é ouro, mas a maconha e o ópio. Além disso, parece que ninguém ali sente a necessidade de algum maldito distintivo, nem sequer os policiais. Em "
God's Middle Finger" [O dedo do meio de Deus], o jornalista Richard Grant embarca em uma aventura selvagem pela cordilheira. Está cansado dos livros velhos e secos sobre as políticas de drogas? Leia este aqui para mudar de ritmo.
Não acaba nunca mesmo. Outra semana de guardas de cadeia gananciosos e policiais ladrões. Os assaltos contra traficantes cometidos por policiais também já estão enchendo.
A pedido do deputado Maurice Hinchey (D-NY), o Comitê de Diretrizes Orçamentárias da Câmara dos Deputados dos EUA acrescentou um texto ao projeto da lei de diretrizes orçamentárias do Ministério da Justiça dos EUA que pede ao governo Obama que esclareça sua postura respeito dos reides da DEA contra fornecedores de maconha medicinal nos estados em que ela é legal.
Em uma ressaca da guerra dos governos Clinton e Bush contra a maconha medicinal, Charles Lynch, gerente de dispensário californiano, foi sentenciado a um ano e um dia de prisão na quinta-feira. Isso estava muito abaixo da sentença mínima obrigatória de cinco anos em conformidade com a legislação federal e Lynch permanece livre enquanto o recurso tramita na Justiça, mas os militantes dizem que ele não deveria ter sido punido.
Rhode Island está prestes a virar o terceiro estado com maconha medicinal nos EUA a autorizar sua distribuição através de dispensários depois que um projeto de lei foi aprovado nas duas câmaras com maiorias à prova de veto.
As superdoses com drogas – tanto lícitas quanto ilícitas – são a segunda causa principal de mortes acidentais de adultos nos EUA. Agora, uma congressista estadunidense quer fazer algo a respeito disso e a Drug Policy Alliance tem algumas idéias.
Em uma tentativa de lidar com o colossal
déficit orçamentário do estado, o governador californiano Arnold Schwarzenegger quer cortar as verbas para os programas de HIV/AIDS e os programas de tratamento da Proposta 36 [
Proposition 36]. Protestos por causa das primeiras aconteceram na semana passada em cidades pelo estado afora.
Mais de um quarto dos adultos estadunidenses entrevistados em uma sondagem recente não acha que os que cometem o crime de simples porte de drogas precisem ser presos. Já é um começo.
Ontem, enquanto o Senado debatia o projeto de regulamentação do tabaco da FDA, um senador republicano chamou seus colegas de hipócritas e os instou a favorecer a proibição total. Será que era apenas afetação?
O assassinato de Tarika Wilson, uma mãe desarmada que segurava seu filho, o qual acabou mutilado, é uma conseqüência inevitável do emprego excessivo de equipes da SWAT e a paramilitarização cada vez maior do combate às drogas.
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“Charlie Lynch é sentenciado à prisão por maconha medicinal”, “Senado de Rhode Island vota em inaugurar dispensários de maconha medicinal”, “Operações antidrogas em endereços errados não têm graça nenhuma”, “Congresso dos EUA pede a Ministério da Justiça que explique melhor política para maconha medicinal”, “Sem $$$ = Sem prisões”, “O
khat é uma planta inofensiva. Então, por que tentar proibi-la?”, “Holder reitera promessa de respeitar legislação sobre maconha medicinal”, “Robôs antidrogas não são a resposta”, “Maus policiais capturados em vídeo”.
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Os republicanos e promotores nova-iorquinos perderam a luta pela reforma da legislação Rockefeller sobre as drogas em abril. Nesta semana, voltaram com uma tentativa de última hora de revogar uma das principais disposições da nova lei. Porém, como o governador e os democratas na Assembléia estão se mantendo firmes, parece que não vão conseguir, não.
O desvelo dos taxistas ou a ameaça de uma droga que sustenta o terrorismo? O
khat é um estimulante erval popular entre elementos da população de imigrantes do Leste Africano dos EUA apesar de ser proibido pela legislação federal estadunidense. Agora, Washington, DC, que alberga uma das colônias de imigrantes do Leste Africano dos EUA, quer que sua lei seja tão rigorosa quanto a legislação federal. Haverá uma briga pela frente.
Policiais embolsam dinheiro oriundo das drogas, policiais roubam traficantes de drogas, policiais protegem traficantes de drogas, policiais roubam drogas e, lógico, outro guarda de cadeia contrabandeia drogas.
Nesta semana, leis sobre a maconha medicinal progrediram em mais dois estados com projetos de lei que avançaram em Nova Jérsei e Delaware. Porém, o projeto de Nova Jérsei também ficou mais restritivo.
A Assembléia Legislativa de Rhode Island está prestes a aprovar o projeto de lei sobre os dispensários de maconha medicinal com margens esmagadoras à prova de veto. Tome essa, governador Carcieri!
Será que a Administração de Temas Relacionados a Veteranos (VA, na sigla em inglês) dos EUA está mudando de opinião a respeito da maconha medicinal? Bom, não exatamente, mas parece que pelo menos agora não expulsará as pessoas de seus programas de terapia da dor se forem usuárias cadastradas em um estado em que ela for legal.
Os partidários dos exames toxicológicos aleatórios e infundados na Luisiana estão doridos após sofrerem duas derrotas nos últimos 10 dias.
O assassinato de Tarika Wilson, uma mãe desarmada que segurava seu filho, o qual acabou mutilado, é uma conseqüência inevitável do emprego excessivo de equipes da SWAT e a paramilitarização cada vez maior do combate às drogas.
Um grupo britânico de militância pró-reforma nas políticas de drogas deve chocar algumas sensibilidades com sua nova campanha publicitária nas laterais dos ônibus.
O governo conservador do Canadá é intransigente a respeito a questões de políticas de drogas. Quer sentenças mínimas obrigatórias para delitos de drogas e disputa na Justiça uma tentativa de impedir a sala de injeção de Vancouver. Porém, agora está financiando um projeto-piloto de manutenção com heroína - de novo.
A Alemanha está prestes a virar o último país a fazer a manutenção com heroína passar de programa-piloto a permanente. Nos EUA, os dependentes permanecem atrás das grades.
Em sua primeira revisão da legislação sobre a apreensão de ativos do Canadá, a Suprema Corte canadense determinou que os juízes devem examinar as circunstâncias de cada caso ao decidirem se ordens totais ou parciais de apreensão devem ser proferidas ou não. Nos EUA, os procuradores tomam as decisões a respeito da apreensão.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Cientistas contrabandistas de drogas sempre estão um passo adiante”, “Se Pawlenty quer ser presidente, deveria repensar sua oposição à maconha medicinal”, “Os estados não precisam da autorização federal para legalizarem a maconha, parte II”, “Alto investigador antidroga muda de opinião e diz que é preciso legalizar a maconha”, “Policiais antidrogas pilantras da Filadélfia acrescentam atentado violento ao pudor à sua lista de delitos”, “Se não há mais ‘guerra contra as drogas’, então para quê o helicóptero?”, “Sim, o processo contra Marc Emery é político”, “Polícia de Los Ângeles realiza operação contra seu próprio agente em estranha investigação malograda”, “Legalizar as drogas é uma idéia que fala por si mesma”, “Vídeo: Idosos da Comarca de Orange exigem acesso à maconha medicinal”.
A Americans for Safe Access (ASA, na sigla em inglês), a maior organização estadunidense de pacientes, profissionais da medicina, cientistas e cidadãos interessados em promover o acesso seguro e legal à cânabis para usos terapêuticos e pesquisa, procura um coordenador jurídico para que trabalhe em seu escritório em Oakland na Califórnia.
As salas de injeção para usuários de drogas comprovaram sua eficácia na Europa, no Canadá e na Austrália. Agora, redutores de danos e militantes da saúde pública estão dando início a uma campanha para levar um à Cidade de Nova Iorque.
A Justiça canadense disse várias vezes ao Ministério da Saúde do Canadá que não autorizar que os fornecedores de maconha medicinal cultivem para mais de um paciente era injustificável, então, agora, a agência diz que os fornecedores podem cultivar para duas pessoas. Isso não era o que os militantes queriam ouvir, não.
Outra agente penitenciária é pega, um policial californiano morde a isca, um oficial da Polícia de Nova Iorque recebe um puxão de orelhas, um policial do Massachusetts é capturado, um policial estadual do Massachusetts aceita um acordo e um supervisor de exames toxicológicos de Houston fica ganancioso. Mais outra semana no combate às drogas.
O assassinato de Tarika Wilson, uma mãe desarmada que segurava seu filho, o qual acabou mutilado, é uma conseqüência inevitável do emprego excessivo de equipes da SWAT e a paramilitarização cada vez maior do combate às drogas.
Uma lei federal que criminaliza a utilização de um aparelho de comunicação para vender drogas não pode ser empregada contra os compradores de drogas para consumo pessoal, decidiu a Suprema Corte dos EUA nesta semana.
O Senado do Illinois aprovou um projeto de lei sobre a maconha medicinal. Agora, procede à Câmara, que pode tomar providências nesta semana ou diferir os trâmites até o semestre que vem.
Como os republicanos são a minorias, este poderia ser o ano em que Nova Iorque aprova uma lei sobre a maconha medicinal. Hoje está uma votação de comitê mais perto, mas o tempo está se esgotando.
Uma nova pesquisa da Rasmussem mostra que o apoio à legalização da maconha é de 41% em todos os EUA. Isso está em conformidade com algumas pesquisas recentes e dá a entender que embora ainda não tenhamos superado o obstáculo, estamos nos aproximando disso.
Como parte de um plano de renovação urbana e combate à criminalidade para o centro de Amsterdã, as autoridades querem diminuir o número de cafeterias no famoso bairro da Luz Vermelha da cidade.
A Rua dos Traficantes pode ter desaparecido, mas os moradores de Christiania em Copenhague ainda lutam por seu direito a permanecer ali. Perderam um pleito esta semana, mas isso ainda não é o fim para o enclave contracultural.
O Partido Socialdemocrata do México defende a legalização das drogas - e alguém não está gostando nada disso. Pelo menos quatro dos candidatos do partido foram atacados antes das eleições de julho e o partido suspeita dos cartéis.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
Candidate-se ao estágio na DRCNet para esta primavera (ou verão) e você pode passar o semestre lutando por uma boa causa!
“O novo fiscal das drogas não liga para a maconha medicinal”, “Se a FDA aprova comprimidos de THC puro, qual é o problema com a potência da maconha?”, “Pesquisa prova que maconha não é ‘droga inicial’”, “Repórter bêbada debate legalização da maconha em bar”, “Christian Science Monitor defende ensinar crianças a serem a favor do combate às drogas”, “O pior argumento contra a maconha medicinal”, “Vídeo legal sobre a ‘História da erva’ do programa ‘
Weeds’ do Showtime”.
Há, houve e haverá projetos de lei sobre a maconha medicinal em 19 estados este ano. Examinamos quais provavelmente têm alguma chance real de aprovação este ano.
No fim de semana passado, aconteceu a segunda rodada das Marchas Mundiais da Maconha deste ano. Roma ficou com os lauréis com mais de 100.000 pessoas – possivelmente 300.000 -, mas Atenas e Madrid também atraíram milhares. No Brasil, mais milhares marcharam em várias cidades, enquanto outras foram impedidas por proibições ordenadas pelos governos.
Nosso novo vídeo destaca o uso excessivo das equipes da SWAT. A petição complementar solicita a limitação de sua utilização somente a situações de emergência ou especialmente de alta intensidade.
A guerra contra a maconha fez outra vítima: um homem de 77 anos morto a tiros em um reide antimaconha de madrugada que visava seu filho adulto após ele atirar contra os intrusos. Um policial também saiu ferido.
Um policial suburbano de Pittsburgh pega liberdade vigiada, dois do Kentucky aceitam acordos e um do Massachusetts é preso no serviço. Mais uma semana no combate às drogas.
Pode ser que Tanya Treadway, procuradora federal dos EUA no Kansas, tenha se metido com a mulher errada quando perseguiu Siobhan Reynolds da Pain Relief Network por criticar seu acionamento de um terapeuta da dor da região. Agora, a ACLU se somou a Reynolds no combate a uma citação de Treadway com vistas a amenizar seus direitos à liberdade de expressão e ver o que a defesa do médico está fazendo.
Uma tentativa estadual de descriminalização da maconha foi derrotada por uma apaixonada legisladora republicana. Também trata-se de um caso de como “em boca fechada não entra mosquito".
Quando o Ministério da Saúde do Canadá deixou de tomar providências, o de Serviços a Veteranos canadense assumiu o desafio. Agora, os veteranos que consomem maconha medicinal terão seus custos cobertos como com qualquer outro remédio aprovado.
O presidente colombiano Álvaro Uribe já presidiu durante anos a guerra às drogas dirigida contra seu próprio país, está tentando atarefadamente recriminalizar o porte de drogas e agora quer botar os camponeses cocaleiros na prisão. É um homem em desacordo com sua região.
Os cafés canábicos na província sulista holandesa de Limburgo virarão clubes exclusivos no ano que vem ao passo que os burgomestres da região procuram inibir o “turismo das drogas”. Também há outras restrições.
Graças à sua ajuda, nossa campanha “Mudando Mentes, Leis e Vidas” de 2009 começou muitíssimo bem! Seu apoio continua sendo necessário – duas novas camisetas fascinantes sobre a proibição das drogas estão entre os brindes que gostaríamos de enviar-lhe como nosso agradecimento.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Aumento da potência da maconha é um argumento em prol da legalização, não contra ela”, “Wall Street Journal acha que estadunidenses ainda adoram o combate às drogas”, “Novo fiscal das drogas diz que mentalidade de ‘guerra contra as drogas’ acabou”, “CNBC ataca Schwarzenegger por apoiar a legalização da maconha”, “Indiciam agente da DEA por armar para 17 inocentes”, “Quem colocou Stephen Baldwin à frente da oposição à legalização da maconha”, “Ex-presidente mexicano pede debate sobre legalização das drogas”, “Obama diz ser a favor de troca de seringas ao passo que pede ao Congresso que a proíba”, “Os estados não precisam da autorização federal para legalizarem a maconha” e “Quanto dinheiro vale a legalização da maconha?”.
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O Congresso mexicano aprovou um projeto de lei que descriminalizaria o porte de quantidades de drogas ilegais para “consumo pessoal”. Algumas das outras disposições na medida não são tão boas assim, não.
Se for a primeira semana de maio, deve ser hora da Marcha Mundial da Maconha. Milhares saíram às ruas pelo mundo afora no fim de semana passado e mais milhares farão a mesma coisa no fim de semana que vem.
O crescimento da maconha nas pesquisas continua… e agora há uma pesquisa nacional nos EUA mostrando que a maioria é a favor da legalização.
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A semana passada foi uma dessas ocasiões impressionantemente raras em que não nos deparamos com nenhum artigo sobre policiais corruptos. Não há por que ficar preocupado! Nesta semana, voltaram com tudo. Outro xerife fronteiriço é pego, uma delegacia de polícia da Carolina do Norte fecha as portas, um policial do Arizona fica ganancioso e outros dois agentes penitenciários empreendedores são capturados.
Houve outro reide contra um dispensário de maconha medicinal da Califórnia com a DEA envolvida, mas, até agora, parece que o verdadeiro culpado é um xerife cruzado em Bakersfield.
Bryan Epis, um de um punhado de pessoas condenadas na Justiça federal estadunidense por administrar maconha medicinal conforme a Proposta 215 [
Proposition 215] da Califórnia, pode pegar 10 anos de prisão. Um tribunal colegiado do Tribunal de Apelações da 9ª Circunscrição dos EUA decidiu que deveria permanecer, mas há um recurso em andamento.
Em 2006, a Dacota do Sul virou o único estado a recusar uma iniciativa pró-legalização da maconha medicinal. Neste ano, a Assembléia ignorou sua chance de fazer alguma coisa, então, agora, os defensores estão coletando assinaturas para tentar de novo em 2010.
Dois terços dos eleitores da Colúmbia Britânica são a favor da legalização da maconha, de acordo com uma nova pesquisa. Agora, quem dera que alguém comunicasse os partidos políticos que afirmam representá-los.
Fica cada vez mais e mais difícil ser processado por porte de drogas na Argentina. A tendência lenta dos tribunais argentinos em direção à descriminalização prosseguiu esta semana.
Uma vez Jimmy Carter deixou que Evo Morales colhesse amendoim em sua fazenda na Geórgia. Agora, Morales convidou Carter a colher folhas de coca na fazenda dele no Chapare boliviano.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Obama não é mais a favor de programas de troca de seringas que reduzem AIDS”, “Gil Kerlikowske é o novo fiscal das drogas dos EUA”, “A secretaria antidroga não sabe o que dizer a respeito da legalização da maconha”, “Será que a legalização realmente reduzirá o mercado negro? É claro”, “Outro reide contra a maconha medicinal na Califórnia”, “Arnold Schwarzenegger pede debate sobre legalização da maconha”, “Ethan Nadelmann vs. Steven Colbert, terceiro assalto”, “O apoio à legalização da maconha é enorme no Canadá”, “O apoio à legalização da maconha continua crescendo nos EUA”, “Se liga! O México está prestes a descriminalizar o porte de drogas”.
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Muitos reformadores das políticas de drogas entenderam 1996 e a aprovação de duas iniciativas eleitorais estaduais favoráveis como o “fim do começo” para nossa causa. Será que a quantidade cada vez maior de boas notícias em 2009 quer dizer que este é o “começo do fim”?
Parece que a legislação sobre maconha passou para a corrente principal na primeira parte de 2009. A
Crônica da Guerra Contra as Drogas pergunta a alguns protagonistas do movimento reformador o que está acontecendo – e o que não está.
Após mais de duas décadas de disparidade entre as penas para a pedra e o pó de cocaína e todos seus efeitos perniciosos em termos raciais, acumula-se a pressão para eliminá-la. Agora, pela primeira vez, a postura do Ministério da Justiça dos EUA é a de que isso deveria acontecer.
Frente a uma crise econômica que exige cortes orçamentários sensatos, um governo de marco constitucionalista e mais gente do que nunca se somando ao movimento pró-reforma das políticas de drogas, a StoptheDrugWar.org tem uma oportunidade única de fazer nossa causa progredir.
Dois dos ex-funcionários de Marc Emery, o “Príncipe da Maconha” canadense, se confessaram culpados de acusações de formação de quadrilha relacionada à maconha em Seattle em troca de liberdade vigiada no Canadá, mas o destino do próprio Emery continua indeterminado.
O Novo Hampshire está prestes a virar o 14º estado com maconha medicinal depois que o Senado estadual aprovou um projeto de lei nesta semana. Agora, falta saber se o governador democrata vai sancioná-lo.
Um projeto que fundaria “centros de compaixão” para pacientes de consumidores de maconha medicinal foi aprovado pelo Senado de Rhode Island – de novo. O governador Donald Carcieri vetou um projeto parecido no ano passado; não se sabe ao certo o que fará se a Câmara aprovar o projeto de lei este ano.
O Senado do Minnesota aprovou um projeto de lei sobre a maconha medicinal. Agora, ele procede à Câmara, mas parece que o governador Tim Pawlenty (R) está pronto para vetá-lo se o aprovarem.
Frente a uma substância não regulada de que os jovens desfrutam, a Assembléia do Colorado responde com uma postura proibicionista reflexa. BZP, este é o combate às drogas.
O Senado do México aprovou um projeto de lei que descriminaliza o porte de pequenas quantidades de todas as drogas. Ainda tem de ser aprovado na Câmara dos Deputados e o tempo está se esgotando.
Há uma década, o governo conservador do Ontário aprovou uma lei que limita as pensões por invalidez aos portadores de deficiência por dependência de álcool ou drogas. Agora, um tribunal provincial decidiu que infringe o código de direitos humanos da província.
A última idéia original do burgomestre Gerd Leers de Mastrique na Holanda em sua campanha interminável para varrer os problemas que acompanham os cafés canábicos nas fronteiras do país com a França, a Bélgica e a Alemanha é transformar as cafeterias em clubes exclusivos.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Caso não tenha ouvido policiais o bastante falar sobre legalizar as drogas neste ano…”, “Obama declara guerra contra ópio afegão”, “É sério, não tente comer sua maconha se o mandarem encostar o carro”, “Senado mexicano vota em descriminalização do porte de drogas”, “Obama é a favor de acabar com disparidade entre sentenças para cocaína”, “Senado de Rhode Island vota em criação de dispensários de maconha medicinal”, “Senado do Novo Hampshire vota em legalização da maconha medicinal”, “Senado do Minnesota vota em legalização da maconha medicinal”, “Deputado Engel apresenta projeto de lei que cria comissão independente de políticas de drogas”, “O governo federal cultiva parte da pior maconha nos Estados Unidos”, “Até mesmo os caubóis querem legalizar as drogas”, “Jim Webb diz que legalização da maconha está ‘em discussão’”.
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Será que uma administradora escolar do Arizona passou dos limites ao submeter uma menina de 13 anos a uma revista sem roupas quando tratava de localizar suposto ibuprofeno contrabandeado? Na terça-feira, a Suprema Corte dos EUA ouviu a sustentação oral em um caso que faz justamente essa pergunta.
De ponta a ponta, a nação canábica dos Estados Unidos celebrou seu feriado anual rizomático do 4/20 (20/04) de novo este ano. Muita erva foi fumada e todos se divertiram bastante. Mas, será que deveríamos estar celebrando mesmo?
Frente a uma crise econômica que exige cortes orçamentários sensatos, um governo de marco constitucionalista e mais gente do que nunca se somando ao movimento pró-reforma das políticas de drogas, a StoptheDrugWar.org tem uma oportunidade única de fazer nossa causa progredir.
Mais agentes penitenciários desonestos, mais policiais desonestos e – pela primeira vez neste boletim – um funcionário desonesto da Comissão de Peixes e Vida Selvagem.
Os policiais não podem fazer uma busca em seu carro depois que o detiverem a menos que tenham um mandado ou causa provável, decidiu a Suprema Corte dos EUA.
Os promotores de uma comarca californiana pediram uma parada para os processos por pequenos delitos de drogas. Simplesmente não conseguem arcar com eles, disseram.
No Novo Hampshire, um projeto de lei sobre a maconha medicinal está a uma votação no plenário do Senado da aceitação depois que um comitê do Senado o aprovou na quinta-feira. A Câmara estadual já o aprovou.
Os eleitores no Maine terão a chance de aprovar um projeto de lei sobre a maconha medicinal que estipula dispensários, entre outras coisas, neste mês de novembro. A Assembléia teve a chance dela, mas abdicou em favor dos eleitores.
O primeiro caso de porte de sálvia do país não com um estrondo, mas com uma lamúria. Pelo menos ninguém é preso.
Traficantes de drogas mexicanos e colombianos contratam intermediários para processarem a pasta básica de cocaína e transformarem-na em cocaína refinada na Bolívia.
Ao negar-se a ouvir um recurso do governo de duas decisões de tribunais inferiores, a Suprema Corte do Canadá acabou com o monopólio do governo sobre a oferta de maconha medicinal e abriu alas para cultivos destinados a vários pacientes.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Condenação adiada em julgamento de Charlie Lynch”, “Ser contra a maconha medicinal é politicamente perigoso”, “Xeretar em calcinha de uma adolescente é crime doentio (a menos que seja uma revista por drogas)”, “Caramba! Estas festas do 20/04 são surpreendentemente seguras”, “Se acha que o combate às drogas protege os jovens, leia isto”, “A promessa fraudulenta de Obama de observar a legislação sobre a maconha medicinal”, “Suprema Corte dos EUA restringe buscas arbitrárias de veículos”, “A grande mídia te deseja um feliz 20/04”, “Pastor batista é agredido após negar revista policial”.
A Common Sense for Drug Policy procura um indivíduo com aptidões editoriais para manter e fazer crescer sua rede de páginas na Internet, inclusive a apresentação
on-line em profundidade sobre questões das políticas de drogas, o sítio DrugWarFacts.org.
A organização Drug Policy Alliance procura um gerente de publicações para trabalhar em seu escritório na Cidade de Nova Iorque.
O programa de subvenções mais antigo do movimento prossegue este ano e busca propostas.
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Será que o México está pronto para descriminalizar o porte de maconha? O Congresso mexicano dedicou um fórum de três dias à idéia esta semana, mesmo quando os presidentes Obama e Calderón se reuniram para tramarem um combate às drogas melhor na fronteira.
Na terça-feira, o Americans for Safe Access, o grupo de militância pró-maconha medicinal, argumentou perante um tribunal de apelações federal estadunidense que uma lei federal exige que as agências do governo façam declarações precisas e objetivas – não informação errônea – quando se trata da maconha medicinal. Porém, os advogados do governo Obama discordam.
Frente a uma crise econômica que exige cortes orçamentários sensatos, um governo de marco constitucionalista e mais gente do que nunca se somando ao movimento pró-reforma das políticas de drogas, a StoptheDrugWar.org tem uma oportunidade única de fazer nossa causa progredir.
Mais problemas para os agentes antidrogas da Filadélfia, outro agente fronteiriço e também uma equipe porto-riquenho de marido e mulher são pegos e um guarda da TSA é apanhado. Mais uma semana de corrupção policial relacionada às drogas.
Uma mudança considerável no impacto de nossas políticas de drogas pode ter acontecido ultimamente. O número de afro-americanos que cumprem pena por acusações de delitos de drogas caiu, tanto em números porcentuais quanto em números brutos. Os alvos não podem dizer a mesma coisa.
No mês passado, um policial do Michigan baleou o universitário Derek Copp no peito durante um reide antidroga em que a polícia apreendeu uma pequena quantidade de maconha (pelo menos de acordo com o advogado de Copp; os policiais não falam sobre o assunto). Agora, ele está sendo acionado por acusações de porte de drogas.
A procuradora federal que processa o Dr. Steven Schneider, um médico do Kansas, e sua mulher agora visa os defensores ativistas do casal também. Siobhan Reynolds da Pain Relief Network foi intimidada por um júri federal por obstrução da Justiça no caso, mas promete não cooperar.
O governo Obama nomeou um renomado pesquisador da dependência para ser o número dois na secretaria antidroga. Devemos esperar um surto de tratamento da toxicomania?
O porte de drogas tem sido legal na Colômbia desde 1994. Porém, agora um presidente Uribe abstêmio quer voltar aos maus tempos de outrora.
No último mês de agosto, o governo peruano embarcou em uma campanha para reaver o controle de uma das principais regiões cocaleiras do país. Até o momento, não está dando certo.
Dançar em karaokês estaria proibido segundo uma tentativa do governo vietnamita de reduzir o consumo de êxtase. No entanto, estaria tudo bem com o “comportamento com menos perigo para a sociedade”, como balançar-se ao som da batida.
Esta nova estréia do estúdio Samuel Goldwyn Films examina os verdadeiros acontecimentos que se deram em Hearne no Texas para mostrar como a legislação antidroga e as práticas repressivas visam os afro-americanos e como o sistema de justiça freqüentemente lança mão de ameaças e intimidação para conduzir as pessoas a confissões de culpabilidade, apesar de sua inocência ou das provas contra elas.
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“Universidade do Colorado em Boulder lembra estudantes de celebrar enorme festa da maconha no dia 20/04”, “Obama declara guerra contra os usuários de drogas estadunidenses”, “Obama cria novo cargo de ‘fiscal fronteiriço’ e chefões de cartéis riem em uníssono”, “Vamos te pagar US$ 14 bilhões para legalizar a maconha”, “No futuro, opor-se à legalização será suicídio político”, “Cônsul mexicano diz que legalização da maconha deveria ser discutida com seriedade”, “FOX News diz que ativistas pró-maconha são ‘
trolls da Internet’”.
O Students for Sensible Drug Policy (SSDP, na sigla em inglês) procura um líder responsável e comprometido com a reforma das políticas de drogas e o ativismo de base para liderar a organização com visão e confiança.
O Marijuana Policy Project contrata para vários cargos em Washington, DC e Nevada.
A Common Sense for Drug Policy procura um indivíduo com aptidões editoriais para manter e fazer crescer sua rede de páginas na Internet, inclusive a apresentação
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Uma correção do artigo do dia 03/04/2009 sobre o perigo da repressão às drogas e a discussão que a acompanha.
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Crônica da Guerra Contra as Drogas? Em caso afirmativo, precisamos do seu retorno para avaliarmos nosso trabalho e defendermos a
Crônica perante os financiadores. Precisamos de doações também.
Dependendo das medidas, os juizados de delitos de drogas são um sucesso. Reduze a reincidência e fazem os custos do sistema de justiça penal retroceder, concorda a maioria dos observadores. Porém, quando se trata de saber se são uma resposta desejável ao consumo de drogas, aí são outros 500.
Os eleitores do Michigan aprovaram uma iniciativa sobre a maconha medicinal em novembro. Ela entrou em vigor esta semana.
"
Cool Madness" [Loucura legal ou Loucura de Cool] é um relato arrebatador do julgamento federal da Dr.ª Mollie Fry, fornecedora e paciente consumidora de maconha medicinal, e de seu marido, Dale Schafer, na Califórnia. Se você acha que os julgamentos federais sobre a maconha medicinal têm algo a ver com a justiça ou a eqüidade após ler seu relato, tenho algumas passagens em que você pode ficar interessado.
Outro juiz trapaceiro, outro agente fronteiriço desonesto, mais problemas para os agentes antidrogas da Filadélfia e uma confissão de culpabilidade em Detroit.
O apoio à legalização da maconha passou de 50% na Califórnia pela primeira vez, de acordo com uma nova pesquisa. Isso acontece ao passo que a Assembléia da Califórnia pondera um projeto de lei sobre a legalização da maconha e a própria pesquisa insinua que uma iniciativa pró-legalização/tributação e regulação pode vir a ocorrer no futuro.
Na verdade, ficamos cansados de escrever a mesma matéria de sempre sobre recordes de populações carcerárias e penitenciárias todo ano, mas chegou a hora de novo.
A lei do Ohio que criminaliza a
Salvia divinorum entrou em vigor na terça-feira, mas a primeira prisão aconteceu na segunda-feira. Vá entender.
Uma campanha de base para recolher assinaturas com a finalidade de submeter a maconha medicinal a votação em 2010 na Flórida está em andamento. Os organizadores precisam de quase 700.000 assinaturas e US$ 5 milhões para a pugna e a campanha eleitoral e contam com o ativismo cibernético para conseguir isso.
O governo britânico sustenta que era impossível que a legalização das drogas tivesse benefícios o suficiente para justificar uma mudança em relação à proibição, mas nunca proporcionou as provas. Agora, um novo estudo que realmente fez uma análise comparativa descobre que o Reino Unido poderia economizar bilhões ao ano com a legalização.
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Os policiais dizem que os reides antidrogas agressivos servem para protegê-los, mas duas mortes dramáticas de oficiais causadas por essas táticas indicam o contrário, assim como as estatísticas – somente três agentes da lei morreram ao levarem a cabo reides antidrogas no passado. Pelo menos um número igual de cidadãos e um desconhecido de cachorros foram mortos.
No momento em que ler estas palavras, a Assembléia de Nova Iorque provavelmente terá aprovado reformas muito aguardadas na legislação Rockefeller sobre as drogas. Ou não. Chegou-se a um acordo entre a Assembléia estadual, o Senado e o governador, porém o assunto não foi encerrado – e ainda não foi encerrado.
Qual é o problema da Pensilvânia? Ainda mais coisas feias provenientes do
Keystone State e também o guarda de fronteiras em apuros e a agente penitenciária com um mau hábito, ambos previsíveis demais.
Como muitos estadunidenses lutam para sobreviver, a Lei de Cultivo do Cânhamo Industrial de 2009 [
Industrial Hemp Farming Act of 2009], apresentada esta semana pelos deputados federais estadunidenses Barney Frank (D-MA) e Ron Paul (R-TX), abriria novas oportunidades para que compitam no mercado mundial do cânhamo industrial.
Um projeto de lei da Virgínia Ocidental que teria ordenado exames toxicológicos aleatórios com as pessoas que procuram obter seguro-desemprego ou vales-alimentação encontrou seu destino merecido esta semana e foi derrubado sem providências no Comitê da Câmara sobre o Judiciário da Assembléia. Mas, projetos parecidos continuam vivos em um punhado de estados.
Tudo o que uma mulher grávida com um problema com as drogas precisa: Ser detida e presa. Um projeto de lei do Missouri faria isso. No Tennessee, os legisladores mostraram um pouco de bom senso ao negarem-se a tomar providências sobre projetos parecidos.
Será o Connecticut o próximo estado a descriminalizar o porte de maconha? Um projeto de lei tramita na Assembléia, mas uma governadora republicana ameaça vetá-lo – de novo.
O projeto de lei do Minnesota sobre a maconha medicinal sai vitorioso de sua quarta e última votação em um comitê do Senado na quinta-feira. Também venceu esse mesmo número de votações em comitês da Câmara. Aproximam-se votações nos plenários, mas também o rosto austero de um governador republicano que ameaça vetar o projeto.
O governo conservador do Canadá está promovendo dois severos projetos de lei sobre as drogas e a criminalidade que instituiriam a condenação mínima obrigatória, mas os liberais e o NDP começam a repeli-los.
A guerra às drogas do México assumiu uma feição estranha na semana passada quando as autoridades levaram a luta a dois santos populares. Santuários à Santa Morte e a São Malverde foram destruídos em Tijuana e na estrada localizada ao sul do Texas que leva a Monterrey.
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“Por que todos acham que a legalização da maconha é um risco político?”, “A abordagem da mídia à cobertura sobre a maconha mudou enormemente”, “‘Então, como vai esta guerra contra as drogas?’”, “A secretaria antidroga não sabe o que dizer sobre a maconha”, “Obama não sabe o que dizer sobre a maconha”, “Filha de Joe Biden é supostamente filmada cheirando cocaína”, “Câmara de Maryland aprova projeto para monitorar uso de equipes da SWAT”, “Há muitos tipos diferentes de maconha, mas todos são ilegais”, “Fecha-se acordo legislativo sobre legislação Rockefeller sobre as drogas”, “Quanto perigo representa a imposição da legislação antidroga para a polícia? A: Pelo visto, não muito”.
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Frente a crises econômicas,
déficits fiscais e listas de benefícios sociais e seguro-desemprego, alguns legisladores estaduais estão propondo uma péssima idéia: submeter os beneficiários de benefícios sociais e/ou de seguro-desemprego a exames toxicológicos. Porém, há uma ampla gama de organizações alinhada contra eles. Ah, e também há aquela Constituição pentelha.
O governo Obama pode ter dado mostras de que vai pôr um fim na guerra federal contra a maconha medicinal na Califórnia, porém ainda há contas a ajustar das cruzadas da era Bush. Um caso trágico em questão é o de Charles Lynch, o gerente de um dispensário de Morro Bay que pode pegar anos de prisão federal quando for condenado na segunda-feira.
Nesta semana, há alguns policiais cuja má conduta pode não chegar ao padrão de corrupção, mas com certeza é digna de nota. Também há os policiais corruptos de sempre.
Pela segunda vez em três semanas, Eric Holder, procurador-geral dos EUA, disse que não haverá mais reides da DEA contra dispensários de maconha medicinal em estados em que ela é legal – contanto que continuem atuando consoante a legislação estadual. Porém, isso ainda deixa algum espaço de manobra.
O Congresso dos EUA quer que o governo Obama “faça alguma coisa” a respeito da violência ligada à proibição que arrasa o México. Porém, parece que esse “algo” é mais combate às drogas.
Cansado dos mesmos velhos produtos à base de coca? Agora vai poder provar a cerveja à base de coca! Em breve, perto de você... mas, só se morar no Peru, na China, na África do Sul, na Argentina ou na Venezuela.
Há indignação na região oeste do Michigan depois que um universitário desarmado foi baleado e gravemente ferido em um reide antidroga na semana passada. E o que os policiais acharam? “Algumas colheres de sopa” de maconha.
Um projeto de lei sobre a maconha medicinal no Novo Hampshire foi aprovado pela votação de um comitê-chave e agora se dirige ao plenário da Câmara. Uma medida parecida fracassou por lá por um punhado de votos há dois anos.
O
Hawkeye State não dá ouvidos às súplicas dos pacientes de maconha medicinal. Um projeto que teria sido proveitoso foi derrubado sem que providências pudessem ter sido tomadas.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Procurador-geral dos EUA diz que federais respeitarão legislação estadual sobre maconha medicinal”, “Ex-fiscal das drogas não liga se você cultivar maconha”, “Atrás das grades na Terra dos Livres”, “Debate sobre maconha medicinal deveria ter terminado há uma década”, “Será até mesmo intelectualmente possível ‘opor-se’ à maconha medicinal?”, “Despachante policial despedido por dar maconha medicinal a parente doente”, “Ron Paul acaba com Stephen Baldwin em debate sobre legalização da maconha”, “Policiais fazem pressão por leis antimaconha mais duras”, “Agora funcionários de loja de bebidas alcoólicas serão mais gentis com você”, “Polícia atira contra suspeito de delito de maconha desarmado”.
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Nesta semana, a Comissão de Entorpecentes (CE) da ONU se reuniu em Viena para redigir uma declaração política e um plano de ação para guiar as políticas de drogas internacionais durante a próxima década. Embora os proibicionistas tenham ganhado no fim das contas, a dissidência está falando cada vez mais alto e ficando cada vez mais poderosa.
A ibogaína recebeu uma atenção concertada por seu tratamento da dependência e demais propriedades em uma recente conferência em Boston. Eis aqui um relato.
Na terça-feira, uma congressista estadunidense da Califórnia indicou que pode ter chegado a hora de um programa-piloto de legalização da maconha. O estado natal dela seria um lugar apto para tentá-lo, disse.
Do assassinato mais asqueroso a um golpe contra a Crimestoppers, nossos policiais corruptos cobrem a área toda nesta semana.
Na semana passada, a Assembléia de Nova Iorque aprovou um projeto de lei que reforma a legislação Rockefeller sobre as drogas. Agora, o Senado decidiu enterrar a reforma da Rockefeller em um pacote orçamentário geral em uma tentativa de evitar ter de votar individualmente nisso. Enquanto isso, como se os partidários precisassem de mais munição para a reforma, outro relatório contundente foi publicado esta semana.
O governo Obama nomeou Gil Kerlikowske, chefe da Polícia de Seattle, para novo fiscal das drogas... ou será Joe Biden?
Como o Grateful Dead antes dela, a banda
jam Phish tem legiões de fãs leais, muitos dos quais desfrutam de sua música com um pouquinho de alteração erval ou química. Os policiais fizeram a festa quando a banda realizou três noites de apresentações na Virgínia.
Tenaha no Texas fica entre Houston e os cassinos de Shreveport do outro lado da fronteira com a Luisiana. O município achou que tirara a sorte grande com um esquema policial sórdido, mas pode ser que tenha tirado dois números um nos dados.
A proibição da maconha não alcança suas metas declaradas, custa muito dinheiro e os níveis de consumo seriam parecidos sob um regime liberal, informam dois pesquisadores da Universidade de Washington.
O projeto de lei sobre a maconha medicinal do Minnesota passou por outros dois obstáculos ao passo que se dirige a um governador hostil.
Às vezes as pessoas que sofrem superdoses farmacológicas morrem porque seus companheiros ou demoram a procurar atendimento médico ou não tomam providência nenhuma por medo de serem presos. O Novo México tem uma lei que proporciona imunidade limitada às pessoas nessas circunstâncias. Agora, um legislador de Washington espera transformar seu estado no segundo a aprovar tal lei.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Nomeiam novo secretário antidroga, que faz comentário ridículo”, “Dez anos depois, trabalhos antidrogas das Nações Unidas não conseguiram nada”, “NBC insulta usuários de maconha”, “Alerta de propaganda: Maconha te deixa malvado nos
videogames”, “Será que os republicanos estão se voltando contra a guerra às drogas?”, “Procuradores federais parecem confusos a respeito de política de maconha medicinal de Obama”, “Por que os democratas reclamam do consumo de drogas de Rush Limbaugh?”, “Policial com chapéu de vaqueiro fala sobre legalização das drogas na Al Jazeera”, “Anunciam vencedores do concurso de vídeos e cartazes sobre reforma das políticas de drogas”.
Candidate-se ao estágio na DRCNet para esta primavera (ou verão) e você pode passar o semestre lutando por uma boa causa!
O Students for Sensible Drug Policy (SSDP, na sigla em inglês) procura um indivíduo altamente motivado e bem organizado para ajudar a promover alternativas à fracassada Guerra Contra as Drogas.
Você lê a
Crônica da Guerra Contra as Drogas? Em caso afirmativo, precisamos do seu retorno para avaliar o nosso trabalho e defender a
Crônica perante os financiadores. Precisamos de doações também.
Esses
kits de testes que a polícia utiliza para comprovar a presença de drogas ilegais são tão pouco confiáveis que deveriam ser proibidos, disseram pesquisadores na terça-feira. Uma barra Hershey’s, sabonetes da marca Dr. Bronner’s Magic Soap e Tylenol [paracetamol] são apenas alguns dos artigos comuns que geraram falsos positivos. O ar foi outro.
Nesta semana, há guardas de cadeia e prisão que ficaram malucos e um policial veterano da Califórnia cujo vício em comprimidos o sobrepujou.
Há muito que os observadores do combate às drogas conhecem suas desigualdades raciais, mas um novo relatório da Human Rights Watch os deixa flagrantemente óbvios.
O Pew Center on the States publicou um relatório que observa que um em cada 31 estadunidenses está ou na cadeia ou na prisão ou em liberdade vigiada ou condicional. Embora dois terços deles estejam em liberdade vigiada ou condicional, as prisões são as que engolem o orçamento penitenciário. É preciso mudar isso, disse o relatório.
A Dacota do Sul virou o 14º estado a proibir a
Salvia divinorum com base em nada mais do que vídeos no YouTube e o medo de que alguém possa estar ficando chapado em alguma parte durante alguns minutos.
O esforço para legalizar a maconha medicinal no Minnesota retoma de onde parou no ano passado. Agora, um projeto de lei foi aprovado por dois comitês do Senado e esperam-se providências na Câmara em breve. Porém, o governador republicano ainda ameaça vetá-lo.
Um comitê da Câmara do Illinois aprovou por pouco um projeto de lei sobre a maconha medicinal. Agora, é preciso proceder às próximas votações.
Uns 7.500 soldados mexicanos estão inundando Ciudad Juárez em uma tentativa de enfraquecer a violência ligada à proibição que deixou cerca de 2.000 mortos por lá desde janeiro de 2008. Enquanto isso, o chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA se dirige ao México para negociações sobre o aumento da cooperação entre os dois vizinhos.
A afluência de dezenas de milhares de europeus a municípios fronteiriços holandeses com cafeterias canábicas vindos de países com políticas de cânabis mais repressivas toda semana resultou em inúmeros problemas em tais municípios. Agora, os prefeitos de dois deles dizem que simplesmente vão fechá-los.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Se Obama é a favor da maconha medicinal, e o cânhamo?”, “Fica provado que testes de campo para identificar drogas são altamente imprecisos”, “Os reides da SWAT contra inocentes são coisas ruins”, “Como é que os holandeses fumam menos maconha do que os estadunidenses?”, “Departamento de Veículos Motorizados da Califórnia aceita permitir que pacientes consumidores de maconha medicinal dirijam”, “Talvez uma música
folk extravagante leve à legalização da maconha…”, “Presidente mexicano fica surpreso em saber que combate às drogas é superviolento”, “Homem utiliza dinheiro falso para comprar drogas falsas”, “Ex-guerreiro antidroga agora mora com seus pais”.
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Na quarta-feira, Eric Holder, procurador-geral dos EUA, anunciou que não haveria mais reides da DEA contra os dispensários de maconha medicinal nos estados em que ela for legal. É uma vitória e tanto, mas não está completa contanto que uma única pessoa permanecer em uma prisão federal ou for ameaçada com ela por ajudar pacientes doentes.
Pela primeira vez desde que a Califórnia criminalizou a maconha em 1913, um projeto de lei para regular e tributar sua venta e produção legais foi apresentado.
Os três agentes antidrogas cujo falso reide antidroga terminou com a morte de uma mulher de 92 anos foram sentenciados à prisão na terça-feira. Será que a Polícia de Atlanta aprendeu sua lição? A juíza de sentença com certeza espera que sim.
Dois policiais que viraram pilantras em São Luís estão colocando em risco um monte de condenações por delitos de drogas, um policial transformado em pilantra em Dallas ficará atrás das grades até o julgamento, um funcionário do Serviço de Alfândegas e Proteção Fronteiriça é preso e um município do Massachusetts ainda não conseguiu encontrar a maconha que sumiu de sua delegacia há uma década – mas está tentando.
Apenas umas duas semanas depois de servir mais alguns bilhões de dólares ao combate às drogas no projeto de estímulo de emergência, o Congresso dos EUA volta a fazer das suas com o projeto de lei geral de diretrizes orçamentárias para 2009. Mais dinheiro para os subsídios Byrne JAG, mais dinheiro para o Plano México e só um pouquinho menos para o Plano Colômbia.
Na segunda-feira, o Senado de Nova Jérsei aprovou um projeto de lei sobre a maconha medicinal e o governador disse na quarta-feira que o sancionaria “com toda certeza”. Mas, primeiro tem de passar pela Assembléia.
A
Salvia divinorum deve ser muito potente mesmo. Está deixando malucos legisladores pelos EUA afora ao passo que insistem em proibi-la simplesmente porque alguém em alguma parte pode estar ficando chapado com ela.
Os programas de manutenção com heroína na Suíça e na Alemanha produziram resultados positivos por aqui. Será que pode dar certo nos EUA? Peter Reuter, especialista em políticas de drogas, deu uma olhada nas perspectivas de Baltimore.
Pode ser que a Kellogg não tenha feito seus cálculos direito quando dispensou o medalhista de ouro olímpico Michael Phelps depois que a infame foto com o narguilé veio à tona. Não só provocou um boicote dos ativistas pró-maconha, parece que agora isso está prejudicando a reputação da gigante dos alimentos.
O ministro da Saúde da Índia quer proibir uma droga perigosa… o álcool.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Reides contra a maconha medicinal acabaram oficialmente”, “Presidente do Senado de Nova Jérsei passa vergonha com piada de mau gosto sobre a maconha”, “Colômbia ameaça Obama com crise da cocaína se não lhe der mais dinheiro”, “Ações da Kellogg’s sofrem duro golpe após polêmica de Phelps com o narguilé”, “Policiais serão presos por reide antidroga malogrado que matou idosa”, “Ex-combatente deficiente do Iraque perde casa por causa de prisão por maconha”, “Será que política de ‘cultivo próprio’ de maconha é melhor que a legalização?”, “Senado de Nova Jérsei aprova projeto sobre a maconha medicinal”, “Legislador da Califórnia apresenta projeto de legalização para ‘tributar e regular’ maconha na esteira de pesquisa mostrando apoio da maioria no Litoral Oeste”.
O Marijuana Policy Project procura um diretor de comunicação para o seu escritório em Las Vegas.
A Rhode Island Patient Advocacy Coalition (RIPAC, na sigla em inglês), uma comunidade pró-maconha medicinal de base formada por pacientes, cuidadores e militantes, procura um diretor-executivo para encabeçar seu escritório em Providence.
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A Junta Internacional de Fiscalização dos Entorpecentes (JIFE) lançou seu último relatório sobre a situação mundial das drogas. Pede mais trabalhos contra a maconha, faz advertências sobre um tráfico de drogas cada vez mais violento e se preocupa com a Internet. Os críticos acusam a agência de ficar presa no século passado.
"
Dope Menace" [A ameaça das drogas] é uma viagem visualmente deslumbrante e muito bem informada ao cerne da obsessão dos EUA em meados do Século XIX pelas brochuras baratas, especialmente pelas que contavam com a temática das drogas. Se você estiver interessado em drogas e cultura popular, deve dar uma conferida nisto.
A maioria é a favor da maconha legal no Litoral Oeste dos EUA, de acordo com uma nova pesquisa Zogby. O Litoral Oeste não está muito longe, não.
Policiais uniformizados, agentes penitenciários, agentes antidrogas e subchefes de polícia – todos corrompidos nesta semana.
O projeto de estímulo econômico também estimulará o combate às drogas. Há mais de US$ 3 bilhões nele para a força pública e boa parte disso está destinada a impor a proibição das drogas.
Quando uma equipe da SWAT de Maryland invadiu o lar de um prefeito inocente e matou seus cachorros, a indignação era palpável. Agora, alguns legisladores de Maryland apresentaram um projeto de lei que começaria a responsabilizar as equipes da SWAT.
Será que Nova Jérsei está pronta para virar o próximo estado com maconha medicinal? O Senado estadual votará nisso na segunda-feira.
O
déficit orçamentário federal alcança proporções astronômicas e a administradora da DEA gasta US$ 123.000 com um vôo à Colômbia?!?!
Na quarta-feira, um projeto de lei sobre a descriminalização da maconha no Estado de Washington foi aprovado por um comitê do Senado, mas é preciso ter uma ação parecida na Câmara estadual até a semana que vem ou será derrubado nesta sessão.
Será que o consumo de metanfetamina é igual a abuso infantil? A Câmara do Novo México acha que sim.
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Remanescentes do governo Bush estão ordenando reides contra as clínicas de maconha medicinal autorizadas pelo estado, apesar da promessa de pará-las que Obama fez. Peça ao novo presidente e ao procurador-geral que tomem providências corretivas agora, não depois.
“Estudo: Usuários de maconha têm menos chances de se machucar do que não-usuários”, “Polícia realiza operação contra casal inocente porque seu filho tinha uma acusação de contravenção por maconha”, “Lei de Maryland procura lidar com os reides descontrolados da SWAT”, “Manifestantes contra guerra às drogas bloqueiam trânsito ao longo da fronteira com o México”, “Legalizar a maconha não significa que tenhamos de legalizar crimes horríveis”, “Curso básico de lógica do combate às drogas”, “Xerife Lott desiste de acusar Michael Phelps”, “Uma estratégia fracassada para as drogas não é a única maneira por que a DEA desperdiça nosso dinheiro”, “Atualização sobre Ryan Frederick”, “Aumento da violência no México não é sinal de progresso no combate às drogas”.
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Na qualidade de comandante-em-chefe, agora o presidente Barack Obama deve supervisionar nossas guerras no Iraque e no Afeganistão. Na qualidade de presidente, também é responsável por outra guerra, uma que durou mais e foi mais custosa em termos de dólares gastos e vidas perdidas – a guerra contra as drogas.
Na quarta-feira, a Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia lançou um relatório que pede a redução de danos, o tratamento do consumo de drogas como questão de saúde pública e a descriminalização da maconha. O relatório foi uma intervenção com vistas tanto a Washington quanto a Viena, onde a ONU se reunir no mês que vem para tramar a estratégia mundial para as drogas.
A matéria da foto de Michael Phelps com o narguilé assumiu vida própria. Granjeou uma enorme cobertura midiática, grande parte dela abertamente crítica da legislação sobre a maconha e a conduta oficial para com os fumantes de maconha. Agora, os reformadores das políticas de drogas, sentindo uma oportunidade de fazer a causa progredi, organizaram um boicote aos cereais Kellogg por ela se negar a renovar o contrato de patrocínio dele.
Pode ser que haja algo podre no esquadrão antidroga da Filadélfia, com certeza há algo podre em Boston e, sim, outro agente penitenciário é pego.
Os reformadores das políticas de drogas esperavam que uma pessoa da saúde pública – não um policial nem um soldado – fosse nomeada fiscal das drogas. Deram-nos um policial, mas um policial de uma cidade liberal. Será um chefe de polícia (possivelmente) progressista igualmente bom como fiscal das drogas?
A Califórnia esteve viciada no encarceramento em massa durante os últimos 25 anos. Agora, parece que alguns juízes federais estadunidenses vão fazer o estado parar com o vício de supetão. Dezenas de milhares de prisioneiros podem ser soltos porque a Califórnia não pode ou não quer pagar para tratá-los conforme as exigências da Constituição dos EUA.
A FDA está tomando providências para restringir as regras de prescrição para analgésicos opiáceos em emplastros e de liberação prolongada. Isso quer dizer que poderia ser mais difícil para que os pacientes obtenham fármacos como o OxyContin [oxicodona] e o Duragesic [sistemas terapêuticos transdérmicos de fentanil], mas ainda não se fechou o negócio.
A maconha medicinal volta a tramitar no Minnesota. Nesta semana, um projeto de lei foi aprovado por um comitê do Senado, apesar das declarações tresloucadas de larouchistas e conservadores cristãos.
A Dinamarca está prestes a virar o último país europeu a ir direto ao assunto e adotar a manutenção com heroína para os usuários de heroína particularmente teimosos.
O governo britânico ignorou de novo as recomendações de sua própria assessoria para rebaixar uma droga. No ano passado, foi a maconha. Desta vez, é o êxtase. E parece que, da próxima vez, a mesma coisa acontecerá com o LSD. Isso faz alguns se perguntarem se o governo quer políticas de drogas comprovadas ou não.
Bancos holandeses estiveram esnobando as contas das cafeterias, cancelando as existentes e se negando a abrir novas. Agora, o governo holandês diz que os cafés são negócios legais e que os bancos devem fazer negócios com eles.
Remanescentes do governo Bush estão ordenando reides contra as clínicas de maconha medicinal autorizadas pelo estado, apesar da promessa de pará-las que Obama fez. Peça ao novo presidente e ao procurador-geral que tomem providências corretivas agora, não depois.
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“Polícia tenta muito pegar Michael Phelps por fumar narguilé”, “USA Swimming merece ser repudiada por suspender Michael Phelps”, “Há tanta gente na prisão que literalmente não cabe”, “Será que Obama fez uma boa escolha para fiscal das drogas?”, “A maconha provavelmente não lhe dará câncer nos testículos”, “Xerife tresloucado prende oito em investigação de Phelps com narguilé”, “Ligue para a Kellogg’s hoje mesmo: Eis o número”, “SNL critica Kellogg’s por menosprezar consumidores de maconha”, “Boicote a Kellogg’s! Combata a satanização corporativa da maconha”, “Bom editorial de Kathleen Parker sobre Michael Phelps”.
O Marijuana Policy Project procura um gerenciador de conteúdo
on-line experiente para desenvolver e gerenciar a estratégia de comunicação
on-line do MPP a partir de seu escritório em Washington, DC.
Em campanha, o presidente Obama prometeu várias vezes acabar com as operações da DEA contra os dispensários de maconha medicinal na Califórnia. A DEA atacou mais quatro na região de Los Ângeles na terça-feira e a gestão respondeu na mídia na quarta-feira à noite.
Com uma crise orçamentária e uma mudança na liderança de Nova Iorque, parece que as condições politicamente perfeitas se preparam para a reforma da legislação duríssima do estado sobre as drogas. Será que, enfim, as leis Rockefeller sobre as drogas serão revogadas depois de 35 anos?
Remanescentes do governo Bush estão ordenando reides contra as clínicas de maconha medicinal autorizadas pelo estado, apesar da promessa de pará-las que Obama fez. Peça ao novo presidente e ao procurador-geral que tomem providências corretivas agora, não depois.
Enquanto intrusos derrubavam sua porta em uma noite de janeiro retrasado, Ryan Frederick pegou o rifle dele, atirou através dela e matou um. Agora, é muito provável que vá à cadeia por 10 anos. Outro reide antidroga espúrio no estilo da SWAT que se malogra – para todos.
Nesta semana, os agentes penitenciários ficaram malucos, mais um xerife texano muito pilantra, alguns agentes antidrogas empreendedores em Fresno e os últimos problemas no armazém de provas em Galveston.
A Assembléia Legislativa da Dacota do Sul derrubou um projeto de lei sobre a maconha medicinal, enquanto a Câmara aprovou um para proibir a
Salvia divinorum.
A Assembléia Legislativa do Novo Hampshire vai tomar uma decisão de novo sobre a descriminalização da maconha. No ano passado, foi aprovada na Câmara, mas derrubada no Senado.
A descriminalização da maconha estará na ordem do dia da Assembléia Legislativa do Vermont nesta sessão. Um projeto de lei foi apresentado na terça-feira.
Na semana passada, o comandante estadunidense da OTAN no Afeganistão queria ir atrás de todos os narcotraficantes como se fossem combatentes inimigos. Agora, frente à rebelião de seus comandantes, teve de ceder.
A legislação do Canadá sobre a maconha medicinal foi declarada inconstitucional em parte e, agora, o Ministério da Saúde do Canadá tem um ano para retificá-la, decidiu uma juíza da Colúmbia Britânica.
O editor de uma revista de Tóquio vive publicando edições que parecem dizer ao pessoal como cultivar maconha e as autoridades da região estão reclamando. A tempestade acontece ao passo que as prisões por maconha no Japão atingem uma alta histórica.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“O
blog do fiscal das drogas deveria ser utilizado para o bem, não o mal”, “Casa Branca diz que reides contra a maconha medicinal acabarão”, “É possível que processem Michael Phelps por tragada de narguilé”, “Ryan Frederick é declarado culpado de homicídio culposo”, “O assassinato dos cães de Cheye Calvo é uma história que não some”, “Julgamento de Ryan Frederick vai a júri”, “Os reides contra a maconha medicinal continuam, é hora de Obama agir”, “Cresce o apoio à legalização da maconha nos Estados Unidos”, “A tragada de narguilé de que o mundo inteiro ouviu falar”, “O que aconteceu com o
blog do fiscal das drogas?”, “Os antecedentes de Joe Biden nas políticas de drogas – Revisão”, “Pesquisa da maconha medicinal tomou uma nova direção neste século”, “Equipe da SWAT georgiana da Comarca de Gwinnett estraga tudo mesmo”, “A perigosa distorção dos padrões médicos do combate às drogas”.
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De vez em quando, um guerreiro antidroga é honesto até demais. Isso aconteceu esta semana com o chefe antidroga da ONU, quem afirma que o narcotráfico ilegal sustentou o sistema financeiro mundial em 2008. Se ele tiver razão, será que isso não quer dizer que deveríamos parar de perseguir usuários de drogas ou até mesmo a maioria dos vendedores – já que, pelo visto, precisamos de sua ajuda para nos virarmos?
Ao passo que governadores e legisladores ponderam orçamentos deflacionados nas Assembléias pelos EUA afora, surgem as oportunidades de fazer progresso nas questões há muito estagnadas das prisões, da condenação e da reforma nas políticas de drogas.
Quando o Novo México aprovou uma lei sobre a maconha medicinal em 2007, estava previsto que as entidades sem fins lucrativos proporcionassem maconha medicinal a pacientes aptos. Agora, quase um ano e meio depois, a Secretaria da Saúde estadual estabeleceu regras para tais organizações. É progresso, mas não o suficiente para alguns.
Uma salva de palmas para o narcotráfico mundial! Ele esteve sustentando o sistema financeiro internacional, disse Antonio Maria Cosa, diretor do Escritório das Nações Unidas contra as Drogas e o Crime.
O general estadunidense que comanda as forças da OTAN no Afeganistão quer dar aos efetivos da OTAN a autoridade para tratar qualquer traficante de drogas como alvo militar. A OTAN diz que não, obrigada.
Frente à raiva e à zombaria por suas políticas para os exames toxicológicos, afinal de contas, a Federação Internacional de Xadrez decidiu que não queria punir uma das figuras mais populares do jogo por faltar a um exame toxicológico.
Pegam outra agente penitenciária, um agente antidroga do Michigan aceita um acordo, assim como um policial do Arizona, e outro ajudante da Carolina do Norte é preso.
O presidente Obama nomeou um antigo burocrata do combate federal às drogas para diretor em exercício do Gabinete de Política Nacional de Fiscalização das Drogas dos EUA. Tem-se a impressão de que é mais seguir pelo mesmo caminho do que mudar para melhor, pelo menos por enquanto.
Um cidadão do Nebrasca processado por vender sálvia – embora não seja ilegal por lá – foi absolvido, mas as medidas para proibir o integrante psicodélico da família das mentas continuam pelos EUA afora.
Na quarta-feira, a Câmara aprovou o projeto de estímulo econômico, inclusive US$ 3 bilhões para os subsídios Byrne e US$ 1 bilhão para o COPS. Porém, à medida que o projeto se dirige ao Senado, mais de dez organizações nacionais pedem que as verbas sejam cortadas – e substituídas por programas que realmente façam algum bem.
A Suprema Corte dos EUA enfraqueceu a Quarta Emenda de novo, desta vez em um caso que envolve a revista de passageiros em veículos parados por infrações de trânsito.
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“Como não legalizar a maconha”, “Obama nomeia fiscal das drogas interino”, “Cartéis mexicanos dissolvem cadáveres em cubas de ácido”, “O menor baseado do mundo”, “Norm Stamper é o máximo”, “Matt Fogg é o máximo”, “O julgamento de Ryan Frederick”, “Vídeo: O turismo das drogas na Holanda - Será que é realmente o único problema dos holandeses?”, “Vídeo: SSDP e LEAP conversam sobre a legalização das drogas na Câmara Municipal de El Paso”.
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Em uma das poucas ações que recebeu parabéns dos reformadores das políticas de drogas e dos grupos dos direitos civis, o governo Bush tentou durante três anos zerar o programa de subsídios Byrne, que financia forças-tarefa antidrogas com atuação em várias jurisdições. Agora, como parte de um projeto de estímulo econômico, o Congresso dos EUA quer lhe dar mais dinheiro do que nunca.
Os eleitores do Massachusetts aprovaram uma iniciativa de descriminalização por uma margem de dois contra um em novembro de 2008. Agora, os inimigos da descriminalização revidam com decretos-lei municipais que proíbem o consumo em público, mas estão descobrindo de novo que vão ter de lutar para consegui-lo.
O governo Obama entrante disponibilizou sua agenda na rede. Quando se trata das políticas de drogas, há alguns pontos positivos, alguns negativos e faltam algumas coisas.
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Não há agentes penitenciários corruptos nesta semana, mas temos uma boa variedade de improbidade na polícia e na promotoria, sim.
A DEA atacou outro dispensário californiano na quinta-feira, o que marca a primeira operação com o presidente Obama no poder. Durante a campanha, Obama prometeu dar um fim nelas e os ativistas esperam que sejam apenas remanescentes do governo Bush em atividade. O que Obama fará?
Como o número de estados com maconha medicinal cresce a um ritmo de um ao ano e como no último mês de novembro o Michigan virou o primeiro estado no Centro-Oeste dos EUA a adotar a cânabis terapêutica, duas Assembléias Legislativas estaduais do Alto Centro-Oeste estão prestes a lidar com a questão – de novo.
Um legislador do Montana quer fazer que os pacientes consumidores de maconha medicinal que se envolverem em um acidente de trânsito ou forem parados por uma infração tenham de se submeter automaticamente a um exame toxicológico. Parece que a idéia não é popular.
Ativistas em Kalamazoo no Michigan alhanam o terreno para transformá-la no próximo município ou cidade a aprovar um decreto-lei a fim de transformar os delitos de porte adulto de maconha na menor prioridade da polícia.
É direito que as autoridades de colégios secundários revistem uma menina em busca de um par de comprimidos de ibuprofeno? A Suprema Corte dos EUA vai decidir isso.
Sempre desejosos de arremeter contra moinhos em nome da guerra contra as drogas, dois senadores estadunidenses reapresentaram um projeto que trata de uma ameaça inexistente e ameaça incrementar as penas de prisão para as pessoas que não forem o alvo pretendido.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“
Marijuana, Inc. da CNBC: Propaganda, pornografia da maconha ou os dois?”, “Operações da DEA contra maconha medicinal continuam sob governo Obama”, “Robôs contrabandistas de drogas são o futuro”, “Hoje à noite,
Marijuana, Inc. na CNBC”, “As políticas de drogas no WhiteHouse.gov”, “Barack Obama é presidente”.
Para muitos políticos, qualquer discussão inteligente a respeito do que as leis sobre as drogas fazem mesmo conosco é mais realidade do que a que conseguem suportar. Para outros, a realidade é horrorosa demais para não a discutirmos.
Após anos de demora e obstrucionismo, a DEA, enfim, tomou providências a respeito da petição de um pesquisador da Universidade do Massachusetts para cultivar maconha para um estudo aprovado pela FDA. A resposta: Caia fora!
O presidente eleito estadunidense Obama se reuniu com o presidente mexicano Felipe Calderón na segunda-feira. O combate às drogas do México tinha alta prioridade na ordem do dia, mas parece improvável que vá receber uma prioridade mais alta do que a que obteve nos últimos anos, dada a lista de questões prementes de Obama.
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Um ajudante de Dallas e o médico de uma cadeia de Sacramento são pegos e um policial corrupto é preso em Miami.
Em vista de advertências agourentas do deputado federal estadunidense Silvestre Reyes e da delegação legislativa estadual da cidade, a Câmara Municipal de El Paso se retratou da resolução da semana passada que pedia um debate nacional sobre a legalização das drogas. Porém, alguns vereadores não estão nada satisfeitos com a desajeitada ingerência.
Um policial estadual de Washington que foi difamado e despedido porque era um militante franco da reforma da legislação sobre as drogas conseguiu um acordo importante.
O movimento pró-reforma das políticas de drogas não é um monólito e o boato da nomeação de Jim Ramstad, o ex-congressista do Minnesota, alcoólatra em vias de reabilitação e militante da recuperação, mostra onde as fissuras estão. Porém, como um diretor em exercício foi nomeado de dentro das fileiras atuais do ONDCP nesta semana e como o próprio Ramstad deseja um cargo diferente, é possível que seja um exercício intelectual.
O Join Together, o grupo de tratamento e prevenção da toxicomania, se uniu ao polêmico National Center on Addiction and Substance Abuse (CASA, na sigla em inglês).
Três legisladores estaduais do Partido Democrata apresentaram um projeto de lei sobre a descriminalização da maconha no Estado de Washington na quarta-feira.
Os militantes canadenses pró-reforma das políticas de maconha não vão poder lançar mão dos defeitos no programa de maconha medicinal do Canadá para invalidarem a lei geral sobre a maconha – pelo menos não na Colúmbia Britânica.
A presidenta Gloria Arroyo das Filipinas se nomeou secretária antidroga, declarou guerra contra os traficantes de drogas e começou com uma ordem de exames toxicológicos aleatórios com os estudantes do segundo grau. Mas, isso é só o começo.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Outra oportunidade de pressionar Obama em prol da reforma das políticas de drogas”, “Se acha que o álcool deveria ser legal, então você é alcoólatra”, “Reforma da legislação sobre a maconha não é mais desvantagem política, é oportunidade política”, “Policial é despedido por ser a favor de descriminalização da maconha e ele consegue acordo de US$ 815,000”, “Suprema Corte desfere golpezinho contra regra de exclusão”, “Câmara Municipal de El Paso sofre ameaça de cortes de financiamento por propor debate sobre legalização das drogas”, “Furtando-se a perguntas sobre o combate às drogas no change.gov”, “Bush nomeia secretário antidroga interino”, “DEA obstaculiza descaradamente a pesquisa sobre a maconha medicinal”.
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Os militantes pró-reforma das políticas de maconha estiveram tentando reclassificá-la desde 1972 para que não ficasse mais na Classe I. Nesta semana, a DEA indeferiu a última petição de reclassificação, mas isso só cria as condições para as próximas providências. Enquanto isso, outra petição tramita pelo processo burocrático.
Com a violência ligada à proibição do México a pouca distância, na terça-feira, a Câmara Municipal de El Paso aprovou uma resolução que pede um debate nacional sobre a legalização das drogas. Porém, daí o prefeito o vetou. Uma votação de anulação foi agendada para a semana que vem.
Michael Chertoff, ministro da Segurança Nacional dos EUA, vem ficando de olho na fronteira. Agora, revela que tem planos para um “aumento de forças” se a violência ligada à proibição do México se espalhar em direção aos EUA.
Um ex-agente da Patrulha Fronteiriça aceita um acordo, outro agente penitenciário é preso, um mistério é resolvido no Alabama e outro continua no Minnesota.
O Ohio vira no último estado que criminalizou a
Salvia divinorum (e seus consumidores). A proibição entra em vigor em 90 dias.
Dizem que ofereceram o posto de inspetor-geral da saúde dos EUA ao Dr. Sanjay Gupta da CNN. Um editorial de 2006 que escreveu para a revista Time contra iniciativas de reforma na legislação sobre a maconha nas urnas em dois estados indica que Gupta pode não ser uma boa notícia para a reforma das políticas de drogas.
A Suprema Corte do Arizona vai decidir se há um direito religioso a consumir e portar maconha.
Exames toxicológicos no xadrez? Só pode ser brincadeira. Isso é o que os jogadores estão pensando, mas a federação de xadrez é seriíssima e agora se vê em uma pequena encrenca.
Ultimamente, os traficantes de cocaína sul-americanos que se dirigem aos lucrativos mercados europeus transformaram a África Ocidental em parada predileta. Agora, os agentes antidrogas estão no encalço deles.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos que se passaram.
“Quais são os piores argumentos contra a legalização das drogas?”, “Prossegue debate sobre combate às drogas em El Paso”, “Se o combate às drogas é tão ótimo, por que não querem falar dele?”, “Em essência, o combate às drogas é um programa de emprego para criminosos”, “Metrô ameaça processar a Flex Your Rights, ACLU defende”, “Inspetor-geral da saúde de Obama odeia a maconha (mas apóia mais ou menos o consumo medicinal)”, “A High Times deveria me dar um emprego”, “Os cartéis estão ficando mais poderosos do que o governo”, “O combate às drogas só causa a violência. Não consegue criar a paz”.
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Enquanto nos despedimos de 2008, vale a pena dar um tempo para lembrar os artigos mais importantes das políticas de drogas do ano. Sem dúvida, é uma salada, mas é melhor do que o que aconteceu nos últimos anos. Depois deste artigo há outro que olha para frente em direção a 2009 – que também será provavelmente uma salada, mas com mais sinais de vida para trazer esperança aos reformadores das políticas de drogas.
Será que 2009 vai ser um feliz Ano-Novo de mudanças positivas nas políticas de drogas? Aqui, examinamos o que pode – ou não – acontecer e também algumas questões que amadurecem e não vão sumir, não.
Ano novo, a mesma coisa de sempre. Outro carcereiro se corrompe, outro ajudante tem problema e há um conto lúgubre vindo do Tennessee que envolve policiais, médicos, armas e comprimidos.
A maconha está descriminalizada no Massachusetts a partir de hoje. O haxixe também.
Há anos que Don Christen bate de frente com as autoridades do Maine pela maconha. Agora, acabou de conseguir uma vitória de suma importância na Justiça.
O conselho escolar da Comarca de Kanawha na Virgínia Ocidental queria submeter os professores a exames toxicológicos aleatórios sem necessidade de suspeita, mas uma coisinha chamada a Constituição dos EUA serviu de obstáculo a isso.
Passaram-se pouco mais de seis meses desde que Rachel Hoffman, traficante social de maconha, foi intimidada a virar cagüete e a mandaram comprar cocaína e armas dos homens que a mataram. Agora, a família dele está processando a Polícia de Tallahassee e está tentando conseguir uma lei para proteger outras vítimas jovens do policiamento predatório.
Segundo a jurisprudência e diretrizes existentes, agora as pessoas podem cultivar até cinco plantas de maconha sem temor de acionamento na Holanda. Agora, m tribunal decidiu que, seja qual for o tamanho da colheita, se cinco plantas ou menos forem cultivadas, tudo bem.
O governo peruano conseguiu derrotar os insurgentes sanguinários do Sendeiro Luminoso no início dos anos 1990. Agora, os lucros da proibição estão ajudando a ressuscitá-lo.
“Outra operação antidroga malograda: Policiais baleados, confundidos com ladrões, nenhuma droga é encontrada”, “Consertar nosso sistema de justiça penal não é suicídio político. Parem de dizer isso.”, “Procurador-geral do Arizona fala sobre a legalização da maconha”, “Um jeito fácil de fazer uma pergunta a Obama sobre a reforma das políticas de drogas”, “
Merry(juana) Christmas! (vídeo de Colbert/Willie Nelson)”, “Bush apóia grupo de redução de danos… mais ou menos”, “A redução de danos e a gafe diplomática de Allan no último dia da Conferência da ONU sobre o Tratamento da Toxicomania em Viena”.
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O Centro Nacional de Informação sobre as Drogas (NDIC, na sigla em inglês) publicou sua Avaliação Nacional da Ameaça das Drogas de 2009. Se os autores lessem as próprias palavras deles, reparariam que expõem um argumento forte para acabar com a proibição das drogas.
Na segunda-feira, um comitê de Nova Jérsei aprovou um projeto sobre a maconha medicinal e o encaminhou ao Senado para votação.
O tráfego em nosso sítio continua crescendo cada vez mais, mas isso é só uma das coisas que estamos fazendo. Por favor, faça uma generosa doação antes do fim do ano para apoiar nossos programas em 2009.
Dois policiais são presos no Novo México e um na Califórnia.
O
Buckeye State está prestes a virar o último a proibir a
Salvia divinorum.
A filial da ACLU na Alta Califórnia entrou com uma ação na Justiça que impugna a política recém-expandida de exames toxicológicos com estudantes do distrito escolar da Comarca de Shasta.
Um dos maiores bancos da Holanda lava as mãos do negócio da maconha e diz que vai cancelar as contas dos donos de cafeterias porque é a coisa responsável a se fazer.
Há planos em andamento nas Ilhas Britânicas para submeter “usuários de drogas problemáticos” a tratamento e introduzi-los no mercado de trabalho, mas o governo vai ter de fazer mais, diz um novo relatório.
Graças a algumas apreensões bastante divulgadas, apesar de níveis minúsculos de consumo, a maconha está causando inquietação no Japão. A retórica será familiar e provoca a pergunta: Será que é hora de haver uma NORML Nippon?
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
Ajude a construir o movimento e informar o pessoal publicando um
banner da StoptheDrugWar.org em sua página na Internet!
“Será que sou um
hippie que não entende a política?”, “O afã de lucro para prender consumidores de maconha”, “O segundo dia da Reunião sobre o Tratamento da Toxicomania da ONU em Viena: O dia da lavagem cerebral como na Laranja Mecânica”, “Atirar contra inocentes em aviões não vai ganhar o combate às drogas”, “O primeiro dia na Reunião sobre o Tratamento da Toxicomania na ONU – Um pouco mais interessante do que o esperado”, “Quando se trata de legislação sobre a maconha, página de Obama deveria se chamar mesmo.gov”, “Formandos do segundo grau estão consumindo um monte de LSD este ano”, “Mais sobre o caso Ryan Frederick”, “Projeto de Nova Jérsei sobre maconha medicinal recebe votação favorável em comitê”, “Por que você deveria se importar com a reunião antidroga da ONU desta semana?”, “O verdadeiro motivo por que Obama não é a favor da legalização da maconha”, “Fazer valer seus direitos não quer dizer que você vai se safar de alguma coisa”.
A StoptheDrugWar.org (DRCNet, na sigla em inglês) procura voluntários na região de DC para nos ajudarem com nossa pugna por filiados; e de todos os lugares para nos ajudarem com um projeto de redação a partir do mês que vem.
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Informes recentes da Holanda passaram a impressão de que as cafeterias estão sob pressão e que até podem ser fechadas. Não acreditem neles.
O conselho escolar de Kanawha na Virgínia Ocidental quer levar a cabo exames toxicológicos aleatórios com professores. Porém, isso é exagerar a lei e nem os sindicatos dos professores nem a ACLU vão deixar que isso aconteça sem lutarem.
A StoptheDrugWar.org (DRCNet, na sigla em inglês) procura doações dedutíveis a nossos programas de conscientização especialmente nossa página na Internet, na qual o número de leitores continua aumentando mais e mais.
A StoptheDrugWar.org (DRCNet, na sigla em inglês) é uma organização apartidária e nenhum candidato de grande partido à presidência dos EUA foi suficientemente a favor de nossa missão para que isto mude. No entanto, os pontos de vista expressados nos livros, discursos e aparições de campanha do presidente eleito Obama são positivos em sua maioria e a promulgação deles faria uma enorme diferença nas políticas de drogas e ajudaria milhares de pessoas. Precisamos de sua ajuda e participação para travarmos esta importante luta nesta época de oportunidade.
Policiais sodomizadores FDPs de Nova Iorque são indiciados, um agente da Secretaria da Saúde de Nova Iorque se mete em encrenca, assim como um agente da Polícia Estadual do Michigan e um agente penitenciário do Texas, e Rod Blagojevich não é o único corrupto em Chicago, não.
Christine Korbe, uma dona de casa da Pensilvânia, ouviu o que acreditou serem ladrões que invadiam a casa dela na madrugada do dia 19 de novembro. Ela abriu fogo de uma escada e atirou contra um agente do FBI que executava uma ordem de prisão por delitos de drogas contra seu marido antes de ligar para a emergência para denunciar uma invasão de domicílio. Agora, no último exemplo de operações antidrogas excessivamente agressivas que deram errado, o agente do FBI está morto e Korbe responde na Justiça por acusações de assassinato.
Depois que agentes antidrogas de Atlanta mataram Kathryn Johnston, 92, a tiros em uma operação antidroga que deu errado, funcionários municipais procuraram apaziguar a indignação e o receio do público criando um Conselho de Fiscalização Civil para investigar os abusos. Agora, os policiais estão tentando destruí-lo.
Os estadunidenses podem estar certos de que o país deles se mantém no papel de principal encarcerador do mundo. De acordo com um novo relatório da Agência de Estatísticas da Justiça dos EUA, conta-se com um recorde histórico de 2.3 milhões de pessoas atrás das grades, inclusive mais de meio milhão de infratores da legislação antidroga.
O Projeto Metanfetamina do Montana, com suas imagens assustadoras explícitas das conseqüências de consumir a droga “só uma vez”, tem sido bastante divulgado como um trabalho bem-sucedido de prevenção. Calma lá, dizem os pesquisadores que revisaram os resultados.
O saldo de vítimas na guerra do México por causa da proibição ultrapassou os 5.000 neste ano, o que o transforma em uma cifra comparável com a das mortandades das guerras no Iraque e no Afeganistão.
A agência alemã que regula a medicina emitiu uma autorização exclusiva a uma empresa belga para que importe e distribua maconha medicinal a um punhado de pacientes que conseguiram ficar isentos da legislação antidroga do país. O broto deve estar nas farmácias no mês que vem.
O pessoal tem cultivado cânabis há séculos nas Montanhas do Rif do Marrocos e o haxixe marroquino tem sido um sucesso na Europa há décadas. Agora, após cinco anos de tentativas de suprimir o cultivo, a discussão sobre a possível legalização chegou à mídia por lá.
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Os acontecimentos e citações de nota dos eventos de políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Você pode ajudar a encorajar Obama a responder perguntas sobre nossas políticas de maconha”, “DEA diz que tem política de não prender pacientes de maconha medicinal”, “Sudeste Asiático planeja estar sem drogas até 2015”, “Não consinta com buscas policiais nem responda perguntas comprometedoras”, “Promotor mais malvado dos Estados Unido se nega a entregar o cargo”, “Idosos que cultivam maconha na Albânia”, “Será que os dois lados do combate às drogas podem estar totalmente errados?”, “A descoberta de maconha de 2.700 anos de idade é muito bacana”, “Será que os consumidores de cocaína estão desmatando a floresta tropical?”
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A Lei Seca foi revogada há 75 anos hoje. Haverá lições a aprender e será que vão ser necessários mais 75 anos para acabar com a proibição das drogas?
A Dacota do Sul se distingue ambiguamente por ser o único estado a derrotar uma iniciativa que iria legalizar a maconha medicinal, mas isso não vai deter os militantes por lá. Eles têm um projeto pronto para a Assembléia, tudo de que precisam são alguns patrocinadores.
Imagens da época da Lei Seca – matadores, infratores, ativistas – por cortesia do Museu e Biblioteca Hagley, uma coleção que narra a crônica do empreendimento estadunidense e o legado da família du Pont em Wilmington no Delaware.
A StoptheDrugWar.org (DRCNet, na sigla em inglês) é uma organização apartidária e nenhum candidato de grande partido à presidência dos EUA foi suficientemente a favor de nossa missão para que isto mude. No entanto, os pontos de vista expressados nos livros, discursos e aparições de campanha do presidente eleito Obama são positivos em sua maioria e a promulgação deles faria uma enorme diferença nas políticas de drogas e ajudaria milhares de pessoas. Precisamos de sua ajuda e participação para travarmos esta importante luta nesta época de oportunidade.
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Uma grande apreensão por corrupção em Chicago, uma estória feia do interior de Nova Iorque e um agente antidroga larápio no Michigan, além disso, um ex-chefe de polícia de Schenectady faz um acordo e é preso.
No ano passado, um tribunal de apelações californiano decidiu que as polícias estadual e municipal não precisam impor a legislação federal antidroga. Agora, a Suprema Corte dos EUA recusou a chance de anular esse acórdão.
Uma juíza cruel de DC sentenciou o cadeirante Jonathan Magbie a 10 dias de cadeia por porte de maconha depois de lhe dizer que ia continuar consumindo-a para aliviar seus males. Morreu antes de cumprir a metade da sentença dele e, agora, DC e um hospital da cidade terão de pagar os olhos da cara por seus pecados.
O subúrbio chicaguense de Chicago Heights descriminalizou o porte de maconha.
No domingo, os eleitores na Suíça aprovaram com facilidade a prescrição de heroína a dependentes, mas rejeitaram a legalização da maconha.
Não é mais permitido vender ou cultivar cogumelos mágicos na Holanda.
Mais pessoas foram executadas por delitos de drogas ou condenadas à morte por eles no mês passado. Talvez os cidadãos estadunidenses queiram reparar no envolvimento das Forças Armadas ou de agentes antidrogas dos EUA em dois destes casos.
“DC paga caro depois de deixar que paciente de maconha medicinal morra na prisão”, “Não prender consumidores de maconha é confuso demais para a polícia”, “O debate da maconha medicinal: MPP vs. ONDCP”, “LEAP comemora a revogação da Lei Seca”, “Cocaína contaminada é conseqüência da proibição das drogas”, “Exames toxicológicos aleatórios não vão salvar crianças da heroína”, “Eleitores suíços aprovam prescrições de heroína, mas rejeitam descriminalização da maconha”, “Polícia lança mão de anúncios jornalísticos para recrutar cagüetes”.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
O Marijuana Policy Project procura um auxiliar de comunicação para a sede da organização em Washington, DC.
A StoptheDrugWar.org (DRCNet, na sigla em inglês) procura voluntários na região de DC para nos ajudarem com nossa pugna por filiados; e de todos os lugares para nos ajudarem com um projeto de redação a partir do mês que vem.
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No fim de semana passado, ativistas universitários pró-reforma das políticas de drogas de todo o país – e além – se reuniram em College Park, Maryland, para a 10ª conferência internacional anual do SSDP. Fizeram pressão, ouviram, aprenderam e agora voltam para casa bem energizados para porem em prática as lições que aprenderam.
O sociólogo Peter Moskos, treinado em Harvard, se interessou pela socialização da policia, então entrou na Polícia de Baltimore e ganhou as ruas rudes do Distrito Oriental durante mais de um ano como oficial uniformizado. O livro que escreveu com base em suas experiências é uma jóia esclarecedora.
No início deste mês, escrevemos em busca de apoio aos programas de lóbi da StoptheDrugWar.org (DRCNet, na sigla em inglês) para nos ajudar a exercer pressão sobre o governo Obama e o Congresso dos EUA a respeito de causas caras aos reformadores das políticas de drogas com que o presidente eleito disse concordar. Nesta semana, buscamos doações dedutíveis a nossos programas de conscientização especialmente nossa página na Internet, na qual o número de leitores continua aumentando mais e mais.
Um promotor do Indiana volta a ser pego por práticas suspeitas de apreensão de ativos, um policial estadual do Texas é pego com cocaína, assim com um policial da Carolina do Norte.
Enquanto o mandato dele chega ao fim, o presidente George Bush começou a exercer seu poder de indulto e um punhado de infratores da legislação antidroga se beneficiou.
A Suprema Corte da Califórnia dificultou mais que as pessoas estejam aptas para serem cuidadoras de maconha medicinal. Isso deve empurrar os pacientes para as cooperativas e os dispensários coletivos – exceto nas regiões em que não há nenhum.
A política da maconha holandesa esquenta de novo ao passo que os prefeitos procuram um jeito de resolver o “problema da porta de trás” de suas cafeterias e pessoas no governo conservador querem que os cafés simplesmente sumam.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
Os antecedentes de algumas escolhas fundamentais de Obama – Biden, Emanuel, Holder – no combate às drogas suscitam gemidos e rangidos entre alguns reformadores das políticas de drogas, mas outros dão a entender que é melhor continuar trabalhando em silêncio em prol do progresso do que ficar obcecado com o passado.
Poucos dias depois das eleições nacionais, uns 300 ativistas pró-reforma das políticas de maconha do Colorado não perderam tempo para ir direto ao assunto quando se reuniram em Denver para o Seminário e Acampamento de Reforma das Políticas de Maconha do Colorado.
Na semana passada, escrevemos em busca de apoio aos programas de lóbi da StoptheDrugWar.org (DRCNet, na sigla em inglês) para nos ajudar a exercer pressão sobre o governo Obama e o Congresso dos EUA a respeito de causas caras aos reformadores das políticas de drogas com que o presidente eleito disse concordar. Nesta semana, buscamos doações dedutíveis a nossos programas de conscientização especialmente nossa página na Internet, na qual o número de leitores continua aumentando mais e mais.
Um trio de maus elementos do Arizona, inclusive um funcionário da DARE com um pendor pela agressão sexual, virou notícia nesta semana, enquanto a Cidade de Berwyn no Illinois se meteu em uma encrenca daquela pelo jeito que lançava mão dos fundos da apreensão de ativos.
Quem diria? A descriminalização da maconha está tirando mais de 50% nas pesquisas no Arcansas. No Arcansas!
O Departamento de Veículos Motorizados da Califórnia está tirando as carteiras de motorista dos pacientes consumidores de maconha medicinal por dizer que são “toxicômanos”. Agora, o Americans for Safe Access entrou com uma ação na Justiça para fazê-los parar.
Houve eleições municipais pela Colúmbia Britânica afora no sábado e os reformadores das políticas de drogas continuaram no poder em Vancouver, voltaram à prefeitura em Grand Forks e ganharam uma cadeira na câmara municipal de Victoria.
Embora o conservador governo nacional holandês gostasse de sumir com as cafeterias, os prefeitos dos municípios que as têm discordam. Na verdade, a maioria deles quer que se tolere tanto a produção quanto a venda.
O estado australiano da Nova Gales do Sul se somou a Canadá, China e vários países europeus ao permitir o cultivo de cânhamo industrial. Azar o seu, agricultores estadunidenses.
A conduta britânica para com os consumidores e vendedores de drogas e a reforma das políticas de drogas vai por mau caminho, de acordo com uma nova pesquisa.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
Após oito anos de domínio republicano e a presidência Bush, as políticas de drogas e os reformadores relacionados estão prontos para a mudança. Também têm algumas idéias concretas. Eis uma olhada neles nas perspectivas da mudança em Washington.
O governo Bush se apronta para deixar a cidade e o secretário antidroga John Walters também. Agora, a pergunta é: quem vai substituí-lo? ... e será que deve ser substituído?
Na semana passada, escrevemos em busca de apoio aos programas de lóbi da StoptheDrugWar.org (DRCNet, na sigla em inglês) para nos ajudar a exercer pressão sobre o governo Obama e o Congresso dos EUA a respeito de causas caras aos reformadores das políticas de drogas com que o presidente eleito disse concordar. Nesta semana, buscamos doações dedutíveis a nossos programas de conscientização especialmente nossa página na Internet, na qual o número de leitores continua aumentando mais e mais.
Policiamento desonesto em Oakland e New Haven, outra agente penitenciária é descoberta e um inspetor da Patrulha das Fronteiras dos EUA também, um agente antidroga da Luisiana é capturado por roubo com invasão de domicílio e um policial do Illinois é pego com a boca na botija.
Os réus em casos de delitos de drogas têm o direito constitucional a acarear os analistas que preparam os laudos do instituto de criminalística? Essa era a questão perante a Suprema Corte dos EUA na argüição na segunda-feira.
O Texas é o único estado que presenciou uma tentativa de proibir a
Salvia divinorum com um projeto de lei apresentado nesta semana. Outro projeto limitaria sua venda a adultos, mas não é o que recebe a atenção.
As pessoas pegas com cachimbos ou seringas contaminados em Cleveland não responderão mais na Justiça por acusações criminais de porte de drogas – a menos que façam por merecer.
Na quarta-feira, dois aspirantes a agricultor da Dacota do Norte compareceram perante um tribunal de apelações federal para retomarem sua tentativa de tirar o governo federal da frente.
Há cinco anos, o governo tailandês travou uma “guerra contra as drogas” que deixou quase 3.000 mortos em menos de três meses. Agora, declarou uma nova guerra às drogas e os grupos dos direitos humanos estão fazendo advertências.
A câmara baixa do Parlamento tcheco aprovou reformas no Código Penal que descriminalizariam o porte e separariam as drogas “pesadas” e as “leves”.
Os suíços vão votar no dia 30 de novembro para determinar se a maconha vai ser descriminalizada ou não e se vão continuar com os quatro pilares, a atual estratégia do governo para as drogas, com heroína prescritível e tudo.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
O Marijuana Policy Project procura um analista legislativo para que trabalhe em seu Departamento de Políticas Estaduais em Washington e um administrador de campanha para uma vindoura iniciativa eleitoral no Arizona.
A maconha venceu em grande nas eleições da terça-feira. Todas as iniciativas estaduais e municipais nas urnas venceram, e por margens impressionantes, apesar dos melhores esforços de policiais, promotores e do secretário antidroga.
A Proposta 5 [
Proposition 5] da Califórnia foi derrotada, assim como uma iniciativa “dura com a criminalidade”, mas outra caiu nas graças do eleitor do
Golden State. Enquanto isso, iniciativas “duras com a criminalidade” adversas também foram aprovadas no Oregon.
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Outro mau elemento na Polícia de Nova Iorque, uma agente da condicional com um mau hábito e mais agentes penitenciários acabam atrás das grades.
Quem vai substituir o secretario antidroga em um governo Obama? As primeiras especulações se centraram em William Bratton, chefe da Polícia de Los Ângeles, mas ele já se retirou de cogitação.
As novas regras que estipulam quanta maconha medicinal os pacientes do Estado de Washington podem cultivar e portar já estão em vigor.
Passados dez anos, o Students for Sensible Drug Policy está mais forte do que nunca. Por favor, venha a esta conferencia especial e reunião de ex-membros.
Os Estados Unidos gastaram $6 bilhões com o Plano Colômbia desde 1999. A meta era reduzir a produção de coca e cocaína pela metade. Nem sequer chegaram perto, revela um novo relatório do Tribunal de Contas do Governo (GAO, na sigla em inglês) dos EUA.
Na terça-feira, dois dos principais combatentes das drogas do México morreram em um acidente de avião ainda não explicado na Cidade do México. A imprensa mexicana está repleta de especulações de que eles foram assassinados.
As relações já frias entre a Bolívia e os EUA ficaram ainda mais frias neste fim de semana quando o presidente Morales mandou a DEA embora.
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“MSNBC repara em apoio popular à reforma das políticas de maconha”, “Será que Obama vai acabar com as operações contra a maconha medicinal?”, “De olho na nomeação para secretário antidroga: William Bratton diz ‘Não, obrigado’”, “Mandato para a reforma das políticas de maconha”, “A maconha medicinal vence no Michigan”, “Tremenda vitória para a descriminalização da maconha no Massachusetts”, “Secretário antidroga mistura cânabis, cafeína e cartografia com resultados catastróficos”, “Será William Bratton o próximo secretário antidroga?”, “Chefe antidroga do México renuncia em meio a polêmica por corrupção”, “Se você estiver na Califórnia, seja a favor do tratamento em vez de prisão para delitos de drogas”, “Se estiver no Michigan, seja a favor da maconha medicinal”, “Se você estiver no Massachusetts, seja a favor da descriminalização da maconha”.
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Visite a nossa página todo dia para ver uma contagem corrente dos eventos que acontecerão em breve e mais.
A poucos dias das eleições, reimprimimos nossa resenha de quatro semanas atrás sobre as iniciativas pró-reforma das políticas de drogas e das penas que vão a votação em vários estados diferentes.
"
Prince of Pot: The US v. Marc Emery" é o novo documentário sobre o ativista pró-maconha mais famoso do Canadá. Resenhamo-lo nesta semana.
A Lei de Tributação da Cânabis do Oregon vai ter de voltar à estaca zero. Os organizadores da iniciativa suspenderam a coleta de assinaturas frente ao fraco apoio nas primeiras pesquisas.
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Um policial oferece propinas, outro as aceita, dois policiais pegam drogas e dinheiro. Mais uma semana no combate às drogas.
“
Dying to Get High” [Morrendo para ficar chapado] dos sociólogos Wendy Chapkis e Richard Webb é uma obra inovadora que proporciona um retrato minucioso de um dos coletivos pró-maconha medicinal mais famosos do país.
Inundadas de usuários de maconha provenientes de países vizinhos mais repressivos, os prefeitos de algumas cidades fronteiriças holandesas estão fechando todas as suas cafeterias canábicas. Outros prefeitos procuram uma solução melhor.
Será que a produção afegã de ópio caiu 6% ou 31% neste ano? Os Estados Unidos e a ONU discordam, mas isso pode ser um ponto questionável quando o Talibã conta com um tremendo estoque que pode ser transformado facilmente em reservas de guerra.
O presidente da Comissão de Governo da Assembléia Legislativa do Distrito Federal do México apresentou uma lei que descriminalizaria o porte de pequenas quantidades de maconha e estipularia a instauração de negócios para vender pequenas quantidades.
O secretário antidroga John Walters é a favor do plano de descriminalização das drogas do México?! Ele disse isso na última sexta-feira, mas pode ser que as aparências estejam enganando.
Washington e Bogotá estiveram falando de melhorias na situação dos direitos humanos na Colômbia. Porém, ainda há muito com o que se preocupar profundamente, disse a Anistia Internacional em um relatório nesta semana.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“A Flex Your Rights protesta contra buscas aleatórias em DC”, “Telemarqueteiros se negam a fazer ataques contra Obama por ser ‘indulgente com a criminalidade’”, “O secretário antidroga não consegue parar de entrar em pânico pela maconha medicinal”, “O argumento perfeito a favor da maconha medicinal no Michigan”, “A corrupção nos altos escalões do combate às drogas mexicano”, “Boatos de agressão da Polícia de Nova Iorque contra suspeito de delito por maconha”, “As buscas aleatórias na capital de nosso país”, “$5 milhões para pegar um traficante de drogas?”, “Será que a violência do combate às drogas do México vai chegar aos EUA?”, “‘Economicamente, nossas políticas de justiça penal estão nos degolando’”.
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No momento, todos estão com os olhos fixos no dia 04 de novembro, mas grupos reformadores das políticas de drogas de destaque já olham para o futuro em 2010 e além.
A National Organization for the Reform of Marijuana Laws (NORML, na sigla em inglês) celebrou sua 37ª conferência nacional anual em Berkeley na Califórnia. Eis aqui um informe.
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Obrigado aos muitos leitores da
Crônica da Guerra Contra as Drogas que nos enviaram seus retornos. Eis o que alguns de vocês nos disseram.
“
Dying to Get High” [Morrendo para ficar chapado] dos sociólogos Wendy Chapkis e Richard Webb é uma obra inovadora que proporciona um retrato minucioso de um dos coletivos pró-maconha medicinal mais famosos do país.
Policiais que traficam drogas, policiais que roubam dinheiro. É a mesmíssima cantilena de sempre.
A menos de duas semanas do dia das eleições, o secretário antidroga e o sindicato dos agentes penitenciários da Califórnia tentam derrotar a inovadora Lei de Reabilitação do Infrator Não-Violento [
Nonviolent Offender Rehabilitation Act (NORA, na sigla em inglês)] que procura substituir a cadeia pelo tratamento.
A Campanha Midiática Nacional Antidroga para os Jovens do secretário antidroga dos EUA é um fracasso caro, descobriu um novo estudo.
Pela segunda vez em três anos, estudantes da Universidade Estadual da Flórida aprovaram uma iniciativa que convoca os administradores a igualar as penas para o porte de maconha e o consumo de álcool entre menores de idade no
campus.
No início deste mês, agentes da DEA revistaram a nu 147 cidadãos chineses que chegavam a Saipan de férias. O governo das Ilhas Marianas do Norte está muito descontente.
Os resultados de pesquisa da Iniciativa Norte-Americana de Manutenção com Opiáceos (NAOMI, na sigla em inglês) estão prontos e os pesquisadores dizem que a manutenção com heroína é segura, eficaz e econômica.
Quatro em cada cinco libras da maconha cultivada nos Países Baixos têm como destino a exportação, diz um alto funcionário da polícia holandesa, e o comércio no mercado negro está gerando tanto crimes de sangue quanto grandes lucros.
O Irã anunciou que não vai executar infratores da legislação antidroga que forem menores de idade. Enquanto isso, continua executando infratores da legislação antidroga que forem adultos.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
Violência no México, Prender ou não pela recaída, O combate ao corte orçamentário, a Guerra à maconha contra os jovens, de Talvi, Newman, Conason e Armentano na Alternet, no Huffington Post e no Salon.
O Marijuana Policy Project está contratando para seis postos empolgantes – um no Arizona, cinco no Nevada – como preparação para uma iniciativa eleitoral em 2012.
“Fumar maconha não te deixa burro, mas gente burra fuma maconha, sim”, “Pais estão usando cães farejadores de drogas contra seus próprios filhos”, “Caramba, quase me esqueci que era a semana do trabalho sem drogas”, “Por que os grupos de pressão das prisões e do álcool são contra o tratamento da toxicomania?”, “Ligação automática de Giuliani ataca Obama por sentenças contra os delitos de drogas”, “O combate às drogas está destruindo o México a olhos vistos”, “Será que a Cidade do México pode virar a próxima Amsterdã?”, “O combate às drogas manda os brancos para o tratamento enquanto os negros pegam crimes”, “Secretário antidroga diz aos cartéis que se rendam ou morram”, “Mais combate às drogas = mais violência”, “Mais provas de que o combate às drogas não protege as crianças”, “DEA empolga alunos com impressionante desfile de combate às drogas”.
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O combate às drogas no Afeganistão está prestes a esquentar. A OTAN concordou em visar a traficantes de drogas e laboratórios de heroína aliados ao Talibã e aos insurgentes da Alcaida e os EUA planejam silenciosamente dispersar soldados estadunidenses com equipes de erradicação da papoula e seus protetores do Exército afegão. A pergunta é: Será que vai dar certo?
A iniciativa de maconha medicinal do Michigan parece pronta para a vitória em novembro, mas agora surgiu uma oposição organizada dos mesmos de sempre e, nesta semana, o secretário antidroga e seus subordinados foram ao estado para tentar descarrilá-la.
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Dying to Get High” [Morrendo para ficar chapado] dos sociólogos Wendy Chapkis e Richard Webb é uma obra inovadora que proporciona um retrato minucioso de um dos coletivos pró-maconha medicinal mais famosos do país.
Mais policiais pilantras na Cidade de Nova Iorque, um xerife texano é preso, uns agentes antidrogas mãos-leves no Ohio, um suposto policial cultivador de maconha na Flórida e, sim, outra empregada de prisão pega por fazer com que os reclusos fiquem chapados.
Pelo quinto ciclo eleitoral consecutivo, os ativistas pró-reforma da legislação sobre a maconha do Massachusetts põem questões locais de políticas públicas nas urnas. Até agora, questões a respeito da descriminalização, da maconha medicinal, do cânhamo industrial e da tributação e regulamentação têm uma seqüência de vitórias de 41-0. Neste ano, são mais quatro sobre a maconha medicinal.
Será que os exames toxicológicos ordenados pelo governo federal dos EUA vão chegar às minas de carvão? A Administração de Saúde e Segurança Mineira os quer, sim, mas os sindicatos, dizem que são desnecessários e inconstitucionais.
Uma ação apresentada por uma mulher de Long Island que foi revistada a nu após ser pega por um talo de maconha – sendo que a revista era observada por policiais masculinos que a comiam com os olhos via vídeo – pode proceder, decidiu um tribunal federal de apelações.
Na semana passada, Antonio Maria Costa, diretor do UNODC, veio com uns antigos argumentos cansados na Cidade do México enquanto fazia advertências sobre “as drogas e o crime”, mas ignorou o papel da proibição em favorecê-los.
A partir do dia 26 de janeiro, a maconha será reclassificada como droga mais nociva na Grã-Bretanha. Os infratores primários por porte ainda vão receber advertências, mas uma segunda infração acarretará uma multa e uma terceira resultará em prisão. Há uma brecha na lei, mas ainda é um retrocesso para Albion.
A Human Rights Watch publicou um novo relatório que acusa que milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem desnecessariamente de dores intratáveis e a legislação internacional sobre a fiscalização das drogas faz parte do problema.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Estudo: Campanha publicitária antidroga bilionária do secretário antidroga é um fracasso”, “Outro fracasso total do secretário antidroga”, “Legalizar a maconha impediria que cultivadores destruíssem nossas florestas”, “Policial antidroga admite que sua carreira foi construída em torno a mentiras e condenações ilegítimas”, “Policial rouba dinheiro de pacientes idosos de maconha medicinal”, “Mísseis guiados por
laser não são a resposta”, “Alerta de viagem: México é inseguro graças à guerra contra as drogas”.
O Marijuana Policy Project tem vagas em Los Ângeles e Las Vegas.
A Assessoria da Fair Sentencing of Children, uma coalizão de organizações que trabalha para acabar com a condenação de menores à prisão perpétua sem a possibilidade de condicional nos Estados Unidos, está contratando.
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A reforma das políticas de drogas não foi um tema importante na campanha presidencial, mas há diferenças entre os candidatos dos grandes partidos – e diferenças muito maiores entre eles e um trio de candidatos de partidos nanicos com propostas radicais concretas a respeito das políticas de drogas. Em quem é bom votar?
Em 2002, o Gabinete de Política Nacional de Fiscalização das Drogas (ONDCP, na sigla em inglês) estabeleceu metas para reduzir o consumo de maconha em específico e o de drogas em geral. Apesar da manipulação astuta dos números, o ONDCP fracassou no que se propôs a fazer, mas conseguiu levar milhares de fumantes de maconha a um tratamento de que não precisavam.
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Um policial do Wyoming é sentenciado por roubar a droga de treinamento de seu pai adestrador de cães policiais, um promotor no Indiana está em uma situação difícil pelo seqüestro de ativos e outro agente penitenciário é preso.
Incitados por vídeos no YouTube e relatórios de aumento no consumo, um projeto que proibiria a
Salvia divinorum foi aprovado na Câmara dos Deputados do Massachusetts.
Há uma década, os eleitores de Washington aprovaram uma lei sobre a maconha medicinal. Agora, a Secretaria da Saúde estadual instaurou os limites quantitativos.
As relações entre EUA e Bolívia continuam piorando. No fim da semana passada, a Bolívia proibiu que aviões de reconhecimento da DEA sobrevoassem o país, e, no sábado, o presidente Morales desdenhou as políticas de drogas estadunidenses.
Os trabalhos do governo peruano para tomar medidas enérgicas contra os cocaleiros em algumas partes do país estão fazendo com que entrem em áreas indígenas na selva central peruana. Os habitantes da região não estão gostando nada disso.
Em dois casos diferentes, os tribunais malaios sentenciaram três homens à morte por traficarem menos de 900 gramas de maconha. Enquanto isso, as execuções de infratores da legislação antidroga continuam depressa no Oriente Médio.
Na Holanda, os juízes são a favor de legalizar a maconha por pouco, de acordo com uma nova pesquisa.
Os exames toxicológicos infringem a privacidade pessoal. Agora, ficou comprovado que pelo menos um
kit para exames toxicológicos bastante utilizado é um golpe também.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
Falta um mês para o dia das eleições. Eis um detalhamento das iniciativas sobre a reforma das políticas de drogas e as sentenças (nem todas são boas) em várias eleições estaduais e municipais no dia 04 de novembro.
Neste mês, os canadenses vão às urnas nas eleições nacionais, mas falou-se pouco da reforma das políticas de drogas e dois candidatos parlamentares pró-reforma foram forçados a sair da votação depois que surgiram vídeo no YouTube em que apareciam consumindo drogas.
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O policiamento corrupto cobre o terreno inteiro nesta semana: de um ex-chefe de polícia preso por traficar drogas, um policial pego por agir como intermediário em um esquema de suborno e uns policiais mentirosos investigados por um juiz federal a uma quadrilha de detetives pilantras que custam ao empregador deles um bom acordo e outro policial velhaco que tem estado foragido da Justiça durante os últimos cinco anos.
Uma pesquisa publicada na quinta-feira descobriu que 76% dos possíveis eleitores acham que o combate às drogas está fracassando e 27% dizem que a solução é legalizar algumas drogas.
Weldon Angelos, um traficante de maconha de Salt Lake City, pegou 55 anos de prisão porque portava uma arma durante duas transações e mais em casa. Agora, na esteira de uma decisão recente da Suprema Corte dos EUA sobre a 2ª Emenda, um grupo de advogados apresenta uma nova apelação.
As maiores reformas condenatórias em anos foram sancionadas na semana passada por Ed Rendell, governador da Pensilvânia, mas o assassinato de um policial por um prisioneiro sob condicional agora bloqueia todas as solturas sob condicional.
O governador Arnold Schwarzenegger (R) da Califórnia vetou um projeto que teria proporcionado proteção ao emprego para pacientes de maconha medicinal.
Um legislador estadual republicano do Idaho ameaça apresentar um projeto de lei sobre a maconha medicinal na próxima sessão. Isso faria com que o estado estivesse em conformidade com os vizinhos Washington, Oregon, Nevada e Montana.
Como parte de um pacote de medidas de segurança com vistas a combater os poderosos cartéis do narcotráfico de seu país, nesta semana, o presidente mexicano Felipe Calderón tomou providências para descriminalizar o porte de drogas.
Um grupo de estudos britânico sobre as políticas de drogas publicou um relatório que diz que a maconha é menos nociva do que o álcool ou o tabaco e que deveria ser regulada, não proibida.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Mark Souder vs. A nova política do combate às drogas”, “Calvina Fay vs. A nova política do combate às drogas”, “Nova pesquisa: Democratas e republicanos concordam que o combate às drogas é um fracasso”, “Polícia descobre maiores plantas de maconha do mundo”, “O plano de resgate do combate às drogas”, “Polícia defende o direito a estrangular suspeitos por delitos de maconha”, “Operações da SWAT visam a inocentes com freqüência”, “Prendem paciente de congestão nasal por comprar remédios demais para o resfriado”, “Quando a polícia confunde chocolate com haxixe…”.
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Hoje em dia, parece que alguns juízes acham que os advogados sabem mais medicina do que os médicos e que os cães farejadores de drogas têm percepção extra-sensorial. Conviria mais aos juízes ser mais perspicazes e, com a saúde e liberdade das em risco, eles não têm desculpa para não se saírem melhor.
Desatado por dois pareceres da Suprema Corte dos EUA, o governo Bush esteve pressionando por exames toxicológicos aleatórios sem necessidade de suspeita com estudantes. Esteve tendo um pouco de sucesso, mas também engendrou um vigoroso movimento de oposição.
Nesta semana, a Families Against Mandatory Minimums lançou dados de uma pesquisa que mostram níveis surpreendentes de apoio à reforma de nossa estrutura de sentenças mínimas obrigatórias duríssimas.
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De um litoral ao outro, policiais, agentes penitenciários e funcionários dos tribunais se corrompem. Nesta semana, além da galeria de pilantras de costume com policiais corruptos, temos um toxicômano também.
O emprego de cães farejadores de drogas para vasculhar veículos durante batidas de trânsito está se transformando em uma prática cada vez mais popular para a polícia. Mas, agora, alguns advogados floridenses estão impugnando a confiabilidade dos cachorros porque alguns demonstraram alertar constantemente em carros – mesmo quando não há drogas lá dentro.
Ao condenar um paciente consumidor de maconha medicinal adequadamente certificado por cultivo, uma juíza do Estado de Washington decidiu que é médica, não só advogada.
Os fuzileiros navais em Okinawa e uma esquadrilha da Aeronáutica dos EUA na Inglaterra proibiram a
Salvia divinorum. Não são as primeiras bases militares que tomam providências contra o alucinógeno legal.
Os altos níveis da violência ligada à proibição do México estão surtindo um grave efeito sobre a confiança do público ao sul da fronteira com os EUA. Mas, também deixam os mexicanos mais suscetíveis de pensar na legalização, de acordo com uma nova pesquisa.
A Holanda proibiu fumar tabaco em lugares públicos, inclusive em cafeterias, a partir do dia 1º de julho. Agora, citou-se um amsterdamês que não conseguiu interromper seu hábito de misturar tabaco em seus baseados.
O Cossovo conseguiu sua independência da Sérvia depois de uma intervenção dos EUA e da OTAN em 1999. Agora, se vangloria da droga mais barata nos Bálcãs.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
A Criminal Justice Policy Foundation (CJPF, na sigla em inglês) procura um gerente de programa de meio período para que trabalhe diretamente com seu presidente no centro de Silver Spring, MD.
“Pesquisa mostra bastante apoio à legalização das drogas no México”, “Desavença por Rachel Hoffman: Um policial despedido, outros repreendidos”, “Policiais matam cachorro muito pequeninho e afirmam que os ameaçou”, “Novos desdobramentos no caso Ryan Frederick”, “Imbecil propõe longa sentença de prisão para George Michael”, “Despedem policial por aplicar chave em pescoço de suspeito de por maconha”, “A sálvia é potente, mas será perigosa?”, “A postura contraditória de Obama a respeito do combate às drogas”, “Outro sinal de que a legislação sobre a maconha medicinal está dando certo”.
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O Relatório Uniforme sobre a Criminalidade [
Uniform Crime Report] do FBI de todos os anos foi lançado. Os crimes graves estão em baixa. Na verdade, as detenções por maconha subiram 5% para mais de 872.000 – quase 90% deles por simples porte.
Em seu ato anual de soberba diplomática, nesta semana o governo dos EUA publicou sua lista dos “grandes” países produtores e traficantes de drogas. Determinou-se que somente três deles – todos inimigos políticos de Washington – deixaram a desejar.
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Um agente de polícia texano e fiscais da liberdade vigiada/condicional no Massachusetts e na Carolina do Norte estão em evidência nesta semana.
O governo deve obter um mandado de busca fundado em causa provável antes de forçar prestadores de serviços sem fio a divulgar informações sobre o histórico das localizações dos telefones celulares, decidiu um tribunal de distrito federal que via um caso de tráfico.
A polícia brasileira é assassina, tanto no horário de trabalho quanto nas horas de folga, de acordo com um novo relatório do Relator Especial da ONU sobre execuções extrajudiciais, sumárias e arbitrárias.
A assessoria da Grã-Bretanha sobre políticas de drogas está prestes a levar a cabo uma revisão da classificação do êxtase enquanto droga de Classe A, a classificação mais grave. A medida acontece depois de vários relatórios que dizem que o popular estimulante deveria ser rebaixado de categoria.
A Holanda pode ser famosa por cafeterias canábicas, mas o cultivo de maconha continua sendo ilegal – a menos que você seja um paciente que possa demonstrar uma necessidade médica, decidiu a Suprema Corte holandesa.
A maconha tem sido utilizada na medicina aiurvédica no sul da Ásia durante milhares de anos. Agora, as autoridades no Sri Lanka procuram autorizar hortas para abastecer a demanda aiurvédica.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Estudo: Descriminalizar a maconha não aumenta o consumo”, “Feliz Dia da Constituição!”, “Secretário antidroga com vergonha pelos índices de prisões por maconha”, “Um novo recorde para as prisões por maconha dos EUA”, “Mark Kleiman vs. ‘Reforma das Políticas de Drogas’”.
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Em novembro, os habitantes da Califórnia vão votar em uma tremenda iniciativa complicada de “tratamento em vez de cadeia” conhecida como Lei de Reabilitação do Infrator Não-Violento [
Nonviolent Offender Rehabilitation Act (NORA, na sigla em inglês)], a qual aparecerá na votação como Proposta 5 [
Proposition 5]. Agora, as linhas de batalha estão se formando.
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Nesta semana, há policiais e agentes penitenciários se metendo em uma encrenca do combate às drogas de um litoral ao outro, de São Diego a Chicago e da Flórida a Maryland.
Eddy Lepp, o ativista californiano pró-maconha medicinal e legalização da maconha, pode pegar uma sentença de 10 anos à prisão perpétua após ser condenado por um júri federal por cultivar mais de 24.000 plantas.
Pronto – Uma iniciativa que transforma os crimes de porte adulto de maconha na menor prioridade da força pública de Fayetteville no Arcansas estará na votação do dia 04 de novembro. Mas, os promotores e funcionários da força pública da região dizem que isso não importa.
É freqüente demais ver os consumidores de maconha tendo problemas com os praticantes de medicina que os consideram nada mais que toxicômanos. Agora, uma vítima de Transtorno por Estresse Pós-Traumático da Virgínia Ocidental processa o médico e a clínica que o dispensaram porque consumia maconha para aliviar seus sintomas.
O presidente mexicano Felipe Calderón apostou sua reputação política em combater os cartéis do tráfico. Agora, com a violência ligada à proibição em patamares recordistas e os crimes de sangue também em alta, procura mais dinheiro para salvar seu legado.
A guerra de palavras de Washington contra a Venezuela por seus trabalhos antiinterceptação de drogas continuou nesta semana, quando John Walters chamou o país de uma “ameaça mundial” porque não coopera com os trabalhos antidrogas estadunidenses.
Um juiz irlandês indeferiu acusações de condução drogada contra um jovem fundamentadas somente na presença de maconha em seu metabolismo. Isso não basta para provar o prejuízo psicomotor, decidiu.
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“Jonathan Caulkins vs. O debate chato sobre o combate às drogas”, “Se a sálvia não é tóxica nem viciante, qual é o argumento para proibi-la?”, “Como consumir drogas sem arruinar nossas vidas”, “Jurados revidam contra guerra à maconha medicinal”, “Fume um baseado, faça com que seu chefe seja despedido”, “Se o combate às drogas fizer sentido para você, nada mais fará”.
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De quando em quando, as autoridades descobrem um túnel com energia elétrica e ar condicionado debaixo de nossa fronteira com o México ou o Canadá, supostamente construído para o contrabando de drogas. Quantos túneis assim falta descobrir? E custa mais de uma operação bem-sucedida de contrabando para custear a construção de um túnel?
Com "
On Speed: The Many Lives of Amphetamine", o historiador da ciência Nicholas Rasmussen escreveu uma história fascinante e esclarecedora do estimulante predileto dos Estados Unidos e o papel das empresas farmacêuticas, a profissão médica e os consumidores em deixar as coisas nessa condição.
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Um policial viciado em analgésicos se mete em encrenca. O mesmo acontece com mais outra guarda de cadeia.
Com a nominação de Sarah Palin como candidata republicana à vice-presidência dos EUA, as duas chapas de grandes partidos incluem agora ex-consumidores de drogas confessos. Mas, há poucos indícios de que qualquer um dos partidos vá fazer algo inovador a respeito da reforma das políticas de drogas.
A Câmara Municipal de Los Ângeles estendeu sua moratória de anos contra os dispensários de maconha medicinal por mais seis meses.
Uma iniciativa de menor prioridade da força pública para os delitos de porte adulto de maconha em Fayetteville no Arcansas parece pronta para a votação de novembro ao passo que os organizadores entregam aproximadamente mais mil assinaturas. Precisavam de 300 válidas.
O SAFER, o grupo reformador das políticas de maconha, acusa a NFL de hipocrisia por uma multa caríssima imposta a um jogador por porte de uma pequena quantidade de maconha enquanto a liga ganha centenas de milhões com anúncios de álcool. Tem uma petição eletrônica que você pode assinar.
Um destacado pesquisador australiano das drogas se atreveu a indicar que os jovens estariam melhor tomando pequenas doses de êxtase do que se embebedando com regularidade e isso provocou gritos de blasfêmia!
O presidente mexicano Felipe Calderón convocou o Exército para que prejudique os cartéis do tráfico de drogas. Mas, com um número crescente de vítimas relacionado com a proibição e a impaciência do público com a delinqüência, suas políticas podem estar prejudicando-o mais.
“Os direitos da vítima na guerra contra as drogas”, “Escolha de Palin transforma maconha medicinal em questão problemática para McCain”, “Polícia faz operação em endereço errado e bate em homem inocente com culatra de escopeta”, “Promotor fica nervoso em caso Ryan Frederick”, “Republicanos prometem continuar com o combate às drogas”, “ÚLTIMAS NOTÍCIAS: Pessoas fumam maconha em concertos a céu aberto”, “Fiança de $20,000 por um comprimido de êxtase”, “De mais quanto apoio público a maconha medicinal precisa mesmo?”.
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Depois de mais de uma década de conflito e confusão pela legislação da Califórnia sobre a maconha medicinal, na segunda-feira, o procurador-geral Jerry Brown baixou uma série de diretrizes para fornecedores de pacientes e policiais no intuito de especificar o que é permissível e o que não é conforme a lei.
Nesta semana, o Escritório da ONU contra as Drogas e o Crime informou que a produção afegã de ópio diminuiu um pouco neste ano. Embora o Ocidente tenha elogiado as descobertas, observadores independentes foram muito menos otimistas.
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Um destacado guerreiro antidroga da Guarda Costeira dos EUA é pego consumindo cocaína, mais o bando de policiais pilantras de costume.
Os eleitores de Washington aprovaram a maconha medicinal há uma década, mas a confusão a respeito do que constitui uma quantidade permissível de remédio e plantas continua. Agora, a Secretaria da Saúde estadual tenta estabelecer regras e os pacientes não estão satisfeitos com o que está propondo.
Há uma década, o Congresso dos EUA impediu que a Cidade de Washington, DC gaste dinheiro para financiar programas de troca de seringas em uma tentativa de retardar a proliferação do HIV/AIDS. Essa proibição foi suspensa no início deste ano e agora o dinheiro está começando a fluir.
Nesta semana, alguém na conferência da Associação Nacional de Agentes Asiáticos das Forças da Ordem não quis que seus integrantes ouvissem policiais antiproibicionistas. A LEAP quer saber quem foi e o porquê.
Na Escócia, a polícia engenhou uma medida enérgica contra a heroína em Dundee só para descobrir que criou uma onda de criminalidade.
Neste mês, o Irã voltou a liderar na execução de infratores da legislação antidroga.
Os australianos demonstraram apoiar bastante a maconha medicinal e medidas de redução de danos em uma sondagem nacional. A legalização da maconha? Nem tanto assim, pelo menos ainda não.
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“De quanto apoio público mais a maconha medicinal precisa mesmo?”, “Novas regras para a maconha medicinal são coisa boa”, “Polícia não consegue identificar maconha da boa”, “‘Quantidade extremamente pequena’ de maconha causa pânico através do Massachusetts”, “Procurador-geral da Califórnia diz à polícia que mantenha a legislação sobre a maconha medicinal”, “Biden é ‘moderado’ em matéria de criminalidade?”, “O péssimo histórico de Joe Biden nas políticas de drogas”.
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Nesta semana na Comarca do Havaí (a “Ilha Grande”), vereadores municipais respeitaram tanto suas bases eleitorais que aprovaram uma iniciativa de reforma na legislação sobre a maconha para a votação apesar da insuficiência de assinaturas. Em Denver, a polícia continua desobedecendo abertamente não uma, mas duas leis parecidas que os eleitores da cidade aprovaram. Por que o chefe de polícia não foi despedido por isso?
Houve um posto de fiscalização antidroga em uma rodovia da Luisiana na semana passada. Só tem um problema: são ilegais. Agora, os policiais municipais estão dando ré furiosamente e afirmando que o posto de fiscalização de segurança nas estradas era legal sim. E os cães farejadores de drogas estavam ali para ajudarem a ler as carteiras de motorista?
O Festival do Cânhamo de Seattle de todo ano, o maior “protestival” pró-maconha do mundo, aconteceu no fim de semana passado. Eis um breve informe.
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Kenneth Rau de Bismarck na Dacota do Norte, o primeiro homem nos EUA preso por porte de
Salvia divinorum, recebeu uma folga na semana passada quando os procuradores despronunciaram a acusação mais grave contra ele. Mas, ainda pode pegar cinco anos de prisão por $32 em folhas de sálvia que comprou no eBay.
Policiais “perdem” dinheiro, policiais proporcionam ajuda a uma quadrilha que traficava maconha, uma segurança em um tribunal revende analgésicos e um agente penitenciário é pego trazendo contrabando. Mais outra semana no combate às drogas.
Uma iniciativa de novembro que descriminalizaria o porte de pequenas quantidades de maconha no Massachusetts obteve 70% de aprovação nas pesquisas.
A Suprema Corte da Califórnia tentará dirimir de uma vez por todas a questão dos limites para o número de plantas ou a quantidade de maconha que os pacientes podem portar.
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A Polônia trata o porte de maconha com severidade, mas isso pode mudar se um movimento em andamento tiver sucesso.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Painel pede menos repressão à maconha durante Convenção Nacional do Partido Democrata”, “Assembléia californiana aprova projeto de direito ao emprego para pacientes consumidores de maconha medicinal”, “Vídeo excelente: O custo humano da proibição da maconha”, “Reitores pedem debate sobre diminuição da idade para beber álcool”, “Puma de estimação provoca prisão de homem por maconha”, “Os 7 melhores momentos de Stephen Colbert sobre as drogas”, “Se for contra a legislação sobre a maconha, mas apoiar outras leis antidrogas, leia isto”, “Ministro da Saúde canadense ataca médicos por apoiar injetórios”.
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Um recente artigo na Time levantou questões importantes sobre a diferença entre a coca e seus consumos legais em contraste com o tráfico internacional de cocaína e os trabalhos para combatê-lo na Bolívia. Infelizmente, o artigo parou por aí e não fez a pergunta lógica seguinte – e necessária com urgência.
Kenneth Rau é a primeira pessoa nos EUA que pode pegar pena de prisão por portar
Salvia divinorum. Os procuradores lhe ofereceram cinco anos de prisão se aceitar um acordo de confissão de culpabilidade. Senão, pode pegar até 20.
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Uma semana difícil para guardas de cadeia e prisão e alguns ajudantes virginianos podem se ver em apuros.
O pessoal que conseguiu anula a inovadora Medida G [
Measure G] da Comarca de Mendocino, que impediu o acionamento de qualquer um que cultivar menos de 25 plantas, se sente encorajada. Agora, tramou um novo ardil para restringi-la mais.
O presidenciável independente Ralph Nader revela uma plataforma sólida de políticas de drogas e sugere que o governo deveria visar aos criminosos empresariais ao invés de infratores da legislação antidroga.
O presidenciável Bob Barr do Partido Libertariano lançou mão da apreensão contra o lar do prefeito de Berwyn Heights em Maryland para fazer uma crítica geral da imposição da legislação antidroga.
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Os quadros da proibição da Grã-Bretanha sofreram uma deserção de alto escalão quando um ex-coordenador de políticas de drogas de Tony Blair passou para o outro lado em um comentário
on-line que despertou bastante atenção da mídia britânica.
Por todo o falatório de parte de funcionários do governo sobre o consumo abusivo de metanfetamina, foi necessário que uma ONG tomasse a medida óbvia de reunir todos aqueles que lidam com o problema para falar disso.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“A guerra contra as drogas em 100 segundos”, “Outro alto funcionário antidroga pede a legalização”, “O último ataque escandaloso de Stephen Colbert contra a maconha medicinal”, “Bob Barr condena operação antidroga violenta que matou cachorros”, “Cartéis mexicanos começaram a seqüestrar estadunidenses”, “O prefeito Calvo diz que operações antidrogas malogradas são banais”, “Emissoras de TV se negam a permitir discussão de legislação sobre a maconha”, “O verdadeiro motivo por que equipes da SWAT matam cachorros e pessoas”, “Desenho animado: Cachorros enquanto prática de tiro ao alvo para equipes da SWAT”.
O Marijuana Policy Project contrata um coordenador de filiação e um auxiliar de filiação para trabalhar no escritório da organização localizada em Washington, DC.
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Nesta semana, procuradores federais estadunidenses conseguiram outra condenação contra um administrador de dispensário de maconha medicinal californiano. É fácil quando a defesa não pode fazer menção da maconha medicinal e isso levanta questões sobre como lidar com agentes municipais da lei que colaboram com os federais para burlar a legislação estadual.
Um sargento da polícia de Lima no Ohio que matou a tiros uma mulher desarmada e feriu seu neném durante uma operação da SWAT foi absolvido de todas as acusações nesta semana. Em todo caso, podia pegar somente oito meses. Porém, esta história não acabou, não – agora, parentes entraram com uma ação de direitos civis na Justiça federal contra a cidade e o atirador.
“
Dying to Get High” [Morrendo para ficar chapado] dos sociólogos Wendy Chapkis e Richard Webb é uma obra inovadora que proporciona um retrato minucioso de um dos coletivos pró-maconha medicinal mais famosos do país.
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Um policial bostoniano é preso por ser pistoleiro de traficantes e um policial da região de Miami e dois guardas de prisão são pegos em um enorme escândalo de fraude ligada ao Oxycontin e à saúde.
Em uma vitória para a lei de maconha medicinal da Califórnia, um tribunal de apelações estadual indeferiu uma impugnação à legislação de parte da Comarca de São Diego. Mas, ainda não acabou. Na terça-feira, a comarca disse que ia recorrer à Suprema Corte do estado.
A Sociedade Nacional de Esclerose Múltipla dos Estados Unidos pede mais pesquisa sobre a maconha medicinal. Embora seja uma medida pela metade de parte da sociedade, é uma medida pela metade para frente.
O Tribunal de Apelações do Arizona indeferiu uma defesa religiosa para consumo e porte de maconha.
Na semana passada, a presidenta da Argentina pediu a descriminalização do porte de drogas, dando seu respaldo a um projeto de lei apresentado no ano passado por seu ministro da Justiça e assentindo implicitamente a uma série de decisões judiciais recentes que despronunciaram castigos contra consumidores de drogas na Argentina.
Ativistas consumidores de drogas entregaram panfletos que pediam a legalização do consumo de drogas em algumas das zonas mais famigeradas e intensas de tráfico de drogas de Jacarta nesta semana. Foi a segunda manifestação de usuários neste verão na Indonésia.
Treinadores da DEA estão no Vietnã neste mês para demonstrar aos vietnamitas como ter um combate às drogas à estadunidense, mas o funcionário da ONU por lá não acha isso muito útil, não.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Uma excelente coluna sobre a proibição da maconha da Reuters”, “Procurador floridense defende Rachel Hoffman e se nega a colaborar com a DEA”, “Após matar seus cachorros, polícia admite que o prefeito Calvo era provavelmente inocente”, “DEA consegue outra condenação contra a maconha medicinal por mentir no tribunal”, “Policiais apreendem carros por delitos menores de drogas”, “Policial absolvido após matar mãe desarmada e atirar contra seu bebê”, “Maconha oferece esperança para o combate ao câncer de cólon”, “Ei, políticos, reformar a legislação sobre a maconha é política esperta”, “Mais vídeos de reformadores das políticas de drogas e seus encontros com o ‘outro lado’ na ONU em Viena neste mês”.
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A polícia comarcã perto de Washington levou maconha ao lar de um prefeito da região, daí mandou uma equipe da SWAT por causa da maconha. Agora, os dois cachorros da família estão mortos. Outro dia no combate às drogas.
Pela primeira vez em décadas, há um projeto de lei sobre a descriminalização da maconha ante o Congresso dos EUA. Ninguém acha que vai ser aprovado neste ano, mas é preciso começar em algum lugar.
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Guardas de prisão são presos como traficantes de cocaína na Luisiana e em Nova Jérsei e dois policiais da Carolina do Norte se confessam culpados de auxiliar o tráfico de cocaína da região.
Outro ano que passa, outro relatório que mostra o perfilamento racial da força pública do Illinois. Agora, grupos dos direitos civis querem que o governador acabe com a política de permitir buscas consentidas de parte de policiais estaduais.
O deputado José Serrano (D-NY) e 25 co-patrocinadores apresentaram um projeto de lei que suspenderia a proibição federal de 20 anos contra o financiamento de programas de troca de seringas.
Embora o Estado de Washington tenha uma lei sobre a maconha medicinal e a Cidade de Seattle um decreto-lei de menor prioridade da força pública, há duas semanas a Polícia de Seattle realizou uma operação contra uma cooperativa de maconha medicinal, apreendendo os prontuários dos pacientes e 344 gramas do remédio. A cooperativa recuperou os prontuários, mas agora a DEA confiscou a maconha.
Uma iniciativa que transformaria os delitos de porte adulto de maconha na menor prioridade da força pública está na fase de recolhimento de assinaturas em Fayetteville no Arkansas.
Dois médicos iranianos de fama internacional como profissionais da redução de danos foram presos pelas autoridades iranianas. Nenhum motivo foi dado, estão retendo-os incomunicáveis e há uma campanha de petição em andamento para conseguir a soltura deles.
O governo boliviano anunciou no fim da semana passada que ia financiar seus próprios esquadrões antidrogas em uma tentativa de reduzir a influência estrangeira (leia-se: EUA) sobre suas políticas para a coca e a cocaína.
Uma destacada comissão britânica independente examinou a guerra contra as drogas do Reino Unido e a achou ineficaz e equivocada.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
O Justice Policy Institute (JPI, na sigla em inglês) procura um diretor-executivo dedicado e experiente para seu escritório em Washington, DC.
A Associação Nacional de Advogados Criminalistas de Defesa (NACDL, na sigla em inglês) contrata um diretor estadual de negócios legislativos para seu escritório em Washington, DC.
“As leis sobre a maconha mataram dois nesta semana”, “Equipe da SWAT mata cachorros de prefeito em operação antidroga malograda”, “Tartaruga cheiradora de drogas acha maconha”, “Mais seis desgraças do combate às drogas”, “Verbas do combate às drogas dos EUA sustentam violações dos direitos humanos no México”, “Já não é ilegal traficar drogas em um submarino?”, “Operação antidroga: Policial atira contra homem e não encontra nada, salvo xarope de codeína”, “Todos deviam conhecer a história de Rachel Hoffman”, “Cidadão interessado lança campanha ‘Droga Traz Morte’”, “O narcotráfico, o empreendedorismo e a proibição das drogas”, “Ô, pilantras, querem saber o que os policiais acham do projeto de descriminalização de Frank (e você?)”.
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Um ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA que travou o combate afegão às drogas foi ao New York Times para fizer por que o fracasso do programa não é culpa dele, mas de todos os demais.
A poucos dias do Rali Motociclista de Sturgis da Dacota do Sul de todo ano, a força pública estadual se prepara par aos viajantes incautos. Eric Sage foi uma de suas vítimas no ano passado. Ele não vai neste ano, mas acabou de entrar com uma ação civil na Justiça pelo ultraje que recebeu.
O deputado Mark Souder (R-IN) fez sua carreira política de ser “duro com as drogas”. Agora, em um ano eleitoral em que a Obamamania já varreu seu distrito, um comitê de ação política recém-formado quer fazê-lo para por isso.
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Recentemente, o diretor-executivo da StoptheDrugWar.org realizou um debate de 25 minutos sobre a legalização das drogas em uma emissora de televisão que transmite para a Europa e o Oriente Médio. Tem vídeo
on-line aqui.
Três casos de policiais desonestos nesta semana e duas situações de abuso na apreensão de ativos em São Luiz e Muncie no Indiana.
No ano passado, professores havaianos concordaram com um contrato trabalhista que incluía os exames toxicológicos aleatórios. Agora, com vistas aos custos e à Constituição, estão criando obstáculos e a governadora republicana não está nada satisfeita.
Se um policial cheirar maconha saindo de um carro, isso não é prova o suficiente para prender todos nele, decidiu a Suprema Corte do Estado de Washington.
Uma pesquisa da Itália indicando que extratos da planta inteira de maconha proporcionam alívio de dores mais eficaz do que componentes isolados da planta deveria ser uma boa notícia para os partidários da maconha medicinal.
O homem que até o mês passado estava encarregado dos trabalhos antidrogas estadunidenses no Afeganistão acusa o governo Karzai de implicação no narcotráfico. Ele também não está satisfeito com os militares estadunidenses e a OTAN.
No Quebec, funcionários da saúde planejam inaugurar um injetódromo em Montreal, daí na Cidade de Quebec e talvez mais.
Agora, a Austrália Meridional criminalizou o porte de luzes de alta intensidade, refletores e qualquer outra coisa que possa ser utilizada para cultivar maconha. Agora é preciso provar que não se ia cultivar maconha para evitar ser processado em vez de o estado ter de provar que se ia.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“A troca de seringas salva vidas. Por que ainda discutimos sobre isso?”, “Um comentário revelador do subsecretário antidroga”, “O combate às drogas não reduz o consumo de drogas. Os consumidores de drogas reduzem o consumo de drogas.”, “Em Nova Orleães, dá para pegar cinco anos de prisão por um baseado”, “Polícia mata cachorro durante operação antidroga e não acha nenhuma droga”, “Barack Obama propõe ‘mudar o modelo’ no combate às drogas”, “Contrabandistas de drogas lançam mão de furacão para encobrimento”, “Destaques no vídeo do Fórum das ONGs sobre políticas de drogas em Viena”.
A
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Reunindo-se em Viena na semana passada, representantes de mais de 300 organizações não-governamentais preocupadas com vários aspectos das políticas de drogas redigiram um documento consensual que pede uma mudança fundamental na fiscalização mundial das drogas.
Dois sociólogos tratam da maconha medicinal e do coletivo Wo/Men’s Access to Medical Marijuana (WAMM, na sigla em inglês) de Santa Cruz na Califórnia. Resenhamos seus esforços e os achamos válidos.
Recentemente, o diretor-executivo da StoptheDrugWar.org realizou um debate de 25 minutos sobre a legalização das drogas em uma emissora de televisão que transmite para a Europa e o Oriente Médio. Tem vídeo
on-line aqui.
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Um policial do norte texano delata para os Zetas, outro da Luisiana recebe um pacote de maconha do México, um guarda de trânsito de Nova Jérsei é pego com quilos de maconha, um policial do Mississipi é pego por roubar do fundo de drogas e um agente antidroga do Ohio é preso por roubar cocaína.
Washington tem uma lei sobre a maconha medicinal e Seattle um decreto-lei de menor prioridade da força pública, mas isso não impediu que policiais de Seattle apreendessem centenas de prontuários de uma cooperativa da cidade.
Não é permitido revistar uma aluna para ver se porta um analgésico ordinário, decidiu o Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA. A única coisa que causa escândalo a respeito deste veredicto é que cinco dos 11 ministros discordaram.
Na Suíça, os eleitores terão uma clara escolha a respeito das políticas de drogas quando forem às urnas no dia 30 de novembro.
O Parlamento austríaco deu um primeiro passo para oferecer maconha medicinal. Um projeto que aprovou permite que uma agência estatal a cultive.
O tribunal superior da Itália reconheceu o consumo religioso de maconha em um caso que envolve um rastafári italiano.
A Indonésia não executara ninguém durante quatro anos enquanto seu tribunal superior ponderava uma impugnação constitucional à pena de morte para infratores da legislação antidroga. Porém, agora essa impugnação acabou, a pena de morte continua, as execuções voltaram a começar e não serão as últimas.
Vender equipamentos utilizados para cultivar maconha não é um crime em si, decidiu um tribunal de apelações britânico.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
O Marijuana Policy Project conta com vagas para administrador de escritório/contador, um diretor de políticas estaduais, um bolsista de filiação e eventos e um estagiário de políticas estaduais em sua sede localizada em Washington, DC.
O Students for Sensible Drug Policy (SSDP) procura um diretor de relacionamento altamente motivado e bem organizado para seu escritório em Washington, DC ou São Francisco para ajudar a fortalecer o movimento estudantil a fim de acabar com a fracassada guerra contra as drogas.
“Militante dos exames toxicológicos é preso por drogas”, “Guerreiros antidrogas estadunidenses interferem em cúpula sobre políticas de drogas em Viena”, “Ex-funcionário acusa secretaria antidroga dos EUA de falsear estatísticas”, “Os opositores da reforma da legislação sobre a maconha não conseguem chegar a um acordo”, “O vínculo entre a legislação sobre as calças caídas e o combate às drogas”, “Procuradores gastam dinheiro confiscado que proveio de drogas em máquina de
margaritas e ganham ‘Melhor
Margarita’ em feira”, “Salvem as crianças, legalizem as drogas”, “Quantos pacientes mesmo??... Bom, eis os nomes, endereços e números dos cartões deles”.
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Outro estudo importante mostrou que as políticas de drogas não afetam os índices de consumo de drogas e já sabemos que o combate às drogas não influi nas vendas. Mas, conhecemos o mal que a proibição faz. Então, de que adianta?
Quem tira partido da proibição das drogas? Com este artigo, iniciamos nossa série ocasional sobre os Interesses Criados da Proibição e começamos com um
establishment da força pública enriquecido com o botim do combate às drogas.
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Policiais em Los Ângeles e Nova Iorque são pegos mentindo sobre apreensões de drogas, dois policiais do Indiana se metem em encrenca, um policial alabamense é preso e, lógico, mais guardas de prisão são pegos.
O secretário estadual do Massachusetts certificou uma iniciativa que descriminalizaria o porte de maconha no
Bay State para as eleições de novembro.
O Oregon já tem descriminalização e maconha medicinal. Agora, alguns ativistas do estado lançaram uma campanha por uma iniciativa para estipular vendas tributadas e reguladas a adultos. Se conseguirem as assinaturas exigidas, a medida estará nas eleições de 2010.
Um grupo de militância pró-pacientes e terapeutas da dor entrou com uma ação que impugna as diretrizes de prescrição de opiáceos promulgadas pelo Estado de Washington.
Normalmente se notam os júris porque observam os desejos da promotoria, mas, no fim de suas vigências, devem lançar relatórios sobre o que experimentaram e recomendações para melhorias. O presidente de um júri georgiano empregou tal oportunidade para pedir a legalização da maconha.
Ao longo dos anos, a Assembléia Legislativa do Texas desenvolveu a reputação de apresentar idéias nada brilhantes, entre outras qualidades desagradáveis. Nesta semana, um legislador texano parecia determinado a levar o prêmio do ano para casa.
No ano passado, o presidente equatoriano Rafael Correa, cujo pai cumprira pena em cadeias estadunidenses por entregar drogas, prometeu soltar centenas de mulas de drogas de pouca gravidade que cumpriam sentenças longas. Agora, o órgão legislativo do país transformou aquela promessa em realidade.
A polícia francesa toma medidas duras contra os condutores drogados e revelou uma nova ferramenta em seus
kits: exames salivares.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Se a polícia não achar nada durante uma operação antidroga, deveria ter que consertar os prejuízos?”, “‘Claro está que não tem LSD, quanto tempo se demora para saber se há maconha em um biscoito com pedacinhos de chocolate?’”, “As empresas farmacêuticas apóiam a proibição da maconha?”, “Polícia se nega a assumir responsabilidade por operação antidroga gorada”, “Polícia descobre maconha mais cara do mundo”, “Integrantes da Camarilha Negra do Congresso dos EUA tentam proibir cigarros de mentol”, “Quase qualquer delito de drogas pode impedir que você vire cidadão ou obtenha uma cédula de residência”.
A Fundação de Pesquisa sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis, uma agência de redução de danos na Cidade de Nova Iorque, está contratando.
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A proibição federal das drogas dos EUA começou com a Lei Harrison sobre os Entorpecentes [
Harrison Narcotics Act] em 1914 – há cerca de um século. Contudo, no ano passado o Talibã conseguiu ganhar cem milhões de dólares com o tráfico de ópio e não há nem sequer uma escola livre de drogas nos EUA. Quando será que a experiência fracassada e não muito nobre vai acabar para que possamos começar a limpar a bagunça que deixou para a gente?
A divisão discente da AMA, a Seção de Estudantes de Medicina, aprovou esmagadoramente uma resolução em favor da maconha medicinal na convenção nacional da AMA no início deste mês. Como o outro grande grupo nacional de estudantes de medicina, a Associação Estadunidense de Estudantes de Medicina, já a apóia, parece que a cânabis terapêutica tem futuro na medicina dos EUA.
Em uma tentativa de derrotar a espreita do traficante icônico nas sombras do pátio, Nova Jérsei foi um de muitos estados que aprovou uma lei de “zona escolar sem drogas”. Agora, a Assembléia estadual aprovou um projeto que será o primeiro passo para desfazê-la.
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Um carcereiro do Ohio, um policial do Connecticut e dois adjuntos floridenses são presos, um policial da Luisiana vai a julgamento, um guarda texano aceita um acordo, assim como um agente texano da Patrulha Fronteiriça dos EUA.
Há duas semanas, informamos a luta pela Medida B [
Measure B] da Comarca de Mendocino, que refrearia as leis liberais de cultivo da comarca. Saíram os resultados: a B ganhou por um triz.
Certos porto-riquenhos famosos pedem a legalização, tributação e regularização da venda de maconha em uma tentativa de reduzir a população prisional e fazer com que suas crianças não se aproximem de elementos desagradáveis.
Os cultivadores de haxixe na ilha grega de Creta emboscaram a polícia no domingo. Também o fizeram no semestre passado. A perseguição volta a entrar em andamento. E, de novo, a mídia grega fala da “Colômbia grega”.
Os sindicatos cocaleiros da região do Chapare na Bolívia disseram à USAID que vá embora. Em troca, procurarão ajuda do venezuelano Hugo Chávez, disseram.
Os EUA e a União Européia ameaçam parar de ajudar a luta do Irã para estancar a maré de ópio e heroína afegãos – heroína destinada não só a repúblicas islâmicas, mas também às veias de consumidores em lugares como Berlim e Londres. Faz parte do ato ousado de pressão com vistas a deter o programa nuclear do Irã.
O Talibã lucra com a proibição. Os insurgentes islâmicos auferiram $100 milhões no ano passando tributando os agricultores de papoulas, disse nesta semana Antonio Maria Costa, diretor do UNODC.
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“Prefeitos do país assumem postura em prol da redução de danos”, “E o vencedor da guerra contra a metanfetamina é... a cocaína”, “Nossas alianças para o combate às drogas na América do Sul estão ruindo”, “Pombas amestradas que contrabandeiam drogas e celulares na prisão”, “Estão testando nosso esgoto para ver se há drogas”, “Don Imus: Crítico do perfilamento racial?”, “A fraca defesa de nossos vergonhosos índices de encarceramento feita por George Will”, “Aumento no cultivo de coca na Colômbia deixa secretário antidrogas da ONU maluco”.
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Na quinta-feira, em uma audiência histórica do Comitê Econômico Conjunto do Congresso dos EUA, o senador Jim Webb (D-VA) começou a discussão no Capitólio sobre os custos econômicos das políticas de drogas estadunidenses.
Um ex-oficial da Marinha e inimigo das drogas convertido em reformador das políticas de drogas é candidato à Câmara dos Deputados Estaduais em Connecticut. Ele pede injetódromos, manutenção com opiáceos, vendas taxadas e regularizadas de maconha e precisa de sua ajuda.
Uma operação da SWAT chicaguense contra um clube social e o assassinato de um proprietário em um reide da SWAT floridense que capturou menos de trinta gramas de maconha são os últimos incidentes a colocar as táticas policiais severas no centro das atenções.
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Problemas no
Hoosier State nesta semana, sendo que alguns policiais de Indianápolis vão para a cadeia por roubarem traficantes de maconha e venderem seus artigos e uma força-tarefa antidroga de Muncie é investigada por suas práticas de seqüestro de bens. Além disso, um carcereiro do Wyoming rouba a maconha escondida com que o pai policial dele treinava seu cão farejador de drogas e um policial do Massachusetts aceita um acordo.
Um homem do Massachusetts pôs uma iniciativa de distribuição de maconha medicinal em votação em Ferndale no Michigan. Está se preparando para receber quando (e se) os votantes aprovarem uma iniciativa de maconha para todo o estado em novembro?
Às vezes, os opositores da maconha medicinal argumentam que permiti-la encorajará as crianças a fumarem erva. Mas, um novo relatório de co-autoria do Dr. Mitch Earleywine, pesquisador da SUNY Albany, descobriu que, na verdade, o consumo de maconha entre adolescentes caiu em estados que têm leis de maconha medicinal e mais consideravelmente do que as médias estadunidenses.
A produção de coca nos Andes esteve em alta no ano passado, informou a ONU nesta semana. O maior aumento percentual aconteceu na Colômbia, onde anos de fumigação com herbicidas financiadas pelos EUA não conseguiram parar os agricultores.
A Comissão de Lei, Constituição e Justiça do Knesset (parlamento) israelense aprovou uma medida que proibiria a venda de narguilés ou cachimbos d’água empregados freqüentemente para fumar maconha. Faltam duas leituras e daí uma votação para virar lei.
O Exército mexicano levou a cabo a Operação Conjunto Chihuahua em março enquanto milhares de efetivos afluíam ao estado fronteiriço mexicano. Como aconteceu em outras partes do México, a chegada dos efetivos foi sucedida por um número crescente de reclamações de direitos humanos.
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“A proibição de fumar na Holanda pode melhorar a qualidade da maconha”, “Policiais antidrogas não deveriam ser remunerados com dinheiro oriundo das drogas, mas o são”, “Aumento em potência da maconha só prova que leis antimaconha fracassaram”, “Por que você não deveria tentar comer sua maconha se for forçado a encostar”, “Governo dos EUA parou pesquisa após descobrir que maconha retardava crescimento de câncer”, “Análise do combate às drogas mexicano: Não está indo bem”.
O Marijuana Policy Project procura um(a) profissional experiente para ocupar o cargo de diretor(a) de políticas estaduais na sede do MPP em Washington, DC. O/a diretor(a) de políticas estaduais administra os trabalhos de base e de pressão direta do MPP em todas as assembléias estaduais.
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Durante os últimos três anos, um grupo seleto de dependentes de heroína em Vancouver e Montreal vem recebendo heroína de qualidade farmacêutica como parte de um programa-piloto de manutenção com heroína. Agora, o programa NAOMI diminui o ritmo, os pesquisadores reúnem seus relatórios e os dependentes voltam às ruas.
A Comarca de Mendocino da Califórnia ficou rica com a maconha, mas os problemas acompanharam a prosperidade. Agora, todos esperam para ver se as eleições ainda indecisas da semana passada quererão dizer que a comarca vai retroceder em suas liberais sobre o cultivo ou não.
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Ocupado, muito ocupado. Agentes fronteiriços são pegos, agentes penitenciários são pegos, mais policiais em apuros e mais investigações de uma promotora que consentiu com perjúrio em Detroit.
O Tribunal de Apelações do Oregon recusou a demissão de um paciente de maconha medicinal, quem não a consumiu no trabalho, dizendo que infringia as leis antidiscriminação do estado.
O ativista veterano Dana Beal da afamada Marcha Mundial da Maconha passou mais de uma semana atrás das grades no Illinois, detido por acusações de lavagem de dinheiro depois que a polícia achou $150,000 em espécie. Mas, saiu sob fiança na quinta-feira depois que a acusação inicial foi indeferida, a qual foi substituída por uma de obstrução da Justiça. O dinheiro ainda está sob custódia.
Nesta semana, foi aprovada a Iniciativa Mérida, o pacote de ajuda antidrogas para o México e a América Central, mas o México resiste aos direitos humanos e demais condições na versão senatorial do projeto. Será que o Senado dos EUA vai sacrificar os direitos humanos ao combate às drogas?
O que pode ter sido a maior apreensão de drogas da história aconteceu no Afeganistão nesta semana. Mas, embora a OTAN afirmasse que desferiu um duro golpe no Talibã, os lucros do haxixe perdido são minúsculos quando comparados com o que o grupo ganha com o tráfico de ópio.
O governo argentino trabalha em uma nova redação de sua legislação sobre as drogas, mas os tribunais não vão esperar os políticos. Em abril, dois tribunais federais em Buenos Aires declararam que as leis contra o porte de drogas eram inconstitucionais e agora mais cortes seguiram o exemplo.
Um instituto de consultoria escocês encarregado pelo Parlamento de descobrir um jeito de reduzir o dano relacionado com as drogas pediu a legalização da maconha, injetódromos e a manutenção com opiáceos.
“Será que John McCain vai evitar fazer uma campanha de mão dura com a criminalidade?”, “Jatos de combate explodem cultivo recordista de maconha”, “Outros dois horríveis desastres em operação antidrogas”, “Oposição recém-descoberta de Bob Barr ao combate às drogas mostra que tudo é possível”, “Vietnã manda que a polícia vença o combate às drogas até agosto”, “Chega de desculpas e vão ver ‘A escuta’”, “O pessoal é preso voluntariamente só para poder vender drogas na cadeia”, “A guerra às drogas é uma guerra contra as comunidades de cor”, “George Bush e a cocaína: Como o presidente poderia salvar seu índice de aprovação”.
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Chegou a temporada dos festivais musicais de verão e com ela os exercícios anuais de imposição da legislação antidrogas voltados contra os freqüentadores e viajantes em geral. Eis aqui alguns conselhos para evitar problemas.
Em uma decisão surpreendente, a Suprema Corte da Colúmbia Britânica sustentou que a legislação federal antidrogas do Canadá é inconstitucional quando aplicada ao injetódromo de Vancouver. Portanto, o local vai permanecer aberto apesar dos desejos do governo Harper.
Um tribunal de apelações brasileiro em São Paulo decidiu que o porte de drogas não é crime. O parecer só se aplica a um caso, porém estabeleceu um precedente importante.
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Uma agente penitenciária do Connecticut é presa, dois inspetores das Alfândegas do Aeroporto JFK também, um agente da Patrulha Fronteiriça do Arizona aceita um acordo e um agente antidrogas do Connecticut vai para a cadeia. Mais uma semana no combate às drogas.
Em janeiro, a Suprema Corte da Califórnia decidiu que os empregadores podiam despedir empregados que tiraram positivo para maconha mesmo se fossem pacientes legais conforme a legislação californiana. Agora, um projeto que desfaria esse parecer foi aprovado pela Assembléia estadual.
Durante 30 anos, os habitantes da Ilha do Havaí suportaram todos os anos as descidas de helicópteros e os reides contra plantações de maconha da “Operação Colheita Verde”. Mas, na semana passada, o governo local disse “não, obrigado” ao financiamento estadual e federal que a sustenta.
Pela segunda vez em menos de um ano, os eleitores em Hailey no Idaho aprovaram um trio de iniciativas municipais de reforma das leis sobre a maconha. Da primeira vez, os funcionários municipais as recusaram. Agora, vão fazer o quê?
Um novo estudo da Drug Policy Alliance descobre que Nova Jérsei gasta mais de $330 milhões ao ano para prender infratores da legislação antidrogas. O estudo acontece enquanto a Assembléia Legislativa estadual pondera o primeiro passinho rumo a reformar suas duras leis de penas para as drogas.
No México, as pessoas estão sendo mortas na violência ligada à proibição a um índice 50% mais alto que o do ano passado. O procurador-geral do México afirma que é um sinal de sucesso no combate às drogas.
“Barbara Kay fala mal dos consumidores de maconha e do movimento reformador”, “Outra atualização de Ryan Frederick”, “McClellan: Bush festejava tanto que não conseguia se lembrar se experimentou cocaína”, “Se o combate às drogas reduz a violência, favor explicar o que está acontecendo no México”, “Alfândegas japonesas escondem 2Kg27g de maconha na bagagem de um passageiro, agora não conseguem achá-los”, “Ryan Frederick é formalmente denunciado por homicídio premeditado”.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
Com o prazo final para solicitações se aproximando depressa, a Drug Policy Alliance tem aproximadamente $1.2 milhão para alocar durante seu ciclo de subvenções Promovendo a Mudança de Políticas de 2008.
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Quase um ano depois que entrou em vigor, o programa de maconha medicinal do Novo México inscreve e proporciona cédulas de identidade a pacientes, mas seus dispositivos inovadores para a produção e distribuição de maconha autorizadas, possuídas e administradas pelo estado estão estagnados no processo regulatório.
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Dos dois extremos do país, há policiais corruptos pegando longas penas e outro agente antidrogas de Atlanta é preso. Enquanto isso, um agente de Imigrações e Alfândegas em São Diego e um guarda de prisão no saliente da Flórida são pegos.
Um agente da DEA ajudou a polícia no Missouri a fazer uns reides à COPS no início deste ano. Havia apenas um problema: Ele não era agente da DEA. Agora, o pessoal preso está entrando com uma ação na Justiça.
Os advogados do Dr. Stephen Schneider, um médico do Kansas indiciado pelos federais por administrar um “moinho de comprimidos”, apresentou uma solicitação que busca a despronúncia do processo e impugna a constitucionalidade da Lei de Substâncias Controladas [
Controlled Substances Act].
Frente a altos níveis de dependência de opiáceos e um número crescente de vítimas da overdose, o Senado do Massachusetts está pensando em financiar dois “centros seguros de tratamento” para consumidores de drogas presos.
Abra alas, máfia siciliana. A máfia calabresa, enriquecida e poderosa com o tráfico de cocaína no mercado negro, é o nova valentona do Europa.
Recentemente, o governo chileno reclassificou a maconha como “droga perigosa” como a heroína ou metanfetamina, mas um senador está reclamando.
O vice-presidente da Colômbia foi a Londres para assistir a eventos relacionados com a nova campanha britânica contra o consumo de cocaína, mas enquanto lá esteve, indicou que talvez a legalização deva fazer parte da discussão.
A Assessoria sobre o Consumo Indébito de Drogas da Grã-Bretanha, a entidade governamental encarregada de estabelecer as políticas de drogas, tem um novo presidente nesta semana e ele disse que quer rebaixar o êxtase para uma classificação menos grave.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
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“A família de Rachel Hoffman lança um pedido urgente de mudança”, “Se escrever editoriais ruins em prol do combate às drogas, vamos encontrá-los e te envergonhar”, “A campanha de Obama responde minhas críticas de sua postura sobre a descriminalização da maconha”, “Informante em mistura fatal entre maconha e bordo é identificado”, “Senador Jim Webb da Virgínia se manifesta contra a legislação sobre a maconha”, “Novo secretário antidrogas britânico é a favor de reduzir penas para o êxtase”, “Secretários antidrogas dizem as coisas mais surpreendentes”, “Dick Morris diz a John McCain que proponha leis mais severas contra a cocaína”, “‘Você não vai querer isto!’”
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Enquanto o Congresso estadunidense começa a tomar providências para aprovar um enorme pacote de ajuda antidrogas visando, sobretudo, aos militares mexicanos, abusos no combate às drogas de parte de soldados provocaram uma grave impugnação.
O tempo está acabando para o InSite de Vancouver, o único injetódromo sancionado oficialmente na América do Norte. O governo conservador do primeiro-ministro canadense Stephen Harper tem até o dia 30 de junho para renovar o programa, de que não gosta, e os defensores do InSite tomam parte em uma grande campanha para garantir seu prosseguimento.
O assassinato de uma estudante da Universidade Estadual da Flórida convertida em informante após ser pega por crimes relacionados com as drogas provocou protestos irados de seus amigos e colegas.
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As provas somem em Galveston, cai um policial ávido de comprimidos no Oklahoma, um policial traficante de comprimidos é pego em Nova Jérsei e outro é preso no Indiana.
Na quarta-feira, o Diretório Nacional Republicano atacou o senador Barack Obama por dar a entender que acabaria com os reides da DEA contra fornecedores de maconha medicinal em estados em que ela é legal. Dado o amplo apoio popular à maconha medicinal, não se sabe ao certo se vai ser uma questão vitoriosa para o Partido Republicano.
Mais de 100 pessoas, inclusive altos comandantes da polícia federal, foram mortas na violência crescente ligada à proibição no México nos últimos dias enquanto os chamados cartéis do narcotráfico revidam contra policiais, soldados e entre si.
O governo conservador do Canadá quer tomar medidas duras contra a maconha, mas não está em sintonia com a população. De acordo com uma nova pesquisa, 53% querem legalizá-la.
Afinal de contas, a nova linha dura contra a maconha indicada na semana passada pelo governo britânico quando reclassificou a erva pode não ser tão dura assim. O Conselho Britânico de Diretrizes Condenatórias diz que as vendas e o cultivo menores devem ser punidos com liberdade vigiada e multas na maior parte dos casos.
A Assembléia Nacional vietnamita está pensando em descriminalizar o porte de drogas. Mas, como a maioria dos consumidores de drogas foi mandada a acampamentos de desintoxicação sob regras administrativas em vez de acusações criminais, pode não causar muito impacto no mundo real.
Dois cidadãos tailandeses foram sentenciados à morte na Malásia por 34 quilogramas de maconha e nove vendedores de drogas condenados vão à forca no Irã.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
Não vão “parar as máquinas”, mas dois novos relatórios da Human Rights Watch e do Sentencing Project proporcionam ainda mais confirmação de que o combate às drogas dos Estados Unidos tem preconceito racial e é travado contra estadunidenses negros.
Em mais de 200 cidades no mundo todo, ativistas celebraram a Marcha Mundial da Maconha no sábado. Mas, em um punhado de cidades, houve problemas com as autoridades que tentaram reprimir as marchas. Eis um informe.
Será que a apreensão de drogas da SDSU vai reduzir a oferta de drogas no
campus no futuro? Os partidários instam a mídia a olhar além da superfície e fazer perguntas cruciais sobre as implicações de longo prazo da operação para o tráfico (ou a falta delas).
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A justiça tardia vem para dois policiais desonestos, um em Dallas e outro em Long Beach.
Os legisladores do Alabama se negaram a proibir a
Salvia divinorum ao permitir que dois projetos de lei foram derrubados nesta semana, mas uma proibição da planta psicodélica entrou em vigor no Kansas.
O deputado John Conyers (D-MI), presidente do Comitê da Câmara sobre o Judiciário dos EUA, mandou à DEA uma carta que cobra explicações de seis reides contra pacientes e fornecedores de maconha medicinal na Califórnia. Também ameaça realizar audiências.
Um político conservador oregonês especializado em iniciativas eleitorais “duras com a criminalidade” desistiu de planos para uma iniciativa que desfaria a Lei de maconha medicinal do Oregon [
Oregon Medical Marijuana Act] – pelo menos para este ano.
O secretário da Justiça texano emitiu um parecer que diz que uma lei aprovada no ano passado para permitir um programa de troca de seringas em San Antonio não protege os trocadores conforme a legislação estadual sobre os apetrechos de consumo de drogas, então o primeiro programa de troca de seringas sancionado oficialmente do
Lone Star State está morto – por enquanto.
Conforme o esperado, na quarta-feira o governo britânico anunciou que ia reclassificar a maconha como droga mais perigosa, aumentando assim, em teoria, as penas máximas de prisão para os fumantes de maconha. Ao fazê-lo, o governo recusou a recomendação de sua própria assessoria de que a maconha permanecesse sendo uma droga de Classe B.
A maconha é um grande negócio na Holanda – uma estimativa conservadora diz que o governo arrecada $600 milhões ao ano em receita fiscal das cafeterias.
O Irã reclama que o Ocidente está ignorando a produção de ópio no Afeganistão e alguns fuzileiros navais estadunidenses respaldam Teerã inadvertidamente.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Policiais antidrogas agridem inocente, atiram 5 vezes nele, daí apresentam falsas acusações”, “Os policiais do combate às drogas do Mississipi: O caso de Cory Maye”, “Primeiro-ministro britânico ignora seus próprios especialistas e aumenta penas para maconha”, “Juiz diz que arma de eletrochoque não pode ser mencionada em autópsias”, “John Conyers exige respostas da DEA por reides contra a maconha medicinal”, “Não use mensagens de texto para anunciar seus preços para a cocaína”, “Homem morre depois que lhe negam um transplante de fígado por consumir maconha medicinal”, “A sangrenta Culiacán”, “Dia Mundial da Maconha, Cidade do México”, “Será que a cobertura da apreensão de drogas na SDSU vai fazer as perguntas cruciais?”, “Maconha: Polícia e especialistas em políticas de drogas do Reino Unido objetam a alarmismo de primeiro-ministro”, “Ninguém está a salvo das equipes da SWAT da proibição das drogas”.
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Culiacán em Sinaloa serve de sede para uma das organizações mais temidas do narcotráfico mexicano, o Cartel de Sinaloa. Nesta semana, também foi sede de uma conferência inovadora sobre alternativas ao combate às drogas. Quando acabou na quarta-feira à noite, policiais, soldados e traficantes faziam das suas nas ruas culiacanenses, deixando dois policiais e dois traficantes mortos e proporcionando intervalos comovedores à conferência.
Timothy Garon, um músico da região de Seattle, faleceu ontem à noite após não receber um transplante necessário do Centro Médico da Universidade de Washington em razão de seu consumo de maconha medicinal.
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Susan LeFevre foi presa no Michigan quando tinha 19 anos por vender pequenas quantidades de heroína. Ela aceitou um acordo de culpabilidade com a esperança de indulgência, mas, pelo contrário, foi sentenciada a pelo menos 10 anos de prisão. Em 1976, pulou o muro e fugiu para a Califórnia, onde tem levado uma vida exemplar desde então. Agora, graças a uma denúncia anônima, ela foi rastreada e encarcerada até a extradição ao Michigan. Será que agora deve cumprir a sentença dela?
O mais alto policial de New Haven é preso, cai um oficial do DARE da Luisiana, um guarda de cadeia na Carolina do Sul é pego cheirando cocaína e um ajudante do xerife de Idaho é capturado roubando dinheiro e drogas.
A Comissão de Penas dos EUA anunciou que as mudanças nas diretrizes condenatórias para a pedra de cocaína seriam retroativas, o que dá aos presos atuais uma chance de redução de sentença. Um mês depois que os prisioneiros começaram a poder se candidatar a reduções, uns 3.000 as receberam.
A Cidade de Nova Iorque descriminalizou o porte de maconha há três décadas mais ou menos, mas os policiais ainda conseguiram prender cerca de 40.000 pessoas por maconha no ano passado e 400.000 na última década.
Os holandeses estão prestes a proibir os cogumelos mágicos. O gabinete aprovou uma proposta e a enviou ao parlamento, onde se espera que seja aprovada.
Em contraste com a Suprema Corte dos EUA, que sustentou que uma cheirada de um cão farejador de drogas não constituía busca, a Suprema Corte canadense decidiu na semana passada que sim e que os registros aleatórios com tais cachorros são inconstitucionais.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
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O Americans for Safe Access busca contratar um coordenador de campo para sua sede em Oakland na Califórnia.
No que provavelmente é a primeira prisão por sálvia nos EUA, um homem da Dacota do Norte interessado em fitoterapia e espiritualidade pode pegar anos de prisão por $32 em folhas de sálvia que comprou no eBay.
Um projeto de lei que legalizaria o consumo medicinal de maconha será apresentado na semana que vem na Câmara dos Deputados do México. É parte dois de um pacote tripartite de reforma da legislação sobre a maconha; um projeto de descriminalização foi introduzido no semestre passado e um acerca do cânhamo industrial está pendente.
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Um xerife pervertido do Oklahoma é indiciado, um agente antidrogas atlantense vai a julgamento, uma guarda de cadeia do Indiana vai para a cadeia, um de Santa Fé não – e um policial que foi notícia aqui há três anos é inocentado.
A Flórida está prestes a virar o próximo estado a proibir a
Salvia divinorum enquanto tal projeto é aprovado pelo Senado estadual e aguarda a sanção do governador.
Um tribunal de apelações argentino decidiu que o simples consumo ou porte de drogas não deveria ser crime e indeferiu milhares de casos pendentes por porte. O tribunal superior do país ainda pode revogar a decisão, mas está em conformidade com a postura do governo argentino.
No geral, o governo iraniano pode ser considerado islâmico intransigente, mas quando se trata do consumo de drogas, está adotando uma abordagem cada vez mais pragmática. Agora, são seringas em máquinas dispensadoras por cinco centavos de dólar.
Tanto a Arábia Saudita quanto o Irã estiveram ocupados executando infratores da legislação antidrogas recentemente, mas agora os saudistas estão sendo criticados pela Síria pelo jeito que tratam os infratores sírios da legislação antidrogas.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Virginia vs. Moore: Mais outro parecer tonto, não uma crise total da 4ª Emenda”, “O presidente viciado em heroína não pôde nos salvar das bombas do Xyzistão”, “Secretário antidrogas cria manual útil para adolescentes sobre onde obter medicamentos receitados”, “Polícia admite humilhação após celebração do 20 de abril na UC Santa Cruz”, “O 20 de abril cresce mais a cada ano que passa”, “Como podemos debater se nem sabem o que significa descriminalização?”, “Um grande parecer sobre a 4ª Emenda no Alasca”, “Cidade do México: Góticos, roqueiros e
hippies, ai, meu Deus!”, “Pressão européia: Turquia deve travar combate às drogas, senão…”, “Maconha: Erva com chumbo é o mais novo desastre relacionado com a proibição”.
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Há muitas conseqüências imprevistas da proibição que ainda têm de ser tiradas à luz e muitos outros danos impossíveis de prever que ainda temos de ver. Nesta semana, ficamos sabendo de outro.
A mania da sálvia continua pelos EUA afora enquanto legisladores estaduais e municipais aprovam leis sem esperar as provas e a Dacota do Norte faz sua primeira prisão de todos os tempos pela planta – um crime.
Como os principais contendores democratas e republicas aderem à corrente dominante, nas políticas de drogas damos uma olhada no que as alternativas têm a dizer. Na semana passada, foram os libertarianos; nesta, é a candidatura do Partido Verde e de Nader.
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Há problemas no instituto de criminalística de Tucson, um policial de uma vila georgiana é pego em flagrante e um ajudante de xerife da Geórgia segue os passos não tão ilustres de seu pai.
Graças ao deputado federal estadunidense Barney Frank (D-MA), há um projeto de descriminalização da maconha sendo considerado pelo Congresso. Ele descriminalizaria até 100 gramas. Mas, não espere que seja aprovado em breve.
Desde o começo da epidemia de HIV/AIDS, mais de 300.000 pessoas – ou 30% de todos os casos – contraíram o vírus através do consumo de drogas injetáveis. A boa notícia é que, em 2006, responderam apenas por 17% dos novos casos; a ruim é que isso quer dizer que 6.000 ainda ficaram doentes com seringas contaminadas.
Ser pego com menos de 28 gramas de maconha custa $100 no Estado do Nebrasca, que a descriminalizou, mas as multas seriam triplicadas conforme uma medida recém-aprovada pela legislatura estadual.
Contrariamente ao que se diz a respeito do consumo de drogas e suas conseqüências, a grande maioria dos consumidores primários não está viciada um ano depois de provar o fruto proibido – não importa qual droga foi.
Como as Olimpíadas vão ser em Pequim em agosto, as autoridades chinesas estão dando início a uma operação para tornar a cidade “livre das drogas” para o evento esportivo.
O apoio à legalização da maconha continua em baixa no Brasil, embora cresça com lentidão, descobriu uma pesquisa recente.
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“Curso básico de combate às drogas: Não deixe que a polícia entre em sua casa”, “Barney Frank apresenta projeto de descriminalização da maconha”, “Caso se meça o progresso no combate às drogas em cadáveres, as coisas vão bem”, “O combate às drogas exacerba praga de mosquitos no Brasil”, “Oportunidade de trabalho: Mate pessoas para um cartel narcotraficante mexicano”, “Oportunidade de trabalho: Cultive maconha para o governo canadense”, “Novo estudo: Maior parte do dinheiro contém resíduos de cocaína”, “Clinton propõe conserto burro em legislação sobre o crack enquanto cria lei burra sobre a metanfetamina”, “Defensores do policiamento paramilitar não sabem o que dizem”, “Façam o favor de queimar os subsídios”, “Primeiro-ministro britânico ignora especialistas e está pronto para aumentar penas para fumantes de maconha”, Phil Smith está “A caminho do México (de novo)”.
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Era uma vez, a absolvição de um júri era a última palavra para um réu que podia ser punido. Graças à “guerra contra as drogas”, isso já não acontece e os réus podem ser punidos por crimes pelos quais nunca foram condenados ou até absolvidos. Às vezes nem é preciso que as acusações passem pelo tribunal.
É hora de alarmismo na Grã-Bretanha nas preliminares para uma reclassificação muito aguardada da maconha como droga mais grave Segmentos da imprensa britânica desempenham um papel particularmente pernicioso.
Os reformadores das políticas de drogas interessados em candidatos que prometam acabar mesmo com o combate às drogas terão que olhar além dos presidenciáveis democratas e republicanos. Nesta semana, examinamos os libertarianos e o debate perene sobre o pragmatismo vs. purismo.
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Um policial pensilvaniano mão-leve faz com que um promotor despronuncie alguns casos de delitos de drogas, um policial traficante de comprimidos do Massachusetts se demite e um agente antidrogas novo-mexicano não-nomeado está sendo investigado por malfeitorias não-declaradas.
Um juiz federal no Wisconsin acrescentou 15 anos à sentença de um homem por uma acusação relacionada à pedra de cocaína, embora um júri o tivesse absolvido por essa acusação. Agora, a Suprema Corte dos EUA se negou a ouvir o caso.
Um projeto de maconha medicinal do Minnesota vai ser votado na Câmara logo, logo. Já foi aprovado pelo Senado no ano passado, então está a apenas uma votação da aprovação, mas o governador republicano ameaça vetá-lo.
Os procuradores federais não tiveram escrúpulos ao se dirigirem à imprensa quando indiciaram o Dr. Steven Schneider de Haysville no Kansas por suas práticas de prescrição de analgésicos. Mas, foram outros 500 quando Schneider e seus aliados quiseram divulgar a versão deles. Agora, os federais procuram uma ordem de mordaça.
Na última batalha em uma luta de décadas entre a polícia iraniana e os entregadores de drogas que cruzam as fronteiras, o Irã afirma ter matado 24 contrabandistas que vinham do Afeganistão.
A violência endêmica relacionada à proibição das drogas que assola o Rio de Janeiro ficou ainda mais sanguinária na semana passada quando a polícia conduziu operações antidrogas que deixaram 14 mortos.
Traficantes mexicanos deram dinheiro para construir igrejas e demais obras públicas em vilarejos pobres, disse o chefe da conferência de bispos mexicanos ao longo do fim de semana. Os colegas dele ficaram horrorizados.
Os juízes na Argélia, no Paquistão e na Síria fulminaram penas de morte contra infratores da legislação antidrogas até este momento do ano, algumas delas por delitos de tráfico de maconha, mas o presidente do Vietnã comutou a execução de um cidadão britânico nascido vietnamita. Seus três cúmplices vietnamitas ainda podem ser executados.
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“Posturas de Clinton e Obama sobre a maconha medicinal não são boas o bastante”, “Bush e o secretário antidrogas querem que você arque com o combate mexicano às drogas”, “Oficiais da SWAT vieram acompanhados de crianças em um reide antidrogas”, “Não dá para vencer o combate às drogas se o álcool for legal”, “Dou permissão para batizar uma variedade de maconha com meu nome” e “Erva
skunk causa surtos de doença do britânico louco”.
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Na Filadélfia, três agências policiais uniram forças para pegar a maior quantidade de cocaína já encontrada lá. Mas, é certo que todo o impacto da apreensão sobre o mercado vai sumir em questão de semanas, se não menos. Deveríamos ficar entusiasmados?
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Na semana passada, a procuradora Kym Worthy da Comarca de Wayne tentava conseguir acusações por perjúrio criminoso contra o prefeito e sua ex-concubina. Nesta semana, sua principal procuradora de combate aos delitos de drogas é acusada de favorecer perjúrio de parte de policiais e um informante em um caso relacionado com as drogas, mas ainda não se fala em nenhuma acusação criminal.
Um policial de Pittsburgo rouba o armário de provas e quatro policiais da Região Metropolitana de Detroit são indiciados por traficarem esteróides, ajudarem uma gangue de motociclistas e mentirem aos federais.
A Suprema Corte do Vermont despronunciou uma condenação por maconha fundada em um sobrevôo sem mandado de um helicóptero militar dizendo que os dispositivos de privacidade da constituição estadual protegem os moradores e “o espaço aéreo acima de suas casas e propriedades”.
De acordo com a BBC, a assessoria do governo britânico em matéria de drogas recomendará que a maconha permaneça sendo uma droga de Classe C. Mas, o primeiro-ministro Gordon Brown está dando mostras de que pode anulá-lo em uma medida que faria retroceder as políticas britânicas sobre a maconha.
A cidade fronteiriça holandesa de Mastrique não pode proibir que estrangeiros entrem em seus cafés, decidiu um tribunal de distrito.
Há cinco anos, uma “guerra contra as drogas” tailandesa sanguinária deixou cerca de 2.500 mortos nas mãos de policiais e soldados. Agora, o governo tailandês declarou uma nova “guerra contra as drogas”, mas promete não matar... talvez.
O Marijuana Policy Project está contratando um Diretor de Políticas Federais e um Web Developer para o seu escritório em Washington, DC.
John Walters, o secretário antidrogas estadunidense, tentou isso há alguns anos. Agora, os israelenses estão imitando-o: Se você fumar maconha, adverte uma nova campanha, está ajudando os terroristas.
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“Novo estudo: Fumantes de maconha não são viciados, só gostam de maconha”, “Mesmo se tivermos sucesso, os guerreiros antidrogas ficarão com todo o crédito”, “South Park lida com a proibição das drogas”, “Ganhando-os um de cada vez”, “Procurando um novo bicho-papão”, “Southpark: 11 anos denunciando as falácias do combate às drogas”.
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Os guerreiros antidrogas tendem a aplicar altos padrões probatórios a coisas como a maconha medicinal ou o tratamento da farmacodependência, enquanto deixam passar políticas de detenção e encarceramento. Quando das as provas forem examinadas por igual, perceber-se-á que o combate às drogas é indefensável além de qualquer dúvida razoável.
Lançando mão de vídeos de jovens sob os efeitos da
Salvia divinorum no YouTube como prova número um, legisladores de todos os EUA estão intensificando as tentativas de proibir o intenso alucinógeno de ação rápida.
Durante mais de 30 anos, os tribunais do Alasca vêm sustentando que os dispositivos de privacidade da constituição estadual protegiam os cidadãos que queiram fumar e portar pequenas quantidades de maconha em seus lares. Na semana passada, a Suprema Corte do Alasca ouviu a argüição na última tentativa do estado de desfazer o estado das coisas.
Temos a satisfação de oferecer as obras "
Over the Influence: The Harm Reduction Guide for Managing Drugs and Alcohol", "
Women Behind Bars: The Crisis of Women in the US Prison System" e "
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Nossos policiais corruptos vêm todos do sul nesta semana. Um agente antidrogas atlantense aceita um acordo na desavença do caso Kathryn Johnson, um policial do Mississipi é preso, dois guardas de cadeia floridenses vão para a cadeia e um xerife floridense tem alguns problemas na delegacia dele.
Dizendo que as políticas de maconha não deveriam ser uma questão federal, o deputado Barney Frank (D-MA) disse na semana passada que planeja apresentar um projeto federal de descriminalização.
Na semana passada, a Dr.ª Molly Fry e o companheiro dela, o advogado Dale Schafer, foram sentenciados a cinco anos em prisão federal como traficantes de maconha por fornecer maconha a pacientes em conformidade com a Lei de consumo compassivo [
Compassionate Use Act] da Califórnia. Pelo menos – e excepcionalmente -, o juiz os deixou em liberdade sob fiança enquanto o recurso tramita.
O governador David Paterson de Nova Iorque admitiu consumir cocaína e maconha nos anos 1970 e, em sua maior parte, o silêncio tem sido tranqüilizante. Apesar dos pesares, alguns proibicionistas fervorosos reclamaram.
Os legisladores do Idaho querem aumentar as verbas para o tratamento e a prevenção à toxicomania, mas o governador vetou os artigos de seu financiamento. Agora, o Senado estadual derrubou um veto e chegou a hora de a Câmara ficar à altura.
Uma proibição ao fumar em bares, restaurantes e, sim, cafeterias, entra em vigor no dia 1º de julho na Holanda. Mas, a lei só visa ao tabaco, então dá para continuar fumando maconha nos cafés, pelo menos contanto que não sejam baseados de tabaco à européia.
A violência relacionada com a proibição das drogas do México não tirou folga ao longo da Páscoa. Pelo menos 59 pessoas foram mortas pelo país afora, inclusive policiais, soldados, traficantes, vendedores de carros usados, uma informante e um cidadão estadunidense.
Enquanto o parlamento tcheco toma providências para descriminalizar o porte de pequenas quantidades de maconha e o cultivo de até três plantas, ativistas pró-maconha medicinal pedem a legalização da erva para fins medicinais.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“No futuro, a guerra às drogas será travada por robôs”, “Países Baixos são considerados mais estáveis e prósperos do que EUA”, “Envenenando o debate das políticas de drogas em 8 passos simples”, “1/3 das pessoas admitidas ao tratamento por maconha não tinha fumado maconha!”, “Uma nota à imprensa falsa e vergonhosa do subsecretário antidrogas”, “Agricultores comuns sofrem o pior do combate afegão às drogas”.
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Enquanto os EUA se preocupam com jogadores de beisebol tomando esteróides e adolescentes fumando maconha, uma epidemia de superdoses de drogas flagela o país. Há métodos para reduzir o saldo, mas também há muitos obstáculos, o menor dos quais não é a indiferença pública e oficial.
As abordagens atuais ao consumo de metanfetamina nos EUA fracassaram sobretudo e deveriam ser substituídas por uma abordagem dos “Quatro Pilares” que adote a prevenção, o tratamento, a redução de danos e a repressão legal, de acordo com um relatório lançado na terça-feira. Alguns estados já tomaram essa direção.
Costumamos reservar este espaço para livros novos, mas no caso de "
Over the Influence" fazemos uma exceção. Este livro é suficientemente especial para que façamos dele um prêmio para nossos contribuidores e, considerando que publicamos um artigo nesta semana sobre o número rapidamente crescente das superdoses de drogas, achamos que a importância dele é evidente em si.
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Guardas gananciosos, policiais traficantes de comprimidos, policiais mãos-leves e um promotor mão-leve. Quanto a policiais corruptos, é a mesma cantilena de sempre. Eis aqui a versão desta semana.
A comunidade negra em Lima no Ohio clamou por justiça depois que um integrante da equipe da SWAT matou Tarika Wilson e feriu o bebê dela durante um reide em janeiro. Esses clamores provavelmente não serão silenciados já que as autoridades municipais acusaram o atirador da polícia de duas contravenções pelo assassinato. Ele pode pegar no máximo oito meses de cadeia.
Apesar de o governo Bush ter tentado várias vezes zerar as verbas para o programa de subsídios do Ministério da Justiça dos EUA que financia forças-tarefa antidrogas estaduais e municipais, o Congresso está tentando devolvê-las ao lugar delas. Na semana passada, o Senado votou na devolução de mais de $900 milhões em verbas no orçamento do exercício de 2009, mas ainda há muito trabalho pela frente.
Na terça-feira, a Câmara do Novo Hampshire aprovou um projeto de lei que descriminalizaria o porte de até sete gramas de maconha. Mas, lideranças do Senado dizem que vai fracassar mesmo antes de começar e que o governador promete vetá-lo se for aprovado.
A secretaria antidrogas dos EUA pode fazer pressão por exames toxicológicos aleatórios de estudantes secundaristas, mas isso não vai acontecer no Estado de Washington. Na semana passada, a Suprema Corte estadual decidiu que tais exames eram inconstitucionais.
A República Tcheca está pronta para descriminalizar o porte de até 20 baseados e o cultivo de até três plantas de maconha. A medida serve de ajuste ao código penal.
“Agora produzem cocaína no Brasil também”, “DEA inaugura acampamento de combate às drogas”, “Mark Souder auxilia sem querer trabalhos de descriminalização da maconha no Novo Hampshire”, “Secretário antidrogas da ONU se nega a responder pergunta difícil”, “Usuários da Internet batem em anúncios de utilidade pública antidrogas”, “Políticas de drogas das escolas secundárias: Lutando por baixos resultados”.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
O Marijuana Policy Project procura estagiários de verão para trabalharem em seus departamentos de Relacionamento e Políticas Estaduais.
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Há trabalhos em andamento para legalizar a maconha medicinal através do processo legislativo em vários estados. Vamos ver como andam esses trabalhos e no que provavelmente vão dar.
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Um policial pilantra de Boston é preso, um policial de mãos leves de Indianápolis responde na Justiça e o julgamento de dois prisioneiros de Maryland acusados de matar um agente penitenciário joga luz sobre a corrupção na agora fechada Casa de Correção.
Um projeto que expandiria a aptidão para remanejamento para o juizado de delitos de drogas foi aprovado pela legislatura de Nova Jérsei. Espera-se que o governador Jon Corzine (D) o sancione logo, logo.
Antonio Maria Costa, diretor do UNODC (na sigla em inglês), deixou escapulir uns comentários desmedidos durante a cúpula da ONU sobre as drogas em Viena nesta semana.
Na semana passada, o governo boliviano respondeu a exigência da Junta Internacional de Fiscalização dos Entorpecentes de que as práticas de mascar e cultivar coca fossem proibidas ao anunciar planos de engrandecer os mercados para os produtos à base de coca.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
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O presidente Bush e John Walters, diretor do ONDCP, lançaram a Estratégia nacional de fiscalização das drogas de 2008 ao longo do fim de semana. Eles reivindicam algumas vitórias importantes, mas alguns críticos dizem que devem ir com calma.
O governo britânico revelou sua nova estratégia nacional antidrogas de 10 anos na semana passada. Para os críticos, parecem ser as mesmas políticas fracassadas de sempre, com um passo para frente a respeito do tratamento e da prevenção e alguns para trás em relação ao policiamento.
Um ex-policial de Cleveland é preso por escoltar carregamentos de cocaína e um ex-agente antidrogas georgiano confessa ser culpado de roubar $80,000.
A tentativa de aprovar um projeto de maconha medicinal está morta para este ano no Kansas – derrubado por uma presidenta de comitê obstrucionista -, mas os organizadores prometem voltar.
A iniciativa de maconha medicinal do Michigan foi aprovada pelo Conselho de Coletores estadual. Agora, vai a votação em novembro – a menos que a legislatura a aprove nas próximas seis semanas.
Talvez três seja o número da sorte. Após não dar em nada em 1999 e 2002, a legislação sobre o cânhamo tramita no capitólio estadual do Minnesota. Um projeto regulador foi aprovado por duas votações apesar das objeções da lei.
O Supremo Tribunal tcheco anulou as condenações de uma aposentada por cultivo de maconha que afirmou ter estado cultivando para tratar as úlceras e dores nos pés dela. Isso não quer dizer que seja legal cultivar maconha agora, mas parece que os tribunais de primeira instância terão de considerar as defesas de necessidade médica.
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A Junta Internacional de Fiscalização dos Entorpecentes das Nações Unidas pediu maior acesso e consumo de analgésicos opiáceos em países em desenvolvimento. Em um golpe para propostas de autorizar e “medicalizar” o cultivo afegão da papoula, a JIFE argumenta que a oferta global não é o problema.
A Junta Internacional de Fiscalização dos Entorpecentes quer que os governos da Bolívia e do Peru proíbam a prática de mascar coca. Isso não vai acontecer.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
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Com a pressão se acumulando no Congresso para que se faça algo a respeito das disparidades nas sentenças para crimes federais de pedra e pó de cocaína, um comitê da Câmara realizou uma audiência na terça-feira e ativistas foram ao Capitólio para fazerem pressão pela mudança.
A proposta de orçamento do governo Bush para 2009 inclui uns cortes expressivos em despesas em tratamento, prevenção e recuperação da toxicomania. Críticos dizem que deve haver outra saída, inclusive ex-combatentes antidrogas federais.
William F. Buckley, decano do conservadorismo estadunidense contemporâneo, faleceu na quarta-feira aos 82 anos de idade. Sua voz conservadora foi pioneira em prol da legalização das drogas.
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Um meirinho texano é acusado de traficar cocaína e vender armas ao Cartel do Golfo, dois funcionários da Administração de Segurança nos Transportes são indiciados por ajudarem a contrabandear drogas a aviões e há um curador de provas californiano com mãos leves e um mau hábito. Mais outra semana na frente dos policiais corruptos.
Na segunda-feira, a Suprema Corte dos EUA ouviu a argüição em um caso em que o governo afirma que esconder dinheiro constitui lavagem de dinheiro. Os ministros pareciam duvidar.
Na segunda-feira, a Suprema Corte dos EUA concordou em ouvir um caso para saber se a polícia pode revistar um veículo após prender um condutor ou ocupante.
Duas semanas depois que votou para eliminar as sanções penais por porte de maconha, um comitê do Senado do Vermont decidiu cortar pela metade as quantidades de heroína ou cocaína necessárias para provocar uma acusação de tráfico de drogas.
A Dinamarca pode ser o próximo país europeu a adotar a terapia de manutenção com heroína. O parlamento dinamarquês aprovou um programa-piloto nesta semana.
Enquanto o presidente colombiano Uribe trata de erradicar manualmente as plantas de coca em grande escala, se encontra com oposição tanto de camponeses bravos quanto de rebeldes armados.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Opositores de reforma de leis sobre maconha se contradizem constantemente”, “Salvem a floresta tropical do combate às drogas”, “Será que os candidatos a cargos públicos devem ser examinados toxicologicamente?”, “A estratégia de drogas da Tailândia: Assassinem massivamente milhares de suspeitos de crimes de drogas”, “Enfim, secretário antidrogas promete fazer algo a respeito de todos esses contrabandistas de maconha”.
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Mais quantas vidas serão arruinadas pelas leis contra as drogas antes que nossos líderes estejam dispostos a falar com sensatez sobre elas? Demais, aqui e em todo lugar.
A segunda maior organização de médicos apoiou o consumo medicinal de maconha em uma importante declaração de políticas lançada na semana passada.
O sistema penitenciário da Califórnia é o segundo maior do país, atrás somente do federal. Agora, uma iniciativa que expandiria enormemente programas de “tratamento em vez de cadeia” como a Proposta 36 e também outras reformas sistêmicas vai a votação em novembro.
O Dr. John P. Morgan, co-autor de “
Marijuana Myths, Marijuana Facts” [Mitos e fatos sobre a maconha] e destacado partidário acadêmico da reforma das políticas de drogas, faleceu de repente na sexta-feira passada. Sentiremos profundamente sua falta.
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Vagas magras na frente dos policiais corruptos desta semana, mas ainda temos uma fiscal da liberdade vigiada de Los Ângeles encurralada em uma grande apreensão e um policial de uma cidadezinha pensilvaniana prestes a sofrer as conseqüências por suas ambições.
Um projeto que descriminalizaria o porte de maconha no Novo Hampshire dá com alguns obstáculos. Na semana passada, um subcomitê rebaixou a quantidade de 28 gramas ou menos para sete ou menos e, nesta semana, um comitê decidiu não recomendar o projeto. Mas, ainda irá à Câmara e a uma possível votação aberta.
Em Cáli, um juiz declarou um coronel do Exército colombiano e 14 de seus efeitos culpados de assassinato por matarem 10 policiais antidrogas colombianos e seu informante a pedido de traficantes.
A Escandinávia tende para políticas de drogas severas, mas isso não impede os cultivadores de maconha na Noruega. Lá, a polícia informa uma série de apreensões recentes de cultivos.
As leis contra as drogas acabaram de ficar mais duras em Queensland na Austrália. O parlamento aprovou um projeto que aumenta as penas para o êxtase, PMA [parametoxianfetamina] e uma série de outras drogas, acrescentou “análogos” à lista e criminalizou a oferta de artigos empregados para fazer drogas.
Embora, em geral, o Vietnã seja notado por lidar com seu problema com a heroína condenando traficantes à morte, um programa de manutenção com metadona para consumidores já entrou em andamento e outro está pronto para ser inaugurado na Cidade Ho Chi Minh.
Enquanto o governo britânico se prepara para uma promoção aparentemente inevitável da maconha na classificação das drogas, uma nova pesquisa descobre que uma pluralidade de britânicos gosta das penas para o porte de maconha como estão e certa de um quarto gostaria de vê-la legalizada ou descriminalizada.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Examinar candidatos da previdência social para saber se consumiram drogas só causará problemas horríveis”, “Regra #1 de legalização das drogas é não falar de legalização das drogas”, “Juiz indefere ação de agentes da DEA contra ‘O gângster’”, “Uma grande lombada a caminho do México” e mais logo, logo...
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Os maus hábitos de um policial pensilvaniano o metem em encrenca, um policial bostoniano é preso por esteróides e perjúrio e um técnico da Secretaria de Segurança Pública do Texas vai para a cadeia por muito, muito tempo por roubar cocaína do laboratório.
Com suas prisões abarrotadas até o pescoço com infratores da legislação antidrogas graças a anos de iniciativas legislativas “duras com as drogas”, agora Idaho começa a procurar alternativas. Uma é um projeto que permitiria aos juízes desviar os “viciados” condenados por vendas de drogas para o tratamento ao invés de darem-lhes pena de prisão obrigatória.
Máquinas de venda automática de maconha medicinal, ai, meu Deus! A Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes expressa o “receio” dela.
As clínicas de metadona do Indiana e seus pacientes estão sendo atacadas na legislatura do Indiana – de novo. Desta vez, os políticos querem fazer com que os pacientes das clínicas tenham condutores designados e examiná-los para saber se consumiram maconha. Pelo menos uma proposta para impedi-los de levar os filhos deles à clinica foi derrubada – por enquanto.
A ACLU do estado de Washington vai passar para a ofensiva com uma campanha, revelada nesta semana, pensada para entabular uma conversação sobre as políticas de maconha nos EUA. A campanha multimídia conta com Rick Steves em um vídeo de 30 minutos e tem muitos outros manjares para os aspirantes a debatedor também.
Idaho, o Plano México, a dor, o Afeganistão, o consumo medicinal de psicodélicos, a regulação de estimulantes, “Tornando a maconha legal” e mais...
A cidade de Telavive propôs um programa-piloto de manutenção com heroína para consumidores teimosos mais velhos. Agora, procura a aprovação do Ministério da Saúde israelense.
Mesmo se um policial cheirar o odor de fumaça de maconha saindo do seu veículo, isso não é o bastante para que ele te prenda ou te reviste – pelo menos no Saskatchewan. Isso foi o que o Tribunal de Apelações provincial decidiu recentemente e o Estado não vai recorrer.
Os acontecimentos e citações de nota dos eventos das políticas de drogas desta semana dos anos anteriores.
“Na fronteira na Bacia do Rio Grande”, “Moradores apóiam o alvo da SWAT Ryan Frederick”, “A lógica falha de Michael Mukasey a respeito do crack”, “Monstros recuperam governo da Tailândia e prometem retomar assassinatos massivos de combate às drogas”, “Viajante perito Rick Steves se manifesta contra as leis sobre a maconha”, “Agora que nos esquecemos do consumo de drogas de Barack Obama, podemos perdoar todos os demais também?”, “Protesto contra violência policial é monitorada do alto por franco-atiradores da polícia”, “Ei, Barack Obama, consertar as leis sobre a maconha é política esperta”, “Anúncio de $2.7 milhões do secretário antidrogas no Super Bowl tem índices de audiência terríveis”, “Citação do dia”, “Kevin Sabet responde”, “Redator de discursos do secretário antidrogas exige tratamento especial no fórum da ONU”.
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Mesmo enquanto a força pública e os aliados dela resistem o máximo possível para devolverem as verbas perdidas de 2008 ao programa de subsídios que financia forças-tarefa antidrogas estaduais e municipais, o governo Bush propõe cortá-lo de novo no orçamento de 2009.
Nesta semana, como parte de uma série regional de fóruns antes da reunião do mês que vem da Comissão sobre Drogas Narcóticas da ONU em Viena, Vancouver apresentou um fórum em que os participantes mandaram um sinal claro de que a proibição não está dando certo.
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“80% de especialistas em políticas de drogas são contrários ao combate às drogas”, “Dá para ir preso por 27 anos por vender maconha”, “Policial é morto porque informante confundiu bordos japoneses com maconha”, “Deixa para lá, afinal Barack Obama quer prender consumidores de maconha”, “Para baixo rumo ao México”, “Quantos traficantes são necessários para abastecer uma comunidade de 10.000 pessoas? ¿Ou será que a Comarca de Twiggs na Geórgia é a última Túlia?”.
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Mais policiais da região de Los Ângeles caem em um grande esquema, um funcionário das Alfândegas é pego por ajudar traficantes, um policial do Kentucky é pego por traficar comprimidos, outro policial nova-iorquino é pego, assim como um xerife do Tennessee. Apenas mais uma semana no combate às drogas.
A Comissão de Penas dos EUA ordenou que as reduções nas sentenças para infratores das leis federais contra a pedra de cocaína sejam retroativas, mas agora o ministro da Justiça Mukasey insta o Congresso a desfazê-lo.
O recém-designado procurador-geral para a Alta Califórnia insinuou em sua primeira sessão informativa com a imprensa que os reides contra a maconha medicinal podem ser coisa do passado logo, logo. Eles são um desperdício de tempo e recursos, disse.
Aguilhoada pelos agentes antidrogas do estado, a legislatura do Kansas está considerando um projeto que transformaria o porte de êxtase em crime grave. O que importa são as crianças, argumentam os defensores, mas os oponentes se perguntam como lhes impingir antecedentes penais vai ajudá-los.
O que você faz se proibirem o fumar e as dançarinas exóticas? Alguns moradores da região de Cleveland têm uma idéia.
As Filipinas podem não executar mais infratores da legislação antidrogas, mas ainda fulminam sentenças horrendas. Nesta semana, um homem foi condenado à prisão perpétua por vender menos de dois gramas de maconha.
Um homem pega pena de morte por beber no Irã, outro por vender haxixe na Índia e a Arábia Saudita mantém o ritmo, executando dois traficantes na semana passada.
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A decisão ministrada pela Suprema Corte da Califórnia na semana passada que permite que empregadores despeçam consumidores de maconha medicinal arrojou luz sobre uma área cinza na lei de maconha medicinal. Embora as garantias variem de um estado para o outro, em sua maioria são limitadas e não foram postas à prova e os pacientes que querem trabalhar correm risco.
Os federais prenderam um terapeuta da dor do Kansas e a mulher dele no mês passado, acusando-os de prescrição inadequada de analgésicos narcóticos. Embora afirmem estar protegendo o público, os pacientes do médico discordam.
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"Barack Obama Comes Out in Favor of Marijuana “Barack Obama sale a favor de la despenalización de la marihuana”, “Concejo Municipal de Berkeley le dice a la DEA que mantenga distancia”, “Barack Obama sai a favor da descriminalização da maconha”, “Câmara Municipal de Berkeley diz à DEA que mantenha distância”, “Policiais racistas estão mais bem organizados do que achávamos?”, “O que você acha de máquinas que vendem maconha medicinal?”, “Xerife maluco propõe invasão antidrogas à ‘Normandia’”, “Por que a secretaria antidrogas é contrária às tentativas de prevenir a superdose de drogas?” e “Eric Sage revida”.
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Uma fiscal texana da condicional é presa, um policial de Baltimore é pego batendo em um suspeito de comprar drogas, um policial virginense é condenado por metanfetamina, muitos guardas de prisão são presos na Flórida e outro no Novo México. Apenas mais uma semana na guerra às drogas.
Na semana passada, o ministro da Justiça dos EUA arremeteu contra a libertação prematura de infratores da legislação federal que proíbe a pedra de cocaína por duas vezes, recorrendo a afirmações demagógicas e advertindo que pode tentar bloqueá-la.
No verão passado, Eric Sage parou a motocicleta dele assim que saiu da dacota do Sul depois do Rali Motociclista de Sturgis e acabou sendo acusado de porte de apetrechos ainda que não portasse nenhum. Ele contestou as acusações e fez frente a ameaças de promotores se não se confessasse culpado. Enfim, os promotores desistiram, mas Sage ainda quer justiça.
Como a DEA está invadindo dispensários neste ano na Região da Baía da São Francisco, na quinta-feira, a Câmara dos Vereadores de Berkeley foi a favor de tornar a cidade um refúgio para a maconha medicinal.
Nesta semana, apresentou-se o primeiro projeto de lei sobre a maconha medicinal na história do Kansas. Ele proporcionaria uma defesa médica a pessoas presas por porte.
Na segunda-feira, policias pela Alemanha afora tomaram parte em enormes reides contra cultivos de maconha. Algumas dessas apreensões estavam fundadas em informações oriundas de listas de clientes de lojas de equipamento de cultivo.
A adoção da coca de parte do presidente venezuelano Hugo Chávez prosseguiu no fim de semana passado enquanto mascava a folha em público e agradecia o governante boliviano Evo Morales por lhe trazer mais. Coca não é cocaína, apontou Chávez.
Links demais para listar nesta semana – confira-os…
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Enquanto damos conta das muitas diferentes correntes da guerra às drogas, é importante nos lembrarmos de nossas raízes morais e intelectuais. Uma delas é o papel que a proibição desempenha no fomento da pobreza. Um dia começar-se-á a entender isto e a legalização será vista como o caminho mais sábio.
Quando o Congresso aprovou a lei geral de diretrizes orçamentárias há algumas semanas, cortou as verbas para os programas federais de subvenções que financiam forças-tarefa antidrogas. Agora, as forças-tarefa estão uivando e elas e os aliados delas tramam uma tentativa de reaver esse dinheiro.
Jack Cole da Law Enforcement Against Prohibition escreveu o seguinte panegírico para uma das líderes mais ativas da LEAP, a juíza Eleanor Schockett.