Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Oportunidade de trabalho: Administrador de rede, Marijuana Policy Project, Washington

O Marijuana Policy Project, a maior organização de reforma das políticas sobre a maconha dos EUA, está procurando um administrador de rede para trabalhar na sede do MPP em Washington, DC.

O cargo de administrador de rede requer a capacidade de trabalhar excepcionalmente em um ambiente de campanha acelerado e de alta pressão - e é uma excelente oportunidade para que alguém meticuloso e trabalhador se aprofunde no aspecto tecnológico de uma organização de defesa bem-sucedida e de tamanho regular sem fins lucrativos.

A responsabilidade principal do administrador de rede é manter a presença do MPP na rede. Isto inclui, mas não está limitado a planejar, implementar e manter as páginas do MPP (inclusive instalar as páginas em um servidor, trabalhar com o pessoal do MPP para desenhar a interface - inclusive gráficos e elementos interativos - e integrar as páginas com os sistemas de gerência de conteúdo do MPP); manutenção geral da página mpp.org e todas as outras páginas relacionadas com o MPP (usando tecnologia compatível com os padrões XHTML e CSS); investigar, recomendar e implementar tecnologias de rede de ponta para ajudar o MPP e alcançar as suas metas; monitorar e dar informes regularmente sobre a atividade na rede para todas as páginas do MPP ao diretor de tecnologia da informação, ao chefe do quadro funcional e ao diretor-executivo; levar a cabo projetos específicos quando atribuídos a fim de desafogar a quantidade de trabalho em todo o departamento; e proporcionar ocasionalmente suporte técnico ao pessoal do MPP quando outros empregados de tecnologia da informação não estiverem disponíveis.

O MPP é uma organização que usa bastante a Apple, então ter muita experiência com Mac OS X e Mac OS X Server é um ponto positivo muito importante. Idealmente, o candidato ficará à vontade trabalhando e dando suporte aos sistemas, servidores e aplicativos de Mac OS X.

A familiaridade e experiência com desenvolver páginas e aplicativos usando JavaScript (W3C DOM, sem nenhum navegador em específico), PHP, Perl, Python e outras linguagens de seqüência de comandos e de programação são um ponto positivo; candidatos que possam demonstrar habilidades nesta área são muito desejados.

O salário do administrador de rede é de $40,000 a $50,000, dependendo da experiência. O seguro de saúde e um pacote opcional de aposentadoria estão inclusos. O administrador de rede se reporta ao diretor de tecnologia da informação, que, por sua vez, se reporta ao diretor-executivo do MPP.

Para se candidatar, por favor visite http://www.mpp.org/jobs/process.html e siga as instruções que estão ali. Repare, por favor, que as entrevista estão sendo realizadas conforme forem agendadas e os indivíduos interessados são incentivados a se candidatar muito depressa já que procuramos preencher este cargo o mais rápido possível.

Com mais de 21.000 membros e 100.000 assinantes eletrônicos em todo o país, o MPP é a maior organização de reforma das políticas de drogas nos Estados Unidos. O MPP trabalha para minimizar o dano associado à maconha - tanto o consumo de maconha quanto as leis que têm o propósito de proibir o seu uso - e acha que o maior dano associado à maconha é a reclusão. O MPP tem 23 empregados em seu escritório de DC, três empregados na Califórnia, cinco em Mineápolis e um no Novo Hampshire.

Anúncio: Agora os feeds de agregação de conteúdo da DRCNet estão disponíveis para a SUA página!

Você é fã da DRCNet e tem uma página que gostaria de usar para difundir a mensagem com mais força do que um único link ao nosso sítio pode conseguir? Temos o prazer de anunciar que os feeds de agregação de conteúdo da DRCNet estão disponíveis. Tanto se o interesse dos seus leitores está na reportagem investigativa quanto na Crônica da Guerra Contra as Drogas, o comentário corrente nos nossos blogs, a informação sobre subtópicos específicos da guerra às drogas, agora podemos dar-lhes códigos personalizáveis para que você os ponha nos lugares adequados no seu blog ou página e atualizem automaticamente os links ao conteúdo de conscientização da DRCNet.

Por exemplo, se você for um grande fã da Crônica da Guerra Contra as Drogas e acha que os seus leitores tirariam benefícios dela, pode ter as manchetes da última edição, ou uma porção delas, aparecendo e atualizando-se automaticamente quando sair cada nova edição.

Se a sua página é dedicada às políticas de maconha, pode publicar o nosso arquivo temático, com links a todos os artigos que publicamos na nossa página acerca da maconha – os artigos da Crônica, as publicações nos blogs, a lista de eventos, links a notícias externas e mais. O mesmo vale para a redução de danos, o seqüestro de bens, a violência do narcotráfico, os programas de troca de seringas, o Canadá, as iniciativas eleitorais, quase cem tópicos diferentes que rastreamos correntemente. (Visite o portal da Crônica, na coluna direita, para ver a lista atual completa.)

Se você gosta especialmente da nossa nova seção do Bar Clandestino, há conteúdo novo todos os dias lidando com todas as questões e você pode colocar links a essas publicações ou a subseções do Bar Clandestino.

Clique aqui para ver uma amostra do que está disponível - por favor, note que a extensão, a aparência e demais detalhes de como isso aparecerá na sua página podem ser personalizados para se adequarem às suas necessidades e preferências.

Por favor, note também que ficaremos felizes em fazer-lhe mais permutas do nosso conteúdo disponível sob pedido (apesar de não podermos prometer o cumprimento imediato de tais solicitações já que, em muitos casos, a oportunidade dependerá da disponibilidade do nosso web designer). Visite o nosso Mapa do Sítio para ver o que está disponível atualmente – qualquer feed RSS disponível ali também está disponível como feed de javascript para a sua página (junto com o feed da Crônica que não aparece ainda, mas que você já pode encontrar na página de feeds relacionada acima). Experimente o nosso gerador automático de feeds aqui.

Entre em contato conosco se quiser assistência ou informe-nos sobre o que está relacionando e aonde. E obrigado de antemão pelo seu apoio.

Anúncio: Os feeds RSS da DRCNet estão disponíveis

Os feeds RSS são uma onda do futuro – e a DRCNet os oferece agora! A última edição da Crônica da guerra Contra as Drogas está disponível usando RSS em http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Temos muitos outros feeds RSS disponíveis também, sobre cerca de cem subtópicos diferentes das políticas de drogas que começamos a rastrear desde o relançamento da nossa página neste verão – relacionando não somente os artigos da Crônica da Guerra Contra as Drogas, mas também as publicações no Bar Clandestino, as listas de eventos, os links a notícias externas e mais – e para as nossas publicações diárias nos blogs e em seus diferentes subendereços. Visite o nosso Mapa do Sítio para ler a série completa.

Obrigado por se sintonizar na DRCNet e na reforma das políticas de drogas!

Anúncio: Novo formato para o Calendário do Reformador

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Com o lançamento da nossa nova página, O Calendário do Reformador não aparecerá mais como parte do boletim Crônica da Guerra Contra as Drogas, mas será mantido como seção de nossa nova página:

O Calendário do Reformador publica eventos grandes e pequenos de interesse para os reformadores das políticas de drogas ao redor do mundo. Seja uma grande conferência internacional, uma manifestação que reúna pessoas de toda a região ou um fórum na universidade local, queremos saber para que possamos informar os demais também.

Porém, precisamos da sua ajuda para mantermos o calendário atualizado, então, por favor, entre em contato conosco e não suponha que já estamos informados sobre o evento ou que vamos saber dele por outra pessoa, porque isso nem sempre acontece.

Desejamos informá-lo de mais matérias novas de nossa nova página assim que estiverem disponíveis.

Web Scan: People We Know

Posted in:

Alone in a City's Battle Against AIDS," animated "slideshow" featuring Ron Daniels of DC's PreventionWorks! harm reduction/needle exchange program, New York Times web site (accompanying article)

video of former DRCNet staff member Chris Mulligan on Washington Post web site discussing his passion for marijuana law reform, part of OnBeing weekly video interview series.

Editorial: Tanto os presidentes quanto os papas deveriam se lembrar das lições da história sobre a proibição

David Borden, Diretor-Executivo

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David Borden
As coisas não estão indo bem na guerra às drogas do México. As manchetes o refletem:

"A violência pode voltar a Oaxaca"

"Guerra às drogas intensificante agarra o México"

"23 morrem em irrupção de violência no México"

"Soldados versus narcosoldados"

"Hotel com chapas de aça oferece refúgio em guerra às drogas do México"

"A violência no México preocupa os dois lados da fronteira"

Só para mostrar algumas. Aproximadamente 2.000 mexicanos morreram na violência do narcotráfico em 2006, de acordo com os informes da imprensa. O presidente Calderón continua firme, dizem também as manchetes:

"México não abandonará a guerra contra as gangues do tráfico de drogas"

"Calderón do México promete não dar marcha a ré na guerra às drogas"

Continuar firme enquanto o seu país se afunda na areia movediça da proibição. A intensificação do combate contra o narcotráfico do presidente começou quase imediatamente na sua posse, mas os assassinatos da guerra às drogas se intensificaram pouco tempo depois. Não é a primeira vez, de jeito nenhum, que a repressão às drogas tem provocado um aumento na violência do narcotráfico. E não é, de jeito nenhum, é lógico, a primeira vez que o México tem sofrido de tal violência.

Um assassinato particularmente trágico e infame da guerra às drogas foi o de Juan Jesús Cardinal Posados Ocampo, arcebispo de Guadalajara, há 14 anos ontem nas mãos de uma equipe de brutamontes de um cartel do narcotráfico no aeroporto da cidade. Ocampo foi celebrado como mártir, apesar de teorias recentes sugerirem que os assassinatos podem tê-lo confundido com um chefão rival do chefe deles. Ruim, de qualquer jeito.

Talvez o papa Bento XVI foi amigo de Ocampo - isso não parece improvável - e talvez ele estava com Ocampo na cabeça quando, em uma visita a um centro de tratamento químico franciscano no Brasil neste mês, ele advertiu aos traficantes na América Latina que eles enfrentariam a justiça divina pelo "mal que estão provocando a uma multidão de jovens e de adultos de todos os segmentos da sociedade".

Claramente, há muitos traficantes que merecem tal julgamento. Mas, concentrar-se somente no papel deles no sistema - como muitos políticos têm feito - é simplificar a questão até o ponto da disfunção. Os líderes políticos que promulgam as leis da proibição também merecem o julgamento divino pelas ações deles? Afinal, são as leis deles que sustentam o mercado negro e causam a violência mandando os bilhões que as pessoas gastam em drogas todos os anos ao submundo do crime. E são as leis deles que levam os dependentes a tomarem medidas desesperadas forçando-os ao submundo com todas as suas inseguranças, aos seus altos preços de rua e à ameaça de punição da lei.

Tanto os presidentes quanto os papas deveriam se lembrar das lições da história e da experiência da lei seca - o perigo que leva à sua gente e a má tentação à criminalidade que traz aos seus rebanhos. Até que o façam, as coisas não irão bem na guerra às drogas no México nem na guerra às drogas em lugar nenhum. Porque é o dinheiro, mais que as drogas, o que degrada e corrompe.

Matéria: Os policiais da fronteira - tanto o Canadá quanto os EUA inadmitem pessoas que já consumiram drogas

Quase um em cada seis canadenses pode ter a sua entrada negada aos Estados Unidos porque consumiram drogas em algum momento de suas vidas e quase 100 milhões de estadunidenses enfrentam a mesma perspectiva na fronteira canadense. Segundo as leis de imigração dos dois países, as pessoas que admitirem ter consumido drogas no passado ou que tenham uma condenação por delitos de drogas podem ser inadmitidas por decisão da patrulha das fronteiras que encontrarem e seus supervisores imediatos.

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a I-5 no Peace Arch Park, a fronteira EUA-Canadá entre Seattle e Vancouver
Felizmente para milhões de norte-americanos, as leis não são aplicáveis se não revelarem o seu consumo de drogas no passado e se não deixaram registro disso em material impresso ou eletrônico. Mas, para, no mínimo, os 17 milhões de cidadãos estadunidenses que têm condenações por delitos de drogas e um número menor, mas ainda considerável, de canadenses com condenações por delitos de drogas, tais leis podem levar a um despertar duro quando chegarem à fronteira.

Não se sabe quantas pessoas são inadmitidas ao certo na fronteira por consumo de drogas no passado. Os funcionários do Serviço de Alfândegas e Proteção das Fronteiras dos EUA não conseguiram dar informações detalhadas dos 574 estrangeiros considerados inadmissíveis em média. Também não foi possível obter os dados canadenses da Cidadania e Imigrações do Canadá.

Embora tais políticas tenham estado em vigor durante anos, pouco se soube delas - exceto pelas pessoas que as descobriram pela força. Uma dessas pessoas é o Dr. Andrew Feldmar, um psiquiatra de Vancouver, CB, que cruzara a fronteira em numerosas ocasiões, só para ser inadmitido no verão passado por um agente das Alfândegas e Patrulha das Fronteiras (CBP, sigla em inglês) dos EUA que procurou o nome dele no Google e encontrou um artigo acadêmico no qual ele discutia tomar LSD em duas ocasiões há quase quarenta anos.

Um jornal canadense independente, The Tyee, publicou o artigo no mês passado, e, desde então, tem sido recontado em numerosas publicações, inclusive em um artigo de 14 de maio no New York Times que foi muito redistribuído e apareceu em vários blogs. O fiasco de Feldmar levou a uma atenção renovada à perseguição de usuários de drogas confessos na fronteira segundo uma política que, se for imposta estritamente, tornaria centenas de milhões de pessoas inelegíveis para entrar nos EUA.

A seção relevante da lei de imigração dos EUA diz que os EUA podem inadmitir "estrangeiros que tenham sido condenados ou que admitam ter cometido ações que constituam os elementos essenciais de uma infração ou formação de quadrilha para infringir qualquer lei ou regulamento de um Estado, dos Estados Unidos ou de um país estrangeiro a respeito de uma substância controlada como definida na s. 102 da Lei de Substâncias Controladas [Controlled Substances Act]. A tentativa ou a formação de quadrilha para cometer tal crime está incluída neste fundamento de inadmissão".

"Infrações da legislação antidrogas ou admissões de consumo de drogas ficam subordinadas aos estatutos sobre as substâncias controladas e tornam as pessoas inadmissíveis em certas circunstâncias", disse Mike Milne, um porta-voz das Alfândegas e Proteção das Fronteiras dos EUA em Seattle. "Depende da totalidade das circunstâncias", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Não tratamos a maconha diferentemente de qualquer outra droga ilícita", acrescentou Milne. "É considerada uma substância proibida".

Mas, como mostra o caso do Dr. Feldmar, a "totalidade das circunstâncias" está muito exposta à interpretação. No caso de Feldmar, dois exemplos de consumo antigo de LSD para fins de pesquisa superaram as suas décadas de cidadania sólida e de atividade profissional e o fato de que ele entrara anteriormente nos EUA sem nenhum problema em várias ocasiões.

"Negar a um pesquisador respeitado como o Dr. Feldmar a entrada ao país é simplesmente absurdo", disse o diretor-executivo da Drug Policy Alliance, Ethan Nadelmann, cuja organização começou a fazer campanha para desfazer a política. "Temos preocupações graves com o impacto que isto pode ter sobre os pesquisadores das drogas que escrevem abertamente. E as pessoas que vêm aqui para uma conferência sobre a metadona ou o consumo de drogas injetáveis e o HIV? É provável que muitas destas pessoas tenham sido consumidoras de drogas", disse ele à Crônica. "Vamos exclui-las agora? Também estamos profundamente preocupados com que estas bases de dados cada vez mais poderosas possibilitem voltar e tirar à luz qualquer coisa que tenha escrito ou blogado ou publicado em uma página na Internet".

A DPA está examinando que providência pode ser tomada no Congresso para melhorar o sistema, mas é improvável que algo aconteça neste ano. "Cem milhões de estadunidenses consumiram uma droga ilegal em algum momento de suas vidas e é difícil encontrar um candidato à presidência que não tenha fumado maconha; no entanto, estamos proibindo pessoas de outros países que consumiram drogas de visitar o nosso país. Não faz sentido nenhum", disse Bill Piper, diretor de assuntos nacionais da DPA. "Imagine só se outros países adotassem políticas similares. Bill Clinton, Newt Gingrich, Michael Bloomberg, Bill Gates, Brad Pitt, Sam Donaldson e milhões de outros estadunidenses não poderiam viajar".

O trabalho no Congresso está começando a entrar em andamento, disse Piper à Crônica. "Acabamos de começar a nossa primeira rodada de pressão nos escritórios do Congresso, de conversas com o quadro funcional de pessoas nos comitês sobre o judiciário e a segurança nacional", disse. "As pessoas não sabiam disso e ficaram espantadas com a política; lhes pareciam injusto punir as pessoas por coisas que tinham escrito ou coisas que tinham feito no passado".

Após conscientizar empregados-chave do Congresso, disse Piper, passar-se-á à fase dois. "Agora, estamos tentando estimar a dimensão do interesse nisto e depois provavelmente voltaremos para uma segunda rodada de pressão".

Para as pessoas que pensam em viajar aos EUA, Milne das CBP delineou o que pode acontecer caso sejam inadmitidas. Se se negar a entrada a uma pessoa por causa de consumo de drogas ou de condenações por delitos de drogas no passado, disse Milne, três possibilidades se apresentam. "Na maioria dos casos, simplesmente é possível cancelar a sua solicitação de entrada, dar meia-volta e ir embora", disse. "Ou dá para escolher se submeter a um juiz de imigrações para adjudicar a questão. Nesse caso, provavelmente permanecer-se-ia em custódia até a audiência", disse. "Mas, se falsas declarações forem dadas durante o curso de sua solicitação [se se for descoberto negando consumo ou uma condenação no passado], pode-se estar sujeito a remoção por extradição. Nesse caso, documentaremos que algo ilegal aconteceu nesta tentativa de entrar, o expulsaremos do país e lhe impediremos o reingresso durante cinco anos no máximo".

Milne não pôde dar nenhuma estatística sobre o número de pessoas inadmitidas em razão de consumo de drogas ou de condenações por delitos de drogas confessos, mas disse sim que dos 680.000 estrangeiros que tentam entrar no país através dos portos de entrada em qualquer dia determinado, cerca de 575 têm a entrada negada e 63 são presos.

O famoso pesquisador de drogas holandês, Peter Cohen, não vai se arriscar. "Não tentarei mais entrar nos EUA", disse Cohen, que tem feito um trabalho inovador sobre a (falta de) relações entre as políticas de drogas e os níveis de consumo de drogas. "Imagine só se lerem a minha pesquisa!" disse ele à Crônica. "Falo seriíssimo. Não correrei o risco de ser tratado feito um cão pelo pessoal da lei dos EUA que é conhecido em todo o mundo como bruta e idiota", prometeu.

"Há algumas semanas, ouvimos aqui o relato de um jovem holandês que esteve nos EUA um dia depois de sua autorização", prosseguiu Cohen. "O mantiveram preso durante semanas e seus relatos sobre o seu tratamento e sua inacessibilidade a advogados e à embaixada holandesa foram simplesmente horríveis. Não, isso não é para mim".

Um pesquisador canadense de consumo e políticas de drogas que pediu para não ser identificado disse à Crônica da Guerra Contra as Drogas que "a repressão na fronteira que se concentrar seja na pesquisa, seja no consumo pessoal de substâncias ilícitas no passado causa impacto diretamente sobre a nossa capacidade de estudar a nossa abordagem atual a respeito das drogas e provavelmente sufocaremos o diálogo que poderia nos levar a políticas e práticas mais baseadas em provas". Não só tais políticas são "uma infração dos direitos de liberdade de expressão e de liberdade pessoal nos dois lados da fronteira", acrescentou, "deter o fluxo de informação sobre as práticas eficazes de redução de danos tanto no Canadá quanto nos EUA pode causar um impacto negativo sobre a saúde pública de ambos os nossos países".

O próprio fato de que este destacado pesquisador solicitasse anonimato prova que a política causa um impacto silenciador. "Preferiria não ser citado neste artigo, apesar de achar que é uma matéria importante", disse ele enquanto apontava que não teve nenhum problema na fronteira com os EUA, "porque se os EUA reduziram a sua infra-estrutura de segurança nacional a uma simples busca no Google, temo que seja só uma questão de tempo até que comecem a me aporrinhar também e ser citado em um artigo que aponta que ainda não fui assediado ou que ainda não me negaram a entrada parece ser a melhor maneira de levantar suspeitas da próxima vez que eu cruzar a fronteira".

Mas, a porta na fronteira EUA-Canadá pode ser fechada nos dois lados e, apesar de sua reputação como país amigo da cannabis, os guardas da fronteira nos pontos de entrada do Canadá são tão rápidos em não te admitir quanto os estadunidenses. Na verdade, os guardas da fronteira canadenses podem ser ainda mais severos do que os estadunidenses, especialmente para infrações como dirigir embriagado.

A página da Cidadania e Imigrações do Canadá explica:

"Se você estiver planejando visitar, trabalhar, estudar ou imigrar, se cometeu ou se foi condenado por uma infração criminal, você pode ser proibido de entrar no Canadá. As infrações criminais incluem tanto delitos de pouca gravidade quanto crimes graves como roubo, agressão, condução perigosa, dirigir em estado de embriaguez e homicídio, entre outros. Para uma lista completa das infrações criminais no Canadá, favor consultar o Código Penal Canadense. Se você tiver condenações juvenis (condenações por crimes cometidos enquanto era menor de 18 anos), provavelmente você não é proibido de entrar no Canadá".

O bom é que uma simples condenação por porte de drogas provavelmente não estorvará a entrada de um estadunidense ao Canadá. Segundo a lei canadense, o porte de quantidade inferior a trinta gramas é uma infração sumária e não constitui inadmissibilidade, disse o advogado de imigrações de Vancouver, Gordon Maynard.

Não tente negar nenhum antecedente criminal, advertiu Maynard. "Mentir não é boa idéia. Os Portos de Entrada têm acesso à base de dados do NCIC e podem ver facilmente quaisquer antecedentes de detenções, acusações, procedimentos judiciais, condenações e reclusão na base de dados", disse. "Os oficiais têm esta informação até antes de fazerem as perguntas. Não responder as perguntas com a verdade sobre qualquer assunto relevante, inclusive criminalidade, constitui distorção e é um impedimento diferente contra a entrada e pode incluir uma pena de dois contra qualquer entrada posterior".

Entretanto, disse Maynard à Crônica, é possível ser inadmitido mesmo sem antecedentes. "Não é necessária uma condenação para ser inadmissível no Canadá com base em fundamentos criminais", disse. "Acusações pendentes ou uma confissão de comportamento criminoso no passado podem ser suficientes se o funcionário canadense tiver motivos razoáveis para achar que você cometeu um delito".

"Até agora, acho que esta é uma das piores manifestações na guerra contra algumas drogas", disse Allem St. Pierre, diretor-executivo da National Organization for the Reform of Marijuana Law (NORML, sigla em inglês). "Impedir a entrada das pessoas aos EUA porque já consumiram uma droga é um absurdo, mas o Canadá faz a mesma coisa. Apesar de que, historicamente, o Canadá tenha obrado em direção a uma política mais aberta e tolerante sobre a maconha, tenha descriminalizado funcionalmente a maconha em alguma medida, permita a maconha medicinal e deixe que os agricultores cultivem o cânhamo legalmente, um estadunidense pode ser inadmitido se tiver uma condenação por delitos de maconha ou outras drogas ou mesmo se reconheceu publicamente o seu consumo de drogas".

A publicidade acerca do fiasco de Feldmar tem feito com que os telefones não parassem de tocar na NORML, disse St. Pierre. "Agora, estamos recebendo muitíssimas ligações de pessoas com condenações anteriores ou de gente que blogou ou que se pronunciou publicamente ou apareceu na tevê ou na rádio sobre o seu consumo de maconha", apontou. "Isto inclui as pessoas que são advogados da NORML e também o Dr. Lester Grinspoon. O aniversário dele é no mês que vem e a família dele queria levá-lo a Vancouver. Apesar de nunca ter sido condenado por crime nenhum, ele admitiu consumir cannabis, então agora a família está preocupada em saber se ele pode cruzar a fronteira. Esta é uma grande preocupação", disse St. Pierre.

Também é uma preocupação pessoal para St. Pierre, que nasceu no Maine e tem família no lado canadense da fronteira. "Reconheci consumir cannabis em muitas, muitas ocasiões, então não sei se vão me deixar entrar", disse. "Eu gostaria de subir para ir ver a minha família, ir perscar, ir a festividades de conscientização, mas agora eu não sei não".

É lógico, nem todos têm que se preocupar com estas leis. Ex-consumidores de drogas confessos, como David Cameron (diretor do partido conservador britânico), a ex-primeira-ministra canadense, Kim Campbell, os atuais governadores de Quebec e Ontário, os atores Colin Farell e Pierce Brosnan, o bilionário britânico Richard Branson (Virgin Air) e vários músicos como Paul McCartney, Keith Richards e George Michael, parecem pode entrar em qualquer um dos países à vontade. Igualmente, o Canadá parece não ter nenhum problema com ex-consumidores de drogas confessos como Bill Clinton e Al Gore.

Talvez, como meditou o porta-voz Milne das CBP quando indagado sobre a repressão diferencial aparente, "Talvez todos tenham dispensas". Talvez não.

Anuncio: Nuevo formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica grandes y pequeños eventos de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Anuncio: Los feeds RSS de DRCNet están disponibles

Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Anuncio: ¡Ahora los feeds de agregación de contenido de la DRCNet están disponibles para SU página web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

Haga clic aquí para ver una muestra de lo que está disponible - por favor, fíjese que la extensión, la apariencia y demás detalles de cómo ello aparecerá en su página pueden ser personalizados para adecuarse a sus necesidades y preferencias.

Por favor, fíjese también que estaremos contentos en hacerle más permutas de nuestro contenido disponible bajo pedido (pese a que no podamos prometer cumplimiento inmediato de dichas solicitaciones ya que, en muchos casos, la oportunidad dependerá de la disponibilidad de nuestro diseñador web). Visite nuestro Mapa del Sitio para ver lo que está disponible actualmente – cualquier feed RSS disponible allí también está disponible como feed de javascript para su página web (junto con el feed de la Crónica que no aparece todavía pero que usted puede encontrar en la página de feeds relacionada arriba). Experimente nuestro generador automático de feeds aquí.

Contáctenos si quiere asistencia o infórmenos sobre lo que está relacionando y adónde. Y gracias de antemano por su apoyo.

Oportunidad de trabajo: Administrador de red, Marijuana Policy Project, Washington

El Marijuana Policy Project, la organización más grande de reforma de las políticas sobre la marihuana de los EE.UU., está buscando a un administrador de red para trabajar en la sede del MPP en Washington, DC.

El cargo de administrador de red requiere la capacidad de trabajar excepcionalmente en un ambiente de campaña acelerado y de alta presión – y es una excelente oportunidad para que alguien meticuloso y trabajador se profundice en el aspecto tecnológico de una organización de defensa exitosa y de regular tamaño sin ánimo de lucro.

La responsabilidad principal del administrador de red es mantener la presencia del MPP en la red. Esto incluye, pero no está limitado a planear, implementar y mantener las páginas web del MPP (inclusive instalar las páginas en un servidor, trabajar con el personal del MPP para diseñar la interfaz - incluso gráficos y elementos interactivos - e integrar las páginas con los sistemas de gerencia de contenido del MPP); mantenimiento general de la página web mpp.org y todas las otras páginas web relacionadas con el MPP (usando tecnología compatible con los padrones XHTML y CSS); investigar, recomendar e implementar tecnologías de red de punta para ayudar el MPP a alcanzar sus metas; monitorear e darles informes regularmente sobre la actividad en la red para todas las páginas web del MPP al director de tecnologías de información y comunicación, al jefe del personal y al director ejecutivo; llevar a cabo proyectos específicos cuando asignados en orden a desahogar la cantidad de trabajo en todo el departamento; y proporcionar ocasionalmente soporte técnico al personal del MPP cuando otros empleados de tecnología de la información no estén disponibles.

El MPP es una organización que usa bastante Apple, entonces tener mucha experiencia con Mac OS X y Mac OS X Server es un punto positivo muy importante. Idealmente, el postulante estará a gusto trabajando y sosteniendo los sistemas, servidores y aplicaciones de Mac OS X.

La familiaridad y experiencia con desarrollar páginas web y aplicaciones usando JavaScript (W3C DOM, sin ningún buscador en específico), PHP, Perl, Python y otros lenguajes de secuencia de comandos y de programación son un punto positivo; se desea mucho postulantes que puedan demostrar habilidades en esta área.

El sueldo del administrador de red es de $40,000 a $50,000, dependiendo de la experiencia. El seguro médico y un paquete opcional de jubilación están inclusos. El administrador de red depende del director de tecnología de la información y la comunicación, que, a su vez, depende del director ejecutivo del MPP.

Para postular, por favor visite http://www.mpp.org/jobs/process.html y siga las instrucciones que están allí. Fíjese, por favor, que las entrevistas están siendo realizadas conforme son programadas y los individuos interesados son incentivados a postular muy deprisa ya que buscamos ocupar este cargo lo más pronto posible.

Con más de 21.000 miembros y 100.000 abonados electrónicos en todo el país, el MPP es la organización más grande de reforma de las políticas de drogas en los Estados Unidos. El MPP trabaja para minimizar el daño asociado con la marihuana – tanto el consumo de marihuana como las leyes que tienen el propósito de prohibir su uso – y cree que el daño más grande asociado con la marihuana es la reclusión. El MPP tiene 23 empleados en su oficina de DC, tres empleados en California, cinco en Mineápolis y uno en Nuevo Hampshire.

Oportunidad de trabajo: Gerente de programa, Criminal Justice Policy Foundation, cerca de Washington

La Criminal Justice Policy Foundation está buscando a un Gerente de Programa para trabajar directamente con el presidente de la CJPF. Es un cargo ideal para una persona detallista que quiera trabajar con un alto nivel de independencia en una pequeña oficina a favor de la justicia social. La CJPF es una de las principales voces del país en pro de la reforma de las políticas de drogas y de la justicia penal y colabora de cerca con los dos movimientos. La CJPF responde con rapidez a nuevos eventos y desarrolla frecuentemente nuevos proyectos. Más informaciones sobre las actividades de la CJPF están publicadas en su página web, www.cjpf.org.

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el presidente de la CJPF, Eric Sterling, en la conferencia de 2003 de la DRCNet en Mérida, México
Los deberes administrativos involucrados incluyen proporcionar apoyo administrativo general al presidente de la fundación; pagar las cuentas; tomar nota y depositar cheques usando QuickBooks en línea; divulgar, contratar y administrar el programa de prácticas de la fundación; actualizar la página web; administrar sistemas de informática, soporte lógico y técnico; desarrollar y mantener relaciones necesarias con los comerciantes; y hacer recomendaciones para mejoramientos administrativos.

Las responsabilidades del programa incluyen escribir correspondencia diversa; administrar la investigación, la escrita y la producción del boletín informativo trimestral; editar los esbozos escritos por el presidente de la fundación; proporcionar asistencia a la investigación al presidente de la fundación; y hacer recomendaciones respecto de las actividades de investigación y del programa.

Los requisitos incluyen una experiencia mínima de un año de trabajo y licenciatura, un alto nivel de competencia con programas del Office, incluso PowerPoint, Excel y Outlook, y se da preferencia a la experiencia con Dreamweaver y QuickBooks.

Los criterios de desempeño del trabajo incluyen prontitud, inteligencia, autoconfianza, precisión y minuciosidad en el trabajo desempeñado; escrita que demuestre un alto nivel de competencia en el inglés; llevar a cabo los proyectos sólo cuando el empleado comprenda sus objetivos (los proyectos son realizados con autoconfianza y el poder de solucionar problemas); trabajo, ambiente de trabajo y uso del tiempo bien organizados y respuesta a las prioridades mientras cambian y fomento y mantenimiento de la familiaridad con cuestiones tratadas por la fundación, con la clientela con la cual trabaja la fundación y con el ambiente político en Washington y demás jurisdicciones relevantes.

El empleado ideal aprenderá rápido, exigirá supervisión mínima, se orienta sólo y demuestra habilidades agudas para solucionar problemas. Él o ella tiene un alto nivel de curiosidad, pasión por la misión de la organización y ganas de servir y aprender. Él o ella es maduro(a), profesional y entusiasta.

El sueldo dependerá de la experiencia.

Para postular, envíe un fax a 301-589-5056 o un correo-e (con anexos en MS Word) a esterling@cjpf.org. Antes de postular, vaya a www.cjpf.org para familiarizarse con el trabajo de la CJPF y con la escrita del presidente de la fundación.

Por favor, envíe una carta de presentación, un currículo, su mejor muestra por escrito y los nombres de por lo menos tres referencias.

El cargo está vacante hasta que sea ocupado.

Semanal: Esta semana en la historia

27 de mayo de 1963: El profesor Nathan M. Pusey de la Universidad de Harvard anuncia que un profesor asistente de sicología clínica y educación ha sido despedido. El hombre despedido era el Dr. Richard Alpert, conocido después como “Ram Dass”.

29 de mayo de 1969: El gobierno canadiense forma la Comisión de Averiguación del Consumo No Medicinal de Drogas, que lanza por fin el famoso informe LeDain, recomendando que la simple tenencia de cannabis y el cultivo para consumo personal fueran permitidos. El informe contradice casi todas las falacias comunes sustentadas por el público en general. Durante una entrevista en 1998, LeDain culpa a los políticos por el hecho de que virtualmente ninguna de las recomendaciones de la comisión fuera sancionada.

26 de mayo de 1971: En cintas reveladas mucho tiempo después del término de su presidencia, el presidente Richard M. Nixon dice, “Sabes, es gracioso, cada uno de los desgraciados que salen a manifestarse por la legalización de la marihuana es judío. ¿Qué diablos tienen los judíos, Bob, qué tienen? Creo que es porque muchos de ellos son psiquiatras, sabes, hay tantos, todos los grandes psiquiatras son judíos”.

25 de mayo de 1973: El NBC Evening News informa que 28 marinos y 18 marineros que cuidaban del yate del presidente fueron transferidos y reasignados de Camp David debido a delitos de marihuana.

30 de mayo de 1977: La Newsweek publica un artículo sobre la cocaína que informa que “Entre las chicas de alterne en los lugares bacanes de Los Ángeles y Nueva York, ahora un poquito de cocaína, como Dom Perignon y caviar de beluga, es de rigor en las cenas. Algunos fiesteros la pasan junto con canapés en bandejas de plata... el usuario experimenta un sentimiento de potencia, de confianza, de energía”.

28 de mayo de 1994: El director señalado del presidente Clinton de la Administración de Represión a las Drogas, Thomas Constantine, dice en una entrevista concedida al Washington Times: “Muchas veces la gente habla del infractor no violento de la legislación antidroga. Es una especie rara. No existe un tipo de droga estéril que no esté involucrada en la violencia – no hay usuario de drogas que esté contribuyendo con algo bueno para la comunidad – sólo están contribuyendo con el mal”.

31 de mayo de 1996: Muere el gurú psicodélico Timothy Leary.

31 de mayo de 2000: La Lions Gate Films lanza Grass [Marihuana], el documental narrado por Woody Harrelson y dirigido por Ron Mann sobre la historia de la marihuana en los Estados Unidos del siglo XX.

Búsqueda en la red

la celebración de la vida de Tod Mikuriya en la radio DrugTruth

el editorial del Washington Post acerca de las sentencias mínimas obligatorias para la piedra de cocaína, con el juez Burnett de la NAADPC

el ONDCP informa que no hubo aumento en el cultivo de coca en Bolivia en 2006, memorando de la Red Andina de Información y de la Oficina en Washington para Asuntos Latinoamericanos

Oye, ¿dónde está mi marihuana?, Nick Schou hace comentarios en el Orange County Weekly sobre la guerra seguida del país contra la marihuana medicinal 10 años después que los electores votaron para legalizarla en el estado

el nuevo recurso en la página web del Justice Policy Institute para ayudar a los defensores a poner los índices crecientes de criminalidad en perspectiva

la revista Science escribe un editorial a favor de la marihuana medicinal, reimpresión parcial con enlace a versión en su totalidad en la página de suscripción paga

Europa: Ala joven de partido finlandés de izquierda pide la legalización de la marihuana

La Juventud de Izquierda de Finlandia, la ala joven del Partido Alianza de Izquierda (he aquí el enlace a la página web oficial en finlandés) aprobó por poco una resolución que pide la legalización del consumo y del cultivo casero de marihuana. La resolución fue aprobada por una margen de dos votos en la convención anual del grupo el fin de semana pasado, de acuerdo con informes de los medios finlandeses.

Aunque una declaración sobre las políticas de drogas de cuatro años atrás de la Juventud de Izquierda dijera que no debería haber castigo para el consumo o el cultivo personal de marihuana, el grupo había hesitado anteriormente en pedir la legalización. En verdad, la misma declaración de políticas que dijo que el consumo de marihuana no debería ser castigado también dijo que “El cannabis no debería ser legalizado en Finlandia”.

La aprobación de la resolución ocurre seis meses después que el presidente del área de Satakunta de la Juventud de Izquierda fue sentenciado a una multa por cultivar y fumar marihuana.

Entre aquellos que se oponen a la resolución estaba el nuevo presidente de la Juventud de Izquierda, Jussi Saramo. Él dijo que la cuestión necesitaba más consideración y que debería haber sido debatida en el contexto más amplio de las políticas generales respecto de los intoxicantes. “Sin embargo, como presidente, le doy mi apoyo a esta decisión”, añadió. “No necesitamos más drogas, pero no sirve de nada victimar a los usuarios”, añadió Saramo.

La aprobación de la resolución deja la Juventud de Izquierda fuera del compás con su organización madre, la Alianza de Izquierda. El presidente del partido, Matti Kornohen, criticó el grupo joven, diciendo que realizar una votación en una convención no es la manera adecuada de decidir cuestiones importantes. “El punto de partida del partido es de tolerancia cero”, añadió.

La Alianza de Izquierda, formada en 1990 a partir de ex partidos socialistas y comunistas, recibe cerca de 10% de los votos en las elecciones finlandesas. Con tres partidos fuertes, los gobiernos finlandeses involucran típicamente coaliciones de varios partidos. La Alianza de Izquierda se unió a gobiernos de coalición liderados por los socialdemócratas de izquierda en 1995 y 1999, pero no es parte del gobierno de coalición actual liderado por el conservador Partido de la Coalición Nacional.

Según las actuales leyes finlandesas sobre las drogas, que cambiaron hace dos años para incluir el delito de “consumo de drogas”, la tenencia de hasta 10 gramos de hachís o 15 gramos de marihuana es castigada normalmente por una pequeña multa. Cultivar plantas de marihuana, sin embargo, aún es considerado un delito de “producción de drogas” y es castigado con más severidad.

Oriente Medio: Las adormideras vuelven a florecer en Irak

El Antiguo Irak es la fuente de unos de los relatos escritos más antiguos de la producción de adormideras. Hasta 5.000 años atrás, la planta conocida de los antiguos sumerios como Hul Gil, la “planta de la alegría” era cultivada en los llanos fértiles de Mesopotamia. Ahora, de acuerdo con el periódico londinense The Independent, la producción de adormideras está en proceso otra vez en Irak.

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los artículos del traficante de opio (foto del editor de la Crónica, Phil Smith, durante una visita a Afganistán en septiembre de 2005)
Los cultivadores de arroz a lo largo del río Éufrates a oeste de Diwaniya han cambiado a las adormideras, informó el Independent, citando a “dos estudiantes de allí y a una fuente en Basra familiarizada con el narcotráfico iraquí”. El periódico señaló que el área, que es la escena de luchas por el poder entre los grupos milicianos chiíes rivales y que está fuera del control efectivo del gobierno nacional, es demasiado peligrosa para la visita de periodistas occidentales.

Aunque desde la invasión de los EE.UU. en 2003 haya estado creciendo la preocupación con el rol de Irak como conducto en el narcotráfico internacional, particularmente en la distribución de la heroína afgana contrabandeada a través de Irán a Irak, y, de ahí, a los mercados ricos del Oriente Medio y de Europa Occidental, el cambio aparente hacia el cultivo de adormideras en Diwaniya es inédito.

El plantío de adormideras informado ocurre en medio de conflictos crecientes, pero en gran parte no divulgados, en el sur de Irak entre el Ejército del Mahdi del clérigo instigador, Muqtada al-Sadr, y las Brigadas Badr, la ala armada de la Asamblea Suprema para la Revolución Islámica en Irak. Por lo menos una fuente le dijo al Independent que los combates actuales empezaron por el control de la producción de adormideras, pero que, desde entonces, se convirtieron en una lucha general por territorio

Latinoamérica: Oficina antidroga de la ONU les echa la culpa a la criminalidad y la violencia centroamericanas – no a la prohibición de las drogas

La estabilidad y el desarrollo de Centroamérica están siendo frustrados por la criminalidad y la violencia, gran parte de ellas causada por el narcotráfico, dijo la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (ONUDD) en un informe lanzado el miércoles. El informe pedía una intensificación de las políticas prohibicionistas que ayudaron a crear los problemas en primer lugar.

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anchura y estrechez de miras al mismo tiempo
Cuando un sector multibillonario del narcotráfico y la violencia que genera son sumados al crisol de problemas sociales, incluyendo la pobreza, la disparidad en la renta, la violencia de las pandillas, los índices altos de homicidio, el acceso fácil a las armas de fuego, las instituciones políticas y sociales débiles y la corrupción diseminada, los países centroamericanos débiles están sitiados, advirtió el informe.

“Los signos de advertencia son muy evidentes en este informe -crímenes con armas de fuego, violencia de pandillas, el secuestro, la proliferación de compañías de seguridad privada”, dijo el director ejecutivo del ONUDD, Antonio Maria Costa, en un comunicado de prensa que acompañaba el informe. “Pero estos problemas no son inherentes a la región. Estos se pueden vencer”.

Aplastada entre las regiones productoras de la coca y la cocaína de Sudamérica y el mercado insaciable de cocaína en Norteamérica, Centroamérica presencia casi el 90% de la cocaína que se dirige al norte. Aunque poco de ello caiga del camión – los índices de consumo centroamericanos son bajos, de acuerdo con el ONUDD -, la violencia y la corrupción asociadas con el narcotráfico del mercado negro causan estragos.

“Donde el crimen y la corrupción reinan y el dinero de las drogas pervierte la economía, el Estado no puede continuar teniendo un monopolio sobre el uso de la fuerza y los ciudadanos ya no confían en sus líderes e instituciones públicas”, dijo el Sr. Costa, subrayando que el desarrollo queda atrofiado donde la criminalidad y la corrupción florecen. “Por ende, el contrato social se desmorona y la población toma la ley en sus propias manos”.

Los países en la región y allende necesitan trabajar juntos para fortalecer sus sistemas de justicia penal y romper las conexiones entre las drogas, la criminalidad y el subdesarrollo, aconsejó el ONUDD. “La cooperación es vital”, dijo Costa. “Los problemas son demasiado grandes, demasiado vinculados y demasiado peligrosos para que se deje a los Estados actuar individualmente”.

Pero en vez de revisar el régimen global de prohibición de las drogas que genera los enormes flujos clandestinos de dinero, drogas y armas a la raíz de muchos de los problemas de Centroamérica, Costa y el ONUDD simplemente hacen el mismo pedido de siempre. “Tenemos una responsabilidad compartida y un interés común en ayudar a los países en Centroamérica a sobrellevar las presiones externas y fortalecer su resistencia interna a los efectos dañinos que producen las drogas y el crimen”, dijo Costa. “Trabajemos juntos para liberar el potencial de esta región”.

Si Costa y el ONUDD sufren de estrechez de vistas cuando se trata de la prohibición de las drogas, por lo menos ellos mostraron una comprensión matizada de las pandillas juveniles o “maras” que son tan rápidamente demonizadas en la prensa. “Políticas de represión de pandillas por sí mismas no resolverán los problemas subyacentes. De hecho, podrían empeorarlos. La cultura pandillera es un síntoma de un malestar social más profundo que no puede ser resuelto con poner a los niños de la calle detrás de rejas. El futuro de Centroamérica depende de ver a la juventud como un recurso y no como una carga”.

Política presidencial: El demócrata Mike Gravel es el último a pedir la legalización

La oposición a la guerra a las drogas entre los candidatos a la presidencia ha sido representada hasta el momento por el diputado Ron Paul, el congresista republicano libertariano de Tejas, y el diputado Dennis Kucinich, un congresista demócrata progresista de Ohío. La lista acaba de quedar más larga. Definitivamente, es muy improbable que el ex senador federal por Alaska, Mike Gravel, logre la propuesta del Partido Demócrata a la presidencia en 2008, pero su desempeño en el primer debate de candidatos demócratas a la presidencia (lea la trascripción en inglés aquí) el 26 de abril en Charleston, en Carolina del Sur, lo dejó en evidencia de veras y está ofreciendo a Paul y a Kucinich alguna competición por el voto antiprohibicionista.

La combinación de humor y cólera de Gravel mientras atacaba al presidente Bush y a sus colegas contendientes demócratas por sus posiciones respecto de la guerra en Irak, las relaciones con Irán y demás cuestiones fue, para muchos observadores, la primera presentación a un hombre que se jubiló de la política en 1980. Pero el Mike Gravel que desempeñó un rol fundamental en la publicación de los Documentos del Pentágono y en terminar el llamamiento a filas hace tantos años parecía no haber cambiado tanto. Aún es el iconoclasta que era hace cuarenta años.

Eso queda patente en su posición respecto a las políticas de drogas. De acuerdo con su página web de campaña, la plataforma de Gravel para la reforma de las prisiones y de las políticas de drogas es la siguiente:

“Los Estados Unidos prenden a más personas y en un nivel más alto que cualquier otro país en tiempos de paz en el mundo. De acuerdo con la Oficina de Estadísticas de la Justicia, el número de residentes estadounidenses tras rejas ha alcanzado ahora más de 2.3 millones.

“Estamos perdiendo toda una generación de jóvenes para nuestras prisiones. Nuestra ‘guerra contra las drogas’ ineficaz y derrochadora de nuestro país desempeña un rol fundamental en esto. Debemos dar más énfasis a la rehabilitación y a la prevención. Debemos despenalizar los delitos de drogas de menor gravedad e incrementar la disponibilidad y la visibilidad del tratamiento y prevención de la drogodependencia en nuestras comunidades y también en las cárceles y prisiones.

“Debemos aumentar el uso de juzgados especiales de delitos de drogas en los cuales los infractores reciban la oportunidad de completar el tratamiento químico supervisado por el tribunal en vez de ser sentenciados a la prisión. Debemos eliminar las leyes de condenación mínima obligatoria. Debemos aumentar el uso de penas alternativas para los infractores no violentos de la legislación antidroga. Los reos por delitos de drogas condenados por infracciones no violentas no deberían recibir sentencias obligatorias de prisión. Debemos enfatizar la penalización de los importadores, fabricadores y grandes distribuidores, en vez de los vendedores callejeros solamente. En este país, las prisiones deberían ser una sanción penal legítima – pero deberían ser una extensión de una sociedad imparcial, justa y sabia”.

Pero Gravel fue mucho más allende en una entrevista concedida al Iowa Independent en mayo. Cuando indagado si él creía de verdad que la marihuana debería ser legal y si la cocaína y la metanfetamina deberían ser legales también, él contestó: “¿Cuándo vamos a aprender? Pasamos por la Depresión y percibimos cómo creamos todos los gángsteres y la violencia. Cuando Roosevelt entró él acabó con la Ley Seca. Necesitamos acabar con toda esta guerra contra las drogas. Gastamos de $50 a $70 billones al año. Creamos criminales que no son criminales. Desestabilizamos países extranjeros. Respecto a la marihuana, Doug, te digo una cosa: Vete a comprar un trago de güisqui escocés o un trago de ginebra, engúlletelo y vas a descubrir que pierdes tus sentidos mucho más deprisa que si estuvieras fumando un poco de marihuana”.

Cuando presionado otra vez con relación a la cocaína y la metanfetamina, Gravel contestó: “Necesitamos legalizar la regulación de las drogas. El problema de las drogas es un problema de salud pública. No es un problema criminal. Lo convertimos en un problema criminal porque tratamos a las personas como criminales. Se agarra a un drogadicto, se lo mete en la prisión, se lo deja allí y él aprende el oficio criminoso de tal manera que cuando sale hay reincidencia”.

Marihuana medicinal: Proyecto de ley de Minnesota es estrangulado sin votación en la Cámara mientras la legislatura levanta

El martes, un proyecto que habría vuelto Minnesota el 13º estado con marihuana medicinal fue estrangulado por falta de votación en plenario en la Cámara antes que la legislatura estadual levantara. Un proyecto gemelo había sido aprobado por el Senado a principios de la sesión, pero aun si la Cámara lo hubiera aprobado, ello enfrentaba una amenaza de veto del gobernador republicano, Tim Pawlenty.

El proyecto, el HF 655, habría permitido que los pacientes con enfermedades crónicas debilitantes específicas tuvieran hasta 12 plantas y 75 gramos de marihuana. Los pacientes habrían podido designar a proveedores para que cultivaran para ellos. El proyecto también convocaba a los pacientes a inscribirse junto al estado tras obtener una recomendación por escrito de un médico, de una enfermera titulada o de un auxiliar médico.

Pese a que el proyecto sobre la marihuana medicinal de Minnesota no lograra pasar por el obstáculo legislativo final este año, los defensores dijeron que su éxito este año los dejó en buena posición para el año que viene. Según la sesión de dos años del estado, la labor del próximo año empezará con la legislación ya aprobada en el Senado y con el ímpetu de una serie imbatida de victorias en los comités.

“Estamos en muy buena posición para sancionar este proyecto sensible y compasivo el próximo año y asegurar que eso ocurra será una alta prioridad”, dijo el diputado Tom Huntley (DFL-Duluth) en un comunicado de prensa de la Minnesotans for Compassionate Care (MCC, sigla en inglés), una coalición de ciudadanos, pacientes, profesionales médicos y otros que trabajan para aprobar el proyecto de ley.

“La aprobación del proyecto de ley sobre la marihuana medicinal en el Senado este año le dio al esfuerzo un ímpetu increíble y anhelo hacerlo ser aprobado en la Cámara en 2008”, añadió el senador Steve Murphy (DFL-Red Wing).

Otro defensor legislativo, el coponente del proyecto y ex presidente de la Cámara, el diputado Steve Sviggum (R-Kenyon) prometió trabajar para convencer al gobernador Pawlenty mientras tanto. “Anhelo tener un diálogo continuo con el gobernador sobre la necesidad de proteger a los pacientes graves que consumen marihuana medicinal y acerca de las salvaguardias incorporadas a esta legislación”, dijo. “Estoy seguro que lo aprobaremos cuando regresemos el año que viene porque es lo correcto a hacer”.

El mes pasado, Nuevo México devino el más reciente estado a promulgar una ley sobre la marihuana medicinal cuando el gobernador Bill Richardson, candidato a la propuesta demócrata a la presidencia, sancionó un proyecto de ley allí. Eso le dio alguna esperanza al director de la MCC, Neal Levine. “Como estados como Nuevo México siguen ofreciéndose y nuevas investigaciones siguen documentando el alivio que la marihuana medicinal puede proporcionar a los pacientes que sufren, el ímpetu es abrumador”, dijo Levine. “Ningún ciudadano de Minnesota debería temer arresto y cárcel simplemente por intentar seguir vivo y no tengo ninguna duda de que 2008 será el año en que la protección de los pacientes se transformará en ley”.

Si ése es el caso de hecho, Minnesota se juntará a Alaska, California, Colorado, Hawai, Maine, Montana, Nevada, Nuevo México, Oregón, Rhode Island, Vermont y Washington como estados con marihuana medicinal.

Marihuana medicinal: Activistas de Michigan y del MPP lanzan campaña por iniciativa

Recién salidos de una serie de victorias en el ámbito municipal, los activistas pro marihuana medicinal de Michigan, ayudados y encubiertos por el Marijuana Policy Project (MPP) anunciaron el miércoles que van a lanzar una campaña de iniciativa que añadiría Michigan a las filas de los estados con marihuana medicinal.

La Michigan Coalition for Compassionate Care, sedeada en Ferndale, tendrá seis meses para reunir 304.101 firmas de electores válidos para poner la Ley de Marihuana Medicinal de Michigan [Michigan Medical Marijuana Act] en las urnas de 2008. El miércoles el grupo dijo que planeaba recolectar 550.000 y el MPP anunció que pagaría un dólar por firma.

La ley permitiría que las personas que padecen de cáncer, esclerosis múltiple y otras enfermedades cultivaran y consumieran pequeñas cantidades de marihuana para el alivio de los dolores. La ley instauraría un programa de inscripción para pacientes y proveedores.

Desde 2004, los electores en cinco ciudades de Michigan han aprobado iniciativas electorales que permiten el consumo de marihuana medicinal, inclusive Detroit, Ferndale, Flint, Ann Arbor y Traverse City.

Marihuana medicinal: Proyecto de ley de Connecticut es aprobado por la Cámara y se dirige al Senado

Un proyecto que legalizaría el consumo medicinal de marihuana para algunos pacientes ha sido aprobado por la Cámara de los Diputados de Connecticut en una votación de 89 a 58. Ahora, se dirige al Senado estadual, que aprobó una medida similar en 2005. Ese proyecto de ley fue derrotado en la Cámara. La votación ocurrió después de seis horas de debate en la Cámara, donde los legisladores citaron sus propias experiencias con enfermedades debilitantes.

“El mensaje es sencillo: Sentimos compasión por la gente que sufre en este estado”, dijo la diputada Themis Klarides (R-Derby) durante el debate.

“Hoy día, tenemos la oportunidad de proporcionar alivio a los habitantes de Connecticut que están enfermos, que se están muriendo, que se están consumiendo, que están perdiendo su calidad de vida”, dijo ella. “Y podemos decirles a esos residentes de Connecticut que el estado de Connecticut ya no les va a procesar”, dijo la diputada Penny Bacchiochi (R-Somers), que lideró la lucha a favor del proyecto.

El proyecto, el HB 6715, permitiría que los médicos certificaran el consumo de marihuana de un paciente adulto tras determinar que él o ella tiene una enfermedad debilitante y que podía beneficiarse potencialmente de la marihuana. Los pacientes y sus principales proveedores se inscribirían junto a la Secretaría de Protección al Consumidor del estado. Los pacientes y proveedores pueden cultivar hasta cuatro plantas de 120cm de altura bajo techo.

El proyecto contó con el apoyo de una amplia coalición que incluía la Alliance Connecticut, la Iglesia Metodista Unida de Connecticut, la Asociación de Enfermeras de Connecticut, al Dr. Andrew Salner – director del Centro del Cáncer Helen y Harry Gray en el Hospital Hartford, la Fundación A Better Way, la Red Drug Policy Alliance y la Drug Policy Alliance.

Sufrió la oposición de la ley y de la diputada Toni Boucher (R-Wilton), que lideró una cruzada legislativa virtual contra ello. Boucher presentó 50 enmiendas hostiles al proyecto de ley antes de la votación del jueves, pero desistió después que las primeras ocho fueron desestimadas. Sus propuestas incluían informar a las comisarías de policía los nombres de los usuarios inscritos de marihuana medicinal y solicitar que la Secretaría de Agricultura del estado estableciera un programa piloto.

El líder de la minoría en la Cámara, Lawrence Cafero, se valió de su mejor acento chanchullero callejero en cuanto se oponía al proyecto. “¿Cómo las consiguen?” preguntó, refiriéndose a las semillas para empezar las cuatro plantas permitidas según el proyecto. “Hay que comprarlas. ¿Cómo las compran? Como dijo el diputado [Michael] Lawlor, hay que echarse a las calles, chicos – una de cinco, de diez. Hay que comprar drogas, cariño”.

Pese a la imitación de Cara Cortada de Cafero, el proyecto ha sido aprobado y ahora se dirige al Senado, donde enfrenta las votaciones en los comités.

Marihuana medicinal: Proyecto de ley de Rhode Island aguarda veto y anulación esperados

Un proyecto de ley que volvería la ley sobre la marihuana medicinal de Rhode Island permanente ha pasado por su último obstáculo legislativo y ahora procede al escritorio del gobernador Donald Carcieri (R), que promete vetarlo. Pero la medida ha sido aprobada en ambas cámaras por márgenes suficientes para anular esa amenaza. Si pasa eso, sería la segunda vez en número igual de años que la legislatura anula el veto de una ley sobre la marihuana medicinal de Carcieri.

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la destacada paciente activista de Rhode Island, Rhonda O’Donnell, en protesta en DC
Cuando fue aprobada el año pasado, la Ley Edward O. Hawkins y Thomas C. Slater de Marihuana Medicinal [Edward O. Hawkins and Thomas C. Slater Medical Marijuana Act] contenía un dispositivo de caducidad que hacía que el programa del estado caducara el 30 de junio si no fuera reaprobado por la legislatura. En verdad, el proyecto de este año fue aprobado por las dos cámaras a principios de este mes, pero el obstáculo final de procedimiento fue ultrapasado cuando el plenario de la Cámara votó esta semana en la aprobación de la versión senatorial del proyecto.

El proyecto permitiría que un paciente diagnosticado con una enfermedad debilitante tuviera hasta 12 plantas de marihuana y 75 gramos de marihuana. Un proveedor puede tener 12 plantas y 75 gramos de marihuana para cada uno de hasta cinco pacientes cualificados. La Secretaría de Sanidad del estado registraría a los pacientes y proveedores.

El proyecto ha sido impelido por una coalición de grupos médicos, legales y de reforma de las políticas de drogas, la Rhode Island Patient Advocacy Coalition. Parece que el grupo está a apenas una anulación de veto de la victoria.

Imposición de la ley: Las historias de policías corruptos de esta semana

Policías estaduales administran carteles de Oxycontin, ex policías problemáticos administran carteles de Oxycontin y otra condenación en el infame escándalo de la “tiza de billar” de Dallas. Vamos a ello:

En Boston, un policía del Estado de Massachusetts fue arrestado el 15 de mayo por acusaciones de administrar un cartel de tráfico de Oxycontin y extorsión. El policía Mark Lemieux, quien tenía una larga carrera de arrestar a narcotraficantes, fue él mismo preso junto con un ex policía estadual, Joseph Catanese, y dos otras personas, incluso la enamorada de Lemieux. Lemieux había sido asignado a la Fuerza Antidroga de la Comarca de Bristol, pero eso no le impidió tratar supuestamente con un narcotraficante para que dejara que su enamorada se llevara el Oxycontin de Florida a Massachusetts. Lemieux y compañía cayeron después que el traficante fue preso y se convirtió en testigo contra el reo. Él había sido el delator de Lemieux, ahora él lo ha delatado.

En London, Kentucky, un ex oficial de la policía local fue preso el 18 de mayo por acusaciones de ventas de drogas. Brad Nighbert, el hijo del secretario de la Secretaría de Transportes del estado, Bill Nighbert, fue oficial de la policía de Williamsburg durante siete años. Las cosas empezaron a ir cuesta abajo para él cuando chocó su patrullero contra el auto de una mujer mientras estaba de servicio y los exámenes toxicológicos mostraron que él había consumido oxicodona y cocaína. Mientras la junta municipal se reunía para ponderar su demisión por eso, él dimitió. Después él fue arrestado por tenencia de drogas y otras acusaciones en aquel incidente. Mientras aguardaba una fecha de comparecencia en septiembre a causa de aquellos cargos, Nighbert logró ser parado por actuar sospechosamente en el estacionamiento de una sala de fiestas en que un apuñalamiento había sucedido. La policía encontró 14 pastillas de Oxycontin y $32,000 en efectivo en su vehículo, y, tras obtener una orden de búsqueda, otros $3,000 en efectivo, 57 pastillas de metadona y libros de contabilidad. Ahora, él es acusado de tráfico de sustancia controlada, tenencia de drogas y de pertrechos para consumo de drogas, tenencia de medicamentos recetados en envase inadecuado, adulteración de pruebas, porte de arma de fuego mortífera escondida y de hacerse pasar por un oficial de la policía.

En Dallas, un ex oficial de la policía de Dallas fue declarado culpable en el escándalo de la “tiza de billar” el viernes pasado. El ex oficial Jeffrey Haywood fue condenado por mentir en un informe policíaco diciendo que él había examinado una sustancia que él creía ser cocaína cuando fue confiscada en mayo de 2001. La sustancia resultó ser tiza de billar con un residuo de cocaína. Más de dos docenas de personas, la mayoría de inmigrantes hispanos, fueron arrestadas, condenadas y presas como narcotraficantes con base en las redadas de drogas que resultaron ser tiza de billar. El ex oficial Mark Delapaz ya había sido condenado en el escándalo y faltan los casos contra dos otros oficiales. Haywood fue sentenciado a dos años de libertad vigilada.

Semanal: Blogueando en el Bar Clandestino

Junto con nuestro reportaje investigativo de la Crónica, desde el verano pasado la DRCNet también ha estado proporcionando contenido diario en la forma de blogueo en el Bar Clandestino Stop the Drug War, así como enlaces a las Últimas Noticias (esquina inferior izquierda) y más informaciones. ¡Chequee la DRCNet todos los días para estar al corriente de la reforma de las políticas de drogas!

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foto de bar clandestino (por cortesía de arbizu.org)

Esta semana:

Phil Smith sobre la "Remedial Psychedelic Ethics 101: Don't Dose People" [Ética psicodélica básica providencial: No pierdan a las personas] y "More Reefer Madness Yellow Journalism in Australia" [Más alarmismo de la prensa amarilla en Australia].

Scott Morgan sobre la "New Marijuana Research: Stoned People Aren't Stupid" [Nueva investigación sobre la marihuana: La gente colocada no es tarada], "Can You Smell the Meth?" [¿Se puede oler la metanfetamina?], "Attention Marijuana Users: Hershey™ Doesn’t Want Your Business" [Atención usuarios de marihuana: La Hershey™ no quiere nada con ustedes] y "Remedial Marijuana Ethics 101: Don't Be An Idiot" [Ética básica providencial de la marihuana: No seas un idiota].

David Guard también ha estado ocupado publicando una plétora de comunicados de prensa, alertas, listados de empleos y otros artículos interesantes republicados de muchas organizaciones aliadas alrededor del mundo en nuestro feed activista "In the Trenches". Las Bitácoras del Lector de la DRCNet también han sido usadas – les invitamos a sumarse a ellos y a volverse autores en la comunidad de la DRCNet también. Y les instamos a comentar en cualquiera o en todos los escritos susodichos.

Gracias por leer, y escribir...

Oferta de DRCNet a los miembros: The Trebach Trilogy

Actualización de la primera oferta: ¡Trebach ha estado de acuerdo en firmar todos los ejemplares de sus libros que usted reciba de DRCNet! Además, ¡añada apenas $22 a su donación para adquirir un ejemplar de “Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy” [Mentiras, malditas mentiras y las estadísticas de la guerra a las drogas: Un análisis crítico de las afirmaciones hechas por el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas] también! (Deje una nota en el espacio para comentarios para informarnos que usted lo está solicitando.)

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Arnold Trebach en la rueda de prensa de 2003 en que la DRCNet colaboró
Tenemos la satisfacción de anunciar que nuestra más reciente oferta de libro para los miembros es la “Trilogía Trebach” – dos clásicos relanzados de Arnold Trebach – un antiguo amigo de la DRCNet, fundador de la Drug Policy Foundation y conocido por los conocedores de la reforma como el padre del movimiento moderno pro reforma de las políticas de drogas – en un volumen recién salido:

  • The Heroin Solution [La solución de la heroína]: “Un gran éxito”, dijo la Publishers Weekly. “Elocuente y persuasivo”, de acuerdo con The New York Times;
  • The Great Drug War, and Rational Proposals to Turn the Tide [La gran guerra a las drogas, y Propuestas racionales para revertir la situación]: Hace dos décadas, en lo que era una incriminación sentida de la guerra contra las drogas de la era Reagan, Trebach identificó y dio vida a todos los tipos de abusos derivados del esfuerzo para imponer la prohibición de las drogas y empezó a explicar una estrategia para escapar de la guerra a las drogas y atingir “la paz de las drogas” (Crónica de la Guerra Contra las Drogas);
  • Fatal Distraction: The War on Drugs in the Age of Islamic Terror [Distracción fatal: La guerra contra las drogas en la era del terror islámico]: La destilación de la obra de una vida entera en las trincheras de la reforma de las leyes sobre las drogas... un libro que los reformadores canosos y los recién llegados deslumbrados con la causa afines querrán leer y absorber. (Crónica de la Guerra Contra las Drogas)

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Lea la reseña de “The Great Drug War” hecha por el editor de la Crónica, Phil Smith, aquí, la reseña de “Fatal Distractionaquí y la reseña de “The Heroin Solutionaquí.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Safe Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School