Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Anúncio: Novo Formato para o Calendário do Reformador

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Com o lançamento da nossa nova página, O Calendário do Reformador não aparecerá mais como parte do boletim Crônica da Guerra Contra as Drogas, mas será mantido como seção de nossa nova página:

O Calendário do Reformador publica eventos grandes e pequenos de interesse para os reformadores das políticas de drogas ao redor do mundo. Seja uma grande conferência internacional, uma manifestação que reúna pessoas de toda a região ou um fórum na universidade local, queremos saber para que possamos informar os demais também.

Porém, precisamos da sua ajuda para mantermos o calendário atualizado, então, por favor, entre em contato conosco e não suponha que já estamos informados sobre o evento ou que vamos saber dele por outra pessoa, porque isso nem sempre acontece.

Ansiamos por informá-lo de mais matérias novas de nossa nova página assim que estiverem disponíveis.

Oferta de Livro: Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics

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Normalmente, quando publicamos a resenha de um livro no boletim informativo Crônica da Guerra Contra as Drogas, ela tem leitores, mas não está entre os artigos mais visitados na página. Recentemente, presenciamos uma grande exceção a essa regra quando mais de 1.400 de vocês leram a nossa resenha do novo livro “Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy” [Mentiras, Malditas Mentiras e as Estatísticas da Guerra às Drogas: Uma Análise Crítica das Afirmações Feitas pelo Gabinete de Política Nacional de Controle das Drogas]. Grande parte dessa leitura aconteceu durante uma emana que teve outros artigos muito populares também, então, claramente, o tópico deste livro, de autoria dos respeitados acadêmicos Matthew Robinson e Renee Scherlen, tocou na ferida. Como deveria.

Por favor, ajude a DRCNet a continuar o nosso trabalho de desacreditar as mentiras da guerra às drogas com uma doação generosa. Se a sua doação for de $32 ou mais, lhe enviaremos uma cópia grátis do livro de Robinson e Scherlen para ajudá-lo a desacreditar as mentiras da guerra às drogas também.

Durante as próximas semanas, vou escrever no blog da nossa página sobre coisas que aprendi lendo Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics. Fique ligado!

A sua doação ajudará a DRCNet enquanto avançamos no que pensamos ser um plano incrível de dois anos para fazermos progressos consideráveis na reforma das políticas de drogas e na causa de acabar com a proibição globalmente e nos EUA. Por favor, faça uma doação generosa hoje para ajudar a causa! Sei que você sentirá que o dinheiro foi bem gasto depois de ver o que a DRCNet está preparando. O nosso formulário eletrônico de doação lhe permite doar por cartão de crédito, por PayPal ou imprimir um formulário para enviar junto com o seu cheque ou ordem de pagamento. Por favor, repare que as contribuições à Drug Reform Coordination Network ou Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas, a nossa entidade de lobby, não são dedutíveis do imposto de renda. As doações dedutíveis podem ser feitas para a Fundação DRCNet, a nossa ala de conscientização. (Escolher um presente como Lies, Damn Lies, and Drug Statistics reduzirá a parte de sua doação que você pode deduzir pelo custo no varejo do artigo.) Ambos os grupos recebem a correspondência dos membros em: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Obrigado pelo seu apoio e esperamos ter notícias suas em breve.

Sinceramente,


David Borden
Diretor-Executivo

P.S.: Você pode ler a resenha do livro escrita pelo editor da Crônica, Phil Smith, aqui.

Matéria: A Política Confusa da Maconha Medicinal na Assembléia do Oregon

Com uns 14.000 pacientes inscritos junto ao estado segundo a Lei de Maconha Medicinal do Oregon [Oregon Medical Marijuana Act (OMMA)], o programa do Oregon é um dos mais bem-sucedidos no país. Mas, graças a uma comunidade ativista bem-organizada, porém rabugenta, e também aos inimigos legislativos da maconha medicinal, a própria OMMA (o Programa de Maconha Medicinal do Oregon) e os pacientes são o assunto de um frenesi de atividade na assembléia neste ano.

Embora parte da legislação tenha sido inspirada pela comunidade da maconha medicinal, grande parte lhe é hostil. A NORML Oregon, uma das principais organizações ativistas na questão, identifica 19 projetos de lei diferentes que afetam os pacientes de maconha medicinal, com apenas cinco que têm o aval do grupo.

Entre os projetos há 12 medidas que pedem exames toxicológicos de todos, de policiais e servidores eleitos a beneficiários da previdência social, inclusive uma que já foi aprovada pelo Senado, o SB 0465, que protegeria os empregados de ações judiciais dos pacientes despedidos por tirarem positivo em exames toxicológicos. Há dois projetos que emendariam a OMMA, um na Câmara, o HB 3299, e o outro no Senado, o SB 0161, e também já projetos que dariam aos promotores a opção de acusarem o cultivo como contravenção em vez de crime e instaurarem um sistema de dispensários dirigido pelo estado.

As batalhas principais foram travadas pelo projeto sobre os exames toxicológicos com empregados e os projetos que emendariam a OMMA. Embora a sessão provavelmente não termine até junho, até agora, ela tem sido desagradável para os defensores da maconha medicinal. Embora tenham um punhado de defensores influentes na legislatura, inclusive o senador Floyd Prozanski (D-Eugene) e o senador Frank Morse (R-Albany), esses aliados foram isolados em votações anteriores - o projeto acerca do exame toxicológico foi aprovado por 25-5 - ou se aborreceram com algumas medidas apresentadas pelos ativistas.

O projeto sobre os exames toxicológicos atraiu a oposição da ACLU do Oregon e também dos defensores da maconha medicinal. "Nós achamos que esse projeto solaparia a Lei de Maconha Medicinal do Oregon, que foi aprovada pelos eleitores, permitindo que os cidadãos do Oregon que sofram de doenças graves possam consumir maconha para aliviar o sofrimento deles", disse Andrea Mayer, a diretora legislativa do grupo, que depôs contra a medida. "Há muitos pacientes cujas enfermidades podem ser aliviadas para que virem empregados produtivos, assim como com os milhares de cidadãos do Oregon que usaram substâncias prescritas".

"Os empregados confiam na análise da urina para examinar o prejuízo dos sentidos, mas esse tipo de exame não o indica", disse Meyer. "Não há relação entre a presença de metabolitos de THC e o prejuízo dos sentidos. Como todos sabemos, o THC pode continuar no corpo por até 30 dias. Este projeto de lei presume que o usuário de maconha medicinal esteja comprometido no trabalho, mas esse não é o caso e não lida com a questão subjacente da segurança, que é do que isto se trata. Se estão preocupados de verdade com a segurança, examinariam o prejuízo dos sentidos em todos os empregados. O importante é que possam desempenhar as suas funções. O fato de que alguém consumiu maconha medicinal na noite anterior antes de vir trabalhar não significa que está prejudicado".

Mas, embora o projeto sobre os exames toxicológicos tenha sido aprovado com facilidade pelo Senado, que recusou uma medida oferecida por Prozanski que teria protegido explicitamente os pacientes, pode virar letra morta na Câmara. "Foi atribuída ao Comitê de Ética da Câmara, onde se diz que é letra morta", disse Leland Berger da Voter Power, que está envolvido intimamente com a legislação acerca da maconha medicinal no Oregon. "Pode ficar de pé outra vez, mas por enquanto é letra morta", disse.

O mesmo acontece com o SB 0676, que teria criado um sistema estadual de hortas e dispensários como programa-piloto para examinar as distintas variedades. Defendido pela NORML Oregon, o projeto teria lidado com os problemas crônicos da oferta que alguns pacientes enfrentam, mas as suas chances murcharam frente aos temores que podiam provocar na DEA.

"As coisas vão muito mal na assembléia neste ano", disse Madeline Martínez, diretora da NORML Oregon. "Prozanski se aborreceu com o projeto sobre os dispensários. Ele sempre foi um amigo do cânhamo e da maconha medicinal, mas temia que este atraísse os federais sobre nós", disse Martínez. "O senador Morse diz que não acha que possa fazê-lo sair do comitê porque o procurador-geral advertiu que, se isso ocorresse, todos começariam a ser presos", explicou.

"Precisamos fazer algo e eu não gosto nada do modelo californiano dos dispensários", disse Martínez. "Muitos pacientes meus estão recebendo benefícios da previdência, então não quero vê-los pagando $15 o grama. Caramba, dá para escolher entre a sua maconha medicinal, as suas drogas farmacêuticas e comer a comida do gato. Estou muito aborrecida com o modelo californiano".

Martínez, uma aposentada da lei de 56 anos de idade, administra uma horta para pacientes, a quem ela fornece quantidades limitadas de maconha medicinal gratuitamente. "Tenho a bênção de ter uma horta maravilhosa. Podemos encher os nossos baldes de doações e agora outros cultivadores estão doando 150 ou 180 gramas de uma só vez. É assombroso como ver isso acontecer tem o poder de criar um ciclo de doações e mais doações", disse.

Mas, embora Martínez e os pacientes dela possam adquirir o medicamento deles, isso não acontece com muitos pacientes, que ou não têm saúde ou a habilidade ou o talento para cultivar e esse é maior fracasso da OMMA, disse ela. "É o pior aspecto: acesso nenhum", disse. "Paga-se por um direito e então não dá para usá-lo, especialmente se não se puder cultivar sozinho. A OMMA não lida com isso".

Agora, a grande batalha restante é pelos projetos que modificariam a OMMA. O HB 3299, apoiado pela Voter Power, contém diversos dispositivos que protegem os pacientes ou os fornecedores, inclusive a reciprocidade com outros estados, permitindo que as pessoas sob supervisão judicial consumam maconha medicinal e impondo penas contra a polícia por infração voluntária da lei. Mas também contém uma disposição que submeteria os membros do programa que transportaram maconha medicinal sem carteira de registro a 30 dias de cadeia.

Martínez e a NORML Oregon não são a favor do HB 3229 em sua forma atual. "Há muitas coisas boas no HB 3299", disse Martínez, "mas 30 dias na cadeia para os pacientes pegos enquanto a transportavam sem a carteira deles? Alguns dos pacientes de que cuido não durariam nem sequer um dia na cadeia. É preciso expor isso".

Isso pode ocorrer, disse Berger. Embora o HB 3299 pareça adormecido - foi encaminhado ao cemitério conhecido como o Comitê de Regras e Ética Eleitoral da Câmara - alguns de seus dispositivos podem acabar sendo incorporados ao SB 161. "O SB 161, que inclui algumas coisas que estivemos perseguindo durante anos, foi aprovado pelo Senado unanimemente na quinta-feira passada", disse. "Talvez possamos tirar coisas do 3299 e colocá-las no 161. O senador Morse disse que ia ver o que podia fazer".

Mas, mesmo com toda a tormenta e ímpeto na assembléia, a sessão pode acabar com pouca coisa acontecendo de verdade na frente da maconha medicinal. Isso pode mudar se a comunidade estivesse mais bem organizada, disse Berger. "Há mais cooperação e mais sentimento positivo entre os ativistas do que às vezes no passado", disse. "Mas, ao mesmo tempo, há um tipo de pressão da turba, com grupos diferentes fazendo pressão por projetos diferentes. O que precisamos fazer de verdade é termos uma conversa um ano antes da próxima sessão, arrecadar alguns fundos e contratar um lobista. É difícil aprovar leis no Oregon. É preciso ter um consenso entre todos os grupos afetados. A lei, o próprio programa e os defensores têm que concordar ou não vai se mexer. Isso significa que os defensores têm que estar de acordo também".

Matéria: A guerra contra a Salvia divinorum esquenta

Nesta semana, Middlesbury, Vermont, declarou uma emergência de saúde pública para impedir um negócio local de vendê-la. Ela já é ilegal em cinco estados – Luisiana, Missouri, Tennessee, Oklahoma e Delaware – e em uma série de municípios e cidades por todo o país, e agora os políticos em pelo menos sete estados apresentaram projetos para ilegalizá-la neles. Para a DEA, é uma “droga preocupante”.

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folhas de sálvia (foto por cortesia de Erowid)
É a sálvia divinorum, uma integrante da família da menta do México, onde tem sido usada durante séculos pelos curandeiros mazatecas. Na última década, a ciência das suas propriedades alucinógenas poderosas começou a se infiltrar na consciência popular. Agora, está à venda nas lojas de apetrechos para usuários de drogas e através da Internet, onde pode ser comprada em uma forma fumável que produz uma intoxicação quase instantânea e uma tremenda euforia que dura alguns minutos.

Enquanto os homens da lei e os políticos se deparam com ela e com o fenômeno de seu consumo recreativo, estão reagindo da maneira clássica com medidas para ilegalizá-la. Em Delaware, os pais de luto de um adolescente que cometeu suicídio após consumir sálvia conseguiram aprovar um projeto de lei na assembléia. Em Ohio, a polícia que topou com ela enquanto investigava artigos falsificados tocou o alarme, apesar de eles nunca terem tido nenhuma problema com ela. Os policiais responderam previsivelmente. “Sentimos que é algo que deveria ser ilegalizado”, disse o capitão da Força-Tarefa Antidrogas da Comarca de Lorain, Dennis Cavanaugh, ao Cleveland Plain Dealer.

Mas, os investigadores dizem que embora os efeitos sobre a consciência possam ser inquietantes, a planta não mostrou ser tóxica para os humanos, que os seus efeitos são tão potentes que não é provável que seja usada várias vezes e que a propriedade ativa dela, a salvinorina-A, pode ajudar no desenvolvimento de medicamentos para os transtornos do estado de ânimo. Embora as providências do estado provavelmente não afetem a pesquisa, uma medida da DEA para pô-la na lista de substâncias controladas poderia fazer isso.

A sálvia é um artigo popular na Urban Shaman Ethnobotanicals no centro de Vancouver e a atenção da mídia só incita as vendas, de acordo com o dono Chris Bennett. “Estamos vendendo cerca de 50 gramas do 10x a cada duas semanas”, disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. “São mais os jovens – apesar de não a vendermos a menores de 18 -, mas não está limitado a eles. Sempre que sou citado na mídia falando sobre a sálvia, consigo um montão de clientes novos de meia-idade que querem experimentá-la”.

Normalmente, uma ou duas vezes bastam, disse Bennett. “É muito poderosa – dá para esquecer que se fumou -, muito intensa e os efeitos começam muito rápido”, explicou. “Também há muita variação de uma pessoa a outra. Quatro pessoas podem se sentar em uma sala e consumi-la e uma dá risada, a outra teme que o mundo estivesse acabando, a próxima sente que é bidimensional e a última diz que tudo parece ser feito de blocos de Lego. Ouço muitas pessoas dizerem essa última”.

Como muitos outros fornecedores de sálvia, a Urban Shaman proporciona um folheto informativo com cada compra. “Dizemos às pessoas que devem ter um ajudante. Se você consumiu sálvia e termina no terraço, pode chegar a pensar que consegue descer as escadas pulando”, disse Bennett. “É bom ter alguém com você; é irresponsável consumi-la sozinho”, disse. “Também recomendamos um ambiente silencioso. A experiência pode ser influenciada por ruído ambiente, o qual pode ser distorcido ou mal-interpretado. O entorno é importante”.

Há riscos no manuseio de alucinógenos, apontou rapidamente um especialista. “É um alucinógeno e embora as suas ações alucinógenas sejam diferentes daquelas induzidas pelo LSD e demais alucinógenos, tem as desvantagens que os alucinógenos têm”, disse Bryan Roth, professor de farmacologia na Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, o homem que isolou a salvinorina-A. “Quando as pessoas a consomem, ficam desorientadas. Se você não sabe onde está e está dirigindo um carro, seria uma experiência ruim”.

Mas, disse Roth, embora possa te fazer ficar doidão, não vai te matar. “Não há provas de qualquer toxicidade patente, não há quaisquer relatos na bibliografia médica de que alguém tenha morrido por ela. A única advertência é a de que não houve nenhum estudo formal feito com humanos, mas os dados das investigações realizadas com animais sugerem que não mata os animais que recebem doses massivas, e, usualmente – mas nem sempre -, isso é preditivo para a farmacologia humana”.

“Não estou ciente de nenhum estudo que sugira que a sálvia é tóxica”, disse Thomas Prisinzano, professor-assistente de química com produtos medicinais e naturais na Universidade de Iowa. “Diferentemente de outros alucinógenos, age estimulando os receptores opiáceos e produz basicamente uma experiência alucinógena que chega ao seu ponto mais alto em menos de 15 minutos. Produz uma subpopulação que a acha muito desagradável e nunca mais quer experimentá-la de novo”.

Em razão de seus efeitos intensos, provavelmente também não se ficará viciado nela. “Parece que não há muito potencial para a dependência, apesar de ninguém ter investigado isso detalhadamente”, disse Roth. “A pessoa típica com quem eu conversei não gostou da experiência; é intensa demais para alguém que busca uma experiência de LSD em pequena escala. É muito rápida no começo e muito intensa, então normalmente não é considerada uma droga de festa”.

Mesmo Bennett, de cuja clientela se podia esperar que contivesse alguns aventureiros psicodélicos mais sérios, confirmou que ela não é uma droga a que a maioria volta uma e outra vez. “Mesmo aqueles que ficam interessados nela não a consomem com muita freqüência, talvez uma vez por semana para explorar o espaço da cabeça, mas esses salvianautas são poucos e raros”, informou. “A maioria a experimenta uma ou duas vezes e não tem mais vontade de experimentá-la de novo. Os que a consomem com um propósito ou para uma busca ou visão espiritual são aqueles que a acham mais útil”, disse.

“Há uma subpopulação que a consome mais para fins espirituais do que recreativos”, concordou Roth. “Parece ser a coorte que a está usando mais do que uma ou duas vezes”.

Embora a DEA não retornasse as ligações da Crônica para obter comentários sobre o status atual da sálvia, agiu devagar. Classificou a planta como “droga preocupante” durante vários anos, mas ainda tem que tomar providências para colocá-la sob o controle da Lei de Substâncias Controladas [Controlled Substances Act]. A possível dependência limitada da planta pode ser um dos motivos. Outro pode ser que ainda é relativamente rara e provavelmente nunca se transforme em uma droga com muitos seguidores.

Para os cientistas, que aceitavam a regulação, não a proibição da sálvia, estava tudo bem. “A distribuição da sálvia deveria ser regulada”, disse Roth. “Regulamos a nicotina e o álcool e os efeitos desses compostos sobre a consciência e a percepção humanas são bem modestos em comparação com os da sálvia. Que esteja à venda na Internet a jovenzinhos é um pouquinho irresponsável. Eles podem se meter em alguma conduta perigosa enquanto a consomem. Não vendemos álcool na Internet”.

Mas, embora Roth pedisse a regulação da sálvia, não queria que ela fosse acrescentada à lista de drogas proibidas pela Lei de Substâncias Controladas. “Sou contrário a torná-la um composto de Classe I”, disse. “Assim que se classifica algo, isso dificulta a investigação científica e há potencial considerável para que os derivados do ingrediente ativo tenham grande utilidade médica. A classificação dificulta que nós tentemos aliviar o sofrimento humano”.

Se a sálvia fosse proibida, o seu trabalho sofreria, disse Prisinzano. “Isto prejudicaria mais os pesquisadores do que eu e agora há um esforço em andamento para realizar testes clínicos em seres humanos perante um conselho de revisão”, disse. “Mas, isso dificultaria a obtenção das folhas. No momento as compramos das head shops na Internet”.

Talvez os legisladores em estados como Iowa, Illinois, Nova Jérsei, Oregon e Texas, onde os projetos de proibição estão em discussão, devam reavaliar com calma o alcance da ameaça da sálvia e descartar tais leis como merecem. Ou substitui-las por medidas reguladoras razoáveis. Mas, provavelmente, isso é pedir demais.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Anuncio: Los Feeds RSS de DRCNet Están Disponibles

Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Anuncio: ¡Ahora los Feeds de Agregación de Contenido de la DRCNet Están Disponibles para SU Página Web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

Haga clic aquí para ver una muestra de lo que está disponible - por favor, fíjese que la extensión, la apariencia y demás detalles de cómo ello aparecerá en su página pueden ser personalizados para adecuarse a sus necesidades y preferencias.

Por favor, fíjese también que estaremos contentos en hacerle más permutas de nuestro contenido disponible bajo pedido (pese a que no podamos prometer cumplimiento inmediato de dichas solicitaciones ya que, en muchos casos, la oportunidad dependerá de la disponibilidad de nuestro diseñador web). Visite nuestro Mapa del Sitio para ver lo que está disponible actualmente – cualquier feed RSS disponible allí también está disponible como feed de javascript para su página web (junto con el feed de la Crónica que no aparece todavía pero que usted puede encontrar en la página de feeds relacionada arriba). Experimente nuestro generador automático de feeds aquí.

Contáctenos si quiere asistencia o infórmenos sobre lo que está relacionando y adónde. Y gracias de antemano por su apoyo.

Oportunidad de Empleo: Dos Vacantes en Law Enforcement Against Prohibition

La Law Enforcement Against Prohibition (LEAP, sigla en ingles) es una organización internacional sin fines lucrativos de concienciación que fue creada para dar voz a los impositores de la ley que saben que la “Guerra Contra las Drogas” no sólo es un fracaso patente, sino también una política terriblemente destructiva, autoperpetuadora y siempre en expansión. La prohibición debe ser reemplazada por la regulación legalizada de todas las drogas, que reducirá las incidencias de mortalidad, enfermedad, criminalidad y adicción sin destruir generaciones de nuestros niños a través del arresto y de la encarcelación. En cinco años, la LEAP ha crecido de cinco policías fundadores para más de 7.000 miembros en sesenta y seis países. La LEAP cuenta con 150 policías y agentes penales, jueces y fiscales, agentes de la DEA y del FBI en funciones y jubilados en su gabinete de oradores, que ha hecho más de 2.700 presentaciones por todo el mundo. Esperamos por lo menos doblar nuestra membresía y el número de oradores el próximo año. La sede de la LEAP queda en la Avenida Mystic, 121, Medford, Massachusetts, 021 55, teléfono (781) 393-6985.

Empleo 1: Cargo de Gerente de Oficina y Proyecto - $25.000-$30.000 por año

DECLARACIÓN GENERAL DE DEBERES Y RESPONSABILIDADES: Es un cargo de jornada entera. El Gerente de Oficina y Proyecto proporciona apoyo general al Director Ejecutivo y al Director Administrativo. El Gerente trabaja de cerca con el Coordinador de la Agencia de Oradores y con el Coordinador de Conferencias que administran a los miembros voluntarios de la LEAP y supervisan los eventos.

DEBERES Y RESPONSABILIDADES ESPECÍFICOS: Gerencia de: Practicantes y voluntarios; correspondencia/reclutamiento de miembros; coordinación y contacto con los voluntarios; coordinación y contacto con los donadores; investigación y redacción de solicitaciones de donación; investigación de las políticas de drogas, leyes, represión legal y tácticas de interdicción de las drogas nacionales e internacionales; redactar comunicados de prensa bimensualmente; ayudar en la coordinación de los medios, en la coordinación del gabinete de oradores y en la coordinación de conferencias; comprar/corresponderse; editar y actualizar la bitácora de la LEAP; editar y enviar el informativo mensualmente por correo-e; ingresar datos en las bases de datos.

REQUISITOS DEL EMPLEO: Los siguientes son todos requeridos de los postulantes a este cargo: La comprensión y el apoyo total de la Misión y Meta de la LEAP (lea “Sobre la LEAP” en http://leap.cc/About/about.php); debe poder realizar la entrevista y trabajar en Medford, Massachusetts; debe tener la capacidad de tratar de asuntos confidenciales con un alto nivel de integridad; tener habilidades interpersonales y comunicativas excelentes (tanto escritas como orales); demostrar la capacidad de trabajar independientemente, de realizar varias tareas y de ser proactivo en la anticipación y corrección de los problemas; se espera que innove, diseñe e implemente sistemas que maximicen el funcionamiento eficaz y eficiente de esta organización en expansión; tener un alto nivel de destreza con programas de informática (especialmente MS Word, Excel y Outlook) y poder usar la Internet como herramienta de pesquisa y también tener una computadora; tener un diploma universitario o experiencia en trabajos similares.

Empleo 2: cargo de Director de Medios -- $30,000 por año

DECLARACIÓN GENERAL DE DEBERES Y RESPONSABILIDADES: El/la director(a) de medios es un cargo de jornada completa. Él/ella será responsable por todos los contactos con los medios a escala nacional e internacional y por cualquier otra coordinación considerable con los medios, así como por publicar los comunicados de prensa.

El/la Director(a) de Medios trabajará con el Coordinador del Gabinete de Oradores para asegurar que los contactos con los medios sean hechos por los agentes de la LEAP para todos los oradores cuando estén realizando presentaciones individuales y mientras estén en giras o participando de conferencias. El/la Coordinador(a) de Medios trabaja con el Director Ejecutivo y representantes del Consultor de Relaciones Públicas de la LEAP para acumular la mejor gerencia de los medios. El/la Coordinador(a) de Medios depende directamente del Director Administrativo.

El/la postulante ideal estará familiarizado(a) con un abordaje de equipo al fomento de publicidad y no tendrá ningún problema en dirigir a varios voluntarios. Esta persona debe estar familiarizada con diversas formas de medios, incluso la redacción de editoriales, la entrada en bitácoras de la Internet y el reportaje y también los trabajos de los órganos de la prensa nacional. El/la postulante ideal para este cargo es articulado(a) y convincente en cualesquiera presentaciones, sean estas verbales o escritas. También son útiles varias habilidades lingüísticas.

Los lugares preferidos de residencia para el Director de Medios son el área de Boston o las ubicaciones en las cercanías de los grandes órganos de prensa. Las postulaciones y entrevistas son aceptadas y realizadas conforme van llegando. El cargo está vacante para inicio inmediato.

DEBERES Y RESPONSABILIDADES ESPECÍFICOS: Crear y mantener una base de datos de contactos con los órganos de prensa (periódicos, revistas, radios, televisión e Internet); identificar las fuentes fundamentales de noticias nacionales e internacionales; establecer y mantener relaciones con ellas; divulgar ideas para reportajes, informes, comunicados de prensa y otros materiales mediáticos a los reporteros más relevantes; en conjunción con el Gabinete de Oradores y la sede, coordinar campañas por correspondencia, redactar comunicados de prensa y Editoriales de Opinión; generar ideas para la cobertura de las presentaciones y participaciones en conferencias de la LEAP: solicitar invitaciones para apariciones de oradores de la LEAP en los grandes programas de la radio y de la televisión.

Los siguientes Requisitos Adicionales son todos exigidos de los postulantes a este cargo: La comprensión y el apoyo total de la Misión y Meta de la LEAP (lea “Sobre la LEAP” en http://leap.cc/About/about.php); debe poder realizar la entrevista y trabajar en Medford, Massachusetts; debe tener la capacidad de tratar de asuntos confidenciales con un alto nivel de integridad; tener habilidades interpersonales y comunicativas excelentes (tanto escritas como orales); demostrar la capacidad de trabajar independientemente, de realizar varias tareas y de ser proactivo en la anticipación y corrección de los problemas; se espera que innove, diseñe e implemente sistemas que maximicen el funcionamiento eficaz y eficiente de esta organización en expansión; tener un alto nivel de destreza con programas de informática (especialmente MS Word, Excel y Outlook) y poder usar la Internet como herramienta de pesquisa y también tener un computador; tener un diploma universitario o experiencia en trabajos similares.

La sede de la LEAP está ubicada en la Suite 9, Avenida Mystic, 121, Medford, MA 02155.

Cómo postular:

Por favor, envíe su currículo y carta de presentación a Allison Silva a Allison.Silva@leap.cc o llame al (781) 393-6985.

Semanal: Esta Semana en la Historia

19 de abril de 1943: Albert Hoffman toma la primera dosis de LSD en Basilea, Suiza.

14 de abril de 1989: Un subcomité del Congreso sobre Estupefacientes, Represión Legal y Políticas de Relaciones Exteriores, presidida por el senador John Kerry (D-MA), lanza un informe que descubre que las labores de los EE.UU. para combatir el narcotráfico fueron socavadas por el temor del gobierno Reagan de poner en riesgo sus objetivos en la guerra civil nicaragüeña. El informe concluye que el gobierno ignoró las pruebas de narcotráfico de los Contras y siguió dándoles ayuda.

13 de abril de 1995: La Comisión de Condenación de los EE.UU. vota en la igualación de las penas para las cantidades de piedra y polvo de cocaína por infracciones por tráfico y tenencia, una propuesta que se habría vuelto ley el 01 de noviembre si el Congreso no tomara ninguna providencia. La procuradora general Janet Reno insta el Congreso a rechazarlo al día siguiente.

15 de abril de 1998: El juez del Tribunal Superior de California, David García, ordena que Dennis Perón, autor de la Proposición 215, interrumpa el funcionamiento de su Cannabis Cultivators' Club (CCC) en San Francisco. El juez García escribe, “La corte halla pruebas no contradichas en este registro de que el reo Perón está metido actualmente en las ventas ilegales de marihuana”. Las ventas ilegales, dijo el tribunal, eran hechas a “proveedores primarios”, no a pacientes, como definido por la ley de marihuana medicinal de California. Perón está de acuerdo en renunciar como director del CCC en un intento de mantener la operación abierta.

16 de abril de 1998: La Legislatura de Iowa aprueba abrumadoramente un proyecto que incrementa las penas por delitos de marihuana para los reincidentes y que permite que los policías realicen exámenes toxicológicos con los conductores que parezcan estar manejando bajo la influencia de la marihuana.

18 de abril de 2001: Kenneth Hayes y Michael Foley son absueltos por un jurado de la Comarca de Sonoma, California por las acusaciones de cultivar y tener marihuana. Los dos fueron arrestados por cultivar 899 plantas de marihuana para los 1.200 integrantes del club de marihuana medicinal de San Francisco llamado CHAMP (Cannabis Helping Alleviate Medical Problems).

17 de abril de 2002: Mientras estaban bajo la influencia de anfetaminas que el gobierno de los EE.UU. les suministró en orden a quedar despiertos durante la misión, dos pilotos estadounidenses tiran por equívoco una bomba que mata a cuatro soldados canadienses en Afganistán. Las “pepas” suministradas por la Fuerza Aérea pueden haber perjudicado el juicio de los pilotos, dice David Beck, abogado del comandante William Umbach, añadiendo que los pilotos recibieron antidepresivos tras regresar de su misión. “La Fuerza Aérea tiene un problema. Ellos han suministrado ‘pepas’ a soldados sobre las cuales los fabricantes han declarado que afectan el desempeño y el juicio”, dijo Beck.

16 de abril de 2004: Richard Paey, un paciente del dolor en silla de ruedas, es sentenciado a 25 años de prisión por un juez de Florida. Paey, que fue condenado por falsificar recetas para obtener pastillas a fin de aliviar el dolor crónico e intenso en la espalda que remonta a cirugías fracasadas después de un accidente automovilístico en 1985, fue condenado según la ley de Florida como narcotraficante – pese a que aun los fiscales reconocieron que no había ninguna prueba de que él hizo algo aparte de consumir él mismo los analgésicos opiáceos.

Europa: Activista Antiglobalización y Candidato a la Presidencia Francés Es a Favor de la Legalización de la Marihuana

El candidato a la presidencia de Francia y activista antiglobalización, José Bové, empezó su campaña el lunes pidiendo la legalización de la marihuana. El pedido sucedió en su primer discurso televisado como candidato - el primer de cualquier candidato, los cuales todos los 12 participaron de un sorteo para ver cuándo tendrían tiempo de emisión.

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José Bové (cortesía de Wikimedia)
“La marihuana necesita ser despenalizada”, les dijo Bové a los televidentes. “Esto es tan parte de la rutina diaria hoy día como tomar alcohol”.

Aunque Bové dijera “despenalizar” en vez de “legalizar”, su referencia al alcohol – que es legal en Francia – sugiere que él prevé un régimen legal y regulado similar para la marihuana. Según la ley francesa actual, que no distingue las drogas “blandas” de las “duras”, la tenencia de drogas es sancionable por hasta un año de cárcel y una multa de $5.000.

Bové es agricultor y antiguo activista antiglobalización de izquierda. Él es famoso por liderar el desmantelamiento no autorizado de un restaurante McDonald’s en Millau en 1999 para protestar contra la carne de res tratada con hormonas. Durante su discurso al país, él pidió el establecimiento de una fuerza política de izquierda para desafiar la izquierda francesa oficial esclerosada y la derecha en ascensión.

Los principales contendientes en la elección de la próxima semana son el conservador Nicolas Sarkozy, un intransigente en las políticas de drogas; la socialista Ségolène Royal; y el centrista François Bayrou. Si la primera vuelta no presenta un vencedor claro, la segunda vuelta será realizada el 06 de mayo. De acuerdo con una encuesta lanzada el martes, Sarkozy está en la delantera con 28%, Royal tiene 22%, Bayrou 19% y el ultraderechista Jean-Marie Le Pen 14%. Bové está en la tercera fila de candidatos, acurrucado con dos otros con meros 2% de los votos. Sin embargo, su perfil activista ha generado alguna atención a la cuestión.

Asia: China Instaura Banco de Dados Sobre los Usuarios de Drogas

Y creíamos que los registros de preparadores de metanfetamina se pasaban. La Comisión Nacional de Control de los Estupefacientes de China anunció el miércoles que ha establecido un banco de datos para monitorear a los usuarios de drogas. Más de 785.000 personas han sido listadas en el banco de datos desde que empezó el último agosto bajo el Ministerio de Seguridad Pública.

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cartel antidroga chino
El banco de datos de usuarios de drogas debe determinar el número de consumidores de drogas de China, verificar sus identidades y monitorear su situación actual, dijo un funcionario de la comisión de control de los estupefacientes. Pero, también está siendo usado como herramienta de represión legal, con las autoridades diciendo que es útil en casos de delitos de drogas recientes.

De acuerdo con los datos oficiales, que son indudablemente bajos, hacia 2005, China tenía 1.16 millón de usuarios de drogas, un incremento de 35% desde 2000. Pero ese número cayó para 720.000 hacia agosto del año pasado en razón de “medidas de rehabilitación compulsoria y verificaciones estrictas de químicos y estupefacientes”, dijo el ministerio.

Según el programa de tratamiento forzoso de China, los usuarios de drogas pueden ser ayudados por hasta seis meses, pero en febrero, la policía de Pekín estaba pensando en extender ese período a un año. Esto parece ser parte de un intento de limpiar la ciudad antes de las Olimpíadas de 2008. “No descartamos la posibilidad de compeler a todos los drogadictos en la capital a desistir de sus adicciones antes de las Olimpíadas”, dijo Fu Zhenghua, vicedirector de la Agencia de Seguridad Pública de Pekín.

Bueno, qué diablos, con ese banco práctico de datos, la policía no va a tener ningún problema en encontrar a las personas que quiere arrastrar a los campos de reconcienciación sobre las drogas.

Marihuana medicinal: California empieza a cobrar impuestos de los dispensarios

Durante más de una década, los californianos que buscan la marihuana medicinal han podido comprarla a través de los dispensarios. Ahora, el estado de California quiere su parte y la comunidad de la marihuana medicinal no está segura si eso es bueno o malo.

En febrero, la Junta de Igualación del estado envió una notificación a los comerciantes de marihuana medicinal, instándolos a conseguir un permiso como los demás comerciantes. “Si vende marihuana medicinal, generalmente sus ventas en California están sujetas a impuestos y se requiere que tenga un permiso”, dijo la notificación. Proseguía advirtiendo a los vendedores que “si no obtienen una licencia o no se presentan y pagan los impuestos debidos, estarán sujetos a intereses y multa”.

Algunos dueños aclamaron la tasación como parte de la “normalización” de la marihuana medicinal. Pero otros estaban preocupados que cualquier información fiscal que ellos enviaran pudiera ser usada contra ellos por los agentes federales de represión a las drogas.

“Es frustrante”, les dijo Chris Moscone, abogado del dispensario Hemp Center de San Francisco, a los McLatchy Newspapers el lunes. “Básicamente, hay dos lados: Aquellos que quieren ser tratados como negocios legítimos; y el otro lado, donde aún son rebeldes y no quieren que les cobren impuestos”.

Era un caso que involucraba el Hemp Center que llevó a la carta de febrero de la Junta de Igualación. Mientras la junta revisaba el caso del Hemp Center, percibió que aunque el dispensario estuviera pagando impuestos sobre polos, sombreros, pipas y narguiles, no estaba pagando impuestos sobre la marihuana medicinal que vendía. Tras la revisión, la junta determinó que la marihuana medicinal está sujeta al impuesto estadual sobre las ventas porque no es ni aprobada por la Administración de Drogas y Alimentos (FDA, sigla en inglés) ni suministrada por un farmacéutico.

Para tasar la marihuana medicinal, la junta tuvo que actualizar sus normas. Según las reglas anteriores, los vendedores de artículos ilegales no podían conseguir una licencia, pero los dispensarios podrán. La junta también permitirá que los dispensarios firmen una dispensa en vez de revelar lo que están vendiendo, una medida que puede aliviar algunas preocupaciones con las autoridades federales que usan los registros fiscales para perseguir a los proveedores.

Los funcionarios estaduales estiman que haya algo entre 150 y 200 dispensarios. Hasta el momento, sólo 27 han postulado y recibido licencias. Pero esos números probablemente aumentarán después de la carta de febrero.

Marihuana Medicinal: Proyecto de Minnesota Es Aprobado por Comité del Senado

El proyecto de ley sobre la marihuana medicinal de Minnesota fue aprobado por poco por el Comité del Senado sobre el Judiciario el martes en una votación de 5 a 4. El proyecto, el SF 345, ya ha sido aprobado por el Comité de Sanidad, Vivienda y Seguridad de la Familia del Senado y ahora se dirige hacia una votación en el Comité de Finanzas del Senado.

El proyecto permitiría que los pacientes gravemente enfermos consumieran marihuana con la recomendación de un médico.

Hasta el momento, un proyecto gemelo de la Cámara, el HF 0655, ha seguido exitosamente un camino igualmente torturante. Ahora, está delante del Comité de Finanzas de la Cámara por segunda vez.

La votación favorable sucedió a pesar de deposiciones a veces acaloradas de oficiales de la ley que argumentaban que ello “enviaría el mensaje equivocado”, que conduciría a un incremento en el consumo de drogas, que sería difícil de imponer y que entraría en conflicto con la ley federal. Pero el principal ponente del proyecto, el senador Steve Murphy (D-Red Wing), llamó exageradas esas preocupaciones.

“Estoy contento que estemos un paso más próximos de aprobar este proyecto que ayudará a los pacientes que sufren de cáncer, esclerosis múltiple y otras enfermedades a recibir el cuidado que sus médicos recomiendan”, dijo Murphy después de la votación.

El número de estados con leyes que protegen a los pacientes de marihuana medicinal contra el arresto aumentó el 02 de abril, cuando el gobernador de Nuevo México, Bill Richardson (D), firmó la 12ª ley estadual de marihuana medicinal. Los otros estados con leyes de marihuana medicinal son Alaska, California, Colorado, Hawai, Maine, Montana, Nevada, Oregón, Rhode Island, Vermont y Washington.

Marihuana Medicinal: Proyecto para Volver la Ley de Rhode Island Permanente Es Aprobado por Comités de la Cámara y del Senado

(Las partes interesadas en o cerca de Rhode Island deberían verificar la Conferencia Regional del Noreste del SSDP en Providence desde hoy hasta el domingo.)

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la destacada paciente activista de Rhode Island, Rhonda O’Donnell, en una protesta en DC
Un proyecto que volvería la ley sobre la marihuana medicinal de Rhode Island permanente se dirige hacia votaciones en la Cámara y en el Senado después que el Comité de Sanidad, Educación y Bienestar de la Cámara lo aprobó en una votación de 10 a 3 el martes y el Comité de Sanidad y Servicios Humanos del Senado lo aprobó unánimemente el miércoles. A menos que el HB 6005 y su legislación acompañante en el Senado, el SB 0791, sean aprobados, el programa de marihuana medicinal de Rhode Island se terminará el 30 de junio.

El año pasado, la legislatura de Rhode Island anuló un veto del gobernador Donald Carcieri (R) para volver el estado el 11º a legalizar la marihuana medicinal, pero la versión final de la medida incluía un dispositivo de caducidad. Hasta el momento, unos 244 ciudadanos de Rhode Island se han inscrito junto al estado para consumir la droga con aprobación médica.

Uno de esos pacientes, Craig Paquette de Richmond, que padece de dolor espinal crónico por heridas sufridas en un accidente de auto hace quince años y también por efectos colaterales graves de los analgésicos narcóticos, elogió el voto del comité de la Cámara. “No quiero que mi familia me vea sufrir. No uso más los analgésicos y con un poco de marihuana mi dolor se reduce, mi mareo desaparece y me siento humano de nuevo”, dijo él en una declaración después de la votación. “A causa de esta ley, tengo una calidad de vida que nunca he tenido sin ella y odiaría que me la quitaran”.

Al gobernador Carcieri no le importa. Su vocero, Jeff Neal, le dijo al Providence Journal el miércoles que se opone a volver permanente la ley sobre la marihuana medicinal. “Primero”, dijo Neal, “este estatuto de Rhode Island está en conflicto directo con la prohibición federal de la marihuana. Segundo, el gobernador comparte las preocupaciones de la policía estadual con que la ley estadual de marihuana medicinal promueva el tráfico de drogas ilícitas en tanto que también vuelve la marihuana más disponible a los niños y los demás no la consumen para fines medicinales”.

Pero los legisladores de Rhode Island ya han anulado el veto del gobernador una vez respecto de la marihuana medicinal. Quizá tengan que hacerlo nuevamente.

Marihuana: Después de Denver Votar en la Legalización, los Policías Arrestan a Aún Más Gente

En noviembre de 2005, los votantes en Denver aprobaron una ordenanza municipal que legalizaba la tenencia de pequeñas cantidades de marihuana. La policía y los fiscales de Denver se rehusaron a obedecer y siguieron citando a la gente de acuerdo con la ley estadual sobre la marihuana. Ahora, para añadir insulto al perjuicio, los datos acerca de los arrestos de la policía muestran que están arrestando a más personas por tenencia de marihuana que nunca antes.

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el activista Chickenlooper de la SAFER (foto por cortesía de la SAFER)
Con 2.446 acusaciones de contravención por marihuana el año pasado, la policía de Denver arrestó 11% más personas por marihuana en 2006 que en 2005. Eso es inferior al incremento en el número total de arrestos entre los dos años, que tuvo un alza de 14%.

Pero aún era demasiado para Mason Tvert, que, como director de la SAFER Colorado lideró la campaña por la legalización en Denver. "Si hay uno, es demasiado", le dijo Tvert a Rocky Mountain News. "Ellos (la policía) tienen la discreción de no arrestar". Tvert también señaló que la población negra de la ciudad soporta lo peor de la represión legal a la marihuana. Los negros son 11% de la población municipal, pero son 32% de los arrestados por acusaciones de contravención por marihuana.

Tvert ha liderado a un bando de activistas en una campaña para avergonzar al alcalde de Denver, John Hickenlooper, por los datos respecto de los arrestos. Esta semana, los activistas han seguido a Hickenlooper mientras él realizaba foros de campaña llamados "Un Diálogo con Denver". Hasta el momento, Hickenlooper, que es dueño de la Cervecería Wynkoop, se ha rehusado a contestar cualesquiera preguntas relacionadas con los datos sobre los arrestos, pese a ser acosado por un hombre vestido de gallina que se llama "Whine-Coop Chickenlooper" y sujeta un letrero que pregunta "¿Qué hay de tan asustador en la marihuana?"

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Más policías son presos, una despachadora también y otro guardia va a la prisión. Vamos a ello:

En Wallace, Carolina del Norte, un oficial de la Policía de Wallace fue arrestado el 03 de abril por una cantidad de cargos por robo. El oficial David Brown Jr., 31, fue acusado de conspirar para vender cocaína, conspirar para entregar cocaína, conspirar para vender marihuana, conspirar para entregar marihuana, robo con un arma peligrosa y conspiración para cometer robo con un arma peligrosa. Al día siguiente, él también fue acusado de recibir soborno. Brown fue arrestado después de una investigación de la Agencia Estadual de Investigación, del FBI y de la Policía de Wallace. Según el último informe, él estaba preso con fianzas que totalizaban $350.000 en la Cárcel de la Comarca de Duplin.

En Clarksville, Indiana, un oficial de la Policía de Clarksville fue preso el 03 de abril por revender pastillas de morfina. El oficial Franklin Mikel, 34, fue atrapado tras presuntamente intentar vender 30 pastillas a un agente encubierto de la Policía Estadual de Indiana en una pista de patinaje local. Se dijo por último que él estaba en la cárcel aguardando la comparecencia.

En Oglesby, Illinois, una despachadora de la policía enfrenta cargos de avisar al sospechoso en una redada de drogas de que la policía iba a atraparlo. Kara Kamin, 22, fue despedida y acusada después que una redada antidroga del 22 de febrero no obtuvo ningún resultado. La fecha de su juicio es en mayo. El caso fue noticia esta semana porque el hombre que ella supuestamente ayudó a evitar la policía fue arrestado por más acusaciones de delitos de drogas en Minnesota.

En Saranac Lake, Nueva York, un guardia de prisión estadual fue condenado a prisión tras confesarse culpable de vender heroína a internos después que fue capturado en vídeo. Michael Bradish, 43, un guardia en la Penitenciaria de Bare Hill en Malone, fue sentenciado a cuatro años en la prisión después de confesarse culpable en febrero de tentativa de promoción del contrabando en la prisión y tenencia de sustancia controlada. Bradish hacía que le enviaran paquetitos de heroína, de ahí los llevaba a la prisión y los vendía. Él fue grabado recibiendo 37 bultos y arrestado mientras llevaba las drogas al trabajo al día siguiente.

Oferta de Libro: Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics

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Normalmente cuando publicamos la reseña de un libro en el boletín informativo Crónica de la Guerra Contra las Drogas, ella tiene lectores, pero no está entre los artículos más visitados en la página web. Recientemente presenciamos una gran excepción a esa regla cuando más de 1.400 de ustedes leyeron nuestra reseña del nuevo libro “Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy” [Mentiras, Malditas Mentiras y las Estadísticas de la Guerra a las Drogas: Un Análisis Crítico de las Afirmaciones Hechas por el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas]. Gran parte de esa lectura ocurrió durante una semana que tuvo otros artículos muy populares también, entonces, claramente, el tópico de este libro, de autoría de los respetados académicos Matthew Robinson y Renee Scherlen, pegó bien. Cómo debería.

Por favor, ayude la DRCNet a seguir nuestro trabajo de desacreditar las mentiras de la guerra a las drogas con una donación generosa. Si su donación es de $32 o más, le enviaremos una copia gratis del libro de Robinson y Scherlen para ayudarle a desacreditar las mentiras de la guerra a las drogas también.

Durante las próximas semanas, voy a escribir en la bitácora de nuestra página web sobre cosas que he aprendido leyendo Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics. ¡Esté atento!

Su donación ayudará la DRCNet mientras avanzamos en lo que pensamos ser un plan increíble de dos años para hacer progresos considerables en la reforma de las políticas de drogas y en la causa de terminar la prohibición globalmente y en los EE.UU. ¡Por favor haga una donación generosa hoy día para ayudar la causa! Sé que usted sentirá que el dinero fue bien gastado después de ver lo que la DRCNet está preparando. Nuestro formulario electrónico de donación le permite donar por tarjeta de crédito, por PayPal o imprimir un formulario para enviar junto con su cheque o giro postal. Por favor, fíjese que las contribuciones a la Drug Reform Coordination Network o Red Coordinadora de la Reforma de las Políticas de Drogas, nuestra entidad de lobby, no son deducibles del impuesto de renta. Las donaciones deducibles pueden ser hechas a la Fundación DRCNet, nuestra ala de concienciación. (Escoger un regalo como Lies, Damn Lies, and Drug Statistics reducirá la parte de su donación que usted puede deducir por el costo al por menor del artículo.) Ambos grupos reciben la correspondencia de los miembros en: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC, 20036.

Gracias por su apoyo y esperamos tener noticias suyas pronto.

Sinceramente,


David Borden
Director Ejecutivo

P.D.: Usted puede leer la reseña del libro escrita por el editor de la Crónica, Phil Smith, aquí.

Reportaje: La Política Turbia de la Marihuana Medicinal en la Asamblea de Oregón

Con unos 14.000 pacientes inscritos junto al estado según la Ley de Marihuana Medicinal de Oregón [Oregon Medical Marijuana Act (OMMA)], el programa de Oregón es uno de los más exitosos en el país. Pero, gracias a una comunidad activista bien organizada, pero quisquillosa, y también a los enemigos legislativos de la marihuana medicinal, la propia OMMA (el Programa de Marihuana Medicinal de Oregón) y los pacientes son el asunto de un frenesí de actividad en la legislatura este año.

Aunque parte de la legislación haya sido inspirada por la comunidad de la marihuana medicinal, gran parte le es hostil. La NORML Oregón, una de las principales organizaciones activistas en la cuestión, identifica a 19 proyectos de ley distintos que afectan a los pacientes de marihuana medicinal, con sólo cinco que tienen la aprobación del grupo.

Entre los proyectos hay 12 medidas que piden exámenes toxicológicos de todos, de policías y servidores electos a beneficiarios de la asistencia social, incluso una que ya ha sido aprobada por el Senado, el SB 0465, que protegería a los empleados de acciones judiciales de los pacientes despedidos por sacar positivo en exámenes toxicológicos. Hay dos proyectos que enmendarían la OMMA, uno en la Cámara, el HB 3299, y el otro en el Senado, el SB 0161, y también hay proyectos que les darían a los fiscales la opción de acusar el cultivo como contravención en vez de crimen e instaurar un sistema de dispensarios dirigido por el estado.

Las batallas principales han sido trabadas por el proyecto sobre los exámenes toxicológicos con empleados y los proyectos que enmendarían la OMMA. Aunque la sesión probablemente no se termine hasta junio, hasta el momento, ella ha sido desagradable para los defensores de la marihuana medicinal. Aunque tengan a un puñado de defensores influyentes en la legislatura, incluso el senador Floyd Prozanski (D-Eugene) y el senador Frank Morse (R-Albany), esos aliados han sido aislados en votaciones anteriores – el proyecto acerca del examen toxicológico fue aprobado por el Senado por 25-5 – o se han molestado con algunas medidas presentadas por los activistas.

El proyecto sobre los exámenes toxicológicos atrajo la oposición de la ACLU de Oregón y también de los defensores de la marihuana medicinal. “Nosotros creemos que ese proyecto socavaría la Ley de Marihuana Medicinal de Oregón, que fue aprobada por los votantes, permitiendo que los ciudadanos de Oregón que padezcan de enfermedades graves puedan consumir marihuana para aliviar su sufrimiento”, dijo Andrea Mayer, la directora legislativa del grupo, que atestó contra la medida. “Hay muchos pacientes cuyas dolencias pueden ser aliviadas para que se vuelvan empleados productivos, así como con los miles de ciudadanos de Oregón que usaron sustancias prescriptas”.

“Los empleados se fían en el análisis del orín para examinar el perjuicio de los sentidos, pero ese tipo de examen no lo indica”, dijo Meyer. “No hay relación entre la presencia de metabolitos de THC y el perjuicio de los sentidos. Como todos sabemos, el THC puede seguir en el cuerpo por hasta 30 días. Este proyecto de ley presume que el usuario de marihuana medicinal esté comprometido en el trabajo, pero ése no es el caso y no trata de la cuestión subyacente de la seguridad, que es de lo que se trata esto. Si están preocupados de verdad con la seguridad, examinarían el perjuicio de los sentidos en todos los empleados. Lo importante es que puedan desempeñar sus funciones. El hecho de que alguien consumió marihuana medicinal la noche anterior antes de venir a trabajar no significa que está perjudicado”.

Pero, aunque el proyecto sobre los exámenes toxicológicos haya sido aprobado con facilidad por el Senado, que rechazó una medida ofrecida por Prozanski que habría protegido explícitamente a los pacientes, puede devenir letra muerta en la Cámara. “Ha sido asignada al Comité de Ética de la Cámara, donde se dice que es letra muerta”, dijo Leland Berger de la Voter Power, que está involucrado íntimamente con la legislación acerca de la marihuana medicinal en Oregón. “Puede levantarse otra vez, pero por el momento es letra muerta”, dijo.

Lo mismo pasa con el SB 0676, que habría creado un sistema estadual de jardines y dispensarios como programa piloto para examinar las distintas variedades. Defendido por la NORML Oregón, el proyecto habría lidiado con los problemas crónicos de oferta que algunos pacientes enfrentan, pero sus chances se marchitaron a la cara de los temores que le podían provocar a la DEA.

“Las cosas van muy mal en la legislatura este año”, dijo Madeline Martínez, directora de la NORML Oregón. “Prozanski se molestó con el proyecto sobre los dispensarios. Él siempre ha sido un amigo del cáñamo y de la marihuana medicinal, pero temía que éste nos atrajera a los federales”, dijo Martínez. “El senador Morse dice que no cree que pueda hacerlo salir del comité porque el procurador general advirtió que, si eso pasara, todos empezarían a ser arrestados”, explicó.

“Necesitamos hacer algo y a mí no me gusta nada el modelo californiano de los dispensarios”, dijo Martínez. “Muchos pacientes míos están recibiendo beneficios de la asistencia social, entonces no quiero verlos pagando $15 el gramo. Caramba, se puede escoger entre su marihuana medicinal, sus drogas farmacéuticas y comer la comida del gato. Estoy muy molesta con el modelo californiano”.

Martínez, una jubilada de la ley de 56 años de edad, administra un jardín para pacientes, a quienes ella provee cantidades limitadas de marihuana medicinal gratuitamente. “Tengo la bendición de tener un jardín maravilloso. Podemos llenar nuestros baldes de donaciones y ahora otros cultivadores están donando 150 ó 180 gramos de una sola vez. Es asombroso cómo verlo suceder tiene el poder de crear un ciclo de donaciones y más donaciones”, dijo.

Pero, aunque Martínez y sus pacientes puedan adquirir su medicamento, ése no es el caso para muchos pacientes, que o no tienen salud o la habilidad o el talento para cultivar y ése es el fracaso más grande de la OMMA, dijo ella. “Es el peor aspecto: ningún acceso”, dijo. “Se paga por un derecho y entonces no se lo puede usar, especialmente si no se puede cultivar sólo. La OMMA no trata de eso”.

Ahora, la gran batalla restante es por los proyectos que modificarían la OMMA. El HB 3299, apoyado por la Voter Power, contiene diversos dispositivos que protegen a los pacientes o los proveedores, incluso la reciprocidad con otros estados, permitiendo que las personas bajo supervisión judicial consuman marihuana medicinal e imponiendo penas contra la policía por infracción voluntaria de la ley. Pero también contiene una disposición que sometería a los miembros del programa que transportaron marihuana medicinal sin carné de registro a 30 días de cárcel.

Martínez y la NORML Oregón no son a favor del HB 3229 en su forma actual. “Hay muchas cosas buenas en el HB 3299”, dijo Martínez, “pero ¿30 días en la cárcel para los pacientes atrapados mientras la transportaban sin su carné? Algunos de los pacientes de que cuido no durarían ni siquiera un día en la cárcel. Hay que exponer eso”.

Eso puede suceder, dijo Berger. Aunque el HB 3299 parezca durmiente – ha sido encaminado al cementerio conocido como el Comité de Reglas y Ética Electoral de la Cámara – algunos de sus dispositivos pueden terminar siendo incorporados al SB 161. “El SB 161, que incluye algunas cosas que hemos estado persiguiendo durante años, fue aprobado por el Senado unánimemente el jueves pasado”, dijo. “Quizá podamos sacar cosas del 3299 y ponerlas en el 161. El senador Morse dijo que iba a ver lo que podía hacer”.

Pero, aun con toda la tormenta e ímpetu en la asamblea, la sesión puede terminar con poca cosa pasando de veras en el frente de la marihuana medicinal. Eso puede cambiar si la comunidad estuviera mejor organizada, dijo Berger. “Hay más cooperación y más sentimiento positivo entre los activistas que a veces en el pasado”, dijo. “Pero, al mismo tiempo, hay un tipo de cabildeo de la turba, con distintos grupos haciendo presión por distintos proyectos. Lo que necesitamos hacer de verdad es tener una conversación un año antes de la próxima sesión, recaudar algunos fondos y contratar a un cabildero. Es difícil aprobar leyes en Oregón. Hay que tener un consenso entre todos los grupos afectados. La ley, el propio programa y los defensores tienen que estar todos de acuerdo o no se va a mover. Eso significa que los defensores tienen que estar acordes también”.

Reportaje: La guerra contra la Salvia divinorum se acalora

Esta semana, Middlebury, Vermont, declaró una emergencia de salud pública para impedir un negocio local de venderla. Ella ya es ilegal en cinco estados – Luisiana, Missouri, Tennessee, Oklahoma y Delaware – y en una serie de municipios y ciudades por todo el país, y ahora los políticos en por lo menos siete estados han presentado proyectos para ilegalizarla en ellos. Para la DEA, es una “droga preocupante”.

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hojas de salvia (foto por cortesía de Erowid)
Es la salvia divinorum, una integrante de la familia de la menta de México, donde ha sido usada durante siglos por los curanderos mazatecas. En la última década, la ciencia de sus propiedades alucinógenas poderosas ha empezado a filtrarse en la conciencia popular. Ahora, está a la venta en las tiendas de pertrechos para usuarios de drogas y a través de la Internet, donde puede ser comprada en una forma fumable que produce una intoxicación casi instantánea y una tremenda euforia que dura unos cuantos minutos.

Mientras los hombres de la ley y los políticos se topan con ella y con el fenómeno de su consumo lúdico, están reaccionando de la manera clásica con medidas para ilegalizarla. En Delaware, los padres de luto de un adolescente que cometió suicidio tras consumir salvia lograron aprobar un proyecto de ley en la asamblea. En Ohío, la policía que tropezó con ella mientras investigaba artículos falsificados sonó la alarma, pese a que ellos nunca hayan tenido ningún problema con ella. Los policías respondieron previsiblemente. “Sentimos que es algo que debería ser ilegalizado”, le dijo el capitán del Destacamento Antidroga de la Comarca de Lorain, Dennis Cavanaugh, al Cleveland Plain Dealer.

Pero los investigadores dicen que aunque los efectos sobre la conciencia puedan ser inquietantes, la planta no ha mostrado ser tóxica para los humanos, que sus efectos son tan potentes que no es probable que sea usada varias veces y que su propiedad activa, la salvinorina-A, puede ayudar en el desarrollo de medicamentos para los trastornos del estado de ánimo. Aunque las providencias del estado probablemente no afecten la pesquisa, una medida de la DEA para ponerla en la lista de sustancias controladas podría hacerlo.

La salvia es un artículo popular en la Urban Shaman Ethnobotanicals en el centro de Vancouver y la atención de los medios sólo incita las ventas, de acuerdo con el dueño Chris Bennett. “Estamos vendiendo cerca de 50 gramos del 10x a cada dos semanas”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Son más los jóvenes – pese a que no la vendamos a menores de 18 –, pero no está limitado a ellos. Siempre que soy citado en los medios hablando sobre la salvia, me consigo un montón de clientes nuevos de mediana edad que quieren probarla”.

Normalmente, una o dos veces bastan, dijo Bennett. “Es muy poderosa – se puede olvidar que se la fumó -, muy intensa y los efectos empiezan muy rápido”, explicó. “También hay mucha variación de una persona a otra. Cuatro personas pueden sentarse en una sala y consumirla y una se ríe, la otra teme que el mundo estuviera acabando, la próxima siente que es bidimensional y la última dice que todo parece ser hecho de bloques de Lego. Oigo a muchas personas que dicen esa última”.

Como muchos otros proveedores de salvia, la Urban Shaman proporciona una hoja informativa con cada compra. “Les decimos a las personas que deben tener un ayudante. Si consumiste salvia y terminas en la terraza, puedes llegar a pensar que logras bajar las escaleras saltando”, dijo Bennett. “Es bueno tener alguien contigo; es irresponsable consumirla solo”, dijo. “También recomendamos un ambiente silencioso. La experiencia puede ser influenciada por ruido ambiente, el cual puede ser distorsionado o mal interpretado. El entorno es importante”.

Hay riesgos en el manoseo de alucinógenos, señaló rápidamente un experto. “Es un alucinógeno y aunque sus acciones alucinógenas sean distintas de aquellas inducidas por el LSD y demás alucinógenos, tiene los incordios que los alucinógenos tienen”, dijo Bryan Roth, profesor de farmacología en la Facultad de Medicina de la Universidad de Carolina del Norte, el hombre que aisló la salvinorina-A. “Cuando la gente la consume, queda desorientada. Si no sabes donde estás y estás manejando un auto, sería una mala experiencia”.

Pero, dijo Roth, aunque pueda hacerte flipar, no te va a matar. “No hay pruebas de cualquier toxicidad patente, no hay cualesquier relatos en la bibliografía médica de que alguien haya muerto por ella. La única advertencia es la de que no ha habido ningún estudio formal hecho con humanos, pero los datos de las investigaciones realizadas con animales sugieren que no mata a los animales que reciben dosis masivas, y, usualmente – pero no siempre -, eso es predictivo para la farmacología humana”.

“No tengo ciencia de ningún estudio que sugiera que la salvia es tóxica”, dijo Thomas Prisinzano, profesor asistente de química con productos medicinales y naturales en la Universidad de Iowa. “Diferentemente de otros alucinógenos, actúa estimulando los receptores opiáceos y produce básicamente una experiencia alucinógena que llega a su punto más alto en menos de 15 minutos. Produce una subpoblación que la encuentra muy desagradable y nunca más quiere experimentarla de nuevo”.

En razón de sus efectos intensos, probablemente tampoco se volverá adicto a ella. “Parece que no hay mucho potencial para la dependencia o la adicción, pese a que nadie lo haya investigado detalladamente”, dijo Roth. “A la persona típica con que yo conversé no le gustó la experiencia; es demasiada intensa para alguien que busca una experiencia de LSD en pequeña escala. Es muy rápida en el comienzo y muy intensa, entonces normalmente no es considerada una droga de fiesta”.

Aun Bennett, de cuya clientela se podía esperar que contuviera algunos aventureros psicodélicos más serios, confirmó que ella no es una droga a que la mayoría regresa una y otra vez. “Aun aquellos que quedan interesados en ella no la consumen con mucha frecuencia, quizá una vez por semana para explorar el espacio de la cabeza, pero esos salvianautas son pocos y raros”, informó. “La mayoría la experimenta una o dos veces y no tiene más gana de experimentarla de nuevo. Los que la consumen con un propósito o para una búsqueda o visión espiritual son aquellos que la encuentran más útil”, dijo.

“Hay una subpoblación que la consume más para fines espirituales que lúdicos”, concordó Roth. “Parece ser la cohorte que la está usando más que una o dos veces”.

Aunque la DEA no devolviera las llamadas de la Crónica para obtener comentarios sobre el estatus actual de la salvia, ha actuado despacio. Ha clasificado la planta como “droga preocupante” durante varios años, pero aún tiene que tomar providencias para ponerla bajo el control de la Ley de Sustancias Controladas [Controlled Substances Act]. La posible dependencia limitada de la planta puede ser uno de los motivos. Otro puede ser que aún es relativamente rara y probablemente nunca se convierta en una droga con muchos seguidores.

Para los científicos, que aceptaban la reglamentación, no la prohibición de la salvia, estaba todo bien. “La distribución de la salvia debería ser regulada”, dijo Roth. “Regulamos la nicotina y el alcohol y los efectos de esos compuestos sobre la conciencia y la percepción humanas son bien modestos en comparación con los de la salvia. Que esté a la venta en la Internet a jovencitos es un poquito irresponsable. Ellos pueden meterse en alguna conducta peligrosa mientras la consumen. No vendemos alcohol en la Internet”.

Pero aunque Roth pidiera la regulación de la salvia, no quería que ella fuera añadida a la lista de drogas prohibidas por la Ley de Sustancias Controladas. “Soy contrario a volverla un compuesto de Clase I”, dijo. “Así que se clasifica algo, eso dificulta la investigación científica y hay potencial considerable para que los derivados del ingrediente activo tengan gran utilidad médica. La clasificación dificulta que nosotros intentemos aliviar el sufrimiento humano”.

Si la salvia fuera prohibida, su trabajo sufriría, dijo Prisinzano. “Esto perjudicaría a los investigadores más que a mí y ahora hay un esfuerzo en curso para realizar ensayos clínicos en seres humanos ante una junta de revisión”, dijo. “Pero eso dificultaría la obtención de las hojas. En el presente momento las compramos de las head shops en la Internet”.

Quizá los legisladores en estados como Iowa, Illinois, Nueva Yérsey, Oregón y Tejas, donde los proyectos de prohibición están en discusión, deban reevaluar calmamente el alcance de la amenaza de la salvia y sobreseer dichas leyes como merecen. O reemplazarlas por medidas reguladoras razonables. Pero, probablemente, eso es pedir demasiado.

Announcement: New Format for the Reformer's Calendar

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With the launch of our new web site, The Reformer's Calendar no longer appears as part of the Drug War Chronicle newsletter but is instead maintained as a section of our new web site:

The Reformer's Calendar publishes events large and small of interest to drug policy reformers around the world. Whether it's a major international conference, a demonstration bringing together people from around the region or a forum at the local college, we want to know so we can let others know, too.

But we need your help to keep the calendar current, so please make sure to contact us and don't assume that we already know about the event or that we'll hear about it from someone else, because that doesn't always happen.

We look forward to apprising you of more new features on our web site as they become available.

Announcement: DRCNet RSS Feeds Now Available

Posted in:

RSS feeds are the wave of the future -- and DRCNet now offers them! The latest Drug War Chronicle issue is now available using RSS at http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed online.

We have many other RSS feeds available as well, following about a hundred different drug policy subtopics that we began tracking since the relaunch of our web site this summer -- indexing not only Drug War Chronicle articles but also Speakeasy blog posts, event listings, outside news links and more -- and for our daily blog postings and the different subtracks of them. Visit our Site Map page to peruse the full set.

Thank you for tuning in to DRCNet and drug policy reform!

Book Offer: Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics

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Normally when we publish a book review in our Drug War Chronicle newsletter, it gets readers but is not among the top stories visited on the site. Recently we saw a big exception to that rule when more than 2,700 of you read our review of the new book Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy. Much of this reading took place during a week that had other very popular articles as well, so clearly the topic of this book, which was authored by respected academics Matthew Robinson and Renee Scherlen, has struck a chord. As well it should.

Please help DRCNet continue our own work of debunking drug war lies with a generous donation. If your donation is $32 or more, we'll send you a complimentary copy of Robinson and Scherlen's book to help you be able to debunk drug war lies too.

Over the coming weeks I will be blogging on our web site about things I've learned reading Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics. Stay tuned!

Your donation will help DRCNet as we advance what we think is an incredible two-year plan to substantially advance drug policy reform and the cause of ending prohibition globally and in the US. Please make a generous donation today to help the cause! I know you will feel the money was well spent after you see what DRCNet has in store. Our online donation form lets you donate by credit card, by PayPal, or to print out a form to send with your check or money order by mail. Please note that contributions to the Drug Reform Coordination Network, our lobbying entity, are not tax-deductible. Tax-deductible donations can be made to DRCNet Foundation, our educational wing. (Choosing a gift like Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics will reduce the portion of your donation that you can deduct by the retail cost of the item.) Both groups receive member mail at: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Thank you for your support, and hope to hear from you soon.

Sincerely,


David Borden
Executive Director

P.S. You can read Chronicle editor Phil Smith's review of the book here.

Announcement: DRCNet Content Syndication Feeds Now Available for YOUR Web Site!

Posted in:

Are you a fan of DRCNet, and do you have a web site you'd like to use to spread the word more forcefully than a single link to our site can achieve? We are pleased to announce that DRCNet content syndication feeds are now available. Whether your readers' interest is in-depth reporting as in Drug War Chronicle, the ongoing commentary in our blogs, or info on specific drug war subtopics, we are now able to provide customizable code for you to paste into appropriate spots on your blog or web site to run automatically updating links to DRCNet educational content.

For example, if you're a big fan of Drug War Chronicle and you think your readers would benefit from it, you can have the latest issue's headlines, or a portion of them, automatically show up and refresh when each new issue comes out.

If your site is devoted to marijuana policy, you can run our topical archive, featuring links to every item we post to our site about marijuana -- Chronicle articles, blog posts, event listings, outside news links, more. The same for harm reduction, asset forfeiture, drug trade violence, needle exchange programs, Canada, ballot initiatives, roughly a hundred different topics we are now tracking on an ongoing basis. (Visit the Chronicle main page, right-hand column, to see the complete current list.)

If you're especially into our new Speakeasy blog section, new content coming out every day dealing with all the issues, you can run links to those posts or to subsections of the Speakeasy.

Click here to view a sample of what is available -- please note that the length, the look and other details of how it will appear on your site can be customized to match your needs and preferences.

Please also note that we will be happy to make additional permutations of our content available to you upon request (though we cannot promise immediate fulfillment of such requests as the timing will in many cases depend on the availability of our web site designer). Visit our Site Map page to see what is currently available -- any RSS feed made available there is also available as a javascript feed for your web site (along with the Chronicle feed which is not showing up yet but which you can find on the feeds page linked above). Feel free to try out our automatic feed generator, online here.

Contact us for assistance or to let us know what you are running and where. And thank you in advance for your support.

Job Opportunity: Two Openings at Law Enforcement Against Prohibition

Law Enforcement Against Prohibition (LEAP) is an international nonprofit educational organization that was created to give voice to law enforcers who know the "War on Drugs" is a manifest failure, but worse, it is also a terribly destructive, self-perpetuating, and ever-expanding policy. Prohibition must be replaced with legalized regulation of all drugs, which will reduce the incidence of death, disease, crime, and addiction without destroying generations of our children through arrest and incarceration. In five years LEAP has grown from five founding police officers to over 7,000 members in sixty-six countries. LEAP has 150 current and former police and corrections officers, judges and prosecutors, DEA and FBI Agents in its speakers bureau, which has given more than 2,700 presentations around the world. We expect at least to double our membership and number of speakers in the coming year. LEAP's main office is located at 121 Mystic Avenue, Medford, Massachusetts 02155, phone (781) 393-6985.

Job 1: Office and Project Manager Position -- $25,000 to $30,000 annually

GENERAL STATEMENT OF DUTIES AND RESPONSIBILITIES: This is a full time position. The Office and Project Manager provides general support to the Executive Director and Administrative Director. The Manager works closely with the Speakers Bureau Coordinator and Conference Coordinator managing LEAP member volunteers and overseeing events.

SPECIFIC DUTIES AND RESPONSIBILITIES: Management of: Interns and volunteers; Membership correspondence/recruitment; Volunteer coordination and outreach; Donor coordination and outreach; Researching and writing grants; Researching national and international drug policy, legislation, law enforcement and drug interdiction tactics; Crafting bi-monthly press releases; Assisting with media coordination, speakers bureau coordination and conference coordination; Purchasing/Mailing; Editing and updating the LEAP blog; Editing and emailing monthly newsletter; Data Entry for Databases.

JOB REQUIREMENTS: The following are all required of applicants for this position: Understanding and complete support of LEAP's Mission and Goal (read "About LEAP" at http://leap.cc/About/about.php); Must be able to interview and work in Medford, Massachusetts; Must have ability to handle confidential matters with a high level of integrity; Excellent interpersonal & communication skills (both written and oral); Demonstrable ability to work independently, multi-task, and be pro-active in anticipating and correcting problems; Expected to innovate, design, and implement systems that maximize the effective and efficient functioning of the expanding organization; High level of proficiency in computer software programs (especially MS Word, Excel, and Outlook) and ability to use the Internet as a research tool, as well as ownership of a computer; A College degree or experience in similar jobs.

Job 2: Media Director position -- $30,000 annually

GENERAL STATEMENT OF DUTIES AND RESPONSIBILITIES: The Media Director is a full time position. S/he will be responsible for all media contacts at national and international levels and any other significant media coordination, as well as posting press releases.

The Media Director will work with the Speakers Bureau Coordinator assuring media contacts are being made by LEAP venue bookers for all speakers when they are conducting individual presentation and while on tours or at conferences. The Media Coordinator works with Executive Director and representatives of LEAP's Public Relations Consultant to accrue better media management. The Media Coordinator reports directly to the Administrative Director.

The ideal candidate will be familiar with a team-approach to developing publicity and will be comfortable directing multiple volunteers. This person must be familiar with multiple forms of media including editorial writing, Internet blogging, and news reporting as well as the workings of national media outlets. The ideal candidate for this position is articulate and convincing in any verbal or written presentations. Multiple language skills are also helpful.

Preferred places of residency for the Media Director are the Boston area or locations in proximity to major media outlets. Applications accepted and interviews conducted on a rolling basis. Position is open effective immediately.

SPECIFIC DUTIES AND RESPONSIBILITIES: Create and maintain a database of media outlet contacts (newspapers, magazines, radio, TV, and Internet); Identify key national and international news sources; establish and maintain relationships with them; Feed story ideas, reports, press releases, and other media materials to key reporters; In conjunction with the Speakers Bureau and main office, coordinate letter writing campaigns, craft press releases and Opinion Editorials; Generate ideas for coverage of LEAP presentations and conference attendances; Solicit invitations for appearances by LEAP speakers on major radio and television programs.

The following Additional Qualifications are all required of applicants for this position: Understanding and complete support of LEAP's Mission and Goal (read "About LEAP" at http://leap.cc/About/about.php); Must have ability to handle confidential matters with a high level of integrity; Excellent interpersonal and communication skills (both written and oral); Demonstrable ability to work independently, multi-task, and be pro-active in anticipating and correcting problems; Expected to innovate, design, and implement systems that maximize the effective and efficient functioning of an expanding organization; High level of proficiency in computer software programs (especially MS Word, Excel, and Outlook) and ability to use the Internet as a research tool, as well as ownership of a computer; A College degree or equivalent experience and training.

LEAP's main office is located at Suite 9, 121 Mystic Avenue, Medford, MA 02155.

How to Apply:

Please e-mail your resume and cover letter to Allison Silva at Allison.Silva@leap.cc or call (781) 393-6985.

Law Enforcement: This Week's Corrupt Cops Stories

More cops arrested, a dispatcher, too, and yet another prison guard goes to prison. Let's get to it:

In Wallace, North Carolina, a Wallace Police officer was arrested April 3 on a raft of drug and robbery charges. Officer David Brown Jr., 31, was charged with conspiring to sell cocaine, conspiring to deliver cocaine, conspiring to sell marijuana, conspiring to deliver marijuana, robbery with a dangerous weapon and conspiring to commit robbery with a dangerous weapon. The following day, he was also charged with receiving a bribe. Brown was arrested after an investigation by the State Bureau of Investigation, the FBI, and the Wallace Police Department. At last report, he was jailed on bonds totaling $350,000 at the Duplin County Jail.

In Clarksville, Indiana, a Clarskville police officer was arrested April 3 for peddling morphine pills. Officer Franklin Mikel, 34, got busted after allegedly trying to sell 30 pills to an Indiana State Police undercover officer at a local skating rink. He was last reported to be in jail awaiting arraignment.

In Oglesby, Illinois, a police dispatcher faces charges she tipped off the suspect in a drug raid that police were on the way. Kara Kamin, 22, was fired and charged after a February 22 drug raid came up empty-handed. She faces a May trial date. The case was in the news this week because the man she allegedly helped elude police was arrested on more drug charges in Minnesota.

In Saranac Lake, New York, a state prison guard was sentenced to prison after pleading guilty to selling heroin to inmates after he was busted on videotape. Michael Bradish, 43, a guard at the Bare Hill Correctional Facility in Malone, was sentenced to one-to-four years in prison after pleading guilty in February to first degree attempted promotion of prison contraband and fifth degree possession of a controlled substance. Bradish had small packets of heroin mailed to him, then took them into the prison and sold them. He was caught on tape receiving 37 bundles and arrested as he carried the drugs to work the next day.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Safe Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School

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