Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Exames toxicológicos: A ACLU vai entrar com ação para impedir o exame de professores no Havaí

Na sexta-feira passada, em nota à imprensa a ACLU Havaí anunciava estar se preparando para questionar o plano do Aloha State para examinar professores, bibliotecários e demais empregados da rede de ensino público aleatoriamente. A política, a primeira nos EUA a examinar professores ao azar para verificar a presença de drogas nos seus organismos, foi aceita por um comitê de negociação da Associação de Professores do Estado do Havaí (HSTA, sigla em inglês) durante o ano letivo 2006-2007.

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Parque Nacional dos Vulcões do Havaí, Ilha do Havaí
Alguns funcionários públicos do Havaí se aproveitaram das prisões de seis professores por causa de drogas nas preliminares para as negociações contratuais para exigirem que os professores fossem examinados. Como o comitê de negociação da HSTA estava bem envolvido nas negociações muito brigadas para garantir salários melhores, os educadores se depararam com uma oferta profundamente preocupante: aceitar o exame toxicológico aleatório em troca de aumentos salariais. Após uma discussão acalorada dentro do comitê de negociação, uma ligeira maioria permitiu o acordo.

Mas, isso não estava nada bom para alguns professores, que denunciaram que o sindicato era dirigido pelo estado. A diretora da HSTA, Joan Husted, disse ao Honolulu Star-Bulletin: "Há professores que acham que foram chantageados", disse, "mas também ficamos sabendo de professores que acham que têm a obrigação de garantir que as suas escolas fiquem livres das drogas".

Também não estava bom para a ACLU Havaí, a qual anunciou uma série de eventos públicos para divulgar o seu desafio ao acordo. A publicidade também visa a informar os professores e demais empregados do comitê de negociação do Havaí de que a ACLU está procurando demandantes para a ação.

"A constituição não nos autoriza a pôr um preço no nosso direito à privacidade e temos vontade de representar os educadores do Havaí que estiverem dispostos a defender os direitos constitucionais deles", disse Lois Perrin, diretora legal da ACLU Havaí. "A nossa rede de ensino está decepcionando os estudantes ao recorrer a apreensões que não fazem quase nada para proteger alguém enquanto que os direitos de todos são infringidos".

"Agora, o Havaí tem a distinção dúbia de ser o primeiro estado na história a submeter seus professores a uma política geral de exames toxicológicos aleatórios", disse Graham Boyd, diretor do Projeto de Reforma da Lei sobre as Drogas da ACLU, uma divisão da ACLU nacional. Boyd é um especialista nas implicações constitucionais das políticas de exames toxicológicos aleatórios e tem debatido uma série de casos em todo o país contra tais políticas, inclusive um caso de 2004 na Suprema Corte dos EUA que questionava a aleatoriedade dos exames toxicológicos de estudantes que tomavam parte em atividades extracurriculares. "Espero unir-me à ACLU Havaí e aos professores da região que concordarem que esta política transmite a lição errada de educação cívica aos nossos estudantes e ao país".

A ACLU Havaí vai ter que brigar. Mark Barnett, o procurador-geral do estado, disse ao Honolulu Star-Bulletin que o programa "não infringe nem a lei estadual nem a federal" e que ia defendê-lo contra qualquer desafio. "Vamos defendê-lo vigorosamente", disse. "Achamos que o estado e o sindicato dos professores têm direito total de assinar este tipo de contrato".

Exámenes toxicológicos: La ACLU va a interponer demanda para impedir el examen de profesores en Hawai

El viernes pasado, en una nota de prensa la ACLU Hawai anunciaba estar preparándose para cuestionar el plan del Aloha State para examinar a profesores, bibliotecarios y demás empleados del sistema de enseñanza pública aleatoriamente. La política, la primera en los EE.UU. a examinar a profesores al azar para verificar la presencia de drogas en sus organismos, fue aceptada por un comité de negociación de la Asociación de Profesores del Estado de Hawai (HSTA, sigla en inglés) durante el año lectivo 2006-2007.

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Parque Nacional de los Volcanes de Hawai, Isla de Hawai
Algunos funcionarios públicos de Hawai se aprovecharon de los arrestos de seis profesores a causa de drogas en las preliminares para las negociaciones contractuales para exigir que los profesores fueran examinados. Como el comité de negociación de la HSTA estaba bien involucrado en las muy reñidas negociaciones para garantizar sueldos mejores, los educadores enfrentaron una oferta profundamente preocupante: aceptar el examen toxicológico aleatorio en cambio de aumentos salariales. Tras una discusión acalorada dentro del comité de negociación, una ligera mayoría permitió el acuerdo.

Pero eso no les cayó bien a algunos profesores, que denunciaron que el sindicato era dirigido por el estado. La directora de la HSTA, Joan Husted, le dijo al Honolulu Star-Bulletin: “Hay profesores que creen que fueron chantajeados”, dijo, “pero también nos enteramos de profesores que creen que tienen la obligación de asegurar que sus escuelas estén libres de las drogas”.

Ello tampoco le cayó bien a la ACLU Hawai, la cual anunció una serie de eventos públicos para divulgar su reto al acuerdo. La publicidad también tiene miras a informar a los profesores y demás empleados del comité de negociación de Hawai de que la ACLU está buscando demandantes para la demanda.

“La constitución no nos autoriza a poner un precio en nuestro derecho a la privacidad y tenemos ganas de representar a los educadores de Hawai quienes estén dispuestos a defender sus derechos constitucionales”, dijo Lois Perrin, directora legal de la ACLU Hawai. “Nuestro sistema de enseñanza está decepcionando a los estudiantes al recurrir a redadas que no hacen casi nada para proteger a alguien mientras que los derechos de todos son infringidos”.

“Ahora, Hawai tiene la distinción dudosa de ser el primer estado en la historia a someter a sus profesores a una política general de exámenes toxicológicos aleatorios”, dijo Graham Boyd, director del Proyecto de Reforma de la Ley sobre las Drogas de la ACLU, una división de la ACLU nacional. Boyd es un experto en las implicaciones constitucionales de las políticas de exámenes toxicológicos aleatorios y ha debatido una serie de casos en todo el país en contra de dichas políticas, inclusive un caso de 2004 en la Corte Suprema de los EE.UU. que cuestionaba la aleatoriedad de los exámenes toxicológicos de estudiantes que tomaban parte en actividades extracurriculares. “Espero unirme a la ACLU Hawai y a los profesores de la región que estén de acuerdo que esta política transmite la lección equivocada de educación cívica a nuestros estudiantes y al país”.

La ACLU Hawai va a tener que luchar. Mark Barnett, el fiscal general del estado, le dijo al Honolulu Star-Bulletin que el programa “no infringe ni la ley estadual ni la federal” y que iba a defenderlo contra cualquier reto. “Vamos a defenderlo vigorosamente”, dijo. “Creemos que el estado y el sindicato de los profesores tienen total derecho de firmar este tipo de contracto”.

Maconha medicinal: Bryan Epis é condenado novamente a 10 anos em prisão federal

Na sexta-feira passada, Bryan Epis, o primeiro fornecedor de maconha medicinal da Califórnia a ser julgado em tribunal federal por cultivar maconha, foi condenado a 10 anos em prisão federal - de novo. Epis foi condenado em 2002 por cultivar mais de 1.000 plantas de maconha e cumpriu 25 meses de sua sentença inicial de 10 anos antes de ser solto sob fiança após um recurso.

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David Borden e Bryan Epis na conferência de 2005 da NORML
O Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA ordenou que o tribunal de primeira instância reconsidere a sentença de Epis, mas ele o declarou culpado outra vez.

Epis sempre argumentou que ele era um paciente de maconha medicinal que trabalhava com outros pacientes conforme a lei californiana em um cultivo de maconha medicinal em Chico. Mas, os procuradores o retrataram como um cérebro empreendedor que planeja distribuir maconha pelo estado afora.

Em uma medida incomum, Frank Damrell, o juiz da Vara do Distrito, recusou as solicitações da acusação de levar Epis sob custódia, observando que o 9º Circuito ordenara antes a soltura dele "sem comentários", uma ação que Damrell descreveu como algo "sem precedentes na minha experiência. A lei exige que tal ação seja sustentada por circunstâncias excepcionais, então só posso supor que encontraram circunstâncias excepcionais", disse Damrell. "Suspeito que o 9º Circuito ia conceder-lhe fiança de novo", agregou o juiz.

No dia 22 de outubro, Damrell marcou uma data de audiência para uma futura solicitação de fiança até o recurso.

A advogada de Epis, Brenda Grantland, discutiu que o procurador Samuel Wong e os agentes da DEA interpretaram mal os documentos apreendidos na casa de Epis de propósito quando ela foi revistada em junho de 1997. Wong descreveu os papéis como se fossem um plano de marketing para todo o estado, dizendo que "a meta de Epis era alcançar o estado inteiro e utilizar a Proposição 215 como escudo para produzir e traficar maconha".

Grantland disse a Damrell que o 9º Circuito estava "muito interessado" em suas alegações de má conduta da acusação e de perjúrio de parte de agentes antidrogas no caso. Damrell concordou que o tribunal de apelações "pode ter algum interesse" nas questões que Grantland colocou.

Por sua vez, Epis disse ao tribunal que era um mártir pela maconha medicinal. "Se a Proposição 215 não tivesse sido aprovada, não estaria aqui hoje", disse Epis a Damrell. "Estou sendo processado porque tenho um coração. Tenho visto muitas pessoas sofrendo e morrendo de câncer e AIDS para não tentar ajudá-las. Não sinto vergonha do que fiz, mas lamento pela minha família".

Marihuana medicinal: Bryan Epis es condenado nuevamente a 10 años en prisión federal

El viernes pasado, Bryan Epis, el primer proveedor de marihuana medicinal de California a ser juzgado en tribunal federal por cultivar marihuana, fue condenado a 10 años en prisión federal – otra vez. Epis fue condenado en 2002 por cultivar más de 1.000 plantas de marihuana y cumplió 25 meses de su sentencia inicial de 10 años antes de ser puesto en libertad bajo fianza tras un recurso.

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David Borden y Bryan Epis en la conferencia de 2005 de la NORML
El Tribunal de Apelaciones del 9º Circuito de los EE.UU. ha ordenado que el tribunal de primera instancia reconsidere la condena de Epis, pero ello lo declaró culpable otra vez.

Epis siempre argumentó que él era un paciente de marihuana medicinal quien trabajaba con otros pacientes conforme a la ley californiana en un cultivo de marihuana medicinal en Chico. Pero, los fiscales lo retrataron como un cerebro emprendedor que planea distribuir marihuana por todo el estado.

En una medida atípica, Frank Damrell, el juez del Juzgado de Circuito, rechazó las solicitudes de la acusación de llevar a Epis bajo custodia, observando que el 9º Circuito había ordenado antes su puesta en libertad “sin comentarios”, una acción que Damrell describió como algo “sin precedentes en mi experiencia. La ley exige que dicha acción sea sustentada por circunstancias excepcionales, entonces apenas puedo suponer que encontraron circunstancias excepcionales”, dijo Damrell. “Sospecho que el 9º Circuito iba a concederle fianza de nuevo”, agregó el juez.

El 22 de octubre, Damrell programó una fecha de audiencia para una futura solicitud de fianza hasta el recurso.

La abogada de Epis, Brenda Grantland, ha discutido que el fiscal Samuel Wong y los agentes de la DEA malinterpretaron intencionalmente los documentos aprehendidos en la casa de Epis cuando ella fue revistada en junio de 1997. Wong describió los papeles como si fueran un plan de mercadotecnia para todo el estado, diciendo que “la meta de Epis era alcanzar el estado entero y valerse de la Proposición 215 como escudo para producir y traficar marihuana”.

Grantland le dijo a Damrell que el 9º Circuito estaba “muy interesado” en sus alegaciones de mala conducta de la acusación y de perjurio de parte de agentes antidrogas en el caso. Damrell estuvo de acuerdo que el tribunal de apelaciones “puede tener algún interés” en las cuestiones que Grantland planteó.

A su vez, Epis le dijo al tribunal que era un mártir por la marihuana medicinal. “Si la Proposición 215 no hubiera sido aprobada, no estaría aquí hoy día”, le dijo Epis a Damrell. “Estoy siendo procesado porque tengo un corazón. He visto a muchas personas sufriendo y muriendo de cáncer y SIDA para no intentar ayudarlas. No tengo vergüenza de lo que hice, pero siento por mi familia”.

Pacientes da dor: O prisioneiro floridense Richard Paey é perdoado

Richard Paey, o paciente floridense da dor em cadeira de rodas que foi condenado a 25 anos de prisão como traficante por ir atrás de remédios desesperadamente necessitados, pode estar em liberdade quando você ler isto. Na quinta-feira, o governador da Flórida, Charlie Crist (R), concedeu a Paey um perdão total após uma breve audiência em Tallahassee. Paey e a família dele haviam pedido apenas a clemência.

Paey sofreu lesões graves em um acidente de carro em 1985. Um médico de Nova Jérsei lhe deu receitas para os analgésicos necessários, mas quando Paey mudou para a Flórida ele levou receitas assinadas previamente. Ele foi preso em 1997 e acusado de portar e traficar ilegalmente cerca de 700 analgésicos obtidos com aquelas prescrições.

Segundo as rigorosas leis sobre as drogas da Flórida, as pessoas que portarem essa quantidade de analgésicos são tratadas como traficantes. Por princípio, Paey recusou as ofertas de confissão de culpabilidade do estado e, enfim, foi condenado e sentenciado à sentença mínima obrigatória de 25 anos.

O caso de Paey virou uma causa célebre para o movimento crescente de pacientes e terapeutas da dor dos EUA. Em agosto, o governo do estado anunciou que concederia uma dispensa, a qual permitiria que Paey pedisse clemência. Na maior parte dos casos, os detentos não podem pedir clemência até que tenham cumprido 1/3 de suas sentenças.

Na quinta-feira, o governador Crist e três secretários da Flórida ouviram a solicitação de clemência de Paey. Apesar de que o conselho de liberdade condicional do estado tivesse feito recomendações contra conceder a liberdade por tempo cumprido, Crist foi além, outorgando-lhe um perdão total e ordenando que fosse libertado imediatamente. De acordo com o St. Petersburg Times, Crist deixou que o advogado de Paey, John Flannery, falasse por 30 minutos mais ou menos - o limite normal de tempo é de cinco minutos -, depois permitiu que a esposa, os três filhos e um amigo da família de Paey falassem também.

Daí, Crist comentou: "Resolvo que concedamos um perdão total", prosseguindo, "Queremos corrigir um erro, exercer a compaixão e fazê-lo com graça", disse o governador. "Parabéns... e declaro que ele deve ser solto hoje".

Para maiores informações sobre o caso Paey, clique aqui.

Pacientes del dolor: El prisionero floridano Richard Paey es perdonado

Richard Paey, el paciente floridano del dolor en silla de ruedas que fue condenado a 25 años de prisión como narcotraficante por ir trás sus remedios desesperadamente necesitados, puede estar libre cuando usted lea esto. El jueves, el gobernador de Florida, Charlie Crist (R), le concedió a Paey un perdón total tras una breve vista en Tallahassee. Paey y su familia habían pedido apenas la clemencia.

Paey sufrió lesiones graves en un accidente de auto en 1985. Un médico de Nueva Yérsey le dio recetas para los analgésicos necesarios, pero cuando Paey se mudó a Florida él se llevó recetas firmadas previamente. Él fue preso en 1997 y acusado de tener y traficar ilegalmente cerca de 700 analgésicos obtenidos con aquellas prescripciones.

Según las rigorosas leyes sobre las drogas de Florida, las personas que tengan esa cantidad de analgésicos son tratadas como narcotraficantes. Por principio, Paey rechazó las ofertas de confesión de culpabilidad del estado y, por fin, fue condenado y sentenciado a la sentencia mínima obligatoria de 25 años.

El caso de Paey devino una causa célebre para el movimiento creciente de pacientes y terapeutas del dolor de los EE.UU. En agosto, el gobierno del estado anunció que le concedería una dispensa, la cual permitiría que Paey pidiera clemencia. En la mayor parte de los casos, los internos no pueden pedir clemencia hasta que hayan cumplido 1/3 de sus condenas.

El jueves, el gobernador Crist y tres secretarios de Florida escucharon la solicitud de clemencia de Paey. Pese a que la junta de libertad condicional del estado hubiera hecho recomendaciones contra conceder la libertad por tiempo cumplido, Crist se pasó, otorgándole un perdón total y ordenando que fuera libertado inmediatamente. De acuerdo con el St. Petersburg Times, Crist dejó que el abogado de Paey, John Flannery, hablara por 30 minutos más o menos – el límite normal de tiempo es de cinco minutos -, después permitió que la mujer, los tres hijos y un amigo de la familia de Paey hablaran también.

Entonces, Crist comentó: “Resuelvo que concedamos un perdón total”, prosiguiendo, “Queremos enderezar un tuerto, ejercer la compasión y hacerlo con gracia”, dijo el gobernador. “Felicitaciones... y declaro que él debe ser puesto en libertad hoy día”.

Para más informaciones sobre el caso Paey, pulse aquí.

Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana

Não é o lote usual de velhacos da lei, apesar de termos um ou dois guardas corruptos de rigor. Nesta semana, vamos ao que interessa em ordem cronológica:

Em Galveston, no Texas, no dia 12 de setembro um policial do Porto de Galveston foi preso por financiar as toxicomanias de prostitutas e levá-las a uma boca-de-fumo para comprarem drogas. O oficial James Roland Chapman, 53, responde por três acusações de prostituição. Ele pode pegar até dois anos de prisão e a perda de sua licença de oficial da paz se for condenado.

Em Gunnison, no Utah, no dia 12 de setembro um ajudante do xerife da Comarca de Sanpete foi preso por roubar drogas do armazém de provas para consumo próprio. O auxiliar John Earl Stevens, 28, supostamente admitiu consumir cocaína e metanfetamina. As confissões aconteceram depois que uma busca na casa dele achou um cachimbo de metanfetamina, papel-alumínio queimado para fumá-la e vários "sacos lacrados de provas vazios". Stevens cuida dos cães farejadores de drogas e foi alocado a uma força-tarefa antidrogas da região central do Utah. Supostamente, ele também reconheceu roubar amostras de drogas usadas para treinar os cães. Agora, ele é acusado de suspeita de porte de drogas e adulteração de provas. Ele está de licença administrativa e em liberdade sob fiança de $1,500.

Em Slidell, na Luisiana, no dia 13 de setembro um ex-policial de Slidell se entregou por delitos de drogas após fugir da polícia durante um dia. O ex-oficial Alan Roy, 42, é acusado de porte com intenção de distribuir entorpecentes de Classe III, porte de entorpecentes de Classe III e porte de apetrechos para consumir drogas. As autoridades disseram que um incidente de trabalho em meados de agosto levantou suspeitos a respeito de Roy, resultando, no dia 20 de agosto, em uma busca em sua casa que trouxe à luz 10 ampolas e 170 comprimidos de anabolizantes, mais de meio grama de metanfetamina e mais de 100 seringas hipodérmicas. Roy se demitiu da polícia quatro dias depois. Ele concordara em se entregar no dia 12 de setembro, mas só compareceu no dia seguinte. Ele pode pegar até cinco anos de prisão.

Em Worthington, no Kentucky, no dia 13 de setembro um policial de Worthington foi preso por acusações de narcotráfico. O sargento Thomas Bradley foi preso por agentes da Força-Tarefa de Repressão às Drogas da Área de Fivco e foi acusado de tráfico de substância controlada. Segundo as últimas informações, ele estava sob custódia no Centro de Detenção da Comarca de Greenup com fiança estipulada em $15,000.

Em Eddyville, no Kentucky, no dia 14 de setembro um guarda de prisão estadual foi preso por contrabandear drogas para detentos. O guarda da Penitenciária Estadual do Kentucky, Timothy Short, 29, foi descoberto depois que colegas o viram entregar maconha a um prisioneiro. Ele foi preso por policiais estaduais e é acusado de corrupção ativa, a qual é punida com até cinco anos de prisão, e promoção do contrabando.

Em Schenectady, em Nova Iorque, um ex-policial de Schenectady foi preso por roubar e vender drogas do armazém de provas da delegacia. Em sua audiência de condenação no dia 15 de setembro, o ex-oficial Jeffrey Curtis pegou quatro anos por porte de drogas, de um a três por adulterar provas e um ano de liberdade vigiada. Curtis se confessou culpado e admitiu roubar e vender drogas, mas disse que estivera estressado e que deveria ter sido alvo de uma intervenção, não de uma investigação.

Em Toledo, no Ohio, no dia 16 de setembro um guarda foi preso por contrabandear drogas na cadeia da Comarca de Lucas. O agente penitenciário Edward Drane, 43, foi pego depois que funcionários da prisão usaram um detento para armarem uma para ele. Não se conhecem nem as acusações nem quais drogas estavam envolvidas.

Policial: Las historias de policías corruptos de esta semana

No es el lote usual de bellacos de la ley, pese a que tengamos uno o dos guardias corruptos de rigor. Esta semana, vamos a ello en orden cronológico:

En Galveston, Tejas, el 12 de septiembre un policía del Puerto de Galveston fue arrestado por financiar las toxicomanías de prostitutas y llevarlas a un fumadero para comprar drogas. El oficial James Roland Chapman, 53, responde por tres cargos de prostitución. Él puede recibir hasta dos años de prisión y la pérdida de su licencia de oficial de la paz si es condenado.

En Gunnison, Utah, el 12 de septiembre un ayudante del sheriff de la Comarca de Sanpete fue arrestado por robarse drogas del almacén de pruebas para consumo propio. El segundo John Earl Stevens, 28, ha supuestamente admitido consumir cocaína y metanfetamina. Las confesiones sucedieron después que una búsqueda en su casa halló una pipa de metanfetamina, papel de aluminio quemado para fumarla y varias “bolsas lacradas de pruebas vacías”. Stevens cuida de los sabuesos rastreadores de drogas y fue asignado a un destacamento antidroga de la región central de Utah. Presuntamente, él también reconoció robarse muestras de drogas usadas para entrenar a los sabuesos. Ahora, él es acusado de sospecha de tenencia de drogas y adulteración de pruebas. Él está de licencia administrativa y en libertad bajo fianza de $1,500.

En Slidell, Luisiana, el 13 de septiembre un ex policía de Slidell se entregó por delitos de drogas tras evadirse de la policía durante un día. El ex oficial Alan Roy, 42, es acusado de tenencia con intención de distribuir estupefacientes de Clase III, tenencia de estupefacientes de Clase III y tenencia de pertrechos para consumir drogas. Las autoridades dijeron que un incidente de trabajo en mediados de agosto levantó sospechas respecto de Roy, resultando el 20 de agosto en una búsqueda en su casa que sacó a la luz 10 ampollas y 170 pastillas de anabolizantes, más de medio gramo de metanfetamina y más de 100 jeringas hipodérmicas. Roy dimitió de la policía cuatro días después. Él había estado de acuerdo en entregarse el 12 de septiembre, pero apenas compareció al día siguiente. Él puede recibir hasta cinco años de prisión.

En Worthington, Kentucky, el 13 de septiembre un policía de Worthington fue arrestado por acusaciones de narcotráfico. El sargento Thomas Bradley fue preso por agentes del Destacamento de Represión a las Drogas del Área de Fivco y fue acusado de tráfico de sustancia controlada. Según las últimas informaciones, él estaba bajo custodia en el Centro de Detención de la Comarca de Greenup con fianza estipulada en $15,000.

En Eddyville, Kentucky, el 14 de septiembre un guardia de prisión estadual fue arrestado por contrabandear drogas para internos. El guardia de la Penitenciaria Estadual de Kentucky, Timothy Short, 29, cayó después que colegas lo vieron entregar marihuana a un prisionero. Él fue preso por policías estaduales y es acusado de corrupción activa, la cual es castigada con hasta cinco años de prisión, y promoción del contrabando.

En Schenectady, Nueva York, un ex policía de Schenectady fue preso por robar y vender drogas del almacén de pruebas de la comisaría. En su vista de condenación el 15 de septiembre, el ex oficial Jeffrey Curtis recibió cuatro años por tenencia de drogas, de un a tres por adulterar pruebas y un año de libertad vigilada. Curtis se confesó culpable y admitió robar y vender drogas, pero dijo que había estado estresado y que debería haber sido el blanco de una intervención, no de una investigación.

En Toledo, Ohío, el 16 de septiembre un guardia fue preso por contrabandear drogas en la cárcel de la Comarca de Lucas. El agente penitenciario Edward Drane, 43, cayó después que funcionarios de la prisión usaron a un recluso para tenderle una trampa. No se conocen aún ni las acusaciones ni que drogas estaban involucradas.

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Semanal: Blogando no Bar Clandestino

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reide anticerveja da época da lei seca, Washington, DC (Biblioteca do Congresso)

Desde a última edição:

David Borden repara no “Defensor da maconha medicinal comemorado na Câmara dos Deputados dos EUA” [Medical Marijuana Advocate Memorialized in US House of Representatives], “Duas pessoas que conheço foram condenadas à prisão na semana passada” [Two People I Know Were Sentenced to Prison Last Week] e diz “Pegue este imposto sobre as drogas e...” [Take this Drug Tax and...].

Scott Morgan condena os torturadores de Richard Paey (que agora está em liberdade) e também escreve: “Empresa que matou civis iraquianos fecha contrato lucrativo de guerra às drogas” [Company That Killed Iraqi Civilians Gets Lucrative Drug War Contract], “Chris Dodd defende a descriminalização da maconha” [Chris Dodd Advocates Marijuana Decriminalization], “Ministério da Justiça gasta milhões em aperitivos” [Department of Justice Spends Millions on Munchies], “Quando os policiais pedem metralhadoras, sabe-se que a guerra às drogas fracassou” [When Cops Ask For Machine Guns, You Know the Drug War Has Failed] e “Diretora da DEA faz comentário bizarro em cerimônia de despedida de Alberto Gonzáles” [DEA Director Makes Bizarre Remark at Alberto Gonzales Farewell Ceremony].

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allanamiento anticerveza de la época de la ley seca, Washington, DC (Biblioteca del Congreso)

Desde la última edición:

David Borden se fija en “Defensor de la marihuana medicinal conmemorado en la Cámara de los Diputados de los EE.UU.” [Medical Marijuana Advocate Memorialized in US House of Representatives], “Dos personas que conozco fueron condenadas a prisión la semana pasada” [Two People I Know Were Sentenced to Prison Last Week] y dice “Toma este impuesto sobre las drogas y...” [Take this Drug Tax and...].

Scott Morgan condena a los torturadores de Richard Paey (que ahora está en libertad) y también escribe: “Empresa que mató a civiles iraquíes firma contrato lucrativo de guerra a las drogas” [Company That Killed Iraqi Civilians Gets Lucrative Drug War Contract], “Chris Dodd defiende la despenalización de la marihuana” [Chris Dodd Advocates Marijuana Decriminalization], “Ministerio de Justicia gasta millones en bocadillos” [Department of Justice Spends Millions on Munchies], “Cuando los policías piden ametralladoras, se sabe que la guerra a las drogas ha fracasado” [When Cops Ask For Machine Guns, You Know the Drug War Has Failed] y “Directora de la DEA hace comentario rarísimo en ceremonia de despedida de Alberto Gonzáles” [DEA Director Makes Bizarre Remark at Alberto Gonzales Farewell Ceremony].

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Gracias por leer, y escribir...

Apelo: Enormes aumentos no trânsito da nossa página incrementaram as nossas despesas...

Enormes aumentos no trânsito da nossa página, particularmente durante os últimos três meses, nos forçaram a atualizar o nosso servidor - não uma, mas duas vezes - e incrementaram as nossas custas.. Estou escrevendo para saber se você pode ajudar a custear esta nova despesa. Você estaria disposto a fazer uma doação para apoiar este trabalho inovador?

As coisas começaram a melhorar há cerca de um ano, quando redesenhamos profissionalmente o sítio e começamos a publicar mais do que antes - não fazemos só a Crônica semanal agora, mas lhe trazemos publicações diárias nos blogs, links a notícias da grande mídia, um "feed ativista" dos boletins de outras organizações e demais artigos interessantes.

Recentemente, tivemos uma série de grandes sucessos - links de suma importância em páginas como Reddit e Netscape em que os usuários votam nos artigos de que gostam - e porque isso continuou, uma e outra vez durante cerca de três meses, concluímos provisoriamente que algo está "acontecendo" e que a DRCNet alcançou mesmo um patamar novo antes do que pensávamos. Só neste mês, um artigo que publicamos chegou ao #1 na Digg, a popular página da Internet, e esse e outro artigo acompanhante receberam coletivamente quase 100.000 visitas! Em um dia, a StoptheDrugWar.org teve quase o mesmo número de pessoas que acessa o Huffington Post - se o nosso servidor houvesse estado preparado para o trânsito de antemão, teríamos recebido mais.

É lógico que as despesas da máquina, embora consideráveis, são apenas parte do problema. Literalmente, todo funcionário na DRCNet está envolvido nesta campanha e isso é uma grande dedicação de recursos que só pode ser mantida se você nos apoiar. Pode nos informar se está "dentro" fazendo uma doação hoje ou mandando-nos uma mensagem para dizer se o fará logo?

Como incentivo, nossos amigos da Common Sense for Drug Policy concordaram em doar exemplares do "tablóide" atualizado deles que inclui mais de 40 dos anúncios de interesse público sobre as políticas de drogas que têm difundido em grandes publicações durante os últimos anos. Doe qualquer soma à DRCNet nesta semana e lhe enviaremos um exemplar do tablóide da CSDP grátis! Claro está, continuamos oferecendo uma variedade de livros, vídeos e presentes da StoptheDrugWar.org como incentivos de filiação também.

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Atenciosamente,


David Borden, Diretor-Executivo
Caixa Postal 18402
Washington, DC 20036
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Solicitud: Enormes aumentos en el tráfico de nuestra página web han incrementado nuestros costes...

Enormes aumentos en el tráfico de nuestra página web, particularmente durante los últimos tres meses, nos han forzado a actualizar nuestro servidor – no una, sino dos veces – y han incrementado nuestros costes. Estoy escribiendo para saber si usted puede ayudar a costear este nuevo dispendio. ¿Estaría dispuesto a hacer una donación para apoyar este trabajo innovador?

Las cosas empezaron a mejorar hace cerca de un año, cuando rediseñamos profesionalmente la página web y empezamos a publicar más que antes – no hacemos solamente la Crónica semanal ahora, sino le traemos publicaciones diarias en las bitácoras, enlaces a noticias de los grandes medios, un “feed activista” de los boletines de otras organizaciones y demás artículos interesantes.

Recientemente, hemos tenido una serie de grandes éxitos – enlaces de suma importancia en páginas como Reddit y Netscape en que los usuarios votan en los artículos que a ellos les gusta – y porque eso ha seguido, una y otra vez durante cerca de tres meses, hemos concluido provisoriamente que algo está “sucediendo” y que la DRCNet ha alcanzado verdaderamente un nivel nuevo antes de lo que pensábamos. Sólo este mes, un artículo que publicamos llegó al #1 en Digg, la popular página web, ¡y ése y otro artículo acompañante recibieron colectivamente casi 100.000 visitas! En un día, la StoptheDrugWar.org tuvo casi el mismo número de personas que accede al Huffington Post – si nuestro servidor hubiera estado preparado para el tráfico de antemano, habríamos recibido más.

Por supuesto que los costes de la máquina, aunque considerables, son apenas parte del problema. Literalmente, todos los funcionarios en la DRCNet están involucrados en esta campaña y eso es una gran dedicación de recursos que sólo puede ser mantenida si usted nos apoya. ¿Puede informarnos si está “conforme” haciendo una donación hoy día o mandándonos un correo para decirnos si lo hará pronto?

Como incentivo, nuestros amigos de la Common Sense for Drug Policy han estado de acuerdo en donar ejemplares de su “tabloide” actualizado que incluye más de 40 de los anuncios de interés público sobre las políticas de drogas que han difundido en grandes publicaciones durante los últimos años. ¡Done cualquier suma a la DRCNet esta semana y le enviaremos un ejemplar del tabloide de la CSDP gratis! Por supuesto que seguimos ofreciendo una variedad de libros, vídeos y regalos de la StoptheDrugWar.org como incentivos de membresía también.

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Atentamente,


David Borden, Director Ejecutivo
Aptdo. 18402
Washington, DC 20036
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Matéria: Projeto de lei sobre a maconha medicinal do Wisconsin será apresentado

Há dez anos na terça-feira, Jacki Rickert, a paciente de maconha medicinal do Wisconsin, liderava uma passeata de pacientes em cadeira de rodas de 336Km ao capitólio estadual em Madison em uma "Jornada pela Justiça" que procurava o acesso legal ao remédio que diziam tornar as suas vidas suportáveis. Nesta terça-feira, Rickert comemorou esse aniversário com uma entrevista coletiva no capitólio, na qual ela foi somada por dois deputados estaduais que anunciaram que iam apresentar um projeto de lei sobre a maconha medicinal nesta sessão. Vão chamá-lo de "Lei Jacki Rickert de Maconha Medicinal".

Com antecedentes negativos em projetos de maconha medicinal no estado e uma legislatura que tem uma de suas câmaras controlada pelos republicanos, os defensores não prevêem uma vitória certa nesta sessão, mas dizem sim que darão tudo de si.

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Jacki Rickert e Gary Storck, com Jim e a finada Cheryl Miller, do lado de fora do escritório do ex-deputado Bob Barr (immly.org)
Embora a maconha medicinal seja legal em 12 estados, uma vitória no Wisconsin seria a primeira no Meio-Oeste. Mas, o Wisconsin terá que se apressar para ser o primeiro; os trabalhos legislativos já progrediram no Illinois e em Minnesota e parece que o Michigan está pronto para uma iniciativa estadual em novembro de 2008.

Se os deputados Frank Boyle (D-Superior) e Mark Pocan (D-Madison) se saírem com a deles, o Wisconsin ficará no pelotão de frente. "Queremos garantir que Wisconsin consiga neste ano", disse Boyle na coletiva de imprensa da quarta-feira. "Doze estados já legalizaram a maconha medicinal e estou cheio da mais regressista das mortes do estado do Wisconsin no que costumava ser uma tradição progressista".

Embora a medida ainda esteja em fase de redação, de acordo com um memorando de patrocínio que está sendo circulado por Boyle e Pocan, os dispositivos-chave da Lei Jacki Rickert de Maconha Medicinal incluem os seguintes:

  • Proporcionar uma defesa de necessidade médica aos processos relacionados à maconha e às ações de confisco de bens. Uma pessoa pode evocar esta defesa se estiver padecendo de uma doença ou de um tratamento debilitante e tiver o consentimento do seu médico por escrito ou se obteve uma carteira de registro válida da Secretaria de Saúde e Serviços de Família (DHFS, sigla em inglês). As enfermidades incluem o câncer, o glaucoma, a AIDS ou o HIV, doenças que causem emaciação, dores intensas ou náusea, ataques ou espasmos musculares intensos e persistentes e qualquer outra afecção ou terapia em regras promulgadas pela DHFS;
  • Criar uma quantidade máxima de maconha autorizada que um paciente possa portar, estabelecendo assim limites claros tanto para pacientes quanto para oficiais da lei;
  • Proibir a prisão de um médico que forneça uma certificação por escrito de boa fé. Além do mais, o principal cuidador está protegido pelas mesmas exceções conforme a lei;
  • A defesa não é aplicável se o paciente desempenhar uma ação ilegal enquanto consumir maconha. Isto inclui dirigir ou operar um veículo automotor, operar maquinaria pesada, fumar perto de uma escola, parque ou centro jovem, no trabalho de alguém, etc.;
  • Solicitar que a DHFS instaure um registro de usuários medicinais de maconha e uma carteira de identificação para um paciente em processo eliminatório;
  • Este projeto muda só a lei estadual a respeito da maconha. A lei federal sobre ela não muda. No entanto, 99% das prisões por maconha são feitas por funcionários estaduais e municipais, não federais.

"Se alguém tiver o consentimento do seu médico por escrito ou obteve uma carteira de registro válida da DHFS, estaria autorizado a portar ou poder cultivar uma certa quantidade de maconha medicinal", explicou Pocan.

"Por favor, temos que legalizar isto", disse Rickert na coletiva de imprensa. "Imploro a todos vocês. Sabemos que dá certo. Sabemos que não vai nos matar", disse Rickert. "Nunca tive nenhuma relação alérgica a uma erva dada por Deus".

Rickert não foi a única paciente a discursar na terça-feira. Uma garota de vinte e um anos que se chamou apenas de Lynn disse que fora diagnosticada com esclerose múltipla havia dois anos e que perdera a visão, a mobilidade e a independência dela por causa da doença. Lynn disse à multidão que fumar maconha funcionou em relação aos seus sintomas quando mais nada o fez, permitindo-lhe, enfim, que se sentisse suficientemente bem para morar sozinha.

"Se tivessem uma filha de 19 anos que sentisse dores todos os dias, o que fariam para ajudar?" perguntou Lynn. "Poder-se-ia ter que tomar cinco drogas diferentes três vezes ao dia todos os dias, como eu. Ou se pode fumar maconha, e agora tomo dois remédios por dia".

Outro paciente, J.F. Oschwald do Colorado, se dirigiu à entrevista coletiva da sua cadeira de rodas. "A medicina é a medicina e se podem regularizar a morfina, então podem regularizar a maconha", disse.

"Foi um bom encontro", disse Gary Storck, paciente de maconha medicinal, quem, junto com Rickert, é um co-fundador do grupo de defesa da maconha medicinal do Wisconsin, a Is My Medicine Legal Yet?. "Fizemos com que uma série de pacientes falasse, assim como Boyle e Pocan, e tivemos uma boa cobertura da mídia", disse ele à Crônica.

As respostas no capitólio têm sido menos glaciais do que uma década atrás, disse Storck. "Quando vou ali para fazer pressão com os pacientes, estou vendo mudanças de postura. Estamos sendo bem recebidos e dá para perceber que alguns dos empregados estão realmente comovidos. Enfim, parece que isto está ganhando ímpeto", disse.

Parte da mudança nas posturas se deve aos trabalhos de conscientização dos ativistas e defensores da maconha medicinal, disse Storck. "Os pacientes estão mais dispostos a sair e deixar que as suas estórias sejam contadas, e isso só ajuda", disse. "O fato de que outros estados estejam aprovando-a ou chegando perto de aprová-la ajuda também. Estamos rodeados por estados em que já estão um pouquinho mais perto".

Mas, como os republicanos controlam a Assembléia estadual, esta sessão de dois anos será uma batalha difícil, disse. "Temos um acordo com um senador para realizar uma audiência informativa em novembro, mas temo que fique enrolada com a política nesta sessão, como sempre. Espero que os democratas recuperem a Assembléia no ano que vem - isso realmente melhoraria a nossa sorte. O governador Doyle já disse que sancionaria um projeto de maconha medicinal", acrescentou Storck.

Contudo, Storck, Rickert, a IMMLY e demais partidários da maconha medicinal não vão esperar o ano que vem. "Sempre se espera que a legislatura seja razoável", disse. "Os legisladores têm até o dia 04 de outubro para se inscreverem como defensores e esperamos que um ou dois senadores adiram para que possa tramitar. Embora achemos que teremos mais sorte com uma legislatura controlada pelos democratas, vamos continuar fazendo pressão agora".

Reportaje: Proyecto de ley sobre la marihuana medicinal de Wisconsin será presentado

Hace diez años el martes, Jacki Rickert, la paciente de marihuana medicinal de Wisconsin, lideraba una caminata de pacientes en silla de ruedas de 336Km al capitolio estadual en Madison en una “Jornada por la Justicia” que buscaba el acceso legal al remedio que decían volver sus vidas soportables. Este martes, Rickert conmemoró ese aniversario con una rueda de prensa en el capitolio, en la cual ella fue sumada por dos diputados estaduales que anunciaron que iban a presentar un proyecto de ley sobre la marihuana medicinal en esta sesión. Van a llamarlo la “Ley Jacki Rickert de Marihuana Medicinal”.

Con antecedentes negativos en proyectos de marihuana medicinal en el estado y una legislatura que tiene una de sus cámaras controlada por los republicanos, los defensores no predicen una victoria segura en esta sesión, pero sí dicen que harán lo mejor posible.

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Jacki Rickert y Gary Storck, con Jim y la finada Cheryl Miller, fuera de la oficina del ex diputado Bob Barr (immly.org)
Aunque la marihuana medicinal sea legal en 12 estados, una victoria en Wisconsin sería la primera en el Medio Oeste. Pero Wisconsin tendrá que darse prisa para ser el primero; las labores legislativas ya han progresado en Illinois y Minnesota y parece que Michigan está listo para una iniciativa estadual en noviembre de 2008.

Si los diputados Frank Boyle (D-Superior) y Mark Pocan (D-Madison) se salen con la suya, Wisconsin quedará en el pelotón de frente. “Queremos asegurar que este año Wisconsin lo consiga”, dijo Boyle en la rueda de prensa del martes. “Doce estados ya han legalizado la marihuana medicinal y estoy harto de la más regresista de las muertes del estado de Wisconsin en lo que solía ser una tradición progresista”.

Aunque la medida aún esté en el estadio de redacción, de acuerdo con un memorando ponente que está siendo circulado por Boyle y Pocan, los dispositivos clave de la Ley Jacki Rickert de Marihuana Medicinal incluyen los siguientes:

  • Proporcionar una defensa de necesidad médica a los procesos relacionados con la marihuana y a las acciones de confiscación de bienes. Una persona puede evocar esta defensa si está padeciendo de una enfermedad o tratamiento debilitante y tiene el consentimiento de su médico por escrito o si ha obtenido un carné de registro válido de la Secretaría de Sanidad y Servicios Familiares (DHFS, sigla en inglés). Las dolencias incluyen el cáncer, el glaucoma, el SIDA o el VIH, enfermedades que causen emaciación, dolores intensos o náusea, ataques o espasmos musculares intensos y persistentes y cualquier otra afección o terapia en reglas promulgadas por la DHFS;
  • Crear una cantidad máxima de marihuana autorizada que un paciente puede tener, estableciendo así límites claros tanto para pacientes como para oficiales de la ley;
  • Prohibir el arresto de un médico que provea una certificación por escrito de buena fe. Además, el principal cuidador está protegido por las mismas excepciones conforme a la ley;
  • La defensa no es aplicable si el paciente desempeña una acción ilegal mientras consume marihuana. Esto incluye manejar o operar un vehículo automotor, operar maquinaria pesada, fumar cerca de un colegio, parque o centro joven, en el trabajo de alguien, etc.;
  • Solicitar que la DHFS instaure un registro de usuarios medicinales de marihuana y un carné de identificación para un paciente en proceso eliminatorio;
  • Este proyecto cambia solamente la ley estadual respecto de la marihuana. La ley federal sobre ella no cambia. Sin embargo, 99% de los arrestos por marihuana son hechos por funcionarios estaduales y municipales, no federales.

“Si alguien tiene el consentimiento de su médico por escrito o ha obtenido un carné de registro válido de la DHFS, tendría permiso para tener o poder cultivar una cierta cantidad de marihuana medicinal”, explicó Pocan.

“Por favor, tenemos que legalizarlo”, dijo Rickert en la rueda de prensa. “Se los ruego. Sabemos que funciona. Sabemos que no va a matarnos”, dijo Rickert. “Nunca he tenido ninguna reacción alérgica a una hierba dada por Dios”.

Rickert no fue la única paciente que discursó el martes. Una veinteañera que se llamó apenas Lynn dijo que había sido diagnosticada con esclerosis múltiple hacía dos años y que había perdido su visión, su movilidad y su independencia a causa de la enfermedad. Lynn le dijo a la muchedumbre que fumar marihuana funcionó con relación a sus síntomas cuando más nada lo hizo, permitiéndole por fin que se sintiera suficientemente bien como para vivir sola.

“Si tuvieran una hija de 19 años que sintiera dolores todos los días, ¿qué harían para ayudar?” preguntó Lynn. “que tendría que tomar cinco drogas distintas tres veces al día todos los días, como yo. O se puede fumar marihuana, y ahora tomo dos fármacos al día”.

Otro paciente, J.F. Oschwald de Colorado, se dirigió a la rueda de prensa desde su silla de ruedas. “La medicina es la medicina y si pueden regularizar la morfina, entonces pueden regularizar la marihuana”, dijo.

“Fue un buen comienzo”, dijo Gary Storck, paciente de marihuana medicinal, quien, junto con Rickert, es un cofundador del grupo de defensa de la marihuana medicinal de Wisconsin, la Is My Medicine Legal Yet?. “Hicimos que una serie de pacientes hablara, así como Boyle y Pocan, y tuvimos una buena cobertura de los medios”, le dijo él a la Crónica.

Las respuestas en el capitolio han sido menos glaciales que una década atrás, dijo Storck. “Cuando voy allí para hace presión con los pacientes, estoy viendo cambios de postura. Estamos siendo bien recibidos y se puede percibir que algunos de los empleados están realmente conmovidos. Por fin, parece que esto está ganando ímpetu”, dijo.

Parte del cambio en las posturas se debe a las labores de concienciación de los activistas y defensores de la marihuana medicinal, dijo Storck. “Los pacientes están más dispuestos a salir y dejar que sus historias sean contadas, y eso sólo ayuda”, dijo. “El hecho de que otros estados estén aprobándola o llegando cerca de aprobarla ayuda también. Estamos rodeados por estados en que ya están un poquito más cerca”.

Pero, como los republicanos controlan la Asamblea estadual, esta sesión de dos años será una batalla difícil, dijo. “Tenemos un acuerdo con un senador para realizar una audiencia informativa en noviembre, pero temo que se enrede con la política en esta sesión, como siempre. Espero que los demócratas recuperen la Asamblea el próximo año – eso realmente mejoraría nuestra suerte. El gobernador Doyle ya ha dicho que sancionaría un proyecto de marihuana medicinal”, añadió Storck.

Con todo, Storck, Rickert, la IMMLY y demás partidarios de la marihuana medicinal no van a esperar el año que viene. “Siempre se espera que la legislatura entre en razón”, dijo. “Los legisladores tienen hasta el 04 de octubre para inscribirse como ponentes y esperamos que uno o dos senadores adhieran para que pueda tramitar. Aunque creamos que tendremos más suerte con una legislatura controlada por los demócratas, vamos a seguir haciendo presión ahora”.

Matéria: A CAMP leva uma pequena vantagem sobre os cultivadores de maconha californianos

O outono chegou e com ele o trabalho anual da lei pelo país afora para erradicar o cultivo de maconha a céu aberto. Em nenhuma parte o esforço é mais elaborado ou impressionante do que na Califórnia, onde a Campanha Contra o Plantio de Maconha (CAMP, sigla em inglês) esteve se dirigindo para o campo a fim de acabar com os cultivos de maconha desde 1983. A CAMP, um amálgama de 110 agências federais, estaduais e municipais da lei, pontua grandes números todos os anos, mas há poucos indícios de que o programa tenha algum impacto sobre o preço ou a oferta de maconha na Califórnia.

No ano passado, os invasores da CAMP confiscaram mais de 1.6 milhão de plantas de maconha, a maioria delas de grandes hortas aninhadas dentro de parques e florestas nacionais do estado. Neste ano, o total será consideravelmente mais alto, de acordo com a CAMP.

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foto da CAMP (calguard.ca.gov)
"A nossa contagem de plantas é definitivamente mais alta neste ano e ainda faltam algumas semanas", disse a agente especial da Agência de Repressão aos Entorpecentes e porta-voz da CAMP, Holly Swartz, à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Até este momento do ano, estamos em 2.49 milhões".

Os dados parecem impressionantes à primeira vista, porém nem tanto quando comparados com as estimativas da produção de maconha a céu aberto no estado. De acordo com A produção de maconha nos Estados Unidos [Marijuana Production in the United States (2006)] do pesquisador e analista de políticas John Gettman, que contou com estatísticas oficiais do governo para chegar aos seus cálculos, o 1.6 milhão de plantas que a CAMP erradicou era menos de 10% dos 17.4 milhões de plantas plantadas.

Igualmente, embora a CAMP se vanglorie orgulhosamente de que, ao longo de sua história de um quarto de século, ela tenha erradicado $27.6 bilhões em plantas de maconha, Gettman situa o valor do cultivo a céu aberto só do ano passado em $12.3 bilhões. (Por enquanto, não importa que a CAMP avalie todas as plantas em cerca de $4,000, enquanto que Gettman as calcula abaixo de $1,000.)

Embora a CAMP não possa afirmar que causa um impacto considerável na produção californiana de maconha, também não consegue apresentar provas de que seus trabalhos tenham aumentado os preços ou diminuído a oferta. "Não avaliamos nem os preços nem a oferta", reconheceu Swartz, a porta-voz da CAMP, enquanto insistia que o programa estava surtindo efeito. "A maior parte das hortas é administrada por organizações mexicanas do narcotráfico e extirpá-las deve ter impacto", disse.

"Ninguém viu nada nem sobre o preço nem sobre a oferta deste pessoal durante muito tempo e, que eu saiba, por aqui os preços têm-se mantido firmes por uma década", disse Dale Gieringer, diretor da NORML Califórnia.

"O que conseguem é virtualmente nada", disse Bruce Mirken, diretor de comunicação do Marijuana Policy Project de São Francisco. "O número de plantas que conseguiram erradicar aumentou doze vezes em uma década, contudo, a maconha é de longe o cultivo comercial número um no estado. Se se trata de tirar a maconha das ruas, este fracasso é tão retumbante quanto qualquer programa que já tenha sido visto".

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foto da CAMP (calguard.ca.gov)
Mas, a CAMP também está protegendo a segurança pública, disse Swartz. "É uma enorme ameaça à segurança pública", disse. "Há pessoas que desfrutam das terras públicas e dão com organizações do narcotráfico e gente armada".

A CAMP confiscou um total de 34 armas até este momento do ano, uma ligeira alta em relação às 29 confiscadas em 2006.

A ameaça não é só ao público, disse Swartz. "Desde meados dos anos 1990, todo ano houve disparos durante pelo menos um reide às hortas".

A CAMP provocou isso, disse Mirken. "A CAMP tem afastado os cultivadores para as colinas, literalmente", disse Mirken. "É possível dizer com segurança que tudo isto de que reclamam - cultivar nas florestas, em zonas selváticas - é o resultado direto de seus trabalhos. Tudo o que fazem é agravar os problemas que acompanham a produção de maconha, os quais podiam ser resolvidos se a tratássemos da mesma maneira que tratamos o setor vinícola da Califórnia".

"Na verdade, este problema das enormes plantações na floresta nacional decolou desde 2001 e suspeito que isso tem a ver com as operações na fronteira que estiveram acontecendo", disse Gieringer. "Acho que alguns grupos mexicanos acham mais fácil cultivá-la ali. Tem havido um crescimento realmente espantoso no número de plantas que eles estiveram erradicado e será ainda mais alto neste ano".

Porém, o recurso ao uso de terras públicas de parte dos cultivadores é anterior a esta década e foi impelido pelas táticas rigorosas de guerra contra as drogas de uma geração atrás, apontou Gieringer. "Todo este problema começou durante o governo Reagan, com as leis de confisco de bens que aprovaram. Antes, o pessoal cultivava na sua própria terra", disse. "O cultivo nas florestas é um dos frutos dessa estratégia agressiva de repressão".

Mas, apesar da aparente ineficiência e das conseqüências imprevistas da CAMP, o programa não está sofrendo nenhuma ameaça à sua existência. Em parte, é porque ele é relativamente econômico. De acordo com Swartz, a fazenda californiana pagou somente $638,000 para financiar a CAMP no ano passado, enquanto que a DEA e o programa Área de Alta Intensidade de Tráfico de Drogas (HIDTA, sigla em inglês) contribuíram com outro $1.4 milhão e a Guarda Florestal com $20,000.

"Não é uma soma enorme de dinheiro do estado, mas custearia um monte de estudantes cujas taxas de matrícula aumentam todo ano para que entrasse na Universidade da Califórnia", disse Mirken. O dado também não inclui os recursos e o tempo do pessoal que as entidades municipais da lei estão investindo no programa, observou.

"É que não é tão caro assim", disse Gieringer, "especialmente porque, em geral, não se importam em caçar, prender e processar as pessoas".

Em suas mais de 475 apreensões no ano passado, a CAMP prendeu um total de 27 pessoas. Swartz não tinha dados sobre as detenções para este ano.

Há outro motivo pelo qual a CAMP parece quase irrelevante, disse o supervisor da Comarca de Mendocino, John Pinches. Mendocino é parte do famoso Triângulo Esmeralda do estado, onde o cultivo de maconha tem sido um setor da economia municipal durante décadas.

A CAMP não engendra a mesma hostilidade entre suas bases, disse Pinches, em parte porque não parece surtir efeito nenhum sobre o setor número um da comarca. "O cultivo de maconha está fora de controle aqui", disse. "Contratamos consultores econômicos para analisarem a nossa economia e descobriram que dois terços dela são o negócio da maconha. Com a maconha medicinal, as carteiras e os fornecedores, ele está florescendo à beça. Os negócios legais não conseguem contratar empregados; não conseguem competir com os cultivadores que pagam $25 ou $30 por hora aos podadores", disse.

Mas Pinches, que no início deste ano foi autor de uma resolução aprovada no Conselho de Supervisores que pedia a legalização a taxação e a regulamentação da maconha, disse agora que votou em participar da CAMP. "Sempre votara contra a CAMP; chamava-a de melhor sistema de manutenção do preço do governo para qualquer cultivo no país", disse Pinches. "Porém, agora está tão fora de controle com hortas de dezenas de milhares de plantas que quase somos forçados a fazer alguma coisa", disse. "Contudo, a CAMP pega uma porcentagem tão pequena do cultivo que aposto que veados e porcos selvagens pegam mais do que a CAMP e o fazem de graça", zombou.

Para Pinches, uma situação em que o maior cultivo comercial e o sustentáculo econômico da comarca dele também é o alvo de trabalhos seguidos, embora ineficazes em sua maioria, de repressão legal é alucinante. "Iso é o que me inspirou a redigir essa resolução que mandamos a todos os nossos congressistas e ao presidente", disse Pinches. "Não aprendemos nada da época da Lei Seca? Quer ela seja amada, quer odiada, chegou a hora de legalizar a maconha".

Parece que essa é a única maneira pela qual a CAMP será detida. Como observou Swartz: "Somos a lei. Impomos a lei. Se mudarem a lei, mudarão as nossas atividades, mas, até então, vamos impor a lei".

Reportaje: La CAMP tiene una pequeña ventaja sobre los cultivadores de marihuana californianos

El otoño ha llegado y con ello la labor anual de la ley por todo el país para erradicar el cultivo de marihuana al aire libre. En ninguna parte el esfuerzo es más elaborado o impresionante que en California, donde la Campaña Contra el Plantío de Marihuana (CAMP, sigla en inglés) ha estado dirigiéndose hacia el campo para acabar con los cultivos de marihuana desde 1983. La CAMP, una amalgama de 110 agencias federales, estaduales y municipales de la ley, anota grandes números todos los años, pero hay pocos indicios de que el programa cause algún impacto sobre el precio o la oferta de marihuana en California.

El año pasado, los invasores de la CAMP confiscaron más de 1.6 millón de plantas de marihuana, la mayoría de ellas de grandes jardines acurrucados dentro de parques y florestas nacionales del estado. Este año, el total será considerablemente más alto, de acuerdo con la CAMP.

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foto de la CAMP (calguard.ca.gov)
"Nuestra cuenta de plantas es definitivamente más alta este año y aún nos faltan algunas semanas”, le dijo la agente especial de la Agencia de Represión a los Estupefacientes y vocera de la CAMP, Holly Swartz, a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Hasta este momento del año, estamos en 2.49 millones”.

Los datos parecen impresionantes a primera vista, pero no tanto cuando comparados con las estimativas de la producción de marihuana al aire libre en el estado. De acuerdo con La producción de marihuana en los Estados Unidos [Marijuana Production in the United States (2006)] del investigador y analista de políticas John Gettman, que contó con estadísticas oficiales del gobierno para llegar a sus cálculos, el 1.6 millón de plantas que la CAMP erradicó era menos de 10% de los 17.4 millones de plantas plantadas.

Igualmente, aunque la CAMP se jacte orgullosamente de que, a lo largo de su historia de un cuarto de siglo, ella haya erradicado $27.6 billones en plantas de marihuana, Gettman sitúa el valor del cultivo al aire libre del año pasado solamente en $12.3 billones. (No importa por el momento que la CAMP valore todas las plantas en cerca de $4,000, en tanto que Gettman las calcula abajo de $1,000.)

Aunque la CAMP no pueda afirmar que causa un impacto considerable en la producción californiana de marihuana, tampoco puede presentar pruebas de que sus labores hayan incrementado los precios o disminuido la oferta. “No evaluamos ni los precios ni la oferta”, reconoció Swartz, la vocera de la CAMP, mientras insistía que el programa estaba surtiendo efecto. “La mayor parte de los jardines es administrada por organizaciones mexicanas del narcotráfico y extirparlas debe causar impacto”, dijo.

“Nadie ha visto nada ni sobre el precio ni sobre la oferta de esta gente durante mucho tiempo y, que yo sepa, por aquí los precios han estado firmes por una década”, dijo Dale Gieringer, director de la NORML California.

“Lo que logran es virtualmente nada”, dijo Bruce Mirken, director de comunicación del Marijuana Policy Project de San Francisco. “El número de plantas que han conseguido erradicar ha aumentado doce veces en una década, con todo la marihuana es con diferencia el cultivo comercial número uno en el estado. Si se trata de quitar la marihuana de las calles, este fracaso es tan estrepitoso como cualquier programa que ya se haya visto”.

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foto de la CAMP (calguard.ca.gov)
Pero la CAMP también está protegiendo la seguridad pública, dijo Swartz. “Es una enorme amenaza a la seguridad pública”, dijo. “Hay gente que disfruta de las tierras públicas y se topa con organizaciones del narcotráfico y personas armadas”.

La CAMP ha confiscado un total de 34 armas hasta este momento del año, una ligera alza con relación a las 29 confiscadas en 2006.

La amenaza no es sólo al público, dijo Swartz. “Desde mediados de los años 1990, todos los años hubo disparos durante por lo menos un allanamiento a los jardines”.

La CAMP lo ha provocado, dijo Mirken. “La CAMP ha alejado a los cultivadores hacia las colinas, literalmente”, dijo Mirken. “Se puede decir con seguridad que todo esto de que se quejan – cultivar en las florestas, en zonas selváticas – es el resultado directo de sus labores. Todo lo que hacen es agravar los problemas que acompañan la producción de marihuana, los cuales podían ser resueltos si la tratáramos de la misma manera que tratamos el sector vinícola de California”.

“En verdad, este problema de las enormes plantaciones en la floresta nacional ha despegado desde 2001 y sospecho que tiene que ver con los operativos en la frontera que han estado sucediendo”, dijo Gieringer. “Creo que algunos grupos mexicanos hallan más fácil cultivarla allí. Ha habido un crecimiento realmente espantoso en el número de plantas que ellos han estado erradicando y será aún más alto este año”.

Pero el recurso al uso de tierras públicas de parte de los cultivadores de marihuana es anterior a esta década y fue impelido por las tácticas rigurosas de guerra contra las drogas de una generación atrás, señaló Gieringer. “Todo este problema empezó durante el gobierno Reagan, con las leyes de confiscación de bienes que aprobaron. Antes, la gente cultivaba en su propia tierra”, dijo. “El cultivo en las florestas es uno de los frutos de esa estrategia agresiva de represión”.

Pero a pesar de la aparente ineficiencia y de las consecuencias imprevistas de la CAMP, el programa no está sufriendo ninguna amenaza a su existencia. En parte, es porque ello es relativamente económico. De acuerdo con Swartz, la hacienda californiana pagó solamente $638,000 para financiar la CAMP el año pasado, mientras que la DEA y el programa Área de Alta Intensidad de Tráfico de Drogas (HIDTA, sigla en inglés) contribuyeron con otro $1.4 millón y la Guardia Forestal con $20,000.

“No es una enorme cantidad de dinero del estado, pero costearía a un montón de estudiantes cuyas tarifas de matriculación son aumentadas todos los años para que ingresara a la Universidad de California”, dijo Mirken. La cifra tampoco incluye los recursos y el tiempo del personal que las entidades municipales de la ley están invirtiendo en el programa, observó.

“No es tan caro”, dijo Gieringer, “especialmente porque, en general, no les importa cazar, arrestar y procesar a la gente”.

En sus más de 475 redadas el año pasado, la CAMP arrestó a un total de 27 personas. Swartz no tenía cifras sobre los arrestos para este año.

Hay otro motivo por el cual la CAMP parece casi irrelevante, dijo el supervisor de la Comarca de Mendocino, John Pinches. Mendocino es parte del famoso Triángulo Esmeralda del estado, donde el cultivo de marihuana ha sido un sector de la economía municipal durante décadas.

La CAMP no engendra la misma hostilidad entre sus bases, dijo Pinches, en parte porque no parece surtir ningún efecto sobre el sector número uno de la comarca. “El cultivo de marihuana está descontrolado aquí”, dijo. “Contratamos a consultores económicos para analizar nuestra economía y descubrieron que dos tercios de ella son el negocio de la marihuana. Con la marihuana medicinal, los carnés y los proveedores, ello está floreciendo a lo loco. Los negocios legales no logran contratar a empleados; no consiguen competir con los cultivadores que pagan $25 ó $30 por hora a los podadores”, dijo.

Pero Pinches, que a principios de este año fue autor de una resolución aprobada en la Junta de Supervisores que pedía la legalización, la tasación y la reglamentación de la marihuana, dijo ahora que votó en participar de la CAMP. “Siempre había votado contra la CAMP; la llamaba el mejor sistema de mantenimiento del precio del gobierno para cualquier cultivo en el país”, dijo Pinches. “Pero ahora está tan fuera de control con jardines de decenas de miles de plantas que casi somos forzados a hacer algo”, dijo. “Con todo, la CAMP atrapa un porcentaje tan pequeño del cultivo que apuesto que ciervos y cerdos salvajes cogen más que la CAMP y lo hacen gratis”, se mofó.

Para Pinches, una situación en que el cultivo comercial más grande y el sustentáculo económico de su comarca también es el blanco de labores seguidas, aunque ineficaces en su mayoría, de represión legal es alucinante. “Esto es lo que me inspiró a redactar esa resolución que mandamos a todos nuestros congresistas y al presidente”, dijo Pinches. “¿No aprendimos nada de la época de la Ley Seca? Ya se la ame, ya se la odie, ya es hora de legalizar la marihuana”.

Parece que ésa es la única manera por la cual la CAMP será detenida. Como señaló Swartz: “Somos la ley. Imponemos la ley. Si cambian la ley, cambiarán nuestras actividades, pero, hasta entonces, vamos a imponer la ley”.

Editorial: Às vezes a guerra às drogas me deixa enjoado

David Borden, Diretor-Executivo

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David Borden
Às vezes, a guerra às drogas me deixa enjoado. É que tem tanta coisa. Em parte, o meu trabalho é fazer o acompanhamento de tudo isso.

Justo nesta semana, o nosso boletim apresenta uma propagação atordoante da loucura da guerra às drogas: policiais decepando plantações de maconha, professores passando por exames toxicológicos, o cultivo de papoula destroçando o Afeganistão - e o cultivo da papoula apoiando o Afeganistão -, penas de morte no Vietnã e no Irã, atrito diplomático pela "certificação". Nem tentamos cobrir todas os reides e apreensões de drogas que acontecem pelo país afora toda hora - tentar fazer essa lista seria mesmo de abobalhar.

O que nos trouxe tudo isso? A maconha ainda está crescendo, em quantidades comparáveis. Pacientes de maconha medicinal e seus fornecedores e pacientes de analgésicos e seus médicos estão sendo presos e os governadores estão tendo que perdoá-los. A corrupção assola as polícias, no exterior e aqui nos EUA. Terroristas estão ganhando dinheiro com o narcotráfico. Meio milhão de infratores da legislação antidrogas lotam as nossas cadeias e prisões (como discute um relatório que foi lançado tarde demais para que pudéssemos divulgá-lo nesta semana - confira na semana que vem). Overdoses e a disseminação do HIV e da hepatite C através da injeção de drogas, tudo isso continua. É lógico, a fábula das escolas de ensino médio livres de drogas continua não sendo encontrada em lugar nenhum e o narcotráfico tenta os jovens em todo lugar a vidas de delinqüência e os põe em perigo.

Não tenho em muita alta estima o movimento pró-proibição que nos trouxe as leis sobre as drogas. Pelo menos, não a parte proibicionista de suas atividades. Mas, também não acho que isto é o que tinham em mente ou o que teriam querido ou esperado quando trabalhavam para ilegalizar as drogas no início do século passado. Assim como alguns dos principais proibidores do álcool mudaram de lado e trabalharam a favor da revogação da lei seca depois de verem os resultados, acho que alguns dos primeiros proibidores das drogas gostariam igualmente de mudar de idéia se pelo menos pudessem ver aonde a senda a que ajudaram a nos conduzir nos tem levado. É só porque a guerra às drogas se construiu devagar, ao longo de muitas décadas, que o seu radicalismo na sua forma atual não é percebido universalmente como algo extremo. Transplante alguns proibidores das drogas do início do século XX à nossa época agora e dê-lhes um panorama da situação, provavelmente a acharão, bom, atordoante. Bem como deveria ser mesmo.

Felizmente, o ativismo pela Internet é, em sua maior parte, um trabalho de escrivaninha, então se eu ficar um pouquinho enjoado pensando em tudo isto, não é provável que eu caia antes de recuperar o meu equilíbrio e me fira. Porém, isso não quer dizer que não possa ficar descontente. Você está descontente com a guerra às drogas também? O que pode fazer a respeito disso hoje?

Editorial: A veces la guerra a las drogas me deja mareado

David Borden, Director Ejecutivo

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David Borden
A veces la guerra a las drogas me deja mareado. Es que hay tanta cosa. En parte, mi trabajo es hacer el seguimiento de todo eso.

Justo esta semana, nuestro boletín presenta una propagación mareante de la locura de la guerra a las drogas: policías talando plantaciones de marihuana, profesores pasando por exámenes toxicológicos, el cultivo de la adormidera destrozando a Afganistán – y el cultivo de la adormidera apoyando a Afganistán -, penas de muerte en Vietnam e Irán, fricción diplomática por la “certificación”. Ni siquiera intentamos cubrir todas las redadas y aprehensiones de drogas que suceden por todo el país a todo momento – intentar recopilar esa lista sería verdaderamente mareante.

¿Qué nos ha traído todo eso? La marihuana aún está creciendo, en cantidades comparables. Pacientes de marihuana medicinal y sus proveedores y pacientes de analgésicos y sus médicos están siendo presos y los gobernadores están teniendo que perdonarlos. La las policías está plagada de corrupción, en el extranjero y aquí en los EE.UU. Terroristas están ganando dinero con el narcotráfico. Medio millón de infractores de la legislación antidroga llenan nuestras cárceles y prisiones (como discute un informe que fue lanzado demasiado tarde para que pudiéramos divulgarlo esta semana – regrese la próxima semana). Sobredosis y la diseminación del VIH y de la hepatitis C a través de la inyección de drogas, todo eso sigue. Por supuesto, la fábula de las escuelas de enseñanza secundaria libres de drogas sigue no siendo encontrada en ninguna parte y el narcotráfico tienta a los jóvenes en todas partes a vidas de delincuencia y los pone en peligro.

No tengo en muy alta estima el movimiento pro prohibición que nos trajo las leyes sobre las drogas. Por lo menos, no la parte prohibicionista de sus actividades. Pero tampoco creo que esto es lo que tenían en mente o lo que habrían querido o esperado cuando trabajaban para ilegalizar las drogas a principios del siglo pasado. Así como algunos de los principales prohibidores del alcohol cambiaron de lado y trabajaron a favor de la revocación de la ley seca después que vieron los resultados, creo que a algunos de los primeros prohibidores de las drogas les gustarían, asimismo, cambiar su opinión si por lo menos pudieran ver adónde el sendero a que han ayudado a conducirnos nos ha llevado. Es apenas porque la guerra a las drogas se ha labrado despacio, a lo largo de muchas décadas, que su radicalidad en su forma actual no es percibida universalmente como algo extremoso. Trasplante a algunos prohibidores de las drogas de principios del siglo XX a nuestra época ahora y deles un panorama de la situación, probablemente la hallarán, bueno, mareante. Cómo bien debería ser.

Afortunadamente, el activismo por la Internet es en su mayor parte un trabajo de escritorio, entonces si me mareo un poquito pensando en todo esto, no es probable que me caiga antes de recobrar mi equilibrio y me hiera. Pero eso no quiere decir que no pueda disgustarme. ¿Está usted disgustado por la guerra a las drogas también? ¿Qué puede hacer con respecto a eso hoy?

Weekly: This Week in History

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September 21, 1969: In an attempt to reduce marijuana smuggling from Mexico, the Customs Department, under Commissioner Myles Ambrose, acting on the orders of President Richard Nixon, launches Operation Intercept, subjecting every vehicle crossing the Mexican border to a three-minute inspection and to many observers marking the beginning of the modern war on drugs. The operation lasts two weeks and wreaks economic havoc on both sides of the border, but fails to seriously impact the flow of marijuana into the US.

September 25, 1996: Mere days before Congress adjourns for the year, Rep. Newt Gingrich (R-GA) introduces H.R. 4170, the "Drug Importer Death Penalty Act of 1996." Within a few days, the bill attracts a coalition of 26 Republican cosponsors. The legislation demands either a life sentence or the death penalty for anyone caught bringing more than two ounces of marijuana into the United States.

September 24, 1997: A federal grand jury in San Diego indicts Mexican cartel leader Ramon Arellano-Felix on charges of drug smuggling. The same day he is added to the FBI's 10 Most Wanted List.

September 23, 2002: Mike and Valerie Corral's medical marijuana hospice near Santa Cruz, California, is raided just before dawn by federal agents. The Corrals are held at gunpoint while their co-op garden is destroyed.

September 26, 2002: In a move that eventually leads to a lawsuit alleging unlawful interference in an election, the Substance Abuse and Mental Health Services Administration (SAMHSA) awards a $3,000,000 grant to the governor's office in Nevada during the time when US Drug Czar John Walters is attempting to build opposition to Nevada's ballot initiative, Question 9, which proposes amending the state constitution by making the possession of three ounces or less of marijuana legal for adults. (Only two other states are awarded large SAMHSA grants at that time -- Michigan and Ohio, also facing drug reform initiatives.)

September 27, 2004: Struck by a drunk driver at four years old and paralyzed from the neck down, quadriplegic Jonathan Magbie dies from inadequate medical care while serving a ten day sentence for marijuana possession in a Washington, DC jail.

September 21, 2004: In a speech, US House Speaker Dennis Hastert (R-IL) says, "The illegal drug trade is the financial engine that fuels many terrorist organizations around the world, including Osama bin Laden."

Resource: Reformer's Calendar Accessible Through DRCNet Web Site

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DRCNet's Reformer's Calendar is a tool you can use to let the world know about your events, and find out what is going on in your area in the issue. This resource used to run in our newsletter each week, but now is available from the right hand column of most of the pages on our web site.

The Reformer's Calendar publishes events large and small of interest to drug policy reformers around the world. Whether it's a major international conference, a demonstration bringing together people from around the region or a forum at the local college, we want to know so we can let others know, too.

But we need your help to keep the calendar current, so please make sure to contact us and don't assume that we already know about the event or that we'll hear about it from someone else, because that doesn't always happen.

Resource: DRCNet Web Site Offers Wide Array of RSS Feeds for Your Reader

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RSS feeds are the wave of the future -- and DRCNet now offers them! The latest Drug War Chronicle issue is now available using RSS at http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed online.

We have many other RSS feeds available as well, following about a hundred different drug policy subtopics that we began tracking since the relaunch of our web site this summer -- indexing not only Drug War Chronicle articles but also Speakeasy blog posts, event listings, outside news links and more -- and for our daily blog postings and the different subtracks of them. Visit our Site Map page to peruse the full set.

Thank you for tuning in to DRCNet and drug policy reform!

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For example, if you're a big fan of Drug War Chronicle and you think your readers would benefit from it, you can have the latest issue's headlines, or a portion of them, automatically show up and refresh when each new issue comes out.

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