Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Matéria: Aumentando a pressão sobre as leis Rockefeller sobre as drogas de Nova Iorque (e os políticos que não dão um jeito nelas)

Na terça-feira, Nova Iorque cumpriu um feio aniversário - 34 anos desde que as severas leis Rockefeller sobre as drogas do estado foram promulgadas. Agora, três anos depois que a legislatura promulgou as primeiras reformas tímidas dessas leis antidrogas duras e um mês depois que a Assembléia estadual votou em sua ampliação, os ativistas pró-reforma das políticas de drogas estão procurando aumentar a pressão sobre o governador Eliot Spitzer (D), o vice-governador David Paterson (D), o procurador-geral Andrew Cuomo (D) e o Senado estadual de maioria republicana para que tomem providências.

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marcha 'Contagem Regressiva para a Justiça' de junho de 2003, Cidade de Nova Iorque (cortesia de 15yearstolife.com)
Os presos sentenciados segundo as mínimas obrigatórias das leis Rockefeller sobre as drogas agora são mais de 13.000, e assombrosos 91% deles são negros ou pardos. As reformas promulgadas em 2004 resultaram na soltura de apenas 300, deixando milhares de presos que cumprem sentenças mínimas obrigatórias de nível médio ainda no purgatório.

Spitzer, Paterson e Cuomo fizeram campanha sobre a reforma da lei Rockefeller, mas desde que tomaram posse o silêncio tem sido ensurdecedor. Em 2003, a comunidade hip-hop, liderada pelo empresário Russell Simmons, pôs dezenas de milhares de pessoas nas ruas para marcharem pela reforma. Agora, mais uma vez, a comunidade hip-hop está fazendo um apelo aos políticos.

Na terça-feira, em parecia com a Real Reform Nova Iorque, uma coalizão coordenada pela Drug Policy Alliance, o astro do hip-hop, Jim Jones, lançou um novo single de rap, "Lockdown, USA", um apelo poderoso à reforma das leis Rockefeller que até agora tem sido transmitido em emissoras de rádio de todo o país.

Natural do Harlem, Jones tem presenciado o impacto das leis Rockefeller sobre as drogas em primeira mão. Ao contrário, os políticos em Albany presenciaram o impacto de uma nação hip-hop mobilizada em primeira mão também e os reformadores informam que a perspectiva de uma nova convocação da comunidade hip-hop os tem deixado nervosos.

"Vamos aumentar a pressão agora, para tentarmos reviver a abordagem da coalizão de Russell Simmons a Albany e, pelo que sei, estão começando a ficar preocupados", disse Anthony Papa, um ex-preso da lei Rockefeller convertido em autor e pintor que agora trabalha para desfazer essas leis. "Estão recebendo a resposta de 100.000 pessoas na rua [para a Contagem Regressiva para a Justiça de Russell Simmons em 2003] e isso é bom se os deixar nervosos", disse Papa à Crônica.

Ele não está só especulando. Após publicar uma carta aberta em um blog muito lido do Huffington Post no fim de semana passado chamada "Spitzer, Cuomo e Paterson: Aonde foram?" ["Spitzer, Cuomo and Paterson: Where Did You Go?"], Papa recebeu uma ligação pessoal do escritório de Paterson. "Nada contentes", disse Papa, caracterizando os seus sentimentos sobre isso em um e-mail à DRCNet ontem. E diz-se que o fuxico em Albany sobre isso é muito mais longo.

"Estes caras fizeram campanha sobre a reforma da lei Rockefeller e agora Spitzer tomou posse há mais de 100 dias e nem sequer está em vista", reclamou Papa. "Agora o hip-hop está te chamando, Spitzer!"

Chegou a hora da mudança, disse a mãe de um preso. "Pequenas mudanças nas Leis Rockefeller sobre as Drogas claramente não bastaram. O meu filho Ashley é um exemplo claro disto, porque está cumprindo uma sentença de 7 a 21 anos por infração primária não-violenta", disse Cheri O'Donoghue, defensora da Real Reform Nova Iorque. "Estas leis desumanas e racistas estiveram em existência por quase 34 anos. Já chega".

A Lei de reforma da Lei sobre as drogas de Nova Iorque de 2004 [New York's Drug Law Reform Act of 2004 (DLRA)] atenuou algumas sentenças por delitos de drogas, mas não chegou a deixar que a maioria das pessoas que cumpre sentenças mais punitivas se candidatasse a condenações mais curtas e não fez nada para aumentar o poder dos juízes de pôr os dependentes em programas de tratamento. Embora os defensores e parentes estejam encorajados por estas reformas modestas, está claro que as reformas recentes causaram um impacto negativo sobre a maioria das pessoas atrás das grades. A maior parte das pessoas atrás das grades por acusações da lei Rockefeller é acusada de crimes não-violentos de pouca importância ou de Classe B.

"Dado o extraordinário racismo associado a estas leis, é incrível que tenham existido por 34 anos", disse Gabriel Sayegh, diretor do projeto na Drug Policy Alliance. "Esperamos que esta música poderosa inspire os milhares que participaram da marcha Lockdown USA de 2003 - e todos os nova-iorquinos ultrajados - a fazerem ligações e ganharem as ruas para aumentarem a pressão sobre o governador Spitzer e o senador estadual Joe Bruno - para fazer com que mantenham a palavra deles e reformem estas leis desumanas".

Mas, mesmo se o governo democrata começar a tomar providências sobre a reforma de verdade, um tremendo obstáculo político continua existindo no Senado dominado pelos republicanos, com seus baluartes no país carcerário do interior de Nova Iorque. Sete distritos senatoriais do interior mantidos pelos republicanos dependem de que os números de prisioneiros cheguem ao seu tamanho populacional requerido e isso teria que ser redesenhado se os grandes números de presos fossem soltos ou se o Instituto de Recenseamento dos EUA os contassem como habitantes de suas cidades natais.

As prisões também são um setor em crescimento no interior dominado pelos republicanos, que tem presenciado dúzias de prisões novas nas duas últimas décadas. Não é nada surpreendente que dois dos oponentes da reforma mais pronunciados, os senadores Dale Volker (R) da suburbana Búfalo e Michael Nozzolio (R) de Finger Lakes tenham 17% da população carcerário do estado nos distritos deles.

Spitzer declarou ser contra o desperdício e a corrupção. Agora, tem a chance de desfazer as leis Rockefeller sobre as drogas. Mas, será que vai fazer isso ou será que vai se dobrar ante a pressão política dos poderosos interesses especiais que se beneficiam diretamente com o encarceramento em massa de seus concidadãos não-violentos? Agora, a comunidade pró-reforma vai aumentar a pressão para ajudá-lo a fazer a coisa certa.

Justiça penal: Instantâneas da guerra às drogas

Dia após dia, semana após semana, ano após ano, a guerra contra as drogas nos EUA está enchendo os expedientes pelo país afora. Nesta semana, visitamos três jurisdições diferentes para tirarmos uma foto instantânea do papel da guerra às drogas no tribunal local.

Em abril, juízes de juizado distrital na Comarca de Grayson, no Texas, a cerca de uma hora ao norte de Dallas, condenaram 95 pessoas por acusações criminais. Dos 95 casos, as acusações mais graves em 16 eram por simples porte de metanfetamina, tornando essa acusação de longe a mais comum de qualquer uma delas perante o tribunal. A maioria das pessoas condenadas por porte de metanfetamina pegou liberdade vigiada. Uma pessoa foi acusado de porte agravado de metanfetamina e condenada a 15 anos, enquanto dois foram acusados de porte com intenção de distribuir. Uma pegou 20 anos, a outra 10 anos de liberdade vigiada.

Sete pessoas foram sentenciadas por porte simples de cocaína, com condenações que variavam de liberdade vigiada e um mês de cadeia a 10 anos de prisão. Uma pessoa foi sentenciada por porte agravado de cocaína e pegou 6 anos, enquanto outra foi sentenciada por porte com intenção de distribuir e pegou 15. Quatro pessoas foram condenadas por porte de quantidade superior a 120 gramas, mas inferior a 2kg27g de maconha; duas pegaram liberdade vigiada, uma um ano e a outra dois. Uma pessoa foi sentenciada a dois anos de prisão por porte de mais de 22kg700g de maconha.

Os infratores do regime de liberdade vigiada formavam um contingente considerável, já que 13 foram condenados em abril. Os infratores da legislação antidrogas responderam por nove dos violadores, com a metanfetamina, a cocaína e a maconha respondendo cada uma por três violadores. Todos os violadores da liberdade vigiada relacionada às drogas foram mandados à prisão, assim como todos os demais violadores da liberdade vigiada.

O resto dos casos em que se impuseram as sentenças foram uma grande variedade de agressões, com ou sem agravantes, roubos com arrombamento de morada, condução ébria, fraudes, roubos e agressões sexuais. Em apenas dois casos, agressões sexuais contra uma criança com agravantes, as sentenças foram tão longas quanto a sentença supracitada de 20 anos por distribuição de metanfetamina.

Contudo, as pessoas acusadas de acordo com as leis antidrogas responderam por 41 dos 95 casos adjudicados na Comarca de Grayson no mês passado. É uma ocupação de 43% do tempo do tribunal com a guerra às drogas.

Enquanto isso, em Pensacola, Flórida, a terça-feira foi um dia típico para as detenções criminais nas comarcas de Escambia e de Santa Rosa. Na Comarca de Escambia, houve cinco detenções por violação da liberdade vigiada (não se especificou a infração original), quatro detenções por infrações da lei antientorpecentes, três por agressão com agravante, duas por abuso infantil com agravante e um por introduzir contrabando numa cadeia. No total, 29 pessoas foram presas por acusações criminais na terça-feira e só seis estavam vinculadas diretamente com a proibição das drogas.

Na vizinha Comarca de Santa Rosa, na terça-feira houve um total de nove detenções por crimes. Uma foi por porte de drogas, outra por porte com intenção de distribuir. Três aconteceram por violações não-especificadas da liberdade vigiada. Acrescente-se uma agressão com agravante, um não-comparecimento, uma infração por dirigir embriagado e "atirar/disparar mísseis mortíferos" e aí está o seu expediente do dia.

Se a guerra às drogas parece aprazível no extremo oeste da Flórida, definitivamente isso não acontece na Comarca de Licking, Ohio. Na quinta-feira passada, cinco pessoas tiveram audiências sobre fiança no Tribunal Municipal da Comarca de Licking. Todas as cinco eram acusadas de delitos de drogas e cada um dos casos parece ser um exemplo de sobreacusação. Três pessoas foram acusadas de delitos de narcotráfico por comprarem drogas. Como observou o jornal local no caso de uma mulher acusada de tráfico de crack: "No dia 11 de abril, ela foi supostamente observada pela Força-Tarefa de Repressão às Drogas de Ohio Central comprando menos de um grama de crack, de acordo com os relatórios judiciais".

Uma mulher foi acusada de porte de drogas com agravante por portar um comprimido de metadona sem receita. Mas, a mais bizarra foi a acusação que uma mulher de Newark enfrentava. Ela foi acusada de "permitir abuso químico, um crime de quinto grau". Como observou o jornal da cidade: "Entre 29 e 30 de março, [ela] supostamente deixou que um sócio comprasse cerca de sete gramas de metanfetamina em duas ocasiões. As duas supostas compras foram feitas na proximidade de uma escola da Cidade de Newark, de acordo com os relatórios judiciais".

Na Comarca de Licking, em Ohio, a guerra às drogas ocupou todo o tempo do tribunal durante um dia inteiro na semana passada. Na Comarca de Grayson, no Texas, a guerra às drogas ocupou quase metade do tempo da corte no mês passado. Na região oeste da Flórida, a proporção foi muito mais baixa. Mas, pelo país afora, a proibição das drogas está tomando o tempo da polícia, dos promotores, dos juízes dos guardas das prisões. Porém, como já se disse, essa é a escolha deles, porque policiar e processar os delitos de drogas é uma questão de políticas intencionais.

Anuncio: Nuevo formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica grandes y pequeños eventos de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Anuncio: Los feeds RSS de DRCNet están disponibles

Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Anuncio: ¡Ahora los feeds de agregación de contenido de la DRCNet están disponibles para SU página web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

Haga clic aquí para ver una muestra de lo que está disponible - por favor, fíjese que la extensión, la apariencia y demás detalles de cómo ello aparecerá en su página pueden ser personalizados para adecuarse a sus necesidades y preferencias.

Por favor, fíjese también que estaremos contentos en hacerle más permutas de nuestro contenido disponible bajo pedido (pese a que no podamos prometer cumplimiento inmediato de dichas solicitaciones ya que, en muchos casos, la oportunidad dependerá de la disponibilidad de nuestro diseñador web). Visite nuestro Mapa del Sitio para ver lo que está disponible actualmente – cualquier feed RSS disponible allí también está disponible como feed de javascript para su página web (junto con el feed de la Crónica que no aparece todavía pero que usted puede encontrar en la página de feeds relacionada arriba). Experimente nuestro generador automático de feeds aquí.

Contáctenos si quiere asistencia o infórmenos sobre lo que está relacionando y adónde. Y gracias de antemano por su apoyo.

Oportunidad de Empleo en la Harm Reduction Coalition, Oakland

La Harm Reduction Coalition (HRC), una organización progresista de defensa y entrenamiento en la vanguardia de la salud y las políticas de drogas nacionales, está buscando a un Gerente de Proyecto altamente motivado para coordinar y supervisar todos los aspectos del Proyecto DOPE en su oficina de Oakland, CA. Esto incluye la solicitación de donaciones; presupuestar, contratar, entrenar y supervisar a los Concienciadores de la Sobredosis; coordinar y conducir entrenamientos; establecer y mantener relaciones con colaboradores comunitarios; tomar parte en la defensa de las políticas, del planeamiento estratégico y de las actividades de evaluación; y otros deberes cuando necesario.

El candidato correcto se sentirá muy cómodo con la habla en público, estará familiarizado con las cuestiones enfrentadas por las poblaciones usuarias de drogas inyectables y apoyará las prácticas de la reducción de daños. La persona también debe ser organizada, automotivada, capaz de leer y escribir articuladamente en un inglés de nivel universitario y capaz de trabajar con poca supervisión. La disposición para viajar dentro de las comarcas del Área de la Bahía de San Francisco y, más limitadamente, por toda California. Se desea un mínimo de dos años de trabajo con usuarios de drogas inyectables.

Es un cargo de jornada completa (40 horas/semana, horas limitadas durante noches y fines de semana cuando necesario) y el salario es de $45,000 por año, con beneficios de salud/odontológicos y vacaciones remuneradas.

Para postular, envíe una carta de presentación detallada describiendo su interés en el cargo, currículo y muestra escrita por correo-e a mcquie@harmreduction.org. Este cargo será ocupado rápidamente, entonces haga el favor de postular lo más pronto posible.

La HRC es una Empleadora de Oportunidad Igual. Personas de color, mujeres, personas que conviven con el VIH y que consumieron drogas en el pasado son incentivadas a postular.

Anuncio: El plazo del programa de donaciones de la Drug Policy Alliance se termina el próximo mes

A través de su ciclo anual de donaciones Promoviendo el Cambio en las Políticas, la Drug Policy Alliance busca aumentar el apoyo público en favor de la reforma de las políticas de drogas. Las donaciones del programa Cambio en las Políticas financian abordajes estratégicos e innovadores para aumentar dicho apoyo, incluso campañas de concienciación pública y labores de organización.

Si esto tiene algo que ver con su organización, asegúrese de postular después de haber leído las orientaciones en: http://www.drugpolicy.org/news/050307grants.cfm.

El programa proporciona tanto apoyo general de funcionamiento como donaciones específicas a proyectos. Virtualmente todas las concesiones de donaciones son dirigidas hacia organizaciones que funcionan dentro de los Estados Unidos, con énfasis particular en la actividad en los estados. Colaboraciones estratégicas, geográficas y temáticas son fuertemente incentivadas.

Generalmente, el techo para las donaciones concedidas durante el ciclo Promoviendo el Cambio en las Políticas es de $50,000 pese a que la mayor parte de las concesiones esté más próxima de los $20-25,000. Asimismo, los postulantes deben saber que el proceso es muy competitivo. La DPA recibe algo en la casa de los 3.5 millones de dólares en solicitaciones válidas, pero el fondo tiene sólo 1.2 millón para asignar. Consecuentemente, la DPA mostrará preferencia por aquellos grupos con los cuales tienen una relación preexistente y grupos que demuestren comprensión y aplicación claras de la reforma general de las políticas de drogas.

Las solicitaciones de donación están disponibles ahora en la página web y deben ser hechas hasta las 20:00 EDT, lunes, 18 de junio de 2007. Sólo las propuestas enviadas por correo-e serán consideradas. Si tiene cualesquiera preguntas, por favor contacte a Asha Bandele por el abandele@drugpolicy.org.

Semanal: Esta semana en la historia

15 de mayo de 1928: Nacimiento de Arnold Trebach, padre del moderno movimiento reformador de las políticas de drogas.

14 de mayo de 1932: Las marchas “Queremos Cerveza” contra la ley seca son realizadas en ciudades por todos los Estados Unidos – 15.000 sindicalistas se manifiestan sólo en Detroit.

15 de mayo de 1988: El alcalde de Baltimore, Kurt Schmoke, pide un debate nacional sobre la despenalización de las drogas ilícitas. Schmoke es citado en el Washington Post: “La despenalización quitaría el lucro de las drogas y reduciría grandemente, si no eliminara, la violencia relacionada con las drogas que asola nuestras calles actualmente”.

14 de mayo de 1993: El New York Times informa que el juez Whitman Knapp dijo, “Tras 20 años en el tribunal he concluido que las leyes federales sobre las drogas son un desastre. Ya es hora de quitar el gobierno de la represión a las drogas”.

13 de mayo de 1996: El Weekly Standard informa: “Las redadas de cocaína y marihuana de la Guardia Costera cayeron 45 y 90 por ciento, respectivamente, desde 1991. En 1994, las Aduanas dejaron que camiones comerciales de dos millones pasaran por tres de los puertos de entrada más movidos en la frontera mexicana sin confiscar ni siquiera un único kilogramo de cocaína. Entre 1993 y 1995, el ‘índice de desordenación’ estimado del contrabando atingido por las agencias federales de interdicción cayó 53% - lo equivalente a 84 toneladas más de cocaína y marihuana llegando sin estorbos a los Estados Unidos todos los años”.

15 de mayo de 1997: Las conclusiones de un largo estudio abarcador de Kaiser Permanente (Oakland, CA) muestran que no hay vínculo considerable entre el fumo normal de marihuana y la muerte, pero sugiere que la prohibición de la marihuana puede ofrecer en sí misma una amenaza a la salud del usuario.

12 de mayo de 1998: La Unión Estadounidense de las Libertades Civiles (ACLU, sigla en inglés) pone un anuncio en la sección de contraeditoriales del New York Times intitulado: “Déjame hacerte una pregunta... Si tuvieras una opción, ¿cuál sería, Marihuana o Martinis?”. Nota: La ACLU se ha opuesto a la prohibición de la marihuana desde 1968 y a la prohibición de las drogas en general desde 1994.

11 de mayo de 2000: Los hermanos Arellano Félix son acusados de 10 cargos de narcotráfico, asociación delictuosa, lavado de dinero e incitación de delitos de sangre. El Departamento de Estado de los EE.UU. ofrece una recompensa de $2 millones por informaciones que lleven a su arresto y condenación.

15 de mayo de 2001: El gobernador de Hawai, Ben Cayetano, es citado por la Associated Press: “Sólo creo que es una cuestión de tiempo hasta que el Congreso finalmente logre comprender que los estados deben poder proporcionar este tipo de alivio [la marihuana medicinal] a la gente. El Congreso está muy, muy atrás en sus ideas”.

16 de mayo de 2001: Regina McKnight es condenada y sentenciada a 12 años en Carolina del Sur por consumir crack durante un embarazo que resultó en óbito fetal. Es la primera vez en la historia de los EE.UU. que una mujer es condenada por homicidio por consumir drogas durante un embarazo.

17 de mayo de 2001: La Cámara de los Comunes de Canadá aprueba una moción unánime para crear un comité en orden a examinar la cuestión de las drogas no medicinales en Canadá. Los miembros de todos los cinco partidos dicen que pretenden discutir la legalización, o por lo menos la despenalización, de la marihuana como parte de un examen minucioso de la estrategia de drogas del país.

Búsqueda en la red

"The Futility of Random Drug Testing" [La futilidad del examen toxicológico aleatorio], Marsha Rosenbaum en el USA Today, vía Alternet

"New Studies Destroy the Last Objection to Medical Marijuana" [Nuevos estudios destruyen la última objeción a la marihuana medicinal], Bruce Mirken del MPP para la Alternet, sobre la investigación de la vaporización

"Media Hype About Painkillers Shot Down" [El frenesí mediático sobre los analgésicos es derribado], Dani McClain para WireTap, vía Alternet

"US Border Patrol Bars Canadian Psychotherapist with Drug Research Far in His Past" [Patrulla Fronteriza de los EE.UU. niega entrada a psicoterapeuta canadiense con investigación sobre las drogas hecha hace mucho tiempo], Linda Solomon en The Tyee, vía Alternet

Drug Truth Network:

Cultural Baggage de 04 de mayo de 2007 -- cinco candidatos al Consejo Municipal de Houston discuten las leyes sobre las drogas
Century of Lies de 04 de mayo de 2007 -- Marc Emery de la revista Cannabis Culture discute la posible pena perpetua en una prisión estadounidense por vender semillas de marihuana, la Perspectiva Negra y los Hechos de la Guerra a las Drogas

"Shocking Pot Video" [Vídeo espantoso sobre la marihuana], de Jeff Meyers de la SAFER

la edición de mayo de 2007 de las Cannabinoid Chronicles

la nueva página web Suboxone Assisted Treatment

Europa: El Vaticano registra primer condenación por drogas

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la Basílica de San Pedro, el Vaticano (por cortesía de Rome.info)
Por primera vez en la historia, un tribunal del Vaticano ha expedido una condenación por delito de drogas y lo hizo pese a no tener cualesquiera leyes sobre las drogas en vigor. De acuerdo con los informes de la prensa italiana citados por la Associated Press, el tribunal impuso una sentencia suspensa de cuatro meses por tenencia de cocaína a un ex empleado de la Santa Sede.

El ex empleado fue condenado por tenencia de cocaína después de haber sido encontrada en un cajón en la sala en que trabajaba. Él había sido despedido porque había sido condenado recientemente por otras infracciones criminales en las cortes italianas.

Aunque el código legal del Vaticano no trate del consumo o tenencia ilegal de drogas, las mentes creativas en el tribunal del Vaticano se fiaron en las convenciones antidrogas internacionales de las cuales es signatario. Además, ellos citaron una ley de 1929 que permite veredictos en casos que no son cubiertos específicamente por sus leyes, pero que involucran prejuicio a “la salud, la moralidad y la religión”.

Ahora, probablemente no hay ninguna entidad política en la Tierra que pueda decir con orgullo que nunca procesó a nadie por su opción de sustancias.

Latinoamérica: Colombia prohíbe los productos de la coca – excepto la Coca-Cola

Aunque Evo Morales de Bolivia y Hugo Chávez de Venezuela, junto con cientos de miles de cocaleros andinos, estén buscando expandir los mercados legales para la hoja venerable, el gobierno colombiano está moviéndose en la dirección contraria. Durante años, Bogotá ha permitido que los cocaleros indígenas vendieran los productos de la coca, promoviendo la empresa como una de las pocas oportunidades comerciales exitosas disponibles para las tribus reconocidas como los nasa, que la han cultivada durante años y la consideran sagrada. Pero en febrero, el gobierno colombiano impuso discretamente una prohibición sobre la venta de productos fuera de las reservas indígenas.

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Coca-Sek – mejor que la Coca-Cola
Los nasa están acusando la Coca-Cola, que el otoño pasado perdió un largo esfuerzo legal contra la Coca-Sek, la bebida energética popular de los nasa entre los jóvenes colombianos. La Coca-Sek vulneraba sus derechos de autor, argumentó la gigante estadounidense de las gaseosas. Ya que la decisión del Instituto Nacional de Vigilancia de Medicamentos y Alimentos (INVIMA) que restringe las ventas de productos de la coca ocurre pocos meses después que la Coca-Cola perdió su batalla contra la Coca-Sek, las sospechas son naturales.

Pero el Invima dijo que solamente está siguiendo los deseos de la Junta Internacional de Fiscalización de los Estupefacientes (JIFE). Aunque Colombia adhiera formalmente a la Convención Única de las Naciones Unidas sobre los Estupefacientes de 1961, que considera la coca una droga que debe ser erradicada, las comunidades indígenas colombianas cultivan la coca legalmente según los dispositivos de autonomía indígena de la constitución de 1991, y han estado vendiendo los productos derivados de la coca por toda Colombia. Pero, el año pasado, la JIFE mandó una carta al ministerio de las Relaciones Exteriores de Colombia preguntando si el “refresco hecho en base de coca y producido por una comunidad india” no violaba el tratado de 1961.

Aunque el tratado considere la coca una droga a ser suprimida y erradicada, también contiene un dispositivo que permite que los productos a base de coca sean usados si el alcaloide de la cocaína ha sido extraído. Ése es la laguna jurídica de la Coca-Cola y los nasa la llaman de hipocresía.

“Perdieron la pelea en octubre del año pasado y en febrero el gobierno nacional toma la medida de prohibir la venta de Coca-Sek”, dijo David Curtidor, representante de ventas de los nasa a cargo de la empresa que produce la gaseosa. Él está liderando un reto legal a la prohibición. Mientras tanto, la comunidad está perdiendo $15,000 por mes por las ventas perdidas de Coca-Sek y otros productos a base de coca. “¿Por qué no se prohíbe en Colombia la venta de Coca-Cola que es un producto que también tiene hojas de coca?”, se quejó él con la Associated Press.

La Coca-Cola no quería ni confirmar ni negar a la AP que aun usa un extracto de coca sin cocaína, como se cree generalmente. Sí negó tener algo que ver con la decisión del Invima. El Invima le dijo a la AP que la Coca-Cola no tenía ninguna participación.

Pero los nasa tienen sus sospechas y no son los únicos que creen que la Coca-Cola recibe tratamiento especial. El año pasado, Evo Morales, él mismo un ex dirigente de sindicato cocalero, reclamó con la Asamblea General de la ONU que “la hoja de coca es legal para la Coca-Cola e ilegal para los fines medicinales en nuestro país y en todo el mundo”.

Y ahora, ya sea a pedido de la JIFE o de la Coca-Cola, Colombia está tomando providencias para estrangular el mercado legal de la coca, aunque lidere el mundo en su producción a pesar de los $4 billones en auxilio estadounidense esta década y la fumigación aérea diseminada de herbicidas. Al hacerlo, se pone directamente contra la corriente en una región en que la coca está cada vez más conquistando el respeto que merece y en que el poder de los cocaleros está en alza.

Marihuana: Pueblos de Wisconsin se suman a la tendencia despenalizadora

El pueblo de Washburn, Wisconsin, puede agarrarse a las orillas del Lago Superior en la punta más norteña del estado, pero no se aferra a la represión legal severa de la marihuana. La semana pasada, el Ayuntamiento de Washburn aprobó una ordenanza que permite que policía municipal dé multas a las personas atrapadas con pequeñas cantidades de marihuana en vez de arrestarlas y actuarlas.

Eso volvía a Washburn sólo la más reciente municipalidad del Cheesehead State a aprobar una ordenanza de despenalización – y esa distinción no duró mucho. El lunes, el Consejo Municipal de Two Rivers aprobó una ordenanza que vuelve la tenencia de menos de ocho gramos de marihuana una infracción municipal.

El recurso a la despenalización municipal empezó en los años 1970, cuando 15 ciudades, en su mayoría ciudades universitarias, adoptaron ordenanzas, de acuerdo con el activista veterano pro marihuana y derechos civiles de Wisconsin, Ben Masel. Milwaukee recurrió a ese esquema a principios de los años 1990. También a principios de los años 1990, las comarcas recibieron autoridad similar, y la Comarca de Walworth, hogar del Alpine Valley Music Theater, que recibió las giras de Grateful Dead, tuvo notoriamente un buen lucro de $454 en multas por tenencia de marihuana.

Este año, los fiscales de las Comarcas de Dane (Madison) y Eau anunciaron que iban a acusar a los infractores exclusivamente de acuerdo con las ordenanzas de la comarca en vez de la ley estadual. Pero, en otras municipalidades, esa decisión cabe a los fiscales municipales. Ser procesado según las ordenanzas municipales tiene el beneficio de no dejar antecedentes criminales y de no implicar en la pérdida del auxilio estudiantil o de otros beneficios. Pero aún puede haber penas duras, y, observó Masel, una carga de la prueba inferior para una infracción civil y no hay derecho a juicio por jurado.

Está todo bien para el subjefe de la policía, Jeremy Clapero, que le dijo a una emisora local de radio que la ordenanza le daría flexibilidad a la policía en el trato con los usuarios de marihuana. Según la ley de Wisconsin, la tenencia simple de marihuana es una contravención sancionable por hasta seis meses de cárcel y una multa de $1,000. Como antes le faltaba una ordenanza municipal, la policía tenía que encerrar a los tenedores de marihuana.

“Eran arrestados en el acto y traídos a la cárcel – eran actuados para ser admitidos y entonces, en algún momento, eran puestos en libertad y se presentaban en el tribunal por aquella acusación”, dijo Clapero. “Ahora, hay una situación en que pueden recibir una multa con el montante y son liberados. En ese momento ello no queda en sus antecedentes”.

Aunque Clapero dijera que la gente aún podía ser arrestada según la ley estadual, la ordenanza ahorrará el tiempo y los recursos de la policía. “Una situación en que una persona tiene consigo o en su auto una cantidad pequeña o muy pequeña de marihuana, esto puede ser usado en lugar de llevar a esa persona al juzgado en materia criminal y de poner una infracción en sus antecedentes por algo que recibiría una citación, la cual es una infracción de confiscación – similar a una multa por exceso de velocidad más o menos”.

Pero no crea que esto significa que la policía de Washburn ha visto la luz respecto de la guerra contra las drogas. “Lo que no es decir que no somos duros con las drogas. Aún somos duros con las drogas, esto sólo nos abre otra vía. Apoyamos lo que todas las otras agencias han hecho, entonces medio que tomamos la iniciativa e hicimos lo que ellas hicieron”, dijo Clapero.

Marihuana medicinal: Proyecto de ley de Minnesota de camino hacia votación final en la Cámara, pudiendo ser vetado

El proyecto sobre la marihuana medicinal de Minnesota está a una votación del plenario de la Cámara de ser aprobado por la legislatura, así como el Comité de Modos y Medios lo aprobó en una votación de 14 a 9 el lunes. El proyecto de ley, el HF 655, es una medida gemela del SF 345, que fue aprobado por el Senado estadual la semana pasada.

“Espero que la Cámara siga el ejemplo del Senado y, por el bien de los pacientes gravemente enfermos de Minnesota, apruebe este proyecto compasivo deprisa”, dijo el diputado Tom Huntley (DFL-Duluth).

Según la ley propuesta, los pacientes con enfermedades crónicas debilitantes podrían tener hasta 12 plantas y 75 gramos de marihuana fumable. Los pacientes pueden designar a proveedores para que cultiven para ellos. Los pacientes deben inscribirse junto al estado tras obtener una recomendación por escrito de un médico, de una enfermera titulada o de un auxiliar médico.

Pero el gobernador Tim Pawlenty (R) está prometiendo vetar la medida si es aprobada, una posición que ha atraído la burla del semanario alternativo de Mineápolis, el City Pages. En un artículo que se refería a Pawlenty como Gobernador Aguafiestas, el semanario le convocó a “fumar, fumar, pasar” el proyecto y le reprendió por “proteger a los pacientes de cáncer de ‘los antojos’”.

Pese a la burla del City Pages, el proyecto fue aprobado por el Senado por poco y parece que los defensores no lograrán reunir los números para superar un veto. Sin embargo, aún hay una oportunidad de que este año Minnesota se vuelva el 13º estado a adoptar la marihuana medicinal, sumándose a Alaska, California, Colorado, Hawai, Maine, Montana, Nevada, Oregón, Rhode Island, Vermont y Washington.

Marihuana medicinal: Proyecto de ley de Illinois es estrangulado en el Senado

Un proyecto que habría permitido el consumo de marihuana medicinal en Illinois fue estrangulado el jueves, fracasando por una margen de 22 a 29 votos en el Senado estadual, con cuatro senadores votando “presentes”. La votación ocurrió a pesar del apoyo de la Asociación de Enfermeras de Illinois, la Fundación SIDA de Chicago, de cerca de mil médicos de Illinois, 300 enfermeras y 50 miembros del clero.

Propuesto por el senador John Cullerton (D-Chicago), el proyecto de ley, el SB 650, habría dejado que las personas que tuvieran una enfermedad debilitante diagnosticada por un médico se inscribieran junto al Ministerio de Salud Pública para ser autorizadas a consumir marihuana. Los pacientes o proveedores podían tener hasta 12 plantas y aprox. 75 gramos de marihuana fumable.

“Me pongo triste por escuchar que el proyecto no salió del Senado”, dijo Gretchen Steele de Coulterville. “Como enfermera titulada, sé que la investigación y la ciencia apoyan esta legislación. Como paciente de esclerosis múltiple, me siento desairada y tengo que imaginarme dónde están los corazones de los legisladores hoy día”.

“No hay motivo lógico para no tener una ley de marihuana medicinal implementable en este estado”, dijo el Dr. David Ostrow, médico de Chicago, investigador de VIH/SIDA y fundador/director del Medical Marijuana Advocacy Project. “La comunidad médica apoyaba este proyecto fuertemente, pero desdichadamente nuestros legisladores no escucharon las pruebas científicas a favor de la seguridad y de la eficacia de la marihuana medicinal de esta vez. Espero que uno de estos días, la medicina, no la policía, venza en Illinois y en el ámbito nacional también”.

“No vamos a abandonar a los pacientes, los médicos y las enfermeras que han trabajado tan duro para proteger a los enfermos y padecientes”, dijo Ray Warren, director de políticas públicas estaduales del Marijuana Policy Project, que ha respaldado el esfuerzo de Illinois. “La ciencia, la compasión y el simple buen sentido dicen que esto es lo correcto que hacer. Vamos a regresar”.

Alaska, California, Colorado, Hawai, Maine, Montana, Nuevo México, Nevada, Oregón, Rhode Island, Vermont y Washington han todos aprobado leyes de marihuana medicinal. Ahora, la mejor oportunidad este año parece ser Minnesota, pero aun allí, el gobernador está amenazando valerse del veto. El territorio central sigue resistente.

Imposición de la ley: Las historias de policías corruptos de esta semana

Un policía de Boston es atrapado, una agente del régimen de libertad vigilada de Tacoma revende metanfetamina, dos ex policías de Memphis aceptan acuerdos, una ex oficial de la Policía de Nueva York también y un hombre de la ley de Tejas va a la prisión federal. Vamos a ello:

En Boston, un oficial de la policía de Boston fue arrestado el 02 de mayo por actuar como cobrador de destacados narcotraficantes. José Ortiz, con 21 años de servicios prestados, enfrenta acusaciones federales de tentativa de extorsión y asociación delictuosa relacionada con la cocaína por supuestamente aparecer de uniforme en el lugar de trabajo de su blanco y amenazar matar a él y a su familia si no pagara $260,000 a dos narcotraficantes por un acuerdo malogrado. Ortiz aceptó los pagos parciales y estuvo de acuerdo en llevar cocaína como pago, pese a que no quisiera él mismo tocarla. Ortiz fue arrestado en Revere mientras se encontraba con su blanco, que estaba cooperando con las autoridades. Él fue despedido la semana pasada.

En Tacoma, Washington, una agente del régimen de libertad vigilada de la Secretaría de la Administración Penitenciaria de Washington fue arrestada el 05 de mayo por vender metanfetamina. Cheri Lynn Cantrell, 38, cayó después que una ex vecina informó a la policía de Tacoma que las dos consumían la metanfetamina juntas y que ella compró metanfetamina de Cantrell. Entonces, la ex vecina y compartidora de anfetaminas preparó una compra grabada de Cantrell. Después que las drogas sacaron positivo para metanfetamina, Cantrell fue arrestada en la repartición de la Secretaría de la Administración Penitenciaria en que trabajaba.

En Memphis, dos ex policías de Memphis se confesaron culpables el 03 de mayo de asociarse delictuosamente con otros oficiales para extorsionar a narcotraficantes. Los ex oficiales Harold McCall, 35, y Trennis Swims, 34, reconocieron objetivar a conductores de carros viejos con tapacubos caros y quitarles dinero durante batidas de tráfico. McCall confesó infringir los derechos civiles y puede recibir hasta 10 años de prisión. Swims se confesó culpable de dos cargos contraventores y puede recibir hasta dos años tras rejas. Por lo menos cuatro otros policías de Memphis han sido acusados o condenados en la asociación delictuosa, que sigue siendo investigada por el FBI y el Escuadrón de Seguridad de la Policía de Memphis.

En la Ciudad de New York, una ex oficial de la Policía de Nueva York se confesó culpable de asociarse para robar cocaína de huecos de drogas. La ex oficial Kirsix De La Cruz admitió presentar a dos cómplices en un esquema para atacar a los huecos de drogas mientras ella era una oficial activa de la Policía de Nueva York en abril de 2005. De La Cruz se confesó culpable de asociación delictuosa para distribuir cocaína y de asociación delictuosa para cometer robo. Ella estaba lista para tomar un examen para sargento de la Policía de Nueva York cuando fue arrestada, pero ahora puede recibir un mínimo de 10 años en prisión federal.

En McAllen, Tejas, un ex oficial de la policía de Elsa fue condenado a ocho años en prisión federal el 02 de mayo por aceptar sobornos para ofrecer protección a cargas de drogas. Ismael Gómez, 27, se confesó culpable en diciembre de embolsar $2,500 a cambio de proteger un vehículo que él creía contener 22 kilogramos de cocaína. La verdad es que era un montaje del FBI. Gómez es el segundo oficial de la policía de Elsa a caer por aceptar sobornos para proteger a narcotraficantes. El mes de agosto último, Herman Carr se confesó culpable de aceptar un soborno de $5,000 para proteger un vehículo. Él será sentenciado el 31 de mayo. Mientras tanto, Gómez ya está preso cumpliendo su sentencia.

Semanal: Blogueando en el Bar Clandestino

Junto con nuestro reportaje investigativo de la Crónica, desde el verano pasado la DRCNet también ha estado proporcionando contenido diario en la forma de blogueo en el Bar Clandestino Stop the Drug War, así como enlaces a las Últimas Noticias (esquina inferior izquierda) y más informaciones. ¡Chequee la DRCNet todos los días para estar al corriente de la reforma de las políticas de drogas!

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foto de bar clandestino, con las chicas (por cortesía de arbizu.org)

Esta semana:

David Borden opina sobre "Is it Bad Cop vs. Cop, or Bad Cop vs. Good Cop?" [¿Es policía malvado vs. policía o policía malvado vs. buen policía?]; "We Made Brownies and I Think We're Dead" [Preparé biscochos y creo que estamos muertos], le dijo el policía a la telefonista del 9-1-1; "Drugs to Vaccinate You -- Against Drugs!" [Drogas para vacunarte – ¡contra las drogas!]; y "Coordinated Drug War Raids as Taxpayer-Funded Lobbying” [Allanamientos coordinados de la guerra a las drogas en cuanto presión financiada por el contribuyente]; informa que "One of the Worst Drug Warriors is Back, Under Mysterious Circumstances" [Uno de los peores guerreros antidrogas ha regresado, bajo circunstancias misteriosas]; "Marijuana Activists Brutalized by Moscow Police During Annual Demonstration" [Activistas pro marihuana brutalizados por la Policía de Moscú durante manifestación anual]; y "Atlanta Police Nearly Killed 80-Year-Old Woman Two Months Before Killing Kathryn Johnston” [La Policía de Atlanta casi mató a una mujer de 80 años dos meses antes de matar a Kathryn Johnston]; y enlaces a artículos sobre dolores, jabón y exámenes toxicológicos de campo, Joe Califano, prevención a la sobredosis y las leyes Rockefeller sobre las drogas, más un alerta para acción en Maryland.

Scott Morgan nos trae "This is Not Your Parents' Cocaine" [Ésta no es la cocaína de tus padres]; "The Boy Who Cried Meth" [El chico que gritó metanfetamina]; y un desmentido total del editorial de un escéptico de la discriminación racial.

Phil Smith contribuye con "Initial Reports on the Global Marijuana Marches" [Informes iniciales sobre las Marchas Globales de la Marihuana] – con fotos de la marcha de San Francisco – y pregunta "What the Heck is Going On in Licking County, Ohio?" [¿Qué diablos está pasando en la Comarca de Licking, en Ohío?]

David Guard también ha estado ocupado publicando una plétora de comunicados de prensa, alertas, listados de empleos y otros artículos interesantes republicados de muchas organizaciones aliadas alrededor del mundo en nuestro feed activista "In the Trenches". Las Bitácoras del Lector de la DRCNet también han sido usadas – les invitamos a sumarse a ellos y a volverse autores en la comunidad de la DRCNet también. Y les instamos a comentar en cualquiera o en todos los escritos susodichos.

Gracias por leer, y escribir...

Oferta de libro: The Trebach Trilogy (actualizada desde el último correo-e)

Actualización de la primera oferta: ¡Trebach ha estado de acuerdo en firmar todos los ejemplares de sus libros que usted reciba de DRCNet! Además, ¡añada apenas $22 a su donación para adquirir un ejemplar de “Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy” [Mentiras, malditas mentiras y las estadísticas de la guerra a las drogas: Un análisis crítico de las afirmaciones hechas por el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas] también! (Deje una nota en el espacio para comentarios para informarnos que usted lo está solicitando.)

Tenemos la satisfacción de anunciar que nuestra más reciente oferta de libro para los miembros es la “Trilogía Trebach” – dos clásicos relanzados de Arnold Trebach – un antiguo amigo de la DRCNet, fundador de la Drug Policy Foundation y conocido por los conocedores de la reforma como el padre del movimiento moderno pro reforma de las políticas de drogas – en un volumen recién salido:

  • The Heroin Solution [La solución de la heroína]: “Un gran éxito”, dijo la Publishers Weekly. “Elocuente y persuasivo”, de acuerdo con The New York Times;
  • The Great Drug War, and Rational Proposals to Turn the Tide [La gran guerra a las drogas, y Propuestas racionales para revertir la situación]: Hace dos décadas, en lo que era una incriminación sentida de la guerra contra las drogas de la era Reagan, Trebach identificó y dio vida a todos tipos de abusos derivados del esfuerzo para imponer la prohibición de las drogas y empezó a explicar una estrategia para escapar de la guerra a las drogas y atingir “la paz de las drogas” (Crónica de la Guerra Contra las Drogas);
  • Fatal Distraction: The War on Drugs in the Age of Islamic Terror [Distracción fatal: La guerra contra las drogas en la era del terror islámico]: La destilación de la obra de una vida entera en las trincheras de la reforma de las leyes sobre las drogas... un libro que los reformadores canosos y los recién llegados deslumbrados con la causa afines querrán leer y absorber. (Crónica de la Guerra Contra las Drogas)

Por favor, ayude el trabajo de la DRCNet con una donación generosa. Si su donación es de $35 o más, le enviaremos una copia gratuita de cualquiera de los libros de Trebach – o done $65 o más para escoger dos, o $90 o más para los tres.

Su donación ayudará la DRCNet mientras avanzamos en lo que pensamos ser un plan increíble de dos años para hacer progresos considerables en la reforma de las políticas de drogas y en la causa de terminar la prohibición globalmente y en los EE.UU. ¡Por favor haga una donación generosa hoy día para ayudar la causa! Sé que usted sentirá que el dinero fue bien gastado después de ver lo que la DRCNet está preparando. Nuestro formulario electrónico de donación le permite donar por tarjeta de crédito, por PayPal o imprimir un formulario para enviar junto con su cheque o giro postal. Por favor, fíjese que las contribuciones a la Drug Reform Coordination Network o Red Coordinadora de la Reforma de las Políticas de Drogas, nuestra entidad de lobby, no son deducibles del impuesto de renta. Las donaciones deducibles pueden ser hechas a la Fundación DRCNet, nuestra ala de concienciación. (Escoger artículos gratuitos reducirá la parte de su donación que usted puede deducir por el costo al por menor del artículo.) Ambos grupos reciben la correspondencia de los miembros en: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC, 20036.

Lea la reseña de The Great Drug War hecha por el editor de la Crónica, Phil Smith, aquí y la reseña de Fatal Distraction aquí. (Se hará una reseña de The Heroin Solution a fines de este mes.)

Reportaje: Marchas Globales de la Marihuana ocurren en más de 200 ciudades en todo el mundo

De Albuquerque a Amberes y Auckland, de Bakersfield a Berlín y Buenos Aires, en unos 232 municipios y ciudades por todo el mundo, decenas – si no cientos – de miles de miembros de la cultura cannábica internacional se echaron a las calles en la Marcha Global de la Marihuana anual para exigir el fin de la prohibición de la marihuana. Las manifestaciones fueron de puñados o docenas de personas en pueblos estadounidenses a más de 20.000 en Toronto.

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músicos en la manifestación de la MGM en Amberes, con el polo “Libertad para Cultivar” de la ENCOD
Ahora en su cuarta década, las Marchas Globales de la Marihuana (conocidas anteriormente como Marchas Mundiales de la Marihuana) se han vuelto un fenómeno en todo el mundo, una oportunidad para que los aficionados a la hierba salgan y sean contados. Coordinadas hace mucho por el activista veterano pro marihuana e ibogaína, Dana Beale, y su grupo Cures Not Wars, la Marcha Global de la Marihuana ahora recibe asistencia de la revista Cannabis Culture de Vancouver y de su editor, el “Príncipe de la Marihuana” canadiense, Marc Emery.

Ahora las marchas ocurren en todo continente habitado y en pueblos y metrópolis por todos los Estados Unidos, que respondieron por 118 de las 232 ciudades listadas por los organizadores. Los manifestantes se echaron a las calles en 66 ciudades europeas, en sorprendentes 21 ciudades latinoamericanas y en 11 ciudades canadienses, así como en Australia, Nueva Zelanda, Irlanda, Israel y Japón.

La vasta mayoría de las acciones de la Marcha Global de la Marihuana ocurrió pacíficamente y sin polémicas, pero hubo docenas de arrestos en la celebración Mardi Grass de Nimbin en Australia, más detenciones en Buenos Aires y, en Europa Oriental, tanto las autoridades rusas como búlgaras realizaron operativos contra los manifestantes, pese a que en Praga miles hayan marchado y fumado sin mucho rollo con la policía.

La escena más fea ocurrió en Moscú, donde la policía atacó a la muchedumbre, pegándoles a los manifestantes y arrestando a cerca de 30 personas, con cuatro organizadores siendo inmediatamente juzgados, condenados y sentenciados a 10 ó 15 días de cárcel por realizar una marcha ilegal - las autoridades moscovitas se rehusaron a expedir una autorización a instancias del Servicio Federal de Control de las Drogas y Sustancias Psicotrópicas – y por “apología del consumo de drogas”, que es crimen en Rusia.

Las conductas oficiales en Rusia, donde los guerreros antidrogas federales convocaron una “respuesta dura” a las marchas, se reflejaron en la cobertura de la prensa. “Adictos a la marihuana dispuestos a marchar en Moscú” ["Marijuana Addicts Willing to Rally in Moscow"], decía un titular periodístico un día antes de la marcha.

Igualmente, quizá con menos brutalidad, la policía en Sofia, Bulgaria dispersó una muchedumbre de 400 manifestantes pro marihuana reunidos en el centro de la ciudad en apoyo a la legalización de la marihuana. Los manifestantes no tenían permiso, dijo la policía. Pero en Praga, unas 1.500 personas realizaron una marcha y una fiesta de la marihuana sin el asedio de la policía.

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póster de la marcha húngara (de kendermag.hu)
Pero fue la marcha en Toronto que atrajo las muchedumbres más grandes, según se informa. Unas 20.000 personas, muchas fumando marihuana abiertamente, marcharon y se reunieron en la ciudad más grande de Canadá. Son casi 8.000 más que las que marcharon en Toronto el año pasado. Liderados por Emery, el “Príncipe de la Marihuana” de Canadá, orador tras orador denunció la prohibición de la marihuana para la aclamación y el aplauso de la multitud afable.

“Hasta el momento, Canadá tiene la medalla de oro por asistencia”, se rió Emery. “Toronto fue la Marcha Global de la Marihuana más grande del mundo y hace unas dos semanas yo hablé en la marcha del 20 de abril en Vancouver, que también fue la más grande en el mundo. Soy un verdadero imán para grandes muchedumbres”, alardeó.

Para Emery, las marchas mandan un mensaje de incentivo a la gente de todo el mundo. “La marcha de Toronto tuvo una enorme cobertura, probablemente más que cualquier otro evento único”, le dijo él a la Crónica. Emery estaba especialmente encantado que la agencia oficial de noticias china Xinhua republicara el artículo y le citara diciendo: “Es increíble que 20.000 personas se estén encontrando a poco más de 900 metros de la legislatura para exigir que la marihuana sea legalizada, para celebrar nuestra cultura y desafiar la ley con casi la sanción abierta de toda la Ciudad de Toronto”.

“Si se está leyendo esto en China y pensando, ummm, la Plaza de Tian’anmen fue una acción masiva en desafío al gobierno – para mí, el logro más grande de todos”, dijo. “Cientos de millones de chinos pueden leer sobre nosotros y eso es inspirador de verdad. Estoy contento que ese mensaje llegara del otro lado del mundo. La gente está viendo que puede desafiar el gobierno sin que le pase nada. La verdad es que no comprendo cómo la prensa en un país censurado como la China terminó imprimiendo esa habla, pero lo acepto”.

En Australia, el festival Mardi Grass de Nimbin, un evento de tres días, atrajo a 10.000 personas, con la policía “arrestando” a 109 personas, pese a que 60 de ellas fueran presas por marihuana, lo que resulta en una multa, no en arresto. La policía también estableció exámenes toxicológicos al borde de la carretera e irritó a los frecuentadores del festival cabalgando entre la muchedumbre. Pero aunque la policía reclamara del “lado siniestro” del festival, los organizadores reaccionaron con burlas. En un comunicado de prensa del martes, los organizadores del festival observaron que “¡La policía pierde la oportunidad de arrestar a miles!” Aunque los terribles comunicados de prensa de la policía dominaran la cobertura periodística del fin de semana, los organizadores señalaron que el festival tuvo “una agresión, 10.000 personas – por eso tantos policías prefieren el afecto apacible del cannabis en los festivales”.

La policía debería mantener distancia, argumentaron los organizadores. “No hay pruebas de los consumidores de cannabis de que la presencia de la policía o el Winnebago vaya a hacer que cualquiera pare de fumar marihuana. Y, diez mil en el MardiGrass siendo tan pacíficos seguramente es el mejor ejemplo posible de cómo el cannabis no crea la psicosis ni ofrece el riesgo a la salud [que los políticos australianos] John Howard, Pyne y Abbott siguen intentando decir que ofrece. Mientras ellos han estado echándole la culpa al cannabis por los problemas mentales, ellos deberían haber estado viendo el peligro que se avecina. Pero las drogas que aumentan sus propias ganancias, el alcohol y el tabaco, siguen siendo las que más hacen mal física, mental y socialmente”, concluyeron.

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marcha de Toronto (cortesía de la Cannabis Culture)
En los EE.UU., las muchedumbres no fueron tan grandes. Hasta varios miles de personas participaron de la marcha del Día de la Conciencia sobre el Cannabis de San Francisco en la Plaza del Ayuntamiento durante una tarde de sol, mientras que una marcha en Bakersfield atrajo a 250 personas y una en Eureka atrajo a pocas docenas. Números similares fueron informados por todo el país.

Si las Marchas Globales de la Marihuana de los Estados Unidos fueron relativamente silenciosas este año, también lo fue la polémica que a veces las perseguía en el pasado. Algunos reformadores de las políticas de drogas han criticado las marchas, discutiendo que ellas perpetúan estereotipos negativos de los consumidores de marihuana y no hacen progresar una agenda política cuidadosamente planeada, pero, este año, aunque haya alguna duda sobre la utilidad de las marchas, hay poco esfuerzo para desincentivarlas.

“Nos hemos pronunciado a diestra y siniestra sobre esta cuestión”, dijo el fundador de la National Organization for the Reform of Marijuana Law (NORML), Keith Stroup. A pesar de estar jubilado oficialmente, Stroup aún puede ser encontrado casi todos los días en la oficina de la NORML en el centro de Washington, DC. “Ha habido años en que nosotros ignoramos las marchas. Pensábamos que si no están bien promovidas y no vienen grandes números de personas, se puede dejar la impresión de que sólo a un puñado de hippies le importa la cuestión. No queríamos reforzar los estereotipos negativos”, le dijo él a la Crónica.

“Por el otro lado, hay algo impresionante en este tipo de activismo de base”, prosiguió Stroup. “Seguramente ya no estamos desincentivando a nuestra gente de participar. En verdad, parte del motivo por el cual mudamos nuestra conferencia anual de la primavera al otoño fue para evitar el conflicto con los activistas estaduales y municipales, muchos de los cuales querían celebrar el 20 de abril o la marcha global. Realizar nuestra conferencia en la primavera los forzaba a escoger entre la conferencia o los eventos locales. Este año, con el cambio en la programación, probablemente tuvimos más filiales estaduales y municipales participando que nunca antes”.

El director adjunto de la NORML, Paul Armentano, le dijo a la Crónica que una docena de sucursales de la NORML más o menos organizó y coordinó las marchas locales. “Nuestra sucursal de Bakersfield realizó una grande marcha y también supimos de Indianápolis y Boston y seis u ocho otras sucursales”, dijo.

El Students for Sensible Drug Policy (SSDP), el grupo estudiantil de reforma de las políticas de drogas con sucursales en más de 100 campi, no toma una posición sobre las marchas, pero su director de campo, Micah Daigle, no está muy entusiasmado con ellas. “Ni siquiera me había percatado de la Marcha Global de la Marihuana”, le dijo él a la Crónica. “Estoy trabajando con las sucursales para intentar cambiar las políticas de los campi y nunca creí que estas marchas fueran muy útiles”, dijo.

Pero el SSDP no estorbará el camino de las sucursales que quieran participar, dijo Daigle. “Nuestras sucursales son autónomas y a nos gusta que tomen la iniciativa. Si quieren organizarse en torno de una marcha como esa, muy bien. Pero siempre he pensado que las marchas y protestas deberían ser parte de una campaña general y nunca consideré estas marchas mal organizadas muy útiles. Tampoco somos una organización puramente concentrada en la marihuana, pero si nuestras sucursales quieren hacer algo con esto yo las incentivo a hacerlo”.

Joep Oomen dirige la ENCOD, la coalición europea de reforma de las políticas de drogas, y ayudó a organizar la Marcha Global de la Marihuana en Amberes. Para Oomen, dichos eventos son parte de un juego de tácticas para los activistas. “Nadie puede afirmar tener la mejor manera de hacer funcionar la reforma”, le dijo él a la Crónica. “Es una combinación de cosas y las Marchas Globales de la Marihuana son un factor importante porque pueden mostrar a las personas que hay más que tener miedo de la prohibición que de una alternativa tolerante”.

Nos vemos en las calles en próximo año.

Reportaje: Aumentando la presión sobre las leyes Rockefeller sobre las drogas de Nueva York (y los políticos que no las arreglan)

El martes, Nueva York cumplió un feo aniversario – 34 años desde que las severas leyes Rockefeller sobre las drogas del estado fueron promulgadas. Ahora, tres años después que la legislatura promulgó las primeras reformas tímidas de esas leyes antidrogas duras y un mes después que la Asamblea estadual votó en su ampliación, los activistas pro reforma de las políticas de drogas están buscando aumentar la presión sobre el gobernador Eliot Spitzer (D), el vicegobernador David Paterson (D), el fiscal general Andrew Cuomo (D) y el Senado estadual de mayoría republicana para que tomen providencias.

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marcha ‘Cuenta Regresiva para la Justicia’ de junio de 2003, Ciudad de Nueva York (cortesía de 15yearstolife.com)
Los presos sentenciados según las mínimas obligatorias de las leyes Rockefeller sobre las drogas ahora son más de 13.000, y asombrosos 91% de ellos son negros o morenos. Las reformas promulgadas en 2004 han resultado en la puesta en libertad de sólo 300, dejando a miles de presos que cumplen sentencias mínimas obligatorias de nivel mediano aún en el purgatorio.

Spitzer, Paterson y Cuomo hicieron campaña sobre la reforma de la ley Rockefeller, pero desde que tomaron posesión el silencio ha sido ensordecedor. En 2003, la comunidad hip-hop, liderada por el empresario Russell Simmons, puso a decenas de miles de personas en las calles para marchar por la reforma. Ahora, más una vez, la comunidad hip-hop está haciendo un llamamiento a los políticos.

El martes, en conjunción con la Real Reform Nueva York, una coalición coordinada por la Drug Policy Alliance, el astro del hip-hop, Jim Jones, lanzó un nuevo single de rap, "Lockdown, USA", un llamamiento poderoso a la reforma de las leyes Rockefeller que hasta el momento ha sido transmitido en emisoras de radio de todo el país.

Natural de Harlem, Jones ha presenciado el impacto de las leyes Rockefeller sobre las drogas en primera mano. A la inversa, los políticos en Albany han presenciado el impacto de una nación hip-hop movilizada en primera mano también y los reformadores informan que la perspectiva de una nueva convocación de la comunidad hip-hop los ha dejado nerviosos.

“Vamos a aumentar la presión ahora, para intentar revivir el abordaje de la coalición de Russell Simmons a Albany y, por lo que sé, están empezando a quedar preocupados”, dijo Anthony Papa, un ex preso de la ley Rockefeller convertido en autor y pintor que ahora trabaja para deshacer esas leyes. “Están recibiendo la respuesta de 100.000 personas en la calle [para la Cuenta Regresiva para la Justicia de Russell Simmons en 2003] y eso es bueno si los deja nerviosos”, le dijo Papa a la Crónica.

Él no está sólo especulando. Tras publicar una carta abierta en una bitácora muy leída del Huffington Post el fin de semana pasado llamada “Spitzer, Cuomo y Paterson: ¿Adónde se fueron?” ["Spitzer, Cuomo and Paterson: Where Did You Go?"], Papa recibió una llamada personal de la oficina de Paterson. “Nada contentos”, dijo Papa, caracterizando sus sentimientos sobre ello en un correo-e a DRCNet ayer. Y se dice que el parloteo en Albany sobre eso es mucho más largo.

“Estos tipos hicieron campaña sobre la reforma de la ley Rockefeller y ahora Spitzer ha tomado posesión hace más de 100 días y ni siquiera en vista está”, reclamó Papa. “¡Ahora el hip-hop te está llamando, Spitzer!”

Ya es hora del cambio, dijo la madre de un preso. “Pequeños cambios en las Leyes Rockefeller sobre las Drogas claramente no bastaron. Mi hijo Ashley es un ejemplo claro de esto, porque está cumpliendo una sentencia de 7 a 21 años por una infracción primaria no violenta”, dijo Cheri O’Donoghue, defensora de la Real Reform Nueva York. “Estas leyes inhumanas y racistas han estado en existencia por casi 34 años. Ya basta”.

La Ley de reforma de la Ley sobre las drogas de Nueva York de 2004 [New York's Drug Law Reform Act of 2004 (DLRA)] atenuó algunas condenas por delitos de drogas, pero no llegó a dejar que la mayoría de las personas que cumple sentencias más punitivas postulara a condenas más cortas y no hizo nada para aumentar el poder de los jueces de poner a los adictos en programas de tratamiento. Aunque los defensores y familiares estén alentados por estas reformas modestas, está claro que las reformas recientes han causado un impacto negativo sobre la mayoría de la gente tras rejas. La mayor parte de las personas tras rejas por cargos de la ley Rockefeller es acusada de crímenes no violentos de poca monta o de Clase B.

“Dado el extraordinario racismo asociado con estas leyes, es increíble que hayan existido por 34 años”, dijo Gabriel Sayegh, director de proyecto en la Drug Policy Alliance. “Esperamos que esta canción poderosa inspire a los miles que participaron de la marcha Lockdown USA de 2003 – y a todos los neoyorquinos ultrajados – a hacer llamadas y echarse a las calles para aumentar la presión sobre el gobernador Spitzer y el senador estadual Joe Bruno – para hacerlos mantener su palabra y reformar estas leyes inhumanas”.

Pero aun si el gobierno demócrata empieza a tomar providencias sobre la reforma de verdad, un tremendo obstáculo político sigue existiendo en el Senado dominado por los republicanos, con sus baluartes en el país carcelario del interior de Nueva York. Siete distritos senatoriales del interior mantenidos por los republicanos dependen de que los números de prisioneros lleguen a su tamaño poblacional requerido y ello tendría que ser rediseñado si los grandes números de presos fueran puestos en libertad o si el Negociado del Censo de los EE.UU. los contaran como habitantes de sus ciudades natales.

Las prisiones también son un sector en crecimiento en el interior dominado por los republicanos, que ha presenciado docenas de prisiones nuevas en las dos últimas décadas. No es nada sorprendente que dos de los oponentes de la reforma más pronunciados, los senadores Dale Volker (R) de la suburbana Búfalo y Michael Nozzolio (R) de Finger Lakes tengan 17% de la población carcelaria del estado en sus distritos.

Spitzer declaró ser contrario al desperdicio y a la corrupción. Ahora, tiene la oportunidad de deshacer las leyes Rockefeller sobre las drogas. Pero ¿será que va a hacerlo o será que va doblegarse ante la presión política de los poderosos intereses especiales que se benefician directamente con la encarcelación en masa de sus conciudadanos no violentos? Ahora la comunidad pro reforma va a aumentar la presión para ayudarlo a hacer lo correcto.

Justicia penal: Instantáneas de la guerra a las drogas

Día tras día, semana tras semana, año tras año, la guerra contra las drogas en los EE.UU. está llenando los expedientes por todo el país. Esta semana, visitamos tres jurisdicciones diferentes para sacar una foto instantánea del rol de la guerra a las drogas en el tribunal local.

En abril, jueces de juzgado distrital en la Comarca de Grayson, en Tejas, a cerca de una hora al norte de Dallas, condenaron a 95 personas por acusaciones criminales. De los 95 casos, las acusaciones más graves en 16 eran por simple tenencia de metanfetamina, volviendo ese cargo con mucho el más común de cualquiera de ellas delante del tribunal. La mayoría de las personas condenadas por tenencia de metanfetamina recibió libertad vigilada. Una persona fue acusada de tenencia agravada de metanfetamina y condenada a 15 años, mientras que dos fueron acusados de tenencia con intención de distribuir. Una recibió 20 años, la otra 10 años de libertad vigilada.

Siete personas fueron sentenciadas por tenencia simple de cocaína, con condenas que variaban de libertad vigilada y un mes de cárcel a 10 años de prisión. Una persona fue sentenciada por tenencia agravada de cocaína y recibió 6 años, en tanto que otra fue sentenciada por tenencia con intención de distribuir y recibió 15. Cuatro personas fueron condenadas por tenencia de cantidad superior a 120 gramos, pero inferior a 2kg27g de marihuana; dos recibieron libertad vigilada, una un año y la otra dos. Una persona fue sentenciada a dos años de prisión por tenencia de más de 22kg700g de marihuana.

Los infractores del régimen de libertad vigilada formaban un contingente considerable, ya que 13 fueron condenados en abril. Los infractores de la legislación antidroga respondieron por nueve de los violadores, con la metanfetamina, la cocaína y la marihuana respondiendo cada una por tres violadores. Todos los violadores de la libertad vigilada relacionada con las drogas fueron mandados a la prisión, así como todos los demás violadores de la libertad vigilada.

El resto de los casos en que se impusieron las sentencias fueron una gran variedad de agresiones, con o sin agravantes, robos con allanamiento de morada, conducción ebria, fraudes, robos y agresiones sexuales. En sólo dos casos, agresiones sexuales contra un niño con agravantes, las sentencias fueron tan largas como la condena susodicha de 20 años por distribución de metanfetamina.

Con todo, las personas acusadas de acuerdo con las leyes antidrogas respondieron por 41 de los 95 casos adjudicados en la Comarca de Grayson el mes pasado. Es una ocupación de 43% del tiempo del tribunal con la guerra a las drogas.

Mientras tanto, en Pensacola, Florida, el martes fue un día típico para los arrestos criminales en las comarcas de Escambia y de Santa Rosa. En la Comarca de Escambia, hubo cinco arrestos por violación de la libertad vigilada (no se especificó la infracción original), cuatro arrestos por infracciones de la ley antiestupefacientes, tres por agresión con agravante, dos por abuso infantil con agravante y uno por introducir contrabando en una cárcel. Total, 29 personas fueron arrestadas por acusaciones criminales el martes y sólo seis estaban vinculadas directamente a la prohibición de las drogas.

En la vecina Comarca de Santa Rosa, el martes hubo un total de nueve arrestos por crímenes. Uno fue por tenencia de drogas, otro por tenencia con intención de distribuir. Tres ocurrieron por violaciones no especificadas de la libertad vigilada. Añádase una agresión con agravante, una no-comparecencia, una infracción por manejar embriagado y “tirar/disparar mísiles mortíferos” y ahí tiene su expediente del día.

Si la guerra a las drogas parece apacible en el extremo oeste de Florida, definitivamente ése no es el caso en la Comarca de Licking, Ohío. El jueves pasado, cinco personas tuvieron audiencias sobre fianza en el Tribunal Municipal de la Comarca de Licking. Todas las cinco eran acusadas de delitos de drogas y cada uno de los casos parece ser un ejemplo de sobreacusación. Tres personas fueron acusadas de delitos de narcotráfico por comprar drogas. Como observó el periódico local en el caso de una mujer acusada de tráfico de crack: “El 11 de abril, ella fue presuntamente observada por el Destacamento de Represión a las Drogas de Ohío Central comprando menos de un gramo de crack, de acuerdo con los informes judiciales”.

Una mujer fue acusada de tenencia de drogas con agravante por tener una pastilla de metadona sin receta. Pero la más rara fue la acusación que una mujer de Newark enfrentaba. Ella fue acusada de “permitir abuso químico, un crimen de quinto grado”. Como observó el periódico de la ciudad: “Entre 29 y 30 de marzo, [ella] supuestamente dejó que un socio comprara cerca de siete gramos de metanfetamina en dos ocasiones. Las dos presuntas compras fueron hechas en la proximidad de un colegio de la Ciudad de Newark, de acuerdo con los informes judiciales”.

En la Comarca de Licking, en Ohío, la guerra a las drogas ocupó todo el tiempo del tribunal durante un día entero la semana pasada. En la Comarca de Grayson, en Tejas, la guerra a las drogas ocupó casi mitad del tiempo de la corte el mes pasado. En la región oeste de Florida, la proporción fue mucho más baja. Pero por todo el país, la prohibición de las drogas está tomando el tiempo de la policía, de los fiscales, de los jueces y de los guardias de las prisiones. Pero, como ya se ha dicho, ésa es su opción, porque policiar y procesar los delitos de drogas es una cuestión de políticas intencionales.

Book Offer: The Trebach Trilogy (updated since last e-mail)

Update to original offer: Trebach has agreed to sign all copies of his books that you get from DRCNet! Also, add just $22 or more to your donation to get a copy of Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics too! (Make a note in the comment box to let us know you're requesting this.)

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Arnold Trebach at 2003 press conference on which DRCNet collaborated
We are pleased to announce that our latest premium book offer for members is the "Trebach Trilogy" -- two re-released classics by Arnold Trebach -- a long-time friend of DRCNet, founder of the Drug Policy Foundation and known to reform cognoscenti as the father of the modern drug policy reform movement -- and one newly-minted volume:

  • The Heroin Solution: "A blockbuster," says Publishers Weekly. "Eloquent and persuasive," according to The New York Times.
  • The Great Drug War, and Rational Proposals to Turn the Tide: Two decades ago, in what was a heartfelt indictment of the Reagan-era war on drugs, Trebach identified and brought to vivid life all sorts of abuses derived from the effort to enforce drug prohibition and began to elaborate a strategy for escaping from drug war and achieving "drug peace." (Drug War Chronicle)
  • Fatal Distraction: The War on Drugs in the Age of Islamic Terror: [T]he distillation of a life's work in the trenches of drug law reform... a book grizzled reformers and bright-eyed newcomers to the cause alike will want to read and absorb. (Drug War Chronicle)

Please help DRCNet's work with a generous donation. If your donation is $35 or more, we'll send you a complimentary copy of any one of the Trebach books -- or donate $65 or more and choose two, or $90 or more for all three.

Your donation will help DRCNet as we advance what we think is an incredible two-year plan to substantially advance drug policy reform and the cause of ending prohibition globally and in the US. Please make a generous donation today to help the cause! I know you will feel the money was well spent after you see what DRCNet has in store. Our online donation form lets you donate by credit card, by PayPal, or to print out a form to send with your check or money order by mail. Please note that contributions to the Drug Reform Coordination Network, our lobbying entity, are not tax-deductible. Tax-deductible donations can be made to DRCNet Foundation, our educational wing. (Choosing gift items will reduce the portion of your donation that you can deduct by the retail cost of the item.) Both groups receive member mail at: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Read Chronicle editor Phil Smith's review of The Great Drug War here, and Phil's review of Fatal Distraction here. (A review of The Heroin Solution will be forthcoming later this month.)

Medical Marijuana: Illinois Bill Killed in Senate

A bill that would have allowed for the use of medical marijuana in Illinois died Thursday, failing by a vote of 22-29 in the state Senate, with four senators voting "present." The vote came despite support from the Illinois Nurses Association, the AIDS Foundation of Chicago, nearly a thousand Illinois doctors, 300 nurses, and 50 clergy members.

Sponsored by Sen. John Cullerton (D-Chicago), the bill, SB 650, would have allowed people diagnosed by a physician as having a debilitating physical condition to register with the Department of Public Health to be permitted to use marijuana. Patients or caregivers could possess up to 12 plants and 2 ½ ounces of smokeable marijuana.

"I am saddened to hear that the bill did not make it out of the Senate," said Gretchen Steele of Coulterville. "As a registered nurse, I know that research and science support this legislation. As a multiple sclerosis patient, I feel slighted and have to wonder where our legislators' hearts are on this day."

"There is no logical reason to not have an implementable medical marijuana law in this state," said Dr. David Ostrow, Chicago physician, HIV/AIDS researcher and founder/director of the Medical Marijuana Advocacy Project. "The medical community strongly supported this bill, but our lawmakers unfortunately did not listen to the scientific evidence for medical marijuana's safety and efficacy this time around. I hope that someday soon, medicine, not politics, will prevail in Illinois and at the national level as well."

"We are not going to abandon the patients, doctors and nurses who have worked so hard to protect the sick and suffering," said Ray Warren, director of state policies for the Marijuana Policy Project, which had backed the Illinois effort. "Science, compassion and simple common sense say this is the right thing to do. We'll be back."

Alaska, California, Colorado, Hawaii, Maine, Montana, New Mexico, Nevada, Oregon, Rhode Island, Vermont and Washington have all passed medical marijuana laws. Now, the best shot this year looks like Minnesota, but even there, the governor is threatening a veto. The heartland remains resistant.

Feature: Turning Up the Heat on New York's Rockefeller Drug Laws (and the Politicians Who Fail to Fix Them)

On Tuesday, New York marked an ugly anniversary -- 34 years since the state's draconian Rockefeller drug laws were enacted. Now, three years after the legislature enacted the first, timid reforms of those harsh drug laws and one month after the State Assembly voted to broaden them, drug reform activists are seeking to heighten the pressure on Gov. Eliot Spitzer (D), Lt. Gov. David Paterson (D), Attorney General Andrew Cuomo (D), and the Republican-led state Senate to act.

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June 2003 ''Countdown to Fairness'' rally, NYC (courtesy 15yearstolife.com)
Prisoners sentenced under mandatory minimum Rockefeller drug laws now number more than 13,000, and an astonishing 91% of them are black or brown. The reforms enacted in 2004 have resulted in the release of only 300, leaving thousands of prisoners serving mid-level mandatory minimum sentences still in purgatory.

Spitzer, Paterson, and Cuomo campaigned on Rockefeller law reform, but since they took office the silence has been deafening. In 2003, the hip-hop community, led by empresario Russell Simmons, put tens of thousands people on the street to rally for reform. Now, once again, the hip-hop community is calling out the politicians.

Working with Real Reform New York, a coalition coordinated by the Drug Policy Alliance, hip-hop superstar Jim Jones Tuesday released a new rap single, "Lockdown, USA," a powerful call to reform the Rockefeller laws which has so far run on dozens of radio stations around the country.

A Harlem native, Jones has seen the impact of the Rockefeller drug laws firsthand. Conversely, the politicians in Albany have seen the impact of a mobilized hip-hop nation first hand, too, and reformers report that the prospect of a new call to arms from the hip-hop community has them nervous.

"We're kicking up the pressure now, trying to revive the Russell Simmons coalition approach to Albany, and I'm hearing that they're starting to sweat," said Anthony Papa, a former Rockefeller law prisoner turned author and painter who now works to undo those laws. "They're getting flashbacks of 100,000 people on the street [for the 2003 Russell Simmons Countdown to Fairness], and it's good if that makes them nervous," Papa told the Chronicle.

He isn't just speculating. After publishing an op-ed in the widely-read Huffington Post blog last weekend, titled "Spitzer, Cuomo and Paterson: Where Did You Go?," Papa received a personal call from Paterson's office. "Not too happy," Papa characterized their feelings about it in an e-mail to DRCNet yesterday. And word is that the chatter in Albany about it all is far more extensive than that.

"These guys campaigned on Rockefeller law reform, and now Spitzer has been in office for more than 100 days, and it is nowhere in sight," Papa complained. "Hip-hop is now calling you out, Spitzer!"

It's time for change, said one prisoner's mother. "Small changes to the Rockefeller Drug Laws were clearly not enough. My son Ashley is a prime example of this, because he is serving a 7- to 21-year sentence for a first-time, nonviolent offense," said Cheri O'Donoghue, an advocate for Real Reform New York. "These inhumane, racist laws have been around for nearly 34 years. Enough is enough."

New York's Drug Law Reform Act of 2004 (DLRA) lowered some drug sentences but it fell far short of allowing most people serving under the more punitive sentences to apply for shorter terms, and it did nothing to increase the power of judges to place addicts into treatment programs. While advocates and family members are encouraged by these modest reforms, it is clear that the recent reforms have had a negligible impact on the majority of people behind bars. Most people behind bars on Rockefeller charges are charged with nonviolent lower-level or class-B felonies.

"Given the extraordinary racism associated with these laws, it's unbelievable they've been around for 34 years," said Gabriel Sayegh, project director at Drug Policy Alliance. "We hope that this powerful song will inspire the thousands who attended the 2003 Lockdown, USA rally -- and all outraged New Yorkers -- to pick up the phone and step into the streets to put heat on Governor Spitzer and State Senator Joe Bruno -- to make them keep their word and reform these inhumane laws."

But even if the Democratic administration starts moving on real reform, a huge political obstacle remains in the Republican-dominated Senate, with its strongholds in the prison country of upstate New York. Seven upstate Senate districts held by Republicans depend on prisoner numbers to reach their required population size and would have to be redrawn if large numbers of prisoners were released or the US Census Bureau counted them as residents of their home towns.

Prisons are also a growth industry in Republican-dominated upstate, which has seen dozens of new prisons in the past two decades. It is no surprise that two of the most vocal reform opponents, Sens. Dale Volker (R) of suburban Buffalo and Michael Nozzolio (R) of Finger Lakes have 17% of the state's prison population in their districts.

Spitzer ran on his record as a crusader against waste and corruption. Now, he has the opportunity to undo the Rockefeller drug laws. But will he, or will he bow to political pressure from powerful special interests who benefit directly from the mass incarceration of their nonviolent fellow citizens? The reform community is now turning up the heat to help him do the right thing.

Feature: Global Marijuana Marches Take Place in More Than 200 Cities Worldwide

From Albuquerque to Antwerp to Auckland, from Bakersfield to Berlin to Buenos Aires, in some 232 towns and cities across the globe, tens -- if not hundreds -- of thousands of members of the international cannabis culture took to the streets in the annual Global Marijuana March to demand an end to marijuana prohibition. Demonstrations ranged from handfuls or dozens of people in small American towns to more than 20,000 in Toronto.

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musicians at Antwerp GMM demo, with ENCOD ''Freedom to Farm'' t-shirt
Now into their fourth decade, the Global Marijuana Marches (formerly known as the Million Marijuana Marches) have become a worldwide phenomenon, a chance for the herb's aficionados to come out and be counted. Long coordinated by veteran marijuana and ibogaine activist Dana Beale and his group Cures Not Wars, the Global Marijuana March is now receiving assistance from Vancouver-based Cannabis Culture magazine and its publisher, Canadian "Prince of Pot" Marc Emery.

Marches now take place on every inhabited continent and in small towns and large cities across the United States, which accounted for 118 of the 232 cities listed by organizers. Marchers hit the streets in 66 European cities, a surprising 21 Latin American cities, and 11 Canadian cities, as well as in Australia, New Zealand, Ireland, Israel and Japan.

The vast majority of Global Marijuana March actions came off peacefully and non-controversially, but there were dozens of arrests at the Nimbin Mardi Grass celebration in Australia, more arrests in Buenos Aires, and in Eastern Europe, both the Russian and Bulgarian authorities cracked down on marchers, although in Prague, thousands marched and smoked without significant hassle from the police.

The ugliest scene was in Moscow, where police waded into the crowd, beating demonstrators and arresting around 30 people, with four organizers being immediately tried, convicted, and sentenced to 10 or 15 days in jail for holding an illegal rally -- Moscow authorities refused to issue a permit at the behest of the Federal Service for Control of Drugs and Psychotropic Substances -- and "promoting drug use," a crime in Russia.

Official attitudes in Russia, where the federal drug warriors called for a "tough response" to the rallies, was reflected in press coverage. "Marijuana Addicts Willing to Rally in Moscow" read one newspaper headline the day before the rally.

Similarly, if less brutally, police in Sofia, Bulgaria broke up a crowd of 400 marijuana marchers gathered in the city center in support of marijuana legalization. The marchers lacked a permit, police said. But in Prague, some 1,500 people held a march and pot party without police harassment.

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Hungarian march poster (from kendermag.hu)
But it was the march in Toronto that drew the largest reported crowds. Some 20,000 people, many openly smoking pot, marched and rallied in Canada's largest city. That's about 8,000 more than marched in Toronto last year. Led by Emery, Canada's "Prince of Pot," speaker after speaker denounced marijuana prohibition to the cheers and applause of the good-natured crowd.

"So far Canada has the gold medal for attendance," laughed Emery. "Toronto was the world's largest Global Marijuana March, and a couple of weeks ago I spoke at the 4/20 rally in Vancouver, which was also the largest in the world. I'm a real magnet for large crowds," he crowed.

For Emery, the marches send an empowering message to people around the world. "The Toronto march got huge coverage, probably more than any other single event," he told the Chronicle. Emery was especially thrilled that the official Chinese news agency Xinhua picked up the story and quoted him saying: "It's incredible that 20,000 people are meeting only 100 yards from the legislature to demand that marijuana be legalized, to celebrate our culture and to defy the law with almost open sanction of the entire City of Toronto."

"If you're reading this in China and thinking, hmmm, Tiananmen Square was a mass action defying the government -- to me, that's the biggest accomplishment of all," he said. "Hundreds of millions of Chinese can read about us, and that's really inspiring. I'm happy that message got all around the world. People are seeing that they can defy the government and get away with it. I really don't understand how the press in a censored nation like China ended up printing that line, but I'll take it."

In Australia, the Nimbin Mardi Grass festival, a three-day event, drew 10,000 people, with police "arresting" 109 people, although 60 of those were busted for marijuana, which results in a ticket, not an arrest. Police also set up roadside drug tests and irritated festival goers by riding their horses among the crowd. But while police complained of the festival's "sinister side," festival organizers reacted with ridicule. In a Tuesday press release, festival organizers noted "Police miss opportunity to arrest thousands!" While dire police press releases dominated weekend news coverage, organizers noted that the festival had "one assault, 10,000 people -- no wonder so many police prefer the mellowing affect of cannabis at festivals."

The police should just stay away, organizers argued. "There is no evidence from cannabis users that the presence of the police or the Winnebago is going to make anyone stop smoking pot. And, ten thousand at MardiGrass being so peaceful is surely the best possible example of how cannabis does not create psychosis or pose the health risk [Australian politicians] John Howard, Pyne and Abbott keep trying to say it does. While they have been blaming cannabis for mental health problems, they should have been watching the ice age coming. Still their own revenue raising drugs, alcohol and tobacco, remain the most damaging physically, mentally and socially," they concluded.

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Toronto march (courtesy Cannabis Culture)
In the US, crowds were not so large. Up to several thousand people attended the San Francisco Cannabis Awareness Day rally at City Hall Plaza over the course of a sunny afternoon, while a rally in Bakersfield drew 250 people, and one in Eureka drew a few dozen. Similar numbers were reported from across the country.

If the American Global Marijuana Marches were relatively quiet this year, so was the controversy that sometimes dogged them in the past. Some drug reformers have been critical of the marches, arguing they perpetuate negative stereotypes of marijuana users and don't advance a carefully-crafted political agenda, but this year, while there is some doubt about the marches' utility, there is little effort to discourage them.

"We've been all over the map on this issue," said National Organization for the Reform of Marijuana Law (NORML) founder Keith Stroup. Although officially retired, Stroup can still be found most days at NORML's downtown Washington, DC, office. "There have been years in which we have ignored the marches. The thinking was if they're not well-promoted and you don't get large numbers of people, you can leave the impression that only a handful of hippies care about this issue. We didn't want to reinforce negative stereotypes," he told the Chronicle.

"On the other hand, there is something impressive about this kind of grassroots activism," Stroup continued. "We certainly are no longer discouraging our folks from participating. In fact, part of the reason we changed our annual conference from the spring to the fall was to avoid conflict with state and local activists, many of whom wanted to celebrate 4/20 or the global march. Having our conference in the spring forced them to choose between the conference or the local events. This year, with the changed schedule, we probably had more state and local affiliates participating than ever before."

NORML associate director Paul Armentano told the Chronicle a dozen or so NORML chapters organized and coordinated local marches. "Our Bakersfield chapter had a big march, and we've also heard from Indianapolis and Boston and six or eight other chapters," he said.

Students for Sensible Drug Policy (SSDP), the student drug reform group with chapters on more than 100 campuses, does not take a position on the marches, but its field director, Micah Daigle, is not particularly enthused by them. "The Global Marijuana March was not even on my radar screen," he told the Chronicle. "I'm working with the chapters to try to change campus policies, and I've never found these marches to be too helpful," he said.

But SSDP won't get in the way of chapters that do want to participate, Daigle said. "Our chapters are autonomous, and we like them to take the initiative. If they want to organize around a march like that, then great. But I've always thought rallies and protests should be part of a larger campaign, and these loosely organized marches I've never found very helpful. We're also not a purely marijuana-focused organization, but if our chapters want to do something with this I encourage them to do so."

Joep Oomen heads ENCOD, the European drug reform umbrella group, and helped organize the Global Marijuana March in Antwerp. For Oomen, such events are part of a toolkit of tactics for activists. "Nobody can claim to have the single best way to make reform work," he told the Chronicle. "It is a combination of things, and the Global Marijuana Marches are an important factor because they can show people there is more to be afraid of from prohibition than from a tolerant alternative."

See you on the streets next year.

Job Opportunity at the Harm Reduction Coalition, Oakland

The Harm Reduction Coalition (HRC), a progressive advocacy and training organization at the forefront of national health and drug policy, is seeking a highly motivated Project Manager to coordinate and supervise all aspects of the DOPE Project in its Oakland, CA office. This includes grant writing; budgeting; hiring, training and supervision of Overdose Educators; coordinating and conducting trainings; establishing and maintaining relationships with community based collaborators; engaging in policy advocacy, strategic planning and evaluation activities; and other duties as needed.

The right candidate will be very comfortable with public speaking, familiar with the issues faced by injection drug using populations and supportive of harm reduction practices. The person must also be organized, self-motivated, able to read and write articulately in college level English, and able to work with little supervision. Willingness to travel within the Bay Area counties and, on a more limited basis, throughout California. Minimum two years working with injection drug users desired.

This is a full-time position (40 hours/week, limited evening and weekend hours as needed) and the salary is $45,000 annually, with health/dental benefits and paid time off.

To apply, send a detailed cover letter describing your interest in the position, resume, and writing sample by e-mail to mcquie@harmreduction.org. This position will be hired quickly, please apply as soon as possible.

HRC is an Equal Opportunity Employer. People of color, women, people living with HIV and history of drug use are encouraged to apply.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Safe Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School