Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Marijuana: Bob Barr to Lobby for Marijuana Policy Project

My, how times have changed. Less than a decade ago, former Georgia Republican Congressman Bob Barr was the bete noire of the marijuana reform movement. Now, he works for it. That's right, Bob Barr, the man who single-handedly derailed medical marijuana in Washington, DC, has been hired as a lobbyist by the Marijuana Policy Project (MPP).

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Jim and the late Cheryl Miller, with Gary Storck and Jacki Rickert, outside Bob Barr's office (
Ironically, Barr will now lobby for the rights of states to set their own medical marijuana policies without interference from the federal government. It was his 1998 "Barr Amendment" to the annual DC appropriations vote that blocked DC officials from counting the votes in that year's medical marijuana initiative, which won with 69% of the vote.

A former prosecutor in the Atlanta suburbs, Barr was always "tough on drugs," but otherwise showed civil libertarian tendencies. After being defeated in 2002 in a campaign that featured attack ads using medical marijuana patients, Barr parted ways with the Republican Party, joining the Libertarians in 2006. He also became a lobbyist for his former arch-rival, the American Civil Liberties Union.

In an interview this week with The Politico, the former arch-drug warrior explained that times have changed. "I, over the years, have taken a very strong stand on drug issues, but in light of the tremendous growth of government power since 9/11, it has forced me and other conservatives to go back and take a renewed look at how big and powerful we want the government to be in people's lives," Barr said.

Barr brings a "great deal of credibility, particularly among people on the Republican side of the aisle," MPP government relations director Aaron Houston told The Politico. "He certainly would not have been the first person I would have expected to sign off to us, but I'm very pleased that he has," Houston said. "I'm very pleased that he has come around, and I hope he serves as an example to his former colleagues."

As a newly christened MPP lobbyist, Barr is already talking the talk. There might be "legitimate medical uses of marijuana and we ought not have this knee-jerk reaction against it, and people ought to be allowed to explore," he said.

He will also lobby to kill the Office of National Drug Control Policy's youth anti-drug media campaign, which repeated studies have shown to be ineffective. "A lot of conservatives have expressed great concern over the taxpayer money that is being wasted on this poorly run advertising campaign," said Barr, who left Congress in 2003.

Medical Marijuana: New Hampshire Bill Narrowly Defeated

A bill that would have allowed ill New Hampshire residents to use medical marijuana was narrowly defeated Wednesday. The bill, HB 774, was killed on a 186-177 vote in the House.

Supporters of the bill argued that marijuana can be the only drug that works for patients with some conditions. Rep. Evelyn Merrick (D-Lancaster), who has suffered from cancer, said the treatments can be worse than the disease. "How many others must we allow to suffer needlessly?" she asked her colleagues.

But Rep. Joseph Miller (D-Durham), a retired doctor, and Rep. William Butynski (D-Hinsdale) scoffed at marijuana as medicine. "There is no such thing as medical marijuana," said Butynsk, who also worried aloud about allowing people to grow it.

Real medicine is injected, taken in pill form, or sprayed under the tongue -- not smoked -- said Miller. Besides, he added, it isn't needed. "We have ample therapeutic equivalents legally available," he said.

But while the arguments of opponents prevailed this year, chances are good that proponents of cannabis as medical will be back next year. Given the close vote this year and polling showing two-thirds support for medical marijuana in the state, the prospects are promising, said Stuart Cooper of the New Hampshire Marijuana Policy Initiative.

"This is sensible, compassionate legislation that protects our most vulnerable citizens," Cooper said in a statement after the vote. "But the close vote proves that it's only a matter of time before our elected officials give their constituents what they've asked for: an effective medical marijuana law that ensures nobody gets arrested just for battling life-threatening conditions."

Matéria: Caso “Bong Hits 4 Jesus” sobre a liberdade de expressão vai à Suprema Corte

Na segunda-feira, a Suprema Corte dos Estados Unidos ouviu a argumentação oral em um caso que determinará quanta liberdade de expressão é permitida para os estudantes das escolas públicas. De um lado está o distrito escolar de Juneau, Alaska, as associações nacionais das diretorias escolares, o ex-procurador especial Kenneth Starr e o governo. Do outro lado está o ex-estudante de Juneau, Joseph Frederick, a ACLU, a organização de reforma das políticas de drogas Students for Sensible Drug Policy e uma variedade de organizações liberais e conservadoras preocupadas com a restrição dos direitos dos estudantes a expressarem opiniões em desacordo com as políticas escolares.

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estudantes em protesto na Suprema Corte
Em 2002, o colégio secundário de Juneau permitiu que os estudantes saíssem da escola para ver a passagem do desfile olímpico. Frederick liderou um grupo de estudantes que levantou um cartaz grande e sem sentido que dizia “Bong Hits 4 Jesus” enquanto acontecia o desfile. A diretora do colégio, Deborah Morse, fez com que abaixassem o cartaz e suspendeu Frederick por 10 dias, dizendo que o cartaz infringia as políticas antidrogas do colégio. Frederick entrou com uma ação, debatendo que a decisão do colégio infringia os seus direitos da Primeira Emenda e procurando indenização de Morse. Ele perdeu no juizado federal de distrito, mas venceu sob apelação no 9º Circuito dos EUA. Com a assistência pro bono de Starr, o distrito escolar recorreu à Suprema Corte.

Embora, a primeira vista, o caso se trate de um cartaz bobo que pode ou não ter promovido o consumo de drogas, ele vai ao coração da disputa atual pela extensão dos direitos da liberdade de expressão dos estudantes nas escolas. O tribunal superior decidiu em um caso de 1969, Tinker vs. Distrito Escolar de Des Moines, que os estudantes que usassem faixas prestas nos braços para protestar contra a Guerra do Vietnã estavam protegidos pela Primeira Emenda, mas dois casos posteriores se forjaram exceções limitadas. O caso atual, Frederick vs. Morse, determinará se o tribunal superior está disposto a se forjar uma exceção da guerra às drogas também.

O SSDP estava entre uma série de grupos que apresentaram pareceres favoráveis à corte em apoio a Frederick. Em uma aliança curiosa que transcendeu a distinção esquerdista normal na política estadunidense, esses grupos incluíram a ACLU e o Fundo Lambda de Defesa Legal dos direitos dos homossexuais e também grupos conservadores que respaldam a liberdade de credo, como o Instituto Rutherford e o Alliance Defense Fund, que estavam preocupados que as escolas tentassem tomar medidas duras contra a liberdade de expressão religiosa.

“Este é um caso extremamente importante”, disse o diretor-executivo do SSDP, Kris Krane. “O que o governo e o distrito escolar estão defendendo é o direito dos administradores escolares a punir os estudantes que disserem qualquer coisa que possa ser interpretada como expressão de um sentimento positivo sobre as drogas”, disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. “Se um estudante escrever um trabalho sobre a avó que usa maconha medicinal para aliviar a dor dela com sucesso, esse estudante pode ser punido. Se os estudantes quisessem conversar sobre como as políticas de exames toxicológicos aleatórios nas escolas são ineficazes ou questionar a eficiência da Conscientização de Resistência ao Abuso de Drogas (DARE, sigla em inglês), eles podem ser punidos por esse discurso”.

A argumentação oral ficou animada na segunda-feira, com os ministros submetendo tanto Starr como o advogado de Frederick, Douglas Mertz, a um interrogatório severo. Starr discutiu que os colégios públicos deveriam poder proibir cartazes, broches ou expressões que entrem em conflito com as suas políticas antidrogas. “As drogas ilegais e a glorificação da cultura das drogas são problemas profundamente sérios para o nosso país”, disse Starr enquanto argumentava que a mensagem de Frederick promovia as drogas e que era “completamente inconsistente” com a missão educacional básica da escola.

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os censores
Isso instigou o presidente John Roberts a se preocupar com o possível alcance de tal argumento. “O problema é que os conselhos escolares se encarregam atualmente de ampliar a sua missão muito além das substâncias ilegais”, disse.

Mas, em geral, parecia que Roberts nutria simpatia pelo argumento de Starr. “Por que a sala de aula deve ser um fórum para o debate político simplesmente porque os estudantes querem pôr isso na pauta deles?” perguntou Starr.

Com a pergunta acontecendo pouco depois que Starr admitiu que Tinker “articula o ponto de referência do discurso político” de que os estudantes têm o direito de participar, a questão de Robert sugeria que o presidente achava que Tinker foi além da conta. “Supõe-se que a pauta do professor seja um pouquinho diferente e inclua coisas como ensinar Skakespeare ou o teorema de Pitágoras”, disse, acrescentando que “só porque a expressão política está na pauta dos estudantes, não tenho certeza se faz sentido ler Tinker tão geralmente como para incluir a proteção dessa expressão”.

O ministro Samuel Alito, por outro lado, parecia muito mais cético a respeito do caso do governo. Quando o subprocurador-geral Edwin Kneedler debateu que um colégio “não tem que tolerar uma mensagem que for inconsistente” com a sua missão educacional, Alito objetou.

“Acho que esse argumento é muito, muito inquietante”, respondeu Alito, “porque os colégios definiram a sua missão educacional tão vagamente que podem suprimir todos os tipos de expressão política e expressão que demonstre valores fundamentais dos estudantes com o pretexto de se livrarem da expressão que for inconsistente com suas missões educacionais”.

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Mary Beth Tinker do famigerado Tinker vs. Des Moines
Starr tentou lidar com tais preocupações debatendo a favor de uma exceção da guerra às drogas na Primeira Emenda. “A corte não precisa generalizar além” da questão das drogas, disse. Starr também argumentou que o cartaz era “prejudicial” para a missão da escola. Segundo o precedente em Tinker, a expressão prejudicial pode ser restringida.

Mas, o ministro David Souter questionou o argumento de Starr. “Posso entender que, se eles levantassem o cartaz em sala de aula, isso seria prejudicial”, disse Souter, “mas, o que prejudicou na calçada?... Me parece só uma declaração provocativa de um moleque”.

O ministro Anthony Kennedy, que freqüentemente é voto de Minerva no tribunal superior, mostrou muito mais simpatia pelo trabalho dos colégios para fazer frente ao consumo de drogas, argumentando que o cartaz de Frederick era prejudicial. “Foi completamente prejudicial para a mensagem que o colégio queria promover e completamente prejudicial para a imagem do colégio que eles queriam retratar ao patrocinarem as Olimpíadas”, disse.

Quando chegou a vez dele, o advogado de Frederick, Douglas Mertz, discutiu que o caso é muito mais geral do que as drogas. “É um caso sobre a liberdade de expressão. Não é um caso sobre as drogas”, disse.

“É um caso sobre dinheiro”, interrompeu o presidente Roberts, aludindo à responsabilidade pessoal da diretora Morse por indenização monetária.

O ministro Antonin Scalia caçoou do argumento de Mertz. “Esta é uma fala muito, muito – com todo o devido respeito – ridícula. De onde o senhor tirou essa fala?” Para Scalia, até o argumento de Starr de que as escolas podem suprimir a expressão contrária às suas missões educacionais não ia longe o bastante. “Qualquer colégio”, propôs, “pode suprimir a expressão que defender a infração da lei”.

Na segunda-feira, nem toda a ação na Suprema Corte aconteceu lá dentro. O SSDP liderou uma manifestação de estudantes e simpatizantes fora do tribunal que apareceu em todas as redes de notícias da TV a cabo e quase todos os grandes jornais no país que cobriram a matéria – e a maioria fez isso – publicaram fotos dos manifestantes com suas estórias.

“Trouxemos estudantes do segundo grau de todo o país, inclusive dois de Dakota do Sul que tinham sido suspensos por usarem camisetas que apoiavam as iniciativas de maconha medicinal do ano passado, a fim de demonstrarmos apoio aos direitos dos estudantes à liberdade de expressão em relação às questões das políticas de drogas”, disse Krane do SSDP. “Além destes estudantes e dos nossos contatos locais, uma série de alunos que visitavam a Suprema Corte em excursões se uniram à manifestação conosco”, acrescentou.

“Estávamos tentando mudar o foco do cartaz bobo ‘Bong Hits’ para a questão da liberdade de expressão que isto é”, disse Krane do SSDP. “Fizemos um cartaz grande que dizia ‘Free Speech 4 Students’ [Liberdade de Expressão para os Estudantes] e fizemos com que os estudantes segurassem cartazes que diziam o mesmo. Até o ponto em que a mídia se concentrou na gente, tivemos mais sucesso do que podíamos ter imaginado”.

Eric Sterling, presidente da Criminal Justice Policy Foundation e integrante da diretoria do SSDP, disse a Debra Saunders do San Francisco Chronicle em uma coluna publicada na Terça-feira que ele achava que a Corte “sustentaria e revogaria” a decisão do Nono Circuito, decidindo que a suspensão infringia os direitos de Frederick, mas que Morse não podia ser responsabilizada pessoalmente.

Espera-se o parecer do caso em junho.

(Visite a nossa publicação pós-manifestação no blog para ver mais fotos do evento.)

South America: Bolivia Moves to Block Coca Crop Expansion

The Bolivian government announced Tuesday a new plan to confront the expansion of coca farming in national parks and areas protected under national law. Under the plan, aimed at growers in the traditional coca-producing Yungas area near La Paz, local coca grower unions will be responsible for ensuring that production does not spread.

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coca leaves drying by highway, Chapare
According to the Bolivian Information Agency, government officials had been visiting the Yungas since last month to announce the changes, which include banning new planting in fields that have been abandoned for two years or more.

The government of President Evo Morales, a former coca grower himself, has made progress in reducing conflict between coca growers and the government in the Chapare, his native region, but tensions have been rising in the Yungas. While Morales has expanded the amount of coca that can be grown in the Chapare, that has not been the case in the Yungas.

Under Morales' "coca, yes; cocaine, no" policy, the Bolivian government is seeking to end forced eradication of coca crops and replace it with "rationalization," or negotiated eradication of excess crops. The idea is to reduce social conflict by bringing coca growers into the decision-making process rather than imposing eradication on them.

"The farmers' unions, as the smallest units of social organization in the tropics of Cochabamba (Chapare) and the Yungas of La Paz, assume direct responsibility for preventing the cultivation of coca leaf in fields that have been abandoned by their owners for more than two years," said the proposal from the Deputy Minister of Social Defense and Controlled Substances, Felipe Caceres.

The plan also includes marketing the coca crop for licit uses and support for interdiction work aimed at disrupting the cocaine traffic.

Law Enforcement: The Drug War Dominates Grand Jury Action in One Ohio County

Ashtabula County, Ohio, sits in the far northeast corner of the state, adjacent to Cleveland. With slightly more than 100,000 people, 95% of them white, there is not a whole lot of criminal justice system activity going on. Without drug prohibition, there would be even less.

Last Friday, the Ashtabula County grand jury issued indictments for 15 people. One was a sex offender who failed to register, two assaulted a police officer, one was charged with attempted murder, one was charged with auto theft, and one was charged with felonious assault. That's six out of 15 indictments.

The remaining nine indictments were drug-related. The charges included possession of methamphetamine, possession of cocaine, possession of crack cocaine (2), possession of methadone, possession of meth precursors (2), marijuana distribution, and cocaine distribution.

In other words, people charged with simple drug (or precursor) possession accounted for nearly half of all criminal indictments in Ashtabula County last week, and drug-related charges constituted 60% of all indictments. With an end to drug prohibition, or at least an end to arresting drug users, the Ashtabula County court house would be a much quieter place. And while the figures may vary from jurisdiction to jurisdiction, it's pretty much the same all over.

Oferta de Livro: Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics

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Normalmente, quando publicamos a resenha de um livro no boletim informativo Crônica da Guerra Contra as Drogas, ela tem leitores, mas não está entre os artigos mais visitados na página. Recentemente, presenciamos uma grande exceção a essa regra quando mais de 1.400 de vocês leram a nossa resenha do novo livro “Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy” [Mentiras, Malditas Mentiras e as Estatísticas da Guerra às Drogas: Uma Análise Crítica das Afirmações Feitas pelo Gabinete de Política Nacional de Controle das Drogas]. Grande parte dessa leitura aconteceu durante uma emana que teve outros artigos muito populares também, então, claramente, o tópico deste livro, de autoria dos respeitados acadêmicos Matthew Robinson e Renee Scherlen, tocou na ferida. Como deveria.

Por favor, ajude a DRCNet a continuar o nosso trabalho de desacreditar as mentiras da guerra às drogas com uma doação generosa. Se a sua doação for de $32 ou mais, lhe enviaremos uma cópia grátis do livro de Robinson e Scherlen para ajudá-lo a desacreditar as mentiras da guerra às drogas também.

Durante as próximas semanas, vou escrever no blog da nossa página sobre coisas que aprendi lendo Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics. Fique ligado!

A sua doação ajudará a DRCNet enquanto avançamos no que pensamos ser um plano incrível de dois anos para fazermos progressos consideráveis na reforma das políticas de drogas e na causa de acabar com a proibição globalmente e nos EUA. Por favor, faça uma doação generosa hoje para ajudar a causa! Sei que você sentirá que o dinheiro foi bem gasto depois de ver o que a DRCNet está preparando. O nosso formulário eletrônico de doação lhe permite doar por cartão de crédito, por PayPal ou imprimir um formulário para enviar junto com o seu cheque ou ordem de pagamento. Por favor, repare que as contribuições à Drug Reform Coordination Network ou Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas, a nossa entidade de lobby, não são dedutíveis do imposto de renda. As doações dedutíveis podem ser feitas para a Fundação DRCNet, a nossa ala de conscientização. (Escolher um presente como Lies, Damn Lies, and Drug Statistics reduzirá a parte de sua doação que você pode deduzir pelo custo no varejo do artigo.) Ambos os grupos recebem a correspondência dos membros em: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Obrigado pelo seu apoio e esperamos ter notícias suas em breve.

Sinceramente,


David Borden
Diretor-Executivo

P.S.: Você pode ler a resenha do livro escrita pelo editor da Crônica, Phil Smith, aqui.

Law Enforcement: Atlanta Police Change Policies in Wake of Fatal Drug Raid

The Atlanta Police Department has announced a series of policy changes in the wake of a botched November drug raid that left a 92-year-old woman dead and three undercover officers wounded. According to Chief Richard Pennington, the changes are necessary to protect both citizens and officers in cases where police are relying on informants.

In the November raid in which Kathryn Johnston was shot and killed after opening fire on undercover officers breaking down her door, police said a confidential informant led them to the home. The man police named as the informant has since denied leading them there and has said police asked him to lie about it after the raid occurred.

Fulton County prosecutors have said they will pursue murder indictments against the officers involved. The FBI is also investigating.

"I think a lot of times, some of these things could have been avoided" had the new reforms been in place, Pennington told a downtown press conference Tuesday.

While the federal investigation continues, Pennington said the department would not wait to implement reforms. "We're going to wait for the FBI investigation, but I thought it was incumbent on us to see what we can do to ensure this is not going to happen again," he said.

Pennington said the department would nearly double the size of its narcotics unit, from 16 to 30 officers, and will rotate them off the drug squad every few years to prevent complacency. [Editor: They're increasing the size of the unit after they killed a 92-year old woman?!?!? Doubling it?!?!?!?!?!?] The department will also drug test all 1,800 of its officers.

More to the point, Pennington announced that all applications for "no-knock" warrants, like that obtained in the Johnston case, must now be approved by officers with the rank of major or higher. Applications for regular search warrants must now be approved by an officer with the rank of lieutenant or higher. Previously, lower ranking officers could approve "no-knock" warrants and drug raids.

Also, police supervisors must now witness any payments to confidential informants, and informants must now undergo "integrity checks" to ensure their truthfulness. Police must now photograph informants as they enter a drug location to make a buy, Pennington added.

Matéria: Alarmismo Atinge um Destacado Jornal Britânico

Os observadores cuidadosos da imprensa britânica estão acostumados com o grotesco dos tablóides. Até uma revisão superficial das matérias sobre as drogas na imprensa britânica revela manchetes ofegantes - "Maconheiro na Vergonha das Drogas", "Viciada em Heroína em Tragédia das Drogas" - e declarações alarmistas assombrosas. Só nesta semana, o tablóide Liverpool Echo advertiu que "cannabis SUPERforte tão potente que uma tragada pode causar esquizofrenia está sendo cultivada pelas gangues narcotraficantes de Merseyside".

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a imprensa do Reino Unido: descambando para o alarmismo
Junto com modelos fazendo topless, anúncios da loteria e fofoca, espera-se encontrar matérias escabrosas sobre as drogas nos tablóides. Outra coisa é quando um dos jornais mais sérios da Grã-Bretanha se joga na lama com os tablóides, mas foi exatamente o que aconteceu no domingo quando o Independent voltou atrás a respeito da cannabis. Há uma década, o jornal adventício lançou uma campanha para legalizar a erva, mas nesta semana disse que estava errado. Em uma série de artigos inaugurada pelo editorial "Cannabis: An Apology" [Cannabis: Um Pedido de Desculpas], o jornal disse que o surgimento de variedades poderosas de cannabis como o skunk e o aumento das provas de problemas de saúde mental para os fumantes instigaram a sua retratação.

"Em 1997, este jornal lançou uma campanha para descriminalizar a droga", começou dizendo o editorial escrito por Jonathan Owen. "Se tivéssemos sabido então o que podemos revelar hoje... Números recordes de adolescentes estão exigindo tratamento químico como resultado do fumo de skunk, a variedade altamente potente de cannabis que é 25 vezes mais forte do que a resina vendida há uma década. Mais de 22.000 pessoas foram tratadas no ano passado pela dependência da cannabis - e quase metade dos afetados era menor de 18 anos. Com médicos e especialistas em drogas advertindo que o skunk pode causar tantos danos como a cocaína e a heroína, levando a problemas de saúde mental e psicose para milhares de adolescentes, no domingo The Independent voltou atrás hoje em sua campanha referencial a favor da descriminalização do consumo de cannabis".

O jornal também citou "provas crescentes de que o skunk causa doença mental e psicose" e estatísticas que mostram "que o número de jovens em tratamento quase dobrou" entre 2005 e 2006. E outra vez com o skunk: "O skunk fumado pela maioria dos jovens britânicos não tem relação nenhuma com a resina da cannabis - com um aumento de 25 vezes na quantidade do principal ingrediente psico-ativo, o tetrahidrocannabinol (THC), tipicamente encontrado no início dos anos 1990".

O jornal também citou diversos especialistas acadêmicos que estiveram na vanguarda da campanha para provar que a cannabis traz sérias conseqüências para a saúde mental. De acordo com o professor Robin Murray do London Institute for Psychiatry, o consumo de cannabis responde por 10% de todos os casos de esquizofrenia no Reino Unido. "O número de pessoas que consome cannabis pode não estar crescendo, mas o que as pessoas estão ingerindo é muito mais poderoso, então há uma questão de saber se daqui a alguns anos poderemos ver pessoas adoecendo como conseqüência disso".

The Independent também citou o professor Neil McKeganey do Centre for Drug Misuse Research da Universidade de Glasgow, propagandista antidrogas veterano. "Podemos presenciar, durante os próximos 10 anos, números crescentes de jovens em sérias dificuldades", disse.

Porém, os defensores da reforma da legislação sobre as drogas e os especialistas acadêmicos em maconha ficaram indignados e consternados pela nova posição do Independent e sua aparente queda na reportagem do tipo tablóide. "Isto lembra muito o pânico pela potência nos EUA há alguns anos", disse Steve Rolles da Transform Drug Policy Foundation de Londres, que, no início desta semana, escreveu uma publicação altamente crítica sobre a mudança de curso do Independent. "Se se pegar a cannabis menos potente de uma era e se ela for comparada com a mais forte da era atual, dá para fazer esse argumento de 25:1, mas isso simplesmente não representa a realidade. É justo dizer que tem havido um aumento na prevalência da cannabis mais potente cultivada em lugares fechados, mas o Independent escolheu seletivamente os dados. O que eles fizeram foi exagerar extremamente para fazê-lo parecer um problema maior do que é, e isso é tanto ciência ruim quanto jornalismo preguiçoso".

"É uma das tentativas mais ridículas e flácidas para justificar a proibição que já vi", disse Allen St. Pierre, diretor-executivo da National Organization for the Reform of Marijuana Laws (NORML). "A mídia do Reino Unido está resguardada por um alarmismo incrível para o qual até os Estados Unidos não são páreos atualmente. Eu mantenho um arquivo chamado jornalismo ruim. É um dossiê bem grande, mas nunca acrescentei tanto material como no domingo passado. Esse skunk de que eles tanto falam deve ser extremamente forte; veja só o efeito incrivelmente deletério que só escrever sobre ele causa no poder das pessoas de pensarem racionalmente", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas.

O Dr. Mitchell Earleywine, professor de psicologia na Universidade Estadual de Nova Iorque em Albany e autor de "Understanding Marijuana: A New Look at the Scientific Evidence” [Entendendo a Maconha: Um Novo Olhar para as Provas Científicas], caçoou das afirmações do Independent sobre a potência e o vínculo entre a maconha e a esquizofrenia. "Provavelmente, há um aumento de duas a três vezes na potência em média", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Estimativas dos anos 1970 são prováveis subestimativas porque não compreendíamos como o armazenamento em armários de provas quentes da polícia degradava o THC. A maior parte das estimativas de então estava em torno de 1% de THC. Quando damos às pessoas uma maconha que tenha 1% de THC no laboratório, é tão fraca que conseguem uma dor de cabeça e acham que receberam um placebo. Obviamente, a planta não teria ficado tão popular se só desse dores de cabeça".

Mesmo se a cannabis for mais forte hoje, não se deduz daí que é mais arriscado, e a potência maior pode ser melhor, acrescentou Earleywine. "A suposição tácita de que mais potente equivale a mais perigoso também está errada. Os dados sobre a euforia subjetiva que as pessoas obtêm sugerem que as pessoas não estão se inebriando mais do que de costume", indicou. "Elas podem acabar fumando menos, usando menos cannabis conseqüentemente, e, portanto, limitando as chances de desenvolverem quaisquer sintomas respiratórios. Apesar de o consumo de cannabis não aumentar o risco de câncer de pulmão, pode aumentar os casos de tosse, sibilância, etc. Aqueles que fumarem a cannabis mais potente tendem a dar tragadas menores e depositar menos fumaça em seus pulmões".

Earleywine também questionou a ciência por trás da afirmação de vínculo entre a maconha e a esquizofrenia. "O óbvio, que a maconha não causa esquizofrenia, mas que os esquizofrênicos gostam de maconha, tende a aplicar-se aqui", disse. "Os estudos duradouros freqüentemente fazem o bom trabalho de avaliarem a psicose no final do período, mas o trabalho ruim de avaliarem os sintomas no início do estudo. Agora, há cerca de cinco estudos longos que sugerem aumentos em 'transtornos psicóticos' ou 'transtornos de espectro esquizofrênico' em pessoas que são usuárias inveteradas de cannabis em um período muito prematuro da vida. Também há seis estudos para mostrar mais sintomas de transtornos de personalidade do tipo esquizofrênico, a doença rara e inutilizante que afeta cerca de 1% da população", disse.

"O melhor argumento contra esta idéia vem dos trabalhos que mostram que a esquizofrenia afeta 1% da população em todos os países e em todas as eras, apesar da quantidade de cannabis que foi consumida na época ou até dez anos antes", acrescentou Earleywine.

A suposta relação com a esquizofrenia é mais exagerada, disse Rolles. "Nada mudou tanto. Os perigos associados com a cannabis têm sido documentados durante anos. Certos grupos, particularmente os adolescentes e as pessoas que têm problemas preexistentes de saúde mental, podem ter problemas se usarem cannabis", admitiu. "Mas, mais uma vez, isto é mais uma seleção das estatísticas, o alarmismo usado para justificar a proibição. Exageram-se os perigos. Vemos que isto acontece uma e outra vez com todas as drogas".

Quanto às afirmações do Independent de que a cannabis potente está levando a números recordes de jovens britânicos ao tratamento químico, Rolles mantinha o mesmo ceticismo. "A experiência nos Estados Unidos é instrutiva", disse. "Lá, o seu secretário antidrogas fala sobre números enormes de jovens em tratamento por problemas relacionados à cannabis, mas se se der uma olhada nos números, a maioria deles é encaminhada pelos tribunais. O mesmo acontece aqui".

"Esta coisa da esquizofrenia é própria da Inglaterra e, em menor medida, da Austrália", disse St. Pierre da NORML. "O principal defensor desta tese, o pesquisador Robin Murray, está literalmente tentando criar um novo mito ao redor da cannabis. Parece que temos um novo mito mais ou menos em todas as décadas. Nos anos 1930, a maconha te deixava louco; nos anos 1940, te tornava criminoso; nos anos 1950, te fazia querer usar drogas pesadas; nos anos 1960, te tornava hippie ou comunista radical; nos anos 1970, te deixava apático ou desmotivado. Agora, temos esta última versão - a de que a cannabis é uma fonte de psicose. A maneira pela qual a mídia britânica tem acreditado nisto é uma desgraça", disse.

"Empiricamente, este é um dos mitos sobre a maconha mais fáceis de derrubar", disse St. Pierre. "De Londres, praticamente dá para ver a Holanda, um país em que a cannabis está prontamente disponível e é bem potente. Se um centésimo do que eles afirman fosse verdade, estar-se-ia caminhando sobre cadáveres em Amsterdã".

St. Pierre observou que a conexão maconha-esquizofrenia não migrou para os Estados Unidos. "Cadê a Associação Estadunidense de Psicologia?, cadê a Associação Estadunidense de Psiquiatria?" perguntou. "Eles deveriam ser os aliados naturais dos britânicos nisto, mas não são porque isto é um completo absurdo".

Como a NORML, a Transform é um grupo que trabalha para acabar com a proibição da maconha. As organizações britânicas da saúde mental têm um ponto de vista diferente. "Agora sabemos que a cannabis pode precipitar problemas de saúde mental e fumá-la quando se é menor de 18 anos pode dobrar as chances de desenvolver psicose", disse um porta-voz do grupo Rethink, que lida com a saúde mental, à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "O governo deve fazer investimentos em uma campanha de saúde pública em grande escala para que os jovens saibam que a cannabis não está livre de riscos".

Embora a Rethink tenha liderado a ofensiva a favor da maior consciência dos perigos da cannabis através da sua a href="http://www.rethink.org/how_we_can_help/campaigning_for_change/cannabis_and_mental_illness/index.html" target=_blank_>Campanha Cannabis e Doença Mental, o grupo não está defendendo a reclassificação da droga. Ao invés disso, acha que a sua classificação atual como droga de Classe C é adequada.

Isso não é o que o parlamentar Paul Flynn acha. As provas dos possíveis danos não mudam a dinâmica subjacente de sua posição antiproibicionista. "O meu ponto de vista é exatamente o mesmo. A proibição não funciona", disse. "É muito pior ter o mercado controlado por criminosos perigosos do que isso seja controlado apropriadamente".

E assim se agita o debate sobre a cannabis na Grã-Bretanha.

Reportaje: El Estupro en las Prisiones y la Guerra Contra las Drogas

Las agresiones sexuales contra prisioneros son un problema endémico en los Estados Unidos, no aislado, la guerra contra las drogas está empeorando el problema y los presos de la guerra a las drogas están entre aquellos que tienen más chances de volverse víctimas, de acuerdo con un informe lanzado el jueves. El informe, "Stories from Inside: Prisoner Rape and the War on Drugs” [Relatos Desde Adentro: Los Estupros de Presos y la Guerra Contra las Drogas], es del grupo de derechos humanos Stop Prisoner Rape, que llama la violación de prisioneros “una crisis de derechos humanos de magnitud asombrosa”.

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tapa del informe de la SPR
Hay dificultades en obtener números ciertos para un crimen en que la humillación, el estigma, el temor de la retaliación – y quizá el temor de apuro o acción judicial de los funcionarios – inhibe la denuncia, pero de acuerdo con informes preliminares de la Agencia de Estadísticas de la Justicia, que está armando un sistema nacional y anónimo de denuncias, 4% de los prisioneros informaron ser sexualmente agredidos el año pasado. De acuerdo con el sondeo citado en el informe, hasta 20% de presos y 25% de las presas han sido víctimas de agresión sexual en la cárcel o en la prisión. Con una población carcelaria y penal aproximándose ahora de los 2,3 millones, el número de víctimas puede estar en los cientos de miles.

Para los presos, el padrón más común es la agresión sexual cometida por otros presos. Para las presas, frecuentemente pasa la agresión sexual cometida por guardias u otros empleados de la prisión.

Aun los números informados pueden ser bajos, de acuerdo con algunos expertos. El Dr. Terry Kupers, un psiquiatra especializado en salud mental en la prisión y especialmente en la salud mental de los prisioneros que han sido agredidos sexualmente, le dijo a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas que los números pueden ser mucho más altos.

“Mi estimativa es que sea mucho más diseminado que lo que las estadísticas muestran”, dijo Kupers, que ha hecho publicaciones frecuentes sobre el estupro en la prisión y ha depuesto como testigo experto en nombre de víctimas de violación en la prisión. “Creo que el dato de 20% es bajo por dos motivos. Primero, la gente no informa porque le tiene miedo al estigma. Los hombres sienten que eso no es digno de los hombres y no lo admiten. También hay el temor de retaliación en la prisión, o del personal o de los demás prisioneros. Segundo, mucha actividad sexual no es definida como estupro por los participantes. Un hombre joven y bonito entra en la prisión y un preso más viejo le dice ‘Voy a tener relaciones contigo y si estás de acuerdo no te pegaré y te protegeré de los demás prisioneros’. El joven está de acuerdo y se vuelve una pareja ‘voluntaria’, pero eso es estupro, es coerción por miedo. Esos chicos pueden decir que no están siendo violados, pero lo están”.

Lo que le pasó a Chance Martin en 1973 no fue algo bonito, pero tampoco fue fuera de lo común. El joven universitario de Indiana fue arrestado en una fiesta en un hotel después que otro invitado dejó un pedazo de hachís en el vestíbulo y lo botaron a la Cárcel de la Comarca de Lake en Crown Point. Allí, él fue atacado y agredido sexualmente por otros seis internos en una celda común sin supervisión.

General pop era una celda grande que abrigaba a 40 hombres”, recontó en el informe. “Era media noche cuando llegué allí. Mis compañeros de celda estaban todos aguardando el juicio o cumpliendo sentencias municipales. Uno era un hombre rubio con bigotes cuyo rostro estaba hecho pedazos – y que se quedaba estrictamente quieto. Encontrándome desesperado en mi litera, un interno insistió que me juntara a un juego de cartas para ‘animarme’. El juego duró apenas tres manos. Entonces se volvió una exigencia de sexo. Eran hechas amenazas que señalaban el ejemplo del compañero de celda con el rostro golpeado.

“Haciendo entenderse, cuatro otros internos me golpearon en las costillas con palos de escoba y de fregona. Intenté pedir ayuda. Varias veces me quitaron el aliento. Enroscado en el suelo, mis brazos protegían mi cabeza. Recordaciones oscuras me hacen acordar que fui llevado a una litera oscurecida por sábanas del ejército en el extremo de la celda del gabinete de carceleros. Un hombre me dijo, ‘Ahora tienes que darme cabeza’. Nunca había escuchado el término antes. Lo más asustador era que no tenía ni la menor idea de lo que iba a pasar hasta que ya había sucedido. Que bien que sólo había seis tipos. Seis es sólo lo mejor de mi recuerdo. Podrían haber sido muchos más. No me acuerdo de sus rostros, excepto de unos dos. Yo ni siquiera vi la mayor parte de sus rostros.

“Había una supervisión casi cero en aquella celda. Ningún guardia tenía línea de visión para aquella celda. El gabinete de los guardias quedaba en el extremo de un corredor en la ala de las celdas y su televisión estaba prendida durante 24 horas los siete días de la semana”

Desde la cárcel, Martin se alistó en las fuerzas armadas y se fue a Vietnam como parte de un acuerdo para evitar más tiempo tras rejas. Allá, él empezó a tomar mucho y a usar drogas, un padrón que él mantuvo cuando regresó a los Estados Unidos. Él sufría de problemas emocionales y arruinó tres matrimonios. Ahora, él es un activista por la justicia social en San Francisco y trabaja en una oficina de abogacía durante el día y se las arregla viviendo en un bloque de departamentos de baja renta por la noche.

“Ha pasado mucho tiempo y no tengo más pesadillas sobre eso, pero aún puedo sentir el pánico y tiendo a no confiar en las personas”, le dijo Martin a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Sospecho de segundas intenciones cuando la gente se porta bien. No logro crear relaciones interpersonales concretas. No soy un caso perdido, pero es algo que siempre está ahí”, dijo.

Aunque Martin confidenciara su estupro a sus amigos, él no habló de eso en público hasta que se vio en la situación de intentar explicar su ingreso al Ejército durante la Guerra de Vietnam a un reportero del San Francisco Chronicle que lo entrevistaba sobre su activismo al relente. “Una de las personas de la Stop Prisoner Rape leyó eso y me contactó y, poco tiempo después, me volví un defensor sobreviviente”, se rió. “Se intenta crear algo bueno a partir de una experiencia negativa. Esto está pasando todos los días y estoy haciendo cualquier cosa que pueda para impedir que eso le suceda al prójimo”.

Como habitante de San Francisco, Martin ahora es portador de un carné de usuario de marihuana medicinal. “Sabía cuando llegué aquí que había estado esperando mi vida entera por un lugar como éste”, dijo. “No era un criminal cuando estaba fumando hachís en secundaria y no soy un criminal ahora. Pero, por la guerra a las drogas, me quitaron mis derechos humanos más básicos y fui sometido a una agresión brutal que me dejó con problemas que duraron años”.

El neoyorquino Michael Piper no fue violado, pero fue violentamente atacado mientras evitaba una tentativa fracasada en la cárcel en Tempe, Arizona, en 1974, después que él fue arrestado por tenencia de restos. El ataque lo dejó con lesiones serias en la cabeza y un compromiso con el cambio. “Mi vida ha sido un desafío en muchos sentidos y ese ataque fue parte de experimentar la vida por lo que ella es”, le dijo a la Crónica. “Pronunciarme es parte de mi motivación. Pero a mí no me gusta el papel de la víctima; no lo interpreto”, dijo. “Ese ataque aumentó mi resiliencia”.

Ello también endureció su conducta respecto de la guerra a las drogas. “El consumo de drogas es una opción personal”, dijo, ensalzando las virtudes de varias plantas. “Cuando reconocemos que no somos las víctimas de las drogas y que ellas no son algo de que debamos ser protegidos, entonces podemos alterar nuestro ambiente y responsabilizarnos por la manera que vivimos. Es una violación de la ley natural cuando un gobierno dice que no puedo interactuar con una semilla que es una dádiva del Creador”.

Marilyn Shirley fue enviada a la prisión federal en 1998 por acusaciones relacionadas con la metanfetamina después que un cliente del taller de autos suyo y de su marido intentó pagar su cuenta con la droga. Ella fue estuprada por un agente penal. En una vuelta rara, ella pudo verlo preso después de mantener escondidos durante varios meses el pantalón que estaba usando.

“No le conté a nadie en la prisión, excepto a mi jefa de soldadura y le juré guardar el secreto”, le dijo Shirley a la Crónica. “Sentía que no podía confiar en ninguno de ellos. Pero, cinco minutos después que me libertaron, me fui a pie a la administración de la prisión y dije ‘¿Estoy libre?’ y la señora me dijo ‘sí’ y le entregué el pantalón con su DNA en ello. Ellos llamaron al FBI inmediatamente y ahora él mismo está cumpliendo 12 años”.

Aun con su atormentador tras rejas, no es fácil para Shirley. “Tengo ataques graves de pánico, tengo que consultar a dos psiquiatras, tomo cinco tipos distintos de medicación”, dijo.

En cuanto a Martin y Piper, la experiencia de Shirley la ha llevado a pronunciarse. “No se puede mantener eso reprimido dentro de sí; te mata”, dijo. “Fui a público porque sentía que podría dar confianza a otras personas si así lo hiciera. Algo tiene que cambiar. Es tan fácil terminar en la prisión; hoy día, no es necesario casi nada. Puede ser tu esposa, tus hijos, tu madre”.

“Escuchamos relatos como estos de sobrevivientes de todo el país diariamente”, dijo Lovisa Stannow, codirectora ejecutiva de la Stop Prisoner Rape. “Es la crisis de los derechos humanos más diseminada y negada en el país y es alarmante en muchos niveles”, le dijo ella a la Crónica. “El estupro en la prisión es una forma de tortura, una violación de los derechos humanos. Nadie debería tener que pasar por eso como parte de su sentencia. También se sabe muy bien que los presos que son abusados sexualmente sufren de ese trauma durante años o décadas. Siempre conversamos con personas que, años después, aún no logran funcionar”.

“Ellos padecen de Estrés Postraumático”, dijo el Dr. Kupers. “Hay un término no oficial que usamos, síndrome de respuesta al estupro. Los efectos del estupro o del abuso sexual pueden durar la vida entera, son muy serios y causan mucho pesar. Como en la Guerra de Vietnam, hay mucha bebida y fumo de marihuana, y no sabemos cuánto de ello es automedicación. Hay muchas personas afectadas que no lo perciben”, dijo.

Es peor en la prisión, dijo. “Una de las cosas que lo agrava tanto para los prisioneros es el cautiverio. Si eres estuprado, intentas hacer cosas para que estés seguro, te alejas o te mudas de casa, pero cuando estás en la prisión no se puede hacer eso. Peor aún, eres mantenido en cautiverio sexual, en el que te vuelves la mujer o gamberro de otro preso, un infierno repetitivo de abuso sexual”.

“Escogimos destacar el papel de la guerra a las drogas en esto porque sentimos que el vínculo no había sido hecho”, dijo Stannow de la Stop Prisoner Rape. “En virtud de la guerra contra las drogas, hemos presenciado una tremenda hinchazón de la población de las prisiones, con medio millón preso por acusaciones de delitos de drogas y cientos de miles más por infracciones relacionadas con las drogas. Las prisiones están superpobladas y eso crea las condiciones para la violencia sexual. Y muchos infractores no violentos de la legislación antidroga entran en el perfil de los internos objetivados para la violencia sexual – jóvenes, no violentos, inexperientes cuando se trata de la vida en la prisión – y corren mucho peligro”.

Eso no tiene que ser así. Los cambios pueden y deberían ser hechos tanto en las políticas institucionales dentro de las prisiones como en el abordaje de los EE.UU. a las políticas de drogas en general, dijo Stannow.

“En gran parte, la violencia sexual en la prisión es un problema administrativo. En una prisión bien administrada, no hay violencia sexual desenfrenada”, señaló. “Una cosa que necesita ser hecha inmediatamente es asegurarse de que nuestras prisiones y cárceles sean seguras, para que los internos no sean agredidos. Los funcionarios correccionales pueden hacer esto con la clasificación y el abrigo adecuados y tomando medidas inmediatas cuando alguien haya sido agredido. Ellos pueden asegurar también que los internos que hayan sufrido abusos reciban asesoramiento y acceso al tratamiento médico. Hay mucha cosa que puede ser hecha a escala institucional”, dijo.

Cambiar las políticas dentro de las prisiones es crítico, debatió Stannow. “Recibimos cientos de cartas por año de sobrevivientes y una en cuatro viene de Tejas”, dijo. “Por el otro lado, como la Cárcel de la Comarca de San Francisco, tenemos políticas muy buenas en vigor para tratar del estupro de presos y de la violencia sexual. Hay vastas diferencias entre las prisiones y los sistemas penales por todo el país y estamos preocupados con los estados en que recibimos un número muy grande de denuncias”, dijo.

“Pero, también necesitamos reducir el índice de encarcelación para las personas condenadas por infracciones no violentas de la legislación antidroga”, prosiguió Stannow. “Necesitamos tomar los programas de tratamiento y encaminamiento en serio y no mandar todos automáticamente a la prisión”.

Reportaje: Caso “Bong Hits 4 Jesus” sobre la libertad de expresión va a la Corte Suprema

El lunes, la Corte Suprema de los Estados Unidos escuchó la argumentación oral en un caso que determinará cuánta libertad de expresión es permitida para los estudiantes de las escuelas públicas. En un lado está el distrito escolar de Juneau, Alaska, las asociaciones nacionales de las directorias escolares, el ex fiscal especial Kenneth Starr y el gobierno. En el otro lado está el ex estudiante de Juneau, Joseph Frederick, la ACLU, la organización de reforma de las políticas de drogas Students for Sensible Drug Policy y una variedad de organizaciones liberales y conservadoras preocupadas con la restricción de los derechos de los estudiantes a expresar opiniones en desacuerdo con las políticas escolares.

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estudiantes en protesta en la Corte Suprema
En 2002, el colegio secundario de Juneau permitió que los estudiantes salieran de la escuela para ver el paso del desfile olímpico. Frederick lideró un grupo de estudiantes que levantó un letrero grande y sin sentido que decía “Bong Hits 4 Jesus” mientras pasaba el desfile. La directora del colegio, Deborah Morse, tiró abajo el letrero y suspendió a Frederick por 10 días, diciendo que el letrero infringía las políticas antidrogas del colegio. Frederick demando, debatiendo que la decisión del colegio infringía sus derechos de la Primera Enmienda y buscando indemnización de Morse. Él perdió en el juzgado federal de distrito, pero venció bajo apelación en el 9° Circuito de los EE.UU. Con la asistencia pro bono de Starr, el distrito escolar recurrió a la Corte Suprema.

Aunque, a primera vista, el caso se trate de un letrero tonto que puede o no haber promovido el consumo de drogas, ello va al corazón de la disputa corriente por la extensión de los derechos de la libertad de expresión de los estudiantes en las escuelas. El tribunal superior decidió en un caso de 1969, Tinker vs. Distrito Escolar de Des Moines, que los estudiantes que usaran tiras negras para protestar contra la Guerra del Vietnam estaban protegidos por la Primera Enmienda, pero dos casos posteriores se han forjado excepciones limitadas. El caso actual, Frederick vs. Morse, determinará si el tribunal superior está dispuesto a forjarse una excepción de la guerra a las drogas también.

El SSDP estaba entre una serie de grupos que presentaron escritos favorables a la corte en apoyo a Frederick. En una alianza curiosa que transcendió la distinción izquierdista normal en la política estadounidense, esos grupos incluyeron la ACLU y el Fondo Lambda de Defensa Legal de los derechos de los homosexuales y también grupos conservadores que respaldan la libertad religiosa, como el Instituto Rutherford y el Alliance Defense Fund, que estaban preocupados que las escuelas intentaran tomar medidas duras contra la libertad de expresión religiosa.

“Éste es un caso extremamente importante”, dijo el director ejecutivo del SSDP, Kris Krane. “Lo que el gobierno y el distrito escolar están defendiendo es el derecho de los administradores escolares a castigar a los estudiantes que digan cualquier cosa que pueda ser interpretada como expresión de un sentimiento positivo sobre las drogas”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Si un estudiante escribe un trabajo sobre la abuela que usa marihuana medicinal para aliviar su dolor con éxito, ese estudiante puede ser castigado. Si los estudiantes quisieran conversar sobre cómo las políticas de exámenes toxicológicos aleatorios en las escuelas son ineficaces o cuestionar la eficiencia de la Concienciación de Resistencia al Abuso de Drogas (DARE, sigla en inglés), ellos pueden ser castigados por ese discurso”.

La argumentación oral estuvo animada el lunes, con los ministros sometiendo tanto a Starr como al abogado de Frederick, Douglas Mertz, a un interrogatorio severo. Starr discutió que los colegios públicos deberían poder prohibir letreros, broches o expresiones que entren en conflicto con sus políticas antidrogas. “Las drogas ilegales y la glorificación de la cultura de las drogas son problemas profundamente serios para nuestro país”, dijo Starr mientras argumentaba que el mensaje de Frederick promovía las drogas y que era “completamente inconsistente” con la misión educacional básica de la escuela.

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los censores
Eso instigó el presidente John Roberts a preocuparse con el posible alcance de dicho argumento. “El problema es que las juntas escolares se encargan actualmente de ampliar su misión mucho más allá de las sustancias ilegales”, dijo.

Pero, en general, parecía que Roberts simpatizaba con el argumento de Starr. “¿Por qué la clase debe ser un foro para el debate político simplemente porque los estudiantes quieren poner eso en su agenda?” preguntó Starr.

Con la pregunta ocurriendo justo después que Starr admitió que Tinker “articula el punto de referencia del discurso político” de que los estudiantes tienen el derecho de tomar parte, la cuestión de Roberts sugería que el presidente creía que Tinker se pasó. “Se supone que la agenda del profesor sea un poquito diferente e incluya cosas como enseñar Shakespeare o el teorema de Pitágoras”, dijo, añadiendo que “sólo porque la expresión política está en la agenda de los estudiantes, no estoy seguro si tiene sentido leer Tinker tan generalmente como para incluir la protección de esa expresión”.

El ministro Samuel Alito, por el otro lado, parecía mucho más escéptico respecto al caso del gobierno. Cuando el subprocurador general Edwin Kneedler debatió que un colegio “no tiene que tolerar un mensaje que sea inconsistente” con su misión educacional, Alito objetó.

“Creo que ese argumento es muy, muy inquietante”, contestó Alito, “porque los colegios han definido su misión educacional tan vagamente que pueden suprimir todos tipos de expresión política y expresión que demuestre valores fundamentales de los estudiantes con el pretexto de librarse de la expresión que sea inconsistente con sus misiones educacionales”.

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Mary Beth Tinker del famoso Tinker vs. Des Moines
Starr intentó tratar de dichas preocupaciones debatiendo en pro de una excepción de la guerra a las drogas en la Primera Enmienda. “La corte no necesita generalizar más allá” de la cuestión de las drogas, dijo. Starr también argumentó que el letrero era “perjudicial” para la misión de la escuela. Según el precedente en Tinker, la expresión perjudicial puede ser restringida.

Pero el ministro David Souter cuestionó el argumento de Starr. “Puedo comprender que, si ellos desplegaran el letrero en una clase, eso sería perjudicial”, dijo Souter, “pero ¿qué perjudicó en la vereda?... Me parece solamente una declaración provocativa de un chiquillo”.

El ministro Anthony Kennedy, que frecuentemente es el voto de calidad en el tribunal superior, mostró mucho más simpatía por las labores de los colegios para contrarrestar el consumo de drogas, argumentando que el letrero de Frederick era perjudicial. “Fue completamente perjudicial para el mensaje que el colegio quería promover y completamente perjudicial para la imagen del colegio que ellos querían retratar al auspiciar las Olimpíadas”, dijo.

Cuando le tocó a él, el abogado de Frederick, Douglas Mertz, discutió que el caso es mucho más general que las drogas. “Es un caso sobre la libertad de expresión. No es un caso sobre las drogas”, dijo.

“Es un caso sobre dinero”, interrumpió el presidente Roberts, aludiendo a la responsabilidad personal de la directora Morse por indemnización monetaria.

El ministro Antonin Scalia se burló del argumento de Mertz. “Éste es un renglón muy, muy – con todo el debido respeto – ridículo. ¿De dónde sacó usted ese renglón?” Para Scalia, aun el argumento de Starr de que las escuelas pueden suprimir la expresión contraria a sus misiones educacionales no iba suficientemente lejos. “Cualquier colegio”, propuso, “puede suprimir la expresión que defienda la infracción de la ley”.

El lunes, no toda la acción en la Corte Suprema sucedió adentro. El SSDP lideró una manifestación de estudiantes y simpatizantes fuera del tribunal que apareció en todas las redes de noticias de la TV a cable y casi todos los grandes periódicos en el país que cubrieron el reportaje – y la mayoría lo hizo – publicaron fotos de los manifestantes con sus historias.

“Trajimos a estudiantes de secundaria de todo el país, incluso dos de Dakota del Sur que habían sido suspendidos por usar polos que apoyaban las iniciativas de marihuana medicinal del año pasado, a fin de demostrar apoyo a los derechos de los estudiantes a la libertad de expresión respecto de las cuestiones de las políticas de drogas”, dijo Krane del SSDP. “Además de estos estudiantes y de nuestros contactos locales, una serie de escolares que visitaban la Corte Suprema en excursiones se unieron a la manifestación con nosotros”, añadió.

“Estábamos intentando mudar el enfoque del letrero tonto ‘Bong Hits’ para la cuestión de libertad de expresión que esto es”, dijo Krane del SSDP. “Hicimos una pancarta grande que decía ‘Free Speech 4 Students’ [Libertad de Expresión para los Estudiantes] e hicimos que los estudiantes sujetaran carteles que decían lo mismo. Hasta el punto en que los medios se concentraron en nosotros, tuvimos más éxito que podíamos haber imaginado”.

Eric Sterling, presidente de la Criminal Justice Policy Foundation e integrante de la directoria del SSDP, le dijo a Debra Saunders del San Francisco Chronicle en una columna publicada el martes que él creía que la Corte “sostendría y revocaría” la decisión del Noveno Circuito, fallando que la suspensión infringía los derechos de Frederick, pero que Morse no podía ser responsabilizada personalmente.

Se espera el fallo del caso en junio.

(Visite nuestra publicación postmitin en la bitácora para ver más fotos del evento.)

Reportaje: Alarmismo Asesta un Destacado Periódico Británico

Los observadores cuidadosos de la prensa británica están acostumbrados a lo grotesco de los tabloides. Aun una revisión superficial de los reportajes sobre las drogas en la prensa británica revela titulares jadeantes – “Fumón en la Vergüenza de las Drogas”, “Heroinómana en Tragedia de las Drogas” – y declaraciones alarmistas pasmosas. Sólo esta semana, el tabloide Liverpool Echo advirtió que “cannabis SUPERfuerte tan potente que una bocanada puede causar esquizofrenia está siendo cultivado por las pandillas narcotraficantes de Merseyside”.

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la prensa del Reino Unido: deslizando para el alarmismo
Junto con modelos en topless, anuncios de la lotería y cotilleo, se espera encontrar reportajes escabrosos sobre las drogas en los tabloides. Otra cosa es cuando uno de los periódicos más serios de Gran Bretaña se tira a la mugre con los tabloides, pero fue exactamente lo que pasó el domingo cuando el Independent se volvió atrás respecto al cannabis. Hace una década, el periódico advenedizo lanzó una campaña para legalizar la hierba, pero esta semana dijo que estaba equivocado. En una serie de artículos inaugurada por el editorial "Cannabis: An Apology" [Cannabis: Un Pedido de Disculpas], el periódico dijo que el surgimiento de variedades poderosas de cannabis como el skunk y el aumento de las pruebas de problemas de salud mental para los fumadores instigaron su retractación.

“En 1997, este periódico lanzó una campaña para despenalizar la droga”, empezó diciendo el editorial escrito por Jonathan Owen. “Si hubiéramos sabido entonces lo que podemos revelar hoy día... Números récordes de adolescentes están exigiendo tratamiento químico como resultado del fumo de skunk, la variedad altamente potente de cannabis que es 25 veces más fuerte que la resina vendida hace una década. Más de 22.000 personas fueron tratadas el año pasado por la adicción al cannabis – y casi mitad de los afectados era menor de 18 años. Con médicos y expertos en drogas advirtiendo que el skunk puede causar tantos daños como la cocaína y la heroína, llevando a problemas de salud mental y psicosis para miles de adolescentes, el domingo The Independent se ha vuelto atrás hoy en su campaña referencial a favor de la despenalización del consumo de cannabis”.

El periódico también citó “pruebas crecientes de que el skunk causa enfermedad mental y psicosis” y estadísticas que muestran “que el número de jóvenes en tratamiento casi dobló” entre 2005 y 2006. Y otra vez con el skunk: “El skunk fumado por la mayoría de los jóvenes británicos no tiene ninguna relación con la resina de cannabis – con un aumento de 25 veces en la cantidad del principal ingrediente psicoactivo, el tetrahidrocannabinol (THC), típicamente encontrado a principios de los años 1990”.

El periódico también citó a diversos especialistas académicos que han estado en la vanguardia de la campaña para probar que el cannabis tiene serias consecuencias para la salud mental. De acuerdo con el profesor Robin Murray del London Institute for Psychiatry, el consumo de cannabis responde por 10% de todos los casos de esquizofrenia en el Reino Unido. “El número de personas que consume cannabis puede no estar creciendo, pero lo que las personas están ingiriendo es mucho más poderoso, entonces hay una cuestión de saber si de aquí a algunos años podremos ver personas enfermándose como consecuencia de eso”.

The Independent también citó al profesor Neil McKeganey del Centre for Drug Misuse Research de la Universidad de Glasgow, propagandista antidroga veterano. “Podemos presenciar, durante los próximos 10 años, números crecientes de jóvenes en serias dificultades”, dijo.

Pero los defensores de la reforma de la legislación sobre las drogas y los expertos académicos en la marihuana quedaron indignados y consternados por la nueva posición del Independent y su aparente caída en el reportaje del tipo tabloide. “Esto recuerda mucho el pánico por la potencia en los EE.UU. hace algunos años”, dijo Steve Rolles de la Transform Drug Policy Foundation de Londres, que a principios de esta semana escribió una publicación altamente crítica sobre el cambio de curso del Independent. “Si se toma el cannabis menos potente de una era y se lo compara con el más fuerte de la era actual, se puede hacer ese argumento de 25:1, pero eso simplemente no representa la realidad. Es justo decir que ha habido un aumento en la prevalencia de cannabis más potente cultivado en interiores, pero el Independent escogió selectivamente los datos. Lo que ellos hicieron fue exagerarlo extremadamente para hacerlo parecer un problema más grande de lo que es, y eso es tanto mala ciencia como periodismo perezoso”.

“Es uno de los intentos más ridículos y flácidos para justificar la prohibición que ya he visto”, dijo Allen St. Pierre, director ejecutivo de la National Organization for the Reform of Marijuana Laws (NORML). “Los medios del Reino Unido están resguardados por un alarmismo increíble que aun los Estados Unidos no están a la altura en el presente momento. Yo mantengo un fichero llamado mal periodismo. Es un dossier bien grande, pero nunca añadí tanto material como el domingo pasado. Ese skunk de que ellos tanto hablan debe ser extremamente fuerte; mire el efecto increíblemente deletéreo que sólo escribir sobre ello causa en el poder de las personas de pensar racionalmente”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas.

El Dr. Mitchell Earleywine, profesor de sicología en la Universidad Estadual de Nueva York en Albany y autor de "Understanding Marijuana: A New Look at the Scientific Evidence” [Entendiendo la Marihuana: Una Nueva Mirada a las Pruebas Científicas], se burló de las afirmaciones del Independent sobre la potencia y el vínculo entre la marihuana y la esquizofrenia. “Probablemente hay un aumento de dos a tres veces en la potencia por término medio”, le dijo él a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “Estimativas de los años 1970 son probables subestimativas porque no comprendíamos cómo el almacenamiento en armarios de pruebas calientes de la policía degradaba el THC. La mayor parte de las estimativas de entonces estaba en torno de 1% de THC. Cuando le damos a la gente una marihuana que tenga 1% de THC en el laboratorio, es tan débil que se consiguen un dolor de cabeza y creen que han recibido un placebo. Obviamente, la planta no se habría vuelto tan popular si sólo diera dolores de cabeza”.

Aun si el cannabis es más fuerte hoy día, no se deduce de ahí que es más arriesgado, y la potencia mayor puede ser mejor, añadió Earleywine. “La suposición tácita de que más potente equivale a más peligroso también está equivocada. Los datos sobre la euforia subjetiva que las personas obtienen sugieren que la gente no se está colocando más que solía hacerlo”, indicó. “Ellas pueden terminar fumando menos, usando menos cannabis consecuentemente, y, por lo tanto, limitando las chances de desarrollar cualesquier síntomas respiratorios. Pese a que el consumo de cannabis no aumente el riesgo de cáncer de pulmón, puede aumentar los casos de tos, sibilancia, etcétera. Aquellos que fuman el cannabis más potente tienden a dar bocanadas menores y depositar menos humo en sus pulmones”.

Earleywine también cuestionó la ciencia por detrás de la afirmación de vínculo entre la marihuana y la esquizofrenia. “Lo obvio, que la marihuana no causa esquizofrenia, pero que a los esquizofrénicos les gusta la marihuana, tiende a aplicarse aquí”, dijo. “Los estudios duraderos a menudo hacen el buen trabajo de evaluar la psicosis al final del período, pero el mal trabajo de evaluar los síntomas al principio del estudio. Ahora, hay cerca de cinco estudios largos que sugieren aumentos en ‘trastornos sicóticos’ o ‘trastornos de espectro esquizofrénico’ en personas que son usuarias inveteradas de cannabis en un período muy temprano de la vida. También hay seis estudios para mostrar más síntomas de trastornos de personalidad del tipo esquizofrénico, la enfermedad rara e inutilizante que afecta cerca de 1% de la población”, dijo.

“El mejor argumento contra esta idea viene de los trabajos que muestran que la esquizofrenia afecta 1% de la población en todos los países y en todas las eras, a pesar de la cantidad de cannabis que fue consumida en la época o hasta diez años antes”, añadió Earleywine.

La presunta relación con la esquizofrenia es más exagerada, dijo Rolles. “Nada ha cambiado tanto. Los peligros asociados con el cannabis han sido documentados durante años. Ciertos grupos, particularmente los adolescentes y la gente que tiene problemas preexistentes de salud mental, pueden tener problemas si usan cannabis”, admitió. “Pero, más una vez, esto es más una selección de las estadísticas, el alarmismo usado para justificar la prohibición. Se exageran los peligros. Vemos que esto pasa una y otra vez con todas las drogas”.

En cuanto a las afirmaciones del Independent de que el cannabis potente está llevando a números récordes de jóvenes británicos al tratamiento químico, Rolles mantenía el mismo escepticismo. “La experiencia en los Estados Unidos es instructiva”, dijo. “Allá, su secretario antidroga habla sobre números enormes de jóvenes en tratamiento por problemas relacionados con el cannabis, pero si se echa un vistazo a los números, la mayoría de ellos es encaminada por los tribunales. Lo mismo sucede aquí”.

“Esta cosa de la esquizofrenia es propia de Inglaterra y, en menor medida, de Australia”, dijo St. Pierre de la NORML. “El principal defensor de esta tesis, el investigador Robin Murray, está literalmente intentando crear un nuevo mito alrededor del cannabis. Parece que tenemos un nuevo mito más o menos en todas las décadas. En los años 1930, la marihuana te volvía loco; en los años 1940, te volvía criminal; en los años 1950, te hacía querer usar drogas duras; en los años 1960, te volvía hippie o comunista radical; en los años 1970, te dejaba apático o desmotivado. Ahora tenemos esta última versión – la de que el cannabis es una fuente de psicosis. La manera por la cual los medios británicos han creído en esto es una desgracia”, dijo.

“Empíricamente, éste es uno de los mitos sobre la marihuana más fáciles de derribar”, dijo St. Pierre. “Desde Londres, prácticamente se puede ver los Países Bajos, un país en que el cannabis está prontamente disponible y es bien potente. Si un centésimo de lo que ellos afirman fuera verdad, se estaría caminando sobre cadáveres en Ámsterdam”.

St. Pierre observó que la conexión marihuana-esquizofrenia no ha migrado a los Estados Unidos. “¿Dónde está la Asociación Estadounidense de Sicología?, ¿dónde está la Asociación Estadounidense de Psiquiatría?” preguntó. “Ellos deberían ser los aliados naturales de los británicos en esto, pero no lo son porque esto es un completo absurdo”.

Como la NORML, la Transform es un grupo que trabaja para terminar la prohibición de la marihuana. Las organizaciones británicas de la salud mental tienen un punto de vista distinto. “Ahora sabemos que el cannabis puede precipitar problemas de salud mental y fumarlo cuando se es menor de 18 años puede doblar las chances de desarrollar psicosis”, le dijo un vocero del grupo Rethink, que trata de la salud mental, a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas. “El gobierno debe hacer inversiones en una campaña de salud pública en gran escala para que los jóvenes sepan que el cannabis no está libre de riesgos”.

Aunque Rethink haya liderado la carga a favor de la mayor conciencia de los peligros del cannabis a través de su Campaña Cannabis y Enfermedad Mental, el grupo no está defendiendo la reclasificación de la droga. En cambio, cree que su clasificación actual como droga de Clase C es adecuada.

Eso no es lo que el parlamentario Paul Flynn cree. Las pruebas de los posibles daños no cambian la dinámica subyacente de su posición antiprohibicionista. “Mi punto de vista es exactamente el mismo. La prohibición no funciona”, dijo. “Es mucho peor tener el mercado controlado por criminales peligrosos que ello sea controlado apropiadamente”.

Y así se agita el debate sobre el cannabis en Gran Bretaña.

Oferta de Libro: Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics

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Normalmente cuando publicamos la reseña de un libro en el boletín informativo Crónica de la Guerra Contra las Drogas, ella tiene lectores, pero no está entre los artículos más visitados en la página web. Recientemente presenciamos una gran excepción a esa regla cuando más de 1.400 de ustedes leyeron nuestra reseña del nuevo libro “Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy” [Mentiras, Malditas Mentiras y las Estadísticas de la Guerra a las Drogas: Un Análisis Crítico de las Afirmaciones Hechas por el Gabinete de Política Nacional de Control de las Drogas]. Gran parte de esa lectura ocurrió durante una semana que tuvo otros artículos muy populares también, entonces, claramente, el tópico de este libro, de autoría de los respetados académicos Matthew Robinson y Renee Scherlen, pegó bien. Cómo debería.

Por favor, ayude la DRCNet a seguir nuestro trabajo de desacreditar las mentiras de la guerra a las drogas con una donación generosa. Si su donación es de $32 o más, le enviaremos una copia gratis del libro de Robinson y Scherlen para ayudarle a desacreditar las mentiras de la guerra a las drogas también.

Durante las próximas semanas, voy a escribir en la bitácora de nuestra página web sobre cosas que he aprendido leyendo Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics. ¡Esté atento!

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Gracias por su apoyo y esperamos tener noticias suyas pronto.

Sinceramente,


David Borden
Director Ejecutivo

P.D.: Usted puede leer la reseña del libro escrita por el editor de la Crónica, Phil Smith, aquí.

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Sólo más otra semana de corrupción en el aparato judiciario-legal relacionada con la prohibición de las drogas. Una policía de Nueva York es atrapada con un alijo en su cajón de ropa interior, un policía de Ohío recibe algunos cargos malos, más guardias de prisión se ponen gananciosos y un ex policía de St. Paul va a la prisión.

Pero antes que vayamos a ello, necesitamos hacer un par de correcciones. La semana pasada, incluimos brevemente a un ex fiscal de Wisconsin que fue preso con marihuana y equipamiento de cultivo en nuestro salón de la vergüenza. No deberíamos haberlo hecho. Él fue un fiscal hace mucho, mucho tiempo y sólo por un breve período, y aunque fuera acusado de manufactura y entrega de marihuana, no está claro que él estuviera traficando. Pedimos disculpas a Gene Radcliffe.

Hace más de un año, incluimos el fiscal de Arizona, William Reckling, en la lista de bandidos de la ley. No deberíamos haberlo incluido. Lo vimos como fiscal hipócrita que usaba drogas él mismo, pero eso no sucedía. Tras toparse tardíamente con nuestro artículo, Reckling escribió para clarificar que él era un fiscal municipal, que, diferentemente de los fiscales de distrito o de comarca, no procesa criminalmente. Además, escribió Reckling, él comparte nuestros puntos de vista sobre la crueldad y la futilidad de la guerra a las drogas y su experiencia con la aprehensión lo ha desanimado tanto de su patria que él se va a ir a los climas más amantes de la libertad de Centroamérica. Suerte.

El resumen semanal de policías corruptos debe ser solamente ése. A veces queda bien claro; a veces es más subjetivo. En general, no incluimos a policías que fueron atrapados usando o teniendo drogas. Aunque la gente que arresta a personas por hacer lo mismo que ellos hacen en su tiempo libre pueda cualificarse como hipócrita, eso no la vuelve corrupta. ¿Dónde fijar el límite? Esta semana, incluimos a un policía de Ohío que hasta ahora sólo ha sido arrestado por acusaciones de tenencia con base en afirmaciones en la orden de búsqueda de que él estaba traficando. A estas alturas, ese policía es un caso dudoso. Ahora, si nos topamos con un juez o un fiscal que está persiguiendo a infractores de la legislación antidroga durante la noche, pero olfateando carreras en casa, probablemente lo incluiremos también, sólo por la hipocresía absoluta de ello. Creo que esperamos un padrón ligeramente más alto de ellos que de los policías y guardias de prisión. Son decisiones de juicio, pero así hemos intentando tomarlas hasta el momento. Muy bien, vamos a ello:

En la Ciudad de Nueva York, una oficial novata de la Policía de Nueva York fue arrestada el 15 de marzo después que la policía, que ejecutaba una orden de búsqueda en su casa, encontró un alijo grande de drogas en su cajón de ropa interior. La oficial Carolina Salgado, 30, fue arrestada tras una averiguación de un mes de las ventas de drogas hechas cerca de la casa que ella compartía con su enamorado, Nelson Fernández, un reputado pandillero de Latin Kings. Durante la búsqueda de su casa, la policía encontró 150 bolsitas de marihuana, dos bolsas de cocaína, $3,000 y un montón de pertrechos de Latin Kings. Pese a que Salgado y Fernández no estuvieran en casa en el momento, la policía los encontró en un auto en las cercanías. En el auto, la policía encontró otras 15 bolsas de marihuana y más dos bolsas de cocaína. Salgado enfrenta cargos de poner en peligro el bienestar de un niño (tres niños sin adultos presentes estaban en casa cuando ésta fue allanada) y tenencia de drogas.

En Toledo, Ohío, un oficial de la policía de Toledo fue arrestado el sábado por tenencia de drogas y acusaciones relacionadas. El oficial Bryan Traband, 36, y otro hombre fueron arrestados en el hogar de Traband después que la policía, que cumplía una orden de búsqueda, encontró cocaína y marihuana. De acuerdo con la orden de búsqueda, el mes pasado la policía recibió dos pistas de que Traband estaba involucrado en la venta y el consumo de drogas, pero las autoridades sólo lo han acusado hasta ahora por tenencia de cocaína, marihuana, pertrechos para consumo de drogas y por permitir abuso químico. El veterano con 13 años de servicios prestados ha dimitido y está en libertad bajo fianza por mérito personal.

En Amite, Luisiana, un auxiliar del sherif de la Parroquia de Tangapahoa que trabajaba como guardia de la cárcel municipal fue arrestado el 15 de marzo tras estar de acuerdo en contrabandear crack y vodca a un interno. De acuerdo con los funcionarios federales, el segundo Harris Robertson ha confesado contrabandear artículos prohibidos a la cárcel en por lo menos 10 ocasiones desde septiembre y recibir de $100 a $300 por entrega. Robertson cayó después que alguien dio una pista de que estaba entregando drogas, alcohol, teléfonos celulares y comida a los presos y los federales le hicieron un montaje. Un agente que fingía ser el amigo de un interno le dio a Robertson 15 gramos de crack, dos botellas de la vodca Grey Goose y $300 por su labor. Robertson fue arrestado tras aceptar los bienes y el dinero. Ahora él puede recibir una sentencia de hasta 40 años de prisión por las acusaciones federales de tenencia con la intención de distribuir crack.

En Sacramento, California, un ex guardia de prisión estadual se confesó culpable el viernes de contrabandear metanfetamina a una prisión en la Comarca de Amador. John Charles Whittle, 47, un veterano de 22 años de la Secretaría de Corrección y Rehabilitación de California, cayó después que los investigadores de asuntos internos interceptaron un paquete enviado a la casa de Whittle y descubrieron que contenía 10 gramos de metanfetamina escondidos dentro de un osito de peluche. Cuando los agentes llegaron, Whittle ya había quitado la metanfetamina y la había escondido en un chaleco de guardas de prisión a prueba de cuchillazos. Whittle admitió que él recibió $5,150 de amigos de internos para contrabandear drogas a la Prisión Estadual de Mule Creek. Él estuvo de acuerdo en no recibir sus lucros y ahora aguarda una fecha de condenación el 19 de abril, cuando puede recibir hasta dos años de prisión.

En St. Paul, Minnesota, un sargento jubilado de la policía de St. Paul fue sentenciado a cinco años de prisión el viernes pasado por acusaciones de tráfico de metanfetamina. El sargento jubilado Clemmie Tucker podía haber enfrentado pena de prisión perpetua después que fue atrapado recogiendo una carga de metanfetamina en el terminal de Greyhound Bus en Minneapolis. El se confesó culpable en septiembre de tenencia con la intención de distribuir más de 500 gramos de metanfetamina. La jueza de juzgado de distrito federal, Joan Ericksen, dijo que ella iba a darle a Tucker un “crédito considerable” en la condenación porque él no tenía antecedentes y poca probabilidad de reincidir, pero le dio algunos años “porque las drogas son muy nocivas”.

Marihuana Medicinal: Proyecto de Minnesota Es Aprobado por Segundo Penal de la Cámara

El lunes, miembros de un comité de la Cámara de Minnesota votaron en la aprobación de un proyecto de ley sobre la marihuana medicinal a pesar de las objeciones del aparato judiciario-legal. El Comité de Seguridad Pública y Derecho Civil de la Cámara aprobó el proyecto, el HF655, en una votación de 11 a 8. El proyecto ya ha sido aprobado por el Comité de Sanidad y Servicios Humanos de la Cámara y ahora se dirige hacia el Comité de Finanzas de la Cámara.

Un proyecto paralelo en el Senado fue aprobado por el Comité de Sanidad, Vivienda y Familia del Senado hace un mes. Actualmente está en el Comité del Senado sobre el Judiciario.

El proyecto permitiría que los pacientes gravemente enfermos consumieran marihuana tras obtener la recomendación de un médico e inscribirse junto al estado. Pero en un esfuerzo para tratar de las preocupaciones de la ley, el comité de seguridad pública enmendó el proyecto para que los pacientes no puedan cultivar su propia oferta. En cambio, organizaciones no gubernamentales autorizadas tendrían permiso para cultivar hasta 12 plantas y aprox. 75 gramos por paciente.

El contingente de la ley se manifestó con vigor en la audiencia del comité. “Áreas inmediatas y obvias de preocupación incluyen los conflictos existentes con la ley federal, el potencial para el acceso y el abuso de los jóvenes y el potencial para que esta acción sea usada como plataforma para la legalización de la marihuana en gran escala”, le dijo Mitch Winzetl de la Asociación de los Jefes de Policía de Minnesota a KARE TV 11 News en Minneapolis-St. Paul.

“Fumar es nocivo para el cuerpo humano en cualquier forma y es particularmente nocivo cuando se trata de la marihuana, que tiene químicos considerablemente más peligrosos que el tabaco”, dijo el fiscal de la Comarca de Dakota, James Backstrom.

Pero aunque los miembros del comité intentaran aliviar las preocupaciones de la ley enmendando el proyecto susodicho, ellos parecieron más conmovidos por la deposición de pacientes como Don Haumont, que padece de cáncer de hígado y otros achaques. Él les dijo a los legisladores que sólo una cosa lo ayuda: la marihuana.

“Yo comía más, ganaba peso, me sentía más saludable, sentía que podía cuidarme, podía hacer cosas”, dijo. “Podía trabajar y ser productivo”. Como ex residente de California, Haumont dijo que podía fumar legalmente allí. “Entonces, cuando me mudé para acá, era más difícil obtenerla y la calidad era inferior”, dijo.

Aunque la ley y el gobernador Tim Pawlenty (R) se opongan al proyecto, ello está logrando apoyo bipartidario en la legislatura. “Se trata más de una coalición de izquierda y derecha, la cual yo creo ser un proyecto muy bueno que Minnesota debería devenir el 13° estado a aprobar”, dijo el diputado Steve Sviggum (R-Kenyon), que ya se opuso a dicha medida.

Once estados tienen programas de marihuana medicinal en funcionamiento. Nuevo México está a punto de volverse el 12° así que el gobernador Bill Richardson (D) firme el proyecto que fue aprobado allá la semana pasada.

El Mostrador de Caramelos: Georgia Lista para Prohibir las Ventas de Piruletas con Sabor de Marihuana a los Niños

Según un proyecto aprobado por la Cámara de Diputados de Georgia el martes, los vendedores podrán ser prohibidos pronto de vender piruletas, chicles y cualquier otro caramelo aromatizado para tener sabor de marihuana a los niños. El proyecto, el HB 280, pasó rapidísimo por la Cámara, siendo aprobado por una margen de 133-26.

El proyecto tiene miras a los negocios que venden caramelos con nombres inspirados en drogas como “Pot Suckers” y “Kronic Kandy”. Dichos productos son aromatizados con el aceite esencial del cáñamo para crear el sabor de marihuana, pero no contienen cantidades mensurables de THC, el ingrediente psicoactivo en la marihuana.

Si es aprobado por el Senado, Georgia devendría el primer estado a promulgar dicha prohibición. La venta de caramelos con sabor de marihuana ya ha sido ilegalizada en la ciudad de Chicago, en la Comarca de Suffolk, en Nueva York y en partes de la Comarca de Alameda, California.

“Este tipo de producto está siendo llevado a recitales como el viejo polo que está siendo comerciado en la calle”, dijo la diputada estadual republicana Judy Manning de Marieta, la ponente del proyecto. “Están siendo vendidos por $4 a $8 cada. Es bien caro y bien perjudicial para nuestros niños”.

El proyecto de Manning dice que los caramelos promueven el consumo de drogas y promueven la “falsa impresión de que la marihuana es divertida y segura”. Prohíbe la venta de “productos sabor marihuana” a menores, con los infractores sujetos a una multa de $1,000 por cada violación.

Atlanta es el hogar de la Coca-Cola. Como le dijo el coordinador nacional de contacto de la Vote Hemp , Tom Murphy, a la DRCNet en un correo-e, “Esto te hace pensar si ellos pensarían en prohibir una gaseosa sabor coca. Es vendida a niños y...”

Murphy también indicó un equívoco cometido por el New York Times en un artículo que apareció el miércoles: El Times dijo que los caramelos eran hechos con aceite de semilla de cáñamo – un ingrediente usado en muchos productos alimenticios que no tienen sabor de marihuana –, a diferencia del ingrediente real de los caramelos, el aceite esencial de cáñamo.

La Vote Hemp está respaldando un proyecto del Senado estadual, el SB 258, que crearía una exención para los alimentos hechos de cáñamo.

Europa: Clamor por autorización de la adormidera medicinal crece entre parlamentarios británicos

Docenas de parlamentarios (MPs, sigla en inglés) británicos están convocando al primer ministro Tony Blair a permitir que los agricultores afganos eviten lo que ellos llaman de una carencia mundial de analgésicos opiáceos. Unos 40 parlamentarios, incluso los líderes conservadores de la oposición, Michael Ancram, Bill Cash y sir Malcolm Rifkind, están instando a Blair a apoyar el programa piloto liderado por la ONU para autorizar el cultivo de adormideras afganas para el mercado medicinal.

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los artículos del traficante de opio (foto del editor de la Crónica, Phil Smith, durante la visita de septiembre de 2005 a Afganistán)
Afganistán es el productor dominante de adormideras del mundo, respondiendo por más de 90% de la cosecha global el año pasado. Se espera que la cosecha de este año crezca aún más. El gobierno afgano y sus defensores de la OTAN y de los EE.UU. están intentando suprimir el cultivo, pero hacerlo amenaza socavar la labor general de combate a la insurgencia contra el resurgente Talibán.

El pedido de los parlamentarios ocurrió en una moción parlamentaria la semana pasada. La moción sucedió dos semanas después de la revelación de que el Ministerio del Interior de Gran Bretaña había pensado en dicha propuesta, pero que había desistido en vista de la oposición implacable de los gobiernos estadounidense y afgano. Según el tratado OTAN-EE.UU., Gran Bretaña está encargada de la responsabilidad por la lucha contra la adormidera, pero a pesar de gastar más de $400 millones en los últimos cuatro años, tanto la adormidera como el Talibán se han expandido.

El pedido de los parlamentarios británicos es el más reciente a hacer eco de una propuesta de 2005 del instituto de consultoría europeo en defensa y políticas de drogas, el Consejo Senlis, que pidió el desvío de la producción de adormideras ilícitas destinadas a ser transformadas en heroína para el mercado negro hacia los mercados medicinales lícitos, especialmente en los países más pobres del Sur. Aunque no sea adoptada por ningún gobierno, excepto Italia, el clamor por esta idea radical sigue creciendo.

Europa: Ahora la Buprenorfina, Sucedáneo de la Heroína, Está Disponible en Escocia

Una agencia del gobierno escocés ha aprobado el consumo del sucedáneo de la heroína, la buprenorfina, como sustituto para los usuarios de heroína incapaces de ingerir la metadona, el sucedáneo más común. Ahora, la forma en píldora de la droga, la Suboxona, está disponible a través del Servicio Nacional de Sanidad.

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cuadro europeo desactualizado de disponibilidad de la buprenorfina, de la página web del EMCDDA
Pese a que la buprenorfina sea bastante usada en Inglaterra, Europa y Australia, y esté disponible con restricciones en los Estados Unidos, ella ha estado prohibida en Escocia desde mediados de los años 1980 porque había sido abusada por usuarios que la calentaban y la inyectaban para colocarse. Pero, de acuerdo con su fabricante, la Suboxona irá a causar síntomas de abstinencia si inyectada, aliviando los temores de abuso.

El Consorcio Médico Escocés, la agencia que decide cuáles drogas pueden ser prescritas, ha aprobado la Suboxona sólo para los pacientes para quienes la metadona no es propicia. También requiere que la manutención con Suboxona ocurra solamente “dentro de un armazón de tratamiento médico, social y psicológico”.

Los expertos en drogas entrevistados por el periódico The Scotsman creían en general que eso era bueno, pese a que por lo menos uno defendiera la abstinencia. La decisión fue aclamada como “adición útil” por David Liddell, director del Scottish Drugs Forum. Andrew Horne, de la institución caritativa de tratamiento químico Addiction Scotland, dijo: “Creemos que es una alternativa útil y que complementará la labor de rehabilitación que hacemos”.

Pero la manutención es “parte del problema”, dijo Neil McKeganey, profesor de pesquisa del mal uso de drogas en la Universidad de Glasgow. “Tenemos un gran número de personas que usan medicaciones sucedáneas y he aquí otro sucedáneo; todavía nos dejará con poquísimos tratamientos químicos concentrados en la abstinencia”.

Búsqueda en la Red

Informe: The Consequences Aren't Minor: The Impact of Trying Youth as Adults and Strategies for Reform [Las Consecuencias No Son Menores: El Impacto de Juzgar a Jóvenes como Adultos y las Estrategias para la Reforma], Campaign for Youth Justice

Vídeo: La parlamentaria canadiense Libby Davies en la reciente conferencia inaugural del CSSDP

Save Bernie's Farm!, campaña del paciente de marihuana medicinal y víctima de la guerra a las drogas, Bernie Ellis

actualización de la Drug Truth, 16 de marzo de 2007:
Cultural Baggage: Phil Smith de la Stop The Drug War (DRCNet) informa sobre el viaje reciente a Perú y Bolivia, el abogado Joe Alford + Terry Nelson de la LEAP, los Hechos de la Guerra a las Drogas y la Perspectiva Negra (MP3)
Century of Lies: El profesor William Martin del Instituto James A. Baker de Estudios Sobre Políticas + Eric Sterling y Maia Szalavitz (MP3)

¿Dónde está el ultraje? La cobertura de Schiavo vs. la lucha de Raich para seguir viva, Silja Talvi, la bitácora Women in Media and News

Veterans Suffering from Trauma are Turning to Drugs, and Even Suicide [Veteranos que Padecen de Traumas Están Volviéndose Hacia las Drogas y Aun al Suicidio], Asha Bandele de la DPA y Tony Newman en el Huffington Post

Semanal: Esta Semana en la Historia

23 de marzo de 1983: El vicepresidente George Herbert Walker Bush es encargado del Sistema Nacional de Interdicción de Estupefacientes en las Fronteras, que debería haber estancado el flujo de drogas en todas las fronteras de los EE.UU. Veinticinco años después las drogas siguen ampliamente disponibles por todos los Estados Unidos.

25 de marzo de 1994: El pastor jubilado Accelyne Williams se muere de ataque cardíaco cuando un equipo de la SWAT que consistía en 13 oficiales fuertemente armados de la policía de Boston allana su departamento con base en una pista incorrecta de un informante no identificado. No se pudo encontrar ninguna droga ni arma en el departamento. Un editorial en The Boston Globe observó después: “La tragedia de Williams fue el resultado, en parte, de la mentalidad voluntariosa de la Unidad centralizada de Control de las Drogas de la Policía de Boston. Los oficiales estaban entusiasmados en confiscar ametralladoras además de grandes cantidades de cocaína y una ‘cantidad loca de hierba’, en las palabras del informante”.

24 de marzo de 1998: El presidente de la Cámara, Newt Gingrich (R-GA) establece el Destacamento del Presidente para Estados Unidos Libres de las Drogas para designar un plan de victoria a la II Guerra Mundial a fin de salvar a los niños de los Estados Unidos de las drogas ilegales y alcanzar los Estados Unidos Libres de las Drogas hacia 2002.

29 de marzo de 2000: La CNN informa que un operativo antidroga de varios países conocido como Operación Conquistador captura 2.331 arrestos, 4.966 kilogramos de cocaína, 55,6 kilogramos de heroína y 326,5 toneladas de marihuana. El operativo de 17 días sucede en Panamá, Colombia, Venezuela, Bolivia, Ecuador, Surinam, Trinidad y Tobago, Montserrat, Dominica, San Cristóbal y Nieves, Antigua, Anguila, San Martín, las Islas Vírgenes Británicas, Barbuda, Granada, Barbados, San Vicente y las Granadinas, Santa Lucía, Aruba, Curazao, Jamaica, Haití, la República Dominicana y Puerto Rico.

25 de marzo de 2002: La Cámara de Diputados de Maryland aprueba abrumadoramente el H.B. 1222, la Ley Darrell Putman de Uso Compasivo [Darrell Putman Compassionate Use Act], que quita las sanciones criminales para el consumo medicinal de marihuana.

26 de marzo de 2002: La Corte Suprema de los EE.UU. decide por unanimidad que los inquilinos de viviendas públicas pueden ser desalojados por cualquier actividad relacionada con las drogas de miembros o invitados de la casa, aun si ellos no lo sabían.

28 de marzo de 2002: El juez federal Emmet G. Sullivan decide que la Enmienda Barr, que impide el Distrito de Columbia de considerar una iniciativa electoral sobre la marihuana medicinal, infringe los derechos de la Primera Enmienda.

28 de marzo de 2003: La Asociación de las Industrias del Cáñamo, diversos fabricantes de alimentos y cosméticos hechos con cáñamo y la Asociación de Consumidores de Productos Orgánicos entran con una petición junto al Noveno Circuito federal para impedir nuevamente la DEA de terminar la venta legal de productos de las semillas y del aceite de cáñamo en los EE.UU.

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Oportunidades de Empleo: PreventionWorks, Washington, DC

La PreventionWorks, un programa de cambio de jeringas/reducción de daños que funciona en el Distrito de Columbia, ha solicitado financiación recientemente para un nuevo programa que ellos están llamando FOCUS. Será un programa de apoyo a la adherencia al tratamiento del VIH para residentes de baja renta del Distrito de Columbia que sean o que ya fueron usuarios de drogas, que estén recibiendo tratamiento para contagio por VIH y luchando para concentrarse en sus cuidados y/o su régimen de tratamiento del VIH. Pese a que la financiación no esté asegurada, el reclutamiento de postulantes fuertes – personas con antecedentes sólidos en VIH y consumo de drogas, y que conozcan los recursos del Distrito – para formar el personal del programa ha empezado.

Los postulantes interesados deben enviar una carta de presentación y currículo a Paola Barahona, directora ejecutiva de la PreventionWorks, por correo-e (paola@preventionworksdc.org), fax (202-797-3553) o correo (PreventionWorks, 1407 S Street, NW, Washington, DC 20009).

Empleo 1: Director Especialista Clínico de FOCUS

El Director Clínico de FOCUS trabajará 20 horas por semana y proporcionará el liderazgo para el programa FOCUS. El Director Clínico supervisará a los dos Coordinadores de Cuidados de jornada completa que tratarán cada uno de un número de 20-25 casos. El Supervisor Clínico no tendrá casos. En cambio, el Supervisor Clínico conducirá todas las reuniones del grupo de apoyo, proveerá cobertura durante las horas de visitas inesperadas y proporcionará asesoramiento individual con los clientes cuando necesario. Las reuniones serán una parte importante de este trabajo, ya que el Director Clínico participará de la reunión semanal de la PreventionWorks, conducirá una reunión grupal semanal con los Coordinadores de Cuidados y se reunirá en privado con la Directora Ejecutiva semanalmente (o cuando necesario). El Director Clínico de FOCUS será supervisado por la Directora Ejecutiva de la PreventionWorks. Las metas del desempeño serán delineadas con la Directora Ejecutiva al principio de la asignación. Ellas servirán como el principal medio de evaluación del desempeño durante las reuniones semianuales de evaluación del desempeño.

El Director Clínico de FOCUS trabajará por lo menos una noche por semana y el sábado por la tarde. Aparte de las reuniones, los grupos de apoyo y las horas de visitas imprevistas, la programación será flexible.

Los requerimientos para el Director Clínico de FOCUS incluyen una licenciatura (se prefiere el grado de maestría), certificación como Asesor Profesional Licenciado (CAC, LCPC o LCSW), experiencia documentada en el cuidado del VIH y cuestiones de tratamiento y consumo de sustancia, experiencia en liderar grupos de apoyo y proporcionar terapia individual, creencia y compromiso con el abordaje de reducción de daños respecto del consumo de drogas, experiencia anterior en la administración de casos, experiencia anterior con supervisión y antecedentes inmaculados de conducción.

Además de esas calificaciones, también hay que ser bilingüe (inglés/español), tener experiencia de vida con consumo de drogas y/o adherencia al tratamiento del VIH y tener familiaridad y relaciones con una amplia variedad de servicios en DC hacia los cuales los clientes puedan ser encaminados y de los cuales los clientes puedan ser reclutados.

Empleo 2: Coordinadores de Cuidados de FOCUS (2)

Dos Coordinadores de Cuidados serán contratados por el Director de FOCUS para trabajar con clientes y ayudarles a adherir a sus regímenes de medicación para el VIH. Los Coordinadores de Cuidados trabajarán 40 horas por semana cada (se exigirá alguna cobertura en las noches y durante fines de semana) y tendrán un número de veinte a veinticinco clientes. Los Coordinadores de Cuidados trabajarán con los clientes para desarrollar un plan individual de adherencia al tratamiento y ayudar a los clientes a quedarse con su plan. Este cargo exigirá acompañar a los clientes a las citas con los médicos, encontrarse con los clientes individual y semanalmente, llamar y enviar correos a los clientes para recordarles de sus citas y de tomar sus remedios, encaminar a los clientes a una amplia gama de servicios que sea geográficamente conveniente y que atienda las necesidades del cliente, cubrir las horas de visitas inesperadas y proporcionar cualquier apoyo adicional que los clientes requieran para ayudarles a adherir a su régimen de tratamiento.

Los Coordinadores de Cuidados serán supervisados por el Director de FOCUS. Las metas de desempeño serán delineadas por cada Coordinador con el Director al principio de la asignación. Ellas servirán como el principal medio de evaluación del desempeño durante las reuniones semianuales de evaluación del desempeño. Además, el Director observará los servicios y proporcionará respuestas a cada Coordinador programada y/o espontáneamente.

Los Coordinadores de Cuidados trabajarán por lo menos una noche por semana y en tardes alternadas de sábado. Aparte de las reuniones y de los horarios de visitas inesperadas, el calendario de trabajo del Coordinador de Cuidados será flexible para permitir que cada Coordinador cumpla las necesidades de sus clientes individuales.

Los requerimientos para el Coordinador de Cuidados de FOCUS incluyen un grado asociado (se prefiere la licenciatura), experiencia con asesoramiento de adicciones (se da preferencia a CAC, LCPC o LCSW, pero la experiencia puede ser substituida por estos grados), experiencia documentada en el cuidado del VIH y cuestiones de tratamiento y consumo de sustancia, creencia y compromiso con el abordaje de reducción de daños respecto del consumo de drogas, experiencia anterior en la administración de casos y antecedentes inmaculados de conducción.

Además de esas calificaciones, también hay que ser bilingüe (inglés/español), tener experiencia de vida con consumo de drogas y/o adherencia al tratamiento del VIH y tener familiaridad y relaciones con una amplia variedad de servicios en DC hacia las cuales los clientes puedan ser encaminados y de las cuales los clientes puedan ser reclutados.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

The Candy Counter: Georgia Set to Ban Sales of Marijuana-Flavored Lollipops to Kids

Under a bill passed by the Georgia House of Representatives Tuesday, retailers there may soon be barred from selling lollipops, gumdrops, and any other candies flavored to taste like marijuana to children. The bill, HB 280, steamrolled through the House, passing by a margin of 133-26.

The bill is aimed at businesses that sell candies with drug-inspired names like "Pot Suckers" and "Kronic Kandy." Such products are flavored with hemp essential oil to create the taste of marijuana, but do not contain measurable amounts of THC, the psychoactive ingredient in marijuana.

If it passes the Senate, Georgia would become the first state to enact such a ban. The sale of marijuana-flavored candies has already been outlawed in the city of Chicago, Suffolk County, New York, and parts of Alameda County, California.

"This kind of product is being taken to concerts like the old ice cream pop that is being marketed on the street," said Republican state Rep. Judy Manning of Marietta, the bill's sponsor. "They're selling for $4 to $8 apiece. It's quite expensive and it's quite detrimental to our children."

Manning's bill says the candies promote drug use and promote the "false impression that marijuana is fun and safe." It bans the sale of "marijuana flavored products" to minors, with offenders subject to a $1,000 fine for each offense.

Atlanta is home to Coca-Cola. As Vote Hemp national outreach coordinator Tom Murphy told DRCNet in an e-mail message, "This makes you wonder if they would consider banning a coca-flavored soft drink. That's marketed to children and..."

Murphy also pointed out an error made by the New York Times in an article appearing Wednesday: The Times said the candies were made with hempseed oil -- an ingredient used in many now-mainstream food products that doesn't taste like marijuana -- as opposed to the candies' actual ingredient, hemp essential oil.

Vote Hemp is backing a state Senate bill, SB 258 that would create an exemption for hemp-based foods.

Feature: Prison Rape and the War on Drugs

Sexual assaults on prisoners is an endemic problem in America, not an isolated one, the war on drugs is making the problem worse, and drug war prisoners are among those most likely to be victimized, according to a report released Thursday. The report, "Stories from Inside: Prisoner Rape and the War on Drugs," by the human rights group Stop Prisoner Rape, calls prisoner rape "a human rights crisis of appalling magnitude."

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SPR report cover
Hard numbers are hard to come up with for a crime in which humiliation, stigma, the fear of retaliation -- and perhaps officials' fear of embarrassment or lawsuits -- inhibits reporting, but according to preliminary reports from the Bureau of Justice Statistics, which is setting up a nationwide, anonymous reporting system, 4% of prisoners reported being sexually assaulted within the last year. According to survey research cited in the report, as many as 20% of male prisoners and 25% of female prisoners have been victims of sexual assault in jail or prison. With a jail and prison population now nearing 2.3 million, the number of victims could be in the hundreds of thousands.

For male prisoners, the most common pattern is sexual assault by other male prisoners. For female prisoners, it is most often sexual assault by guards or other prison staff.

Even the reported numbers may be low, according to some experts. Dr. Terry Kupers, a psychiatrist specializing in mental health in prison and especially the mental health of prisoners who have been sexually assaulted, told Drug War Chronicle the numbers may be much higher.

"My estimate is that it is much more widespread than the statistics show," said Kupers, who has published frequently on prison rape and testified as an expert witness on behalf of prison rape victims. "I think the 20% figure is low for a couple of reasons. First, people don't report because they're afraid of the stigma. Men feel it is unmanly and won't admit it. There is also the fear of retaliation in prison, whether from staff or other prisoners. Secondly, a lot of sexual activity is not defined as rape by the participants. A young and fair male enters prison and is told by an older prisoner 'I'm going to have sex with you, and if you agree I won't beat you up and I'll protect you from other prisoners.' The young man agrees and becomes a 'willing' partner, but it's rape, it's coerced out of fear. These guys might say they're not being raped, but they are."

What happened to Chance Martin in 1973 was not pretty, but not unusual. The university-bound Indiana youth was arrested at a hotel party after another guest dropped a piece of hashish in the lobby and thrown into the Lake County Jail in Crown Point. There, he was attacked and sexually assaulted by six other inmates in an unmonitored group cell.

"'General pop' was a large cage holding about 40 men," he recounted in the report. "It was the dead of the night when I got there. My cellmates were all awaiting trial or serving county sentences. One was a blond man with a mustache whose face was beaten to a pulp -- and who kept strictly to himself. Finding me sitting hopelessly on my bunk, a trustee insisted that I join a card game to 'cheer me up.' The game only lasted three hands. It then became a demand for sex. Threats were made pointing out the example of the cellie with the battered face.

"Driving their point home, four other trustees jammed my ribs with broomsticks and mop handles. I tried to call for help. Repeatedly I had my breath beat from my lungs. Curled up on the floor, my arms protected my head. Dark memories recall being dragged to a bunk obscured by army blankets at the farthest end of the cell from the turnkey's office. One guy said, 'Now you have to give me head.' I had never even heard the term before. The scariest part was I lacked the first clue what was going to go down until it already happened. I'm glad that there were only six guys. Six is only the best of my recollection. It might have been more. I don't recall their faces, except a couple. I didn't even see most of their faces.

"There was near-zero supervision in that jail. No guard had line of sight into that cell. The guards' office was at the end of a hallway at the cellblock's end, and their TV was blaring 24/7."

From jail, Martin enlisted in the armed forces and went to Vietnam as part of a plea bargain to avoid any further time behind bars. There, he began drinking heavily and using drugs, a pattern he kept up back in the States. He suffered emotional problems and blew through three marriages. Now, he's a social justice activist in San Francisco who works in a law office by day and manages at low-income high-rise at night.

"It's been a long time and I don't get nightmares about it anymore, but I can still get panicky and I tend to fall into not trusting people," Martin told Drug War Chronicle. "I'm suspicious of hidden agendas when people are being nice. I can't form concrete interpersonal relationships. I'm not a complete basket case, but it's something that's always there," he said.

While Martin confided in friends about his rape, he didn't come out publicly until he found himself trying to explain to a San Francisco Chronicle reporter interviewing him about his homeless activism why he had ended up joining the military during Vietnam. "One of the Stop Prisoner Rape people read that and contacted me, and before you know it, I'm a survivor advocate," he laughed. "You try to create something good even out of a negative experience. This is going on every day, and I'm doing anything I can do to stop it from happening to the next person."

As a San Francisco resident, Martin is now a card-carrying medical marijuana user. "I knew when I got here I had been waiting my whole life for a place like this," he said. "I wasn't a criminal when I was smoking hash in high school and I'm not a criminal now. But for the sake of the drug war, I had my most basic human rights stripped away and was subjected to a brutal assault that left me with issues that lasted for years."

New York City resident Michael Piper wasn't raped, but was violently attacked fending off a failed attempt in jail in Tempe, Arizona, in 1974, after he was arrested for possession of a roach. The attack left him with serious head injuries, and a commitment to work for change. "My life has been challenging in many ways, and that attack was part of experiencing life for what it is," he told the Chronicle. "It's part of my motivation for speaking out. But I don't like the victim role; I don't play that," he said. "That attack increased my resilience."

It also hardened his attitude about the drug war. "Drug use is a personal choice," he said, extolling the virtues of various plants. "When we recognize we are not victims of drugs and they are not something we have to be protected from, then we can alter our environment and take responsibility for the way we live. It's a violation of natural law when a government says I can't interact with a seed that's a gift from the Creator."

Marilyn Shirley was sent to federal prison in 1998 on methamphetamine charges after a customer of her and her husband's auto repair business attempted to pay his bill with the drug. She was raped by a prison guard. In a rare turn of events, she was able to see him jailed after she kept the sweat pants she was wearing hidden in her cell for seven months.

"I didn't tell anyone at the prison except my welding boss, and I swore her to secrecy," Shirley told the Chronicle. "I didn't feel like I could trust any of them. But five minutes after I was released, I walked into the prison camp administration office and said 'Am I free?' and the lady said 'yes' and I handed her the sweat pants with his DNA on them. They called the FBI immediately and now he's doing 12 years himself."

Even with her tormentor now behind bars, it's not easy for Shirley. "I get severe panic attacks, I have to see two psychiatrists, I'm on five different kinds of medication," she said.

As with Martin and Piper, Shirley's experience has led her to speak out. "You can't just keep it bottled up inside you; it'll kill you," she said. "I spoke out because I feel like it might give other people confidence if I did. Something has to change. It's so easy to end up in prison; nowadays, it doesn't hardly take anything. It could be your wife, your kids, your mother."

"We hear stories like these from survivors from across the country on a daily basis," said Lovisa Stannow, co-executive director of Stop Prisoner Rape. "It's the most widespread and neglected human rights crisis in the country, and it's alarming on many levels," she told the Chronicle. "Prison rape is a form of torture, a human rights violation. No one should have to endure that as part of their sentence. It's also well-known that prisoners who are sexually abused suffer for years or decades from that trauma. We talk to people all the time who years later are still unable to function."

"They suffer from Post-Traumatic Stress Disorder," said Dr. Kupers. "There is an unofficial term we use, rape response syndrome. The effects of rape or sex abuse can last a life-time and be very serious and cause a lot of grief. Like in the Vietnam War, there is a lot of drinking and pot smoking, and we don't know how much of it is self-medicating. There are a lot of people affected who don't realize it," he said.

It is worse in prison, he said. "One of the things that makes it so severe for prisoners is the captivity. If you are raped, you try to do things to make yourself safe, you move away or you change houses, but when you're in prison, you can't do that. At worst, you are held in sexual captivity, where you are made into another prisoner's woman or punk, a repetitive hell of sexual abuse."

"We chose to highlight the role of the drug war in this because we felt the link hadn't been made," said Stop Prisoner Rape's Stannow. "Because of the war on drugs, we have seen a very dramatic swelling of the prison population, with half a million incarcerated on drug charges and hundreds of thousands more for drug-related offenses. The prisons are overcrowded, and that sets the stage for sexual violence. And a lot of nonviolent drug offenders fit the profile of inmates targeted for sexual violence -- young, nonviolent, inexperienced when it comes to prison life -- and are very much in danger."

It doesn't have to be that way. Changes can and should be made both in institutional policies within the prisons and in the US approach to drug policy in general, said Stannow.

"Sexual violence in prison is largely a management problem. In a well-run prison, you don't have rampant sexual violence," she pointed out. "One thing that needs to be done immediately is to make sure our prisons and jails are safe, so inmates don't get assaulted. Corrections officials can do this with proper classification and housing, and by taking immediate action when someone has been assaulted. They can also ensure that abused inmates receive counseling and access to medical care. There is a lot that can be done at the institutional level," she said.

Changing policies inside prisons is critical, Stannow argued. "We receive hundreds of letters a year from survivors, and one in four comes from Texas," she said. "On the other hand, some places, like the San Francisco County Jail, have very good policies in place to address prisoner rape and sexual violence. There are vast differences between prisons and prison systems across the country, and we are concerned about states where we receive a very large number of complaints," she said.

"But we also need to reduce the incarceration rate for people convicted of nonviolent drug offenses," Stannow continued. "We need to take treatment and diversion programs seriously and not automatically send everyone to prison."

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