Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Oferta de Livro: Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics

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Normalmente, quando publicamos a resenha de um livro no boletim informativo Crônica da Guerra Contra as Drogas, ela tem leitores, mas não está entre os artigos mais visitados na página. Recentemente, presenciamos uma grande exceção a essa regra quando mais de 1.400 de vocês leram a nossa resenha do novo livro “Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy” [Mentiras, Malditas Mentiras e as Estatísticas da Guerra às Drogas: Uma Análise Crítica das Afirmações Feitas pelo Gabinete de Política Nacional de Controle das Drogas]. Grande parte dessa leitura aconteceu durante uma emana que teve outros artigos muito populares também, então, claramente, o tópico deste livro, de autoria dos respeitados acadêmicos Matthew Robinson e Renee Scherlen, tocou na ferida. Como deveria.

Por favor, ajude a DRCNet a continuar o nosso trabalho de desacreditar as mentiras da guerra às drogas com uma doação generosa. Se a sua doação for de $32 ou mais, lhe enviaremos uma cópia grátis do livro de Robinson e Scherlen para ajudá-lo a desacreditar as mentiras da guerra às drogas também.

Durante as próximas semanas, vou escrever no blog da nossa página sobre coisas que aprendi lendo Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics. Fique ligado!

A sua doação ajudará a DRCNet enquanto avançamos no que pensamos ser um plano incrível de dois anos para fazermos progressos consideráveis na reforma das políticas de drogas e na causa de acabar com a proibição globalmente e nos EUA. Por favor, faça uma doação generosa hoje para ajudar a causa! Sei que você sentirá que o dinheiro foi bem gasto depois de ver o que a DRCNet está preparando. O nosso formulário eletrônico de doação lhe permite doar por cartão de crédito, por PayPal ou imprimir um formulário para enviar junto com o seu cheque ou ordem de pagamento. Por favor, repare que as contribuições à Drug Reform Coordination Network ou Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas, a nossa entidade de lobby, não são dedutíveis do imposto de renda. As doações dedutíveis podem ser feitas para a Fundação DRCNet, a nossa ala de conscientização. (Escolher um presente como Lies, Damn Lies, and Drug Statistics reduzirá a parte de sua doação que você pode deduzir pelo custo no varejo do artigo.) Ambos os grupos recebem a correspondência dos membros em: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Obrigado pelo seu apoio e esperamos ter notícias suas em breve.

Sinceramente,


David Borden
Diretor-Executivo

P.S.: Você pode ler a resenha do livro escrita pelo editor da Crônica, Phil Smith, aqui.

Metanfetamina: Os Senadores Feinstein e Grassley Apresentam Projeto para Aumentar Penas para Traficantes de Metanfetamina que Aromatizarem o Produto Deles

Em resposta a um punhado de relatos de todo o país sobre a aparição da metanfetamina "Strawberry Quick", ou metanfetamina aromatizada com dulcificantes, os senadores Diane Feinstein (D-CA) e Charles Grassley (R-IA) apresentaram um projeto de lei que aumentaria as penas para as pessoas condenadas por vender metanfetamina aromatizada. Seguindo a liderança dos porta-vozes da lei e do tratamento químico, os senadores estão retratando a metanfetamina aromatizada como ferramenta de marketing que visa às crianças e o seu projeto como resposta à ameaça percebida.

Isto é evidente pelo título do projeto, o S 1211 ou a "Lei de Salvação das Crianças das Drogas Perigosas" [Saving Kids from Dangerous Drugs Act]. O projeto iria (supostamente) salvar as crianças das drogas perigosas aplicando o incremento atual na sanção para a venda de metanfetamina a menores (dobra a sentença, com um ano de mínima obrigatória) para qualquer um que "prepare, crie, distribua ou porte com a intenção de distribuir uma substância controlada que estiver aromatizada, colorada, embalada ou alterada de qualquer outra forma de maneira que tenha o propósito de fazer-se mais atraente para uma pessoa menor de 21 anos ou que tente ou forme quadrilha para fazer isso".

"Este projeto de lei mandará uma mensagem forte e clara aos traficantes de drogas - se visarem às nossas crianças revendendo drogas aromatizadas como balas, haverá um preço alto a pagar", disse a senadora Feinstein numa declaração que anunciava a legislação. "A metanfetamina aromatizada - com nomes de apelo infantil como Strawberry Quick [Morango Rápido] - tem o propósito de fazer com que as pessoas a provem algumas vezes. Trata-se de viciar os jovens e temos que deter esta prática antes que cresça ainda mais. Então, esta legislação aumentará as sanções criminais para qualquer um que vender drogas sabor doce aos nossos jovens - impondo-lhes as mesmas penas aumentadas aplicadas aos traficantes que distribuem drogas a menores".

"Novas técnicas e ardis para seduzir os nossos jovens ao vício estão em cada esquina. A metanfetamina sabor doce é a última loucura usada pelos traficantes", disse o senador Grassley. "Uma e outra vez a pesquisa mostrou que se der para manter uma criança livre das drogas até que cumpra 20 anos, há pouquíssimas chances de que experimente ou fique viciada. Isto torna mais importante que ponhamos um fim à prática de alterar intencionalmente as drogas ilegais para torná-las mais atraentes para os jovens".

Mas, o projeto tem vários problemas. Embora vise ostensivamente aos preparadores e vendedores de metanfetamina, aplica-se a qualquer substância controlada, inclusive a maconha. Também há poucas provas da ameaça com que o projeto supostamente lida. Embora o pessoal da lei e do tratamento químico possa afirmar que a metanfetamina aromatizada visa às crianças, não há nenhuma prova cabal na forma de um manual mercadológico de metanfetamina ou qualquer coisa do tipo.

Mas, o problema mais sério no projeto é a natureza subjetiva do seu texto. O que é exatamente uma substância controlada que seja "aromatizada, colorada, embalada ou alterada de qualquer outra forma de maneira que tenha o propósito de fazer-se mais atraente" para as crianças? Se estiver aromatizada, isso significa que visa às crianças? Se os comprimidos de êxtase estiverem marcados com uma carinha sorridente ou um personagem de desenho animado, isso significa que visam às crianças? E se o traficante estiver vendendo as drogas aromatizadas aos adultos? Com sorte este projeto será derrubado e estas perguntas não terão que ser respondidas.

Maconha Medicinal: Por Margem à Prova de Veto, Legislatura de Rhode Island Aprova Projeto para Mantê-la

Na quarta-feira, a Câmara dos Deputados de Rhode Island votou esmagadoramente na permanência da lei do estado sobre a maconha e o Senado estadual fez o mesmo na quinta-feira. A votação foi de 50 a 12 na Câmara e de 28 a 5 no Senado.

As votações dão azo a um veto esperado do governador Donald Carcieri (R), que deu a entender que fará isso mesmo. Mas a margem de vitória nas duas câmaras parece suficiente para anular facilmente qualquer veto. Isso garantiria que a Lei Edward O. Hawkins e Thomas C. Slater de Maconha Medicinal [Edward O. Hawkins and Thomas C. Slater Medical Marijuana Act], que foi aprovada no ano passado com um dispositivo de vencimento de um ano, se transforme numa parte permanente da lei de Rhode Island.

"A lei sobre a maconha medicinal melhorou e facilitou a minha vida e a de 250 outros pacientes", disse Rhonda O'Donnell, uma enfermeira titulada de Rockville que padece de esclerose múltipla. "Os pacientes merecem uma proteção permanente e espero que o governador mude de opinião e a sancione. Um veto seria equivalente a um ataque contra os doentes e enfermos", acrescentou ela numa nota à imprensa do Marijuana Policy Project.

"A ciência que apóia a maconha medicinal é indubitável agora e a experiência de Rhode Island com esta lei tem sido completamente positiva", disse Ray Warren, diretor de políticas estaduais do Marijuana Policy Project. "A única polêmica parece estar na cabeça do governador, mas o forte apoio do público e da comunidade da medicina superou o veto dele uma vez e, se necessário, fará isso de novo".

O governador Carcieri vetou o projeto de 2006, mas foi anulado pela legislatura. Procure a repetição da história logo, logo e a transformação de Rhode Island em um estado com maconha medicinal permanente, somando-se a Alasca, Califórnia, Colorado, Havaí, Maine, Montana, Novo México, Nevada, Oregon e Washington.

Maconha Medicinal: Projeto de Minnesota É Aprovado no Senado e a Versão da Câmara Também Está Tramitando

Na terça-feira, o Senado de Minnesota deu a aprovação final a um projeto de lei sobre a maconha medicinal, aprovando o SF 345 em uma votação acirrada de 33 a 31. A votação marca a primeira vez que um projeto de maconha medicinal foi aprovado por toda a casa em qualquer uma das Câmaras em Minnesota.

Também na terça-feira, a versão da Câmara do projeto de lei sobre a maconha medicinal, o HF 655, superou mais um obstáculo de comitê, sendo aprovado pelo Comitê de Finanças da Câmara por 20 a 14. Em breve deve estar a caminho de uma votação na Câmara.

Embora existam diferenças entre os projetos da Câmara e do Senado, essencialmente os dois instaurariam um sistema em que os pacientes qualificados podem obter maconha para aliviar as suas dores e sintomas através de organizações sem fins lucrativos inscritas junto ao estado.

"Estou satisfeito que o Senado tenha votado para proteger alguns dos cidadãos mais vulneráveis de Minnesota contra a ameaça de detenção por tentarem aliviar as dores deles, pelo conselho do médico deles", disse o senador Steve Murphy (DFL-Red Wing), o principal defensor do projeto. "Espero bastante que estejamos somente a poucas semanas de Minnesota virar o 13º estado com maconha medicinal".

Mas Minnesota ainda não chegou a esse ponto. A Câmara ainda deve aprovar a sua versão do projeto de lei numa votação final. E mesmo se for aprovado e reconciliado com a versão do Senado, o governador Tim Pawlenty (R), respaldado pelas organizações da lei, está prometendo vetá-lo.

Maconha: É Aquela Época de Novo - Marchas Pró-Maconha Marcadas para o Sábado em Mais de 200 Cidades em Todo o Mundo

No sábado, dezenas (se não centenas) de milhares de aficionados e simpatizantes da maconha ganharão as ruas de mais de 200 municípios e cidades pelo globo afora nas manifestações anuais pró-legalização da Marcha Mundial da Maconha. Coordenadas há muito pelo ativista pró-maconha (e ibogaína) veterano da Cidade de Nova Iorque, Dana Beal, e sua organização, a Cures Not Wars, e somado recentemente pelo "Príncipe da Maconha", Marc Emery, e a revista Cannabis Culture, agora as marchas estão em sua quarta década.

Marchas ou outros eventos acontecerão na maior parte das grandes cidades norte-americanas e européias e também em numerosos municípios e cidades pequenas, especialmente em cidades universitárias como Asheville, Boulder e Chapel Hill. Os latino-americanos também estarão representados, como comícios marcados para Buenos Aires e outras cidades argentinas, Lima, Cidade do México, Rio de Janeiro, Santiago e São Paulo. Kingston, na Jamaica, também estará no mapa da maconha neste ano. Os cidadãos do Cabo marcharão na África do Sul e há marchas agendadas para cidades na Austrália, na Nova Zelândia, no Japão e em Israel também.

Confira a lista completa de cidades para encontrar a que está mais próxima de você e saia a exercer os seus direitos. A Crônica vai cobrir o evento em São Francisco e terá informes locais de todo o mundo na semana que vem.

Semanal: Esta Semana na História

05 de maio de 2001: Os Estados Unidos são retirados do Conselho Internacional de Fiscalização dos Entorpecentes das Nações Unidas, a comissão de 13 integrantes que monitora a observância às convenções de drogas da ONU sobre o abuso químico e o narcotráfico ilegal.

06 de maio de 2001: Sidnei, na Austrália, abre a sua primeira sala de injeção de heroína no bairro de Kings Cross, operado pela Uniting Church.

09 de maio de 2001: O governo Bush anuncia a sua intenção de apontar o deputado federal Asa Hutchinson, republicano do Arkansas, para o cargo de administrador da Administração de Repressão às Drogas (DEA, sigla em inglês), substituindo o administrador em exercício, Donnie Marshall.

09 de maio de 2001: Numa audiência, o procurador-geral John Ashcroft depõe que o Ministério da Justiça dos EUA não tem prioridade mais alta do que prevenir o terrorismo. Mas, um dia depois o ministério lança uma orientação orçamentária para o Ano Fiscal 2003 que torna a redução do tráfico de drogas ilegais uma das duas prioridades mais altas.

10 de maio de 2001: O presidente Bush nomeia John P. Walters como o novo secretário antidrogas dos Estados Unidos.

08 de maio de 2002: O Conselho de Pastores Negros de Nova Jérsei anuncia uma campanha para informar os condutores pertencentes às minorias que têm o direito a se recusar a se submeterem a buscas consentidas dos automóveis, que têm sido o enfoque da luta pela discriminação racial. Os pastores disseram em entrevista coletiva na Assembléia que eles iam começar a sua campanha "Basta Dizer Não" na semana seguinte, na forma de mensagens às igrejas das minorias e à mídia jornalística.

06 de maio de 2005: O Houston Chronicle informa que Montel Williams deu o seu apoio à legalização da maconha medicinal em Nova Iorque, dizendo que a maconha o ajuda a se virar com a esclerose múltipla. Williams, que foi diagnosticado com uma doença neurológica em 1999, diz que usa a maconha todas as noites antes de ir dormir para aliviar a dor em suas pernas e seus pés. "Estou infringindo a lei todos os dias e continuarei infringindo a lei", disse Williams, apresentador do Montel Williams Show.

Anúncio: Agora os Feeds de Agregação de Conteúdo da DRCNet Estão Disponíveis para a SUA Página!

Você é fã da DRCNet e tem uma página que gostaria de usar para difundir a mensagem com mais força do que um único link ao nosso sítio pode conseguir? Temos o prazer de anunciar que os feeds de agregação de conteúdo da DRCNet estão disponíveis. Tanto se o interesse dos seus leitores está na reportagem investigativa quanto na Crônica da Guerra Contra as Drogas, o comentário corrente nos nossos blogs, a informação sobre subtópicos específicos da guerra às drogas, agora podemos dar-lhes códigos personalizáveis para que você os ponha nos lugares adequados no seu blog ou página e atualizem automaticamente os links ao conteúdo de conscientização da DRCNet.

Por exemplo, se você for um grande fã da Crônica da Guerra Contra as Drogas e acha que os seus leitores tirariam benefícios dela, pode ter as manchetes da última edição, ou uma porção delas, aparecendo e atualizando-se automaticamente quando sair cada nova edição.

Se a sua página é dedicada às políticas de maconha, pode publicar o nosso arquivo temático, com links a todos os artigos que publicamos na nossa página acerca da maconha – os artigos da Crônica, as publicações nos blogs, a lista de eventos, links a notícias externas e mais. O mesmo vale para a redução de danos, o seqüestro de bens, a violência do narcotráfico, os programas de troca de seringas, o Canadá, as iniciativas eleitorais, quase cem tópicos diferentes que rastreamos correntemente. (Visite o portal da Crônica, na coluna direita, para ver a lista atual completa.)

Se você gosta especialmente da nossa nova seção do Bar Clandestino, há conteúdo novo todos os dias lidando com todas as questões e você pode colocar links a essas publicações ou a subseções do Bar Clandestino.

Clique aqui para ver uma amostra do que está disponível - por favor, note que a extensão, a aparência e demais detalhes de como isso aparecerá na sua página podem ser personalizados para se adequarem às suas necessidades e preferências.

Por favor, note também que ficaremos felizes em fazer-lhe mais permutas do nosso conteúdo disponível sob pedido (apesar de não podermos prometer o cumprimento imediato de tais solicitações já que, em muitos casos, a oportunidade dependerá da disponibilidade do nosso web designer). Visite o nosso Mapa do Sítio para ver o que está disponível atualmente – qualquer feed RSS disponível ali também está disponível como feed de javascript para a sua página (junto com o feed da Crônica que não aparece ainda, mas que você já pode encontrar na página de feeds relacionada acima). Experimente o nosso gerador automático de feeds aqui.

Entre em contato conosco se quiser assistência ou informe-nos sobre o que está relacionando e aonde. E obrigado de antemão pelo seu apoio.

Anúncio: Os Feeds RSS da DRCNet Estão Disponíveis

Os feeds RSS são uma onda do futuro – e a DRCNet os oferece agora! A última edição da Crônica da guerra Contra as Drogas está disponível usando RSS em http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Temos muitos outros feeds RSS disponíveis também, sobre cerca de cem subtópicos diferentes das políticas de drogas que começamos a rastrear desde o relançamento da nossa página neste verão – relacionando não somente os artigos da Crônica da Guerra Contra as Drogas, mas também as publicações no Bar Clandestino, as listas de eventos, os links a notícias externas e mais – e para as nossas publicações diárias nos blogs e em seus diferentes subendereços. Visite o nosso Mapa do Sítio para ler a série completa.

Obrigado por se sintonizar na DRCNet e na reforma das políticas de drogas!

Anúncio: Novo Formato para o Calendário do Reformador

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Com o lançamento da nossa nova página, O Calendário do Reformador não aparecerá mais como parte do boletim Crônica da Guerra Contra as Drogas, mas será mantido como seção de nossa nova página:

O Calendário do Reformador publica eventos grandes e pequenos de interesse para os reformadores das políticas de drogas ao redor do mundo. Seja uma grande conferência internacional, uma manifestação que reúna pessoas de toda a região ou um fórum na universidade local, queremos saber para que possamos informar os demais também.

Porém, precisamos da sua ajuda para mantermos o calendário atualizado, então, por favor, entre em contato conosco e não suponha que já estamos informados sobre o evento ou que vamos saber dele por outra pessoa, porque isso nem sempre acontece.

Ansiamos por informá-lo de mais matérias novas de nossa nova página assim que estiverem disponíveis.

Weekly: This Week in History

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May 15, 1928: Birth of Arnold Trebach, father of the modern drug policy reform movement.

May 14, 1932: "We Want Beer" marches against alcohol prohibition are held in cities across America -- 15,000 union workers demonstrate in Detroit alone.

May 15, 1988: Baltimore Mayor Kurt Schmoke calls for a national debate on decriminalization of illicit drugs. Schmoke is quoted in the Washington Post: "Decriminalization would take the profit out of drugs and greatly reduce, if not eliminate, the drug-related violence that is currently plaguing our streets."

May 14, 1993: The New York Times reports that Judge Whitman Knapp said, "After 20 years on the bench I have concluded that federal drug laws are a disaster. It is time to get the government out of drug enforcement."

May 13, 1996: The Weekly Standard reports: "Coast Guard cocaine and marijuana seizures are down 45 and 90 percent, respectively, since 1991. In 1994, the Customs Service let two million commercial trucks pass through three of the busiest ports-of-entry on the Mexican border without seizing a single kilogram of cocaine. Between 1993 and early 1995, the estimated smuggling 'disruption rate' achieved by federal interdiction agencies fell 53 percent -- the equivalent of 84 more metric tons of cocaine and marijuana arriving unimpeded in the United States each year."

May 15, 1997: Conclusions from a comprehensive, long-term study by Kaiser Permanente (Oakland, CA) show no substantial link between regular marijuana smoking and death, but suggest that marijuana prohibition may itself pose a health hazard to the user.

May 12, 1998: The American Civil Liberties Union (ACLU) places an ad in the New York Times Op-Ed section headlined, "Let me ask you something… If you had a choice, what would it be, Marijuana or Martinis?" Note: The ACLU has opposed marijuana prohibition since 1968, and overall drug prohibition since 1994.

May 11, 2000: The Arellano-Felix brothers are charged with 10 counts of drug trafficking, conspiracy, money laundering and aiding and abetting violent crimes. The US State Department offers a $2 million reward for information leading to their arrest and conviction.

May 15, 2001: Governor of Hawaii Ben Cayetano is quoted by the Associated Press: "I just think that it's a matter of time that Congress finally gets around to understanding that the states should be allowed to provide this kind of relief [medical marijuana] to the people. Congress is way, way behind in their thinking."

May 16, 2001: Regina McKnight is convicted and sentenced to 12 years in South Carolina for using crack during a pregnancy that resulted in a stillbirth. It is the first time in US history that a woman is convicted of homicide for using drugs during a pregnancy.

May 17, 2001: Canada's House of Commons passes a unanimous motion to create a committee to examine the issue of non-medical drugs in Canada. Members of all five parties say they intend to discuss legalization, or at least decriminalization, of marijuana as part of a sweeping look at the country's drug strategy.

Announcement: Drug Policy Alliance Grants Program Deadline Coming Up Next Month

Through its annual Promoting Policy Change grant cycle, the Drug Policy Alliance seeks to broaden public support for drug policy reform. Policy Change grants fund strategic and innovative approaches to increase such support, including public education campaigns and organizing efforts.

If this sounds like your organization, make sure to apply after you've read the guidelines at: http://www.drugpolicy.org/news/050307grants.cfm.

The program provides both general operating support and project specific grants. Virtually all grant making is directed toward organizations working within the United States, with particular emphasis on state-based activity. Strategic, geographic or thematic collaborations are strongly encouraged.

Generally, the cap on grants awarded during the Promoting Policy Change cycle is $50,000 although most awards are closer to $20-25,000. As well, applicants should be aware that the process is very competitive. DPA receives somewhere in the neighborhood of 3.5 million dollars in worthy requests but the fund has only 1.2 million to allocate. As a result, DPA will show some preference toward those groups with whom they have a pre-existing relationship and groups who demonstrate a clear understanding and application of broader drug policy reform.

Grant applications are available now on the website and are due by 8:00pm EDT, Monday, June 18, 2007. Only proposals submitted by e-mail will be considered. If you have any questions, please contact asha bandele at abandele@drugpolicy.org.

Matéria: Confissões de Culpabilidade São Só o Começo após a Desgraça do Assassinato de uma Mulher de 92 Anos numa "Apreensão de Drogas" em Atlanta

Na quinta-feira, dois oficiais de repressão aos entorpecentes de Atlanta se confessaram culpados das acusações de homicídio culposo na morte a tiros de uma idosa durante um reide antidrogas estropiado, mas isso é só o começo no que parece ser uma investigação cada vez maior da má conduta no esquadrão antientorpecentes de Atlanta. Uma investigação federal já está em andamento, e, ontem, o deputado John Conyers (D-MI), presidente do Comitê da Câmara sobre o Judiciário, fez um apelo ao procurador-geral Alberto Gonzáles a lançar uma investigação minuciosa dos problemas levantados pelo caso, inclusive a má conduta na polícia, o uso de informantes confidenciais, as cotas de detenção e a credibilidade dos policiais.

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Kathryn Johnston
As coisas começaram a se desemaranhar para a equipe de repressão aos entorpecentes de 16 homens da Polícia de Atlanta no dia 21 de novembro, quando três agentes de Atlanta irromperam na casa de Kathryn Johnston, 92, usando um mandado de busca "inadvertida" que afirmava que vendas de drogas tinham ocorrido ali. A idosa Johnston respondeu aos intrusos à paisana disparando um tiro com uma pistola velha, que não acertou os oficiais. Os agentes responderam com um aluvião de balas, disparando 39 tiros, cinco ou seis dos quais feriram Johnston, que morreu pouco tempo depois.

Desde então, os investigadores descobriram que no caso de Johnston:

  • Os oficiais de repressão aos entorpecentes plantaram as drogas para deter um traficante suspeito, que em troca lhes indicou a residência de Johnston;
  • Os oficiais de repressão aos entorpecentes mentiram em sua solicitação de mandado de busca, dizendo que um informante confidencial comprara drogas naquele endereço quando isso não aconteceu;
  • Os oficiais de repressão aos entorpecentes mentiram em sua solicitação de mandado de busca, dizendo que a casa estava ocupada por um homem grande que empregava câmeras de vigilância;
  • Os oficiais de repressão aos entorpecentes plantaram a maconha no sótão de Johnston depois que atiraram nela a fim de reforçar o caso deles e impugnar a reputação dela;
  • Os oficiais de repressão aos entorpecentes pediram a outro informante confidencial que mentisse por eles depois do fato e dizer que ele comprara as drogas na residência de Johnston.

Mas, esse informante confidencial, Alexis White, se dirigiu aos federais com a estória dele (e, nesta semana, ele foi a Washington, DC, para conversar com os líderes no Congresso sobre a delação) e a trama de mentiras urdida pelos agentes de Atlanta se desemaranhou rapidamente. Na quarta-feira passada, três deles, os oficiais Gregg Junnier, Jason Smith e Arthur Tesler foram indiciados por numerosas acusações estaduais, inclusive assassinato, assim como acusações federais relacionadas aos direitos civis. No dia seguinte, Junnier e Smith se confessaram culpados de uma acusação estadual de homicídio culposo, com a condenação adiada até depois do término da investigação federal. Eles podem pegar 10 anos pela acusação de homicídio culposo e até pena de prisão perpétua pela acusação federal relacionada aos direitos civis.

Mas, os problemas no esquadrão antientorpecentes de Atlanta são mais profundas do que um incidente de má conduta. De acordo com os investigadores federais, o que os agentes de Atlanta fizeram durante o reide estropiado contra Johnston era uma prática usual.

"Junnier e outros oficiais falsificavam ofícios para obterem mandados de busca a fim de serem considerados oficiais produtivos e cumprirem as metas de desempenho da Polícia de Atlanta", de acordo com uma exposição federal lançada na quinta-feira. "Eles achavam que esses fins justificavam o 'fluffing' ilegal deles ou falsificação de mandados de busca. Porque eles obtiveram os mandados de busca com base em informação duvidosa e falsa, [os oficiais] tinham realizado buscas de vez em quando em residências em que não havia drogas e em que os ocupantes não eram traficantes".

Mas, trapacear pode ter conseqüências sérias. Como apontaram os procuradores, assim que os agentes tinham recebido uma pista de que havia drogas na residência de Johnston, o oficial Junnier disse que podiam fazer com que um informante confidencial fizesse uma compra para garantir que realmente havia drogas nesse local. "Ou não", Smith supostamente respondeu.

Numa entrevista coletiva na quinta-feira passada, o agente especial encarregado do FBI Atlanta, Greg Jones, chamou de "deplorável" a conduta dos oficiais. Num adendo de mau agouro, Jones acrescentou que a agência irá levar a cabo "as alegações adicionais de corrupção de que outros oficiais da polícia de Atlanta possam ter tomado parte numa conduta similar".

O procurador federal David Nahmias disse que a morte de Johnston foi "quase inevitável" por causa de uma atividade tão disseminada e prometeu uma investigação abrangente das práticas da polícia. Ele disse que espera encontrar outros casos em que os oficiais mentiram ou se fiaram em informação ruim. "É uma investigação muito corrente de até que ponto a cultura da improbidade se estende", disse Nahmias. "Escavaremos até que consigamos encontrar o que pudermos".

E agora o diretor do Comitê da Câmara sobre o Judiciário, o deputado Conyers, quer garantir que os federais escavem bastante. Numa carta lançada ontem, disse Conyers ao procurador-geral Gonzáles:

"Há diversas questões-chave levantadas pelo caso Johnston: a improbidade da polícia (falsificação de informação e uso excessivo de força); mal-uso de informantes confidenciais; impacto potencialmente negativo das cotas de detenção e das medidas de desempenho; e a integridade e a credibilidade dos oficiais da lei. Estamos particularmente preocupados com o mal-uso dos informantes confidenciais. A confiabilidade dos informantes confidenciais usados nos casos de entorpecentes está comprometida freqüentemente porque estão cooperando com a lei a fim de se verem livres das acusações criminais. A ausência de requisitos de corroboração para a informação obtida através de informantes confidenciais permite o abuso. Todos estes fatores podem ter o efeito de desgastar a confiança pública no sistema de justiça penal.

"Estamos preocupados que o incidente de Atlanta possa servir de indício para um problema sistemático dentro da Polícia de Atlanta. Além do mais, nos inquieta que as ações da Polícia de Atlanta possam ser um reflexo da conduta usada em outras jurisdições por todo este país. De maneira considerável, o número de ‘reides inadvertidos’ aumentou de três mil em 1981 para mais de cinqüenta mil em 2005".

O ex-oficial de repressão aos entorpecentes de Nova Jérsei e atual diretor da Law Enforcement Against Prohibition, Jack Cole, comunga com as preocupações de Conyers. "Acho que este tipo de coisa está acontecendo em todo o país", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Se alguém realmente investigasse isso, encontrar-se-iam coisas similares em muitas polícias. É o caso de usar uma metáfora da guerra contra as drogas. Quando há uma guerra, precisa-se de um inimigo, alguém desprezível, para que se possa fazer o que se queira com eles", disse. "Treinamos os nossos polícias para sentirem como se tivessem que vencer a todo custo porque é uma guerra".

Talvez, talvez a investigação federal dos agentes de Atlanta vire o tipo de audiências sobre o policiamento na guerra às drogas tão necessárias há tanto tempo. Se não, pelo menos Kathryn Johnson conseguiu uma medida de justiça.

Matéria: Comissão de Penas dos EUA anuncia redução nas sentenças para o crack

Em um relatório anual enviado ao Congresso na segunda-feira, a Comissão de Penas dos EUA anunciou que emendara as normas federais de condenação para diminuir as sentenças impostas contra as pessoas condenadas por delitos federais de crack. A menos que o Congresso tome uma ação afirmativa para impedir a medida, ela vai entrar em vigor no dia 1º de novembro. O relatório também instou o Congresso a lidar com a disparidade de 100:1 entre as sentenças para a pedra e pó de cocaína.

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A morte trágica do astro do basquetebol, Len Bias, nos anos 1980 provocou a aprovação da severa lei sobre as penas para o crack. Mas, na verdade, Bias teve uma overdose com pó de cocaína (foto da página 'Pushing Back' do ONDCP)
Segundo as polêmicas leis sobre o crack, as pessoas condenadas por infrações de distribuição que envolvam cinco gramas da droga enfrentam sentenças mínimas obrigatórias de cinco anos de prisão, enquanto que são necessários 500 gramas de pó de cocaína para ocasionar a mesma sanção. Igualmente, alguém condenado por distribuir mais de 50 gramas de crack pega uma sentença mínima obrigatória de 10 anos, enquanto que seriam necessários cinco quilogramas de pó de cocaína para pegar os 10 anos.

Porém, embora a disparidade nas penas, ordenada pelo Congresso, entre a pedra e o pó de cocaína seja extrema, as normas federais de condenação pioram ainda mais as coisas para os pequenos infratores pegos pelas leis federais sobre o crack. Atualmente, as normas pedem uma condenação que vai de 63 a 78 meses para cinco gramas e 121 a 151 meses para 50 gramas. Em ambos os casos, o mais baixo da escala das normas está acima da sentença mínima obrigatória instituída pelo Congresso.

Numa reunião de 27 de abril, a Comissão de Penas votou na redução das escalas da norma para 51 a 63 meses e 97 a 121 meses, respectivamente. Segundo este esquema, o que atualmente é o último da escala da norma virará o primeiro. De acordo com a comissão, 78% dos réus federais por crack se beneficiarão com a mudança, com as reduções nas sentenças tendo uma média de 16 meses. Já que umas 5.000 pessoas são condenadas todos os anos segundo as leis federais sobre o crack, a ação causará impacto.

Isto é, a menos que o Congresso tome providências para bloqueá-la. Em quatro ocasiões anteriores, a Comissão de Penas recomendou mudanças para diminuir a lacuna entre os delitos de pó e pedra de cocaína, mas o Congresso barrou cada uma daquelas iniciativas. Também puniu a comissão pela sua temeridade em sugerir que a disparidade pedra-pó fosse eliminada em 1995 ao deixar que a comissão minguasse para um membro.

"Há muito tempo a Comissão reconheceu que as normas atuais são injustas e há muito se precisa de uma emenda", disse Carmen Hernández, presidenta eleita da Associação Nacional de Advogados Criminalistas (NACDL, sigla en inglés) num discurso em resposta às mudanças nas penas. "Em nenhum lugar isto é mais aparente do que no fato de que 83% dos internos que cumprem pena no sistema federal por crack pertencem a minorias e suas sentenças são mais do que 50% mais longas do que as dos internos que cumprem pena por pó de cocaína, embora os réus por delitos de crack tendam a ser traficantes de rua de pouca importância. Na verdade, a sentença média para o porte de crack é muito mais longa do que as sentenças médias para crimes de sangue como assalto e abuso sexual", observou.

"A NACDL insta o Congresso a respeitar a decisão da Comissão, que foi tomada depois da consideração dos depoimentos e das provas que revisaram a pedido do Congresso durante mais de uma década, e a permitir que estas emendam entrem em vigor", disse o grupo em nota à imprensa. "Também recomendamos ao Congresso que pondere cuidadosamente os relatórios e as provas que a Comissão compilou".

A Families Against Mandatory Minimums (FAMM, sigla em inglês), um grupo cujo nome se explica por si mesmo, aclamou a emenda observando que "já não era sem tempo". A FAMM apontou que a comissão considerava a mudança nas penas como "um passo modesto rumo a aliviar parte da disparidade na condenação dos réus por delitos de crack, mas não é uma solução para o problema porque o Congresso precisa tratar dos estatutos da condenação mínima obrigatória, sobre a qual a Comissão não tem controle nenhum". O grupo instará o Congresso a tomar providências para fomentar a reforma das mínimas obrigatórias para o crack, disse.

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dormitório de prisão federal
"É uma reforma de mentira; não é o bastante", disse Nora Callahan, diretora-executiva da November Coalition, um grupo de reforma das políticas de drogas que se concentra em libertar os presos da guerra às drogas. "Isto é muitíssimo menos do que o que a comissão pediu em 1994 e é de partir o coração que não tenhamos avançado mais do que isto. Eles acham que podem nos jogar migalhas e que vamos ficar calmos por mais 10 anos, mas não vamos ficar calmos", disse ela à Crônica da Guerra Contra as Drogas.

A Comissão de Penas foi intimidada pelo Congresso e deveria ser renovada, disse Callahan. "Precisamos de uma comissão independente novinha em folha que não possa ser intimidada", argumentou. "Quando esta comissão recomendou uma reforma enorme há alguns anos, o Congresso não só não a executou, mas a puniu duramente, acabou politizando a comissão e ela aprendeu a sua lição: Só faça algumas perguntas e diga-lhe ao Congresso: 'conserte você'", disse ela.

Uma nova comissão deveria estar modelada nas corregedorias da polícia e nas comissões estaduais de penas, sugeriu Callahan. "Deveria incluir ex-presos e parentes também. "Estas pessoas precisam estar na comissão, como estão as pessoas que lidam com todos os infratores que voltam à comunidade", disse ela.

Embora durante as duas últimas décadas o Congresso tenha prestado pouca atenção nas preocupações sobre a disparidade nas sentenças para a pedra e pó de cocaína e no seu impacto desproporcional sobre as comunidades minoritárias, pode haver algum movimento neste ano, disse Bill Piper, diretor de relações governamentais da Drug Policy Alliance.

"O deputado Rangel apresentou um projeto há alguns meses que eliminaria a disparidade", disse ele à Crônica. "E o senador Sessions disse à imprensa que apresentará algum tipo de projeto de reforma em algum momento. Suspeito que agora que o relatório completo foi divulgado, provavelmente haverá algumas audiências. O deputado Conyers deu a entender que isso poderia acontecer, mas ainda nenhuma audiência foi marcada", explicou.

"Sinto que os astros estão começando a se alinhar de uma maneira muito boa", profetizou Piper. "Há interesse nisto nos dois comitês sobre o judiciário da Câmara e do Senado, inclusive entre alguns republicanos. Agora, o relatório da Comissão de Penas chegou de vez. É só uma questão de quanto o processo vai começar e acabar", disse. "Entretanto, não acho que ninguém acredite que o veremos ser realmente aprovado neste, e, se fosse, Bush o vetaria".

Embora pareça improvável que o Congresso tome providências para reparar as iniqüidades das leis federais sobre o crack neste ano, parece igualmente improvável que aja afirmativamente para barrar a reforma menor nas sentenças da Comissão de Penas. Agora, após duas décadas que presenciaram o encarceramento de milhares de jovens negros e morenos por delitos triviais de crack, parece que a maré está começando a mudar.

Matéria: Negros e Hispânicos Têm Mais Chances de Serem Revistados em Batidas de Trânsito - Mas Isso Não É Prova de Discriminação Racial, Afirma Ministério da Justiça

Embora a polícia detenha os condutores brancos, negros e hispânicos em índices similares, os membros dos dois últimos grupos têm muito mais chances de serem submetidos a uma busca no acostamento, de acordo com um novo relatório sobre os encontros cidadão-polícia do Gabinete de Estatísticas da Justiça (BJS, sigla em inglês) do Ministério da Justiça dos EUA. Mas, o BJS se recusou a concluir que a diferença nos índices de busca é ocasionada pela discriminação racial, dizendo que outros fatores podem estar em jogo.

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"Embora a sondagem descobrisse que os condutores negros e hispânicos tinham mais chances do que os brancos de sofrerem buscas, tais discriminações raciais não demonstravam necessariamente que a polícia lida diferentemente com as pessoas com base na raça ou outras características demográficas", observou a BJS em uma nota à imprensa que anunciava o relatório. "Este estudo não levou em conta outros fatores que poderiam explicar estas disparidades".

Os defensores das liberdades civis sustentam que o relatório é defeituoso e que o BJS está encobrindo os fatos. Eles apontam não só a falta de dados no relatório atual, mas a interferência política no Ministério da Justiça em relatórios anteriores, inclusive um relatório polêmico de 2005 sobre a discriminação racial que foi engavetado depois que o diretor do BJS, Lawrence Greenfeld, se recusou a tirar a informação sobre a discriminação racial. Pouco tempo depois, Greenfeld foi forçado a renunciar ao seu cargo.

O relatório atual estudou as interações entre polícia e cidadãos em 2005 e descobriu que 43 milhões de estadunidenses, ou 19% da população, tiveram alguma forma de interação com um oficial da polícia naquele ano. Uns 18 milhões delas foram por batidas de trânsito.

Nessas batidas de trânsito, só 3,6% dos condutores brancos detidos foram revistados, em comparação com os 8,8% de hispânicos e 9,5% de negros. Os negros também tinham duas vezes mais chances que os brancos de serem presos durante uma blitz e quase quatro vezes de informar serem submetidos à força, enquanto que os hispânicos tinham 50% mais probabilidade que os brancos de serem presos e quase duas vezes de serem submetidos à força.

Mesmo quando a polícia revistou os veículos dos condutores, provavelmente não encontrava nada. Do todo, 88% de todas as buscas veiculares resultaram não encontraram nenhum contrabando. Em relatórios anteriores, o BJS publicou dados sobre os "índices de acerto" ou buscas bem-sucedidas, pela raça dos condutores, mas ele não incluiu essa informação crucial no relatório deste ano.

"A omissão dos dados sobre o índice de acertos por raça é uma omissão flagrante", disse Scott Morgan, diretor-associado do grupo de conscientização sobre a Quarta Emenda, a Flex Your Rights. "Os apologistas da discriminação racial debaterão primeiro que não existe discriminação racial e quando isso é refutado, eles passam para o argumento de que a discriminação racial está justificada pelos níveis mais altos de atividade criminosa", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Os dados sobre o índice de acerto são cruciais para refutar o argumento de que este tratamento discriminatório das minorias está justificado pelo seu comportamento".

As versões anteriores do relatório da BJS descobritam que a polícia tinha menos - não mais - chances de encontrar drogas ou outro contrabando em veículos dirigidos por condutores pertencentes a minorias do que por condutores brancos. A falta de tais dados no relatório atual é um problema sério, disse Reginald Shuford, o advogado sênior do Programa de Justiça Racial da ACLU.

"Muitos estudos têm concluído que, apesar de terem mais chances de serem revistados pela polícia, os condutores afro-americanos e hispânicos têm, na verdade, menos chances de estarem levando contrabando", disse Shuford à Crônica. "Este relatório não diz nada sobre essa questão, mas são dados que devem ser absolutamente registrados e analisados".

Shuford também caçoou da recusa do BJS de qualificar as suas descobertas como provas de discriminação racial. "Os números falam por si mesmos", disse. "A maioria das pessoas examinaria estes números e concluiria que o preconceito e a discriminação raciais estão vivinhos da silva. O ponto de vista do BJS de que são incapazes de concluir que isto seja discriminação racial não é particularmente convincente", disse ele.

Mas, o estatístico do BJS, Matthew Durose, uno dos autores do relatório, defendeu a falta dos dados sobre o índice de acerto e as conclusões limitadas do relatório. "O estudo se baseou em uma amostra pequena demais para formar estimativas confiáveis", disse ele à Crônica. "Na nossa amostra de 64.000 entrevistados, 189 foram parados e revistados pela polícia e só 30 casos envolviam condutores afro-americanos parados e revistados. A verdade é que não temos os números para formarmos estimativas confiáveis", disse.

Quanto a chamar isso de discriminação racial, Durose disse que havia informação insuficiente. "Há incontáveis circunstâncias que podem explicar estas buscas e não temos os motivos dos oficiais para conduzi-las, então não vamos dizer que provamos a discriminação racial. Não nos arriscamos a isso. O que fizemos é alertar o público de que estes são os dados da sondagem".

Mas os críticos não se apaziguaram. "Achamos que o relatório demonstra disparidades raciais claras e significativas no que acontece com os motoristas depois que são parados pela lei", disse Shuford da ACLU. "Se o BJS não tiver uma amostra de tamanho suficiente, precisam consegui-la. É informação crítica de verdade e provavelmente seria consistente com os estudos anteriores, que descobriram que os afro-americanos e hispânicos não têm mais chances de estarem levando contrabando do que os brancos".

"O BJS lançou um relatório que mostra que a discriminação racial existe, e então a negam", disse Morgan da Flex Your Rights. "E depois omitem os índices de acerto. E lançaram isso num domingo. A ausência de dados cruciais, a decisão de lançá-lo num domingo, o engavetamento do último relatório sobre a discriminação racial - tudo isto transmite a idéia de um Ministério da Justiça que não está mais interessado em conversar sobre a discriminação racial do que o Congresso o força a estar. Estes relatórios são ordenados pelo Congresso e percebo que nem sequer os teríamos - mesmo numa forma defeituosa - se o Congresso não os forçasse a fazê-los".

O BJS diz que não pode apresentar provas de discriminação racial. Os críticos dizem que é porque não querem. Enquanto isso, provavelmente outro negro está sendo detido e revistado na Auto-Estrada de Nova Jérsei neste exato momento.

Announcement: New Format for the Reformer's Calendar

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With the launch of our new web site, The Reformer's Calendar no longer appears as part of the Drug War Chronicle newsletter but is instead maintained as a section of our new web site:

The Reformer's Calendar publishes events large and small of interest to drug policy reformers around the world. Whether it's a major international conference, a demonstration bringing together people from around the region or a forum at the local college, we want to know so we can let others know, too.

But we need your help to keep the calendar current, so please make sure to contact us and don't assume that we already know about the event or that we'll hear about it from someone else, because that doesn't always happen.

We look forward to apprising you of more new features on our web site as they become available.

Announcement: DRCNet RSS Feeds Now Available

Posted in:

RSS feeds are the wave of the future -- and DRCNet now offers them! The latest Drug War Chronicle issue is now available using RSS at http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed online.

We have many other RSS feeds available as well, following about a hundred different drug policy subtopics that we began tracking since the relaunch of our web site this summer -- indexing not only Drug War Chronicle articles but also Speakeasy blog posts, event listings, outside news links and more -- and for our daily blog postings and the different subtracks of them. Visit our Site Map page to peruse the full set.

Thank you for tuning in to DRCNet and drug policy reform!

Announcement: DRCNet Content Syndication Feeds Now Available for YOUR Web Site!

Posted in:

Are you a fan of DRCNet, and do you have a web site you'd like to use to spread the word more forcefully than a single link to our site can achieve? We are pleased to announce that DRCNet content syndication feeds are now available. Whether your readers' interest is in-depth reporting as in Drug War Chronicle, the ongoing commentary in our blogs, or info on specific drug war subtopics, we are now able to provide customizable code for you to paste into appropriate spots on your blog or web site to run automatically updating links to DRCNet educational content.

For example, if you're a big fan of Drug War Chronicle and you think your readers would benefit from it, you can have the latest issue's headlines, or a portion of them, automatically show up and refresh when each new issue comes out.

If your site is devoted to marijuana policy, you can run our topical archive, featuring links to every item we post to our site about marijuana -- Chronicle articles, blog posts, event listings, outside news links, more. The same for harm reduction, asset forfeiture, drug trade violence, needle exchange programs, Canada, ballot initiatives, roughly a hundred different topics we are now tracking on an ongoing basis. (Visit the Chronicle main page, right-hand column, to see the complete current list.)

If you're especially into our new Speakeasy blog section, new content coming out every day dealing with all the issues, you can run links to those posts or to subsections of the Speakeasy.

Click here to view a sample of what is available -- please note that the length, the look and other details of how it will appear on your site can be customized to match your needs and preferences.

Please also note that we will be happy to make additional permutations of our content available to you upon request (though we cannot promise immediate fulfillment of such requests as the timing will in many cases depend on the availability of our web site designer). Visit our Site Map page to see what is currently available -- any RSS feed made available there is also available as a javascript feed for your web site (along with the Chronicle feed which is not showing up yet but which you can find on the feeds page linked above). Feel free to try out our automatic feed generator, online here.

Contact us for assistance or to let us know what you are running and where. And thank you in advance for your support.

Weekly: Blogging @ the Speakeasy

Posted in:

Along with our weekly in-depth Chronicle reporting, DRCNet has since late summer also been providing daily content in the way of blogging in the Stop the Drug War Speakeasy, as well as Latest News links (upper right-hand corner of most web pages), event listings (lower right-hand corner) and other info. Check out DRCNet every day to stay on top of the drug reform game!

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Speakeasy photo, with flappers (courtesy arbizu.org)

This week:

David Borden opines on "Is it Bad Cop vs. Cop, or Bad Cop vs. Good Cop?"; "We Made Brownies and I Think We're Dead," the police officer told the 9-1-1 operator; "Drugs to Vaccinate You -- Against Drugs!"; and "Coordinated Drug War Raids as Taxpayer-Funded Lobbying; reports that "One of the Worst Drug Warriors is Back, Under Mysterious Circumstances"; "Marijuana Activists Brutalized by Moscow Police During Annual Demonstration"; and "Atlanta Police Nearly Killed 80-Year-Old Woman Two Months Before Killing Kathryn Johnston; and links to stories on pain, soap and drug field tests, Joe Califano, overdose prevention and the Rockefeller drug laws, plus a Maryland action alert.

Scott Morgan brings us "This is Not Your Parents' Cocaine"; "The Boy Who Cried Meth"; and a thorough debunking of a racial profiling skeptic's editorial.

Phil Smith contributes "Initial Reports on the Global Marijuana Marches" -- with pictures from the San Francisco march -- and asks "What the Heck is Going On in Licking County, Ohio?"

David Guard has been busy too, posting a plethora of press releases, action alerts, job listings and other interesting items reposted from many allied organizations around the world in our "In the Trenches" activist feed. DRCNet's Reader Blogs have been going too -- we invite you to join them and become an author in the DRCNet community too. And we urge you to comment on any or all of the above.

Thanks for reading, and writing...

Web Scan

"The Futility of Random Drug Testing," Marsha Rosenbaum in USA Today, via Alternet

"New Studies Destroy the Last Objection to Medical Marijuana," MPP's Bruce Mirken for AlterNet, on vaporization research

"Media Hype About Painkillers Shot Down," Dani McClain for WireTap, via Alternet

"US Border Patrol Bars Canadian Psychotherapist with Drug Research Far in His Past," Linda Solomon in The Tyee, via Alternet

DrugTruth Network:

Cultural Baggage for 05/04/07 -- five Houston City Council candidates discuss the drug laws
Century of Lies for 05/04/07 -- Marc Emery of Cannabis Culture magazine discusses potential life sentence in US prison for selling pot seeds, Black Perspective & Drug War Facts

"Shocking Pot Video," by Jeff Meyers for SAFER

May 2007 issue of Cannabinoid Chronicles

new Suboxone Assisted Treatment web site

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica grandes y pequeños eventos de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

Anuncio: Los Feeds RSS de DRCNet Están Disponibles

Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Anuncio: ¡Ahora los Feeds de Agregación de Contenido de la DRCNet Están Disponibles para SU Página Web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

Haga clic aquí para ver una muestra de lo que está disponible - por favor, fíjese que la extensión, la apariencia y demás detalles de cómo ello aparecerá en su página pueden ser personalizados para adecuarse a sus necesidades y preferencias.

Por favor, fíjese también que estaremos contentos en hacerle más permutas de nuestro contenido disponible bajo pedido (pese a que no podamos prometer cumplimiento inmediato de dichas solicitaciones ya que, en muchos casos, la oportunidad dependerá de la disponibilidad de nuestro diseñador web). Visite nuestro Mapa del Sitio para ver lo que está disponible actualmente – cualquier feed RSS disponible allí también está disponible como feed de javascript para su página web (junto con el feed de la Crónica que no aparece todavía pero que usted puede encontrar en la página de feeds relacionada arriba). Experimente nuestro generador automático de feeds aquí.

Contáctenos si quiere asistencia o infórmenos sobre lo que está relacionando y adónde. Y gracias de antemano por su apoyo.

Semanal: Esta Semana en la Historia

05 de mayo de 2001: Los Estados Unidos son quitados de la Junta Internacional de Fiscalización de los Estupefacientes de las Naciones Unidas, la comisión de 13 integrantes que monitora la observancia a las convenciones de drogas de la ONU sobre el abuso químico y el narcotráfico ilegal.

06 de mayo de 2001: Sydney, Australia abre su primera sala de inyección de heroína en el barrio de Kings Cross, operado por la Uniting Church.

09 de mayo de 2001: El gobierno Bush anuncia su intención de nombrar al diputado federal Asa Hutchinson, republicano de Arkansas, para el cargo de administrador de la Administración de Represión a las Drogas (DEA, sigla en inglés), reemplazando al administrador en funciones, Donnie Marshall.

09 de mayo de 2001: En una audiencia, el fiscal general John Ashcroft atesta que el Ministerio de la Justicia de los EE.UU. no tiene prioridad más alta que prevenir el terrorismo. Pero un día después el ministerio lanza una orientación presupuestaria para el Año Fiscal 2003 que vuelve la reducción del tráfico de drogas ilegales una de las dos prioridades más altas.

10 de mayo de 2001: El presidente Bush nombra a John P. Walters como nuevo secretario antidroga de los Estados Unidos.

08 de mayo de 2002: El Consejo de Pastores Negros de Nueva Yérsey anuncia una campaña para informar a los conductores pertenecientes a las minorías que tienen el derecho a rehusarse a someterse a búsquedas consentidas de los automóviles, que han sido el enfoque de la lucha por la discriminación racial. Los pastores dijeron en una rueda de prensa en la Asamblea que ellos iban a empezar su campaña “Basta Decir No” la semana siguiente, en la forma de mensajes a las iglesias de las minorías y a los medios periodísticos.

06 de mayo de 2005: El Houston Chronicle informa que Montel Williams dio su apoyo a la legalización de la marihuana medicinal en Nueva York, diciendo que la marihuana lo ayuda a arreglárselas con la esclerosis múltiple. Williams, que fue diagnosticado con una enfermedad neurológica en 1999, dice que usa la marihuana todas las noches antes de acostarse para aliviar el dolor en sus piernas y pies. “Estoy infringiendo la ley todos los días y seguiré infringiendo la ley”, dijo Williams, presentador del Montel Williams Show.

Marihuana: Es Aquella Época Otra Vez – Marchas Pro Marihuana Programadas para el Sábado en Más de 200 Ciudades en Todo el Mundo

El sábado, decenas (si no cientos) de miles de aficionados y simpatizantes de la marihuana se echarán a las calles de más de 200 municipios y ciudades por todo el globo en las manifestaciones anuales pro legalización de la Marcha Mundial de la Marihuana. Coordinadas hace mucho por el activista pro marihuana (e ibogaína) veterano de la Ciudad de Nueva York, Dana Beal, y su organización, la Cures Not Wars, y sumado recientemente por el “Príncipe de la Marihuana”, Marc Emery, y la revista Cannabis Culture, ahora las marchas están en su cuarta década.

Marchas u otros eventos ocurrirán en la mayor parte de las grandes ciudades norteamericanas y europeas y también en numerosos municipios y ciudades pequeñas, especialmente en ciudades universitarias como Asheville, Boulder y Chapel Hill. Los latinoamericanos también estarán representados, con mítines programados para Buenos Aires y otras ciudades argentinas, Lima, México, D.F., Río de Janeiro, Santiago y São Paulo. Kingston, Jamaica también estará en el mapa de la marihuana este año. Los ciudadanos del Cabo marcharán en Sudáfrica y hay marchas programadas para ciudades en Australia, Nueva Zelanda, Japón e Israel también.

Chequee la lista completa de ciudades para encontrar la que está más cerca de usted y salga a ejercer sus derechos. La Crónica va a cubrir el evento en San Francisco y tendrá informes locales de todo el mundo la próxima semana.

Marihuana Medicinal: Proyecto de Minnesota Es Aprobado en el Senado y la Versión de la Cámara También Está Tramitando

El martes, el Senado de Minnesota dio la aprobación final a un proyecto de ley sobre la marihuana medicinal, aprobando el SF 345 en una votación disputada de 33 a 31. La votación marca la primera vez que un proyecto de marihuana medicinal haya sido aprobado por toda la casa en cualquiera de las Cámaras en Minnesota.

También el martes, la versión de la Cámara del proyecto de ley sobre la marihuana medicinal, el HF 655, superó más un obstáculo de comité, siendo aprobado por el Comité de Finanzas de la Cámara por 20 a 14. Pronto debe estar de camino hacia una votación en la Cámara.

Aunque existan diferencias entre los proyectos de la Cámara y del Senado, esencialmente los dos instaurarían un sistema en que los pacientes cualificados pueden obtener marihuana para aliviar sus dolores y síntomas a través de organizaciones sin fines lucrativos inscritas junto al estado.

“Estoy satisfecho que el Senado haya votado para proteger a algunos de los ciudadanos más vulnerables de Minnesota contra la amenaza de arresto por intentar aliviar sus dolores, por el consejo de su médico”, dijo el senador Steve Murphy (DFL-Red Wing), el principal ponente del proyecto. “Espero bastante que estemos solamente a pocas semanas de Minnesota volverse el 13º estado con marihuana medicinal”.

Pero Minnesota aún no ha llegado a ese punto. La Cámara aún debe aprobar su versión del proyecto de ley en una votación final. Y aun si es aprobado y reconciliado con la versión del Senado, el gobernador Tim Pawlenty (R), respaldado por las organizaciones de la ley, está prometiendo vetarlo.

Drug War Issues

Criminal JusticeAsset Forfeiture, Collateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Court Rulings, Drug Courts, Due Process, Felony Disenfranchisement, Incarceration, Policing (2011 Drug War Killings, 2012 Drug War Killings, 2013 Drug War Killings, 2014 Drug War Killings, 2015 Drug War Killings, Arrests, Eradication, Informants, Interdiction, Lowest Priority Policies, Police Corruption, Police Raids, Profiling, Search and Seizure, SWAT/Paramilitarization, Task Forces, Undercover Work), Probation or Parole, Prosecution, Reentry/Rehabilitation, Sentencing (Alternatives to Incarceration, Clemency and Pardon, Crack/Powder Cocaine Disparity, Death Penalty, Decriminalization, Defelonization, Drug Free Zones, Mandatory Minimums, Rockefeller Drug Laws, Sentencing Guidelines)CultureArt, Celebrities, Counter-Culture, Music, Poetry/Literature, Television, TheaterDrug UseParaphernalia, ViolenceIntersecting IssuesCollateral Sanctions (College Aid, Drug Taxes, Housing, Welfare), Violence, Border, Budgets/Taxes/Economics, Business, Civil Rights, Driving, Economics, Education (College Aid), Employment, Environment, Families, Free Speech, Gun Policy, Human Rights, Immigration, Militarization, Money Laundering, Pregnancy, Privacy (Search and Seizure, Drug Testing), Race, Religion, Science, Sports, Women's IssuesMarijuana PolicyGateway Theory, Hemp, Marijuana -- Personal Use, Marijuana Industry, Medical MarijuanaMedicineMedical Marijuana, Science of Drugs, Under-treatment of PainPublic HealthAddiction, Addiction Treatment (Science of Drugs), Drug Education, Drug Prevention, Drug-Related AIDS/HIV or Hepatitis C, Harm Reduction (Methadone & Other Opiate Maintenance, Needle Exchange, Overdose Prevention, Safe Injection Sites)Source and Transit CountriesAndean Drug War, Coca, Hashish, Mexican Drug War, Opium ProductionSpecific DrugsAlcohol, Ayahuasca, Cocaine (Crack Cocaine), Ecstasy, Heroin, Ibogaine, ketamine, Khat, Marijuana (Gateway Theory, Marijuana -- Personal Use, Medical Marijuana, Hashish), Methamphetamine, New Synthetic Drugs (Synthetic Cannabinoids, Synthetic Stimulants), Nicotine, Prescription Opiates (Fentanyl, Oxycontin), Psychedelics (LSD, Mescaline, Peyote, Salvia Divinorum)YouthGrade School, Post-Secondary School, Raves, Secondary School