Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Maconha Medicinal: Projeto para Tornar a Lei de Rhode Island Permanente É Aprovado por Comitês da Câmara e do Senado

(As partes interessadas em ou perto de Rhode Island deveriam conferir a a href="http://www.ssdp.org/northeast/" target=_blank_>Conferência Regional do Nordeste do SSDP em Providence de hoje até domingo.)

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a destacada paciente ativista de Rhode Island, Rhonda O'Donnell, em um protesto em DC
Um projeto que tornaria a lei sobre a maconha medicinal de Rhode Island permanente se dirige para votações na Câmara e no Senado depois que o Comitê de Saúde, Educação e Bem-Estar da Câmara o aprovou em uma votação de 10 a 3 na terça-feira e o Comitê de Saúde e Serviços Humanos do Senado o aprovou unanimemente na quarta-feira. A menos que o HB 6005 e sua legislação acompanhante no Senado, o SB 0791, sejam aprovados, o programa de maconha medicinal de Rhode Island acabará no dia 30 de junho.

No ano passado, a legislatura de Rhode Island anulou um veto do governador Donald Carcieri (R) para tornar o estado o 11º a legalizar a maconha medicinal, mas a versão final da medida incluía um dispositivo de vencimento. Até agora, uns 244 cidadãos de Rhode Island se inscreveram junto ao estado para consumirem a droga com aval médico.

Um desses pacientes, Craig Paquette de Richmond, que padece de dor crônica na espinha por ferimentos sofridos em um acidente de carro há quinze anos e também por efeitos colaterais graves dos analgésicos narcóticos, elogiou o voto do comitê na Câmara. "Não quero que a minha família me veja sofrer. Não uso mais os analgésicos e com um pouco de maconha a minha dor se reduz, o meu enjôo vai embora e me sinto humano de novo", disse ele em uma declaração depois da votação. "Por causa desta lei, tenho uma qualidade de vida que nunca tive sem ela e odiaria que ela fosse tirada de mim".

O governador Carcieri não se importa. O seu porta-voz, Jeff Neal, disse ao Providence Journal na quarta-feira que se opõe a tornar permanente a lei sobre a maconha medicinal. "Primeiro", disse Neal, "este estatuto de Rhode Island está em conflito direto com a proibição federal da maconha. Segundo, o governador compartilha as preocupações da polícia estadual com que a lei estadual de maconha medicinal promova o tráfico de drogas ilícitas enquanto que também torna a maconha mais disponível às crianças e os demais não a consomem para fins medicinais".

Porém, os legisladores de Rhode Island já anularam o veto do governador uma vez a respeito da maconha medicinal. Talvez tenham que fazer isso novamente.

Maconha Medicinal: Projeto de Minnesota É Aprovado por Comitê do Senado

O projeto de lei sobre a maconha medicinal de Minnesota foi aprovado por pouco pelo Comitê do Senado sobre o Judiciário na terça-feira em uma votação de 5 a 4. O projeto, o SF 345, já foi aprovado pelo Comitê de Saúde, Moradia e Segurança da Família do Senado e agora se dirige para uma votação no Comitê de Finanças do Senado.

O projeto permitiria que os pacientes gravemente doentes consumissem maconha com a recomendação de um médico.

Até agora, um projeto gêmeo da Câmara, o HF 0655, seguiu com sucesso um caminho igualmente torturante. Agora, está perante o Comitê de Finanças da Câmara pela segunda vez.

A votação favorável aconteceu apesar de depoimentos às vezes acalorados de oficiais da lei que argumentavam que isso "enviaria a mensagem errada", que conduziria a um aumento no consumo de drogas, que seria difícil de impor e que entraria em conflito com a lei federal. Mas, o principal defensor do projeto, o senador Steve Murphy (D-Red Whig), chamou essas preocupações de exageradas.

"Estou contento que estejamos um passo mais próximos de aprovarmos este projeto que ajudará os pacientes que sofrem de câncer, esclerose múltipla e outras doenças a receberem o cuidado que os seus médicos recomendam", disse Murphy depois da votação.

O número de estados com leis que protegem os pacientes de maconha medicinal contra a detenção aumentou no dia 02 de abril, quando o governador do Novo México, Bill Richardson (D), assinou a 12ª lei estadual de maconha medicinal. Os outros estados com leis de maconha medicinal são Alasca, Califórnia, Colorado, Havaí, Maine, Montana, Nevada, Oregon, Rhode Island, Vermont e Washington.

Maconha medicinal: A Califórnia começa a cobrar impostos dos dispensários

Durante mais de uma década, os californianos que procuram a maconha medicinal puderam comprá-la através dos dispensários. Agora, o estado da Califórnia quer a parte dele e a comunidade da maconha medicinal não tem certeza se isso é bom ou ruim.

Em fevereiro, o Conselho de Igualação do estado enviou uma notificação aos comerciantes de maconha medicinal, instando-os a conseguirem um alvará como os demais comerciantes. "Se vende maconha medicinal, geralmente as suas vendas na Califórnia estão sujeitas a impostos e requer-se que tenha um alvará", disse a notificação. Prosseguia advertindo os vendedores que "se não obtiverem um alvará ou não se apresentarem e pagarem os impostos devidos, estarão sujeitos a juros e multa".

Alguns donos aclamaram a taxação como parte da "normalização" da maconha medicinal. Mas, outros estavam preocupados que qualquer informação fiscal que eles enviassem pudesse ser usada contra eles pelos agentes federais de repressão às drogas.

"É frustrante", disse Chris Moscone, advogado do dispensário Hemp Center de São Francisco, aos McLatchy Newspapers na segunda-feira. "Basicamente, há dois lados: Aqueles que querem ser tratados como negócios legítimos; e o outro lado, onde ainda são rebeldes e não querem que lhes cobrem impostos".

Era um caso que envolvia o Hemp Center que levou à carta de fevereiro do Conselho de Igualação. Enquanto o conselho revisava o caso do Hemp Center, percebeu que embora o dispensário estivesse pagando impostos sobre camisetas, chapéus, cachimbos e narguilés, não estava pagando impostos sobre a maconha medicinal que vendia. Após a revisão, o conselho determinou que a maconha medicinal está sujeita ao imposto estadual sobre as vendas porque não nem aprovada pela Administração de Drogas e Alimentos (FDA, sigla em inglês) nem fornecida por um farmacêutico.

Para taxar a maconha medicinal, o conselho teve que atualizar as suas normas. Segundo as regras anteriores, os vendedores de artigos ilegais não podiam conseguir um alvará, mas os dispensários podiam. O conselho também permitirá que os dispensários assinem uma dispensa em vez de revelarem o que estão vendendo, uma medida que pode aliviar algumas preocupações com as autoridades federias que usam os registros fiscais para perseguir os fornecedores.

Os funcionários estaduais estimam que haja algo entre 150 e 200 dispensários. Até o momento, só 27 se candidataram e receberam alvarás. Mas, esses números provavelmente aumentarão depois da carta de fevereiro.

Ásia: China Instaura Banco de Dados Sobre os Usuários de Drogas

E achávamos que os registros de preparadores de metanfetamina iam além da conta. A Comissão Nacional de Controle dos Entorpecentes da China anunciou na quarta-feira que estabeleceu um banco de dados para monitorar os usuários de drogas. Mais de 785.000 pessoas foram listadas no banco de dados desde que começou no último mês de agosto sob o Ministério de Segurança Pública.

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cartaz antidrogas chinês
O banco de dados de usuários de drogas deve determinar o número de consumidores de drogas da China, verificar as suas identidades e monitorar a sua situação atual, disse um funcionário da comissão de controle dos entorpecentes. Mas, também está sendo usado como ferramenta de repressão legal, com as autoridades dizendo que é útil em casos de delitos de drogas recentes.

De acordo com os dados oficiais, que são indubitavelmente baixos, por volta de 2005, a China tinha 1.16 milhão de usuários de drogas, um aumento de 35% desde 2000. Mas, esse número caiu para 720.000 por volta de agosto do ano passado em razão de "medidas de reabilitação compulsória e verificações estritas de químicos e entorpecentes", disse o ministério.

Segundo o programa de tratamento forçado da China, os usuários de drogas podem ser ajudados por até seis meses, mas em fevereiro, a polícia de Pequim estava pensando em estender esse período a um ano. Isto parece ser parte de uma tentativa de limpar a cidade antes das Olimpíadas de 2008. "Não descartamos a possibilidade de compelir todos os viciados em drogas na capital a desistirem de suas dependências antes das Olimpíadas", disse Fu Zhenghua, vice-diretor da Agência de Segurança Pública de Pequim.

Bom, diacho, com esse banco prático de dados, a polícia não vai ter nenhum problema em encontrar as pessoas que quiser arrastar aos campos de reconscientização sobre as drogas.

Europa: Ativista Antiglobalização e Candidato à Presidência Francês É a Favor da Legalização da Maconha

O candidato à presidência da França e ativista antiglobalização, José Bové, começou a sua campanha na segunda-feira pedindo a legalização da maconha. O pedido aconteceu em seu primeiro discurso televisionado como candidato - o primeiro de qualquer candidato, os quais todos os 12 participaram de um sorteio para ver quando teriam tempo de emissão.

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José Bové (cortesia da Wikimedia)
"A maconha precisa ser descriminalizada", disse Bové aos telespectadores. "Isto é tão parte da rotina diária hoje em dia como beber álcool".

Embora Bové dissesse "descriminalizar" em vez de "legalizar", a sua referência ao álcool - que é legal na França - sugere que ele prevê um regime legal e regulado similar para a maconha. Segundo a lei francesa atual, que não distingue as drogas "leves" das "pesadas", o porte de drogas é sancionável por até um ano de cadeia e uma multa de $5.000.

Bové é agricultor e antigo ativista antiglobalização de esquerda. Ele é famoso por liderar o desmantelamento não-autorizado de um restaurante McDonald's em Millau em 1999 para protestar contra a carne bovina tratada com hormônios. Durante o seu discurso ao país, ele pediu o estabelecimento de uma força política de esquerda para desafiar a esquerda francesa oficial esclerosada e a direita em ascensão.

Os principais contendores na eleição da semana que vem são o conservador Nicolas Sarkozy, um intransigente nas políticas de drogas; a socialista Ségolène Royal; e o centrista François Bayrou. Se o primeiro turno não apresentar um vencedor claro, o segundo turno será realizado no dia 06 de maio. De acordo com uma pesquisa lançada na terça-feira, Sarkozy está na dianteira com 28%, Royal tem 22%, Bayrou 19% e o ultradireitista Jean-Marie Le Pen 14%. Bové está na terceira fila de candidatos, encolhido com dois outros com meros 2% dos votos. No entanto, o seu perfil ativista gerou alguma atenção à questão.

Semanal: Esta Semana na História

19 de abril de 1943: Albert Hoffman toma a primeira dose de LSD na Basiléia, Suíça.

14 de abril de 1989: Um subcomitê do Congresso sobre Entorpecentes, Repressão Legal e Políticas de Relações Exteriores, presidida pelo senador John Kerry (D-MA), lança um relatório que descobre os esforços dos EUA para combater o narcotráfico foram solapados pelo temor do governo Reagan de pôr em risco os seus objetivos na guerra civil nicaragüense. O relatório conclui que o governo ignorou as provas de narcotráfico dos Contras e continuou dando-lhes ajuda.

13 de abril de 1995: A Comissão de Condenação dos EUA vota na igualação das penas para as quantidades de pedra e pó de cocaína por infrações por tráfico e porte, uma proposta que teria virado lei no dia 01 de novembro se o Congresso não tomasse nenhuma providência. A procuradora-geral Janet Reno insta o Congresso a recusá-lo no dia seguinte.

15 de abril de 1998: O juiz do Tribunal Superior da Califórnia, David García, ordena que Dennis Perón, autor da Proposição 215, interrompa o funcionamento do seu Cannabis Cultivators' Club (CCC) em São Francisco. O juiz García escreve, "A corte acha provas não-contraditas neste registro de que o réu Perón está metido atualmente nas vendas ilegais de maconha". As vendas ilegais, disse o tribunal, eram feitas a "fornecedores primários", não a pacientes, como definido pela lei de maconha medicinal da Califórnia. Perón concorda em renunciar como diretor do CCC em uma tentativa de manter a operação aberta.

16 de abril de 1998: A Assembléia de Iowa aprova esmagadoramente um projeto que incrementa as penas por delitos de maconha para os reincidentes e que permite que os policiais realizem exames toxicológicos com os condutores que pareçam estar dirigindo sob a influência da maconha.

18 de abril de 2001: Kenneth Hayes e Michael Foley são absolvidos por um júri da Comarca de Sonoma, Califórnia pelas acusações de cultivarem e portarem maconha. Os dois foram presos por cultivarem 899 plantas de maconha para os 1.200 integrantes do clube de maconha medicinal de São Francisco chamado CHAMP (Cannabis Helping Alleviate Medical Problems).

17 de Abril de 2002: Enquanto estava sob a influência de anfetaminas que o governo dos EUA lhes administrou a fim de ficarem acordados durante a missão, dois pilotos estadunidenses atiram por equívoco uma bomba que mata quatro soldados canadenses no Afeganistão. As pílulas administradas pela Força Aérea podem ter prejudicado o juízo dos pilotos, diz David Beck, advogado do comandante William Umbach, acrescentando que os pilotos receberam antidepressivos após voltarem de sua missão. "A Força Aérea tem um problema. Eles administraram pílulas a soldados sobre as quais os fabricantes declararam que afetam o desempenho e o juízo", disse Beck.

16 de abril de 2004: Richard Paey, um paciente da dor em cadeira de rodas, é condenado a 25 anos de prisão por um juiz da Flórida. Paey, que foi condenado por falsificar receitas para obter comprimidos a fim de aliviar a dor crônica e intensa nas costas que remonta a cirurgias fracassadas depois de um acidente de carro em 1985, foi condenado segundo a lei da Flórida como narcotraficante - apesar de que mesmo os procuradores reconheceram que não havia nenhuma prova de que ele fez algo além de consumir ele mesmo os analgésicos opiáceos.

Oportunidade de Emprego: Duas Vagas na Law Enforcement Against Prohibition

A Law Enforcement Against Prohibition (LEAP, sigla em inglês) é uma organização internacional sem fins lucrativos de conscientização que foi criada para dar voz aos impositores da lei que sabem que a "Guerra Contra as Drogas" não só é um fracasso patente, mas também uma política terrivelmente destrutiva, autoperpetuadora e sempre em expansão. A proibição deve ser substituída pela regulação legalizada de todas as drogas, que reduzirá as incidências de mortalidade, doença, criminalidade e dependência sem destruir gerações de nossas crianças através da detenção e do encarceramento. Em cinco anos, a LEAP cresceu de cinco policiais fundadores para mais de 7.000 membros em sessenta e seis países. A LEAP conta com 150 policiais e agentes penitenciários, juízes e promotores, agentes da DEA e do FBI em exercício e aposentados em seu gabinete de oradores, que fez mais de 2.700 apresentações por todo o mundo. Esperamos pelo menos dobrar a nossa filiação e o número de oradores no ano que vem. A sede da LEAP fica na Avenida Mystic, 121, Medford, Massachusetts, 021 55, telefone (781) 393-6985.

Emprego 1: Cargo de Gerente de Escritório e Projeto - $25.000-$30.000 por ano

DECLARAÇÃO GERAL DE DEVERES E RESPONSABILIDADES: É um cargo de tempo integral. O Gerente de Escritório e Projeto proporciona apoio geral ao Diretor-Executivo e ao Diretor Administrativo. O Gerente trabalha de perto com o Coordenador da Agência de Oradores e com o Coordenador de Conferências que administram os membros voluntários da LEAP e supervisionam os eventos.

DEVERES E RESPONSABILIDADES ESPECÍFICOS: Gerência de: Estagiários e voluntários; correspondência/recrutamento de membros; coordenação e contato com os voluntários; coordenação e contato com os doadores; investigação e redação de solicitações de doação; investigação das políticas de drogas, leis, repressão legal e táticas de interdição das drogas nacionais e internacionais; redigir notas à imprensa a cada dois meses; ajudar na coordenação da mídia, na coordenação do gabinete de oradores e na coordenação de conferências; comprar/corresponder-se; editar e atualizar o blog da LEAP; editar e enviar o informativo mensalmente por e-mail; entrar dados nas bases de dados.

REQUISITOS DO EMPREGO: Os seguintes são todos requeridos dos/as candidatos/as a este cargo: A compreensão e o apoio total da Missão e Meta da LEAP (leia "Sobre a Leap" em http://leap.cc/About/about.php); deve poder realizar a entrevista e trabalhar em Medford, Massachusetts; deve ter a capacidade de lidar com assuntos confidenciais com um alto nível de integridade; ter habilidades interpessoais e comunicativas excelentes (tanto escritas como orais); demonstrar a capacidade de trabalhar independentemente, de realizar várias tarefas e de ser pró-ativo na antecipação e correção dos problemas; espera-se que inove, desenhe e implemente sistemas que maximizem o funcionamento eficaz e eficiente desta organização em expansão; ter um alto nível de destreza com programas (especialmente MS Word, Excel e Outlook) e poder usar a Internet como ferramenta de pesquisa e também ter um computador; ter um diploma universitário ou experiência em trabalhos similares.

Emprego 2: cargo de Diretor de Mídia -- $30,000 por ano

DECLARAÇÃO GERAL DE DEVERES E RESPONSABILIDADES: O/a diretor(a) de mídia é um cargo de tempo integral. Ele/ela será responsável por todos os contatos com a mídia em escala nacional e internacional e por qualquer outra coordenação considerável com a mídia, assim como por publicar as notas à imprensa.

O/a Diretor(a) de Mídia trabalhará com o Coordenador do Gabinete de Oradores para garantir que os contatos com a mídia sejam feitos pelos agentes da LEAP para todos os oradores quando estiverem realizando apresentações individuais e enquanto estiverem em turnês ou participando de conferências. O/a Coordenador(a) de Mídia trabalha com o Diretor-Executivo e representantes do Consultor de Relações Públicas da LEAP para acumular a melhor gerência da mídia. O/a Coordenador(a) de Mídia responde diretamente ao Diretor Administrativo.

O/a candidato(a) ideal estará familiarizado(a) com uma abordagem de equipe ao desenvolvimento de publicidade e não terá nenhum problema em dirigir vários voluntários. Esta pessoa deve estar familiarizada com diversas formas de mídia, inclusive a redação de editoriais, a entrada em blogs da Internet e a reportagem e também os trabalhos dos órgãos da imprensa nacional. O/a candidato(a) ideal para este cargo é articulado(a) e convincente em quaisquer apresentações, sejam estas verbais ou escritas. Também são úteis várias habilidades lingüísticas.

Os lugares preferidos de residência para o Diretor de Mídia são a área de Boston ou os locais nas imediações dos grandes órgãos da imprensa. As candidaturas e entrevistas são aceitas e realizadas conforme vão chegando. O cargo está em aberto para início imediato.

DEVERES E RESPONSABILIDADES ESPECÍFICOS: Criar e manter uma base de dados de contatos com os órgãos da imprensa (jornais, revistas, rádios, televisão e Internet); identificar as fontes fundamentais de notícias nacionais e internacionais; estabelecer e manter relações com elas; divulgar idéias para matérias, informes, notas à imprensa e outros materiais midiáticos aos repórteres mais relevantes; em conjunto com o Gabinete de Oradores e a sede, coordenar campanhas por correspondência, redigir notas à imprensa e Editoriais de Opinião; gerar idéias para a cobertura das apresentações e participações em conferências da LEAP: solicitar convites para aparições de oradores da LEAP nos grandes programas da rádio e da televisão.

Os seguintes Requisitos Adicionais são todos exigidos dos/as candidatos/as a este cargo: A compreensão e o apoio total da Missão e Meta da LEAP (leia "Sobre a Leap" em http://leap.cc/About/about.php); deve poder realizar a entrevista e trabalhar em Medford, Massachusetts; deve ter a capacidade de lidar com assuntos confidenciais com um alto nível de integridade; ter habilidades interpessoais e comunicativas excelentes (tanto escritas como orais); demonstrar a capacidade de trabalhar independentemente, de realizar várias tarefas e de ser pró-ativo na antecipação e correção dos problemas; espera-se que inove, desenhe e implemente sistemas que maximizem o funcionamento eficaz e eficiente desta organização em expansão; ter um alto nível de destreza com programas (especialmente MS Word, Excel e Outlook) e poder usar a Internet como ferramenta de pesquisa e também ter um computador; ter um diploma universitário ou experiência em trabalhos similares.

A sede da LEAP está localizada na Suíte 9, Avenida Mystic, 121, Medford, MA 02155.

Como se candidatar:

Favor enviar o seu currículo e carta de apresentação a Allison Silva a Allison.Silva@leap.cc ou ligue para (781) 393-6985.

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Entre em contato conosco se quiser assistência ou informe-nos sobre o que está relacionando e aonde. E obrigado de antemão pelo seu apoio.

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Obrigado por se sintonizar na DRCNet e na reforma das políticas de drogas!

Anúncio: Novo Formato para o Calendário do Reformador

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Com o lançamento da nossa nova página, O Calendário do Reformador não aparecerá mais como parte do boletim Crônica da Guerra Contra as Drogas, mas será mantido como seção de nossa nova página:

O Calendário do Reformador publica eventos grandes e pequenos de interesse para os reformadores das políticas de drogas ao redor do mundo. Seja uma grande conferência internacional, uma manifestação que reúna pessoas de toda a região ou um fórum na universidade local, queremos saber para que possamos informar os demais também.

Porém, precisamos da sua ajuda para mantermos o calendário atualizado, então, por favor, entre em contato conosco e não suponha que já estamos informados sobre o evento ou que vamos saber dele por outra pessoa, porque isso nem sempre acontece.

Ansiamos por informá-lo de mais matérias novas de nossa nova página assim que estiverem disponíveis.

Oferta de Livro: Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics

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Normalmente, quando publicamos a resenha de um livro no boletim informativo Crônica da Guerra Contra as Drogas, ela tem leitores, mas não está entre os artigos mais visitados na página. Recentemente, presenciamos uma grande exceção a essa regra quando mais de 1.400 de vocês leram a nossa resenha do novo livro “Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy” [Mentiras, Malditas Mentiras e as Estatísticas da Guerra às Drogas: Uma Análise Crítica das Afirmações Feitas pelo Gabinete de Política Nacional de Controle das Drogas]. Grande parte dessa leitura aconteceu durante uma emana que teve outros artigos muito populares também, então, claramente, o tópico deste livro, de autoria dos respeitados acadêmicos Matthew Robinson e Renee Scherlen, tocou na ferida. Como deveria.

Por favor, ajude a DRCNet a continuar o nosso trabalho de desacreditar as mentiras da guerra às drogas com uma doação generosa. Se a sua doação for de $32 ou mais, lhe enviaremos uma cópia grátis do livro de Robinson e Scherlen para ajudá-lo a desacreditar as mentiras da guerra às drogas também.

Durante as próximas semanas, vou escrever no blog da nossa página sobre coisas que aprendi lendo Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics. Fique ligado!

A sua doação ajudará a DRCNet enquanto avançamos no que pensamos ser um plano incrível de dois anos para fazermos progressos consideráveis na reforma das políticas de drogas e na causa de acabar com a proibição globalmente e nos EUA. Por favor, faça uma doação generosa hoje para ajudar a causa! Sei que você sentirá que o dinheiro foi bem gasto depois de ver o que a DRCNet está preparando. O nosso formulário eletrônico de doação lhe permite doar por cartão de crédito, por PayPal ou imprimir um formulário para enviar junto com o seu cheque ou ordem de pagamento. Por favor, repare que as contribuições à Drug Reform Coordination Network ou Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas, a nossa entidade de lobby, não são dedutíveis do imposto de renda. As doações dedutíveis podem ser feitas para a Fundação DRCNet, a nossa ala de conscientização. (Escolher um presente como Lies, Damn Lies, and Drug Statistics reduzirá a parte de sua doação que você pode deduzir pelo custo no varejo do artigo.) Ambos os grupos recebem a correspondência dos membros em: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Obrigado pelo seu apoio e esperamos ter notícias suas em breve.

Sinceramente,


David Borden
Diretor-Executivo

P.S.: Você pode ler a resenha do livro escrita pelo editor da Crônica, Phil Smith, aqui.

Matéria: A Política Confusa da Maconha Medicinal na Assembléia do Oregon

Com uns 14.000 pacientes inscritos junto ao estado segundo a Lei de Maconha Medicinal do Oregon [Oregon Medical Marijuana Act (OMMA)], o programa do Oregon é um dos mais bem-sucedidos no país. Mas, graças a uma comunidade ativista bem-organizada, porém rabugenta, e também aos inimigos legislativos da maconha medicinal, a própria OMMA (o Programa de Maconha Medicinal do Oregon) e os pacientes são o assunto de um frenesi de atividade na assembléia neste ano.

Embora parte da legislação tenha sido inspirada pela comunidade da maconha medicinal, grande parte lhe é hostil. A NORML Oregon, uma das principais organizações ativistas na questão, identifica 19 projetos de lei diferentes que afetam os pacientes de maconha medicinal, com apenas cinco que têm o aval do grupo.

Entre os projetos há 12 medidas que pedem exames toxicológicos de todos, de policiais e servidores eleitos a beneficiários da previdência social, inclusive uma que já foi aprovada pelo Senado, o SB 0465, que protegeria os empregados de ações judiciais dos pacientes despedidos por tirarem positivo em exames toxicológicos. Há dois projetos que emendariam a OMMA, um na Câmara, o HB 3299, e o outro no Senado, o SB 0161, e também já projetos que dariam aos promotores a opção de acusarem o cultivo como contravenção em vez de crime e instaurarem um sistema de dispensários dirigido pelo estado.

As batalhas principais foram travadas pelo projeto sobre os exames toxicológicos com empregados e os projetos que emendariam a OMMA. Embora a sessão provavelmente não termine até junho, até agora, ela tem sido desagradável para os defensores da maconha medicinal. Embora tenham um punhado de defensores influentes na legislatura, inclusive o senador Floyd Prozanski (D-Eugene) e o senador Frank Morse (R-Albany), esses aliados foram isolados em votações anteriores - o projeto acerca do exame toxicológico foi aprovado por 25-5 - ou se aborreceram com algumas medidas apresentadas pelos ativistas.

O projeto sobre os exames toxicológicos atraiu a oposição da ACLU do Oregon e também dos defensores da maconha medicinal. "Nós achamos que esse projeto solaparia a Lei de Maconha Medicinal do Oregon, que foi aprovada pelos eleitores, permitindo que os cidadãos do Oregon que sofram de doenças graves possam consumir maconha para aliviar o sofrimento deles", disse Andrea Mayer, a diretora legislativa do grupo, que depôs contra a medida. "Há muitos pacientes cujas enfermidades podem ser aliviadas para que virem empregados produtivos, assim como com os milhares de cidadãos do Oregon que usaram substâncias prescritas".

"Os empregados confiam na análise da urina para examinar o prejuízo dos sentidos, mas esse tipo de exame não o indica", disse Meyer. "Não há relação entre a presença de metabolitos de THC e o prejuízo dos sentidos. Como todos sabemos, o THC pode continuar no corpo por até 30 dias. Este projeto de lei presume que o usuário de maconha medicinal esteja comprometido no trabalho, mas esse não é o caso e não lida com a questão subjacente da segurança, que é do que isto se trata. Se estão preocupados de verdade com a segurança, examinariam o prejuízo dos sentidos em todos os empregados. O importante é que possam desempenhar as suas funções. O fato de que alguém consumiu maconha medicinal na noite anterior antes de vir trabalhar não significa que está prejudicado".

Mas, embora o projeto sobre os exames toxicológicos tenha sido aprovado com facilidade pelo Senado, que recusou uma medida oferecida por Prozanski que teria protegido explicitamente os pacientes, pode virar letra morta na Câmara. "Foi atribuída ao Comitê de Ética da Câmara, onde se diz que é letra morta", disse Leland Berger da Voter Power, que está envolvido intimamente com a legislação acerca da maconha medicinal no Oregon. "Pode ficar de pé outra vez, mas por enquanto é letra morta", disse.

O mesmo acontece com o SB 0676, que teria criado um sistema estadual de hortas e dispensários como programa-piloto para examinar as distintas variedades. Defendido pela NORML Oregon, o projeto teria lidado com os problemas crônicos da oferta que alguns pacientes enfrentam, mas as suas chances murcharam frente aos temores que podiam provocar na DEA.

"As coisas vão muito mal na assembléia neste ano", disse Madeline Martínez, diretora da NORML Oregon. "Prozanski se aborreceu com o projeto sobre os dispensários. Ele sempre foi um amigo do cânhamo e da maconha medicinal, mas temia que este atraísse os federais sobre nós", disse Martínez. "O senador Morse diz que não acha que possa fazê-lo sair do comitê porque o procurador-geral advertiu que, se isso ocorresse, todos começariam a ser presos", explicou.

"Precisamos fazer algo e eu não gosto nada do modelo californiano dos dispensários", disse Martínez. "Muitos pacientes meus estão recebendo benefícios da previdência, então não quero vê-los pagando $15 o grama. Caramba, dá para escolher entre a sua maconha medicinal, as suas drogas farmacêuticas e comer a comida do gato. Estou muito aborrecida com o modelo californiano".

Martínez, uma aposentada da lei de 56 anos de idade, administra uma horta para pacientes, a quem ela fornece quantidades limitadas de maconha medicinal gratuitamente. "Tenho a bênção de ter uma horta maravilhosa. Podemos encher os nossos baldes de doações e agora outros cultivadores estão doando 150 ou 180 gramas de uma só vez. É assombroso como ver isso acontecer tem o poder de criar um ciclo de doações e mais doações", disse.

Mas, embora Martínez e os pacientes dela possam adquirir o medicamento deles, isso não acontece com muitos pacientes, que ou não têm saúde ou a habilidade ou o talento para cultivar e esse é maior fracasso da OMMA, disse ela. "É o pior aspecto: acesso nenhum", disse. "Paga-se por um direito e então não dá para usá-lo, especialmente se não se puder cultivar sozinho. A OMMA não lida com isso".

Agora, a grande batalha restante é pelos projetos que modificariam a OMMA. O HB 3299, apoiado pela Voter Power, contém diversos dispositivos que protegem os pacientes ou os fornecedores, inclusive a reciprocidade com outros estados, permitindo que as pessoas sob supervisão judicial consumam maconha medicinal e impondo penas contra a polícia por infração voluntária da lei. Mas também contém uma disposição que submeteria os membros do programa que transportaram maconha medicinal sem carteira de registro a 30 dias de cadeia.

Martínez e a NORML Oregon não são a favor do HB 3229 em sua forma atual. "Há muitas coisas boas no HB 3299", disse Martínez, "mas 30 dias na cadeia para os pacientes pegos enquanto a transportavam sem a carteira deles? Alguns dos pacientes de que cuido não durariam nem sequer um dia na cadeia. É preciso expor isso".

Isso pode ocorrer, disse Berger. Embora o HB 3299 pareça adormecido - foi encaminhado ao cemitério conhecido como o Comitê de Regras e Ética Eleitoral da Câmara - alguns de seus dispositivos podem acabar sendo incorporados ao SB 161. "O SB 161, que inclui algumas coisas que estivemos perseguindo durante anos, foi aprovado pelo Senado unanimemente na quinta-feira passada", disse. "Talvez possamos tirar coisas do 3299 e colocá-las no 161. O senador Morse disse que ia ver o que podia fazer".

Mas, mesmo com toda a tormenta e ímpeto na assembléia, a sessão pode acabar com pouca coisa acontecendo de verdade na frente da maconha medicinal. Isso pode mudar se a comunidade estivesse mais bem organizada, disse Berger. "Há mais cooperação e mais sentimento positivo entre os ativistas do que às vezes no passado", disse. "Mas, ao mesmo tempo, há um tipo de pressão da turba, com grupos diferentes fazendo pressão por projetos diferentes. O que precisamos fazer de verdade é termos uma conversa um ano antes da próxima sessão, arrecadar alguns fundos e contratar um lobista. É difícil aprovar leis no Oregon. É preciso ter um consenso entre todos os grupos afetados. A lei, o próprio programa e os defensores têm que concordar ou não vai se mexer. Isso significa que os defensores têm que estar de acordo também".

Matéria: A guerra contra a Salvia divinorum esquenta

Nesta semana, Middlesbury, Vermont, declarou uma emergência de saúde pública para impedir um negócio local de vendê-la. Ela já é ilegal em cinco estados – Luisiana, Missouri, Tennessee, Oklahoma e Delaware – e em uma série de municípios e cidades por todo o país, e agora os políticos em pelo menos sete estados apresentaram projetos para ilegalizá-la neles. Para a DEA, é uma “droga preocupante”.

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folhas de sálvia (foto por cortesia de Erowid)
É a sálvia divinorum, uma integrante da família da menta do México, onde tem sido usada durante séculos pelos curandeiros mazatecas. Na última década, a ciência das suas propriedades alucinógenas poderosas começou a se infiltrar na consciência popular. Agora, está à venda nas lojas de apetrechos para usuários de drogas e através da Internet, onde pode ser comprada em uma forma fumável que produz uma intoxicação quase instantânea e uma tremenda euforia que dura alguns minutos.

Enquanto os homens da lei e os políticos se deparam com ela e com o fenômeno de seu consumo recreativo, estão reagindo da maneira clássica com medidas para ilegalizá-la. Em Delaware, os pais de luto de um adolescente que cometeu suicídio após consumir sálvia conseguiram aprovar um projeto de lei na assembléia. Em Ohio, a polícia que topou com ela enquanto investigava artigos falsificados tocou o alarme, apesar de eles nunca terem tido nenhuma problema com ela. Os policiais responderam previsivelmente. “Sentimos que é algo que deveria ser ilegalizado”, disse o capitão da Força-Tarefa Antidrogas da Comarca de Lorain, Dennis Cavanaugh, ao Cleveland Plain Dealer.

Mas, os investigadores dizem que embora os efeitos sobre a consciência possam ser inquietantes, a planta não mostrou ser tóxica para os humanos, que os seus efeitos são tão potentes que não é provável que seja usada várias vezes e que a propriedade ativa dela, a salvinorina-A, pode ajudar no desenvolvimento de medicamentos para os transtornos do estado de ânimo. Embora as providências do estado provavelmente não afetem a pesquisa, uma medida da DEA para pô-la na lista de substâncias controladas poderia fazer isso.

A sálvia é um artigo popular na Urban Shaman Ethnobotanicals no centro de Vancouver e a atenção da mídia só incita as vendas, de acordo com o dono Chris Bennett. “Estamos vendendo cerca de 50 gramas do 10x a cada duas semanas”, disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. “São mais os jovens – apesar de não a vendermos a menores de 18 -, mas não está limitado a eles. Sempre que sou citado na mídia falando sobre a sálvia, consigo um montão de clientes novos de meia-idade que querem experimentá-la”.

Normalmente, uma ou duas vezes bastam, disse Bennett. “É muito poderosa – dá para esquecer que se fumou -, muito intensa e os efeitos começam muito rápido”, explicou. “Também há muita variação de uma pessoa a outra. Quatro pessoas podem se sentar em uma sala e consumi-la e uma dá risada, a outra teme que o mundo estivesse acabando, a próxima sente que é bidimensional e a última diz que tudo parece ser feito de blocos de Lego. Ouço muitas pessoas dizerem essa última”.

Como muitos outros fornecedores de sálvia, a Urban Shaman proporciona um folheto informativo com cada compra. “Dizemos às pessoas que devem ter um ajudante. Se você consumiu sálvia e termina no terraço, pode chegar a pensar que consegue descer as escadas pulando”, disse Bennett. “É bom ter alguém com você; é irresponsável consumi-la sozinho”, disse. “Também recomendamos um ambiente silencioso. A experiência pode ser influenciada por ruído ambiente, o qual pode ser distorcido ou mal-interpretado. O entorno é importante”.

Há riscos no manuseio de alucinógenos, apontou rapidamente um especialista. “É um alucinógeno e embora as suas ações alucinógenas sejam diferentes daquelas induzidas pelo LSD e demais alucinógenos, tem as desvantagens que os alucinógenos têm”, disse Bryan Roth, professor de farmacologia na Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, o homem que isolou a salvinorina-A. “Quando as pessoas a consomem, ficam desorientadas. Se você não sabe onde está e está dirigindo um carro, seria uma experiência ruim”.

Mas, disse Roth, embora possa te fazer ficar doidão, não vai te matar. “Não há provas de qualquer toxicidade patente, não há quaisquer relatos na bibliografia médica de que alguém tenha morrido por ela. A única advertência é a de que não houve nenhum estudo formal feito com humanos, mas os dados das investigações realizadas com animais sugerem que não mata os animais que recebem doses massivas, e, usualmente – mas nem sempre -, isso é preditivo para a farmacologia humana”.

“Não estou ciente de nenhum estudo que sugira que a sálvia é tóxica”, disse Thomas Prisinzano, professor-assistente de química com produtos medicinais e naturais na Universidade de Iowa. “Diferentemente de outros alucinógenos, age estimulando os receptores opiáceos e produz basicamente uma experiência alucinógena que chega ao seu ponto mais alto em menos de 15 minutos. Produz uma subpopulação que a acha muito desagradável e nunca mais quer experimentá-la de novo”.

Em razão de seus efeitos intensos, provavelmente também não se ficará viciado nela. “Parece que não há muito potencial para a dependência, apesar de ninguém ter investigado isso detalhadamente”, disse Roth. “A pessoa típica com quem eu conversei não gostou da experiência; é intensa demais para alguém que busca uma experiência de LSD em pequena escala. É muito rápida no começo e muito intensa, então normalmente não é considerada uma droga de festa”.

Mesmo Bennett, de cuja clientela se podia esperar que contivesse alguns aventureiros psicodélicos mais sérios, confirmou que ela não é uma droga a que a maioria volta uma e outra vez. “Mesmo aqueles que ficam interessados nela não a consomem com muita freqüência, talvez uma vez por semana para explorar o espaço da cabeça, mas esses salvianautas são poucos e raros”, informou. “A maioria a experimenta uma ou duas vezes e não tem mais vontade de experimentá-la de novo. Os que a consomem com um propósito ou para uma busca ou visão espiritual são aqueles que a acham mais útil”, disse.

“Há uma subpopulação que a consome mais para fins espirituais do que recreativos”, concordou Roth. “Parece ser a coorte que a está usando mais do que uma ou duas vezes”.

Embora a DEA não retornasse as ligações da Crônica para obter comentários sobre o status atual da sálvia, agiu devagar. Classificou a planta como “droga preocupante” durante vários anos, mas ainda tem que tomar providências para colocá-la sob o controle da Lei de Substâncias Controladas [Controlled Substances Act]. A possível dependência limitada da planta pode ser um dos motivos. Outro pode ser que ainda é relativamente rara e provavelmente nunca se transforme em uma droga com muitos seguidores.

Para os cientistas, que aceitavam a regulação, não a proibição da sálvia, estava tudo bem. “A distribuição da sálvia deveria ser regulada”, disse Roth. “Regulamos a nicotina e o álcool e os efeitos desses compostos sobre a consciência e a percepção humanas são bem modestos em comparação com os da sálvia. Que esteja à venda na Internet a jovenzinhos é um pouquinho irresponsável. Eles podem se meter em alguma conduta perigosa enquanto a consomem. Não vendemos álcool na Internet”.

Mas, embora Roth pedisse a regulação da sálvia, não queria que ela fosse acrescentada à lista de drogas proibidas pela Lei de Substâncias Controladas. “Sou contrário a torná-la um composto de Classe I”, disse. “Assim que se classifica algo, isso dificulta a investigação científica e há potencial considerável para que os derivados do ingrediente ativo tenham grande utilidade médica. A classificação dificulta que nós tentemos aliviar o sofrimento humano”.

Se a sálvia fosse proibida, o seu trabalho sofreria, disse Prisinzano. “Isto prejudicaria mais os pesquisadores do que eu e agora há um esforço em andamento para realizar testes clínicos em seres humanos perante um conselho de revisão”, disse. “Mas, isso dificultaria a obtenção das folhas. No momento as compramos das head shops na Internet”.

Talvez os legisladores em estados como Iowa, Illinois, Nova Jérsei, Oregon e Texas, onde os projetos de proibição estão em discussão, devam reavaliar com calma o alcance da ameaça da sálvia e descartar tais leis como merecem. Ou substitui-las por medidas reguladoras razoáveis. Mas, provavelmente, isso é pedir demais.

Anuncio: Nuevo Formato para el Calendario del Reformador

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica eventos grandes y pequeños de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

Deseamos informarle sobre nuevos reportajes de nuestra nueva página web apenas estén disponibles.

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Los feeds RSS son una onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

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Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

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Oportunidad de Empleo: Dos Vacantes en Law Enforcement Against Prohibition

La Law Enforcement Against Prohibition (LEAP, sigla en ingles) es una organización internacional sin fines lucrativos de concienciación que fue creada para dar voz a los impositores de la ley que saben que la “Guerra Contra las Drogas” no sólo es un fracaso patente, sino también una política terriblemente destructiva, autoperpetuadora y siempre en expansión. La prohibición debe ser reemplazada por la regulación legalizada de todas las drogas, que reducirá las incidencias de mortalidad, enfermedad, criminalidad y adicción sin destruir generaciones de nuestros niños a través del arresto y de la encarcelación. En cinco años, la LEAP ha crecido de cinco policías fundadores para más de 7.000 miembros en sesenta y seis países. La LEAP cuenta con 150 policías y agentes penales, jueces y fiscales, agentes de la DEA y del FBI en funciones y jubilados en su gabinete de oradores, que ha hecho más de 2.700 presentaciones por todo el mundo. Esperamos por lo menos doblar nuestra membresía y el número de oradores el próximo año. La sede de la LEAP queda en la Avenida Mystic, 121, Medford, Massachusetts, 021 55, teléfono (781) 393-6985.

Empleo 1: Cargo de Gerente de Oficina y Proyecto - $25.000-$30.000 por año

DECLARACIÓN GENERAL DE DEBERES Y RESPONSABILIDADES: Es un cargo de jornada entera. El Gerente de Oficina y Proyecto proporciona apoyo general al Director Ejecutivo y al Director Administrativo. El Gerente trabaja de cerca con el Coordinador de la Agencia de Oradores y con el Coordinador de Conferencias que administran a los miembros voluntarios de la LEAP y supervisan los eventos.

DEBERES Y RESPONSABILIDADES ESPECÍFICOS: Gerencia de: Practicantes y voluntarios; correspondencia/reclutamiento de miembros; coordinación y contacto con los voluntarios; coordinación y contacto con los donadores; investigación y redacción de solicitaciones de donación; investigación de las políticas de drogas, leyes, represión legal y tácticas de interdicción de las drogas nacionales e internacionales; redactar comunicados de prensa bimensualmente; ayudar en la coordinación de los medios, en la coordinación del gabinete de oradores y en la coordinación de conferencias; comprar/corresponderse; editar y actualizar la bitácora de la LEAP; editar y enviar el informativo mensualmente por correo-e; ingresar datos en las bases de datos.

REQUISITOS DEL EMPLEO: Los siguientes son todos requeridos de los postulantes a este cargo: La comprensión y el apoyo total de la Misión y Meta de la LEAP (lea “Sobre la LEAP” en http://leap.cc/About/about.php); debe poder realizar la entrevista y trabajar en Medford, Massachusetts; debe tener la capacidad de tratar de asuntos confidenciales con un alto nivel de integridad; tener habilidades interpersonales y comunicativas excelentes (tanto escritas como orales); demostrar la capacidad de trabajar independientemente, de realizar varias tareas y de ser proactivo en la anticipación y corrección de los problemas; se espera que innove, diseñe e implemente sistemas que maximicen el funcionamiento eficaz y eficiente de esta organización en expansión; tener un alto nivel de destreza con programas de informática (especialmente MS Word, Excel y Outlook) y poder usar la Internet como herramienta de pesquisa y también tener una computadora; tener un diploma universitario o experiencia en trabajos similares.

Empleo 2: cargo de Director de Medios -- $30,000 por año

DECLARACIÓN GENERAL DE DEBERES Y RESPONSABILIDADES: El/la director(a) de medios es un cargo de jornada completa. Él/ella será responsable por todos los contactos con los medios a escala nacional e internacional y por cualquier otra coordinación considerable con los medios, así como por publicar los comunicados de prensa.

El/la Director(a) de Medios trabajará con el Coordinador del Gabinete de Oradores para asegurar que los contactos con los medios sean hechos por los agentes de la LEAP para todos los oradores cuando estén realizando presentaciones individuales y mientras estén en giras o participando de conferencias. El/la Coordinador(a) de Medios trabaja con el Director Ejecutivo y representantes del Consultor de Relaciones Públicas de la LEAP para acumular la mejor gerencia de los medios. El/la Coordinador(a) de Medios depende directamente del Director Administrativo.

El/la postulante ideal estará familiarizado(a) con un abordaje de equipo al fomento de publicidad y no tendrá ningún problema en dirigir a varios voluntarios. Esta persona debe estar familiarizada con diversas formas de medios, incluso la redacción de editoriales, la entrada en bitácoras de la Internet y el reportaje y también los trabajos de los órganos de la prensa nacional. El/la postulante ideal para este cargo es articulado(a) y convincente en cualesquiera presentaciones, sean estas verbales o escritas. También son útiles varias habilidades lingüísticas.

Los lugares preferidos de residencia para el Director de Medios son el área de Boston o las ubicaciones en las cercanías de los grandes órganos de prensa. Las postulaciones y entrevistas son aceptadas y realizadas conforme van llegando. El cargo está vacante para inicio inmediato.

DEBERES Y RESPONSABILIDADES ESPECÍFICOS: Crear y mantener una base de datos de contactos con los órganos de prensa (periódicos, revistas, radios, televisión e Internet); identificar las fuentes fundamentales de noticias nacionales e internacionales; establecer y mantener relaciones con ellas; divulgar ideas para reportajes, informes, comunicados de prensa y otros materiales mediáticos a los reporteros más relevantes; en conjunción con el Gabinete de Oradores y la sede, coordinar campañas por correspondencia, redactar comunicados de prensa y Editoriales de Opinión; generar ideas para la cobertura de las presentaciones y participaciones en conferencias de la LEAP: solicitar invitaciones para apariciones de oradores de la LEAP en los grandes programas de la radio y de la televisión.

Los siguientes Requisitos Adicionales son todos exigidos de los postulantes a este cargo: La comprensión y el apoyo total de la Misión y Meta de la LEAP (lea “Sobre la LEAP” en http://leap.cc/About/about.php); debe poder realizar la entrevista y trabajar en Medford, Massachusetts; debe tener la capacidad de tratar de asuntos confidenciales con un alto nivel de integridad; tener habilidades interpersonales y comunicativas excelentes (tanto escritas como orales); demostrar la capacidad de trabajar independientemente, de realizar varias tareas y de ser proactivo en la anticipación y corrección de los problemas; se espera que innove, diseñe e implemente sistemas que maximicen el funcionamiento eficaz y eficiente de esta organización en expansión; tener un alto nivel de destreza con programas de informática (especialmente MS Word, Excel y Outlook) y poder usar la Internet como herramienta de pesquisa y también tener un computador; tener un diploma universitario o experiencia en trabajos similares.

La sede de la LEAP está ubicada en la Suite 9, Avenida Mystic, 121, Medford, MA 02155.

Cómo postular:

Por favor, envíe su currículo y carta de presentación a Allison Silva a Allison.Silva@leap.cc o llame al (781) 393-6985.

Semanal: Esta Semana en la Historia

19 de abril de 1943: Albert Hoffman toma la primera dosis de LSD en Basilea, Suiza.

14 de abril de 1989: Un subcomité del Congreso sobre Estupefacientes, Represión Legal y Políticas de Relaciones Exteriores, presidida por el senador John Kerry (D-MA), lanza un informe que descubre que las labores de los EE.UU. para combatir el narcotráfico fueron socavadas por el temor del gobierno Reagan de poner en riesgo sus objetivos en la guerra civil nicaragüeña. El informe concluye que el gobierno ignoró las pruebas de narcotráfico de los Contras y siguió dándoles ayuda.

13 de abril de 1995: La Comisión de Condenación de los EE.UU. vota en la igualación de las penas para las cantidades de piedra y polvo de cocaína por infracciones por tráfico y tenencia, una propuesta que se habría vuelto ley el 01 de noviembre si el Congreso no tomara ninguna providencia. La procuradora general Janet Reno insta el Congreso a rechazarlo al día siguiente.

15 de abril de 1998: El juez del Tribunal Superior de California, David García, ordena que Dennis Perón, autor de la Proposición 215, interrumpa el funcionamiento de su Cannabis Cultivators' Club (CCC) en San Francisco. El juez García escribe, “La corte halla pruebas no contradichas en este registro de que el reo Perón está metido actualmente en las ventas ilegales de marihuana”. Las ventas ilegales, dijo el tribunal, eran hechas a “proveedores primarios”, no a pacientes, como definido por la ley de marihuana medicinal de California. Perón está de acuerdo en renunciar como director del CCC en un intento de mantener la operación abierta.

16 de abril de 1998: La Legislatura de Iowa aprueba abrumadoramente un proyecto que incrementa las penas por delitos de marihuana para los reincidentes y que permite que los policías realicen exámenes toxicológicos con los conductores que parezcan estar manejando bajo la influencia de la marihuana.

18 de abril de 2001: Kenneth Hayes y Michael Foley son absueltos por un jurado de la Comarca de Sonoma, California por las acusaciones de cultivar y tener marihuana. Los dos fueron arrestados por cultivar 899 plantas de marihuana para los 1.200 integrantes del club de marihuana medicinal de San Francisco llamado CHAMP (Cannabis Helping Alleviate Medical Problems).

17 de abril de 2002: Mientras estaban bajo la influencia de anfetaminas que el gobierno de los EE.UU. les suministró en orden a quedar despiertos durante la misión, dos pilotos estadounidenses tiran por equívoco una bomba que mata a cuatro soldados canadienses en Afganistán. Las “pepas” suministradas por la Fuerza Aérea pueden haber perjudicado el juicio de los pilotos, dice David Beck, abogado del comandante William Umbach, añadiendo que los pilotos recibieron antidepresivos tras regresar de su misión. “La Fuerza Aérea tiene un problema. Ellos han suministrado ‘pepas’ a soldados sobre las cuales los fabricantes han declarado que afectan el desempeño y el juicio”, dijo Beck.

16 de abril de 2004: Richard Paey, un paciente del dolor en silla de ruedas, es sentenciado a 25 años de prisión por un juez de Florida. Paey, que fue condenado por falsificar recetas para obtener pastillas a fin de aliviar el dolor crónico e intenso en la espalda que remonta a cirugías fracasadas después de un accidente automovilístico en 1985, fue condenado según la ley de Florida como narcotraficante – pese a que aun los fiscales reconocieron que no había ninguna prueba de que él hizo algo aparte de consumir él mismo los analgésicos opiáceos.

Europa: Activista Antiglobalización y Candidato a la Presidencia Francés Es a Favor de la Legalización de la Marihuana

El candidato a la presidencia de Francia y activista antiglobalización, José Bové, empezó su campaña el lunes pidiendo la legalización de la marihuana. El pedido sucedió en su primer discurso televisado como candidato - el primer de cualquier candidato, los cuales todos los 12 participaron de un sorteo para ver cuándo tendrían tiempo de emisión.

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José Bové (cortesía de Wikimedia)
“La marihuana necesita ser despenalizada”, les dijo Bové a los televidentes. “Esto es tan parte de la rutina diaria hoy día como tomar alcohol”.

Aunque Bové dijera “despenalizar” en vez de “legalizar”, su referencia al alcohol – que es legal en Francia – sugiere que él prevé un régimen legal y regulado similar para la marihuana. Según la ley francesa actual, que no distingue las drogas “blandas” de las “duras”, la tenencia de drogas es sancionable por hasta un año de cárcel y una multa de $5.000.

Bové es agricultor y antiguo activista antiglobalización de izquierda. Él es famoso por liderar el desmantelamiento no autorizado de un restaurante McDonald’s en Millau en 1999 para protestar contra la carne de res tratada con hormonas. Durante su discurso al país, él pidió el establecimiento de una fuerza política de izquierda para desafiar la izquierda francesa oficial esclerosada y la derecha en ascensión.

Los principales contendientes en la elección de la próxima semana son el conservador Nicolas Sarkozy, un intransigente en las políticas de drogas; la socialista Ségolène Royal; y el centrista François Bayrou. Si la primera vuelta no presenta un vencedor claro, la segunda vuelta será realizada el 06 de mayo. De acuerdo con una encuesta lanzada el martes, Sarkozy está en la delantera con 28%, Royal tiene 22%, Bayrou 19% y el ultraderechista Jean-Marie Le Pen 14%. Bové está en la tercera fila de candidatos, acurrucado con dos otros con meros 2% de los votos. Sin embargo, su perfil activista ha generado alguna atención a la cuestión.

Asia: China Instaura Banco de Dados Sobre los Usuarios de Drogas

Y creíamos que los registros de preparadores de metanfetamina se pasaban. La Comisión Nacional de Control de los Estupefacientes de China anunció el miércoles que ha establecido un banco de datos para monitorear a los usuarios de drogas. Más de 785.000 personas han sido listadas en el banco de datos desde que empezó el último agosto bajo el Ministerio de Seguridad Pública.

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cartel antidroga chino
El banco de datos de usuarios de drogas debe determinar el número de consumidores de drogas de China, verificar sus identidades y monitorear su situación actual, dijo un funcionario de la comisión de control de los estupefacientes. Pero, también está siendo usado como herramienta de represión legal, con las autoridades diciendo que es útil en casos de delitos de drogas recientes.

De acuerdo con los datos oficiales, que son indudablemente bajos, hacia 2005, China tenía 1.16 millón de usuarios de drogas, un incremento de 35% desde 2000. Pero ese número cayó para 720.000 hacia agosto del año pasado en razón de “medidas de rehabilitación compulsoria y verificaciones estrictas de químicos y estupefacientes”, dijo el ministerio.

Según el programa de tratamiento forzoso de China, los usuarios de drogas pueden ser ayudados por hasta seis meses, pero en febrero, la policía de Pekín estaba pensando en extender ese período a un año. Esto parece ser parte de un intento de limpiar la ciudad antes de las Olimpíadas de 2008. “No descartamos la posibilidad de compeler a todos los drogadictos en la capital a desistir de sus adicciones antes de las Olimpíadas”, dijo Fu Zhenghua, vicedirector de la Agencia de Seguridad Pública de Pekín.

Bueno, qué diablos, con ese banco práctico de datos, la policía no va a tener ningún problema en encontrar a las personas que quiere arrastrar a los campos de reconcienciación sobre las drogas.

Marihuana medicinal: California empieza a cobrar impuestos de los dispensarios

Durante más de una década, los californianos que buscan la marihuana medicinal han podido comprarla a través de los dispensarios. Ahora, el estado de California quiere su parte y la comunidad de la marihuana medicinal no está segura si eso es bueno o malo.

En febrero, la Junta de Igualación del estado envió una notificación a los comerciantes de marihuana medicinal, instándolos a conseguir un permiso como los demás comerciantes. “Si vende marihuana medicinal, generalmente sus ventas en California están sujetas a impuestos y se requiere que tenga un permiso”, dijo la notificación. Proseguía advirtiendo a los vendedores que “si no obtienen una licencia o no se presentan y pagan los impuestos debidos, estarán sujetos a intereses y multa”.

Algunos dueños aclamaron la tasación como parte de la “normalización” de la marihuana medicinal. Pero otros estaban preocupados que cualquier información fiscal que ellos enviaran pudiera ser usada contra ellos por los agentes federales de represión a las drogas.

“Es frustrante”, les dijo Chris Moscone, abogado del dispensario Hemp Center de San Francisco, a los McLatchy Newspapers el lunes. “Básicamente, hay dos lados: Aquellos que quieren ser tratados como negocios legítimos; y el otro lado, donde aún son rebeldes y no quieren que les cobren impuestos”.

Era un caso que involucraba el Hemp Center que llevó a la carta de febrero de la Junta de Igualación. Mientras la junta revisaba el caso del Hemp Center, percibió que aunque el dispensario estuviera pagando impuestos sobre polos, sombreros, pipas y narguiles, no estaba pagando impuestos sobre la marihuana medicinal que vendía. Tras la revisión, la junta determinó que la marihuana medicinal está sujeta al impuesto estadual sobre las ventas porque no es ni aprobada por la Administración de Drogas y Alimentos (FDA, sigla en inglés) ni suministrada por un farmacéutico.

Para tasar la marihuana medicinal, la junta tuvo que actualizar sus normas. Según las reglas anteriores, los vendedores de artículos ilegales no podían conseguir una licencia, pero los dispensarios podrán. La junta también permitirá que los dispensarios firmen una dispensa en vez de revelar lo que están vendiendo, una medida que puede aliviar algunas preocupaciones con las autoridades federales que usan los registros fiscales para perseguir a los proveedores.

Los funcionarios estaduales estiman que haya algo entre 150 y 200 dispensarios. Hasta el momento, sólo 27 han postulado y recibido licencias. Pero esos números probablemente aumentarán después de la carta de febrero.

Marihuana Medicinal: Proyecto de Minnesota Es Aprobado por Comité del Senado

El proyecto de ley sobre la marihuana medicinal de Minnesota fue aprobado por poco por el Comité del Senado sobre el Judiciario el martes en una votación de 5 a 4. El proyecto, el SF 345, ya ha sido aprobado por el Comité de Sanidad, Vivienda y Seguridad de la Familia del Senado y ahora se dirige hacia una votación en el Comité de Finanzas del Senado.

El proyecto permitiría que los pacientes gravemente enfermos consumieran marihuana con la recomendación de un médico.

Hasta el momento, un proyecto gemelo de la Cámara, el HF 0655, ha seguido exitosamente un camino igualmente torturante. Ahora, está delante del Comité de Finanzas de la Cámara por segunda vez.

La votación favorable sucedió a pesar de deposiciones a veces acaloradas de oficiales de la ley que argumentaban que ello “enviaría el mensaje equivocado”, que conduciría a un incremento en el consumo de drogas, que sería difícil de imponer y que entraría en conflicto con la ley federal. Pero el principal ponente del proyecto, el senador Steve Murphy (D-Red Wing), llamó exageradas esas preocupaciones.

“Estoy contento que estemos un paso más próximos de aprobar este proyecto que ayudará a los pacientes que sufren de cáncer, esclerosis múltiple y otras enfermedades a recibir el cuidado que sus médicos recomiendan”, dijo Murphy después de la votación.

El número de estados con leyes que protegen a los pacientes de marihuana medicinal contra el arresto aumentó el 02 de abril, cuando el gobernador de Nuevo México, Bill Richardson (D), firmó la 12ª ley estadual de marihuana medicinal. Los otros estados con leyes de marihuana medicinal son Alaska, California, Colorado, Hawai, Maine, Montana, Nevada, Oregón, Rhode Island, Vermont y Washington.

Marihuana Medicinal: Proyecto para Volver la Ley de Rhode Island Permanente Es Aprobado por Comités de la Cámara y del Senado

(Las partes interesadas en o cerca de Rhode Island deberían verificar la Conferencia Regional del Noreste del SSDP en Providence desde hoy hasta el domingo.)

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la destacada paciente activista de Rhode Island, Rhonda O’Donnell, en una protesta en DC
Un proyecto que volvería la ley sobre la marihuana medicinal de Rhode Island permanente se dirige hacia votaciones en la Cámara y en el Senado después que el Comité de Sanidad, Educación y Bienestar de la Cámara lo aprobó en una votación de 10 a 3 el martes y el Comité de Sanidad y Servicios Humanos del Senado lo aprobó unánimemente el miércoles. A menos que el HB 6005 y su legislación acompañante en el Senado, el SB 0791, sean aprobados, el programa de marihuana medicinal de Rhode Island se terminará el 30 de junio.

El año pasado, la legislatura de Rhode Island anuló un veto del gobernador Donald Carcieri (R) para volver el estado el 11º a legalizar la marihuana medicinal, pero la versión final de la medida incluía un dispositivo de caducidad. Hasta el momento, unos 244 ciudadanos de Rhode Island se han inscrito junto al estado para consumir la droga con aprobación médica.

Uno de esos pacientes, Craig Paquette de Richmond, que padece de dolor espinal crónico por heridas sufridas en un accidente de auto hace quince años y también por efectos colaterales graves de los analgésicos narcóticos, elogió el voto del comité de la Cámara. “No quiero que mi familia me vea sufrir. No uso más los analgésicos y con un poco de marihuana mi dolor se reduce, mi mareo desaparece y me siento humano de nuevo”, dijo él en una declaración después de la votación. “A causa de esta ley, tengo una calidad de vida que nunca he tenido sin ella y odiaría que me la quitaran”.

Al gobernador Carcieri no le importa. Su vocero, Jeff Neal, le dijo al Providence Journal el miércoles que se opone a volver permanente la ley sobre la marihuana medicinal. “Primero”, dijo Neal, “este estatuto de Rhode Island está en conflicto directo con la prohibición federal de la marihuana. Segundo, el gobernador comparte las preocupaciones de la policía estadual con que la ley estadual de marihuana medicinal promueva el tráfico de drogas ilícitas en tanto que también vuelve la marihuana más disponible a los niños y los demás no la consumen para fines medicinales”.

Pero los legisladores de Rhode Island ya han anulado el veto del gobernador una vez respecto de la marihuana medicinal. Quizá tengan que hacerlo nuevamente.

Marihuana: Después de Denver Votar en la Legalización, los Policías Arrestan a Aún Más Gente

En noviembre de 2005, los votantes en Denver aprobaron una ordenanza municipal que legalizaba la tenencia de pequeñas cantidades de marihuana. La policía y los fiscales de Denver se rehusaron a obedecer y siguieron citando a la gente de acuerdo con la ley estadual sobre la marihuana. Ahora, para añadir insulto al perjuicio, los datos acerca de los arrestos de la policía muestran que están arrestando a más personas por tenencia de marihuana que nunca antes.

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el activista Chickenlooper de la SAFER (foto por cortesía de la SAFER)
Con 2.446 acusaciones de contravención por marihuana el año pasado, la policía de Denver arrestó 11% más personas por marihuana en 2006 que en 2005. Eso es inferior al incremento en el número total de arrestos entre los dos años, que tuvo un alza de 14%.

Pero aún era demasiado para Mason Tvert, que, como director de la SAFER Colorado lideró la campaña por la legalización en Denver. "Si hay uno, es demasiado", le dijo Tvert a Rocky Mountain News. "Ellos (la policía) tienen la discreción de no arrestar". Tvert también señaló que la población negra de la ciudad soporta lo peor de la represión legal a la marihuana. Los negros son 11% de la población municipal, pero son 32% de los arrestados por acusaciones de contravención por marihuana.

Tvert ha liderado a un bando de activistas en una campaña para avergonzar al alcalde de Denver, John Hickenlooper, por los datos respecto de los arrestos. Esta semana, los activistas han seguido a Hickenlooper mientras él realizaba foros de campaña llamados "Un Diálogo con Denver". Hasta el momento, Hickenlooper, que es dueño de la Cervecería Wynkoop, se ha rehusado a contestar cualesquiera preguntas relacionadas con los datos sobre los arrestos, pese a ser acosado por un hombre vestido de gallina que se llama "Whine-Coop Chickenlooper" y sujeta un letrero que pregunta "¿Qué hay de tan asustador en la marihuana?"

Imposición de la Ley: Las Historias de Policías Corruptos de Esta Semana

Más policías son presos, una despachadora también y otro guardia va a la prisión. Vamos a ello:

En Wallace, Carolina del Norte, un oficial de la Policía de Wallace fue arrestado el 03 de abril por una cantidad de cargos por robo. El oficial David Brown Jr., 31, fue acusado de conspirar para vender cocaína, conspirar para entregar cocaína, conspirar para vender marihuana, conspirar para entregar marihuana, robo con un arma peligrosa y conspiración para cometer robo con un arma peligrosa. Al día siguiente, él también fue acusado de recibir soborno. Brown fue arrestado después de una investigación de la Agencia Estadual de Investigación, del FBI y de la Policía de Wallace. Según el último informe, él estaba preso con fianzas que totalizaban $350.000 en la Cárcel de la Comarca de Duplin.

En Clarksville, Indiana, un oficial de la Policía de Clarksville fue preso el 03 de abril por revender pastillas de morfina. El oficial Franklin Mikel, 34, fue atrapado tras presuntamente intentar vender 30 pastillas a un agente encubierto de la Policía Estadual de Indiana en una pista de patinaje local. Se dijo por último que él estaba en la cárcel aguardando la comparecencia.

En Oglesby, Illinois, una despachadora de la policía enfrenta cargos de avisar al sospechoso en una redada de drogas de que la policía iba a atraparlo. Kara Kamin, 22, fue despedida y acusada después que una redada antidroga del 22 de febrero no obtuvo ningún resultado. La fecha de su juicio es en mayo. El caso fue noticia esta semana porque el hombre que ella supuestamente ayudó a evitar la policía fue arrestado por más acusaciones de delitos de drogas en Minnesota.

En Saranac Lake, Nueva York, un guardia de prisión estadual fue condenado a prisión tras confesarse culpable de vender heroína a internos después que fue capturado en vídeo. Michael Bradish, 43, un guardia en la Penitenciaria de Bare Hill en Malone, fue sentenciado a cuatro años en la prisión después de confesarse culpable en febrero de tentativa de promoción del contrabando en la prisión y tenencia de sustancia controlada. Bradish hacía que le enviaran paquetitos de heroína, de ahí los llevaba a la prisión y los vendía. Él fue grabado recibiendo 37 bultos y arrestado mientras llevaba las drogas al trabajo al día siguiente.

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