Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Imposição da lei: As estórias de policiais corruptos desta semana

Os distintivos maculados abundam nesta semana. Temos um policial eufórico demais com os seus próprios bolinhos, provas em casos de delitos de drogas em falta, um agente antidrogas destacado é preso por roubar traficantes, uma policial é presa por aceitar propinas de traficantes, mais dois policiais se confessam culpados de proteger carregamentos de drogas e também está o agente penitenciário traficante de drogas de sempre. Vamos ao que interessa:

Em Dearborn, no Michigan, um oficial da polícia de Dearborn pediu demissão após admitir receber maconha de um suspeito e prepará-la em bolinhos de maconha com a sua mulher. O ex-cabo Edward Sánchez caiu depois que ficou eufórico demais com a sua criação e ligou para o 911 para informar que ele temia que ele a esposa dele corriam perigo de uma overdose fatal. "Acho que estamos morrendo", disse ele na ligação. "Fizemos bolinhos e acho que estamos mortos, acho isso mesmo", prosseguiu Sánchez. (Ouça a ligação aqui.) Durante uma investigação na delegacia depois dessa chamada, Sánchez admitiu aceitar maconha de suspeitos em ocasiões anteriores. A esposa de Sánchez, Stacy, admitiu que em outra ocasião ela tirara cocaína suficiente da viatura do marido dela para fazer uma farra de três semanas. Supostamente, a cocaína estava no carro para o treinamento dos cães farejadores de drogas. Nenhum dos dois foi acusado de um crime.

Em Schenectady, em Nova Iorque, um júri da Comarca de Schenectady está examinando o desaparecimento de provas em casos de delitos de drogas na Polícia de Schenectady. A averiguação no esquadrão de repressão vício da cidade acontece depois que uma investigação da Polícia Estadual descobriu o desaparecimento de provas de crack e maconha em 16 casos de delitos de drogas. Segundo consta, o júri examinará os procedimentos da polícia para armazenar e rastrear as provas. Na esteira da descoberta do desaparecimento das provas, a polícia já instituiu algumas mudanças, inclusive exigir que dois oficiais estejam presentes sempre que um oficial entrar numa área de armazenamento de drogas.

Em Santa Fé, no Novo México, o diretor da divisão de repressão aos entorpecentes e outro oficial são acusados de roubar milhares de dólares de um traficante. O chefe da divisão, o sargento Steve Altonji, e o oficial Danny Ramírez foram presos por agentes do FBI no dia 1º de maio e respondem por 24 acusações federais juntas. O FBI alega que Altonji e Ramírez prenderam um traficante em maio de 2006 e encontraram maconha, cocaína e $180,000 em espécie. Eles são acusados de pegar $5,000. Altonji responde por mais acusações por ter roubado dinheiro de outro traficante e por ter batido num terceiro homem, enquanto que Ramírez continua sendo investigado por vários depósitos bancários altos em espécie. As suspeitas acerca de Altonji existiram durante meses, levando o chefe da polícia de Santa Fé, Eric Johnson, a suspender as investigações de delitos de drogas enquanto a cidade faz uma revisão interna.

Em Lake City, na Flórida, uma oficial da Polícia de Lake City foi acusada na terça-feira de aceitar dinheiro de um traficante de drogas. A investigadora da Polícia de Lake City, Debra Williams, com sete anos de serviços prestados, esteve sob investigação desde dezembro por supostamente aceitar o dinheiro e dizer ao traficante que ela faria com que as acusações de delitos de drogas contra ele fossem retiradas. Ela esteve suspensa desde março. Agora, ela responde por uma acusação de improbidade no cargo.

Em Boston, um guarda da cadeia da Comarca de Suffolk foi preso no dia 11 de maio por vender drogas a internos. Kenneth Nobile, 39, foi preso enquanto chegava ao trabalho na Penitenciária de South Bay e a polícia supostamente encontrou sete gramas de heroína e 21 gramas de maconha embalada para a venda no carro dele. Ele responde por várias acusações de delitos de drogas, inclusive porte de heroína com intenção de distribuir. A fiança foi estipulada em $25,000.

Em Hollywood, na Flórida, mais dois oficiais da polícia de Hollywood se confessaram culpados na semana passada de proteger carregamentos de heroína. O oficial Thomas Simcox se confessou culpado no dia 09 de maio e o sargento Jeffrey Courtney se confessou culpado no dia 11 de maio de uma única acusação de formação de quadrilha para portar heroína com a intenção de distribuir pelos seus papéis na proteção de carregamentos de heroína no que era, na verdade, uma armação do FBI. Dois outros oficiais já se declararam culpados na armação, conhecida como Operação Distintivo Maculado [Operation Tarnished Badge], na qual os quatro também deram proteção a carregamentos de armas roubadas e joalheria. Todos os quatro podem pegar sentenças mínimas obrigatórias de 10 anos, mas todos estão buscando reduções por cooperarem com os investigadores que averiguavam quem deixou vazar o fato de que havia uma investigação.

Announcement: DRCNet Content Syndication Feeds Now Available for YOUR Web Site!

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Are you a fan of DRCNet, and do you have a web site you'd like to use to spread the word more forcefully than a single link to our site can achieve? We are pleased to announce that DRCNet content syndication feeds are now available. Whether your readers' interest is in-depth reporting as in Drug War Chronicle, the ongoing commentary in our blogs, or info on specific drug war subtopics, we are now able to provide customizable code for you to paste into appropriate spots on your blog or web site to run automatically updating links to DRCNet educational content.

For example, if you're a big fan of Drug War Chronicle and you think your readers would benefit from it, you can have the latest issue's headlines, or a portion of them, automatically show up and refresh when each new issue comes out.

If your site is devoted to marijuana policy, you can run our topical archive, featuring links to every item we post to our site about marijuana -- Chronicle articles, blog posts, event listings, outside news links, more. The same for harm reduction, asset forfeiture, drug trade violence, needle exchange programs, Canada, ballot initiatives, roughly a hundred different topics we are now tracking on an ongoing basis. (Visit the Chronicle main page, right-hand column, to see the complete current list.)

If you're especially into our new Speakeasy blog section, new content coming out every day dealing with all the issues, you can run links to those posts or to subsections of the Speakeasy.

Click here to view a sample of what is available -- please note that the length, the look and other details of how it will appear on your site can be customized to match your needs and preferences.

Please also note that we will be happy to make additional permutations of our content available to you upon request (though we cannot promise immediate fulfillment of such requests as the timing will in many cases depend on the availability of our web site designer). Visit our Site Map page to see what is currently available -- any RSS feed made available there is also available as a javascript feed for your web site (along with the Chronicle feed which is not showing up yet but which you can find on the feeds page linked above). Feel free to try out our automatic feed generator, online here.

Contact us for assistance or to let us know what you are running and where. And thank you in advance for your support.

Announcement: DRCNet RSS Feeds Now Available

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RSS feeds are the wave of the future -- and DRCNet now offers them! The latest Drug War Chronicle issue is now available using RSS at http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed online.

We have many other RSS feeds available as well, following about a hundred different drug policy subtopics that we began tracking since the relaunch of our web site this summer -- indexing not only Drug War Chronicle articles but also Speakeasy blog posts, event listings, outside news links and more -- and for our daily blog postings and the different subtracks of them. Visit our Site Map page to peruse the full set.

Thank you for tuning in to DRCNet and drug policy reform!

Announcement: New Format for the Reformer's Calendar

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With the launch of our new web site, The Reformer's Calendar no longer appears as part of the Drug War Chronicle newsletter but is instead maintained as a section of our new web site:

The Reformer's Calendar publishes events large and small of interest to drug policy reformers around the world. Whether it's a major international conference, a demonstration bringing together people from around the region or a forum at the local college, we want to know so we can let others know, too.

But we need your help to keep the calendar current, so please make sure to contact us and don't assume that we already know about the event or that we'll hear about it from someone else, because that doesn't always happen.

We look forward to apprising you of more new features on our web site as they become available.

Weekly: Blogging @ the Speakeasy

Along with our weekly in-depth Chronicle reporting, DRCNet has since late summer also been providing daily content in the way of blogging in the Stop the Drug War Speakeasy, as well as Latest News links (upper right-hand corner of most web pages), event listings (lower right-hand corner) and other info. Check out DRCNet every day to stay on top of the drug reform game!

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Speakeasy photo (courtesy arbizu.org)

This week:

Phil Smith on "Remedial Psychedelic Ethics 101: Don't Dose People" and "More Reefer Madness Yellow Journalism in Australia."

Scott Morgan on "New Marijuana Research: Stoned People Aren't Stupid," "Can You Smell the Meth," "Attention Marijuana Users: Hershey™ Doesn’t Want Your Business," and "Remedial Marijuana Ethics 101: Don't Be An Idiot."

David Guard has been busy too, posting a plethora of press releases, action alerts, job listings and other interesting items reposted from many allied organizations around the world in our "In the Trenches" activist feed. DRCNet's Reader Blogs have been going too -- we invite you to join them and become an author in the DRCNet community too. And we urge you to comment on any or all of the above.

Thanks for reading, and writing...

DRCNet Member Offer: Stand Up for Freedom with 4th Amendment T-shirts from Flex Your Rights

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As our latest membership premium, DRCNet is pleased to offer t-shirts from our friends at the group Flex Your Rights -- white t-shirts reading "I Don't Consent to Searches" and black t-shirts reading "Got a Warrant?," both with the text of the 4th amendment on the back. Flex Your Rights is the maker of a video that more than 800 DRCNet subscribers have bought from us, "Busted: The Citizen's Guide to Surviving Police Encounters." I wear Flex Your Rights shirts all the time, and they've gotten me into many conversations, but never into trouble.


Donate $30 or more to DRCNet take your pick of the two shirts -- donate $55 or more to get both! Donate $50 and we'll send you a shirt AND a copy of Busted -- or $75 to order Busted and both shirts!


We also continue all our other recent offers -- "Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics," the three Arnold Trebach books, StoptheDrugwar.org merchandise, many more. Visit our donation page online to view all the offerings in the right-hand column.


Your donation will help DRCNet as we advance what we think is an incredible two-year plan to substantially advance drug policy reform and the cause of ending prohibition globally and in the US. Please make a generous donation today to help the cause! I know you will feel the money was well spent after you see what DRCNet has in store. Our online donation form lets you donate by credit card, by PayPal, or to print out a form to send with your check or money order by mail.


Please note that contributions to the Drug Reform Coordination Network, our lobbying entity, are not tax-deductible. Tax-deductible donations can be made to DRCNet Foundation, our educational wing. (Choosing one or more gifts will reduce the portion of your donation that you can deduct by the retail cost of the item.) Both groups receive member mail at: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.


Thank you for your support, and hope to hear from you soon.


Sincerely,



David Borden
Executive Director

DRCNet Member Offer: The Trebach Trilogy

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Update to original offer: Trebach has agreed to sign all copies of his books that you get from DRCNet! Also, add just $22 or more to your donation to get a copy of Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics too! (Make a note in the comment box to let us know you're requesting this.)

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Arnold Trebach at 2003 press conference on which DRCNet collaborated
We are pleased to announce that our latest premium book offer for members is the "Trebach Trilogy" -- two re-released classics by Arnold Trebach -- a long-time friend of DRCNet, founder of the Drug Policy Foundation and known to reform cognoscenti as the father of the modern drug policy reform movement -- and one newly-minted volume:

  • The Heroin Solution: "A blockbuster," says Publishers Weekly. "Eloquent and persuasive," according to The New York Times.
  • The Great Drug War, and Rational Proposals to Turn the Tide: Two decades ago, in what was a heartfelt indictment of the Reagan-era war on drugs, Trebach identified and brought to vivid life all sorts of abuses derived from the effort to enforce drug prohibition and began to elaborate a strategy for escaping from drug war and achieving "drug peace." (Drug War Chronicle)
  • Fatal Distraction: The War on Drugs in the Age of Islamic Terror: [T]he distillation of a life's work in the trenches of drug law reform... a book grizzled reformers and bright-eyed newcomers to the cause alike will want to read and absorb. (Drug War Chronicle)

Please help DRCNet's work with a generous donation. If your donation is $35 or more, we'll send you a complimentary copy of any one of the Trebach books -- or donate $65 or more and choose two, or $90 or more for all three.

Your donation will help DRCNet as we advance what we think is an incredible two-year plan to substantially advance drug policy reform and the cause of ending prohibition globally and in the US. Please make a generous donation today to help the cause! I know you will feel the money was well spent after you see what DRCNet has in store. Our online donation form lets you donate by credit card, by PayPal, or to print out a form to send with your check or money order by mail. Please note that contributions to the Drug Reform Coordination Network, our lobbying entity, are not tax-deductible. Tax-deductible donations can be made to DRCNet Foundation, our educational wing. (Choosing gift items will reduce the portion of your donation that you can deduct by the retail cost of the item.) Both groups receive member mail at: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Read Chronicle editor Phil Smith's review of The Great Drug War here, Phil's review of Fatal Distraction here, and Phil's review of The Heroin Solution here.

Semanal: Blogando no Bar Clandestino

Junto com a nossa reportagem investigativa da Crônica, desde o verão passado a DRCNet também esteve proporcionando conteúdo diário na forma de blogagem no Bar Clandestino Stop the Drug War, assim como links às Últimas Notícias (canto inferior esquerdo) e mais informações. Cheque a DRCNet todos os dias para ficar a par da reforma das políticas de drogas!

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foto de bar clandestino, com as raparigas (por cortesia de arbizu.org)

Nesta semana:

David Borden sobre "Big News: Sentencing Commission Crack Cocaine Sentencing Report is Out" [Notpicia importante: Relatório da Comissão de Penas sobre a condenação por crack é lançado], "Initial Hurwitz Prosecutor Resigns from DOJ #2 Post" [Procurador inicial de Hurwitz renuncia ao cargo #2 do Ministério da Justiça], "Maryland Drug Reform Bill and Veto Threat" [O projeto de reforma das políticas de drogas de Maryland e a ameaça de veto] e muitos links a publicações e artigos por aí na rede.

Phil Smith sobre "Fighting Meth With Misinformation in Idaho" [Combater a metanfetamina com má informação em Idaho] e "Cannabis Cash 'Funds Islamist Terrorism' --Here we go again" [O dinheiro da cannabis ‘financia o terrorismo islamista’ – Lá vamos nós outra vez].

Scott Morgan sobre "Czar Wars" [As guerras do czar], "Australia: Better Bud Prompts Proposed Bong Ban" [Austrália: A melhor muda provoca proposta de proibição dos narguilés], "Narc Team Rams Suspect's House With Vehicle, Finds Marijuana" [Equipe antidrogas investe contra casa de suspeito com veículo e encontra maconha], "If Only Afghanistan Were More Like Colombia…" [Se antes o Afeganistão fosse mais como Colômbia...] (o título é sarcástico), "God Declares War On Drugs" [Deus declara guerra contra as drogas], "Marijuana Now Causes Homosexual Incest. That's What They're Saying" [Agora a maconha causa incesto homossexual. Isso é o que estão dizendo] y "USA Today Takes Firm Stance on Student Drug Testing: Neutral" [USA Today toma posição firme a respeito dos exames toxicológicos com estudantes: Neutro].

O blogueiro convidado, Allan Clear, diretor-executivo da Harm Reduction Coalition, dá informes da 18ª Conferência Internacional sobre a Redução do Dano Relacionado com as Drogas em Varsóvia.

Nos Blogs do Leitor, a vítima da guerra às drogas, Dale Kent, decidiu lutar e se pronunciar; e o ativista de longa data, Carl Olsen, publica uma carta infelizmente típica que ele recebeu do senador Tom Harkin e sua resposta

David Guard também esteve ocupado publicando uma pletora de notas à imprensa, alertas, listas de empregos e outros artigos interessantes republicados de muitas organizações aliadas ao redor do mundo em nosso feed ativista "In the Trenches". Os Blogs do Leitor da DRCNet também foram usados – os convidamos a se somarem a eles e a virarem autores na comunidade da DRCNet também. E os instamos a comentarem em qualquer um ou em todos os escritos supracitados.

Obrigado por ler, e escrever...

Semanal: Blogueando en el Bar Clandestino

Junto con nuestro reportaje investigativo de la Crónica, desde el verano pasado la DRCNet también ha estado proporcionando contenido diario en la forma de blogueo en el Bar Clandestino Stop the Drug War, así como enlaces a las Últimas Noticias (esquina inferior izquierda) y más informaciones. ¡Chequee la DRCNet todos los días para estar al corriente de la reforma de las políticas de drogas!

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foto de bar clandestino, con las chicas (por cortesía de arbizu.org)

Esta semana:

David Borden sobre "Big News: Sentencing Commission Crack Cocaine Sentencing Report is Out" [Noticia importante: Informe de la Comisión de Penas sobre la condenación por crack es lanzado], "Initial Hurwitz Prosecutor Resigns from DOJ #2 Post" [Fiscal inicial de Hurwitz dimite del cargo #2 del Ministerio de la Justicia], "Maryland Drug Reform Bill and Veto Threat" [El proyecto de reforma de las políticas de drogas de Maryland y la amenaza de veto] y muchos enlaces a muchas publicaciones y artículos por ahí en la red.

Phil Smith sobre "Fighting Meth With Misinformation in Idaho" [Combatir la metanfetamina con mala información en Idaho] y "Cannabis Cash 'Funds Islamist Terrorism' --Here we go again" [El dinero del cannabis ‘financia el terrorismo islamista’ – Ya vamos a comenzar otra vez].

Scott Morgan sobre "Czar Wars" [Las guerras del zar], "Australia: Better Bud Prompts Proposed Bong Ban" [Australia: El mejor botón provoca propuesta de prohibición de los narguiles], "Narc Team Rams Suspect's House With Vehicle, Finds Marijuana" [Equipo antidroga embiste contra casa de sospechoso con vehículo y encuentra marihuana], "If Only Afghanistan Were More Like Colombia…" [Si tan sólo Afganistán fuera más como Colombia...] (el título es sarcástico), "God Declares War On Drugs" [Dios declara guerra contra las drogas], "Marijuana Now Causes Homosexual Incest. That's What They're Saying" [Ahora la marihuana causa incesto homosexual. Eso es lo que están diciendo] y "USA Today Takes Firm Stance on Student Drug Testing: Neutral" [USA Today toma posición firme respecto de los exámenes toxicológicos con estudiantes: Neutral].

El bloguero invitado, Allan Clear, director ejecutivo de la Harm Reduction Coalition, da informes de la 18ª Conferencia Internacional sobre la Reducción del Daño Relacionado con las Drogas en Varsovia.

En las Bitácoras del Lector, la víctima de la guerra a las drogas, Dale Kent, ha decidido luchar y pronunciarse; y el activista de largo tiempo, Carl Olsen, publica una carta desdichadamente típica que él recibió del senador Tom Harkin y su respuesta.

David Guard también ha estado ocupado publicando una plétora de comunicados de prensa, alertas, listados de empleos y otros artículos interesantes republicados de muchas organizaciones aliadas alrededor del mundo en nuestro feed activista "In the Trenches". Las Bitácoras del Lector de la DRCNet también han sido usadas – les invitamos a sumarse a ellos y a volverse autores en la comunidad de la DRCNet también. Y les instamos a comentar en cualquiera o en todos los escritos susodichos.

Gracias por leer, y escribir...

Resenha da Crônica da Guerra Contra as Drogas: "The Heroin Solution" de Arnold Trebach (2ª edição, 2006, Unlimited Publishing, 330 pág., 330 págs, $19.99 em capa mole)

Phillip S. Smith, Escritor/Editor

(Clique aqui para pedir "The Heroin Solution" ou outros livros de Arnold Trebach através da mais recente oferta de livro da DRCNet.)

Quando "The Heroin Solution" [A solução da heroína] foi publicado pela primeira vez pela Yale University Press há um quarto de século, foi resenhado pelo pessoal do New York Times e da Publishers Weekly. Foi espantoso. Para a vasta maioria dos leitores, Arnold Trebach abriu uma janela para um mundo assombroso que eles nunca tinham imaginado antes, um que – glup! - os médicos, não os policiais, lidassem com a heroína e seus usuários.

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Trebach, que da sua base na Universidade Americana começou a influenciar uma geração de discípulos e que fundou a Drug Policy Foundation (a progenitora da Drug Policy Alliance) em 1986, agora é conhecido com o avô do movimento pró-reforma das políticas de drogas estadunidense e o sucesso de "The Heroin Solution", junto com o seu "The Great Drug War" [A grande guerra às drogas] de 1987, desempenharam um papel importante na consolidação dessa reputação.

O que Trebach fez em "The Heroin Solution" foi narrar três estórias entretecidas: a estória da heroína, a estória da abordagem estadunidense à heroína e a estória da abordagem britânica à heroína. Para muitos, esse livro foi um despertar, uma percepção de que havia alternativa ao que por volta de 1982 há estava sendo vilipendiado como uma política atroz e fracassada de proibição e repressão. Onde o sistema estadunidense negava que a heroína tinha qualquer utilidade médica e aprisionava igualmente médicos, viciados e pacientes desventurados da dor, o sistema britânico era mais generoso e terno, já que os médicos tinham latitude considerável para prescreverem heroína mesmo - e especialmente - em casos em que eles sabiam que só estavam permitindo que os seus pacientes mantivessem a dependência.

Agora, a segunda edição de "The Heroin Solution" foi lançada, o último volume da "Trilogia Trebach", que também inclui os reimpressos "The Great Drug War" e "Fatal Distraction [Distração fatal] do ano passado. Mas, esta edição de "The Heroin Solution" não é uma revisão considerável do material; a única adição ao volume original é um novo prefácio.

Ainda é uma leitura oportuna e convincente, mas a razão para isso quando muito é uma boa notícia. "The Heroin Solution" ainda é relevante porque progredimos muito pouco desde que foi escrito. As questões de que Trebach tratou em 1982 são, em muitos casos, as mesmas questões que enfrentamos hoje. Muito aconteceu, mas pouco mudou, e muito do que mudou mudou para pior.

Na Grã-Bretanha, que Trebach descreveu como modelo de uma abordagem esclarecida (se não perfeita) à heroína, a mão dura do estado e das entidades de medicina do governo diminuíram lentamente o espaço em que os médicos podem prescrever heroína. Quando Trebach escreveu, provavelmente alguns milhares de dependentes britânicos recebiam heroína; em seu novo prólogo, ele estima que talvez 500 a estejam recebendo. Por tudo o que se diz da manutenção com opiáceos na Grã-Bretanha, parece que durante o último quarto de século deu-se um passo para frente e outro para trás.

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Arnold Trebach na entrevista coletiva de 2003 na qual a DRCNet colaborou
Trebach lamentou o tratamento cruel e desumano dos médicos e pacientes da dor em "The Heroin Solution". No mínimo, o problema piorou no quarto de século intermédio. Apesar de tudo, uma coisa que o livro oferece é alguma perspectiva. A última série de ações criminais contra terapeutas da dor se parecia impressionantemente com aquelas dos médicos que Trebach mencionou, os quais atendiam nos anos 1930. É uma semelhança que o próprio Trebach aponta em seu prefácio à nova edição, em que cita o caso do Dr. William Hurwitz, o qual justamente há poucas semanas foi condenado de novo por acusações federais de delitos de drogas por práticas descuidadas de prescrição e pode pegar possíveis décadas de prisão. (Já esteve preso durante dois anos).

Trebach perguntou em 1982 onde os Estados Unidos se encontravam quase sete décadas depois da aprovação da Lei Harrison sobre os Entorpecentes [Harrison Narcotics Act] e não ficou nada contente com a resposta. Está muito pior agora. Naquela época, Trebach reclamou que o governo gastava $6 bilhões travando a guerra às drogas nos 1970; agora, $6 bilhões financiariam a guerra federal às drogas durante cerca de três meses. Desde então, a população penal dos Estados Unidos e o número de prisioneiros por delito de drogas têm crescido vertiginosamente. Você sabe como funciona a guerra às drogas.

Trebach também, e, em parte, por isso o pensamento dele sobre a proibição das drogas evoluiu ao longo dos anos. Quando escreveu "The Heroin Solution" em 1982, ele só pedia que os médicos tivessem autorização para prescreverem a heroína. Agora, é um antiproibicionista declarado. A falta de progresso na reforma das políticas de drogas dos EUA gera respostas mais radicais.

Uma edição revisada e atualizada de "The Heroin Solution" seria bom. Podia haver novos capítulos sobre o trabalho de vanguarda a respeito da manutenção com heroína que está sendo feita na Suíça e na Alemanha, na Espanha e na Holanda; o surgimento dos locais de injeção segura; as tentativas em Vancouver; a disseminação da dependência da heroína no Irã, no Paquistão e nas repúblicas da Ásia Central; e os padrões contemporâneos de consumo no Ocidente, entre outros.

Mas, 25 anos depois que foi publicado pela primeira vez, "The Heroin Solution" ainda é relevante, ainda é revelador e ainda é uma boa leitura. Ou, como a Publishers Weekly disse da primeira vez, "Um grande sucesso".

(Clique aqui para pedir "The Heroin Solution" ou outros livros de Arnold Trebach através da mais recente oferta de livro da DRCNet.)

Oferta da DRCNet aos membros: The Trebach Trilogy

Atualização da primeira oferta: Trebach concordou em assinar todos os exemplares de seus livros que você receber da DRCNet! Além do mais, acrescente apenas $22 à sua doação para adquirir um exemplar de "Lies, Damned Lies, and Drug War Statistics: A Critical Analysis of Claims Made by the Office of National Drug Control Policy" [Mentiras, malditas mentiras e as estatísticas da guerra às drogas: Uma análise crítica das afirmações feitas pelo Gabinete de Política Nacional de Controle das Drogas] também! (Deixe uma nota no espaço para comentários para informar-nos que você o está solicitando.)

Temos a satisfação de anunciar que a nossa mais recente oferta para os membros é a "Trilogia Trebach" - dois clássicos relançados de Arnold Trebach - um antigo amigo da DRCNet, fundador da Drug Policy Foundation e conhecido pelos conhecedores da reforma como o pai do movimento moderno pró-reforma das políticas de drogas - num volume recém-saído:

  • The Heroin Solution [A solução da heroína]: "Um grande sucesso", disse a Publishers Weekly. "Eloqüente e persuasivo" de acordo com The New York Times;
  • The Great Drug War, and Rational Proposals to Turn the Tide [A grande guerra às drogas, e Propostas racionais para reverter a situação]: Há duas décadas, no que era um indiciamento sentido da guerra contra as drogas da era Reagan, Trebach identificou e deu vida a todos os tipos de abusos derivados do esforço para impor a proibição das drogas e começou a explicar uma estratégia para escapar da guerra às drogas e atingir "a paz das drogas" (Crônica da Guerra Contra as Drogas;
  • Fatal Distraction: The War on Drugs in the Age of Islamic Terror [Distração fatal: A guerra contra as drogas na era do terror islâmico]: A destilação da obra de uma vida inteira ns trincheiras da reforma das leis sobre as drogas... um livro que os reformadores grisalhos e os recém-chegados deslumbrados com a causa afins vão querer ler e absorver. (Crônica da Guerra Contra as Drogas)

Por favor, ajude o trabalho da DRCNet com uma doação generosa. Se a sua doação for de $35 ou mais, lhe enviaremos uma cópia gratuita de qualquer um dos livros de Trebach - ou doe $65 ou mais para escolher dois, ou $90 ou mais para os três.

A sua doação ajudará a DRCNet enquanto avançamos no que pensamos ser um plano incrível de dois anos para fazermos progressos consideráveis na reforma das políticas de drogas e na causa de acabar com a proibição globalmente e nos EUA. Por favor, faça uma doação generosa hoje para ajudar a causa! Sei que você sentirá que o dinheiro foi bem gasto depois de ver o que a DRCNet está preparando. O nosso formulário eletrônico de doação lhe permite doar por cartão de crédito, por PayPal ou imprimir um formulário para enviar junto com o seu cheque ou ordem de pagamento. Por favor, repare que as contribuições à Drug Reform Coordination Network ou Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas, a nossa entidade de lobby, não são dedutíveis do imposto de renda. As doações dedutíveis podem ser feitas para a Fundação DRCNet, a nossa ala de conscientização. (Escolher artigos gratuitos reduzirá a parte de sua doação que você pode deduzir pelo custo no varejo do artigo.) Ambos os grupos recebem a correspondência dos membros em: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Leia a resenha de “The Great Drug War” feita pelo editor da Crônica, Phil Smith, aqui, a resenha de “Fatal Distractionaqui e a resenha de “The Heroin Solutionaqui.

Oferta da DRCNet aos membros: Defenda a liberdade com camisetas da 4ª Emenda da Flex Your Rights

Como nosso mais recente prêmio de filiação, a DRCNet tem o prazer de oferecer camisetas dos nossos amigos na Flex Your Rights - camisetas brancas que dizem "Não consinto com buscas" e camisetas pretas que dizem "Tem um mandado?", ambas com o texto da 4ª emenda nas costas. A Flex Your Rights é a autora do vídeo que mais de 800 assinantes da DRCNet compraram da gente, "Busted: The Citizen's Guide to Surviving Police Encounters". Sempre uso camisetas da Flex Your Rights e me meteram em muitas conversas, mas nunca em problemas.


Doe $30 ou mais à DRCNet e escolha uma das duas camisetas - doe $55 ou mais para adquirir as duas! Doe $50 e lhe enviaremos uma camiseta E um exemplar de "Busted" - ou $75 para pedir "Busted" e duas camisetas!


Também continuamos com as nossas quatro últimas ofertas - "Lies, Damn Lies, and Drug War Statistics", os três livros de Arnold Trebach, mercadorias da StoptheDrugWar.org e muito mais.Visite a nossa página de doações para ver todas as ofertas na coluna direita.


A sua doação ajudará a DRCNet enquanto avançamos no que pensamos ser um plano incrível de dois anos para fazermos progressos consideráveis na reforma das políticas de drogas e na causa de acabar com a proibição globalmente e nos EUA. Por favor, faça uma doação generosa hoje para ajudar a causa! Sei que você sentirá que o dinheiro foi bem gasto depois de ver o que a DRCNet está preparando. O nosso formulário eletrônico de doação lhe permite doar por cartão de crédito, por PayPal ou imprimir um formulário para enviar junto com o seu cheque ou ordem de pagamento.


Por favor, repare que as contribuições à Drug Reform Coordination Network ou Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas, a nossa entidade de lobby, não são dedutíveis do imposto de renda. As doações dedutíveis podem ser feitas para a Fundação DRCNet, a nossa ala de conscientização. (Escolher artigos gratuitos reduzirá a parte de sua doação que você pode deduzir pelo custo no varejo do artigo.) Ambos os grupos recebem a correspondência dos membros em: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036.

Obrigado pelo se apoio e espero ter notícias suas em breve.


Atenciosamente,



David Borden
Diretor-Executivo

Matéria: Comissão de Penas dos EUA pede outra vez que o Congresso dê um jeito na disparidade na condenação para a pedra e o pó de cocaína

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a finada Lillie Blevins cumpriu pena de prisão perpétua por um crime de “formação de quadrilha” relacionada ao crack após ser condenada pela palavra de um delator que recebeu liberdade vigiada em troca (por cortesia de november.org)
Em seu relatório anual ao Congresso, a Comissão de Penas dos EUA pediu mais uma vez que os legisladores reduzam as penas duras para os delitos federais de crack. Os pedidos anteriores da comissão para dar um jeito na disparidade de 100:1 entre a quantidade de pedra e a quantidade de pó de cocaína necessárias para provocarem sentenças mínimas obrigatórias ou foram ignorados ou foram descartados pelos Congressos anteriores. Falta ver se a maioria democrata no Congresso permitirá que a reforma seja atingida neste ano.

Segundo a lei federal em vigor desde 1987, alguém acusado de portar cinco gramas de crack pode pegar uma sentença mínima obrigatória de cinco anos. Por outro lado, são necessários 500 gramas de pó de cocaína - cem vezes a mesma quantidade - para provocar a mesma sentença.

Embora a Comissão de Penas não possa promulgar mudanças sozinha na lei contra o crack - isso é com o Congresso -, já deu sinais de sua impaciência com a inação do Congresso. Há pouco mais de duas semanas, a comissão ajustou as normas federais de condenação para os delitos de crack para que os infratores por crack cumprissem em média cerca de um ano a menos do que sob as antigas orientações. Só essa medida dará um pouco de socorro a milhares de presos federais por crack.

Mas, o verdadeiro problema são as mínimas obrigatórias severas para delitos federais de crack. A Comissão de Penas descobriu que:

  1. As penas atuais com base na quantidade exageram a nocividade relativa da pedra em comparação com o pó de cocaína;
  2. As penas atuais com base na quantidade são muito vagas e se aplicam, com muita freqüência, aos pequenos infratores;
  3. As penas atuais com base na quantidade exageram a seriedade da maior parte dos delitos de crack e não proporcionam a proporcionalidade adequada;
  4. A severidade atual das penas para o crack causa impacto, em sua maior parte, sobre as minorias.

"Com base nestas descobertas", disse o relatório, "a Comissão mantém a sua posição consistentemente sustentada de que a proporção de 100 para 1 na quantidade de drogas solapa consideravelmente os vários objetivos do Congresso expostos na Lei de Reforma da Condenação [Sentencing Reform Act]”. Embora aponte que estabelecer os níveis mínimos adequados é "uma tarefa difícil e imprecisa que, por fim, é uma decisão de políticas", não obstante, a Comissão instou "enérgica e unanimemente" o Congresso a adotar as seguintes recomendações:

  1. Aumentar as quantidades mínimas obrigatórias e regulamentares de cinco e dez anos para os delitos de crack a fim de se concentrar com maior atenção nas penas contra os grandes traficantes da forma descrita geralmente na história legislativa da Lei de 1986;
  2. Revogar o dispositivo de pena mínima obrigatória para o simples porte de cocaína segundo 21 U.S.C. § 844;
  3. Recusar-se a lidar com a proporção de 100 para 1 na quantidade de drogas diminuindo as quantidades mínimas obrigatórias e regulamentares de cinco e dez anos para os delitos de pó de cocaína, já que não há provas para justificar tal aumento nas penas para os delitos de pó de cocaína com base na quantidade (por exemplo, não aumentar as sentenças para o pó de cocaína).

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gráfico do relatório, as quantidades de pedra de cocaína são quase invisíveis perto das quantidades do pó
Os grupos que há muito defenderam a reforma da disparidade nas sentenças para o pó e a pedra de cocaína e a remoção das sentenças mínimas obrigatórias reagiram com satisfação misturada com um pouco de impaciência. Estiveram esperando muito tempo pelas providências nesta frente.

"Os presos, as crianças e as famílias despedaçadas por estas penas injustificavelmente duras estão acompanhando de perto e acolherão bem as reformas na condenação para o crack que restaurarem alguma justiça às penas para o crack", disse Mary Price, vice-presidenta e advogada-geral da Families Against Mandatory Minimums (FAMM, sigla em inglês). "Só o Congresso pode mudar as nossas leis de sentenças mínimas obrigatórias severas contra o crack. Os legisladores não deveriam desperdiçar a importante oportunidade apresentada pela série mais recente de descobertas e recomendações da Comissão de Penas. Chegou a hora da reforma, especialmente dado o apoio bipartidário à reforma nas sentenças para os delitos de crack que surgiu nos últimos anos".

"A estrutura atual da condenação causa um impacto desproporcional e injusto sobre as comunidades afro-americanas e de baixa renda", disse Caroline Frederickson, diretora do Escritório Legislativo de Washington da ACLU "e ficamos animados que a Comissão de Penas dos EUA tenha reconhecido mais uma vez este fato. Mas, 2007 é a quarta vez em 20 anos que a comissão lançou tal relatório e o Congresso ainda tem que lidar com o problema. Anos de pesquisa médica e legal mostraram que não há diferença apreciável nenhuma entre o pó e a pedra de cocaína e não há justificativa para permitir que a vasta distância entre eles continue. Instamos o Congresso a deixar a política de lado e tomar providências já para dar um jeito nesta política federal discriminatória de condenação dos delitos de drogas".

Porém, não são os defensores da reforma, mas os congressistas que vão ou não promulgar a maior parte das reformas. Embora no passado o Congresso tenha descartado tais recomendações da Comissão, há alguns indícios de que o apoio às reformas está crescendo.
"A verdade é que já passou da hora de reduzir a disparidade entre as sentenças para a pedra e o pó de cocaína", disse o senador republicano Jeff Sessions à National Public Radio, “porque as penas contra o crack são extraordinariamente duras - duras demais para serem justificadas como políticas públicas". Seus colegas deveriam dar ouvidos à Comissão, acrescentou Sessions. Sessions já apresentou um projeto que reduziria a disparidade para 20:1.

Outro participante fundamental, o senador Patrick Leahy (D-Vermont), diretor do Comitê do Senado sobre o Judiciário, disse à publicação Daily Journal que as descobertas eram "um primeiro passo importante" na correção da disparidade nas sentenças. "Durante tempo demais, as leis federais de condenação dos delitos de pedra e pó de cocaína têm criado uma injustiça em nosso país", disse. Leahy disse que espera que os procuradores federais se concentrem mais nos chefes do tráfico.

O senador Joe Biden (D-Delaware), que anunciou a sua candidatura para a indicação presidencial democrata de 2008, também deu a sua contribuição. "Esta disparidade de 100:1 é injusta, iníqua e já deveria ter sido desfeita há muito tempo", disse Biden em uma nota à imprensa da terça-feira. "A disparidade atual nas penas entre as duas formas de cocaína está baseada em noções falsas e lógica antiquada", disse o senador Biden. "O Congresso ignorou esta questão durante muito tempo. Pretendo apresentar legislação para remediar a disparidade e ajustar o enfoque das leis federais de sentenças contra os delitos de cocaína e os recursos federais nos chefes do narcotráfico, como era a intenção da lei de 1986. Anseio trabalhar com os meus colegas - republicanos e democratas - e instá-los a apoiarem a correção deste erro".

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foto de crack da DEA
"De fato, há apoio em favor de reduzir as disparidades", disse Bill Piper, diretor de assuntos nacionais da Drug Policy Alliance. “Biden, Sessions e o senador Hatch [R-Utah] estão todos trabalhando nos projetos e também Charley Rangel [D-Nova Iorque] na Câmara", disse ele à Crônica da Guerra Contra as Drogas. "Nos comitês sobre o judiciário, há cada vez mais apoio a fazer algo".

Mas, Piper advertiu que o truque está nos detalhes. "Eles concordam que é preciso fazer algo, mas não tenho certeza se chegarão a um acordo sobre o que precisa ser feito. Daí teria que ser aprovado em votações em plenário e então temos que nos perguntar se Bush o vetaria", disse. "Mas, quando a Comissão de Penas e destacados republicanos dão o seu aval em algo, os democratas deveriam ficar valentes. Isso mostra que é um esforço bipartidário".

Até o Ministério da Justiça está fraquejando. Embora Piper apontasse que o ministério tomou há muito a posição de que não havia nenhum problema, o porta-voz do ministério, Bryan Sierra, disse ao Daily Journal nesta semana que a pasta está "disposta a discutir a disparidade na proporção para a condenação entre pedra e pó de cocaína", mas acrescentou que o ministério acha que "isso deveria ser feito no contexto geral da reforma das sentenças".

Pela quarta vez desde 1995, a Comissão de Penas instou o Congresso a tomar providências para reduzir a disparidade e levar mais eqüidade à condenação. Agora, está nas mãos do Congresso.

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El Calendario del Reformador publica grandes y pequeños eventos de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no siempre sucede.

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Semanal: Esta semana en la historia

18 de mayo de 1971: Cintas lanzadas años después revelan que en algún momento entre las 12:16 y las 12:35, el presidente Nixon le dijo al artista Ark Linkletter, “... manifestantes radicales que estaban aquí... hace dos semanas... Están todos drogados, virtualmente todos”.

19 de mayo de 1988: Carlos Lehder es condenado por contrabando de drogas y sentenciado a pena de prisión perpetua sin condicional, más 135 años. Él había sido capturado por la Policía Nacional Colombiana en un refugio de propiedad de Pablo Escobar y extraditado a los EE.UU.

24 de mayo de 1988: Se establece el récord de aprehensión nacional de hachís (aún en vigor hoy día) – 34.155 kilogramos en San Francisco, California.

20 de mayo de 1991: Se establece el récord de aprehensión nacional de heroína (aún en vigor hoy día) – 487 kilogramos en Oakland, California.

24 de mayo de 1993: A las 03:45 de la tarde, Juan Jesús Cardinal Posados Ocampo, el arzobispo de Guadalajara, es asesinado en el Aeropuerto Internacional Miguel Hidalgo y Costilla en Guadalajara por pandilleros de San Diego contratados por la Organización Arellano Félix. Mientras el auto del arzobispo llega al estacionamiento al otro lado de la calle de la terminal, un joven abre una puerta y dispara, mientras que media docena de otros pistoleros abren fuego a gusto matando a un conductor y a cinco testigos, incluso una anciana, su sobrino y un hombre de negocios desconcertado con un celular en su mano.

20 de mayo de 1997: Esequiel Hernández, Jr., 18, de Redford, en Tejas, se vuelve el primer estadounidense a ser muerto en suelo estadounidense por soldados de EE.UU. en tiempos de paz cuando es albeado en su propia propiedad por marinos camuflados involucrados en un operativo de interdicción de las drogas en las fronteras del Destacamento Conjunto-6. No se encuentra ninguna droga. Hernández nunca había sido sospechoso ni arrestado por ninguna actividad criminosa o relacionada con las drogas.

22 de mayo de 1997: El alcalde de Milwaukee, en Wisconsin, John Norquist, sanciona una medida que despenaliza la tenencia primaria de pequeñas cantidades de marihuana después que la propuesta es aprobada por poco por el consejo municipal.

23 de mayo de 2000: Ochenta y cinco efectivos estadounidenses llegan a Guatemala para participar del “Operativo Maya Jaguar” de dos semanas de duración, el cual pretende dar entrenamiento a la policía guatemalteca, llevar a cabo redadas de cargas de drogas ilegales y facilitar los operativos antidrogas conjuntos.

21 de mayo de 2001: Geraldine Fijneman, directora de la sucursal de la iglesia Santo Daime en Ámsterdam, es absuelta por un tribunal holandés. Fijneman había poseído, transportado y distribuido una sustancia que contiene DMT, pero el tribunal decidió que su derecho constitucional a la Libertad de Religión debe ser respetado.

22 de mayo de 2003: Maryland se vuelve el noveno estado a relajar las restricciones sobre el consumo de marihuana medicinal para los pacientes gravemente enfermos cuando el gobernador Robert L. Ehrlich, Jr. firma un proyecto que reduce la pena máxima para una multa de $100. La ley entra en vigor el 01 de octubre. Ehrlich, el primer gobernador republicano a sancionar un proyecto que relajara las penas para el consumo medicinal de marihuana, firma la medida a pesar de la presión del gobierno Bush para vetarla.

Australia: Susto de la marihuana “superdroga” provoca amenazas de prohibir narguiles

Un informe anual sobre las drogas que menciona la posibilidad de que australianos vietnamitas hayan hecho un viaje de visita a Canadá para aprender las técnicas de cultivo de marihuana ha llevado a una nueva irrupción de alarmismo Allá Abajo y también a amenazas del gobierno nacional y de Nueva Gales del Sur de que pretenden prohibir los narguiles y otros aparatos para el fumo de marihuana.

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¿será que va a ser prohibido pronto en Australia?
"La policía teme que una nueva forma de cannabis increíblemente potente esté destinada a afectar a Australia”, escribió el Herald Sun en prosa jadeante. “Las pandillas criminosas vietnamitas en Canadá han desarrollado un método sofisticado de cultivar la planta bajo techo durante todo el año. Incrementa bastante tanto la cosecha como la potencia del cannabis y reduce drásticamente el tiempo de cultivo para cada planta”, informó el periódico en un artículo republicado por otros medios australianos.

“Las últimas informaciones sobre los criminales sugieren que narcotraficantes vietnamitas en Australia han viajado a Canadá para saber cómo cultivar este nuevo tipo de cannabis altamente adictivo”, prosiguió el Herald Sun. “Se espera que usen el conocimiento para cultivarlo y venderlo en Australia. Esta nueva amenaza del cannabis fue revelada ayer en el Informe de los datos sobre las drogas ilícitas anual de la Comisión Australiana sobre la Criminalidad”. El All Headline News, con más concisión, pero con igual grosería, advirtió que “una nueva variedad de marihuana más fuerte y presuntamente más activa y fácil de cultivar puede estar llegando a suelo australiano”.

El Informe de datos sobre las drogas ilícitas 2005-2006 de la Comisión Australiana sobre la Criminalidad, lanzado este mes, ni siquiera llegó a ser tan dramático. En su sección sobre el cannabis, en la cual los terribles relatos de los medios se basaron, el informe observó:

La mayor parte del cannabis consumido en Australia es producido internamente y el cultivo es prolífico en todos los estados y territorios. Aunque grandes terrenos con arbustos a cielo abierto, que varían en tamaño de una a decenas de miles de plantas, sigan siendo comunes en algunos estados y territorios, el método más comúnmente detectado de cultivo de cannabis es a través del uso de la hidropónica (u otros métodos mejorados de cultivo bajo techo). Normalmente, son detectados dentro de las dependencias residenciales. Pese a que el número de plantas sea típicamente más bajo para el cultivo hidropónico, cultivar cannabis hidropónicamente quiere decir que ello puede ser cultivado durante todo el año y produce una cosecha más grande de ‘cabezas’ o ‘botones’ en un período más corto de tiempo.

Estos métodos mejorados de cultivo bajo techo han sido refinados por los grupos criminosos vietnamitas en Canadá para producir cannabis de alta potencia (Real Policía Montada Canadiense, 2002). Hay indicios de que algunos australianos vietnamitas hayan viajado a Canadá para avanzar en su conocimiento y en sus habilidades de cultivo. Sin embargo, es importante señalar que ningún grupo criminoso domina el cultivo ni la oferta de cannabis en Australia.

Tanto la comisión como los periódicos están hablando nada más nada menos que del "Botón de CB", o, si cultivado en los EE.UU. o Australia, "el botón generoso", o marihuana con alto contenido de THC que es cultivada bajo techo y bajo luces de alta potencia. El botón generoso ha sido cultivado desde hace mucho Allá Abajo por los conocedores de la marihuana australianos y el uso de sistemas hidropónicos u otros sistemas de cultivo bajo techo tampoco es nada nuevo. La verdad es que Australia parece ser la única en su peculiar ilusión de que la marihuana hidropónica, de alguna manera, es diferente y más peligrosa.

Sin dejar que sean desviados por los hechos, los políticos australianos están sumándose a la reyerta con propuestas para combatir la amenaza hidropónica prohibiendo las pipas de marihuana. De acuerdo con All Headline News, el gobierno del estado de Nueva Gales del Sur está pensando en dicha propuesta.

Y la Radio Australia informó que el gobierno nacional ponderará dicha prohibición de los pertrechos en diciembre. El ministro federal, Christopher Pyne, hizo el anuncio en una reunión del Consejo Ministerial sobre la Estrategia de Drogas en Adelaida el sábado. Él dijo que el gobierno también examinaría cómo regular la publicidad de los pertrechos.

El hecho de que las pipas también puedan ser usadas para fumar tabaco no debería ser un estorbo al operativo, dijo. "Esconderse detrás de la idea de que algunos de estos productos podrían ser usados para productos legítimos [y] prácticas legítimas va en contra del buen sentido", dijo Pyne. "Creo que las mamás y los papás de Australia esperan que tomemos medidas enérgicas".

Europa: Manifestantes húngaros de las Marchas Globales de la Marihuana procesan por obstrucción de manifestación

Las Marchas Globales de la Marihuana de Hungría ocurrieron una semana antes que en los demás lugares y, aunque las marchas en algunas ciudades, incluso Budapest, sucedieran sin grandes problemas, fue otra historia en Debrecen, donde las autoridades locales y turbas derechistas impidieron el evento programado de ocurrir. Ahora, la organizadora de las marchas, la Asociación Húngara de la Semilla del Cáñamo, ha anunciado que va a meterle un juicio a la ciudad.

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póster de la marcha húngara (de kendermag.hu)
La Asociación de la Semilla del Cáñamo, que defiende los derechos de los usuarios de drogas y la reforma de las políticas de drogas en Hungría, obtuvo un permiso de la policía de la ciudad para un tablado y un podio, pero en el día de la marcha, integrantes del consejo municipal, acompañados por un grupo de derechistas locales, los forzaron a cancelar el evento. El motivo oficial dado fue el de que el tablado impediría las obras de mantenimiento de la carretera.

Pero una semana antes de las marchas, ellos fueron el asunto de una diatriba llamada ¡Turba Despierta! en una página web ultraderechista. La publicación convocaba a contramanifestantes a “comparecer en grandes números y preguntarles si hablan en serio. Si sí, vamos a cazarlos hasta Jamaica para que puedan fumar sus derivados cannábicos desconstructores del cerebro entre los aborígenes que producen música intolerable”.

Los derechistas del Movimiento por una Hungría Mejor pueden haber estado involucrados en Debrecen. Definitivamente estaban entre aquellos que asediaron a los manifestantes en por lo menos otra ciudad húngara.

Ahora, la Semilla del Cáñamo va a llevar la batalla de las calles a la Justicia.

Latinoamérica: Alto funcionario antidroga es asesinado en México DF

Las guerras a las drogas de México hicieron una víctima notoria el lunes cuando pistoleros desconocidos asesinaron a José Nemesio Lugo Félix, el coordinador general de investigaciones de una unidad federal de la inteligencia antidroga, mientras se iba a trabajar en el cono sur de México DF. El asesinato ocurre mientras el gobierno del presidente Felipe Calderón cumple varios meses en una ofensiva contra las organizaciones del narcotráfico - los dichos carteles - que ha presenciado el envío de miles de policías y soldados mexicanos a semilleros del narcotráfico en un intento de romper el poder de los carteles.

Lugo estaba manejando hacia su oficina cuando su coche fue cortado por otro vehículo que contenía a diversos pistoleros, quienes dispararon por lo menos tres tiros en su auto, dándole en la cabeza y en la espalda. Entonces, uno de los agresores saltó en una motocicleta que esperaba y se dio la fuga, mientras que los otros se fueron manejando.

El asesinato de Lugo llamó la atención del embajador de los EE.UU., Tony Garza, que lanzó una declaración lamentando el homicidio. "Hombre de principios e incansable luchador contra el crimen, el Sr. Lugo es el más reciente funcionario de las fuerzas policíacas que pierde la vida por oponerse valientemente a los criminales que buscan enriquecerse mediante la destrucción de la esencia misma de nuestra sociedad", dijo.

Ex director de una unidad en la Procuraduría General de la República (PGR) que investigaba el tráfico de menores e inmigrantes ilegales, Lugo fue señalado recién el mes pasado para coordinar el Centro de Planeación, Análisis e Información para el Combate a la Delincuencia (Cenapi) de la PGR. Aunque otros policías y soldados hayan sido muertos por los carteles - incluso cinco soldados muertos en una emboscada en Michoacán a principios de este mes -, el asesinato de Lugo es el de mayor nivel hasta el momento. Su asesinato también fue atípico por haber ocurrido en la capital, que ha prescindido de la mayor parte de la violencia que cerca el narcotráfico mexicano y las labores para suprimirlo.

El año pasado, la violencia relacionada con la prohibición mató a más de 2.000 personas y este año el asesinato está sucediendo a un paso aún más rápido, con una estimativa de 1.000 muertos hasta el momento. La ofensiva de Calderón, que ha presenciado grandes redadas militares y policíacas en ciudades fronterizas, Acapulco y su estado natal de Morelos, en vez de calmar la situación, sólo ha echado leña al fuego.

Pero, el gobierno Calderón sigue firme en su política agresiva. "Es lamentable la pérdida de hombres y mujeres que mueren en cumplimiento de su deber", le dijo el fiscal antidroga José Luis Santiago Vasconcelos al periódico Reforma. "Pero a pesar de eso estamos ganando esta batalla. No podemos darnos el lujo de desmoralizarnos ni de tener actitudes de temor ante el crimen organizado, principalmente en el renglón del narcotráfico".

Penas: Ministros de la Corte Suprema de Nevada piden más discreción de la legislatura y más financiación para los juzgados de delitos de drogas

El lunes, dos ministros de la Corte Suprema de Nevada comparecieron delante del Comité del Senado sobre el Judiciario del estado para debatir en favor de más discreción en la condenación y más fondos para los programas que tratan de las drogas y de la salud mental, incluso los juzgados de delitos de drogas. Nevada promulgó leyes de condenas mínimas obligatorias para delitos de drogas en 1995 que han contribuido para una población carcelaria cada vez más grande.

El ministro Jim Hardesty pidió a los legisladores que pensaran en enmendar las leyes de condenación para dejar que los jueces se desvíen de las mínimas obligatorias con tanto que envíen explicaciones por escrito del porqué de la adecuación del desvío descendente. Hardesty citó la falta de sentido de algunas sentencias para delitos de drogas.

“No hace absolutamente ningún sentido para nosotros condenar a un joven a 10 a 25 años en la prisión estadual de Nevada por recibir $150 para llevar un auto de Sacramento a Utah” conteniendo estupefacientes, le dijo Hardesty al comité. Él añadió que la ley actual no permite que los jueces se desvíen de las reglas de condenación y tampoco permite que los fiscales hagan acuerdos en dichos casos.

El ministro Bill Maupin se sumó a Hardesty en pedir a los comités que controlan los gastos que asignasen más dinero a los programas de juzgados de delitos de drogas y de la salud mental, los cuales pueden desviar a los infractores de la prisión. "Cuando supe por primera vez de este programa, tuve muchas dudas", le dijo Maupin al comité. "Lo que descubrí fue que los juzgados de salud mental alrededor de este país se han vuelto muy reconocidos por tener éxito permanente".

Hardesty añadió que la Corte Suprema había solicitado $5 millones en fondos generales del estado para sufragar los programas de juzgados de delitos de drogas y de tratamiento, pero un subcomité presupuestario sólo había sido a favor de aprobar $1 millón. "En comparación con lo que solicitamos y, francamente, con lo que la demanda es - que es de $30 millones -, fue decepcionante", dijo Hardesty.

Aunque hasta el momento los ministros no hayan logrado conseguir más financiación para los programas de encaminamiento, el gobernador de Nevada, Jim Gibbons (R) está pidiendo a la legislatura que gaste $300 millones en la construcción de nuevas prisiones. Actualmente, Nevada tiene más de 13.000 presos y está admitiendo a 600 nuevos más todos los meses, casi el doble del índice de ingresos en 1990.

En cuanto a la discreción en la condenación, el presidente del Comité sobre el Judiciario, Mark Amodei (R-Carson City) les dijo a los ministros que él está abierto a la idea, pero los jueces tendrían que ser muy cuidadosos para no despertar la ira de los grupos de derechos de las víctimas, que exigieron exitosamente la ley de condenación más dura en 1995. "Aquellas condenas obligatorias fueron el resultado de salas como esta estar llenecitas de personas que decían, 'Oye, fulano y mengano consiguieron una ganga'", dijo Amodei.

Cáñamo: Proyecto de ley de California es aprobado por la asamblea

Un proyecto que permitiría que los agricultores californianos cultivaran el cáñamo no psicoactivo fue aprobado por la Asamblea el 10 de mayo y se dirige ahora hacia el Senado estadual, donde también se espera que sea aprobado. Un proyecto parecido fue aprobado por la legislatura el año pasado, sólo para ser vetado por el gobernador republicano Arnold Schwarzenegger.

De autoría de los asambleístas Mark Leno (D-San Francisco) y Chuch DeVore (R-Irvine), el AB 684, que abriría paso para que los agricultores de California finalmente – no inmediatamente – cultivaran la planta, que es usada para hacer comida, tejidos, papel, productos para el cuerpo, biocombustible y accesorios para automóviles. Si el proyecto fuera sancionado, las organizaciones del sector, como la Vote Hemp, la Hemp Industries Association y también la California Certified Organic Farmers, han prometido desafiar la prohibición federal del plantío de cáñamo.

Schwarzenegger citó la prohibición federal cuando vetó el proyecto sobre el cáñamo del año pasado. Él afirmó que pondría a los agricultores en riesgo de procesamiento federal. Pero los defensores del proyecto de este año esperan que el gobernador ceda.

“La aprobación del proyecto sobre la agricultura del cáñamo en la Asamblea es una señal de que probablemente ello va a ser examinado por la segunda vez consecutiva por Schwarzenegger”, dijo Patrick Goggin, abogado de la Vote Hemp radicado en San Francisco. “El humor en Sacramento es el de que este proyecto es consistente con el esfuerzo de California para ser la lideresa en políticas ambientales de los EE.UU. El cáñamo es una planta versátil que puede reemplazar cultivos contaminantes como el algodón y que está desplegando como alimento orgánico e ingrediente en los productos para el cuerpo. Ya es hora de saltar en el mercado en expansión del cáñamo que las empresas californianas actualmente importan de Canadá y otros lugares”.

Actualmente, los fabricantes estadounidenses de productos a base de cáñamo tienen que importar su materia prima de China, Canadá o uno de los más de 30 otros países que permiten la producción de cáñamo. Es la única planta que es ilegal cultivar, pero legal importar, en los EE.UU.

Embarazo: Corte Suprema de Nuevo México deroga ley que penaliza el consumo de drogas de las futuras madres

En un caso que opuso a los legisladores y fiscales severos contra una gran variedad de grupos de los derechos de las mujeres, de la salud pública y de la reforma de las políticas de drogas, el 11 de mayo la Corte Suprema de Nuevo México decidió que una ley estadual que expandía las leyes contra el abuso infantil para incluir el consumo de drogas de mujeres embarazadas era inconstitucional. En un fallo sumario, el tribunal superior del estado sostuvo una decisión del Tribunal de Apelaciones estadual que llegó a la misma conclusión.

La decisión ocurrió en el caso de Cynthia Martínez, quien fue acusada de maltrato infantil en 2003 después que su bebe recién nacido sacó positivo para cocaína. Según la ley en cuestión, ella fue acusada de “permitir que un niño menor de 18 años de edad fuera puesto en una situación que pueda poner en peligro la vida o la salud del infante” al ingerir drogas ilícitas mientras estaba embarazada.

Aunque el estado argumentara que una mujer embarazada adicta a las drogas debería ser presa como maltratadora infantil, tanto el tribunal de apelaciones como la Corte Suprema estadual no estuvieron de acuerdo. Durante la argumentación oral, los ministros parecieron estar particularmente preocupados con las cuestiones planteadas en un alegato favorable a la corte enviado por la Drug Policy Alliance y la National Advocates for Pregnant Women en nombre de otras destacadas organizaciones de la medicina y de la salud pública, médicos e investigadores científicos. Los ministros mencionaron varias veces el alegato de la DPA/NAPW y expresaron preocupaciones graves con el efecto disuasorio que dichos procesamientos tendrían sobre las mujeres que buscan cuidados prenatales.

Dichas decisiones son cruciales para evitar la penalización de las mujeres pobres, dijo la abogada de la NAPW, Tiloma Jayasinghe. “Volver las leyes contra el abuso infantil aplicables a las mujeres embarazadas y a los fetos iría, por definición, transformar a toda mujer de baja renta, no asegurada, enferma y/o maltratada que quede embarazada en una maltratadora infantil”, explicó. “En la argumentación oral, el fiscal admitió que la ley podía ser posiblemente aplicada a mujeres embarazadas que fumaran”.

“Espero que este caso sirva como recordatorio de que las mujeres embarazadas que están luchando con el consumo de drogas deberían recibir cuidados prenatales y tratamiento químico, no procesamiento”, dijo Reena Szczepanski, directora de la Drug Policy Alliance Nuevo México. “Hay mejores maneras de proteger a nuestros niños en Nuevo México y de asegurar que las generaciones futuras estén seguras y sean saludables”.

Penas: Gobernador de Maryland veta proyecto de ley para darles elegibilidad a condicional a infractores reincidentes por ventas de drogas

El miércoles, el gobernador de Maryland, Martin O’Malley, vetó un proyecto de ley que habría proporcionado la posibilidad de condicional a las personas que cumplen condenas por reincidencia en ventas de drogas. Según la ley actual de Maryland, dichos infractores deben cumplir una sentencia mínima obligatoria de 10 años sin posibilidad de condicional. La ley no se habría aplicado a infractores violentos.

Pero en una entrevista concedida a la Associated Press para explicar su veto, O’Malley dijo que consideraba el tráfico de drogas un delito de sangre en sí mismo. “El narcotráfico es un delito de sangre y las morgues de muchas de nuestras comarcas y del estado están llenas de cadáveres que han sido llevados demasiado temprano a causa de la distribución de las drogas”, dijo O’Malley cuando llamado a explicar su veto. Maryland ya les da oportunidades de recibir tratamiento químico a los reincidentes, afirmó, añadiendo que el proyecto “amplía innecesariamente la ley actual y vuelve la libertad vigilada una posibilidad, aunque remota, para los narcotraficantes motivados por la ganancia y el lucro apoyados por la violencia, no la adicción”.

El proyecto de ley, el HB 992, fue aprobado en la legislatura con apoyo bipartidista y respaldado por una amplia coalición de reformadores de las políticas de drogas, la comunidad de la fe, trabajadores de la salud, oficiales de la ley, proveedores de tratamiento químico y también por el Washington Post y el Baltimore Sun. La coalición no está satisfecha con O’Malley.

“El veto es un equívoco decepcionante”, dijo el director ejecutivo del Justice Policy Institute, Jason Ziedenberg. “En vez de dar un pequeño paso en la dirección correcta hacia el tratamiento en vez de la prisión, O’Malley está aferrándose tercamente a las políticas fracasadas de severidad con la criminalidad del pasado. El gobernador no mostró liderazgo y visión en esta decisión”.

“El gobernador O’Malley ha dejado Maryland fuera del compás con los otros estados que se dirigen hacia políticas de condenación más vivas y eficientes”, dijo Naomi Long, directora del proyecto del Área Metropolitana del Distrito de Columbia de la Drug Policy Alliance. “Este veto fue un lapso de liderazgo e hiere las labores de Maryland para implementar los tipos de reformas reales que causarían impacto de verdad”.

El estado de Maryland gasta millones de dólares todos los años aprisionando a infractores no violentos de la legislación antidroga, cuya vasta mayoría estaría mejor si tuviera opciones de tratamiento químico. Un informe reciente del Justice Policy Institute descubrió que las leyes de condenación de Maryland afectan desproporcionadamente las comunidades de color y pueden ser la manera menos eficaz y más cara de promover la seguridad pública.

“La lucha por políticas de condenación más eficientes y justas no se ha acabado”, dijo el diputado Curtis Anderson (D-Baltimore), un ponente de la legislación. “Los electores de Maryland quieren políticas de condenación más justas y eficientes. Seguiremos trabajando con el gobernador para implementar esas reformas”.

Imposición de la ley: Las historias de policías corruptos de esta semana

Las placas maculadas abundan esta semana. Tenemos un policía demasiado colocado con sus propios bizcochos, pruebas en casos de delitos de drogas en falta, un agente antidroga destacado es preso por robar a narcotraficantes, una policía es presa por aceptar sobornos de narcotraficantes, más dos policías se confiesan culpables de proteger cargas de drogas y también hay el guardia de prisión traficante de drogas de siempre. Vamos a ello:

En Dearborn, en Michigan, un oficial de la policía de Dearborn dimitió tras admitir recibir marihuana de un sospechoso y prepararla en bizcochos de marihuana con su esposa. El ex cabo Edward Sánchez cayó después que se colocó demasiado con su creación y llamó al 911 para informar que él temía que él y su esposa corrían peligro de una sobredosis fatal. “Creo que nos estamos muriendo”, dijo él en la llamada. “Hicimos bizcochos y creo que estamos muertos, de veras que lo creo”, prosiguió Sánchez. (Escuche la llamada aquí.) Durante una investigación en la comisaría después de esa llamada, Sánchez admitió aceptar marihuana de sospechosos en ocasiones anteriores. La esposa de Sánchez, Stacy, admitió que en otra ocasión ella había quitado cocaína suficiente del patrullero de su marido para correrse una juerga de tres semanas. Presuntamente, la cocaína estaba en el auto para el entrenamiento de los sabuesos rastreadores de drogas. Ninguno de los dos ha sido acusado de un crimen.

En Schenectady, en Nueva York, un gran jurado de la Comarca de Schenectady está examinando el desaparecimiento de pruebas en casos de delitos de drogas en la Policía de Schenectady. La averiguación en el escuadrón de represión al vicio de la ciudad sucede después que una investigación de la Policía Estadual descubrió el desaparecimiento de pruebas de crack y marihuana en 16 casos de delitos de drogas. Según se dice, el gran jurado examinará los procedimientos de la policía para almacenar y rastrear las pruebas. En pos de la descubierta del desaparecimiento de las pruebas, la policía ya ha instituido algunos cambios, incluso exigir que dos oficiales estén presentes siempre que un oficial entre en un área de almacenamiento de drogas.

En Santa Fe, en Nuevo México, el director de la división de represión a los estupefacientes y otro oficial son acusados de robar miles de dólares de un narcotraficante. El jefe de la división, el sargento Steve Altonji, y el oficial Danny Ramírez fueron arrestados por agentes del FBI el 1 de mayo y enfrentan 24 cargos federales juntos. El FBI alega que Altonji y Ramírez arrestaron a un narcotraficante en mayo de 2006 y encontraron marihuana, cocaína y $180,000 en efectivo. Ellos son acusados de agarrarse $5,000. Altonji enfrenta más acusaciones por haber robado dinero de otro traficante y por haberle pegado a un tercer hombre, en tanto que Ramírez sigue siendo investigado por varios depósitos bancarios altos en efectivo. Las sospechas acerca de Altonji han existido durante meses, llevando el jefe de la policía de Santa Fe, Eric Johnson, a suspender las investigaciones de delitos de drogas mientras la ciudad hace una revisión interna.

En Lake City, en Florida, una oficial de la Policía de Lake City fue acusada el martes de aceptar dinero de un narcotraficante. La investigadora de la Policía de Lake City, Debra Williams, con siete años de servicios prestados, ha estado bajo investigación desde diciembre por presuntamente aceptar el dinero y decirle al traficante que ella haría que las acusaciones de delitos de drogas contra él fueran sobreseídas. Ella ha estado suspensa desde marzo. Ahora, ella enfrenta un cargo de improbidad en el cargo.

En Boston, un guardia de la cárcel de la Comarca de Suffolk fue arrestado el 11 de mayo por vender drogas a internos. Kenneth Nobile, 39, fue arrestado mientras llegaba al trabajo en la Penitenciaria de South Bay y la policía presuntamente encontró siete gramos de heroína y 21 gramos de marihuana empaquetada para la venta en su auto. Él responde por varias acusaciones de delitos de drogas, incluso tenencia de heroína con intención de distribuir. La fianza fue estipulada en $25,000.

En Hollywood, en Florida, más dos oficiales de la policía de Hollywood se confesaron culpables la semana pasada de proteger cargas de heroína. El oficial Thomas Simcox se confesó culpable el 09 de mayo y el sargento Jeffrey Courtney se confesó culpable el 11 de mayo de una única acusación de asociación delictuosa para tener heroína con la intención de distribuir por sus roles en la protección de cargas de heroína en lo que era, en verdad, un montaje del FBI. Dos otros oficiales ya se han declarado culpables en el montaje, conocido como Operativo Placa Maculada [Operation Tarnished Badge], en el cual los cuatro también dieron protección a cargas de armas robadas y joyería. Todos los cuatro pueden recibir sentencias mínimas obligatorias de 10 años, pero todos están buscando reducciones por cooperar con los investigadores que averiguaban quién reveló el hecho de que había una investigación.

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