Drug War Chronicle

comprehensive coverage of the War on Drugs since 1997

Europa: Primeira paciente alemã é aprovada para consumir maconha medicinal

Pela primeira vez, o Instituto Federal de Drogas e Aparelhos Médicos alemão aprovou o consumo de maconha medicinal para uma paciente. O instituto agiu no caso de uma mulher de 51 anos que padece de esclerose múltipla, que poderá comprar legalmente maconha em uma farmácia para aliviar os sintomas dela.

A partir do mês que vem, a mulher terá autorização para comprar um "extrato estandardizado" da planta de maconha da farmácia durante um ano. A saúde da mulher será monitorada por um médico. Além do mais, tanto a mulher quanto a farmácia devem armazenar o extrato de maconha em um cofre para impedir o roubo.

A maconha é ilegal na Alemanha, mas uma decisão do Tribunal Administrativo Federal alemão em 2005 turvou a situação quando se trata da maconha medicinal. Naquela decisão, o tribunal sustentou que era "de interesse público" melhorar a saúde dos pacientes, então agora o instituto federal deve avaliar individualmente cada caso em que um paciente procura acesso à maconha medicinal.

Até agora, os médicos alemães só puderam prescrever Marinol, mas esse composto é caro e lhe falta alguns dos cannabinóides que os pacientes dizem que tornam a maconha natural preferível à droga sintética. O Marinol também não é aprovado como medicamento na Alemanha, o que significa que não é coberto pelo seguro de saúde. A maconha natural deveria ser menos cara.

Contudo, apesar da decisão desta semana de aprovar a maconha medicinal para uma paciente, ainda é possível que outros na mesma condição sejam processados. Na semana passada, o Suddeutsche Zeitung informou sobre o caso de um paciente de hepatite C condenado a um ano de cadeia por porte de maconha.

Maconha: Supervisores da Comarca de Humboldt dizem que é preciso legalizá-la

Na terça-feira, em uma votação de 4 a 0, o Conselho de Supervisores da Comarca de Humboldt na Califórnia votou a favor do envio de uma carta ao seu representante no Congresso para pedir-lhe que trabalhe para legalizar a maconha. A Comarca de Humboldt é parte do "Triângulo Esmeralda" da Alta Califórnia, famoso pelo cultivo de maconha.

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A carta, que foi proposta pelo supervisor Roger Rodoni, pede ao deputado federal Mike Thompson (D-St. Helena) o seu "apoio em ajudar a iniciativa uma lei que legalize, regularize e taxe a maconha".

Nesta semana, Rodoni se pronunciou agradavelmente surpreso pela unanimidade em uma entrevista concedida ao Eureka Reporter. "Estava pronto para considerá-la um avanço da conversação", disse, acrescentando que não antecipava a votação receptiva da junta.

A ação acontece pouco tempo depois de um esforço similar da vizinha Comarca de Mendocino, que apoiou a legalização da maconha no mês passado. Outras municipalidades californianas aprovaram medidas que pedem a taxação e a regularização da maconha, inclusive Oakland (2004), Santa Cruz (2006) e São Francisco (2006).

A maconha é um negócio de vários bilhões de dólares na Califórnia e é especialmente importante para as economias locais na Alta Califórnia.

Maconha medicinal: Obama pede o fim dos reides, agora todos os presidenciáveis democratas concordam

Agora, os candidatos à presidência do Partido Democrata concordam em pelo menos uma questão: os reides da DEA contra pacientes e fornecedores de maconha medicinal em estados em que ela é legal devem parar. O senador Barack Obama pelo Illinois, que foi o último bastião, disse que acabaria com tais reides na terça-feira.

A promessa de Obama aconteceu como resposta a uma pergunta do habitante de Nashua e voluntário de Granite Staters for Medical Marijuana, Scott Turner, que perguntou ao senador o que ele faria para impedir o governo federal de prender pessoas gravemente doentes como Turner em estados em que a maconha medicinal é legal. O Granite Staters é um projeto do Marijuana Policy Project concebido para fazer a questão avançar aproveitando-se do papel crucial do Novo Hampshire nas primárias presidenciais.

"Não faria com que o Ministério da Justiça processasse e agredisse usuários de maconha medicinal", disse Obama. "Isso não é um bom uso dos nossos recursos".

Agora, Obama se soma a todos os sete contendores democratas à presidência na oposição aos reides e também a dois candidatos republicanos, o deputado Ron Paul (TX) e o deputado Tom Tancredo (CO).

"Pela primeira vez na história, os líderes de um dos grandes partidos do nosso país pediram unanimemente um fim ao processo federal de pacientes de maconha medicinal", disse o gerente de campanha do GSMM, Stuart Cooper de Manchester. "Os eleitores e profissionais da medicina do Novo Hampshire transmitiram com eficiência a mensagem clara de que não apoiaríamos um candidato que prenderia - em lugar de proteger - os cidadãos mais gravemente doentes do nosso país. Enfim, a compaixão e a razão estão superando a política e a propaganda".

Na sexta-feira passada, o governador do Novo México, Bill Richardson, deu um passo adiante ao mandar uma carta ao presidente Bush que lhe pedia que acabasse com as apreensões. "Médicos respeitados e funcionários do governo não deveriam temer serem presos por agirem com compaixão e solidariedade em favor dos nossos cidadãos mais vulneráveis", escreveu Richardson. "Esses cidadãos mais vulneráveis também não deveriam temer o governo deles porque tomam o remédio de que precisam".

Maconha medicinal: Prepara-se uma iniciativa no Ohio?

Como o trabalho para botar uma iniciativa pró-maconha medicinal nas urnas de 2008 no Michigan está em fase adiantada, os defensores da reforma estão dando uma olhada no vizinho Ohio, informou o Columbus Dispatch no sábado. O jornal disse que a Drug Policy Alliance (DPA, sigla em inglês) está considerando as suas possibilidades no Buckeye State.

"O Ohio seria um estado em que valeria a pena pensar, com certeza é uma alta prioridade. Seria uma questão de oportunidade", disse Edward Orlett, um ex-legislador estadual democrata que representa a DPA no Ohio.

A DPA apresentou uma iniciativa no Ohio em 2002 que teria ordenado o tratamento em lugar da prisão para muitos infratores da legislação antidrogas. Foi derrotada por 2 a 1 nas pesquisas depois que o establishment político republicano do estado fez campanha contra ela, mas agora os legisladores do Ohio estão pensando em aprovar um projeto de lei que faria basicamente o mesmo.

O trabalho em prol da iniciativa sobre a maconha medicinal no Ohio provavelmente atrairia o interesse de Peter Lewis de Cleveland, o presidente e ex-diretor-executivo da Progressive Insurance e um grande doador aos esforços de reforma das leis sobre a maconha, que dá milhões de dólares todos os anos ao Marijuana Policy Project (MPP).

O MPP concedeu uma doação inicial à Ohio Patient Network, um grupo de Columbus que apóia a maconha medicinal, informou o jornal.

Doze estados promulgaram leis que permitem o consumo medicinal de maconha. Nenhum deles fica no Meio-Oeste.

Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana

Mais guardas estão em apuros. Um policial da Luisiana é preso por comprimidos - corrupção ou desespero? Vamos ao que interessa:

Em Tallahassee, na Flórida, um oficial da Secretaria da Administração Penitenciária da Flórida foi preso na sexta-feira passada por drogas e outras acusações. O oficial Terrance Ruffen, 31, responde por acusações de adulteração de provas e porte de quantidade inferior a 20 gramas de maconha. Ele foi preso depois que os segundos do xerife da Comarca de Gagsden invadiram uma casa em Quincy em uma investigação das vendas de crack que ocorriam ali.

Em Shreveport, na Luisiana, um policial de Shreveport foi preso na terça-feira por acusações de delitos de drogas. O sargento Thomas Morgan, supervisor da Divisão de Serviços Uniformizados, responde por quatro acusações de obtenção de substância controlada por fraude. Morgan, 39, caiu depois que os agentes antidrogas de Shreveport receberam uma denúncia há uma semana de que ele estava conseguindo receitas médicas ilegalmente. Ele está de licença administrativa remunerada até a investigação interna. (Isto é corrupção ou desespero? É difícil saber sem mais fatos.)

Em Elkhart, no Indiana, um agente penitenciário da Comarca de Elkhart foi preso na segunda-feira por ficar com as drogas confiscadas de um prisioneiro depois de uma visita. Mario Randle, 35, supostamente revistou o recluso depois de uma visita, encontrando uma chave de fenda modificada que continha pelo menos duas drogas ilegais. A polícia disse que Randle não informou o incidente, mas que ficou com os artigos quando acabou o turno. Ele responde por acusações criminais de narcotráfico e improbidade e pode pegar até três anos de prisão. Ele foi despedido.

Semanal: Blogando no Bar Clandestino

Junto com a nossa reportagem investigativa da Crônica, desde o verão passado a DRCNet também esteve proporcionando conteúdo diário na forma de blogagem no Bar Clandestino Stop the Drug War, assim como links às Últimas Notícias (canto inferior esquerdo) e mais informações. Cheque a DRCNet todos os dias para ficar a par da reforma das políticas de drogas!

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reide anticerveja da época da lei seca, Washington, DC (Biblioteca do Congresso)

Nesta semana:

Scott Morgan nos traz: "FOX News Discusses Drug Legalization" [A FOX News discute a legalização das drogas], "Democratic Presidential Candidates All Support Medical Marijuana" [Todos os presidenciáveis democratas apóiam a maconha medicinal], "Bush Makes Lengthy Incoherent Statement About Plan Mexico" [Bush dá uma longa declaração incoerente sobre o Plano México], "Supporting Medical Marijuana Is Smart Politics" [Apoiar a maconha medicinal é ser esperto na política], "'Marijuana Signature Project' Not as Cool as it Sounds" [O "projeto característico sobre a maconha" não é tão legal quanto parece], "Why Isn't the Drug War a Mainstream Political Issue?" [Por que a guerra às drogas não é uma grande questão política?], "Anti-Drug Researchers Claim That All High Schools are Either 'Drug Infested' or 'Drug Free'" [Pesquisadores antidrogas afirmam que todos os colegiais ou estão "infestados de drogas" ou são "livres das drogas"].

David Borden contribui: "Pain News" [Notícias sobre a dor] e "New Mexico Medical Marijuana Update -- Richardson Says Full Steam Ahead Despite Attorney General's 'Prank'" [Atualização sobre a maconha medicinal no Novo México - Richardson diz a todo vapor apesar da "brincadeira" do procurador-geral].

Nesta semana, os Blogs do Leitor contam com umas publicações bem interessantes também, inclusive links a artigos cativantes, discussão sobre políticos e outras questões.

David Guard continuou republicando notas à imprensa, alertas de ação e demais anúncios organizacionais no blog In the Trenches.

Obrigado por ler, e escrever...

Apelo: Enormes aumentos no trânsito da nossa página incrementaram as nossas despesas...

Enormes aumentos no trânsito da nossa página, particularmente durante os últimos três meses, nos forçaram a atualizar o nosso servidor - não uma, mas duas vezes - e incrementaram as nossas custas.. Estou escrevendo para saber se você pode ajudar a custear esta nova despesa. Você estaria disposto a fazer uma doação para apoiar este trabalho inovador?

As coisas começaram a melhorar há cerca de um ano, quando redesenhamos profissionalmente o sítio e começamos a publicar mais do que antes - não fazemos só a Crônica semanal agora, mas lhe trazemos publicações diárias nos blogs, links a notícias da grande mídia, um "feed ativista" dos boletins de outras organizações e demais artigos interessantes.

Recentemente, tivemos uma série de grandes sucessos - links de suma importância em páginas como Reddit e Netscape em que os usuários votam nos artigos de que gostam - e porque isso continuou, uma e outra vez durante cerca de três meses, concluímos provisoriamente que algo está "acontecendo" e que a DRCNet alcançou mesmo um patamar novo antes do que pensávamos. Só neste mês, um artigo que publicamos chegou ao #1 na Digg, a popular página da Internet, e esse e outro artigo acompanhante receberam coletivamente quase 100.000 visitas! Em um dia, a StoptheDrugWar.org teve quase o mesmo número de pessoas que acessa o Huffington Post - se o nosso servidor houvesse estado preparado para o trânsito de antemão, teríamos recebido mais.

É lógico que as despesas da máquina, embora consideráveis, são apenas parte do problema. Literalmente, todo funcionário na DRCNet está envolvido nesta campanha e isso é uma grande dedicação de recursos que só pode ser mantida se você nos apoiar. Pode nos informar se está "dentro" fazendo uma doação hoje ou mandando-nos uma mensagem para dizer se o fará logo?

Como incentivo, os nossos amigos da Common Sense for Drug Policy concordaram em doar exemplares do "tablóide" atualizado deles que inclui mais de 40 dos anúncios de interesse público sobre as políticas de drogas que têm difundido em grandes publicações durante os últimos anos. Doe qualquer soma à DRCNet nesta semana e lhe enviaremos um exemplar do tablóide da CSDP grátis! Claro está, continuamos oferecendo uma variedade de livros, vídeos e presentes da StoptheDrugWar.org como incentivos de filiação também.

Visite http://stopthedrugwar.org/donate para fazer uma doação eletrônica ou envie-nos o seu cheque ou ordem de pagamento a: DRCNet, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036. As doações à Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas ou Drug Reform Coordination Network para apoiar o nosso trabalho de pressão não são dedutíveis do imposto de renda. As doações abatíveis para apoiar o nosso trabalho de conscientização podem ser feitas a nome da Fundação DRCNet no mesmo endereço. Também podemos aceitar contribuições em ações - mande uma mensagem a borden@drcnet.org para a informação necessária. Obrigado de antemão pelo seu apoio.

Atenciosamente,


David Borden, Diretor-Executivo
P.O. Box 18402
Washington, DC 20036
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Prisioneiros da guerra às drogas: Veronica Flournoy, vítima da Lei Rockefeller convertida em ativista, falece aos 39

Veronica Flournoy, a ex-vítima da lei Rockefeller sobre as drogas de Nova Iorque convertida em reformadora, faleceu na semana passada de câncer de pulmão em um hospital para pacientes terminais da Flórida. Flournoy, 39, consumidora generosa de drogas quando era jovem, foi pega em uma operação antidrogas secreta e condenada a uma sentença de oito anos a prisão perpétua conforme as duríssimas leis Rockefeller de Nova Iorque.

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Veronica Flournoy, com o líder da maioria no Senado nova-iorquino Joe Bruno, as suas filhas Candace e Keeshana e a sua mãe Eileen (por cortesia de kunstler.org)
Flournoy cumpriu a sentença mínima dela, depois foi buscar as suas duas filhas e tentou recomeçar a vida com a sua família. Mas, o câncer de pulmão, que apareceu quando estava na prisão e com que os médicos de lá lhe disseram que não devia se preocupar, a deixou com pouco tempo.

A prisão abriu os olhos de Flournoy para a injustiça da guerra às drogas e nunca se esqueceu das suas companheiras. Flournoy participou de comícios feitos para pressionar os políticos para que desfaçam as leis Rockefeller e até consentiu em usar a sua doença terminal para aumentar a pressão. Em fevereiro, ela apareceu em um anúncio de interesse público patrocinado pelo Fundo William Moses Kunstler Fund que visava ao governador Eliot Spitzer (D) e a outros políticos estaduais que demoraram em cumprir as promessas de reformar as leis severas contra as drogas do estado.

Prisioneiros da guerra às drogas: O paciente da dor Richard Paey terá uma chance de clemência antecipada

Um cidadão da Flórida que cumpre uma sentença de 25 anos enquanto traficante de drogas por tentar obter analgésicos para as lesões nas suas costas terá uma chance acelerada de recorrer à clemência. Richard Paey, 48, já cumpriu quatro anos nas prisões da Flórida por se valer de receitas sem data para obter remédios para as dores.

Normalmente, os reclusos devem cumprir pelo menos um terço de suas sentenças antes de serem considerados para a clemência. Mas, no caso de Paey, que recebeu atenção nacional, o Conselho de Clemências votou em conceder uma dispensa na semana passada. O caso dele está agendado para a votação do conselho no mês que vem.

Paey, ex-advogado e pai de três, foi visto indo de farmácia em farmácia em sua cadeira de rodas em busca de remédios para aliviar as dores de um acidente de carro de 1985 que lesionou as costas dele. Os procuradores argumentaram que qualquer um que falsificar receitas a fim de obter tantos analgésicos tinha que estar vendendo-as, mas Paey disse que tinha que consumir grandes quantidades de analgésicos opiáceos para tocar a vida. As dores de Paey são tão fortes que a Secretaria da Administração Penitenciária da Flórida lhe colocou uma bomba de morfina.

Paey recorreu da condenação dele, mas, em março, a Suprema Corte da Flórida se recusou a ver o caso dele. Agora, a clemência parece ser a sua melhor chance de reaver a sua liberdade.

(A November Coalition publicou um alerta de ação importante sobre o caso aqui.)

Recurso: Se puede acceder al Calendario del Reformador a través de la página web de la DRCNet

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Con el lanzamiento de nuestra nueva página web, El Calendario del Reformador ya no aparecerá como parte del boletín Crónica de la Guerra Contra las Drogas, pero será mantenido como sección de nuestra nueva página web:

El Calendario del Reformador publica grandes y pequeños eventos de interés para los reformadores de las políticas de drogas alrededor del mundo. Ya sea una gran conferencia internacional, una manifestación que reúna a personas de toda la región o un foro en la universidad local, queremos saber para que podamos informar a los demás también.

Pero necesitamos su ayuda para mantener el calendario actualizado, entonces por favor contáctenos y no suponga que ya estamos informados sobre el evento o que vamos a saberlo por otra persona, porque eso no sucede siempre.

Recurso: La página web de la DRCNet ofrece una gran cantidad de feeds RSS a su lector

Los feeds RSS son la onda del futuro – ¡y la DRCNet los ofrece ahora! La última edición de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas está disponible usando RSS en http://stopthedrugwar.org/chronicle/feed.

Tenemos muchos otros feeds RSS disponibles también, sobre cerca de cien subtópicos distintos de las políticas de drogas que empezamos a rastrear desde el relanzamiento de nuestra página web este verano – relacionando no solamente los artículos de la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, sino también las publicaciones en el Bar Cladestino, los listados de eventos, los enlaces a noticias externas y más – y para nuestras publicaciones diarias en los blogs y en sus distintas subdirecciones. Visite nuestro Mapa del Sitio para leer la serie completa.

¡Gracias por sintonizarse en la DRCNet y en la reforma de las políticas de drogas!

Webmasters: ¡Ayude el movimiento poniendo feeds de agregación de la DRCNet en su página web!

¿Usted es un aficionado a la DRCNet y tiene una página web que le gustaría usar para difundir el mensaje con más fuerza que un único enlace a nuestra página puede lograr? Tenemos la satisfacción de anunciar que los feeds de agregación de contenido de DRCNet están disponibles. Tanto si el interés de sus lectores está en el reportaje investigativo como en la Crónica de la Guerra Contra las Drogas, el comentario corriente en nuestros blogs, la información sobre subtópicos específicos de la guerra a las drogas, ahora podemos darles códigos personalizables para que usted los ponga en los lugares adecuados en su blog o página web y actualicen automáticamente los enlaces al contenido de concienciación de DRCNet.

Por ejemplo, si usted es un gran aficionado a la Crónica de la Guerra Contra las Drogas y cree que sus lectores sacarían beneficios de ella, puede tener los titulares de la última edición, o una porción de ellos, apareciendo y actualizándose automáticamente cuando salga cada nueva edición.

Si su página web es dedicada a las políticas de marihuana, puede publicar nuestro archivo temático, con enlaces a todos los artículos que publicamos en nuestra página acerca de la marihuana – los artículos de la Crónica, las publicaciones en los blogs, el listado de eventos, enlaces a noticias externas y más. Lo mismo vale para la reducción de daños, la confiscación de bienes, la violencia del narcotráfico, los programas de trueque de jeringas, Canadá, las iniciativas electorales, casi cien tópicos distintos que rastreamos corrientemente. (Visite la portada de la Crónica, en la columna derecha, para ver la lista actual completa.)

Si a usted le gusta especialmente nuestra nueva sección del Bar Clandestino, hay contenido nuevo todos los días tratando de todas las cuestiones y usted puede poner enlaces a esas publicaciones o a subsecciones del Bar Clandestino.

Haga clic aquí para ver una muestra de lo que está disponible - por favor, fíjese que la extensión, la apariencia y demás detalles de cómo ello aparecerá en su página pueden ser personalizados para adecuarse a sus necesidades y preferencias.

Por favor, fíjese también que estaremos contentos en hacerle más permutas de nuestro contenido disponible bajo pedido (pese a que no podamos prometer cumplimiento inmediato de dichas solicitaciones ya que, en muchos casos, la oportunidad dependerá de la disponibilidad de nuestro diseñador web). Visite nuestro Mapa del Sitio para ver lo que está disponible actualmente – cualquier feed RSS disponible allí también está disponible como feed de javascript para su página web (junto con el feed de la Crónica que no aparece todavía pero que usted puede encontrar en la página de feeds relacionada arriba). Experimente nuestro generador automático de feeds aquí.

Contáctenos si quiere asistencia o infórmenos sobre lo que está relacionando y adónde. Y gracias de antemano por su apoyo.

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Semanal: Esta semana en la historia

28 de agosto de 1964: Los Beatles son presentados a la marihuana.

28 de agosto de 1995: La Organización Mundial de la Salud (OMS) publica “El proyecto de la OMS sobre las implicaciones del consumo de cannabis sobre la salud: Una estimación comparativa de las consecuencias sanitarias y psicológicas del consumo de alcohol, cannabis, nicotina y opiáceos”. La versión original – no la oficial – declara, “[...] hay buenos motivos para decir que sería improbable que [los riesgos advenidos del cannabis se compararan] seriamente con los riesgos a la sanidad pública causados por el alcohol y el tabaco aun si el mismo número de personas usara cannabis como ahora toma alcohol o fuma tabaco”.

30 de agosto de 1996: El Washington Post informa que el candidato a la presidencia, Bob Dole, criticó al presidente Clinton por sus políticas de drogas y volvió la guerra contra las drogas uno de sus principales temas de campaña. Declarando que el presidente Clinton se había “rendido” en la guerra contra las drogas, Dole pidió la expansión del rol de la Guardia Nacional y la participación de los servicios militares y de inteligencia en la lucha contra las drogas.

25 de agosto de 2001: El Denver Post informa que el juez John L. Jane, Jr. del Juzgado Federal de los EE.UU. dijo: “La mejor manera de que un chico. que es atrapado consumiendo o vendiendo drogas. se libre es escoger a un congresista, senador o alto funcionario que sea el propio padre”. De hecho, después que el hijo del ahora arruinado diputado federal Randy “Duke” Cunningham (R-CA) fue encontrado pilotando un avión cargado con 180 kilogramos de marihuana, él fue libertado bajo fianza, pero después sacó positivo tres veces por cocaína. Terminó recibiendo 2 años y medio de prisión – mucho tiempo, pero no para los padrones de la justicia penal de los EE.UU. hoy día. El hijo de Richard Riley, el ex ministro de Educación, recibió apenas seis meses de arresto domiciliario por asociarse para vender cocaína y marihuana, pese a que él había sido incriminado antes por acusaciones que pueden resultar en prisión perpetua.

29 de agosto de 2001: El Dallas Morning News informa que Ernesto Samper, el ex presidente de Colombia, dijo: “El problema es que la ley del mercado está superando a la ley del estado... Tenemos que preguntarnos, ¿la legalización es la salida? No podemos seguir trabando esta guerra solos. Si los países consumidores no hacen nada para disminuir la demanda, controlar el lavado de dinero, detener el flujo de químicos que satisfacen los laboratorios productores de drogas, entonces en unos cuantos años el mundo va a ver que la legalización es la respuesta”.

29 de agosto de 2001: El programa 20/20 Downtown de la ABC News presenta una comparación de las políticas de drogas de los EE.UU. y de los Países Bajos, con una encuesta interactiva acompañante en línea que pregunta: “¿La marihuana debería ser legalizada?” Setenta y ocho por ciento responden “SÍ”.

27 de agosto de 2002: Canadian Press, la principal agencia nacional de noticias de Canadá, informa que la ministra de Sanidad, Anne McLellan, dijo que el gobierno federal no va a abandonar su plano de ofrecer marihuana medicinal a los pacientes. Enfadada con los informes iniciales que decían que el proyecto había sido arrinconado, McLellan dijo: “En realidad, lejos de arrinconarlo, lo que estamos haciendo es implementar el segundo estadio”.

Europa: Primera paciente alemana es aprobada para consumir marihuana medicinal

Por primera vez, el Instituto Federal de Drogas y Aparatos Médicos alemán ha aprobado el consumo de marihuana medicinal para una paciente. El instituto actuó en el caso de una mujer de 51 años que padece de esclerosis múltiple, quien podrá comprar legalmente marihuana en una farmacia para aliviar sus síntomas.

A partir del próximo mes, la mujer tendrá permiso para comprar un “extracto estandardizado” de la planta de marihuana de la farmacia durante un año. La salud de la mujer será supervisada por un médico. Además, tanto la mujer como la farmacia deben almacenar el extracto de marihuana en un cofre para impedir el robo.

La marihuana es ilegal en Alemania, pero una decisión del Tribunal Administrativo Federal alemán de 2005 ha enturbiado la situación cuando se trata de la marihuana medicinal. En aquella decisión, el tribunal sostuvo que era “de interés público” mejorar la salud de los pacientes, entonces ahora el instituto federal debe evaluar individualmente cada caso en que un paciente busca acceso a la marihuana medicinal.

Hasta el momento, los médicos alemanes sólo han podido prescribir Marinol, pero ese compuesto es caro y le falta algunos de los cannabinoides que los pacientes dicen que vuelven la marihuana natural preferible a la droga sintética. El Marinol tampoco es aprobado como medicamento en Alemania, lo que significa que no es cubierto por el seguro médico. La marihuana natural debería ser menos cara.

Con todo, a pesar de la decisión de esta semana de aprobar la marihuana medicinal para una paciente, aún es posible que otros en la misma condición sean procesados. La semana pasada, el Suddeutsche Zeitung informó sobre el caso de un paciente de hepatitis C condenado a un año de cárcel por tenencia de marihuana.

Marihuana: Supervisores de la Comarca de Humboldt dicen que hay que legalizarla

El martes, en una votación de 4 a 0, la Junta de Supervisores de la Comarca de Humboldt en California votó a favor del envío de una carta a su representante en el Congreso para pedirle que trabaje para legalizar la marihuana. La Comarca de Humboldt es parte del “Triángulo Esmeralda” de Alta California, famoso por el cultivo de marihuana.

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“Unidad de Represión a las Drogas” de la Comarca de Humboldt – hay que abolirla
La carta, que fue propuesta por el supervisor Roger Rodoni, le pide al diputado federal Mike Thompson (D-St. Helena) su “apoyo en ayudar a iniciar una ley que legalice, regularice y tase la marihuana”.

Esta semana, Rodoni se pronunció agradablemente sorprendido por la unanimidad en una entrevista concedida al Eureka Reporter. “Estaba listo para considerarla un avance de la conversación”, dijo, añadiendo que no anticipaba la votación receptiva de la junta.

La acción ocurre poco tiempo después de un esfuerzo similar de la cercana Comarca de Mendocino, que apoyó la legalización de la marihuana el mes pasado. Otras municipalidades californianas han aprobado medidas que piden la tasación y la regularización de la marihuana, inclusive Oakland (2004), Santa Cruz (2006) y San Francisco (2006).

La marihuana es un negocio de varios billones de dólares en California y es especialmente importante para las economías locales en Alta California.

Marihuana medicinal: Obama pide el fin de los allanamientos, ahora todos los candidatos demócratas a la presidencia están de acuerdo

Ahora, los candidatos a la presidencia del Partido Demócrata están de acuerdo en por lo menos una cuestión: Los allanamientos de la DEA contra pacientes y proveedores de marihuana medicinal en estados en que ella es legal deben parar. El senador Barack Obama por Illinois, quien ha sido el último baluarte, dijo que terminaría tales allanamientos el martes.

La promesa de Obama sucedió como respuesta a una pregunta del residente de Nashua y voluntario de Granite Staters for Medical Marijuana, Scott Turner, que le preguntó al senador qué haría para impedir el gobierno federal reducir a prisión personas gravemente enfermas como Turner en estados en que la marihuana medicinal es legal. El Granite Staters es un proyecto del Marijuana Policy Project concebido para hacer la cuestión avanzar aprovechándose del rol crucial de Nuevo Hampshire en las primarias presidenciales.

“No haría que el Ministerio de Justicia procesara y allanara a usuarios de marihuana medicinal”, dijo Obama. “Eso no es un buen uso de nuestros recursos”.

Ahora, Obama se suma a todos los siete contendientes demócratas a la presidencia en la oposición a los allanamientos y también a dos candidatos republicanos, el diputado Ron Paul (TX) y el diputado Tom Tancredo (CO).

“Por primera vez en la historia, los líderes de uno de los grandes partidos de nuestro país han pedido unánimemente un fin al procesamiento federal de pacientes de marihuana medicinal”, dijo el gerente de campaña del GSMM, Stuart Cooper desde Manchester. “Los votantes y profesionales de la medicina de Nuevo Hampshire transmitieron con eficiencia el mensaje claro de que no apoyaríamos a un candidato que arrestaría – en lugar de proteger – a los ciudadanos más gravemente enfermos de nuestro país. Por fin la compasión y la razón están superando la política y la propaganda”.

El viernes pasado, el gobernador de Nuevo México, Bill Richardson, dio un paso adelante al mandar una carta al presidente Bush que le pedía que acabara con las redadas. “Médicos respetados y funcionarios del gobierno no deberían temer ser presos por actuar con compasión y solidaridad en favor de nuestros ciudadanos más vulnerables”, escribió Richardson. “Esos ciudadanos más vulnerables tampoco deberían temer a su gobierno porque toman el remedio que necesitan”.

Marihuana medicinal: ¿Se prepara una iniciativa en Ohío?

Como la labor para poner una iniciativa pro marihuana medicinal en las urnas de 2008 en Michigan está en fase adelantada, los defensores de la reforma están echándole un vistazo al vecino Ohío, informó el Columbus Dispatch el sábado. El periódico dijo que la Drug Policy Alliance (DPA, sigla en inglés) está considerando sus posibilidades en el Buckeye State.

“Ohío sería un estado en que valdría la pena pensar, ciertamente es una alta prioridad. Sería una cuestión de oportunidad”, dijo Edward Orlett, un ex legislador estadual demócrata que representa la DPA en Ohío.

La DPA presentó una iniciativa en Ohío en 2002 que habría ordenado el tratamiento en lugar de la prisión para muchos infractores de la legislación antidroga. Fue derrotada por 2 a 1 en las encuestas después que el establishment político republicano del estado hizo campaña en contra de ella, pero ahora los legisladores de Ohío están pensando en aprobar un proyecto de ley que haría básicamente lo mismo.

La labor en pro de la iniciativa sobre la marihuana medicinal en Ohío probablemente atraería el interés de Peter Lewis de Cleveland, el presidente y ex director ejecutivo de Progressive Insurance y gran donante a los esfuerzos de reforma de las leyes sobre la marihuana, quien da millones de dólares todos los años al Marijuana Policy Project (MPP).

El MPP ha concedido una donación inicial a la Ohio Patient Network, un grupo de Columbus que apoya la marihuana medicinal, informó el periódico.

Doce estados han promulgado leyes que permiten el consumo medicinal de marihuana. Ninguno de ellos queda en el Medio Oeste.

Policial: Las historias de policías corruptos de esta semana

Más guardias están en apuros. Un policía de Luisiana es preso por pastillas - ¿corrupción o desesperación? Vamos a ello:

En Tallahassee, Florida, un oficial de la Secretaría de Administración Penitenciaria de Florida fue preso el viernes pasado por drogas y otras acusaciones. El oficial Terrance Ruffen, 31, responde por acusaciones de adulteración de pruebas y tenencia de cantidad inferior a 20 gramos de marihuana. Él fue preso después que los segundos del sheriff de la Comarca de Gadsden allanaron una casa en Quincy en una investigación de las ventas de crack que ocurrían allí.

En Shreveport, Luisiana, un policía de Shreveport fue preso el martes por acusaciones de delitos de drogas. El sargento Thomas Morgan, supervisor de la División de Servicios Uniformizados, responde por cuatro cargos de obtención de sustancia controlada por fraude. Morgan, 39, cayó después que los agentes antidrogas de Shreveport recibieron una denuncia hace una semana de que él estaba consiguiendo recetas médicas ilegalmente. Él está de licencia administrativa remunerada hasta la investigación interna. (¿Esto es corrupción o desesperación? Es difícil saberlo sin más hechos.)

En Elkhart, Indiana, un agente penitenciario de la Comarca de Elkhart fue preso el lunes por llevarse las drogas confiscadas de un prisionero después de una visita. Mario Randle, 35, supuestamente cacheó al recluso después de una visita, encontrando un destornillador modificado que contenía por lo menos dos drogas ilegales. La policía dijo que Randle no informó el incidente, pero que se quedó con los artículos cuando terminó el turno. Él responde por cargos criminales de narcotráfico e improbidad y puede recibir hasta tres años de prisión. Ha sido despedido.

Semanal: Blogueando en el Bar Clandestino

Junto con nuestro reportaje investigativo de la Crónica, desde el verano pasado la DRCNet también ha estado proporcionando contenido diario en la forma de blogueo en el Bar Clandestino Stop the Drug War , así como enlaces a las Últimas Noticias (esquina inferior izquierda) y más informaciones. ¡Chequee la DRCNet todos los días para estar al corriente de la reforma de las políticas de drogas!

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allanamiento anticerveza de la época de la ley seca, Washington, DC (Biblioteca del Congreso)

Esta semana:

Scott Morgan nos trae: "FOX News Discusses Drug Legalization" [La FOX News discute la legalización de las drogas], "Democratic Presidential Candidates All Support Medical Marijuana" [Todos los presidenciables demócratas apoyan la marihuana medicinal], "Bush Makes Lengthy Incoherent Statement About Plan Mexico" [Bush da una larga declaración incoherente sobre el Plan México], "Supporting Medical Marijuana Is Smart Politics" [Apoyar la marihuana medicinal es ser vivo en la política], "'Marijuana Signature Project' Not as Cool as it Sounds" [El “proyecto característico sobre la marihuana” no es tan bueno como parece], "Why Isn't the Drug War a Mainstream Political Issue?" [¿Por qué la guerra a las drogas no es una gran cuestión política?], "Anti-Drug Researchers Claim That All High Schools are Either 'Drug Infested' or 'Drug Free'" [Investigadores antidrogas afirman que todos los colegios de secundaria o están “infestados de drogas” o son “libres de las drogas”].

David Borden contribuye: "Pain News" [Noticias sobre el dolor] y "New Mexico Medical Marijuana Update -- Richardson Says Full Steam Ahead Despite Attorney General's 'Prank'" [Actualización sobre la marihuana medicinal en Nuevo México – Richardson dice a toda máquina a pesar de la “broma” del fiscal general].

Esta semana, las Bitácoras del Lector cuentan con unas publicaciones bien interesantes también, inclusive enlaces a artículos cautivantes, discusión sobre políticos y otras cuestiones.

David Guard ha seguido republicando notas de prensa, alertas de acción y demás anuncios organizacionales en la bitácora In the Trenches.

Gracias por leer, y escribir...

Solicitud: Enormes aumentos en el tráfico de nuestra página web han incrementado nuestros costes...

Enormes aumentos en el tráfico de nuestra página web, particularmente durante los últimos tres meses, nos han forzado a actualizar nuestro servidor – no una, sino dos veces – y han incrementado nuestros costes. Estoy escribiendo para saber si usted puede ayudar a costear este nuevo dispendio. ¿Estaría dispuesto a hacer una donación para apoyar este trabajo innovador?

Las cosas empezaron a mejorar hace cerca de un año, cuando rediseñamos profesionalmente la página web y empezamos a publicar más que antes – no hacemos solamente la Crónica semanal ahora, sino le traemos publicaciones diarias en las bitácoras, enlaces a noticias de los grandes medios, un “feed activista” de los boletines de otras organizaciones y demás artículos interesantes.

Recientemente, hemos tenido una serie de grandes éxitos – enlaces de suma importancia en páginas como Reddit y Netscape en que los usuarios votan en los artículos que a ellos les gusta – y porque eso ha seguido, una y otra vez durante cerca de tres meses, hemos concluido provisoriamente que algo está “sucediendo” y que la DRCNet ha alcanzado verdaderamente un nivel nuevo antes de lo que pensábamos. Sólo este mes, un artículo que publicamos llegó al #1 en Digg, la popular página web, ¡y ése y otro artículo acompañante recibieron colectivamente casi 100.000 visitas! En un día, la StoptheDrugWar.org tuvo casi el mismo número de personas que accede al Huffington Post – si nuestro servidor hubiera estado preparado para el tráfico de antemano, habríamos recibido más.

Por supuesto que los costes de la máquina, aunque considerables, son apenas parte del problema. Literalmente, todos los funcionarios en la DRCNet están involucrados en esta campaña y eso es una gran dedicación de recursos que sólo puede ser mantenida si usted nos apoya. ¿Puede informarnos si está “conforme” haciendo una donación hoy día o mandándonos un correo para decirnos si lo hará pronto?

Como incentivo, nuestros amigos de la Common Sense for Drug Policy han estado de acuerdo en donar ejemplares de su “tabloide” actualizado que incluye más de 40 de los anuncios de interés público sobre las políticas de drogas que han difundido en grandes publicaciones durante los últimos años. ¡Done cualquier suma a la DRCNet esta semana y le enviaremos un ejemplar del tabloide de la CSDP gratis! Por supuesto que seguimos ofreciendo una variedad de libros, vídeos y regalos de la StoptheDrugWar.org como incentivos de membresía también.

Visite http://stopthedrugwar.org/donate para hacer una donación electrónica o envíenos su cheque o giro a: DRCNet, Aptdo. 18402, Washington, DC 20036. Las donaciones a la Red Coordinadora de la Reforma de las Políticas de Drogas o Drug Reform Coordination Network para apoyar nuestra labor de presión no son deducibles del impuesto de renta. Las donaciones deducibles para apoyar nuestro trabajo de concienciación pueden ser hechas a nombre de la Fundación DRCNet en la misma dirección. También podemos aceptar contribuciones en títulos – mándele un correo a borden@drcnet.org para la información necesaria. Gracias de antemano por su apoyo.

Atentamente,


David Borden, Director Ejecutivo
Aptdo. 18402
Washington, DC 20036
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Prisioneros de la guerra a las drogas: Veronica Flournoy, víctima de la Ley Rockefeller convertida en activista, fallece a los 39

Veronica Flournoy, la ex víctima de la ley Rockefeller sobre las drogas de Nueva York convertida en reformadora, falleció la semana pasada de cáncer de pulmón en un hospital para pacientes terminales de Florida. Flournoy, 39, consumidora cuantiosa de drogas cuando era joven, fue atrapada en un operativo antidroga secreto y condenada a una sentencia de ocho años a prisión perpetua conforme a las durísimas leyes Rockefeller de Nueva York.

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Veronica Flournoy, con el líder de la mayoría en el Senado neoyorquino Joe Bruno, sus hijas Candace y Keeshana y su madre Eileen (por cortesía de kunstler.org)
Flournoy cumplió su sentencia mínima, después recogió a sus dos hijas e intentó reempezar la vida con su familia. Pero el cáncer de pulmón, que apareció cuando estaba en prisión y con que los médicos de allá le dijeron que no debía preocuparse, la dejó con poco tiempo.

La prisión abrió los ojos de Flournoy para la injusticia de la guerra a las drogas y nunca se olvidó de sus compañeras. Flournoy participó de mítines hechos para presionar a los políticos para que deshagan las leyes Rockefeller y aun consintió en usar su enfermedad terminal para aumentar la presión. En febrero, ella apareció en un anuncio de interés público auspiciado por el Fondo William Moses Kunstler Fund que visaba al gobernador Eliot Spitzer (D) y a otros políticos estaduales quienes se han demorado en cumplir las promesas de reformar las leyes severas contra las drogas del estado.

Prisioneros de la guerra a las drogas: El paciente del dolor Richard Paey tendrá una oportunidad de clemencia temprana

Un floridano que cumple una sentencia de 25 años en cuanto narcotraficante por intentar obtener analgésicos para las lesiones en su espalda tendrá una oportunidad acelerada de recurrir a la clemencia. Richard Paey, 48, ya ha cumplido cuatro años en las prisiones de Florida por valerse de recetas sin fecha para obtener remedios para los dolores.

Normalmente, los reclusos deben cumplir por lo menos un tercio de sus sentencias antes de ser considerados para la clemencia. Pero, en el caso de Paey, que ha recibido atención nacional, la Junta de Clemencias estadual votó en conceder una dispensa la semana pasada. Su caso está programado para la votación de la junta el mes que viene.

Paey, ex abogado y padre de tres, fue visto yendo de farmacia en farmacia en su silla de ruedas en busca de remedios para aliviar los dolores de un accidente automovilístico de 1985 que lesionó su espalda. Los fiscales argumentaron que cualquiera que falsifique recetas a fin de obtener tantos analgésicos tenía que estar vendiéndolas, pero Paey dijo que tenía que consumir grandes cantidades de analgésicos opiáceos para pasar la vida. Los dolores de Paey son tan fuertes que la Secretaría de Administración Penitenciaria de Florida le ha puesto una bomba de morfina.

Paey recurrió de su condenación, pero en marzo, la Corte Suprema de Florida se rehusó a ver su caso. Ahora, la clemencia parece ser su mejor oportunidad de recobrar su libertad.

(La November Coalition ha publicado un alerta de acción importante sobre el caso aquí.)

Matéria: Há um esforço em andamento pela maconha medicinal no Kansas

Na sexta-feira passada, uma tentativa de trazer o Kansas às fileiras dos estados com maconha medicinal deu um grande passo para frente enquanto uma das figuras políticas mais conhecidas do estado apareceu em uma coletiva de imprensa no capitólio estadual para anunciar o seu apoio a tal ação. O ex-procurador-geral Robert Stephan, um republicano que esteve no cargo de 1979 a 1995, disse na entrevista coletiva que o estado tem a obrigação de tomar providências para permitir que os seus cidadãos consumam os medicamentos que aliviem o sofrimento.

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Robert Stephan, entrevista coletiva da KSCCC
"Permitam-me esclarecer que não estou defendendo a legalização das drogas de jeito nenhum", disse Stephan, que se pronunciou partidário da maconha medicinal desde 1983. "Mas também não acho que o estado deva substituir o papel do médico quando se trata de decidir o melhor para os cidadãos doentes do Kansas. Por isso apóio mudar a lei estadual para garantir que os indivíduos possam obter e consumir uma quantidade limitada de maconha se for recomendada pelo médico deles - sem temor de processo".

Stephan citou a sua própria experiência enquanto paciente de câncer e também o sofrimento de outros pacientes para pedir uma lei sobre a maconha medicinal no Kansas. Recusando a oposição ao consumo medicinal de maconha como "remédio mágico" e recontando os prantos de infortúnio que ouvia na sala de oncologia, Stephan disse: "Me parecia incompreensível que existisse tal sofrimento e qualquer droga, inclusive a maconha, deveria estar à venda para assistir o paciente". Stephan disse que o acesso à maconha medicinal não deveria estar limitado aos pacientes de câncer. Ela provou ser útil para glaucoma, AIDS, Esclerose Múltipla e outras doenças, disse.

Stephan se negou a dar uma entrevista à Crônica da Guerra Contra as Drogas. Ele disse que temia que conversar com uma publicação que defende a legalização das drogas prejudicasse a sua causa.

O evento da sexta-feira marcou o debute da Kansas Compassionate Care Coalition, que esteve ocupada assentando as bases para uma campanha que espera que resulte em legislação no ano que vem. Com certeza chamou atenção no Jayhawk State. Nesta semana, uma busca no Google produziu dúzias de menções da entrevista coletiva na mídia local.

E isso é ótimo para a diretora da KSCCC, Laura Green. "A nossa meta é propor um projeto na legislatura do Kansas para proteger os cidadãos gravemente doentes do Kansas contra a detenção e o processo por consumirem a maconha como remédio", disse Green, "e isto iniciará a conversação".

Um estímulo cairia bem na conversação no Território Central. Doze estados com uns 50 milhões de habitantes têm leis sobre a maconha medicinal atualmente, mas nenhum deles fica no Meio-Oeste. Os trabalhos nas legislaturas em estados como Illinois e Minnesota não alcançaram a fruição, enquanto que os eleitores na Dakota do Sul derrotaram por pouco uma iniciativa pró-maconha medicinal no ano passado - o primeiro estado a recusar a maconha medicinal nas urnas.

A KSCCC não vai levar um projeto pré-redigido para apresentar à legislatura, disse Green. "Ainda estamos a cinco meses da sessão legislativa, então ainda não temos um projeto", disse. "Estamos trabalhando com legisladores individuais e tentando construir apoio e consenso. Há muitos modelos diferentes para a maconha medicinal e procuramos um com que os nossos legisladores possam ficar à vontade", disse Green.

Alguns políticos do Kansas foram rápidos em recusar a maconha medicinal depois da entrevista coletiva da sexta-feira passada, mas Green não está preocupada. "Não temos muito apoio político no momento, mas isso é de se esperar", argumentou. "Alguns políticos dizem que não tiveram a oportunidade de saber de suas bases, embora alguns dos que dizem publicamente que são contra ela nos contem algo diferente em privado".

Não são só os legisladores, disse Green, a qual acrescentou que ela e a KSCC farão todo o possível para garantir que os servidores eleitos ouçam sim os seus eleitores que são a favor de um projeto de maconha medicinal. A coalizão tem cerca de um ano de idade e é formada por uns 400 integrantes no momento. "Vamos recorrer o estado recrutando membros - pacientes, médicos, enfermeiras, religiosos - para tentarmos fortalecer os nossos números", disse.

A Associação Estadual das Enfermeiras do Kansas é um alvo fundamental. O influente grupo realizará uma votação sobre a maconha medicinal em outubro, disse Green, apontando que o apoio das enfermeiras será uma ferramenta poderosa.

O grupo também está tentando convencer o clero do Kansas. "Estamos recebendo muito apoio religioso", disse Green, quem, como diretora do Drug Policy Forum do Kansas, passou longas horas mapeando as centenas de congregações do estado como parte da preparação do terreno para os trabalhos reformadores das políticas de drogas. "Enviamos correspondência aos membros do clero na sexta-feira passada e já recebemos 30 respostas. A resposta do clero tem sido mesmo ótima", disse Green.

Se o histórico legislativo em outros estados com maconha medicinal servir de indício, a KSCCC e os partidários dela têm um caminho longo e tortuoso pela frente. A aprovação de uma lei sobre a maconha medicinal parece ser um assunto de três anos ou mais, quase universalmente. Mas, no Kansas, os defensores dos pacientes estiveram assentando as bases durante um ano ou mais e agora surgiram com uma figura política fundamental no estado do lado deles. Se conseguirem adentrar a sessão legislativa em janeiro com algum ímpeto, é bem possível que provoquem um curto-circuito no processo legislativo normal e glacial.

Matéria: A paz da maconha em Seattle enquanto o Festival do Cânhamo celebra a nação canábica

A Nação Canábica esteve em marcha em Seattle no fim de semana passado. Segundo as estimativas, 150.000 pessoas apareceram no sábado e no domingo no Parque Myrtle Edwards na Elliott Bay, que fica ao norte do centro da cidade, para celebrarem o 16º Festival do Cânhamo de Seattle anual e pedir a legalização da maconha. Elogiado pelos organizadores como o maior comício de protesto da reforma das políticas de drogas do mundo ou, como dizem eles, "protestival", o Festival do Cânhamo esteve à altura da fama que o antecede.

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David Guard, o diretor-adjunto da DRCNet, dirige-se ao Festival do Cânhamo
Como sempre, o Festival do Cânhamo foi marcado pela tranqüilidade, uma dose considerável de comércio e o odor inebriante e enjoativo da maconha queimando. Centenas de vendedores - a grande maioria dos quais parecia estar revendendo cachimbos de vidro, narguilés de dois metros e meio e demais acessórios para o fumo - fizeram um comércio ativo e milhares de celebrantes acenderam seus baseados alegremente enquanto que a polícia de Seattle - obedecendo a um decreto-lei municipal de "menor prioridade" instaurado pelos eleitores em 2003 - observava sem fazer nada.

Umas 60 bandas que iam do roque e do reggae ao hip-hop e a o punk e também uma tenda que emitia música tecno serviram de trilha sonora. Entre os mais destacados estavam o veterano do reggae, Pato Banton, cuja "I Do Not Sniff the Coke (I Only Smoke Sinsemilla)" evocou bramidos de aprovação, e os pilares do Festival do Cânhamo, The Herbivores, cuja "Losing Battle" ("Podem mandar todos para a cadeia, mas vocês nunca vão conseguir vencer a luta") podia muito bem ser o hino do Festival.

Entre os observadores - ah! que glorioso desfile de punks, góticos, hippies envelhecidos, hippies jovens, mães suburbanas com carrinhos de bebê, fadas da maconha do Oregon, homens de saia e os simplesmente indescritíveis -, a música, a compra de cachimbos e a tentativa de se mexer entre as massas, era fácil perder a mensagem política séria por trás do evento, mas os organizadores fizeram todo o possível para garantir que mesmo o maconheiro mais apolítico recebesse uma dose salutar da mensagem reformadora.

"O Festival do Cânhamo se trata de promover a liberdade de escolha e os direitos humanos", disse o principal organizador, o ubíquo e incansável Vivian McPeak, do Palco Central durante uma de suas mini-arengas entre as apresentações. "Os adultos responsáveis e honestos não devem ser presos por delitos de maconha", lembrou o público.

McPeak era apenas a voz mais visível (e audível) do Festival. Como esforço integrado exclusivamente por voluntários que envolve centenas de pessoas, o Festival do Cânhamo é um testamento do poder da organização comunitária.

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David Guard e Phil Smith na mesa da DRCNet
E embora as multidões no Festival possam ter estado mais interessadas em sua maioria nos narguilés do que na política, aqueles que estavam ali para algo além da festa tiveram chances de sobra para ouvir e aprender. Dúzias de reformadores das políticas de drogas - de figuras conhecidas nacionalmente como Jack Herer, Ed Rosenthal, Rick Steves e Keith Stroup a ativistas locais menos conhecidos, mas igualmente impressionantes - estavam na lista de oradores. Embora a discussão séria sobre as políticas de drogas fosse relegada à tenda do Canhamósio, onde painel após painel se reunia para debater aspectos diferentes das leis sobre a maconha, a maconha medicinal e as questões gerais da reforma das políticas de drogas, os reformadores também apareceram em todos os palcos entre atos.

No domingo à tarde, Rick Steves, o escritor de livros de viagem e apresentador de um programa de viagens na televisão, dirigiu-se a uma enorme multidão do Palco Central. Como acabara de voltar da Europa, disse à multidão que os europeus não consideram a maconha algo importante e os estadunidenses também não deveriam. Steves citou a Declaração da Independência dos EUA, como o seu pedido de vida, liberdade e procura da felicidade. "Acho que disso se tratam os Estados Unidos", disse.

A apaixonada Debby Goldsberry da Cannabis Action Network comoveu a multidão com o seu relato do asédio aos dispensários de maconha medicinal na Califórnia de parte da DEA, enquanto que a paciente federal de maconha medicinal, Elvie Musika, atraiu vivas e aplausos por defender a erva com firmeza.

Embora o público estivesse contente em ouvir Steves e outros reformadores que lhes falavam dos palcos entre as bandas, os stands da reforma das políticas de drogas estavam relativamente quietos. Talvez um de cem participantes do Festival parava para conversar sobre política e talvez um de cada 500 se importou em acrescentar o seu nome às listas eletrônicas da reforma.

Pode ser a marca da "normalização" da maconha no Litoral Oeste em geral e em Seattle em particular. Depois de um começo difícil com a polícia nos primeiros dias do festival nos anos 1990, a polícia e os organizadores chegaram a um acordo. Sem dúvida nenhuma, a sensatez da lei está vinculada com a experiência com a reunião pacífica, que virou uma instituição de Seattle, mas também se trata da lei e das políticas públicas na cidade. Em 2003, os eleitores aprovaram uma iniciativa que transformava os delitos adultos por porte de maconha na menor prioridade da lei. Com menos de 40 detenções por porte de maconha em Seattle no ano passado, a polícia seguiu claramente os eleitores.

Embora a polícia de Seattle fosse visível e circulasse entre as pessoas, uma política de não-detenção era bem evidente. Os oficiais a pé ou em bicicleta passavam rotineiramente por grupos de maconheiros jovens sem fazerem nada. Na quarta-feira, a polícia de Seattle disse à Crônica que houvera um total de cinco detenções. "Foi um evento pacífico", disse o oficial Mark Jamieson, porta-voz do comando da polícia. "Houve três prisões por crime e duas por contravenções e alguns freqüentadores foram acompanhados até a saída", disse.

Um dos presos era um jovem que expeliu a fumaça da maconha no rosto de um policial, uma ação que McPeak denunciou como "burra" do palco. Outro era um jovem que tentou roubar a bolsa de uma mulher e foi pego pelo pessoal e retido para a polícia.

Para o oficial Jamieson e a polícia de Seattle, o Festival do Cânhamo é mais um evento. "O Festival do Cânhamo é abordado da mesma maneira que qualquer um das centenas de outros eventos realizados na cidade anualmente", disse. "É um evento permitido e legal que requer a presença dos policiais de Seattle com base nos números de participantes que vão todos os anos".

E deveria ser assim. De fato, o Festival do Cânhamo é o maior "protestival" pró-reforma das políticas de drogas do mundo, mas também é - e para a maioria dos freqüentadores, mais - uma celebração e a normalização da cultura canábica com que comungam. Dados o amplo apoio comunitário em Seattle e um comando da polícia que sabe como seguir e liderar a sua comunidade, os Estados Unidos saberão que alcançaram a "paz das drogas" quando a abordagem de Seattle for a norma e não a exceção a eventos parecidos ao redor do país.

Para ver como estamos longe da paz das drogas agora, pergunte-se o que poderia ter acontecido se o Festival do Cânhamo houvesse sido realizado na sua comunidade.

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